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	<title>Portal Cultura PE &#187; caboclo de lança</title>
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		<title>Fundarpe e Secult-PE celebram o Dia das Crianças com ilustrações inéditas para colorir</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120720" alt="CAPA_ILUSTRA(2)(2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22-409x486.png" width="409" height="486" /></a></p>
<p>Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, Pernambuco é feito de cores, ritmos e histórias únicas. De cada canto do Estado brotam personagens, tradições e símbolos que formam um grande mosaico cultural vivo, diverso e cheio de encantamento.</p>
<p>Ao colorir estas páginas, você também faz parte dessa tradição! Vai conhecer figuras como Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, os Caretas de Triunfo, os Caiporas de Pesqueira, Caboclos de Lança, La Ursa, do Palácio Campo das Princesas e do Cinema São Luiz. Mais do que um passatempo, este é um convite para celebrar nossas raízes e descobrir, brincando, o orgulho de ser pernambucano em todas as idades.  Essa ação convida crianças e famílias a conhecerem mais  desse universo, mergulhando em expressões que fazem parte do nosso cotidiano. Aqui, cada traço e cada cor ajudam a contar a história de um povo criativo, alegre e cheio de imaginação.</p>
<p>Baixe <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-1-1.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-2.pdf">aqui</a> e<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-3.pdf"> aqui</a> todas as ilustrações para imprimir e colorir do seu jeito.</p>
<p><strong>Caretas de Triunfo</strong><br />
Em Triunfo, Serão do Pajeú, vivem os Caretas, figuras grandiosas que desfilam pelas ladeiras da cidade com suas máscaras e roupas coloridas. A gente sabe que eles estão chegando porque de longe se escuta os chocalhos pendurados nas tabuletas que usam como cinto e dos relhos, nome dado aos chicotes. Tradição única no Estado, os Caretas de Triunfo existem há mais de 100 anos. Em 1917 um home foi excluído de uma festa de Reisado porque tinha bebido demais. Irritado com a situação, ele colocou uma máscara e saiu pelas ruas fazendo barulho e sem ser reconhecido. A moda pegou e outras pessoas começaram a se vestir de forma extravagante saindo pela cidade de forma anônima, criando grupos e transformando ao longo dos anos um fato que poderia ter sido isolado em uma das maiores tradições culturais do Carnaval de Pernambuco.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong><br />
Na Ilha de Itamaracá, Lia canta e o mar responde. Seu nome verdadeiro é Maria Madalena Correia do Nascimento, mas o mundo a conhece como Lia, uma artista cirandeira que fez da beira da praia um palco e da ciranda um símbolo da cultura pernambucana. Desde os anos 1960, sua voz único ecoa entre o som das ondas e o batuque dos tambores, convidando todos a darem as mãos e girarem juntos. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, Lia de Itamaracá viaja o Brasil e o mundo, sendo uma embaixadora da cultura popular pernambucana. Dona de uma força ancestral, ela já atua há mais de seis décadas na música e transformou a ciranda em símbolo da identidade pernambucana, levando sua arte dos terreiros de areia à cena internacional, sem nunca deixar de ser filha da ilha e guardiã de sua cultura.</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Inaugurado em 1952, o Cinema São Luiz é um dos maiores ícones arquitetônicos e culturais do Recife. Localizado no coração da cidade, às margens do Rio Capibaribe, é um dos equipamento culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe. O Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, elerepresenta um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga</strong><br />
