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	<title>Portal Cultura PE &#187; Brejo da Madre de Deus</title>
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		<title>Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus divulga resultado da análise documental da terceira edição do ‘Isso Foi um Estrondo?’</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 17:45:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultural de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, divulgou, nesta quarta-feira (4), o resultado da análise documental da terceira edição do edital de ocupação de pautas da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115309" aria-labelledby="figcaption_attachment_115309" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54199821627_7138da3c45_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115309" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54199821627_7138da3c45_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isso Foi um Estrondo?</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultural de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, divulgou, nesta quarta-feira (4), o resultado da análise documental da terceira edição do edital de ocupação de pautas da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, “Isso Foi Um Estrondo?”.  Os inscritos podem conferir a lista de aprovados na aba de oportunidades do Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2603/#info">Confira aqui</a></p>
<p>O edital de ocupação de pautas é um instrumento importante para a dinamização da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus e corrobora com o fortalecimento das políticas públicas culturais no Estado. “A convocatória tem como propósito descentralizar e criar uma atmosfera de efervescência cultural nas doze (12) regiões de desenvolvimento por meio de múltiplas ações culturais com magnitude suficiente para abalar os diferentes conceitos de cultura”, destaca Mônica Mendonça, da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus.</p>
<p>“Trata-se, ainda, de uma experiência literalmente transformadora, pois a partir dessa exposição, observa-se uma mudança significativa no olhar das pessoas que passam a enxergar as dimensões da cultura e suas múltiplas possibilidades,  transcendendo e ressignificando a arte de forma digna e respeitosa”, analisa.</p>
<p>A terceira edição do  “Isso foi um Estrondo?”  selecionará oito projetos individuais cuja linguagem contemple os diversos segmentos das artes visuais, como fotografia, pintura, desenho, performance e videoinstalação. Cada um dos oito projetos artísticos aprovados na convocatória receberá o prêmio de R$ 10.000,00 (dez mil reais).</p>
<p>Os proponentes com pendências têm até o dia 6 de junho para encaminhar os recursos, por meio do Mapa Cultural de Pernambuco. O resultado final será divulgado no dia 2 de julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>18º Curta Taquary divulga programação com filmes de todas as regiões do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116241" aria-labelledby="figcaption_attachment_116241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarciso Augusto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116241" alt="Tarciso Augusto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz Do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus e Toritama. Este ano o festival recebeu 947 inscrições e selecionou 82 curtas-metragens, de 16 Estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Como aconteceu nas últimas edições cada um dos filmes que foi submetido será revertido em uma muda que será plantada na região com foco no reflorestamento e na preservação do Rio Capibaribe. Também acontecem atividades de educação, conscientização ambiental e artes integradas.</p>
<p>Para o Curta Taquary, o cinema é uma ferramenta de transformação, tanto pelo deslumbramento quanto por seu caráter educativo. Há 18 edições festival vem fomentando o audiovisual brasileiro e inserindo o Agreste de Pernambuco no circuito nacional, com a promoção de diálogos entre realizadores e público, educadores e artistas de várias linguagens, como o teatro, a música e o audiovisual. Como propósito, o Curta Taquary sempre foi além da exibição de filmes: formar plateias e entender as possibilidades de diálogos da arte com a sociedade e suas várias questões estão no DNA do projeto. Por isso encontros educativos e ações ambientais acontecem durante o festival com a presença de 28 instituições de ensino, como o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), escolas públicas e privadas, faculdades, prefeituras e entidades e associações ambientais da região.</p>
<p>Mais uma vez a realização se dá em datas simbólicas: de 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) a 22 de março (Dia Mundial da Água). O empenho no cuidado com a natureza é uma constante do Curta Taquary. Para cada um dos 947 filmes inscritos será plantada uma muda de árvores nativas do Agreste contribuindo com o reflorestamento da região. Além do plantio das mudas nos afluentes e nas matas ciliares do Rio Capibaribe, a caravana Curta Taquary leva exibições dos curtas, oficina de formação audiovisual, apresentações culturais, entre outras atividades.</p>
<p>Em 2025 foram selecionados 82 curtas-metragens contemplando as cinco regiões brasileiras. São trabalhos que contemplam a diversidade da produção contemporânea com experimentações estéticas e temáticas as mais variadas possíveis. Foram escolhidos filmes de 16 Estados &#8211; e 49% deles foram dirigidos por mulheres.</p>
<p>Os filmes presentes no Curta Taquary são agrupados nas seguintes mostras competitivas: Mostra Brasil e Mostra Internacional; Mostra Pernambucana; Mostra Agreste; Mostra Por um Mundo Melhor (produções com foco na educação ambiental); Mostra Primeiros Passos (para diretores/as em seu primeiro trabalho); Mostra Dália da Serra (voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas); Mostra Diversidade (obras que abordem questões de sexualidade e de gênero, em suas mais diferentes formas e perspectivas); Mostra Curtas Fantásticos (filmes de horror, ficção científica e fantasia); Mostra Universitária (direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação); Mostra Criancine (curtas voltados para o público infanto-juvenil). Há ainda uma sessão especial com filmes fora de competição.</p>
<p>O Curta Taquary é uma realização da Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.; e com apoio cultural de Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Mistika, Prefeitura de Taquaritinga do Norte, Prefeitura de Toritama, Prefeitura de Poção, Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, Prefeitura de Jataúba e Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>18º Curta Taquary -</strong> <em>de 16 a 22 de março, nos municípios de Taquaritinga do Norte, Poção, Jataúba, Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Acesso gratuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Filmes selecionados</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA BRASIL</strong></p>
<p>A CHUVA DO CAJU | Alan Schvarsberg | Doc | 21’ | DF<br />
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS | Matheus Moura | Fic | 17’ | MG<br />
ENVELHECER COM AS ÁRVORES | Loic Ronsse e Bárbara Lissa |Doc | 16’ | MG<br />
FENDA | Lis Paim | Fic | 23’ | CE<br />
GUIA | Tarcísio Ferreira | Doc | 14’ | AL<br />
HÉLIO MELO | Leticia Rheingantz | Doc | 25’ | RJ<br />
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ | Diego Lacerda | Ani | 8’ | PE<br />
MAR DE DENTRO | Lia Letícia | Doc | 8’ | PE<br />
SAMUEL FOI TRABALHAR | Lucas Litrento e Janderson Felipe | Fic | 17’ | AL</p>
<p><strong>MOSTRA UNIVERSITÁRIA</strong></p>
<p>A CACHOEIRA DOS PÁSSAROS | Thiago Pombo | Ani | 8’47’’ | PE<br />
BAIÃO DE DOIS: MESTRE NALDINHO E MESTRA TINA NA UFPB | Renatha Aragão | Doc | 15&#8217;39’’ | PB<br />
COMO CHORAR SEM DERRETER | Giulia Butler | Fic | 15’ |RJ<br />
CONEXÃO | Julie Ketlem | Exp | 15’ | PE<br />
RAÍZES DA ILHA | Emilly Alves &amp; Nahiara Baddini | Doc | 16’44’’ | SE<br />
YARA | Gabi Tores e Ana Beatriz Benevides | Ani | 03’ | RJ</p>
<p><strong>MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS</strong></p>
<p>DIVAGAR | Lupa Silva | Ani | 5’ | RN<br />
GABIRU | Durval Cristóvão | Fic | 22’ | PE<br />
JAVYJU: BOM DIA |Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães | Fic | 25’ | SP<br />
JUPITER | Carlos Segundo | Fic | 15’ | MG<br />
RECICLOS | Diego Guerra | Ani | 15’48’’ | RJ<br />
RHEUM | Rayana França | Ani | 03’ | BA<br />
VISAGENS E VISÕES | Rod Rodrigues | Ani | 19’ | PA</p>
<p><strong>MOSTRA DÁLIA DA SERRA</strong></p>
<p>LAR, DOCE LAR | Francielli Noya e Wolmyr Alcantara | Ani | 1’30’’ | ES<br />
