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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bruna Rafaella Ferrer</title>
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		<title>Modelo Vivo tem primeira sessão no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113703" aria-labelledby="figcaption_attachment_113703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walton Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-113703" alt="Walton Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo Vivo, do Atelier Risco!</p></div>
<p>Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no bairro da Boa Vista (Centro do Recife). Para o primeiro encontro, após uma pausa de um ano, a modelo é a multiartista Vi Brasil com a performance <em>Equilíbrio Precário</em>, com a participação especial, na trilha sonora, de D Mingus. A sessão de estreia é seguida de debate com o desenhista Philipe Sidartha, pesquisador integrante do grupo.</p>
<p>O projeto contempla a realização de 16 sessões, todas gratuitas, das quais dez em 2024 e seis em 2025, com oito debates, processo de formação e uma exposição no fim. Todas as sessões e debates são transmitidos por videoconferência.</p>
<p>A retomada do Atelier Risco! foi possível graças ao edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, tendo sido contemplado na categoria Manutenção de Coletivo de Produção Artística. A proponente do projeto e diretora artística do Risco!, Bruna Rafaella Ferrer, também investiga as ações do grupo no estágio de pós-doutoramento da pesquisa Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo, tendo como instituição base a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Em uma década de atividades, o grupo vem arriscando passos novos fora da tradicional visão acadêmica para a prática do Modelo Vivo.</p>
<p>Quando comenta a novidade que o projeto Atelier Risco! promove, Bruna pontua: ​“Desde o início da trajetória do Risco! entendemos que existia uma demanda de investigação do corpo, que não estava só no desenho, na pintura e na fotografia, mas na performance do corpo que traz consigo uma investigação ilimitada de estar no mundo, ligada também a outras linguagens e outras formas de se colocar no mundo. Transformações no corpo como lugar de investigação estética passaram a ser objetos de estudo da prática do Modelo Vivo. Essa é a única novidade possível”.</p>
<p>ORIGENS &#8211; Criado por professores do curso de artes visuais da faculdade Aeso, entre os quais a própria Bruna Rafaella Ferrer, além de Eduardo Souza e André Aquino, o Atelier Risco! também está de volta ao primeiro equipamento cultural que o acolheu após se tornar independente de instituições acadêmicas. O grande instigador e mentor do grupo foi Eduardo Souza, artista que faleceu em 2018. O Risco! surgiu na academia, mas migrou para o Atelier Peligro, de Eduardo, e depois para o Mamam.</p>
<p>A diretora do museu, Mabel Medeiros, comemora a volta do Risco!, que considera uma etapa importante na formação dos jovens artistas e dos que já estão num caminho longo de sua trajetória. “Há mais de uma década, o Risco! vem movimentando o pensamento sobre o desenho e sobre o performar para o desenho em modelo vivo no Recife. E também promovendo discussões enriquecedoras para as artes visuais, sobretudo o desenho. Somos um museu que trabalha com arte contemporânea e, como todo museu, tem interesse em formação, discussões e debates acerca das artes visuais de forma ampla”, enfatiza.</p>
<p>Diferentemente do que muita gente pensa, não há pré-requisitos técnicos nem necessidade de inscrição prévia para participar de uma sessão de desenho com modelo vivo, mas cada participante tem que levar seu material artístico. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, a partir do dia 2 de outubro, todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, no jardim do Mamam (entrada pela Rua da União, nº 88, Boa Vista).</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO -</strong> Modelo vivo é a prática e o estudo da representação artística da figura humana por meio de exercícios com desenho de observação. Esse é um método de aprendizado artístico formalizado em academias de arte europeias, a partir da segunda metade do século 17, que perdura no ensino de arte no Brasil desde as primeiras décadas do século 19, com a implementação da Academia Imperial de Belas Artes. Atualmente, com o surgimento de uma série de grupos de modelo vivo como o Atelier Risco!, sem vínculo institucional ou acadêmico, observa-se o avanço desse campo de estudos para além do desenho como mero registro criativo, levando em conta também os aspectos poéticos e autorais contidos nas performances dos modelos.</p>
<p><strong>ATELIER RISCO! -</strong> Surgiu em 2013 para democratizar a prática criativa com modelo vivo fora de um programa estritamente acadêmico. O Risco! acolhe semanalmente diferentes modelos valorizando seus repertórios como base para a produção artística e discussão. Acredita-se que todos podem usar suas subjetividades nas sessões, o que enriquece a criação coletiva de imagens, celebrando a diversidade e o potencial criativo de cada participante e reforçando que todos são capazes de desenhar e/ou atuar como modelo vivo.</p>
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		<title>&#8216;Guia Comum do Centro do Recife&#8217; ganha versão em aplicativo para smartphones</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 15:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Lançado em 2015 como publicação impressa, o Guia Comum do Centro do Recife, da pesquisadora Bruna Rafaella Ferrer, é uma tentativa de fazer os amantes da capital pernambucana, em tempos modernos e apressados, a contemplarem a cidade sob outro olhar, percebendo os locais que o recifense costuma passar diariamente, mas que hoje em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55606" aria-labelledby="figcaption_attachment_55606" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lugares-que-se-movem_crédito-Tati-Móes.jpeg"><img class="size-medium wp-image-55606 " alt="Lugares que se movem_crédito Tati Móes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lugares-que-se-movem_crédito-Tati-Móes-607x384.jpeg" width="607" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Lugares que se movem&#8217; é uma das categorias poéticas do guia que agora contará com versão digital para celulares Android</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Lançado em 2015 como publicação impressa, o <a href="https://www.facebook.com/guiacomumdocentrodorecife/" target="_blank"><strong>Guia Comum do Centro do Recife</strong></a>, da pesquisadora Bruna Rafaella Ferrer, é uma tentativa de fazer os amantes da capital pernambucana, em tempos modernos e apressados, a contemplarem a cidade sob outro olhar, percebendo os locais que o recifense costuma passar diariamente, mas que hoje em dia estão ‘esquecidos’. Antes restrita apenas ao livro, a iniciativa agora vai contar com um aplicativo gratuito para sistema Android que será lançado nesta próxima quinta-feira (30) na loja do Google Play.