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	<title>Portal Cultura PE &#187; brega</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País no Carnaval promove noite histórica no Recife dedicada ao frevo e ao brega</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 15:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval realizou, no sábado (7), uma noite histórica no Recife, transformando o Terminal Marítimo em um grande palco de celebração da cultura pernambucana. Com uma programação que exaltou dois dos ritmos mais emblemáticos do estado, o frevo e o brega, o evento reuniu um público diverso, formado por pernambucanos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122843" aria-labelledby="figcaption_attachment_122843" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122843" alt="Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval realizou, no sábado (7), uma noite histórica no Recife, transformando o Terminal Marítimo em um grande palco de celebração da cultura pernambucana. Com uma programação que exaltou dois dos ritmos mais emblemáticos do estado, o frevo e o brega, o evento reuniu um público diverso, formado por pernambucanos e turistas, que acompanharam uma sequência de apresentações marcadas pela emoção, pela tradição e pela força da música popular. A iniciativa integra a programação oficial do Carnaval 2026 e é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur.</p>
<p dir="ltr">Presente na segunda noite do festival, a vice-governadora Priscila Krause destacou a importância do projeto para o fortalecimento da cultura e da economia criativa pernambucana. “Mais de 90% dos artistas envolvidos no Festival Pernambuco Meu País são pernambucanos, isso gera oportunidade para o meio artístico, mas também movimenta a economia das cidades, de hotéis, restaurantes, de toda a economia, e é um sucesso absoluto. Então, é um projeto que só tende a crescer”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Antes mesmo da abertura oficial dos shows no palco montado no Terminal Marítimo do Recife, o público foi convidado a vivenciar um momento simbólico e emocionante com o Cortejo Gigantes de Pernambuco. A ação reuniu ícones do Carnaval em um grande encontro entre o Homem da Meia-Noite, o Galo da Madrugada e os Bonecos Gigantes de Botelho, encantando moradores e turistas no fim da tarde.</p>
<p dir="ltr">A programação musical teve início com o frevo pulsando forte ao som da Orquestra de Maestro Duda, um dos homenageados do Carnaval 2026. O show contou com participações especiais de grandes nomes da música pernambucana, como Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro, reafirmando a força e a tradição do gênero.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, outra homenageada do Carnaval 2026 subiu ao palco: Nena Queiroga. A cantora emocionou o público com clássicos como “Chuva de Sombrinhas” e sucessos consagrados do frevo, entre eles “Me Segura Senão Eu Caio”, “Bom Demais” e “Frevo Mulher”, nome do projeto apresentado na noite. Ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, o espetáculo “Frevo Mulheres” manteve o público em festa do início ao fim.</p>
<p dir="ltr">A presença feminina seguiu comandando o palco com Priscila Senna, que levou ao público sucessos recentes como “Nove da Manhã”, “Três Versões” e “Cheio de Vontade”, além de hits consagrados da carreira, como “Novo Namorado” e “Não Sabe”. A plateia cantou junto em coro, transformando o show em um grande momento de celebração popular.</p>
<div id="attachment_122846" aria-labelledby="figcaption_attachment_122846" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.40.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122846" alt="Homenageada do Carnaval 2026, Nena Queiroga subiu ao palco e emocionou o público com clássicos como “Chuva de Sombrinhas” e grandes sucessos do frevo, entre eles “Me Segura Senão Eu Caio”, “Bom Demais” e “Frevo Mulher”, no espetáculo “Frevo Mulheres”, apresentado ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, mantendo a plateia em festa do início ao fim." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.40-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageada do Carnaval 2026, Nena Queiroga subiu ao palco e emocionou o público com clássicos como “Chuva de Sombrinhas” e grandes sucessos do frevo, entre eles “Me Segura Senão Eu Caio”, “Bom Demais” e “Frevo Mulher”, no espetáculo “Frevo Mulheres”, apresentado ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, mantendo a plateia em festa do início ao fim.</p></div>