NIHY M´ATÔÔ FULNI-Ô | Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indigena Funi-ô | Exp | 13’ | PE<br />
OPARÁ: IMAGINÁRIOS DO SÃO FRANCISCO | Erna Barros e Ewertton Nunes | Doc | 20’ | SE<br />
QUEIMATÓRIO | Chia Beloto, Marila Cantuária, Paulo Leonardo e Alison Santos | Ani | 4’55’’ | PE<br />
YADEDWA SEETÔ | Marcos Carvalho | Fic | 12’18’’ | PE<br />
YBY KATU | Kaylany Cordeiro, Jessé Carlos, Ladivan Soares, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena | Fic | 18’ | RN<br />
MOSTRA CRIANCINE BURACO DE MINHOCA | Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques | Fic | 14’ | BA<br />
EU E O BOI, O BOI E EU | Jane Carmen Oliveira | Ani | 5’ | MG<br />
LAGRIMAR | Paula Vanina | Ani | 14’ | RN<br />
MUNDINHO | Gui Oller, Ricky Godoy e Pipo Brandão | Ani | 09’ | SP<br />
O BARCO | Rodolpho Pinotti | Ani | 17’ | SP<br />
RECEITA DE VÓ | Carlon Hardt | Ani | 3’10’’ | PR</p>
<p><strong>MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR</strong></p>
<p>AMAZÔNIA CHAMA | Zefel Coff | Doc | 06’ | DF<br />
AMEAÇAS CLIMÁTICAS NO RECIFE: DESAFIO PARA AS ÁREAS CENTRAIS E PERIFÉRICAS DA CAPITAL PERNAMBUCANA | Íris Samandhi | Doc| 13&#8217;57&#8221; | PE<br />
CAMINHANDO COM ONÇAS | Larissa Corino, Letícia Benavalli e Rodrigo Rangel |Doc | 25’ | GO<br />
CHEIA | Wayner Tristão | Ani | 05’ | BA<br />
MEMÓRIAS CULINÁRIAS DO QUILOMBO AUSENTE FELIZ | Lucas Assunção | Doc | 15’ | MG<br />
NOSSO PANFLETO SERIA ASSIM | Leandro Olímpio | Doc | 25’ | SP</p>
<p><strong>MOSTRA PRIMEIROS PASSOS</strong></p>
<p>INFLAMÁVEL | Rafael Ribeiro Gontijo | Fic | 19’ | DF<br />
LIVRE PARA MENSTRUAR| Ana Pands | Doc | 24’ | SP<br />
MIRA | Sóllon Rodrigues | Fic | 17’ | PB<br />
QUATRO PONTES | Tábata Clarissa de Morais | Fic | 18’ | PE<br />
TRAVESSIA | Karol Felicio | Doc | 14’ | ES<br />
VEREDAS | Igor Rossato | Fic | 18’ |SP</p>
<p><strong>MOSTRA DIVERSIDADE</strong></p>
<p>A PISADA É DELAS: MULHERES DO CORAÇÃO NAZARENO | Patricia Yara Rocha | Doc | 15’ | PE<br />
A VOLTA | Anny Stone | Fic | 16’30’’ | PE<br />
BABILÔNIA | Duda Gambogi | Fic | 22’ | MG<br />
CARPINA, 11 DE SETEMBRO| Mery Lemos | Exp | 4&#8217;40&#8243; | PE<br />
GALEGA | Anna Lu Machado | Fic | 23’ | PE<br />
NUA | Fabi Melo | Fic | 15’ PB</p>
<p><strong>MOSTRA PERNAMBUCANA</strong></p>
<p>AGUDA | Mayara Millane | Exp | 13’ | PE<br />
CAROL | Bruna Tavares| Fic | 13’ | PE<br />
CAVALO MARINHO | Leo Tabosa | Fic | 22’ | PE<br />
CHÃO | Philippe Wollney | Exp | 14’ | PE<br />
EMOCIONADO | Pedro Melo | Fic | 15’ | PE<br />
FESTA INFINITA | Ander Beça | Fic | 25’ | PE<br />
MERGULHÃO | Rogi Silva e Juliana Soares | Ani | 14’ | PE<br />
NOÉ DA CIRANDA | João Marcelo | Doc | 12’ | PE<br />
QUEIMANDO POR DENTRO | Enock Carvalho e Matheus Farias| 16’ | Fic | PE<br />
SUSTENTA A PISADA! | Jéssika Betânia | Exp | 07’ | PE<br />
MOSTRA AGRESTE A HISTÓRIA E O BRILHO DAS BANDAS MARCIAIS DE TORITAMA | Brendo Hoshington | Doc | 20’ | PE<br />
COSTUREIRAS NO ONLINE | Mayara Bezerra | Doc | 13’33’’ | PE<br />
CRENÇA E CURA | Lavínia Bezerra | Doc | 20’23’’ | PE<br />
EU QUERIA QUE TODO DIA FOSSE CARNAVAL | Ívison Renato | Doc | 08’ | PE<br />
FACÇÃO | Henrique Corrêa | Fic | 16’ | PE<br />
O CARNAVAL É DE PELÉ | Daniele Leite e Lucas Santos | Doc | 20’ | PE<br />
OUTRO LADO DA GENTE | Vinícius Tavares | Doc | 12’21’’ | PE<br />
RETRATO DE UM FORRÓ | Gabriella Ambrósio | Doc | 18’14’’ | PE<br />
TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PARA MIM | Pedro Fillipe | Fic | 18’ | PE<br />
UMBILINA E SUA GRANDE RIVAL | Marlom Meirelles | Fic | 20’ | PE<br />
WADJA | Narriman Kauane | Doc | 29’ | PE</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong></p>
<p>EU SOU, NÓS SOMOS | Direção Coletiva | Doc | 7’15’’ | PE<br />
LADEIRA ABAIXO| Ismael Moura | Fic | 17’ | PB<br />
MEMÓRIAS: HISTÓRIAS DO CINE TEATRO MUNICIPAL DE SUMÉ | Ana Célia Gomes | Doc | 20’ | PB<br />
MOAGEM | Odília Nunes | Doc | 16’| PE<br />
MOÇAMBIQUE, À FRANCIS BEBEY | Cecília Távora | Fic | 4’02’’ | PE<br />
MULHERES QUE VOAM | Robinson Santos | Doc | 22’28’’ | PE<br />
NO ALTO DA SERRA | Cariolando Souza | Fic | 04’17’’ | PE<br />
ODETE: A RENDEIRA | Adson Alves e Rosângela Araújo | Doc | 6&#8217;45&#8243; | PE<br />
PÁTRIA AMADA, BANDEIRA | João Lucas (Joe Ferreira) | Fic | 04’ | PE</p>
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		<title>Isso Foi um Estrondo? volta a ocupar a Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 20:32:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. A nova mostra <em>Isso Foi um Estrondo?</em> é resultado do Edital de Concurso nº 003/2024 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a 204 km da capital. O programa, com quatro exposições de artes visuais, entra em cartaz nesta quinta-feira (12). A visitação para o público acontece, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e sábado e domingo mediante agendamento.</p>
<p>O concurso é uma promoção do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Nesta segunda edição há quatro propostas contempladas representando diversas cidades do Estado. Videoinstalação, vídeo, instalação, fotografia, performance, bordado, tecelagem e mural coletivo são expressões que retomam a pluralidade de produções artísticas emergentes e a consequente reflexão crítica que as acompanha em busca do fortalecimento da linguagem e do fomento da produção artística. O projeto também visa à ampliação do acesso ao espaço cultural.</p>
<p>“A primeira edição da mostra <em>Isso Foi um Estrondo?</em>, que ocorreu de junho a agosto deste ano, fez mais do que jus ao nome resultando em um grande sucesso”, lembra a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. “Correspondeu além de nossas expectativas, principalmente nos objetivos de ampliação de recursos para fomento e incentivo das diversas linguagens culturais e na democratização da cultura”, afirma.</p>
<p>“Apesar do perfil emergente, artistas e obras não cansam de nos surpreender com a qualidade de trabalhos que refletem a maturidade de suas autoras e seu autor, além de uma complexidade na elaboração, ao mesmo tempo em que conseguem estabelecer um fácil diálogo com o público”, analisa a presidente da Fundarpe, Renata Borba. “<em>Isso Foi um Estrondo?</em> fecha o ano como um dos cases de sucesso das artes visuais e da cultura pernambucana”, comemora.</p>
<p><strong>O EQUIPAMENTO –</strong> A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus foi construída em 1847, possivelmente com projeto do engenheiro francês Louis Vauthier, o mesmo responsável pelo projeto do Teatro de Santa Isabel, no Recife. A edificação segue a arquitetura neoclássica da época e o programa de prédios dessa natureza.</p>
<p>Atualmente ainda consegue compreender nos pavimentos as funções de Câmara (1º pavimento) e Cadeia (térreo), inclusive encontrando as camas dos detentos que cumpriam pena no edifício até a década de 1990.</p>
<p>O atual centro cultural dispõe de 18 ambientes que juntos somam 660 m² disponíveis para diversos tipos de atividades culturais. A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus é um monumento tombado pela Fundarpe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Exposição de artes visuais Isso Foi um Estrondo? –</strong> <em>Edital de Ocupação de Salas da Casa de Câmara e Cadeia do Brejo da Madre de Deus (Rua Maestro Tomás de Aquino, nº 60, bairro Nossa Senhora do Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus-PE). Visitação: aberta ao público de 12 de dezembro de 2024 a 21 de março de 2025, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h; e sábado e domingo mediante agendamento. Entrada gratuita</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MOSTRAS</strong></span></p>
<div id="attachment_115039" aria-labelledby="figcaption_attachment_115039" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Abre-Caminho-de-Irma-Brown.png"><img class="size-medium wp-image-115039" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Abre-Caminho-de-Irma-Brown-607x340.png" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Abre Caminho, de Irma Brown</p></div>
<p><strong>Abre Caminho, de Irma Brown.</strong> Nessa videoinstalação, a artista rompe barreiras sugerindo novos caminhos e conceitos existenciais. A partir do gesto literal e simbólico de cortar o ar com uma saia feita de facas, Irma Brown se move pelo espaço-tempo em diversas paisagens que vão da praia à floresta defendendo as lutas das mulheres por igualdade e justiça em meio à opressão patriarcal. Inspirada nas simbologias da planta Justicia gendarussa Burm, também conhecida como quebra-demanda, a obra se conecta tanto ao poder espiritual quanto às propriedades medicinais da planta, usada na medicina popular como anticoncepcional masculino, e com propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. Além do vídeo, a exposição conta com a saia de facas, objeto central da obra.</p>
