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	<title>Portal Cultura PE &#187; caboclinho</title>
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		<title>Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca mantém legado de Mestre Salú</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:15:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 19ª edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca do Brasil confirma a força da cultura popular, com apresentações gratuitas no domingo (2) e na segunda-feira (3) do período carnavalesco. A programação começa às 8h e segue por todo o dia, até às 17h, com grupos de maracatu, caboclinho, afoxé, coco e cavalo marinho. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116372" aria-labelledby="figcaption_attachment_116372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116372" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
<p>A 19ª edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca do Brasil confirma a força da cultura popular, com apresentações gratuitas no domingo (2) e na segunda-feira (3) do período carnavalesco. A programação começa às 8h e segue por todo o dia, até às 17h, com grupos de maracatu, caboclinho, afoxé, coco e cavalo marinho. O espaço conta com estacionamento e área gastronômica.</p>
<p>O evento conta com o apoio dp Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura de Olinda, e é promovido pela Casa da Rabeca. Com acesso totalmente gratuito, o espaço oferece gratuidade no estacionamento, segurança no local e venda de bebidas e alimentos.</p>
<p>A abertura do evento, no domingo (2), é com a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, seguida da Tribo de Índio Ubirajara Itapissuma, do Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, do Boi de Carnaval Boi Pintado, do Coco do Amaro Branco, do Afoxé Alafin Oyo, finalizando com o Maracatu Piaba de Ouro.</p>
<p>Já segunda-feira (2), além da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, apresentam-se: Maracatu Leão de Ouro, Clube Carnavalesco Tribo indígena Capinawa, Caboclinho índio Tupi Guarani, Índio Canindé Brasileiro de Itaquitinga e Tribo Indígena Orubá.</p>
<p>Criada pelo patriarca da família, o rabequeiro Mestre Salustiano, falecido em 2008, a Casa da Rabeca é um espaço multicultural mantido pelos filhos, netos e bisnetos do mestre preservando o legado deixado por ele. “É uma grande alegria para a família poder manter essa tradição compartilhando com todos que acreditam na força da cultura popular”, diz Pedro Salustiano, um dos organizadores do evento.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>19ª Carnaval Mesclado –</strong> <em>domingo (2) e segunda-feira (3) de Carnaval, das 8h às 17h, na Casa da Rabeca (Rua Curupira, nº 340, Cidade Tabajara, Olinda-PE). Entrada e estacionamento gratuitos. Mais informações: (81) 99606-0181</em></p>
<div id="attachment_116373" aria-labelledby="figcaption_attachment_116373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116373" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
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		<title>Teatros Arraial Ariano Suassuna e Fernando Santa Cruz recebem oficina Dança Palavra-Movimento</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 19:15:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nestas terça (14) e quinta-feira (16), acontece, em Olinda e no Recife, a oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias. A iniciativa propõe estimular à criação e à expressão artística em dança por meio do encontro entre palavra e movimento e dos passos encontrados nas manifestações populares do frevo, cavalo marinho, caboclinho e maracatu de baque virado. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115447" aria-labelledby="figcaption_attachment_115447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-‘Dança-Palavra-Movimento’-explora-a-expressão-artística-das-manifestações-populares-no-31º-Janeiro-de-Grandes-Espetáculos-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115447" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-‘Dança-Palavra-Movimento’-explora-a-expressão-artística-das-manifestações-populares-no-31º-Janeiro-de-Grandes-Espetáculos-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias</p></div>
<p>Nestas terça (14) e quinta-feira (16), acontece, em Olinda e no Recife, a oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias. A iniciativa propõe estimular à criação e à expressão artística em dança por meio do encontro entre palavra e movimento e dos passos encontrados nas manifestações populares do frevo, cavalo marinho, caboclinho e maracatu de baque virado. Ministrada pela dançarina Marcela Rabelo, a atividade faz parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>Na terça, a oficina é realizada, das 10h às 13h30, no Teatro Fernando Santa Cruz, em Olinda. Na quinta, no mesmo horário, a atividade ocorre no Teatro Arraial Ariano Suassuna, na Boa Vista. Durante a atividade os participantes são provocados a investigar possibilidades de mover para construir uma narrativa própria, recontando sua própria história por meio da dança, com elementos trazidos do espetáculo de dança da artista, que também está no festival com o espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada.</p>