<p dir="ltr">Encerrando a noite, Raphaela Santos assumiu o palco com muito brega, embalando o público até a madrugada deste domingo (8) ao som de hits como “Meio Termo”, “Eu Era”, “Você Lembra” e “Fanatismo”.</p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval continua neste domingo (8) com grandes nomes da música nacional, como Alcione, Belo e Gloria Groove, sem deixar de valorizar os artistas da terra. A programação inclui atrações como o Bloco de Samba A Turma do Saberé e o projeto Mulheres no Samba, com a Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops, reforçando a diversidade e a riqueza cultural de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_122847" aria-labelledby="figcaption_attachment_122847" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.48-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122847" alt="Encerrando a noite, Raphaela Santos assumiu o palco com muito brega, embalando o público até a madrugada deste domingo (8) ao som de hits como “Meio Termo”, “Eu Era”, “Você Lembra” e “Fanatismo”. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-08-at-12.20.48-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encerrando a noite, Raphaela Santos assumiu o palco com muito brega, embalando o público até a madrugada deste domingo (8) ao som de hits como “Meio Termo”, “Eu Era”, “Você Lembra” e “Fanatismo”.</p></div>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval acontece nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, no Terminal Marítimo do Recife, reunindo atrações como Mestre Ambrósio, Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, João Gomes, Alcione, Belo, Glória Groove, Nação Zumbi, Priscila Senna, Raphaela Santos, Mundo Livre S/A, e muitos outros nomes que celebram a diversidade musical local e nacional. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento reafirma seu compromisso com a valorização dos artistas da terra e com o acesso democrático à cultura.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival ganhou uma edição Verão que passou por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><em>08/02 (domingo)</em></p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Bloco de Samba A Turma do Saberé</p>
<p dir="ltr">18h30 &#8211; Mulheres no Samba: Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops</p>
<p dir="ltr">20h &#8211; Alcione</p>
<p dir="ltr">22h &#8211; Gloria Groove</p>
<p dir="ltr">0h &#8211; Belo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brega toma conta de Aldeia e encerra em clima de festa o Pernambuco Meu País – Verão, em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 20:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, encerrou a estreia do evento no município com uma celebração à música pernambucana. Neste domingo (07), o palco que, ao longo da semana, recebeu artistas como Luísa Sonza, Duda Beat, Xamã e Tarcísio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121923" alt="foto (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, encerrou a estreia do evento no município com uma celebração à música pernambucana. Neste domingo (07), o palco que, ao longo da semana, recebeu artistas como Luísa Sonza, Duda Beat, Xamã e Tarcísio do Acordeon, foi inteiramente dedicado a artistas locais, com destaque à celebração do brega como uma expressão vibrante e central da identidade cultural pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação que valorizou os ritmos pernambucanos, o festival trouxe apresentações de Getúlio Cavalcanti, do projeto <em>Meu Coração é Brega</em>, reunindo Brunessa França, Amigas do Brega e Banda Sentimentos, além da icônica Banda Kitara, Michele Andrade e o aguardado show da musa Priscila Senna.</p>
<p dir="ltr">Os trabalhos começaram cedo, com a lenda da música pernambucana Getúlio Cavalcanti subindo ao palco às 16h e recebendo um público que já começava a se acomodar no parque. Compositor, saxofonista e multi-instrumentista, Getúlio é um dos grandes compositores do frevo pernambucano e mostrou no palco toda a força do seu repertório rítmico e lírico. Durante a apresentação, o artista celebrou o momento:</p>
<p dir="ltr">“Vocês não imaginam como é importante para um artista ser reconhecido e ser trazido aqui para esse palco, com essa estrutura impecável, e grandes profissionais trabalhando. Estou muito honrado”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o projeto <em>Meu Coração é Brega</em> promoveu o encontro entre Brunessa França, Amigas do Brega e Banda Sentimentos, uma iniciativa que reafirma a vitalidade do brega com repertórios clássicos que fizeram o público cantar e dançar do começo ao fim. Durante quase três horas de show, os artistas, majoritariamente mulheres, se revezaram no palco promovendo o encontro entre diferentes gerações de um dos gêneros mais autenticamente pernambucanos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121919" alt="foto (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;">