<div id="attachment_115040" aria-labelledby="figcaption_attachment_115040" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Coruja-Espreita-e-Ataque-de-Milena-Travassos.jpg"><img class="size-medium wp-image-115040" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Coruja-Espreita-e-Ataque-de-Milena-Travassos-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Coruja: Espreita e Ataque, de Milena Travassos</p></div>
<p><strong>Coruja: Espreita e Ataque, de Milena Travassos.</strong> Os trabalhos de fotografias e vídeos desta exposição provocam os visitantes com uma experiência inventiva corpórea. O corpo da artista estabelece relações de afinidade com um lugar e um animal, no caso, uma casa abandonada e uma coruja, indagando sobre as possibilidades que a arte nos oferece de criar outros corpos. Neste caso, um corpo impregnado por uma casa em ruína e por uma pulsão animal. Essa mulher-coruja funciona como uma espécie de imagem enigmática, guarda um tempo-espaço anacrônico. Tais imagens alongam uma narrativa, pois não se expõem de todo, guardam segredos. Nelas, o corpo em sua capacidade fabuladora, é uma central de metamorfoses que se transmuta a partir de experiências, memórias, afetos, lugares e animais.</p>
<div id="attachment_115041" aria-labelledby="figcaption_attachment_115041" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Desejo-na-Ponta-da-Língua-de-Luam-Lim.jpg"><img class="size-medium wp-image-115041" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Desejo-na-Ponta-da-Língua-de-Luam-Lim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Desejo na Ponta da Língua, de Luam Lim</p></div>
<p><strong>Desejo na Ponta da Língua, de Luam Lim.</strong> Oito obras compõem essa mostra que pulsa desejo, sexualidade e desmistificações a partir de bordados e tecelagens. A experiência visual e sensorial é guiada por uma linha de crochê vermelha que se inicia na porta de entrada. Essa mesma linha segue no chão guiando e costurando o começo, meio e fim de toda a exposição. As obras de Luam Lim são feitas a partir da releitura de objetos do cotidiano e que muitas vezes passam despercebidos, interligando a sexualidade e trazendo reflexões, nos quais os sujeitos se reconhecem a si mesmos e transformam-se. Os visitantes são convidados a participar diretamente por meio de um mural coletivo ao longo de todo o período da exposição.</p>
<div id="attachment_115042" aria-labelledby="figcaption_attachment_115042" class="wp-caption img-width-429 alignnone" style="width: 429px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Fundamentos-em-Ruínas-de-Tássio-Melo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115042" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Fundamentos-em-Ruínas-de-Tássio-Melo-429x486.jpeg" width="429" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Fundamentos em Ruínas, de Tássio Melo</p></div>
<p><strong>Fundamentos em Ruínas, de Tássio Melo.</strong> A exposição apresenta três núcleos principais: Série Reflorestar (2024), uma instalação composta por 15 tijolos 8 furos, cujas faces são recortadas no formato do mapa do Brasil, preenchidos com mudas de pau-brasil; Bandeira 1, um objeto feito de ferro trançado, com base em papel folha de ouro e losango central de pedras de concreto revestidas com lambe-lambe de folhas bíblicas; e Bandeira 2, uma instalação/performance composta por três bandeiras nacionais encharcadas de cimento, suspensas em um varal. As obras de Tássio Melo convidam os visitantes a confrontar narrativas históricas e materiais, provocando novas leituras sobre a trajetória do Brasil e seus desdobramentos.</p>
<p><em>* As obras das mostras estão disponíveis para venda diretamente com os artistas.</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>BIOGRAFIAS</strong></span></p>
<div id="attachment_115043" aria-labelledby="figcaption_attachment_115043" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ruth Steyer/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Irma-Brown-foto-Ruth-Steyer.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115043" alt="Ruth Steyer/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Irma-Brown-foto-Ruth-Steyer-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Irma Brown</p></div>
<p><strong>Irma Brown</strong> é artista multimeios, curadora e produtora cultural. Pesquisadora e educadora de práticas coletivas e convergências artísticas, desde 2009 atua na Galeria Maumau, espaço autônomo de arte localizado em Recife. Trabalha em parceria com trabalhadores da cultura criando projetos educacionais e artísticos que potencializam a experimentação e a intersecção de linguagens na construção de redes colaborativas. Já participou de diversos projetos coletivos, com frequência retomando o corpo como matéria de estudo e criação. Utiliza a fotografia e o vídeo como suporte para muitos de seus trabalhos.</p>
<div id="attachment_115044" aria-labelledby="figcaption_attachment_115044" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Lua-Lim.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115044" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Lua-Lim-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Lua Lim</p></div>
<p><strong>Lua Lim</strong> é cria do bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Curiosa e entusiasta na descoberta de criar, vem atuando nas artes visuais com suportes e técnicas, como o bordado livre, pintura abstrata texturizada e escrita. Seus trabalhos são frutos de um laboratório livre autobiográfico, alinhavado com a escrita de si através do cotidiano e da recordação, esmiuçando seu repertório composto principalmente por temas como sexualidade, gênero, tempo e ausência. Em julho de 2024 Lua Lim realizou sua primeira exposição individual, O Instinto de Sobrevivência Me Torna a Língua Gentil, na Galeria Janete Costa.</p>
<div id="attachment_115045" aria-labelledby="figcaption_attachment_115045" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Milena-Travassos.jpg"><img class="size-medium wp-image-115045" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Milena-Travassos-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Milena Travassos</p></div>
<p><strong>Milena Travassos</strong> é artista visual, pesquisadora e professora. Possui formações nas áreas de Artes Visuais, Audiovisual e Filosofia e é doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Sua produção envolve fotografia, vídeo, performance, desenho e objetos. A cada nova pesquisa, seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. O uso de objetos ópticos do pré-cinema, lentes de aumento, vidros, transparências, luzes e sombras têm marcado sua poética. As ideias de linguagens, narração, passado e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas. Suas obras integram coleções públicas e privadas.</p>
<div id="attachment_115046" aria-labelledby="figcaption_attachment_115046" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Tássio-Melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-115046" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Tássio-Melo-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tássio Melo</p></div>
<p><strong>Tássio Melo</strong> é artista visual, arte-educador e curador natural do Cabo de Santo Agostinho. Sua pesquisa explora as relações entre paisagens autobiográficas, religiosidade cristã, sexualidade e território. Tássio tem uma prática artística caracterizada pela criação de instalações e objetos de arte a partir da apropriação de materiais cotidianos e deslocamentos simbólicos. Com uma formação artística ampla, ele participou da Residência Artística Único Sesc, 2022) e foi selecionado para a Residência Laboratório Transmissões – aRtivismo Narrar-se É Criar-Se (2017). Entre suas realizações mais recentes estão a curadoria e acessibilidade da exposição Um por Todos e Todos por Um (2024) e a participação na exposição Tramas, Rituais e Resistências, pela Christal Galeria na ArtPE (2024).</p>