Do sertão de Exu para o mundo, Luiz Gonzaga levou o som da sanfona e o coração do Nordeste. De chapéu de couro e sorriso aberto, cantou o amor, a seca, o baião e a vida do povo sertanejo com uma verdade que atravessa gerações e continua influenciando todos nós até hoje, mais de 30 anos após sua morte. Conhecido como Mestre Lua e Rei do Baião, Gonzaga fez o Brasil dançar ao som de “Asa Branca”, &#8220;O Xote Das Meninas&#8221; e &#8220;Numa Sala de Reboco&#8221;, só para citar algumas de suas músicas mais mais conhecidas Ele foi, e continua sendo, umas das mais poderosas vozes do Nordeste e mostrou que nossa Região é resistência, poesia e música.</p>
<p><strong>A La Ursa</strong><br />
&#8220;A La ursa quer dinheiro, quem não dá é pirangueiro&#8221;. Quem nunca ouviu essa musiquinha, sendo cantada por crianças e adultos fantasiados de ursos? Personagem brincalhão que sai às ruas do Recife e Região Metropolitana na época do Carnaval, a La Ursa é um dos símbolos da cultura pernambucana. A tradição vem das antigas, com origem nas folias de reis, da cultura cigana e nas festas populares do interior. Fantasiado com roupa peluda e máscara de urso, o personagem mistura medo e riso. No meio da multidão, a La Ursa é o lembrete de que o Carnaval de Pernambuco é, acima de tudo, invenção e liberdade.</p>
<p><strong>Caboclo de Lança</strong><br />
Brilho, força e ancestralidade. O Caboclo de Lança é um dos personagens mais marcantes do Maracatu Rural. Com sua lança adornada de fitas, a gola colorida e o rosto coberto por uma máscara, ele desfila com imponência, guardando os segredos e a mística de sua tradição nascida no início do século 20 na Zona da Mata de Pernambuco, entre os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar. Cada passo é ritual, cada gesto tem peso e beleza. O som dos metais e o canto do mestres abrem caminho para esses guerreiros do campo, que dançam e enfrentam o cansaço com o mesmo orgulho de quem carrega séculos de história e resistência. Muito presentes na época do Carnaval, os Caboclos de Lança são um dos maiores símbolos culturais do Estado.</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
A Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife. Ele foi construído no século 19 (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São cinco salas de exposição, além de espaços educativas e administrativos. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado e um dos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Caiporas de Pesqueira</strong><br />
Os Caiporas de Pesqueira também são uma manifestação cultural popular do carnaval. Brincalhões e dançantes, eles são conhecidos por andarem vestidos de paletós coloridos, cabeças grandes feitas com estopa e um visual divertido e misterioso, que brinca com as proporções do corpo. Fazendo alusão às caiporas, figuras indígenas protetoras das matas, esse personagem nasceu nos anos 1960 em Pesqueira, na entrada do Sertão pernambucano, se tornou um símbolo de irreverência e resistência cultural no agreste do estado.</p>
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		<title>O caboclo Zé de Carro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 15:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando Zé de Carro começou a sambar maracatu, tinha só 15 anos. Mas já era um sonho antigo, que tinha sido diversas vezes tolhido pelo pai. Nascido e criado no Engenho Gambá, em Tracunhaém, na Zona da Mata, Zé via todos os homens da família brincando com uma ansiedade sem tamanho. Caboclo de lança experiente, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/04/ZeDoCarro.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/04/ZeDoCarro-607x402.jpg" alt="Chico Ludermir" width="607" height="402" class="alignnone size-medium wp-image-11922" /></a></p>
<p>Quando Zé de Carro começou a sambar maracatu, tinha só 15 anos. Mas já era um sonho antigo, que tinha sido diversas vezes tolhido pelo pai. Nascido e criado no Engenho Gambá, em Tracunhaém, na Zona da Mata, Zé via todos os homens da família brincando com uma ansiedade sem tamanho.</p>