<p dir="ltr">“Essa é a nossa segunda vez no Pernambuco Meu País, e aproveitamos para também fazer um audiovisual celebrando os oito anos de trajetória das Amigas do Brega, principalmente estando inseridas nesse festival, que hoje é o maior de Pernambuco”, exaltou Palas Pinho, integrante da Amigas do Brega, após a apresentação.</p>
<p dir="ltr">A banda Kitara, um dos nomes mais emblemáticos do brega romântico, assumiu o palco diante de uma plateia que já ocupava completamente o Parque Aldeia dos Camarás. Com sucessos que misturam brega e arrocha, o grupo entoou ao lado do público hits como <em>Tentativas em Vão, Eu Choro, Primeiro Eu</em> e <em>Dizem que Sou Louca</em>. Um casamento de energias que só acontece quando o público pernambucano se encontra com o seu ritmo mais afetivo e autêntico.</p>
<p dir="ltr">“Subir no palco com uma produção gigantesca e ter uma edição dedicada ao brega é um marco para esse ritmo que é patrimônio imaterial de Pernambuco. Isso me deixa muito feliz porque a gente vem de uma época onde o brega não tinha esse espaço. Então nos sentimos muito respeitados e prestigiados”, celebrou Rodrigo Mell, cantor e compositor que possui uma longa trajetória com o brega.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121921" alt="foto (4)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A cantora Michele Andrade veio logo em seguida e acelerou os BPMs da noite com seu repertório que foi do piseiro, passeou pelo pagode e ainda passou pelo sertanejo. O ballet acompanhou cada coreografia ao lado de Michele e espelhou a energia alta do público que lotava o parque.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a noite em grande estilo, Priscila Senna subiu ao palco para finalizar a estreia do Pernambuco Meu País em Camaragibe. No repertório, a musa do brega pernambucano apresentou clássicos como<em> Amiga, Vício, Por Você Eu Bebo o Mar de C&#8230; (em versão brega)</em> e <em>Cada Volta é Um Recomeço</em>, além de faixas recentes como <em>Universo, Agora</em> e <em>Pior Parte</em> — um panorama de sua trajetória de alcance nacional. Foi um encerramento apoteótico, arrastando uma multidão para o parque e celebrando a música feita, vivida e reinventada em Pernambuco, síntese perfeita da proposta do festival.</p>
<p dir="ltr">“Muito animada porque estar em Camaragibe é estar em casa. E Pernambuco é meu país, então estou muito feliz de estar aqui representando o nosso brega”, comemorou a artista antes da apresentação.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121924" alt="foto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, o Pernambuco Meu País – Edição Verão aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de dezembro no Parque Aldeia dos Camarás.</p>
<p dir="ltr">Na próxima semana, nos dias 13, 14 e 15, o festival segue para o Recife, no Terminal Marítimo de Passageiros, com shows de Calcinha Preta, Dilsinho, Cláudia Leitte e Bell Marques, Cordel do Fogo Encantado e Capital Inicial. A programação continua ainda durante o Réveillon em Jaboatão dos Guararapes e, em janeiro, nas cidades de Itamaracá e São José da Coroa Grande.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o festival como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social em Pernambuco, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de renda e emprego.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Espetáculo CicloFrevo É Brega celebra a dança nas ciclofaixas e mercados públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 18:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana, conclui a temporada do espetáculo CicloFrevo É Brega, neste sábado (8) com apresentações autorais de dança e música brega, nos mercados públicos de Casa Amarela e da Boa Vista, ambos no Recife. Esta vivência de arte, cotidiano, cultura e lazer sempre começa pelo desfile de bicicletas nas ciclofaixas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116118" aria-labelledby="figcaption_attachment_116118" class="wp-caption img-width-528 alignnone" style="width: 528px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Wanderley Aires/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Wanderley-Aires-foto-crédito-A-apresentação-que-é-itinerante-inicia-se-num-desfile-bicicletivo.-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-116118" alt="Foto: Wanderley Aires/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Wanderley-Aires-foto-crédito-A-apresentação-que-é-itinerante-inicia-se-num-desfile-bicicletivo.-1-528x486.jpg" width="528" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação, que é itinerante, inicia-se num desfile bicicletivo</p></div>