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		<title>Confira o resultado do edital “Isso Foi um Estrondo?”</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 15:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Cultural Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus divulga, nesta quarta-feira (13), os quatro trabalhos selecionados que irão compor a segunda edição do edital de ocupação de pautas “Isso Foi um Estrondo?”. As exposições aprovadas entram em cartaz no dia 12 de dezembro e seguirão com visitações espontâneas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>O Centro Cultural Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus divulga, nesta quarta-feira (13), os quatro trabalhos selecionados que irão compor a segunda edição do edital de ocupação de pautas “Isso Foi um Estrondo?”. As exposições aprovadas entram em cartaz no dia 12 de dezembro e seguirão com visitações espontâneas e escolares, ambas gratuitas, no seguinte horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>Confira <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/resultado-final-da-analise-de-merito.pdf" target="_blank">aqui </a>o resultado final da análise de mérito.</p>
<p>Esta é a segunda convocatória voltada ao segmento das artes visuais na Casa de Câmara e Cadeia.  O edital é fruto de uma promoção do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que visa fomentar e condecorar a produção artística nas regiões do agreste pernambucano. Os aprovados receberão o prêmio de R$ 8.000,00 (oito mil reais).</p>
<p>A programação da segunda edição da “Estrondo” será composta pelas exposições “Desejo na Ponta da Língua”, de Luana Cristina de Lima; “Abre Caminho”, de Irma Brown Sampaio; “Fundamentos em Ruínas”, de Tássio Anselmo; e “Coruja: espreita e ataque”, de Milena de Lima Travassos.</p>
<p>A primeira exposição condecorou as mostras “O Coração do Boi”, de Iris Marcolino; “Nas Profundezas da Minha Superfície”, de Elvira Freitas; “A Sobrevivência dos Vaga-Lumes”, de Beatriz Arcoverde; “Eu, o Outro”, de Fábio Santana; “A Fina Linha da Rememoração”, de Ícaro Galvão; e “Lar Agreste”, de Mike Selva.</p>
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		<title>Editais de ocupação de salas de equipamentos culturais entram na reta final este mês</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/editais-de-ocupacao-de-salas-de-equipamentos-culturais-entram-na-reta-final-este-mes/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 20:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atenção artistas, produtores e curadores das áreas de artes visuais e artes cênicas (circo, dança e teatro). Outubro é o mês em que se encerram as incrições dos editais para a ocupação do Teatro Arraial Ariano Suassuna (Temporada de Espetáculos), do Observatório Cultural Torre Malakoff (Observa) e da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>Atenção artistas, produtores e curadores das áreas de artes visuais e artes cênicas (circo, dança e teatro). Outubro é o mês em que se encerram as incrições dos editais para a ocupação do Teatro Arraial Ariano Suassuna (Temporada de Espetáculos), do Observatório Cultural Torre Malakoff (Observa) e da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus (Isso Foi um Estrondo?). O prazo dos concursos vai até os dias 9, 17 e 21, respectivamente. É preciso ter atenção ao cronograma para não perder as oportunidades. Todos as informações podem ser obtidas na plataforma <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuna" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2102/#info" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Edital de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuna</p>
<p>Confira <a title="Edital de Ocupação das Salas de Exposição do Observatório Cultural Torre Malakoff" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2111/#info" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Edital de Ocupação das Salas de Exposição do Observatório Cultural Torre Malakoff</p>
<p>Confira <a title="Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2113/#info" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p>
<p>Os editais de ocupação têm o intuito de fortalecer a política pública de ocupação dos equipamentos culturais e promover o fomento e a difusão da produção artística de Pernambuco nos referidos segmentos neste semestre.</p>
<p>Num sentido mais amplo, os concursos também visam ao fortalecimento do sistema de incentivo à cultura, regionalizando os mecanismos de fomento com a garantia do acesso equânime de todas as Regiões de Desenvolvimento (RDs) aos recursos públicos disponíveis e de critérios de inclusão étnico-racial, de gênero, sexualidade e para pessoas com deficiência; à valorização das artes e da cultura popular, diversificando os instrumentos estaduais de fomento e incentivo às áreas culturais, com garantia de desburocratização, ampliação progressiva dos recursos e desconcentração regional; e ao fortalecimento das políticas de equidade de oportunidades, proteção da diversidade e valorização da identidade cultural pernambucana.</p>
<p>No caso do Edital de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuna, tais objetivos são viabilizados pela seleção de propostas para espetáculos de circo, dança e teatro de Pernambuco. Serão selecionados até três espetáculos, de forma coletiva ou individual, que ocuparão o equipamento cultural da Rua da Aurora, no bairro da Boa Vista, no Recife, nas datas previamente estipuladas em cronograma, nas seguintes categorias e pautas: a) Minitemporada de Teatro Adulto (MnTA): seis sessões, com incentivo à manutenção de temporada, nas quintas-feiras, sextas-feiras e sábados, às 19h, de 21 a 30 de novembro; b) Mintemporada de Dança (MnTD): seis sessões, com incentivo à manutenção de temporada, nas quintas, sextas e sábados às 19h, de 5 a 14 de dezembro; e c) Mintemporada de Circo ou Teatro/Dança para Infância e Juventude (CTCTDI): seis sessões, com incentivo à manutenção de temporada, aos domingos, de 24 de novembro a 15 de dezembro, sendo nos domingos 24/11 e 1º/12, sessão única, às 16h, e nos domingos 8/12 e 15/12, duas sessões, às 15h e 17h.</p>
<p>Já o Edital de Ocupação das Salas de Exposição do Observatório Cultural Torre Malakoff prevê a seleção de propostas de exposição no segmento de artes visuais, sonoras e integradas do Estado. Serão selecionadas quatro propostas adequáveis aos espaços expositivos da sala localizada na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife. A Sala 1 (módulo A e B) e a Sala 2 (módulo A e B) poderão ser ocupadas tanto com exposição coletiva ou individual nas datas previamente estipuladas em cronograma.</p>
<p>Por fim, o Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus também fará a seleção de propostas de exposição no segmento de artes visuais. Serão selecionadas até quatro propostas de exposições individuais para a ocupar as salas do equipamento cultural localizado no município agrestino nas datas previamente estipuladas de acordo com o cronograma previsto no edital.</p>
<p>&#8220;É legal o pessoal ficar atento. Estamos na reta final desse período de inscrições dos três editais abertos&#8221;, reforça Maria Eduarda Belém, gerente de Ações Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). &#8220;As oportunidades estão disponíveis na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco, com o edital, os anexos e os formulários. Estamos aguardando a classe artística esperando que nos ajude a ocupar da melhor maneira esses espaços tão importantes para a cultura pernambucana&#8221;, convoca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cronograma de datas dos editais dos equipamentos culturais de Pernambuco:</strong></span></p>
<p><strong>Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus – Isso Foi Um Estrondo?</strong><br />
Período de inscrições: até 21/10<br />
Divulgação das propostas habilitadas: 23/10<br />
Período recursal: 24 a 28/10<br />
Resultado final: 29/10</p>
<p><strong>Observatório Cultural Torre Malakoff – Observa</strong><br />
Período de inscrições: até 17/10<br />
Divulgação das propostas habilitadas: 21/10<br />
Período recursal: 22 a 25/10<br />
Resultado final: 26/10</p>
<p><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna – Temporada de Espetáculos</strong><br />
Período de inscrições: até 9/10<br />
Divulgação das propostas habilitadas: 15/10<br />
Período recursal: 16 a 18/10<br />
Resultado final: 21/10</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Isso Foi um Estrondo? toma conta da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/isso-foi-um-estrondo-toma-conta-da-casa-de-camara-e-cadeia-de-brejo-da-madre-de-deus/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 20:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. Isso Foi um Estrondo? é o resultado do Edital de Concurso nº 002/2023 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a 204 km [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. Isso Foi um Estrondo? é o resultado do Edital de Concurso nº 002/2023 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a 204 km da capital. O programa, com seis exposições de artes visuais, entra em cartaz neste sábado (15). A visitação para o público acontece, de 17 de junho a 30 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>O concurso é uma promoção do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Nesta edição há seis propostas contempladas de dez artistas e uma curadora representantes de diversas cidades do Estado.</p>
