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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bruno Lins</title>
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		<title>Distrito de Mandacaru, em Gravatá, tem noite ao som do forró durante Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 02:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação. No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação.</p>
<p>No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. Junto às famílias que formavam o público, havia muitas crianças.</p>
<p>Vocalista da Fim de Feira, que levou ao distrito de Mandacaru uma apresentação voltada aos 20 anos de formação da banda, Bruno Lins compartilhou o recorte que o grupo busca levar em sua trajetória.</p>
<p>“Uma coisa que nós sempre fazemos é questão de exaltar a poesia, de cordel e dos cantadores de viola, que forjaram a identidade da banda durante todo esse tempo. Acho muito importante que um festival que se chama Pernambuco Meu País exalte e dignifique os artistas que constituíram a nossa identidade pernambucana, tanto no Brasil quanto no mundo”, afirmou.</p>
<p>Ele ainda se voltou ao local da apresentação desta noite, frisando uma forte característica de destaque no âmbito da agricultura.</p>
<p>“Nós tocamos num distrito de Gravatá, que é muito importante para a cidade e que tem destaque na agricultura familiar. O forró nasceu nesses núcleos e é muito importante para a gente estar aqui participando dessa descentralização, tão importante para a cultura da gente”, finalizou.</p>
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		<title>Bruno Lins traz novas referências musicais em &#8220;Vereda Caminho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 15:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66366" aria-labelledby="figcaption_attachment_66366" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66366" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Lins flerta com várias referências musicais urbanas no seu primeiro disco solo.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde veio sua família), o músico recifense agora dá vazão às influências urbanas para concretizar a nova safra de canções, mais confessionais, que deram origem ao seu primeiro disco solo, intitulado “Vereda Caminho”. O show de lançamento do trabalho será nesta quarta-feira (23) e nesta quinta-feira (24), às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>“<em>Esse trabalho foi feito em paralelo a Fim de Feira, por isso, ainda traz muito a questão da música do nordeste, mas eu não quis colocar ele na banda, porque eram canções que traziam outras temáticas, outras vivências</em>”, esclarece Bruno, que associa as referências regionais a uma roupagem mais pop. Realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o álbum reafirma a sua pluralidade estética quando conta com as participações de pernambucanos de outras escolas musicais.</p>
<p>É o caso de Henrique Albino, que assina os metais do frevo triste “Derradeiro Show” e da elétrica “Noiva da Noite”, que lembra a produção do conterrâneo Lenine. Em “Muro”, o guitarrista Rodrigo Morcego, que já trabalhou com o mítico Lula Côrtes quando tocava com a banda Má Companhia, endossa o clima progressivo que caracterizou o Udigrudi, como ficou conhecida a geração dos anos de 1970 da música do Estado. Essa referência ainda pode ser notada em outras faixas, como “Peleja do Fim do Mundo”, que aproxima Bruno das primeiros discos de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_66367" aria-labelledby="figcaption_attachment_66367" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66367" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda--607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho fala sobre movimentos naturais da vida, como chegadas e partidas e desencontros e reencontros.</p></div>
<p>O violeiro Hugo Linns acentua a delicadeza de “Violão Adesivado”, enquanto o pianista Amaro Freitas, conhecido por colocar a música popular no mesmo patamar da música erudita, traz requinte para o xote de “Passo Preto”, por exemplo. Essa última faixa ainda conta com os vocais de Isaar, que integra o time de cantoras convidadas ao lado de Larissa Lisboa, que reforça o dub de “Afeto Desfeito”. As duas participarão das apresentações desta semana no Hermilo Borba Filho, assim como Rodrigo Morcego e Henrique Albino. O banda que gravou todas as músicas também faz parte do show e é composta por velhos parceiros da Fim de Feira, sendo eles Lucivan Max<b> </b>(percussão), Luccas Maia<b> </b>(baixo), Thiago Rad (guitarras e violas), Marcio Silva (bateria) e Guga Fonseca<b> </b>(teclados).</p>
<p><em>“Acho que os convidados é parte de uma geração de instrumentistas importantíssima, da qual sempre me abasteci pela curiosidade mesmo, porque meu processo de composição ainda é muito solitário</em>”, justifica ele, que compôs todas as letras sozinho, com exceção de “Por onde quer que eu vá”, feita em parceria com Juliano Holanda. “<em>Esse disco acaba sendo um mosaico de referências que foram sendo absorvidas, mas acho que eu estava sendo bem verdadeiro. Cada música já nasce com um caminho, não adianta impor um estilo. O que amarra o álbum é a verdade dele</em>”, continua o artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_66369" aria-labelledby="figcaption_attachment_66369" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66369" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho--486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum, que já está disponível para audição nas plataformas de streaming.</p></div>
<p>Essa autenticidade é evidenciada pelo uso da primeira pessoa que empodera Bruno até de narrativas que não foram vivenciadas originalmente por ele, como acontece em “Olinda 2006”. “<em>Um amigo me contou essa história de que tinha ido pra Olinda pela primeira vez em 2006 e o primeiro contato dele com a cidade foi no Carnaval, aquele cenário meio ficcional. É mais uma metáfora de alguém que sai do interior e começa a conviver com outros tipos de experiências. O disco mostra muito esse fluxo de se perder e se achar, que acontece muito no Carnaval, e reflete um momento meu muito particular de entender esse caminho</em>”, explica Bruno, que ainda aborda esses movimentos da vida quando fala de imigração em “Passo Preto” e no carimbó confessional  “Aquele Céu Acolá”.</p>