<p>Clique para acessar o <a title="FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO: Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias do 31º JGE, edição 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6bqBUfOf_wyeR4qV_oufAcv9tKuidGSTLGKPy3eKlH3i80w/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a> on-line.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias -</strong> <em>terça-feira (14), das 10h às 13h30, no Teatro Fernando Santa Cruz (Varadouro, Olinda-PE); e na quinta-feira (16), no mesmo horário, no Teatro Arraial (Boa Vista, Recife-PE). Inscrições por meio de <a title="FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO: Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias do 31º JGE, edição 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6bqBUfOf_wyeR4qV_oufAcv9tKuidGSTLGKPy3eKlH3i80w/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a> on-line</em></p>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>Espetáculo de dança “Arreia” reverencia história e atualidade do Caboclinho</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 17:05:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/ARREIA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-109291" alt="ARREIA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/ARREIA-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Criado pelas artistas Iara Campos e Íris Campos, o espetáculo de dança Arreia faz duas apresentações gratuitas, sábado (6/4) e domingo (7/4), às 19h, na sede do Caboclinho 7 Flexas do Recife, no bairro de Água Fria, Zona Norte da cidade. O mestre Paulinho 7 Flexas assina a direção de criação do espetáculo, que leva para a cena o imaginário que compõe o caboclinho. As artistas têm uma relação longeva e atuante no brinquedo popular: elas integram o 7 Flexas há 20 anos.</p>
<p>Para contar as narrativas que povoam o caboclinho, Arreia se inspira no universo dos sonhos do brinquedo popular. As artistas partiram de depoimento do Mestre Zé Alfaiate, fundador do Caboclinho 7 Flexas do Recife &#8211; ele conta que, num sonho, recebeu a missão do Caboclo 7 Flexas, de quem era devoto, para criar a agremiação, que desde 2021 é Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que reverencia os antepassados do caboclinho, Arreia se situa no hoje, ao propor olhares de resistência das culturas indígenas dos povos do Nordeste. Manifestação ancorada nestas culturas e, principalmente, no culto à Jurema Sagrada, o caboclinho é, desde 2016, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p><em>Arreia</em> é a realização de um sonho, é o nosso desejo de honrar, enquanto integrantes, a história do Caboclinho 7 Flexas do Recife. O espetáculo nos liga às nossas memórias ancestrais”, diz Iara Campos. “É também a expressão do nosso carinho e respeito pelo Mestre Zé Alfaiate, da amizade e confiança em Paulinho 7 Flexas, filho de Mestre Zé, e a irmandade com todos que integram e integraram o Caboclinho”, completa Íris Campos.</p>
<p><strong>Circulação por Pernambuco</strong></p>
<p>Idealizado em 2020, durante a pandemia, para exibições online, Arreia foi redesenhado para plateias e inicia, pelo Recife, uma circulação de oito apresentações gratuitas, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco. Após a capital, o espetáculo ocupará o palco do Teatro Apollo, em Palmares, na Mata Sul, nos dias 12 e 13, às 20h, e em seguida, chegará à sede do Caboclinho Canidé de Goiana, nos dias 20, às 19h, e 21, às 18h. Em breve, também fará sessões em Pesqueira, no Agreste, em datas ainda indefinidas.</p>
<p>As cidades escolhidas estabelecem uma relação com o espetáculo: no caso do Recife e de Goiana, pela história do caboclinho &#8211; Goiana, aliás, é palco, durante o Carnaval, do principal encontro de caboclinhos. Já Palmares e Pesqueira integram o projeto pelas histórias de resistência, respectivamente, de povos pretos, no Quilombo dos Palmares, e de povos indígenas, na demarcação das terras do povo Xukuru, na Serra do Ororubá.</p>
<p>A luta dos povos indígenas, bem como a presença destes no contexto urbano, e a resistência da cultura popular serão assuntos discutidos pelas artistas com o público em bate-papos previstos ao final das apresentações.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr">Arreia - com Iara Campos e Íris Campos</p>
<p dir="ltr">Dias 6 e 7, às 19h - Sede do Caboclinho 7 Flexas do Recife (Travessa Dowsley, 66, Água Fria, Recife)</p>
<p dir="ltr">Dias 12 e 13, às 20h - Teatro Apollo (Rua da Conceição, s/n, Centro)</p>
<p dir="ltr">Dias 20, às 19h, e 21, às 18h - Sede do Caboclinho Canidé de Goiana (Rua Vicente Celestino, 221, Casa A, Nova Goiana, Goiana)</p>