<p>Performances, pinturas, produção têxtil, fotografias com técnicas seculares e interatividade marcam a pluralidade de produções artísticas e curatoriais emergentes e a consequente reflexão crítica que as acompanha em busca do fortalecimento da linguagem e do fomento da produção artística. O projeto também visa à ampliação do acesso ao espaço cultural.</p>
<p>&#8220;Estamos ampliando progressivamente os recursos para o fomento e incentivo das diversas linguagens culturais, com foco permanente na questão da democratização regional&#8221;, afirma a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. &#8220;É uma oportunidade tanto para o público agrestino prestigiar trabalhos incríveis, quanto para os artistas ampliarem as fronteiras de inserção de suas obras&#8221;, salienta.</p>
<p>&#8220;Foi com muita satisfação que recebemos o resultado das propostas contempladas nesse edital. Artistas e obras formam um microcosmo da diversidade e pluralidade de nossas artes visuais representando municípios de diferentes regiões do estado&#8221;, comemora a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>&#8220;Isso Foi um Estrondo? estará aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mas estamos à disposição para visitações previamente agendadas, inclusive aos sábados e domingos&#8221;, avisa a gestora do equipamento, Mônica Mendonça.</p>
<p><strong>O EQUIPAMENTO –</strong> A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus foi construída em 1847, possivelmente com projeto do engenheiro francês Louis Vauthier, o mesmo responsável pelo projeto do Teatro de Santa Isabel, no Recife. A edificação segue a arquitetura neoclássica da época e o programa de prédios dessa natureza.</p>
<p>Atualmente ainda conseguimos compreender nos pavimentos as funções de Câmara (1º pavimento) e Cadeia (térreo), inclusive encontrando as camas dos detentos que cumpriam pena no edifício até a década de 1990.</p>
<p>O atual centro cultural dispõe de 18 ambientes que juntos somam 660 m² disponíveis para diversos tipos de atividades culturais. A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus é um monumento tombado pela Fundarpe.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição de Artes Visuais Isso Foi um Estrondo? –</strong> <em>Edital de Ocupação de Salas da Casa de Câmara e Cadeia do Brejo da Madre de Deus (Rua Maestro Tomás de Aquino, nº 60, bairro Nossa Senhora do Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus-PE). Visitação: aberta ao público de 17 de junho a 30 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Entrada gratuita</em></p>
<p><strong>MOSTRAS</strong></p>
<div id="attachment_110087" aria-labelledby="figcaption_attachment_110087" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/O-Coração-do-Boi.jpg"><img class="size-medium wp-image-110087" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/O-Coração-do-Boi-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O Coração do Boi, de Íris Daniele Marcolino</p></div>
<p><strong>O Coração do Boi</strong>, de Íris Daniele Marcolino. Performance da artista visual agrestina Íris Marcolino, pesquisadora e artista do corpo que mergulhou no barro do Alto do Moura para se misturar com a terra. Os elementos da terra e do fogo compõe o corpo cênico da autora. A performance e sua instalação refletem a crise climática e alimentar que o mundo vive. Traz uma narrativa poética e cheia de delicadeza a partir do corpo.</p>
<div id="attachment_110088" aria-labelledby="figcaption_attachment_110088" class="wp-caption img-width-601 alignnone" style="width: 601px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Nas-Profundezas-de-Minha-Superfície.jpg"><img class="size-medium wp-image-110088" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Nas-Profundezas-de-Minha-Superfície-601x486.jpg" width="601" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Nas Profundezas de Minha Superfície, de Elvira Freitas</p></div>
<p><strong>Nas Profundezas de Minha Superfície</strong>, de Elvira Freitas. Recorte íntimo da obra da artista Elvira Freitas Lira e de sua experiência de existir com um furacão de sentimentos no fim do mundo abordando a doçura, a crueldade e a violência que convivem nessa experiência. Uma mostra de sentimentos e sobre intimidade que traz desde sua primeira pintura até a mais recente. Releituras religiosas, autorretratos e outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_110089" aria-labelledby="figcaption_attachment_110089" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Sobrevivência-dos-Vaga-Lumes.png"><img class="size-medium wp-image-110089" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Sobrevivência-dos-Vaga-Lumes-388x486.png" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Sobrevivência dos Vaga-Lumes, de Beatriz Arcoverde</p></div>
<p><strong>A Sobrevivência dos Vaga-Lumes</strong>, de Beatriz Arcoverde. Exposição coletiva com curadoria de Beatriz Arcoverde. Traz a diversidade da produção têxtil na arte contemporânea de Pernambuco. Faz alusão aos vaga-lumes como representantes das diversas formas de resistência da cultura, do pensamento e do corpo ante as luzes ofuscantes do poder, da mídia e da mercadoria e à obra do filósofo francês Georges Didi-Huberman.</p>
<div id="attachment_110090" aria-labelledby="figcaption_attachment_110090" class="wp-caption img-width-488 alignnone" style="width: 488px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/LAR-Agreste.jpg"><img class="size-medium wp-image-110090" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/LAR-Agreste-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">LAR Agreste, de Mike Selva</p></div>
<p><strong>LAR Agreste</strong>, de Mike Selva. Convite para enxergar a região por meio de diferentes perspectivas. Transporta o visitante para o coração do Agreste onde pode sentir o calor do Sol, o cheiro da terra e a vibração da vida local. É um lugar onde se vive, cria-se raízes e se encontra acolhimento. Algumas obras são uma representação realista das memórias de viver na região; outras revelam o imaginário do artista.</p>
<div id="attachment_110091" aria-labelledby="figcaption_attachment_110091" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Fina-Linha-Vermelha-de-Rememoração.jpg"><img class="size-medium wp-image-110091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Fina-Linha-Vermelha-de-Rememoração-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Fina Linha Vermelha de Rememoração, de Ícaro Lira Galvão</p></div>
<p><strong>A Fina Linha Vermelha de Rememoração</strong>, de Ícaro Lira Galvão. Resultado da pesquisa mais recente de Ícaro Lira Galvão, que coleta descartes, como madeira e materiais fotográficos de sebos e antiquários. Explora temas como acúmulo, esquecimento e rememoração. Utiliza a técnica cianotipia, processo fotográfico manual do século 19 que usa materiais como café e ervas. Depois faz intervenções como rasgos, costuras e acoplagens.</p>
<div id="attachment_110092" aria-labelledby="figcaption_attachment_110092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Eu-O-Outro.jpg"><img class="size-medium wp-image-110092" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Eu-O-Outro-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Eu O Outro, de Fábio Santana</p></div>
<p><strong>Eu O Outro</strong>, de Fábio Santana. Propõe a possibilidade de “exposição outra” por meio de exercícios que ampliem a atenção para o real e sua verdade. Não a verdade sobre o real, mas a que sai do real. Os visitantes são convidados a participar da construção por meio do desenho. A princípio apresenta-se como algo individual, proposto pelo artista. Mas na verdade é uma exposição coletiva de maneira comunal e relacional.</p>
<p><em>* As obras das mostras estão disponíveis para venda diretamente com os artistas.</em></p>
<p><strong>BIOGRAFIAS</strong></p>
<div id="attachment_110093" aria-labelledby="figcaption_attachment_110093" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Íris-Daniele-Marcolino.jpg"><img class="size-medium wp-image-110093" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Íris-Daniele-Marcolino-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Íris Daniele Marcolino</p></div>
<p><strong>Íris Daniele Marcolino</strong> é artista visual e pesquisadora, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Fez do Alto do Moura, onde vive, sua morada há mais de oito anos e desenvolve sua pesquisa entre o barro e o corpo. É a artista responsável pelos corações de íris que representam a base de seus resultados de pesquisa no barro a partir do corpo.</p>
