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	<title>Portal Cultura PE &#187; bruno faria</title>
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		<title>Projeto &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221; circula por três comunidades do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76061" aria-labelledby="figcaption_attachment_76061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira.jpg"><img class="size-medium wp-image-76061" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Marcelo Silveira é um dos convidados da programação do projeto</p></div>
<p>Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221;, que começa nesta terça-feira (10), com o primeiro de uma série inédita de 12 encontros com 45 moradores das comunidades do Entra Apulso, Brasília Teimosa e Pilar, com os artistas pernambucanos Bruno Faria, Kilian Glasner, Marcelo Silveira e arte-educadores do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam). O projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é realizado pela Proa Cultural e apoiado pelo Instituto Memaker, pelo Instituto JCPM de Compromisso Social e pelo Centro Escola Mangue.</p>
<p>Durante os encontros, os adolescentes serão apresentados aos conceitos e territórios da arte, em visitas ao Mamam, à Galeria Amparo 60 e à Galeria Garrido, por meio de conversas sobre portfólios de artistas locais e em vivências de cocriação em suas comunidades.<em> “A ideia é utilizar a arte tanto como ferramenta de desmitificação do que vem a ser a Arte Contemporânea, como instrumento de aproximação territorial, já que temos comunidades as mais diversas no Recife. São várias cidades em uma só”</em>, explica Maria Chaves, sócia-diretora da Proa Cultural, idealizadora do projeto.</p>
<p>Como culminância, será montada na Galeria Amparo 60, uma exposição aberta ao público dos resultados gerados a partir das práticas artísticas, seja uma performance, uma instalação, um ensaio fotográfico ou outro tipo de obra. Isso deve acontecer em junho e, até lá, todas as atividades serão mediadas pelos arte-educadores do Mamam. <em>“Esta parceria é muito importante para o museu porque contribui com a sua missão de formação, divulgação e fruição da produção artística contemporânea de Pernambuco. Muitas vezes essa produção é restrita a certos ambientes, então devemos levá-la até onde outros públicos estão”</em>, pontua Rebeka Monita, gerente de programação e projetos do Mamam.</p>
<p>Os participantes, com idade entre 10 e 17 anos, representam a faixa etária de maior vulnerabilidade na realidade das comunidades em questão. Eles foram selecionados por meio de parcerias com duas entidades: o Centro Escola Mangue &#8211; instalada em Brasília Teimosa e liderada por Lu do Mangue, valoriza o saber ancestral das comunidades ribeirinhas, trabalhando protagonismo, sustentabilidade e cidadania &#8211; e o Instituto Memaker &#8211; idealizador do projeto social homônimo, com metodologia inovadora que une Robótica e Expressão Criativa. Para Monica Bouqvar, coordenadora do Memaker,<em> “a oportunidade de levar os jovens a um museu, muitos deles pela primeira vez, mostrá-los o processo criativo do artista e fazê-los cocriar junto é de uma riqueza sem fim”</em>. Além dos selecionados, jovens surdos das comunidades citadas estão sendo convidados a participar com a mediação e articulação da COMacessibilidade Comunicacional.</p>
<p><strong>Rompendo Fronteiras</strong><br />
As comunidades de Brasília Teimosa, Pilar e Entrapulso são marcadas por uma intensa luta de moradores em defesa de seus anseios, conseguindo resistir em uma área de grande especulação imobiliária. Nesse projeto, a arte contemporânea também pretende ajudar a enxergar o território, e a relação dos indivíduos com ele, em várias camadas: física, conceitual, social e econômica. Tudo isso por meio de diálogos e práticas criativas.</p>
<p><strong>Riqueza das Trocas</strong><br />
No mundo da arte, vive-se um momento importante de reflexões e revisão de conceitos por parte das instituições e do meio artístico, totalmente pertinente à dinamicidade e complexidade do tecido cultural. Prazer, Arte Contemporânea tenta seguir esta tendência por meio da inversão de espaços, deslocamento de papéis, diversificação de cenários e reinvenção dos processos. Nesse sentido, a seleção dos artistas foi balizada pelas suas práticas artísticas envolvendo “o outro”, pela característica da generosidade, e pelas experiências com diferentes suportes, linguagens, pedagogias, metodologias, personagens e lugares. Segundo os realizadores, esses componentes devem garantir a qualidade das trocas com os adolescentes e ampliarão a capacidade de vivenciar uma percepção do outro e de si, uma vez que tudo passará pelo contato pessoal e resultará em uma produção coletiva.</p>