<p dir="ltr">Todas as apresentações são gratuitas</p>
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		<title>Cortejo de Brincantes de Pernambuco agita a noite em Porto de Galinhas</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de encantar as ladeiras de Olinda na abertura oficial do Carnaval de Pernambuco, o Cortejo de Brincantes de Pernambuco chegou a Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, Litoral Sul do Estado, na noite desta sexta-feira (9). com oito representantes de diversas expressões culturais, como samba, caboclinho, coco, maracatu, afoxé e boi. A iniciativa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de encantar as ladeiras de Olinda na abertura oficial do Carnaval de Pernambuco, o Cortejo de Brincantes de Pernambuco chegou a Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, Litoral Sul do Estado, na noite desta sexta-feira (9). com oito representantes de diversas expressões culturais, como samba, caboclinho, coco, maracatu, afoxé e boi. A iniciativa é realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>O Cortejo de Brincantes levou à famosa praia o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba, Caboclinho Tapuia Canindé de Goiana, Boi Treloso do Recife, Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Afoxé Babá Orixalá Funfun, Urso Cangaçá de Água Fria, Pernas para Circular, a Tribo Indígena Carijós do Recife (Patrimônio Vivo), Mestra Cristina Andrade (Patrimônio Vivo) e Orquestra Raízes da Mata. O cortejo saiu da Alameda Luciano do Valle, seguiu pelo centro de Porto de Galinhas e terminou na Rua Beijupirá.</p>
<p>De Nazaré da Mata, o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, o mais antigo do País, com 106 anos de existência, levou sua história e beleza para as ruas de Porto de Galinhas. Uma das integrantes da organização do Cambinda, Josineide Bezerra da Silva, que também é manicure, falou sobre a experiência de levar sua cultura para o Litoral Sul: “Esse cortejo foi maravilhoso. Estamos sentindo um pouquinho de como vai ser nosso Carnaval. É com muita alegria que saímos de Nazaré da Mata, a Terra do Maracatu, para fazer com que as pessoas conheçam e valorizem mais nossa cultura em outras cidades”, explicou.</p>
<p>A presidenta da Escola Gigante do Samba, Marize Felix, destaca a importância de desfilar em um destino internacional: “Geralmente a gente não consegue estar em outros municípios e ficamos só no nosso território. Essa possibilidade faz com que outras pessoas, outras comunidades, conheçam o Carnaval Multicultural de Pernambuco. Acho muito importante esse tipo de trabalho. Rdtou muito feliz com a gestão, com o acolhimento, com o cuidado em fornecer alimentação para o grupo. Estou me sentindo gratificada. Como aqui tem pessoas do mundo todo, a visibilidade vai ser muito grande: nas redes sociais, no corpo a corpo, o sorriso, o contato. É diferente”, relatou, empolgada, com a experiência.</p>
<p>O Cortejo Brincantes foi criado com objetivo de promover um intercâmbio entre diversas manifestações culturais carnavalescas de todo o Estado possibilitando que turistas e a população em geral possam vivenciar uma imersão nas variadas expressões da cultura e da folia pernambucana.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Confira os outros municípios por onde o Cortejo dos Brincantes vai passar:</span></strong></p>
<p><strong>Arcoverde</strong><br />
10 de fevereiro</p>
<p><strong>Pesqueira</strong><br />
11 de fevereiro</p>
<p><strong>Itamaracá</strong><br />
12 de fevereiro</p>
<p><strong>Triunfo</strong><br />
12 de fevereiro</p>
<p><strong>Bezerros</strong><br />
13 de fevereiro</p>
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		<title>Saberes Carnavalizados leva cultura popular para estudantes de 50 escolas da rede pública</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 17:57:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108203" aria-labelledby="figcaption_attachment_108203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108203" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programa Saberes Carnavalizados leva cultura popular para as escolas</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 50 escolas de todas as regiões do Estado, de terça (6) a quinta-feira (8), o programa Saberes Carnavalizados. Neste período de retorno às atividades escolares, que coincide com a semana pré-carnavalesca, estudantes da rede pública de ensino têm contato com artistas e grupos da cultura popular em uma imersão de convivência direta com as manifestações mais representativas do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Idealizado pela Seduc em parceria com a Fundarpe, Saberes Carnavalizados foi projetado com o objetivo de tornar público, dar visibilidade, valorizar e fomentar o acesso gratuito à comunidade escolar de 50 instituições de ensino da rede estadual, distribuídas entre as 16 regionais, do trabalho realizado por agremiações culturais de Pernambuco das seguintes modalidades: clubes de frevo, blocos de pau e corda, clubes de boneco, caboclinhos, afoxés, maracatus de baque solto, maracatus de baque virado, ciranda, samba de véio, escolas de samba, tribos de índios, bois, ursos, grupos de mascarados, entre outras formas de expressão. As atividades acontecem, de 6 a 8 de fevereiro, em 50 escolas indicadas pelos gestores das 16 GREs integrando a programação pedagógica-cultural das instituições.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm com relação ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar os nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os diferentes por meio de uma ação coletiva.</p>