<div id="attachment_110094" aria-labelledby="figcaption_attachment_110094" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Elvira-Freitas.jpg"><img class="size-medium wp-image-110094" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Elvira-Freitas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elvira Freitas</p></div>
<p><strong>Elvira Freitas</strong> é pintora autodidata desde a infância. De Arcoverde (PE), aos 19 anos ingressou no curso de aquarela de Pink Wainer, que a contratou como assistente. Participou de exposições no Recife e em São Paulo. Em 2024 foi indicada ao Prêmio Pipa. Trabalha com pintura figurativa em acrílica e a óleo usando técnicas mistas com colagem, escritos e poesias. Sua obra aborda situações do universo feminino contemporâneo e retrata a dualidade que permeia a experiência de ser mulher explorando doçura e violência. A influência da cultura popular nordestina resulta em pop art sertaneja.</p>
<div id="attachment_110095" aria-labelledby="figcaption_attachment_110095" class="wp-caption img-width-347 alignnone" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Beatriz-Arcoverde.jpg"><img class="size-medium wp-image-110095" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Beatriz-Arcoverde-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Beatriz Arcoverde</p></div>
<p><strong>Beatriz Arcoverde</strong> tem mestrado em sociologia pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e história da arte pela Universidade de Lindenwood, EUA. É produtora cultural de projetos e artistas pernambucanos e curadora de galeria de arte. Realiza exposições de artistas que curou, gerencia programações em ocupações, publica e produz festivais e projetos artísticos de várias linguagens. Na exposição A Sobrevivência dos Vagalumes, que integra o edital de ocupação da Casa de Câmara e Cadeia, trabalha com as artistas Clara Nogueira, Clarissa Machado, Isabella Alves, Laura Melo e Oluyiá França.</p>
<div id="attachment_110096" aria-labelledby="figcaption_attachment_110096" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mike-Selva.jpg"><img class="size-medium wp-image-110096" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mike-Selva-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mike Selva</p></div>
<p><strong>Mike Selva</strong> é natural de Limoeiro (PE) e vive em Santa Cruz do Capibaribe (PE) desde 2006. Nascido e criado no Agreste pernambucano, Mike Selva ama a cultura de sua região. Possui experiência como assessor e produtor cultural, curador e professor. Em 2020 começou a pintar telas e percebeu que essa atividade o preenche. Descobriu-se artista visual e suas obras são marcadas pela profunda conexão com sua região natal, o comportamento das pessoas, as vibrações e a relação do homem com a natureza. Participou de exposições em Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Olinda.</p>
<div id="attachment_110097" aria-labelledby="figcaption_attachment_110097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Ícaro-Lira-Galvão.jpg"><img class="size-medium wp-image-110097" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Ícaro-Lira-Galvão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ícaro Lira Galvão</p></div>
<p><strong>Ícaro Lira Galvão</strong> é recifense. Bacharel em comunicação social com habilitação em fotografia pela Aeso-Barros Melo, desenvolve pesquisa no campo da fotografia experimental e expandida. Por haver iniciado os estudos na área da fotografia analógica teve contato com processos fotográficos históricos e se debruça principalmente sobre a cianotipia. Sua produção investiga temas relacionados à memória e ao esquecimento. Por meio de resgate de técnicas oitocentistas, apropriação de fotografias de acervo e intervenções na imagem aborda a passagem do tempo bem como a ação dele e do homem sobre as superfícies.</p>
<div id="attachment_110100" aria-labelledby="figcaption_attachment_110100" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgaçãp</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Fábio-Santana2.jpg"><img class="size-medium wp-image-110100" alt="Divulgaçãp" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Fábio-Santana2-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Santana</p></div>
<p><strong>Fábio Santana</strong> é natural de Moreno (PE) e vive e trabalha no Recife. Descobrindo-se como artista a partir da curiosidade, do risco e do encontro, ele acredita, mesmo de maneira provisória, que a arte seja algo que possibilite criar espaços para eclodir presenças. Professor por formação, possui doutorando em design pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mestrado em artes visuais (UFPE e Universidade Federal da Paraíba, com bolsa Capes), especialização em arte-educação pela Universidade Católica de Pernambuco e licenciatura em desenho &amp; plástica pela UFPE. Também é baterista e tatuador.</p>
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		<title>Fundarpe conta seus 50 anos de história em mostra na Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 20:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brejo da Madre de Deus]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda nas comemorações do seu meio século de existência, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) leva até Casa de Câmara e Cadeia, no município de Brejo da Madre de Deus, a exposição Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio. O objetivo é ocupar com a mostra as salas e celas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108528" aria-labelledby="figcaption_attachment_108528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53411888671_5bdc86ebfd_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-108528" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53411888671_5bdc86ebfd_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação na Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus ficará aberta de quinta (22) até o dia 25 de março deste ano</p></div>
<p>Ainda nas comemorações do seu meio século de existência, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) leva até Casa de Câmara e Cadeia, no município de Brejo da Madre de Deus, a exposição Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio. O objetivo é ocupar com a mostra as salas e celas projetadas pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, por volta do ano de 1847, para que população brejense, incluindo visitantes e turistas, possa conhecer de perto o universo das ações realizadas pela Fundarpe ao longo desses anos.</p>
<p>A abertura para o público em geral ocorre nesta quinta-feira (22/02), às 10h, e contará com a participação dos alunos da Escola EREM André Coelho, com recital de poesia feito pelos alunos; do escritor e poeta Jonnata Henrique; e a presença do Maestro Nino, da Banda Musical Madre de Deus (fundada em 1957), tocando os hinos de Pernambuco e do Brejo. A visitação segue aberta até o dia 25 de março. A entrada é gratuita, e a visitação poderá ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados das 9h às 12h.</p>
<p>“A exposição é uma das ações comemorativas dos 50 anos da Fundarpe, instituição que conseguiu acompanhar a evolução da política de preservação do País, como está bem retratado nos diversos painéis expositivos”, afirma a presidente da Fundação, Renata Borba.</p>
<p>“A cultura brejense é detentora de uma imensa riqueza que precisa se descortinar diante do olhar sensível dos seus moradores, pois entendemos que uma história só poderá ser valorizada e preservada se for descoberta pela comunidade local de modo que possa ressignificar o passado, valorizar o presente e vislumbrar um futuro pleno de conhecimentos”, destaca Mônica Mendonça, gestora da Casa de Câmara e Cadeia do Brejo da Madre de Deus.<b> </b></p>
<div id="attachment_108530" aria-labelledby="figcaption_attachment_108530" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53412217514_1fe4f59086_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-108530" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53412217514_1fe4f59086_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação poderá ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h; e aos sábados das 9h às 12h</p></div>
<p><b>FUNDARPE</b> &#8211; Após meio século de história, completado em 17 de julho passado, a impressão é que a Fundarpe já possui 100, 200 anos. De um órgão criado, como intitulado, para cuidar do patrimônio histórico e artístico do Estado, ao longo dessas cinco décadas foram acrescidas responsabilidades que ampliaram ainda mais seu leque de atuação para um órgão executor da política cultural estadual, desenvolvida em bases democráticas, em todas suas dimensões e expressões.</p>
