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	<title>Portal Cultura PE &#187; Brasília Teimosa</title>
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		<title>“Frutos do Mar” dá voz a pescadores, marisqueiras e educadores de Brasília Teimosa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores e crianças sobre a vida cultural, a rica gastronomia do bairro e a resistência frente às pressões históricas da especulação imobiliária.</p>
<p>Realizado pela Gato de Gengibre – Pesquisa e Produção Cultural, com produção associada da Janela – Gestão de Projetos, das produtoras Fernanda Ferrário e Dida Maia, o documentário foi contemplado no edital Ações Criativas para o Audiovisual – Produção, da Lei Paulo Gustavo, executado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>Em pouco mais de 25 minutos, Frutos do Mar parte da premissa de que ninguém mais legítimo para contar a história de um território do que seus próprios moradores. É a comunidade que narra como se construiu o sistema cultural alimentar da Brasília Teimosa, moldado pelo encontro de três matrizes culinárias: o mar, o mangue e a caatinga.</p>
<p><strong>Gastronomia de resistência</strong></p>
<p>O filme mostra como essa fusão atravessou gerações. No Bar do Cabo, fundado por migrantes sertanejos e hoje comandado pelas irmãs Natália e Gisele Oliveira, receitas de carne deram lugar a pratos de frutos do mar como o arroz de polvo e o camarão na cerveja, que tornaram a casa referência na cidade. Já o Império dos Camarões, criado por José Bezerra dos Santos, o “Seu Zezinho”, também migrante da seca, sobrevive hoje administrado em parceria com o neto.</p>
<p>Outros personagens centrais são a marisqueira Edileuza Silva do Nascimento (“Dona Lêu”), o pescador João Pereira Filho, e o vice-presidente da Colônia de Pescadores Z-1, Augusto Lima (“Seu Neno”), que compartilham as práticas de pesca artesanal, a mariscagem no mangue e a luta contra a degradação ambiental.</p>
<p>O documentário ainda evidencia o papel dos educadores sociais, que fazem da cultura uma ferramenta de resistência. Taciana Melo, da Escola Mangue, e Dandara Martins, do CEPOMA, conduzem projetos que integram educação ambiental, cultura alimentar e memória popular. Entre eles, o Maracatu Nação Erê, primeiro grupo infantil de baque virado de Pernambuco, criado na Brasília Teimosa e que completa 30 anos em 2025.</p>
<p>Segundo Mônica Jácome, a intenção foi “construir uma narrativa em que a própria comunidade pudesse dizer ao poder público e à sociedade por que é fundamental valorizar e salvaguardar sua cultura alimentar e suas práticas de vida”.</p>
<p>Equipe principal<br />
Direção, pesquisa e roteiro: Mônica Jácome<br />
Assistência de direção: Sâmia Emerenciano<br />
Produção executiva: Fernanda Ferrário<br />
Produção: Dida Maia<br />
Produtora associada: Janela – Gestão de Projetos (Fernanda Ferrário e Dida Maia)<br />
Direção de fotografia: Clara Gouvêa<br />
Montagem: João Lucas Melo<br />
Som direto, edição e mixagem: Hugo Coutinho<br />
Trilha original: Homero Basílio e Leonardo Guedes (violoncelo)<br />
Imagens de drone: Marcelo Lacerda<br />
Finalização de cor: Rafael Amorim<br />
Design gráfico: Isabela Faria<br />
Mídias sociais: Babi Jácome<br />
Assessoria de imprensa: Lula Portela<br />
Acessibilidade comunicacional: Jaks Interpretações</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento nacional do documentário “Frutos do Mar”</p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>Festival Reconhecer reúne talentos dos bairros do Pina e Brasília Teimosa</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 19:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Reconhecer chega à sua terceira edição em 2022. Com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento está agendado para acontecer entre os dias 17 a 19 de março, e tem como intuito valorizar os artistas dos bairros do Pina e Brasília Teimosa, além de incentivar a movimentação do cenário artístico local [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival Reconhecer chega à sua terceira edição em 2022. Com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento está agendado para acontecer entre os dias 17 a 19 de março, e tem como intuito valorizar os artistas dos bairros do Pina e Brasília Teimosa, além de incentivar a movimentação do cenário artístico local da cidade, traz algumas novidades para o público.</p>
<p>Assim como as duas primeiras edições, o festival vai reunir diversas linguagens como teatro, dança, música, moda e gastronomia. Tudo isso com entrada e atividades gratuitas. Com essa retomada, todos os protocolos de segurança sanitária serão cumpridas como a exigência do cartão de vacina.</p>