<p>A Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana, conclui a temporada do espetáculo <em>CicloFrevo É Brega</em>, neste sábado (8) com apresentações autorais de dança e música brega, nos mercados públicos de Casa Amarela e da Boa Vista, ambos no Recife. Esta vivência de arte, cotidiano, cultura e lazer sempre começa pelo desfile de bicicletas nas ciclofaixas e ruas da cidade, destacando as vertentes do brega funk e romântico, a sua resistência e a inovação das periferias.</p>
<p>A programação é gratuita, e acontece às 10h50 e às 12h30, com classificação livre e intérpretes de libras para comunidade surda. O CicloFrevo acontece em parceria com a Conviva Mercados e Feiras &#8211; Autarquia Municipal, além de ter o incentivo público do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco e a direção geral do produtor cultural pernambucano Jose Valdomiro, mais conhecido por Minininho. O circuito também tem o apoio da Associação Defensora da Ilha de Joaneiro (Recife) e da Escola de Frevo do Recife.<br />
<b><br />
</b>“A apresentação, que é itinerante, inicia-se num desfile bicicletivo. Ao som de uma diversidade de bregas, executado por uma bicicleta sonora, oito intérpretes representando ícones da dança e música do respectivo gênero desfilam pelas ruas da cidade do Recife, realizando paradas nos mercados públicos dançando, contando e cantando histórias do povo recifense”, explica Minininho, também responsável pelo roteiro e concepção do espetáculo.</p>
<p>O espetáculo tem sido realizado com duas apresentações por data: 31/1 (Mercado de Água Fria, às 10h50; Mercado da Boa Vista, às 12h30); 01/02 (Mercado da Encruzilhada, às 10h50; Boa Vista, às 12h30); 2/2 (Boa Vista, às 10h30 e 12h30); 8/02 (Mercado de Casa Amarela, às 10h50; Boa Vista, às 12h30).</p>
<p>A celebração da vida e o motivo do sorriso, da descontração, da leveza e da brincadeira, a partir da dança e da música brega, são momentos proporcionados pelo <em>CicloFrevo É Brega</em>. Suas inspirações estão nas performances do gênero, nas referências das próprias comunidades e nos modos das relações com a periferia. O espetáculo dialoga diretamente com temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa.</p>
<p>“Danças, poesias, gírias, sonoridades, vestuário e redes sociais são formas onde o brega expressa a maneira de vida da maioria da população das comunidades do Recife, que dança, canta e conta suas dores, superações, desilusões e amores numa diversidade de expressões, entre elas força, resistência, ostentação, felicidade e tudo mais que envolve o movimento brega. Essas menções aparecem no <em>CicloFrevo É Brega</em> e são representadas por figurinos, maquiagens, cenários, coreografias e muita música durante as ações do circuito”, declara.</p>
<p>O <em>CicloFrevo É Brega</em> é feito por muitas mãos pernambucanas, com a seguinte equipe técnica: Minininho (concepção, roteiro, direção geral, assistência de coreografia e produção geral); Quiercles Santana (direção artística); Inaê Silva (assistência de direção); Wanderley Aires (coreografias); TomBC (direção musical); Salatiel Bernardo (bicicleta sonora); Djalma Rabêlo (figurino); Altino Francisco (cenografia); Bruna Renata (assistência de produção); Elaine Alves, Mônica Moraes e Victória Moraes (apoio); Wanderley Aires (imagens e vídeos); Paulo Ranulfo (caminhão); Daniel Lima (assessoria de imprensa); Adriano Alves (mídias sociais); Marcela Rabelo (identidade visual); Paulo Maciel (administração e contabilidade); Adrielly Carla, Deyvson Vicente, Maria Lucrécia, mais conhecida como Fia Cachinhos, Moisés Jeferson, Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando e Tadashy Miguel (intérpretes-criadores); Eliseu Nascimento (intérprete convidado); Léo Ramos (intérprete de libras).</p>
