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	<title>Portal Cultura PE &#187; Brincantes</title>
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		<title>Brincantes promovem a partilha da diversidade cultural nas ruas do centro de Pesqueira neste sábado (4)</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 01:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111716" aria-labelledby="figcaption_attachment_111716" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Maracatu-Nação-Encanto-da-Alegria-Juana-Carvalho-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-111716" alt="Maracatu Nação Encanto da Alegria - Imagem: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Maracatu-Nação-Encanto-da-Alegria-Juana-Carvalho-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto da Alegria &#8211; Imagem: Juana Carvalho</p></div>
<p>Isabella Ferreira<br />
Imagens: Juana Carvalho</p>
<p>As ruas do centro de Pesqueira, na tarde deste domingo (4), foram novamente tomadas pelos brincantes de diversas cidades. O que mais se destacava era a variedade de cores, danças e ritmos. Porém, no meio de tanta diversidade, uma vaga semelhança foi percebida por quem acompanhava o cortejo: elementos de outros estados e até patrimônios vivos estavam inseridos nas brincadeiras.</p>
<p>O cortejo teve início por volta das 15h e seguiu até o início da noite, passando pelas damas do passo do Maracatu Nação Encanto de Alegria, pelos estalos de chicote dos Caretas de Triunfo, pelos caprichos do Boi Charmoso de Arcoverde e terminando com os tiros dos bacamartes do Batalhão 19 Flor de Lis.</p>
<p>Com início na Praça Rosa, em frente à Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Cristo Rei, o trajeto foi relativamente curto, já que o ponto de retorno estava a cerca de 200 metros, totalizando 400 metros de caminhada, ida e volta.</p>
<p>Foi caminho suficiente para Patrícia Regina, escritora e poetisa, sentir um momento de nostalgia com sua terra natal, Minas Gerais. Patrícia está em uma expedição turística literária que se iniciou no estado mineiro e tem como destino Belém, no Pará.</p>
<p>“Nunca vi os Caretas de Triunfo, mas me lembraram algumas apresentações do meu estado, que têm o chicote e essa tradição com o interior”, afirma a escritora. Ela também ressalta que, apesar da semelhança, as cores e a performance dos brincantes de Triunfo foram o que mais a impressionou.</p>
<div id="attachment_111717" aria-labelledby="figcaption_attachment_111717" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Caretas-de-Triunfo-Imagem-Juana-Carvalho-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-111717" alt="Caretas de Triunfo - Imagem: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Caretas-de-Triunfo-Imagem-Juana-Carvalho-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caretas de Triunfo &#8211; Imagem: Juana Carvalho</p></div>
<p>“Isso é muito importante. Pernambuco é tão rico em cultura popular de folguedos que eu acho que deveríamos nos conhecer melhor. Desde os meus 10 anos, tenho essa curiosidade, inclusive sobre outros brincantes”, afirma Abraão Alves, integrante do grupo Caretas de Triunfo, conhecido como Mestre Nino Abraão.</p>
<p>A partilha entre os brincantes é o ponto central dos cortejos. O maior exemplo dessa partilha foi dado pelo Boi Charmoso de Arcoverde, que fez seu capricho mais encantador ao incorporar em sua brincadeira uma homenagem ao recém-intitulado Patrimônio Vivo de Pernambuco: Os Caiporas.</p>
<p>Romoaldo Freitas, de 60 anos, é integrante da Associação do Boi Maracatu, grupo que é octacampeão do concurso pernambucano de bois. O produtor cultural, idealizador das fantasias e adereços dos integrantes, e como um bom pesquisador cultural, aponta a importância do festival como um método de espalhar e levar a diversidade que os brincantes carregam, e que se assemelham no meio do caminho para outros pontos do estado.</p>
<p>“Acho que, à medida que vamos, não nos apoderando das linguagens dos outros, mas adaptando a linguagem do outro para o nosso trabalho, acabamos por criar afetos, e afetar é o que tentamos fazer nos cortejos. Afinal de contas, cortejamos para cortejar o povo e distribuir afetos”.</p>
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		<title>Brincantes nas Escolas &#8211; Edição Ciclo Junino</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 14:58:29 +0000</pubDate>
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		<title>Brincantes nas Escolas – Edição São João leva a tradição junina para 100 unidades da rede de ensino do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 16:25:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110202" aria-labelledby="figcaption_attachment_110202" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-1-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110202" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-1-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 100 escolas em mais de 60 municípios de todas as regiões do Estado, durante o período junino, o programa Brincantes nas Escolas – Edição São João. O projeto visa possibilitar a integração dos estudantes da rede pública de ensino com artistas e coletivos da cultura popular por meio de uma imersão de convivência direta com as manifestações pernambucanas mais representativas do período. Nesta edição são investidos mais de R$ 700 mil em contratações de habilitados na Convocatória do Ciclo Junino e convidados de acordo com a territorialidade.</p>