<p>A ação parte de apresentação dos personagens e do histórico do grupo por um representante da agremiação à comunidade escolar, em formato de roda de conversa, numa área de convivência na unidade escolar. A atividade é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, toda a comunidade é convidada a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias pré-concebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Saberes Carnavalizados tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo, porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>Dia dos Caboclinhos celebra a ancestralidade indígena deste Patrimônio Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 13:25:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100109" aria-labelledby="figcaption_attachment_100109" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/ FUndarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/laisdomingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-100109" alt="Laís Domingues/ FUndarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/laisdomingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os movimentos de lutas guerreiras e da caça indígena fazem parte dos passos de dança do Caboclinho</p></div>
<p>O ano era 1645 e o dia, o mesmo de hoje: 30 de março. Acontecia, na Aldeia de Itapissirica, hoje município de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco, uma assembleia indígena, reunindo diversos povos da região. Em pleno Brasil Colônia, as populações originárias já se viam sob grandes ameaças e sentiam a necessidade de se unir para manter sua sobrevivência. Mais de 370 anos se passaram e esta data continua sendo um marco da luta indígena em todo o território nacional e também para o Caboclinho, expressão cultural nordestina que é Patrimônio Imaterial do Brasil e tem sua origem nas tradições indígenas.</p>
<p>A jurema, o toré, os movimentos de lutas guerreiras e da caça nos passos de danças, as loas e toadas. A ancestralidade indígena ecoa em toda a preparação e em todos os movimentos dos caboclinhos. É ela que une os mais de 70 grupos presentes em Pernambuco, que costumam se reunir anualmente no Encontro Estadual organizado pelas associações junto à Fundarpe por volta do mês de abril. A grande festa deste ano ainda está sendo planejada, mas já nesta quinta (30) acontece o Seminário Estadual de Caboclinhos e Índios, organizado pela Associação Carnavalesca dos Caboclinhos de Pernambuco. O encontro é aberto ao público, das 8h às 12h, e reúne representantes de grupos de caboclinhos do Recife, da Região Metropolitana e da Mata Norte.</p>
<p>Para o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, esses encontros e celebrações coletivas são de extrema importância para a salvaguarda do caboclinho no Estado. “Os grupos costumam se apresentar historicamente durante o período carnavalesco, após a realização das celebrações individuais de cada grupo, que passam pela preparação religiosa individual e coletiva dos seus brincantes”, explica. O pesquisador lembra ainda do marco que foi o Inventário Nacional de Referências Culturais do Caboclinho de Pernambuco, realizado entre 2011 e 2013, que permitiu que a manifestação recebesse o título do Iphan em 2016.</p>
<p>“Desde a produção do inventário, que subsidiou a instrução do Registro do Caboclinho como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan, a Fundarpe e a Secult têm apoiado evento dos grupos e associações dos caboclinhos, priorizado a contratação destes no Ciclo Carnavalesco, no Festival de Inverno de Garanhuns, Fenearte e outros eventos apoiados, além de garantir o acompanhamento técnico da Coordenadoria de Patrimônio Imaterial, no desenvolvimento das diretrizes e do plano de salvaguarda do Caboclinho de Pernambuco.”</p>
<div id="attachment_100111" aria-labelledby="figcaption_attachment_100111" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/jorgefarias.jpg"><img class="size-medium wp-image-100111" alt="Jorge Farias/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/jorgefarias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O caboclinho de Pernambuco é Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Iphan</p></div>