<p>Segundo Marcelo Silveira,<em> “vai ser muito especial me apresentar como artista para um grupo, que, ao mesmo tempo, está se apresentando enquanto futuros apreciadores, produtores e pensadores do mundo arte. Essa relação de encontros e acesso ao pensamento do outro é um grande laboratório que trará muitas descobertas, trabalhará a dúvida e tratará o que está fora da caixa, pois é isso que faz a Arte Contemporânea”</em>.</p>
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		<title>Duas exposições abrem temporada 2017 no MAMAM</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 21:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bruno faria]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[márcio almeida]]></category>

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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria Sala de Jogar e outros Campos Minados, do artista visual Márcio Almeida, e Onde estão as minhas Obras, de Bruno Faria, inauguram em alta a temporada 2017 de exposições no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM. A partir desta quinta-feira (19), as duas mostras poderão ser conferidas pelo público. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria</em></p>
<p><strong>Sala de Jogar e outros Campos Minados,</strong> do artista visual Márcio Almeida, e <strong>Onde estão as minhas Obras</strong>, de Bruno Faria, inauguram em alta a temporada 2017 de exposições no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM. A partir desta quinta-feira (19), as duas mostras poderão ser conferidas pelo público.</p>
<p style="text-align: left;">Com &#8220;Sala de Jogar e Outros Campos Minados”, Márcio celebra 30 anos de trabalho, apresentando um recorte dos últimos anos de sua intensa produção artística. Os trabalhos foram desenvolvidos em  suportes diversos, desde desenhos, grandes e pequenos objetos até fotografias, vídeos e instalações. Na mostra, o artista explora temas do comportamento humano ligados à noção de deslocamento, transitoriedade e pertencimento, naturais da condição humana, bem como, questões de geopolítica e de ocupação do espaço urbano. O trabalho tem como base conceitual uma pesquisa que Márcio desenvolve desde 2003, a qual chamou de “Deslocamentos Compulsórios”, que ele define como situações nas quais os indivíduos são levados a deixarem os locais onde vivem por força de agente externos, sejam eventos climáticos, políticas habitacionais, asilos políticos, conflitos afetivos entre outros.</p>
<div id="attachment_44374" aria-labelledby="figcaption_attachment_44374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Márcio Almeida</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MARCIO-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-44374" alt="Márcio Almeida" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MARCIO-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição celebra 30 anos de carreira de Márcio Almeida</p></div>
<p>Em “Onde Estão as Minhas Obras”, Bruno Faria lança um olhar sobre a história e memória da própria instituição, MAMAM, que antes de ser museu era uma galeria de arte. A exposição parte de um acontecimento presenciado pelo próprio artista em 1999, quando no dia da inauguração da mostra individual do artista Arthur Ohmar, as obras deste não chegaram a tempo para a abertura, se perdendo no trajeto Rio de Janeiro &#8211; Recife por um erro da transportadora, que terceirizou o transporte das obras em um caminhão de transporte de galinhas. Arthur Ohmar, revoltado, causou uma grande euforia pichando as paredes do Museu. Para a exposição, Bruno Faria retoma esse fato apresentando uma instalação desenvolvida especialmente para a mostra, que ocupará todo o piso térreo do Mamam.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/sala_de_jogar_-_convite.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-44375" alt="card divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/sala_de_jogar_-_convite.jpg" width="570" height="380" /></a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Exposições: “Sala de Jogar e Outros Campos Minados” e “Onde Estão as Minhas Obras”</strong><br />
Abertura: quinta-feira, dia 19 de janeiro<br />
Horário: 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista<br />
Período de visitação: 20 de janeiro a 5 de março de 2017<br />
Horário: segunda a sexta, das 12h às 18h, sábados e domingos, das 13h às 17h<br />
Informações: 3355.6870/6871​</p>
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