<p>As ações do Brincantes nas Escolas contemplam manifestações como quadrilhas, bois e bandas de pífano, além de aulas-espetáculos, em escolas mapeadas nas 16 GREs de Pernambuco, integrando a programação pedagógico-cultural das instituições. A atividade parte da apresentação, em formato de roda de conversa, dos personagens e do histórico do grupo por um representante do mesmo à comunidade escolar. A ação é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, os participantes são convidados a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm relação com o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os entes diversos por meio de uma ação coletiva integrada.</p>
<div id="attachment_110203" aria-labelledby="figcaption_attachment_110203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-2-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110203" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-2-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias preconcebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Brincantes nas Escolas tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
<p>“A Secretaria de Educação vem desenvolvendo nas escolas estaduais o fortalecimento da cultura nordestina. No São João 100 escolas estaduais são contempladas com atrações do ciclo junino”, afirma a secretária executiva de Desenvolvimento da Educação, Tárcia Silva. “Essa é a ação importante, porque a gente acredita que por meio da cultura os estudantes vão conhecer a história e a forma de vida de nosso Estado. É uma ação de valorização dos mestres de cultura populares dando andamento ao tema de nosso ano letivo. A gente sabe que são culturas periféricas e que precisam ser valorizadas”, destaca a gestora.</p>
<p>&#8220;Pernambuco possui algumas das festas populares mais importantes do Brasil, cada uma com sua característica. O ciclo junino, que engloba muito mais do que o São João, tem como aspecto marcante a integração de todo nosso Estado&#8221;, conta a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. &#8220;E, pelo segundo ano seguido, nossa programação de festejos reflete essa cumplicidade, inclusive, este ano, com o implemento das atividades formativas e educativas que compõem o Brincantes nas Escolas.&#8221;</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a valorização da participação dos grupos de cultura popular é a grande contribuição do Governo de Pernambuco no período. “O incentivo aos grupos da cultura popular do Estado é nosso papel enquanto gestores públicos. Cada um desses integrantes é responsável por carregar nossos símbolos mais marcantes: a diversidade cultural e o respeito às tradições”, ressalta.</p>
<div id="attachment_110204" aria-labelledby="figcaption_attachment_110204" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-3-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110204" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Brincantes-nas-Escolas-Edição-São-João-Erem-Presidente-Kennedy_Cachoeirinha-PE-3-foto-Felipe-Bessa_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincantes nas Escolas &#8211; Edição São João na Erem Presidente Kennedy, em Cachoeirinha (PE)</p></div>
<p><strong>CICLO JUNINO –</strong> O São João de Pernambuco é um dos principais eventos do calendário cultural e turístico do Estado, onde várias cidades se transformaram em polos de festas, com destaque para os municípios de Caruaru, Gravatá, Arcoverde e Petrolina. Com o objetivo de valorizar e fortalecer ainda mais a cultura e o São João pernambucano, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Turismo &amp; Lazer (Setur-PE), Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Secult-PE e Fundarpe, apoia as festividades realizadas em todo o Estado.</p>
<p>Este ano o investimento de R$ 13,6 milhões na promoção da economia e do turismo, via Empetur, ocorre por meio da contratação de artistas habilitados no edital estadual, além de 25% de artistas de outros Estados convidados. O fomento para a cultura, via Fundarpe, tem investimento de R$ 12 milhões, e se dá por meio de contratações artísticas de cerca de 85% de grupos de cultura popular de tradição junina, música de difusão do repertório junino, quadrilhas juninas e trios pé de serra. Até o momento já foram confirmados apoios para 88 municípios, com expectativa de chegar a mais de 100 cidades pernambucanas. Estão sendo investidos ainda R$ 5,5 milhões em publicidade em rádios, TVs, revistas e sites, além de R$ 1,2 milhão em ações promocionais para o público final.</p>
<p><strong>CONVOCATÓRIA –</strong> A Convocatória do Ciclo Junino de Pernambuco 2024 registrou um total de 1.475 inscrições, com um aumento de 20,4% em relação a 2023, quando foram inscritas 1.225 propostas. Promovido pela Secult-PE, Fundarpe, Setur-PE e Empetur, o edital recebeu propostas de todas as regiões do Estado em seis categorias: Cultura Popular de Tradição Junina, Cultura Popular Diversa, Música de Difusão de Repertório Junino, Trios Pé de Serra, Quadrilha Junina e Outros Gêneros Musicais. Já em relação às propostas habilitadas houve um incremento de 25,2%: de 878 atrações habilitadas no ano passado o quantitativo subiu para 1.099 propostas habilitadas em 2024.</p>