<p><em>&#8220;Após esses dois últimos anos sem o festival, devido a pandemia do coronavírus, finalmente o Reconhecer está de volta. Desta vez, observando os decretos sanitários e as recomendações da Organização Mundial da Saúde, para que possamos oferecer segurança ao nosso público. Então conseguimos adaptar o projeto, sem abrir mão da sua qualidade, já conhecida por todos. A situação que o mundo vive, casa muito bem com o conceito desta edição cujo tema é &#8216;A cultura que nos move, abraçando novos tempos&#8221;</em>, destaca Alyson Fonseca, coordenador-Geral do evento.</p>
<p>O Festival Reconhecer foi criado durante o segundo módulo do Laboratório de Projetos Culturais, promovido pelo Instituto JCPM e pela Proa Cultural. A iniciativa reuniu 13 alunos, de diversas áreas de atuação, como dança, Publicidade e Propaganda, música, Produção Cultural e Design, para idealizarem o projeto Reconhecer em um primeiro momento e, posteriormente, executaremna segunda fase do projeto como um TCC. Como forma de atender as necessidade dos próprios moradores de valorizar a riqueza cultural das localidades onde vivem. Afinal, Pìna e Brasília Teimosa são dois berços culturais importantes para a economia criativa do Recife. A produção conta com mais de 10 horas de duração, dividas em três dias e tem a classificação livre. A expectativa é que as pessoas queiram buscar as formas de expressão culturais depois de tanto tempo em casa.</p>
<p><em>&#8220;Diferentemente das duas primeiras edições, nas quais os eventos contaram com aportes financeiros das empresas privadas, desta vez escrevemos o projeto no Edital Joel Datz, da Prefeitura da Cidade do Recife, buscando incentivos federais da Lei Aldir Blanc. Então foi com muita alegria que recebemos a informação da aprovação do nosso projeto. Mas isso não quer dizer que nossos parceiros, empreendedores privados, nos abandonaram. Muito pelo contrário, em breve essas parcerias serão renovadas e ainda podemos contar com todos para oferecer um grande festival para os moradores do Pina e Brasília Teimosa&#8221;</em>, informa Fonseca.</p>
<p>Os organizadores têm a expectativa que a comunidade compareça em peso para aproveitar e prestigiar o festival que vem crescendo nos números de atrações a cada nova edição.<em> &#8220;Inclusive, atualmente a curadoria e a produção artística estão organizando o processo que selecionará os artistas e grupos culturais que farão parte da programação do festival. Então é muito importante que os interessados se inscrevam, até o dia 2 de fevereiro, no link que se encontra nas mídias sociais do Reconhecer. É a oportunidade desses artistas e grupos culturais apresentarem suas artes ao grande público”</em>, finaliza o proponente Alyson Fonseca.</p>
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		<title>Projeto &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221; circula por três comunidades do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221;, que começa nesta terça-feira (10), com o primeiro de uma série inédita de 12 encontros com 45 moradores das comunidades do Entra Apulso, Brasília Teimosa e Pilar, com os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76061" aria-labelledby="figcaption_attachment_76061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira.jpg"><img class="size-medium wp-image-76061" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Marcelo Silveira é um dos convidados da programação do projeto</p></div>
<p>Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221;, que começa nesta terça-feira (10), com o primeiro de uma série inédita de 12 encontros com 45 moradores das comunidades do Entra Apulso, Brasília Teimosa e Pilar, com os artistas pernambucanos Bruno Faria, Kilian Glasner, Marcelo Silveira e arte-educadores do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam). O projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é realizado pela Proa Cultural e apoiado pelo Instituto Memaker, pelo Instituto JCPM de Compromisso Social e pelo Centro Escola Mangue.</p>
<p>Durante os encontros, os adolescentes serão apresentados aos conceitos e territórios da arte, em visitas ao Mamam, à Galeria Amparo 60 e à Galeria Garrido, por meio de conversas sobre portfólios de artistas locais e em vivências de cocriação em suas comunidades.<em> “A ideia é utilizar a arte tanto como ferramenta de desmitificação do que vem a ser a Arte Contemporânea, como instrumento de aproximação territorial, já que temos comunidades as mais diversas no Recife. São várias cidades em uma só”</em>, explica Maria Chaves, sócia-diretora da Proa Cultural, idealizadora do projeto.</p>