<p>“<em>Continua sendo eu contando história com esse sotaque, mas com outra linguagem. Acho que me aproxima mais dessa tradição até, porque antes eu falava mais como espectador e agora estou falando dos meus sentimentos, me colocando em um lugar de empatia</em>”, observa Bruno, que trata de experiências individuais que ganharam camadas coletivas no contexto político atual. “<em>A ‘Peleja do Fim do Mundo’ fala de um mundo apocalíptico e propõe que a música e a arte podem surgir como uma tábua de salvação em tempos tão sombrios. Nossa arma está nas diretrizes da tolerância e da liberdade. Melhor coisa é poder estar no palco e dividir esse trabalho com outras pessoas</em>”, finaliza ele.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Shows de lançamento de “Vereda Caminho”, de Bruno Lins, no Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: Nesta quarta (23) e nesta quinta (24), sempre às 20h<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142 – Recife/PE)<br />
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)</p>
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		<title>Bruno Lins: “Estamos numa viagem rumo à pureza da música”</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 18:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16443" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a></p>
<p>Esta semana, a seção <strong>Eu Indico</strong> conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró de forma singular, sem se perder de suas raízes.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco “A Idade dos Metais”, primeiro álbum da banda <a href="http://www.ossertoes.rec.br/" target="_blank"><strong>Os Sertões</strong></a>, que traz à frente o cantor, compositor e instrumentista arcoverdense Clayton Barros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16441" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>O recorde de primeiro lugar do CD que mais tempo tocou no som do meu carro, exatos 6 meses, 12 dias e 18 horas é do disco “Highway 61 Revisited,” de Bob Dylan. Logo na sequência, um disco de música brasileira, de um sertanejo com olhos no mundo, chamado Clayton Barros.</em></p>
<p><em>Da primeira vez que meu velho Pioneer sugou “A Idade dos Metais” e ejetou o calibre de som d’Os Sertões, eu percebi que era um caso de amor inseparável. Ainda não muito pra sacudir a hegemonia do velho Zimmerman, mas de certo, acredite, a coisa era séria!</em></p>
<p><em>“A Idade dos Metais” foi girando em espiral e, como num sonho, eu pude visitar alamedas, bulevares e avenidas. Vi a chuva cair naquela velha mangueira do quintal, onde meu carro de lata pegava uma sombra, quando sombra havia. Pude ver também minha vida, sei nem quantas vezes, recomeçar do zero, e até me lembrar que Zé Ramalho é o Bob Dylan mais nordestino de Brejo do Cruz.</em></p>
<p><em>Ainda hoje esse disco d’Os Sertões toca no meu som, e toda vez que eu ouço aquele barulho de carro ligando dá pra ter certeza de que estamos numa viagem rumo à pureza da música. Seja na Highway 61 ou na BR 232, no caminho de Arcoverde</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco do disco &#8220;A Idade dos Metais&#8221;, da banda Os Sertões.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/45581432&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/0P5SEH8PsWA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Uma noite para lembrar Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 20:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire A Esplanada Guadalajara teve, nesta quarta-feira (24/7), uma noite linda de homenagens ao mestre Dominguinhos em todas as apresentações do palco. Os artistas Paulinho Groove, Adiel Luna, Os Sertões, Santanna e Maciel Melo, de uma forma ou de outra, prestaram homenagens ao músico, falecido . Santanna, quarta atração da noite, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4079" aria-labelledby="figcaption_attachment_4079" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-221.jpg"><img class="size-medium wp-image-4079" alt="Santanna (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-221-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Santanna (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">A Esplanada Guadalajara teve, nesta quarta-feira (24/7), uma noite linda de homenagens ao mestre Dominguinhos em todas as apresentações do palco. Os artistas Paulinho Groove, Adiel Luna, Os Sertões, Santanna e Maciel Melo, de uma forma ou de outra, prestaram homenagens ao músico, falecido .</p>
<p>Santanna, quarta atração da noite, além de apresentar os seus maiores sucessos e fazer o público forrozar mesmo embaixo de chuva e frio, separou uma parte do seu show para homenagear o mestre da sanfona. “Mesmo triste, a gente fica alegre por ele ter passado esse tempo com a gente e ter deixado essas músicas lindas”, contou emocionado o músico. “O cantador” ainda relembrou sucessos seus como Tamborete de Forró, Ana Maria e Pra nunca mais tu me deixar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4080" aria-labelledby="figcaption_attachment_4080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-4080" alt="Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Melo (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Maciel Melo, última atração da noite, trouxe para a Guadalajara um show especial de comemoração dos seus 30 anos de carreira, que também teve homenagens a Dominguinhos. “Mudei um pouco o repertório para poder homenagear ele.” Maciel contou que participou do penúltimo show do mestre sanfoneiro. “Eu cantei seus sucessos e ele me acompanhou na sanfona”, contou. Para ele, gente como Dominguinhos não é todo dia que se encontra. “Ele era um gênio, daquelas figuras que aparecem de 100 em 100 anos, mas não temos que ficar tristes, nós temos que continuar o seu trabalho e levar a sua música adiante.”</p>
<p dir="ltr">Homenagem</p>
<p dir="ltr">Sanfoneiros, amigos e músicos de Pernambuco se reuniram no palco para homenagear Dominguinhos cantando duas músicas do mestre, após o show de Santanna. O clima de emoção tomou conta da Guadalajara no adeus do público e dos artistas. Estiveram presentes na homenagem Irah Caldeira, Rogério Rangel, Andrezza Formiga, Roberto Cruz, Ronaldo César, Bruno Lins, além da Sociedade dos Forrozeiros Pé-de-Serra e Ai!.</p>
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