</p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o app também foi organizado por Bruna, que contou com uma equipe formada pela desenvolvedora Paula Pinphon e por Flávio Guimarães, webdesigner da empresa Smartpromo.</p>
<p><em>“Neste primeiro momento temos o lançamento da versão Android, com a abertura da geolocalização e participação dos usuários. Num segundo, daqui a um mês, teremos o lançamento da versão iOS e dos filtros de câmera. A partir daí vamos preparar as atividades na cidade, abertas ao público, para que as pessoas possam conhecer o aplicativo de perto. Uma das ações que planejamos é uma visita guiada com base nas sugestões do guia”,</em> detalha Bruna Rafaella.</p>
<div id="attachment_55604" aria-labelledby="figcaption_attachment_55604" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/guia_comum_avatar-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55604 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/guia_comum_avatar-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Neste primeiro momento apenas a versão Android do aplicativo foi lançada. A expectativa é que até janeiro seja lançada a versão iOS e os filtros de câmera do app</p></div>
<p>Composto por três áreas principais, o app tem a intenção de estimular uma relação mais contemplativa, lúdica e crítica com locais e situações de invisibilidade no cotidiano das cidades, tomando como ponto de partida o Recife. A primeira se trata da geolocalização do conteúdo do livro <strong>Guia Comum do Centro do Recife</strong>, no qual o usuário poderá navegar virtualmente pelo índice através de um mapa e de geração de rotas.</p>
<p><em>“Estamos ampliando a experiência do livro, e na internet um dos recursos que vamos poder usar é a inclusão de sons. Isso inevitavelmente gera um conteúdo novo. Alguns exemplos são o barulho da paisagem sonora do Centro do Recife ou até personagens como o Índio da Cobra, uma figura que aparece na Praça do Diário com um animal do tipo e falando sobre sua tribo. O som de cavalos andando na cidade é outro destaque, essa que é uma coisa tão curiosa do Recife, a congregação da vida urbana com a rural no mesmo ambiente”,</em> revela a realizadora do aplicativo.</p>
<div id="attachment_55605" aria-labelledby="figcaption_attachment_55605" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lugares-para-levantar-o-olhar_crédito-Chico-Ludermir.png"><img class="size-medium wp-image-55605 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lugares-para-levantar-o-olhar_crédito-Chico-Ludermir-607x377.png" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Lugares para levantar o olhar&#8217; é também uma das categorias do índice do Guia Comum do Centro do Recife</p></div>
<p>A segunda parte do app, um formulário de participação e sugestão de novos conteúdos pelo usuário, vai possibilitar a incorporação de textos e das mídias fotografia e áudio no guia. <em>“Os usuários estão livres para indicarem lugares e situações, e a ideia é que eles captem essa sugestão de perceber a cidade de uma maneira mais poética e criativa”,</em> pontua Bruna Rafaella. <em>“Todo esse conteúdo vai passar por uma mediação e depois atualizaremos no guia. É possível que a depender do conteúdo que vá chegar pra gente, e a partir da reflexão dos usuários, surjam novas categorias para o índice”.</em></p>
<p>Por enquanto, doze categorias, que formam o chamado &#8216;índice poético&#8217;, norteiam o <strong>Guia Comum do Centro do Recife</strong>. Lugares que se movem, lugares invisíveis, lugares de silêncio, lugares que resistem e lugares para comer pão em formato de bicho são algumas delas.</p>
<div id="attachment_55603" aria-labelledby="figcaption_attachment_55603" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/12019758_175574792776520_8121313971337174103_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-55603 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/12019758_175574792776520_8121313971337174103_n-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação imprensa do &#8216;Guia Comum do Centro do Recife&#8217; foi lançada em 2015 e contou com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>O terceiro componente do aplicativo, os filtros de câmera, será desbloqueado, segundo Bruna, ainda este ano, junto ao lançamento da versão iOS. Com os filtros, será possível aplicar conversão de cores com a identidade visual do projeto (rosa e azul) para as fotografias dos usuários. <em>“A gente quer aproveitar a memória afetiva das pessoas para dar visibilidade a lugares que são muito forte dentro dessa perspectiva, mas que não aparecem em guias turísticos. Pode ser desde um conteúdo subjetivo até algo maior, o importante é seguir a linha de raciocínio do Guia”,</em> sugere a realizadora.</p>
<p><strong>Sobre o Guia Comum do Centro do Recife –</strong> É uma publicação artística produzida com incentivo do Funcultura a partir de um desdobramento colaborativo do projeto Arqueologia do presente, idealizado pela artista visual e pesquisadora Bruna Rafaella Ferrer. Resultado de um ano de pesquisa voltada para questão do processo de modificação da paisagem urbana do Recife, no Guia foram levantados cerca de quarenta lugares e situações de resistência no centro da cidade, sob a ótica de ilustradores, escritores, cinéfilos, moradores, comerciantes, urbanistas, músicos, entre outros flaneurs contemporâneos.</p>
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