<p>Como missão, ao longo do tempo, além do incentivo à cultura e da preservação dos monumentos históricos e artísticos, a Fundarpe passou a ter a promoção, o apoio, o incentivo, a preservação e a difusão das identidades e produções culturais de Pernambuco de forma estruturadora e sistêmica, focada na inclusão social, na universalização do acesso, na diversidade cultural, na interiorização das ações e no desenvolvimento regional integrado. Nesse processo tem sido também protagonista como testemunha atuante na história da cultura do Estado.</p>
<p>Percorrer os caminhos dos 50 anos da Fundarpe é observar marcos importantes no entendimento e na difusão da cultura e dos patrimônios pernambucanos. É encontrar, nesse trajeto, muitos desafios e a consolidação de políticas públicas e de fomento voltadas para as histórias, memórias e identidades, construídas coletivamente.</p>
<p>Por considerar a pluralidade e a riqueza cultural pernambucanas, em seus 50 anos a Fundarpe, ligada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco (Secult-PE), em parceria com os municípios e demais coletivos, viabilizou iniciativas potentes e relevantes no que se refere ao campo da preservação, da salvaguarda, da valorização e da divulgação do patrimônio cultural, artístico e histórico do Estado iluminando a diversidade e buscando a interiorização e a inclusão social.</p>
<div id="attachment_108527" aria-labelledby="figcaption_attachment_108527" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53410969312_20c327dc7e_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-108527" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/53410969312_20c327dc7e_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com a exposição a população brejense, incluindo visitantes e turistas, poderão conhecer de perto o universo das ações realizadas pela Fundarpe ao longo desses anos</p></div>
<p>A exposição Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio leva o público ao encontro com os Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivo do Estado. Continua com um passeio pela variedade dos equipamentos culturais (Casa da Cultura, Cinema São Luiz, Cine-Teatro Guarany, Espaço Pasárgada, Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Sacra, Museu do Barro de Caruaru, Museu do Estado, Museu Regional de Olinda, Teatro Arraial Ariano Suassuna e, claro, a anfitriã Torre Malakoff) e da pluralidade artística dos festivais culturais, assim como encaminha à reflexão sobre a relevância da contribuição do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para a cultura estadual.</p>
<p>Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio convida o público a conhecer as experiências e ações desenvolvidas pela Fundação e a se reconhecer nos muitos projetos e nas muitas atividades elaboradas e acompanhadas pela instituição reforçando o sentimento de pertencimento nos diversos grupos que constituem nossa sociedade.</p>
<p>A mostra tem coordenação de Flávio Barbosa; projeto expográfico de Rinaldo Oliveira; design gráfico de Íkaro Câmara e Hana Luzia; produção e revisão de textos de Luciana Gama; e produção de conteúdo de Clarice Andrade, Flávio Barbosa, Hana Luzia, Íkaro Câmara, Luciana Gama, Marcelo Renan, Maria Rosa Brito Maia, Neide Fernandes, Raphaela Rezende e Teresa Amaral.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:<br />
</span></strong><strong>Exposição Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio<br />
</strong>Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus (Rua Maestro Tomás de A. Maciel, Centro)<br />
Visitação: 22/02 a 25 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados das 9h às 12h<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus segue com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 21:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli-Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, equipamento cultural localizado no Agreste do Estado, está com inscrições abertas para propostas de artes visuais que queiram ocupar o espaço durante o primeiro semestre de 2024. A convocatória, promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), segue com o prazo de inscrição disponível até o dia 3 de janeiro de 2024, exclusivamente pelo Mapa Cultural de Pernambuco (<b><a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/1097">www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/1097</a></b>). O resultado final será divulgado até o dia 30 de janeiro de 2024. Confira <b><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-concurso-no-0022023-ocupacao-das-salas-de-exposicoes-da-casa-de-camara-e-cadeia-de-brejo-da-madre-de-deus/">AQUI</a></b> o edital e seus anexos.</p>
<p>Serão selecionados até seis projetos adequados aos espaços expositivos, podendo ser de exposição coletiva ou individual, e que ocuparão as salas nas datas previamente estipuladas em cronograma disponível no edital. A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus fica localizada na Rua Maestro Tomás de A. Maciel, Centro, no município Brejo da Madre de Deus.</p>
<p>Poderão participar propostas apresentadas por artistas e curadores contemplando projetos de artes visuais nos campos da pintura, performance, desenho, gravura, escultura, fotografia, vídeo, instalação, arte sonora e artes integradas.</p>
<p>No preenchimento do formulário de inscrição, o proponente deverá fornecer link para acesso às propostas em plataforma eletrônica (Vimeo e YouTube, entre outros) e a respectiva senha, caso exista, além de anexar três fotos de divulgação da obra com tamanho de até 8 MB. Também serão aceitos releases e quaisquer outros materiais que permitam uma melhor divulgação do projeto.</p>
<p>Informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre o processo de cadastramento e inscrição no Mapa Cultural de Pernambuco serão prestados por meio do e-mail <b><a href="mailto:contato.mapacultural@secult.pe.gov.br">contato.mapacultural@secult.pe.gov.br</a></b> e do WhatsApp (81) 3184-3018, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Já as informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida serão prestados por meio do e-mail <b><a href="mailto:artesvisuais.secult@gmail.com">artesvisuais.secult@gmail.com</a></b>.</p>
<p><b>CASA DE CÂMARA E CADEIA &#8211; </b>Localizada no município de Brejo da Madre de Deus, no Agreste pernambucano, foi construída em 1847, possivelmente com projeto do engenheiro francês Louis Vauthier, o responsável pelo projeto do Teatro de Santa Isabel, no Recife. O centro cultural dispõe de 18 ambientes, que juntos somam 660 m² disponíveis para diversos tipos de atividades culturais.</p>
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		<title>Curta Taquary abre inscrições de filmes para sua 17ª edição</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 14:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106419" aria-labelledby="figcaption_attachment_106419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Quixaba/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-106419" alt="Marcelo Quixaba/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>Como um espaço enriquecedor que abraça a diversidade de perspectivas, experiências estéticas e vivências por meio do audiovisual, o Curta Taquary convida cineastas e artistas a submeterem suas obras para a 17ª edição. O período de inscrições está aberto até o dia 28 de novembro, exclusivamente por meio do <a title="CURTA TAQUARY" href="https://curtataquary.org/" target="_blank">site </a>do projeto. O 17º Curta Taquary conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco.<br />
Nesta edição o Curta Taquary mergulha nas margens do Rio Capibaribe para promover a difusão cultural e a formação em audiovisual, educação e meio ambiente. Abrangendo o percurso do Capibaribe por oito cidades do Agreste Setentrional &#8211; Poção, Jataúba, Santa Cruz do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes e Frei Miguelinho &#8211; o festival destaca sua conexão única com a vitalidade desse curso d&#8217;água.<br />
Com o compromisso constante com a preservação ambiental, o Curta Taquary reitera sua dedicação à sustentabilidade. Para a edição de 2024, que acontece de 16 a 22 de março de 2024, coincidindo com datas emblemáticas como o Dia Nacional de Conscientização das Mudanças Climáticas (16 de março) e o Dia da Água (22 de março), o festival amplifica sua iniciativa sustentável. Transformando as inscrições em mudas de plantas nativas da região, o evento busca ativamente contribuir para o reflorestamento de áreas degradadas.<br />