<p>A companhia existe desde 2008, com o objetivo de contribuir, por meio das expressões da cultura popular, especialmente das danças, para o fortalecimento, divulgação e  preservação dos patrimônios culturais e imateriais da humanidade, tais como o Frevo e agora o Brega. Com o “CicloFrevo”, que começou a circular via Lei Aldir Blanc 2020, a Lúden tem conquistado espaço de atuação no cenário cultural pernambucano. Este projeto consiste em apresentações itinerantes de passistas-ciclistas em vias cicláveis. De 2022 até agora, realizou apresentações com diversas temáticas: <em>Onde Está o Boi do CicloFrevo</em>, encenado no período de natal; <em>Junino no São João da Capital</em>, apresentado no ciclo junino do Recife e de Caruaru.</p>
<p><b>PREMIAÇÕES - </b>Entre as produções gerais da Lúden, desde seu surgimento, estão: coreografia <em>Compasso Biomecânico</em>; espetáculo <em>Efervescência</em>; videoarte <em>(in)VISIBILIDADE</em>; <em>Lúden: a MuDança para a Juventude da Periferia</em> e <em>Lúden Cia. de Dança</em>, essas duas últimas premiadas pelo Agente Jovem de Cultura (2012) e pela Culturas Populares Leandro Gomes de Barros (2017), ambos os prêmios vinculados ao Ministério da Cultura. “As circulações realizadas junto aos ciclos culturais carnavalesco, junino e natalino, por meio das convocatórias de chamamento público lançadas anualmente pelo governo, para diferentes linguagens artísticas, são os instrumentos que garantem a manutenção da companhia, com criações autorais”, pontua.</p>
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		<title>Estreia da noite do brega lotou a Esplanada Mestre Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 17:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[29º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<category><![CDATA[Banda Kitara]]></category>
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		<description><![CDATA[O brega pernambucano mostrou sua força mobilizando um público expressivo para prestigiar o Palco Dominguinhos. Mesmo numa segunda-feira chuvosa, mais de 30 mil pessoas assistiram aos shows da Banda Kitara, Amigas do Brega e a grande &#8220;musa da sofrência&#8221;, Priscila Senna. Foi uma noite de grandes clássicos, que emocionou a plateia e deu a dimensão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70130" aria-labelledby="figcaption_attachment_70130" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/amigas-do-brega-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70130" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/amigas-do-brega-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As Amigas do Brega comandaram um show cheio de sucessos no Palco Dominguinhos</p></div>
<p>O brega pernambucano mostrou sua força mobilizando um público expressivo para prestigiar o Palco Dominguinhos. Mesmo numa segunda-feira chuvosa, mais de 30 mil pessoas assistiram aos shows da Banda Kitara, Amigas do Brega e a grande &#8220;musa da sofrência&#8221;, Priscila Senna. Foi uma noite de grandes clássicos, que emocionou a plateia e deu a dimensão da popularidade de artistas que saíram de comunidades periféricas e que têm conquistado cada vez mais reconhecimento e espaço. O show marcou a estreia do ritmo num dos maiores festivais de cultura do país. de Garanhuns, Cafuringa e Banda abriu a programação da noite. Confira <a href="https://drive.google.com/file/d/1a20aESqOzky9aMvUj8n3yrUGd6AQizac/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa do 29º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>No Teatro Luís Souto Dourado, o espetáculo &#8220;Processo de Conscerto do Desejo&#8221;, com Matheus Nachtergaele, teve duas sessões lotadas também, mostrando o potencial de público para teatro que há em Garanhuns. Em cena, o ator contou que foi com muita satisfação que pode trazer para o FIG seu monólogo em homenagem a sua mãe. <em>“É uma alegria vir apresentar a peça aqui, porque eu tenho uma vivência muito intensa em Pernambuco, como artista e como pessoa. Como trabalhei muito aqui, fiz muitos amigos. Além de trabalhar, venho passar férias também em Pernambuco. Eu fui jogado pra dentro do coração de Pernambuco e Pernambuco foi jogado para dentro do meu coração, primeiro pela chamada de Guel Arraes para ser João Grilo de Ariano Suassuna, depois pela intensa parceria com Claudio Assis. E o FIG é um festival que a gente ama”</em>, declarou Nachtergaele.</p>
<p>No Som na Rural, entre Arrete e Matalanamão houve Laranjão Em Ritmo e Poesia e a DJ Claudia Summer nos intervalos. E na Catedral de Santo Antônio, Sheyla Costa fechou a noite com Na Pele de Elis, acompanhada da Orquestra Matéria-Prima.</p>
<p><strong>MAPA CULTURAL</strong><br />
Na Praça da Palavra, Valentine Herold, coordenadora do Mapa de Cultura de Pernambuco apresentou ao público a plataforma digital colaborativa que reúne informações sobre agentes, espaços, eventos e projetos culturais e está disponível para contribuição de agentes culturais públicos e da iniciativa privada desde outubro de 2017. A iniciativa também é alvo de ação itinerante de divulgação nos polos do FIG.</p>