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		<title>Secult-PE faz chamada para brincantes retomarem os estudos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 20:48:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_102398" aria-labelledby="figcaption_attachment_102398" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/52978845666_d1dbcc5033_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-102398" alt="Mestre Dedé Vieira, do Maracatu Águia Dourada, de Carpina, e Mestre Luiz Henrique, do Maracatu Pavão Dourado, de Tracunhaém, foram alunos da EJA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/52978845666_d1dbcc5033_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Dedé Vieira, do Maracatu Cambindinha, de Lagoa do Itaenga,  que foi aluno da EJA, e Mestre Bii, do Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio do programa Cultura no Plural, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) faz uma campanha para os agentes culturais se inscreverem no programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Estado, reforçando junto a brincantes das várias manifestações culturais o convite para retomarem seus estudos.</p>
<p>O ponto de partida acontece nesta terça-feira (20), com o Dia D da EJA Mata Norte, quando começa a chamada pública junto às comunidades da Zona Mata Norte do Estado para a matrícula escolar. Em todas as escolas são vivenciadas atividades em prol da busca ativa de jovens e adultos que não concluíram seus estudos para voltarem a estudar.</p>
<p>A nova gestão do Governo de Pernambuco, através da Secult, criou a Gerência de Educação e Direitos Humanos (GEDH), com a finalidade de promover e efetivar políticas públicas de acesso às possibilidades educativas de criação, produção e fruição de linguagens e expressões artísticas nos diversos territórios culturais do Estado, a partir de uma interface entre cultura e direitos humanos, na perspectiva de refletir sobre a preservação da cultura pernambucana, sobre culturas periféricas e cultura de paz.</p>
<p>Essa é a primeira vez que as pessoas fazedoras da cultura popular recebem essa atenção diferenciada da EJA, com uma busca ativa para os brincantes. “O sonho começa a se realizar: educação para jovens e adultos também para os brincantes da Zona da Mata”, comemora o secretário estadual de Cultura, Silvério Pessoa. Os brincantes muitas vezes deixam de ter a oportunidade de participar de editais porque não têm acesso à leitura e escrita. A maioria deixa de estudar para trabalhar na agricultura, principalmente da cana-de-açúcar.</p>
<p><strong>LIÇÕES DE MESTRES</strong> – Natural e Aliança e mestre do Maracatu Águia Dourada, de Carpina, Dedé Vieira, 45 anos, participou da EJA em 2018, na Escola Dom Ricardo Vilela, em Nazaré da Mata, e considera o estudo primordial para os brincantes. “Ser mestre de maracatu no passado era poesia matuta. Hoje evoluiu mais”, conta. “Os brincantes que estão afastados dos estudos eu incentivo a estudar. E aquele que nunca estudou tem a oportunidade de aprender, porque para aprender nunca é tarde”, convoca.</p>
<p>Dedé Veira também faz questão de afirmar que o estudo “é o que dá o caminho ao futuro”. “Tempos atrás abandonei os estudos e mais na frente fez falta”, lembra. “Foi quando corri atrás para resgatar o que perdi. E consegui. Estudei muito, ralei. Chegava cansado do trabalho – porque nesse tempo era trabalhador rural –, para estudar à noite, queria desistir. Mas com esforço a gente chega lá. Tive dificuldade, mas me formei. Hoje tenho a Folha 19 e profissão na minha Carteira de Trabalho, através do estudo e da cultura, que foi o primeiro passo para eu querer estudar para colocar meu português em ordem”, celebra.</p>
<p>Já Luiz Henrique, filho de mestre Huck e mestre do Maracatu Pavão Dourado, de Tracunhaém, concluiu os estudos na Escola de Referência em Ensino Médio Don Vieira, em Nazaré da Mata, e atualmente cursa licenciatura em educação física no Campus Santo Amaro da Universidade de Pernambuco (UPE). “A educação influencia muito no meio cultural. Quando comecei como mestre de maracatu, vi que precisava colocar um português melhor para citar meus versos. Também me interessei mais por fontes de história e geografia”, recorda. “Muita gente tem a visão de que o mestre de maracatu não tem educação. Hoje temos muitos deles com educação e cursando faculdade. É muito importante para nós, para elevar a cultura para um nível mais alto e aprofundar mais”, afirma o brincante.</p>
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		<title>Melhores momentos do Carnaval na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 15:28:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi palco de um dos mais importantes ciclos festivos do Estado. Bois, caboclinhos, maracatus, ursos e, claro, muito frevo animaram os turistas e visitantes que circularam por lá na semana pré-carnavalesca. A programação contou também com a participação de Patrimônios Vivos como o mestre coquista Galo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi palco de um dos mais importantes ciclos festivos do Estado. Bois, caboclinhos, maracatus, ursos e, claro, muito frevo animaram os turistas e visitantes que circularam por lá na semana pré-carnavalesca. A programação contou também com a participação de Patrimônios Vivos como o mestre coquista Galo Preto, o Urso Gangaçá, brinquedo comandado por Mestra Cristina Andrade, Caboclinho Sete Flexas, Maracatu Leão Coroado e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu.</p>
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