Destaca-se ainda nesta edição a harmonia entre a expressão artística e a conscientização ambiental sublinhando a importância da preservação do Ro Capibaribe e do ecossistema que o circunda. Além de celebrar a cinematografia e a educação, o Curta Taquary 2024 ressalta o papel essencial que cada participante desempenha na construção de um futuro sustentável para as comunidades ao longo das margens do Capibaribe.<br />
Por toda sua trajetória o Curta Taquary já exibiu trabalhos produzidos em todo o Brasil, além de filmes de diferentes países. Fundado em 2005, o festival se consolida como um dos mais vibrantes do País dialogando com outras linguagens artísticas, como artes visuais, música e teatro, e movimentando o Agreste de Pernambuco com exibições de filmes e por meio da realização de atividades formativas. Ao longo dos anos o evento se tornou um importante veículo de formação e de inclusão social promovendo a interiorização da cultura e levando informação e entretenimento sem nenhum custo para todas as classes sociais.<br />
Estão aptos a participar filmes de ficção, animação, documentário ou experimental de até 30 minutos de duração, incluídos os créditos, feitos por realizadores e/ou produtores nacionais ou radicados no País há mais de dois anos e que tenham sido concluídos a partir de janeiro de 2023.<br />
O Curta Taquary exibirá filmes em dez mostras competitivas e não há limite de trabalhos submetidos por cada participante, com possibilidade de participação em mais de um recorte temático. As dez categorias competitivas são:</p>
<p>Mostra Brasil: com temática livre;<br />
Mostra Primeiros Passos: para diretores/as em seu primeiro trabalho;<br />
Mostra Dália da Serra: voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas;<br />
Mostra Universitária: direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação;<br />
Mostra Diversidade: filmes que abordem questões de sexualidade e de gênero em suas mais diferentes formas e perspectivas;<br />
Mostra Curtas Fantásticos: filmes de horror, ficção científica e fantasia;<br />
Mostra Criancine: filmes voltados para o público infantojuvenil;<br />
Mostra Pernambucana: filmes produzidos no Estado;<br />
Mostra Agreste: filmes produzidos no Agreste pernambucano;<br />
Mostra Por um Mundo Melhor: filmes com foco na educação ambiental.</p>
<p>“Ressaltar a importância da conscientização ambiental e o papel da arte e da cultura nessa luta é uma preocupação central do Curta Taquary&#8221;, afirma Alexandre Soares, coordenador e idealizador do Curta Taquary. &#8220;O festival entende que a formação sensível da plateia e das comunidades que impacta é um trabalho conjunto que tem a natureza como pilar central. Essa é uma preocupação que, para nós, dura o ano inteiro e queremos intensificar esse trabalho atingindo mais cidades e pessoas. O Rio Capibaribe é um símbolo muito forte para nossa região e para Pernambuco e ficamos felizes em contribuir com sua preservação”, explica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Contatos:</strong></span></p>
<p><strong>E-mail:</strong> curtataquaryaudiovisual@gmail.com<br />
<strong>Instagram:</strong> <a title="Curta Taquary" href="https://www.instagram.com/curtataquary/" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="Curta Taquary " href="https://www.facebook.com/CurtaTaquary" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>YouTube:</strong> <a title="Curta Taquary Audiovisual" href="https://www.youtube.com/@CurtaTaquaryAudiovisual" target="_blank">@curtataquaryaudiovisual</a></p>
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		<title>Fundarpe abre processo de tombamento da Antiga Vila de Fazenda Nova</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 18:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem hoje assiste ao grandioso espetáculo da Paixão de Cristo, em Brejo da Madre de Deus, talvez não imagine que a vocação cênica e turística deste município do Agreste pernambucano é ainda mais antiga que o atual evento. Já no começo do século 20 o distrito de Fazenda Nova demonstrava seu potencial, aliado às suas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99913" aria-labelledby="figcaption_attachment_99913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Monica Mendonça/Acervo pessoal</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/HOTEL-FAMILIAR.jpg"><img class="size-medium wp-image-99913" alt="Monica Mendonça/Acervo pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/HOTEL-FAMILIAR-607x353.jpg" width="607" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">A história da Antiga Vila de Fazenda Nova começa ainda no final do século 19, quando moradores de antigas fazendas passaram a construir suas casas por ali</p></div>
<p>Quem hoje assiste ao grandioso espetáculo da Paixão de Cristo, em Brejo da Madre de Deus, talvez não imagine que a vocação cênica e turística deste município do Agreste pernambucano é ainda mais antiga que o atual evento. Já no começo do século 20 o distrito de Fazenda Nova demonstrava seu potencial, aliado às suas condições ambientais. Na última semana, a Fundarpe anunciou a abertura do Processo de Tombamento da Antiga Vila de Fazenda Nova justamente &#8220;por apresentar valor turístico, ambiental, histórico e cultural.&#8221;</p>
<p>A decisão veio a partir de um pedido realizado por Mônica Mendonça, moradora da cidade e filha de um comerciante de atuação destacada no distrito. &#8220;A antiga vila foi pioneira como polo turístico em Pernambuco, ainda no início do século 20. Por conta das águas termais, em um primeiro momento, e depois com as encenações teatrais”, explica a arquiteta Neide Fernandes, gestora de Patrimônio Histórico na Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>A história da Antiga Vila de Fazenda Nova começa ainda no final do século 19, quando moradores de antigas fazendas passaram a construir suas casas por ali. Na década de 1930,as fontes termais começam a atrair pessoas de fora da cidade, movimentando assim a economia local com o surgimento de pousadas e hotéis. As propriedades curativas das águas locais modificaram aos poucos a dinâmica da vila, que passou a incluir em sua programação outros tipos de atrativos.</p>
<div id="attachment_99915" aria-labelledby="figcaption_attachment_99915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Monica Mendonça/ Acervo pessoal</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Sermão-na-Fonte-Termal.jpg"><img class="size-medium wp-image-99915" alt="Monica Mendonça/ Acervo pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Sermão-na-Fonte-Termal-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do &#8220;Sermão na Fonte&#8221;, que faz parte do &#8220;Drama do Calvário&#8221;, encenado ao longo dos anos 1950</p></div>
<p>Em 1951, Epaminondas Mendonça, pai da proponente do tombamento, teve a ideia de chamar familiares e moradores da Vila para encenar o Drama do Calvário usando o próprio espaço urbano como cenário. Nascia ali a vocação para o teatro ao ar livre de Brejo da Madre de Deus, que até hoje consagra a cidade mundo afora.</p>
<p>&#8220;Isso tudo levou a um fluxo muito interessante de pessoas até a cidade, sem falar na paisagem única, que une rochas com plantas da caatinga de uma forma peculiar. Daí a importância deste processo de tombamento. A próxima etapa agora é a pesquisa histórica e o exame técnico”, pontua a gestora de Patrimônio Histórico.</p>
<div id="attachment_99917" aria-labelledby="figcaption_attachment_99917" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft">Monica Mendonça/ Acervo pessoal</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/FLORAÇÃO-DAS-CRAIBEIRAS-D-FONTE.jpg"><img class="size-full wp-image-99917" alt="Monica Mendonça/ Acervo pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/FLORAÇÃO-DAS-CRAIBEIRAS-D-FONTE.jpg" width="552" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Floração de craibeiras onde funcionou a fonte de Fazenda Nova</p></div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Vista-Parcial-de-Fazenda-Nova.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99914" alt="Monica Mendonça/ Acervo pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Vista-Parcial-de-Fazenda-Nova-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_99916" aria-labelledby="figcaption_attachment_99916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Monica Mendonça/ Acervo pessoal</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/GRANDE-HOTEL-FAZENDA-NOVA.jpg"><img class="size-medium wp-image-99916" alt="Monica Mendonça/ Acervo pessoal" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/GRANDE-HOTEL-FAZENDA-NOVA-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O Grande Hotel Fazenda, que funcionou por anos na antiga vila</p></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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