<p>Como culminância, será montada na Galeria Amparo 60, uma exposição aberta ao público dos resultados gerados a partir das práticas artísticas, seja uma performance, uma instalação, um ensaio fotográfico ou outro tipo de obra. Isso deve acontecer em junho e, até lá, todas as atividades serão mediadas pelos arte-educadores do Mamam. <em>“Esta parceria é muito importante para o museu porque contribui com a sua missão de formação, divulgação e fruição da produção artística contemporânea de Pernambuco. Muitas vezes essa produção é restrita a certos ambientes, então devemos levá-la até onde outros públicos estão”</em>, pontua Rebeka Monita, gerente de programação e projetos do Mamam.</p>
<p>Os participantes, com idade entre 10 e 17 anos, representam a faixa etária de maior vulnerabilidade na realidade das comunidades em questão. Eles foram selecionados por meio de parcerias com duas entidades: o Centro Escola Mangue &#8211; instalada em Brasília Teimosa e liderada por Lu do Mangue, valoriza o saber ancestral das comunidades ribeirinhas, trabalhando protagonismo, sustentabilidade e cidadania &#8211; e o Instituto Memaker &#8211; idealizador do projeto social homônimo, com metodologia inovadora que une Robótica e Expressão Criativa. Para Monica Bouqvar, coordenadora do Memaker,<em> “a oportunidade de levar os jovens a um museu, muitos deles pela primeira vez, mostrá-los o processo criativo do artista e fazê-los cocriar junto é de uma riqueza sem fim”</em>. Além dos selecionados, jovens surdos das comunidades citadas estão sendo convidados a participar com a mediação e articulação da COMacessibilidade Comunicacional.</p>
<p><strong>Rompendo Fronteiras</strong><br />
As comunidades de Brasília Teimosa, Pilar e Entrapulso são marcadas por uma intensa luta de moradores em defesa de seus anseios, conseguindo resistir em uma área de grande especulação imobiliária. Nesse projeto, a arte contemporânea também pretende ajudar a enxergar o território, e a relação dos indivíduos com ele, em várias camadas: física, conceitual, social e econômica. Tudo isso por meio de diálogos e práticas criativas.</p>
<p><strong>Riqueza das Trocas</strong><br />
No mundo da arte, vive-se um momento importante de reflexões e revisão de conceitos por parte das instituições e do meio artístico, totalmente pertinente à dinamicidade e complexidade do tecido cultural. Prazer, Arte Contemporânea tenta seguir esta tendência por meio da inversão de espaços, deslocamento de papéis, diversificação de cenários e reinvenção dos processos. Nesse sentido, a seleção dos artistas foi balizada pelas suas práticas artísticas envolvendo “o outro”, pela característica da generosidade, e pelas experiências com diferentes suportes, linguagens, pedagogias, metodologias, personagens e lugares. Segundo os realizadores, esses componentes devem garantir a qualidade das trocas com os adolescentes e ampliarão a capacidade de vivenciar uma percepção do outro e de si, uma vez que tudo passará pelo contato pessoal e resultará em uma produção coletiva.</p>
<p>Segundo Marcelo Silveira,<em> “vai ser muito especial me apresentar como artista para um grupo, que, ao mesmo tempo, está se apresentando enquanto futuros apreciadores, produtores e pensadores do mundo arte. Essa relação de encontros e acesso ao pensamento do outro é um grande laboratório que trará muitas descobertas, trabalhará a dúvida e tratará o que está fora da caixa, pois é isso que faz a Arte Contemporânea”</em>.</p>
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		<title>Festival ReConhecer abre espaço para artistas do Pina e Brasília Teimosa</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 20:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, as comunidades do Pina e Brasília Teimosa, no Recife, terão a oportunidade de prestigiar seus artistas sem sair de casa. O festival ReConhecer estreia neste sábado (1º), a partir das 17h, na Praça de São Pedro, que fica em Brasília Teimosa, com a proposta de valorizar e dar visibilidade às diversas manifestações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62707" aria-labelledby="figcaption_attachment_62707" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Milena Ferreira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Banda-Flora_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62707" alt="Milena Ferreira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Banda-Flora_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Banda Flora é uma das atrações da primeira edição do ReConhecer.</p></div>
