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	<title>Portal Cultura PE &#187; bregetu</title>
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		<title>Último final de semana do espetáculo &#8220;Breguetu&#8221; no Espaço Experimental</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 11:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24825" aria-labelledby="figcaption_attachment_24825" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Alves/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10968445_1537915099814740_1436424560217095317_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-24825" alt="Rogério Alves/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10968445_1537915099814740_1436424560217095317_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo promove reflexão sobre o universo do brega</p></div>
<p>&#8220;Brega! Ritmo, dança, estilo de se vestir”. Essa palavra e seu conteúdo carregam significados, história, classe social e rótulos distintivos. Brega, geralmente, se diz de tudo aquilo que se rejeita ou que se acha feio, no caso das roupas. E na música e dança há certa aproximação, já que muitos intitulam o que não gostam de brega, cafona. Independente do que se pense e de onde parta este pensamento, brega é brega e se sustenta como tal. Partindo desse mote, o Grupo Experimental encena neste fim de semana as últimas apresentações do espetáculo <em>Breguetu</em>, que esteve em cartaz desde abril, na sede da companhia, localizada na Rua Tomazina (Recife Antigo). A montagem, dirigida pela bailarina e coreógrafa Mônica Lira, traz uma reflexão sobre o movimento brega não apenas nos aspectos musical, da moda e da dança, mas, sobretudo, leva o público a um pensamento crítico a partir do envolvimento social promovido pelo gênero.</p>
<p>&#8220;(Não gostar de brega) é um discurso abstrato nas milhares de bocas que o tem como chiclete mastigado, que joga no chão e gruda novamente. Porque até quem odeia brega, escuta, dança ou veste algo brega. Alguns recusam-se a receber este título sem ao menos levar em conta que todos somos bregas em alguma coisa na vida, porque brega, no final das contas, é aquilo que faz sorrir, seja lá de qual forma for. O brega tem o poder de mudar humor, cheiro de cozinha e expressões populares. O brega é meu, seu, de quem quiser. Brega sou eu, breguetu. Brega é brega!&#8221;, diz Lira sobre a temática de <em>Breguetu</em>.</p>
<p>Além da encenação da montagem, o Experimental vai apresentar, no sábado (16), o resultado da pesquisa <em>A dança no corpo desse lugar</em>, que deu origem à obra, através de um material audiovisual. &#8220;O nosso espetáculo nasceu a partir desta pesquisa, que nos permitiu a integração às diversas e distintas manifestações culturais da cidade. Estudamos as formas, maneiras de se portar e andar, transformações no tempo, como dança o corpo desse lugar e quais referências diferenciam a dança que se faz aqui, propondo o estudo nesse/desse corpo experimental que constrói suas obras reconhecendo a si mesmo numa aproximação com seus pares&#8221;, contou Mônica. A pesquisa contou com incentivo do Funcultura.</p>
<p>A produção ganhou o prêmio Apacepe de melhor espetáculo de dança no Janeiro de Grandes Espetáculos deste ano, e poderá ser conferida nesta sexta-feira (15) e sábado (16), às 20h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia), e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, a partir das 16h.</p>
<p>Confira um <em>teaser</em> de <em>Breguetu</em>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AZyiP9cgtH8" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Últimas apresentações de <em>Breguetu</em><br />
Dias: sexta-feira (15) e sábado (16), às 20h<br />
Local: Espaço Experimental – Rua Tomazina, 199, 1º andar, Recife Antigo.<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) /R$ 10 (meia)</p>
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