<div id="attachment_100112" aria-labelledby="figcaption_attachment_100112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/priscillabuhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-100112" alt="Priscilla Buhr/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/priscillabuhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiros registros do Caboclinho datam de 1903, mas origem é mais antiga</p></div>
<p><strong>Manutenção do legado indígena</strong></p>
<p>Os primeiros registros dos caboclinhos no Estado datam de 1903, mas não há como definir este período como o de nascimento da expressão cultural. É muito provável que esta manifestação popular tenha se originado anos antes, como boa “tradição ameríndia nordestina”, como definiu Mário de Andrade. Na década de 1930, o poeta e pesquisador lançou sua famosa Missão de Pesquisas Folclóricas que percorreu o Nordeste com o intuito de registrar danças e músicas tradicionais. “De todas as danças dramáticas que vi, os caboclinhos são o único bailado verdadeiro”, escreveu.</p>
<p>E é justamente essa ancestralidade, esse aspecto tão genuíno e secular que, junto às penas coloridas das indumentárias e aos passos ligeiros e hipnóticos da dança, que chamam tanto a atenção no caboclinho. Para Jeane Gonçalves Ferreira, brincante e presidente do grupo União 7 Flexas de Goiana, a missão de manter vivo o legado de todos que vieram antes é muito forte. Junto ao Sete Flexas do Recife, Carijós do Recife e ao Tribo Canindé do Recife, o União Sete Flexas de Goiana é Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>“Não podemos deixar nossos ancestrais serem esquecidos. Temos essa questão espiritual e religiosa muito forte no Caboclinho. Quem fundou o União foi meu pai, que era medium e vivia aparecendo para ele um caboclo de 7 flechas. Ele já faleceu e hoje dou continuidade a seu trabalho dentro do nosso grupo. Assim como meu pai, carrego essa simbologia comigo, no nosso ritual da caçada do bode na madrugada do Sábado de Zé Pereira e depois do Carnaval quando fazemos a doação da colheita para os caboclos em forma de agradecimento pela paz e prosperidade.”</p>
<p>Saiba mais sobre a tradição dos Caboclinhos com os documentários <a title="&quot;Cabocolino&quot;" href="https://vimeo.com/661970792" target="_blank">“Cabocolino”</a> (senha: joaodecordeira) e “Mestre Paulo 7 Flechas”, produzidos através da Lei Aldir Blanc, com incentivo da Secult-PE:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CB5oTFVqA4A" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caboclinho é Patrimônio Cultural do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 22:21:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O ritmo simboliza a memória da resistência das populações indígenas e também dos povos africanos escravizados. Estima-se que atualmente existam em média setenta grupos de caboclinhos em Pernambuco. Confira a matéria especial que a TVPE produziu sobre o Caboclinho.</p>
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		<title>João Lin e Hassan Santos exibem performance &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; no YouTube</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 12:08:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; não existe ensaio. No projeto de livre improvisação dos multiartistas João Lin e Hassan Santos, todo encontro é “valendo” e todo o rascunho é obra. Desde 2017 experimentando nas fronteiras entre as artes visuais e sonoras, a dupla lançou no último sábado (19), sua primeira videoperformance, no YouTube. Ao longo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S2txnf9sCPE" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; não existe ensaio. No projeto de livre improvisação dos multiartistas João Lin e Hassan Santos, todo encontro é “valendo” e todo o rascunho é obra. Desde 2017 experimentando nas fronteiras entre as artes visuais e sonoras, a dupla lançou no último sábado (19), sua primeira videoperformance, no YouTube.</p>
<p>Ao longo dos últimos quatro anos &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; já passou por espaços como a Galeria MauMau e o bar Iraq, propondo momentos de imersão que rompem as barreiras tradicionais entre artistas, obra e público. Com financiamento dos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conseguiu um fôlego para experimentar também dentro do campo da videoarte. “Nesse ano de pandemia, o projeto precisou seguir sem público presencial. O formato de vídeo nos permitiu continuar o improviso e o erro somando outra linguagem”, comenta João Lin.</p>
<p>O vídeo de aproximadamente 10 minutos mescla registros da jam musical gravada em fevereiro no ateliê de Lin, em Olinda, com diversas interferências visuais. Na montagem psicodélica do artista experimental Grilowsky, veem-se desde projeções nos corpos dos artistas a ilustrações e pequenas animações. O som, captado e mixado por Catharine Pimentel, revela-se em texturas variadas tendo o baixo (Lin) e a guitarra (Santos) como base e as distorções, ruídos e sintetizadores como recursos.</p>
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