<p>Pela primeira vez, as comunidades do Pina e Brasília Teimosa, no Recife, terão a oportunidade de prestigiar seus artistas sem sair de casa. O <b>festival ReConhecer</b> estreia neste <b>sábado (1º), a partir das 17h, na Praça de São Pedro, que fica em Brasília Teimosa,</b> com a proposta de valorizar e dar visibilidade às diversas manifestações culturais existentes nas duas periferias. O evento é gratuito e, ao todo, reunirá mais de dez atrações de música, dança e teatro, divididas entre os palcos Praia e Maré.</p>
<p>Fruto do Laboratório de Projetos Culturais promovido pelo Instituto JCPM e ministrado pela Proa Cultural, o evento é realizado por uma ampla equipe, formada por músicos, bailarinos, produtores, grafiteiros, dentre fazedores de outras linguagens. “<i>A gente teve uma saída de campo em uma das fases do curso e acabamos identificando nessa escuta que há uma dificuldade muito grande para a cultura local se aproximar e ser valorizada pelos moradores dos dois bairros. Então, pensou em fazer essa rede para fortalecer a cena, porque também havia um déficit de comunicação entre os próprios artistas de lá</i>”, observa Stone Silva, que é um dos coordenadores do festival.</p>
<p>Na programação está o <b>Balé Deveras</b>, fundado em Brasília Teimosa no ano de 1980. Com um portfolio composto por espetáculos de danças populares, o grupo realiza o trabalho de formação com crianças, jovens e adultos das duas comunidades. O público também poderá conferir a apresentação do <b>Maracatu Estrela do Mar</b>, com repertório de canções cantadas por pescadores no ritmo de baque virado; o <b>Maracatu Nação Erê</b>, formado só por crianças; a <b>Orquestra de Frevo do Rubinho</b> e <b>a Cia de Danças Angelita Karollaine</b>, que atua há mais de 20 anos resgatando atividades relacionadas às danças folclóricas.</p>
<div id="attachment_62708" aria-labelledby="figcaption_attachment_62708" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Milena Ferreira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_0193_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62708" alt="Milena Ferreira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_0193_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Várias linguagens compõem a programação. A dança também será representada os Hunthers e Panthers que levará a cultura hip hop para o palco.</p></div>
<p>O grupo teatral <b>Achyles Coqueijo</b> e o grupo de street dance <b>Panthers e Hunthers</b> garantirão o toque performático do evento, enquanto cantores <b>como Richard Thompson, Dani Buckman e Denilson Vieira e o rapper O2 MC</b> emprestarão darão voz aos trabalhos autorais do Pina e Brasília Teimosa. “<i>O festival nasce da necessidade dos próprios moradores em reconhecer a riqueza cultural de Brasília Teimosa e do Pina, que juntas possuem mais de 40 grupos culturais. Grande parte é de caráter social, o que ajuda na prevenção da violência e na promoção da Cultura de Paz</i>”, afirma o coordenador geral do Festival ReConhecer, Rogério Ferreira.</p>
<p><i>“A ideia é continuar dando força aos outros artistas, inclusive os que não foram contemplados nesta edição. Queremos pensar em outras ações que possam mostrar que há muita coisa boa dentro da comunidade que talvez os moradores não conheçam. A ideia é que a gente consiga fazer o ReConhecer, pelo menos, uma vez ao ano, mas também queremos despertar o interesse de outros produtores para levar o festival para outras comunidades do Recife</i>”, adianta Stone Silva, que somente nesta primeira edição recebeu mais de 25 inscritos.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO</span></b></p>
<p><b>Palco Maré</b></p>
<p>17:50 &#8211; Maracatu Estela do Mar<br />
18:15 – Banda Flora<br />
18:55  -GTAC<br />
19:30 – Hunthers<br />
20:00 – Deveras<br />
20:35 – Panthers<br />
21:00 &#8211; Michelle Monteiro e Angelita</p>
<p><b>Palco Praia</b></p>
<p>17:35 &#8211; Maracatu Nação Erê<b><br />
</b>18:05 &#8211; Richard Thompson<b><br />
</b>18:30 &#8211; Dani Buckman<b><br />
</b>19:40 -Orquestra de Frevo do Rubinho<b><br />
</b>20:20 – O2 MC<b><br />
</b>20:50 &#8211; Denilson Vieira<b></b></p>
<p><b>Serviço:<br />
<i>Festival ReConhecer</i></b><br />
Data: 1º de setembro<br />
Local: Praça de São Pedro, em Brasília Teimosa.<br />
Horário: 17h<br />
Acesso gratuito<b></b></p>
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