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		<title>Outros Críticos lança publicação sobre a música brega em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 12:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brega]]></category>

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		<description><![CDATA[A música que emerge das periferias recifenses e ganha cada vez mais espaço nas rádios e festas pelo estado mereceu uma publicação incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O livro &#8220;Ninguém e Perfeito e a Vida é Assim: a música brega em Pernambuco&#8221; será lançado nesta quarta-feira, 23 de agosto, no Recife. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A música que emerge das periferias recifenses e ganha cada vez mais espaço nas rádios e festas pelo estado mereceu uma publicação incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O livro &#8220;Ninguém e Perfeito e a Vida é Assim: a música brega em Pernambuco&#8221; será lançado nesta quarta-feira, 23 de agosto, no Recife.</p>
<div id="attachment_52660" aria-labelledby="figcaption_attachment_52660" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/brega_chico.jpg"><img class="size-medium wp-image-52660" alt="Chico Ludermir " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/brega_chico-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação traz ainda um ensaio fotográfico sobre as festas do gênero no Recife</p></div>
<p>Autor da publicação, o jornalista, professor e crítico cultural Thiago Soares defende que “é preciso fazer movimentos cada vez mais contínuos de narrar histórias das bordas, das margens, com ética e preceitos científicos”.  “Tento o tempo todo questionar o olhar moralista sobre o brega, que o enxerga apenas como ‘música sexualizada’ e não como sintoma da vida periférica, cheia de contradições (sexualização infantil, criminalidade, mas também alegria e diversão)”, explica Thiago.</p>
<p>Editado por <strong><a href="http://outroscriticos.com/" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>, o livro conta ainda com imagens do fotógrafo Chico Ludermir, que registrou bregas da Zona Sul à Norte do Recife. Com prefácio do Prof. Dr. Micael Herschmann, autor do estudo <em>Abalando os anos 90: funk e hip-hop, globalização, violência e estilo cultural</em>, o novo livro de Thiago Soares concilia textos jornalísticos e acadêmicos, escritos entre os anos de 1990 e a atualidade. Compreende, inclusive, os diversos atravessamentos e novos entendimentos que o autor descortinou com o passar dos anos e audição da música brega, comum a Thiago desde a sua infância classe média na Região Metropolitana do Recife, em Jaboatão dos Guararapes.</p>
<div id="attachment_52661" aria-labelledby="figcaption_attachment_52661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Fotógrafo-Chico-Ludermir-e-professor-Thiago-Soares-Foto-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-52661" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Fotógrafo-Chico-Ludermir-e-professor-Thiago-Soares-Foto-Eric-Gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chico Ludermir e Thiago Soares</p></div>
<p>“Enxergo este livro como um movimento político dentro da Academia, que sempre foi elitista, segregacionista, branca e marcadamente masculina e heterossexual”, pontua Thiago. De acordo com o autor, o livro aborda ainda os diversos prismas do gênero: a estética musical (com heranças da música cafona/romântica dos anos 1970, passando pelos ritmos caribenhos do tecnobrega paraense e também pelo forró das bandas <em>mainstream</em>), a noção de cidadania cultural que a música traz para sujeitos subalternos, e até mesmo os embates de gênero<br />
(masculinidades e feminilidades em atrito nas canções e performances).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Livro Ninguém é Perfeito e a Vida é Assim: a música Brega em Pernambuco</strong><br />
(190 p., R$ 15), de Thiago Soares.<br />
Mais:<br />
Exposição fotográfica de Chico Ludermir;<br />
Exibição do curta &#8220;Estás vendo coisas&#8221;, de Bárbara Wagner e Benjamim de Burca;<br />
Debate com Jeder Janotti Jr., Fernando Fontanella, Chico Ludermir e Thiago Soares.<br />
23 de agosto, quarta-feira, às 19h, no Sexto Andar (Edifício Pernambuco &#8211; Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antônio).<br />
Acesso gratuito.</p>
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