<p>Caboclo de lança experiente, o feitor do mato Mané de Carro sabia que a brincadeira era violenta demais para uma criança e segurou a vontade do filho até que ele virasse homem. “Logo mais chega a sua oportunidade”, dizia.</p>
<p>Meses antes do Carnaval de 1969, Zé começou a observar que seu pai estava criando alguns animais para vender. Com o dinheiro, pouco a pouco, ia comprando os acessórios de duas fantasias. Num certo dia, quando o menino já não segurava mais de curiosidade para saber se a segunda fantasia era dele ou do irmão mais velho, o pai disse: “Este ano tu vai brincar comigo”.</p>
<p>O menino não se aguentou. Depois de ter colhido as rações dos animais, ficou tão contente que deu um abraço e um beijo no pai, bem durão. Era o que ele mais queria, brincar maracatu. Até chegar o Carnaval, Zé não largava o pé de Mané.</p>
<p>Quando chegou a sexta-feira, o pai preparou o banho pro filho e pediu para que, depois da água limpa, se molhasse com a água “preparada” e não se enxugasse. Zé fez tudo precisamente como o pai mandou. Tomou banho e não se enxugou, colocou o “celorão” (meião que fica por baixo da roupa), a fofa (bermuda colorida com franja) e a camisa, que foi cuidadosamente abotoada pelo pai. Colocou também o surrão nas costas (os sinos) e depois, com a tinta vermelha da semente seca de azacão, teve o rosto pintado por Mané. O cravo, “preparado” por um pai de santo, foi trazido embrulhado em um lenço branco para que ficasse macio e verde até o fim da brincadeira. “Ele mandou que eu saísse primeiro. Disse pra eu colocar o pé direito na frente. Depois ele saiu, fez a exibição na frente de casa. Nos juntamos e ganhamos o mundo”.</p>
<p>Zé lembra como se fosse hoje, mesmo depois dos 44 anos que se passaram. Naquele ano, assim como em vários outros que se sucederam, foi com o pai se apresentar nos engenhos vizinhos até a hora que chegava o transporte do Maracatu Cambindinha. Três dias de brincadeira, como manda a tradição. Domingo, segunda, terça e voltar pra casa ainda batendo sino.</p>
<p>Andou por muitos sítios respondendo as loas tiradas pelo mestre. O dinheiro o povo botava na bandeira. Cinco mil réis, dez mil réis, que eram contados na frente de todos. De comida, uns peixinhos miúdos chamados cambindas, que eram comidos misturados com farinha e sal. “A gente comia e brincava satisfeito. Brincava por amor. E hoje, esse tempo todo depois, continuo brincando maracatu, com orgulho”, conta Zé.</p>
<p>O tempo em que Zé virou caboclo de lança foi o mesmo em que o pai começou a mandá-lo pra palha da cana. Como o trabalho era muito pesado, arrumou suas malas silenciosamente e fugiu pra Olinda. “Quando pai foi trabalhar, eu recolhi a ração, peguei uma bolsa e fui embora. Nem avisei. Naquela época era &#8216;couro&#8217;, mesmo. Aí eu saí escondido. Quando ele chegou em casa, teve uma grande surpresa. Porque eu só ia voltar pra fazer visita”, lembra.</p>
<p>Em Olinda, Zé trabalhou como pedreiro no começo, depois em empresa de ônibus e, em seguida, numa firma de revestimentos, durante 17 anos. Mas não tinha um ano sequer que não ia pra Nazaré da Mata brincar Carnaval.</p>
<p>Aos 59 anos, Zé se prepara para o seu 44º ano de surrão nas costas. Muita coisa mudou desde que o menino brincou pela primeira vez. O maracatu ganhou a cidade, ficou mais enfeitado. As mulheres passaram a participar e a tradição de violência deu lugar ao maracatu como expressão artística.</p>
<p>Ele já é aposentado por motivo de saúde. Tem gastrite, úlcera, fez uma cirurgia de retirado do baço, tem diabetes e problema de fígado. “Eu sou impedido de fazer esforço. Mas o maracatu não é trabalho&#8230;”. Hoje ele também não precisa mais fugir da firma para brincar Carnaval, como fazia&#8230;</p>
<p>Nesse cenário, Zé de Carro herdou de João de Padre, em 1991, o mais antigo maracatu de baque solto. “Fiz um trato com o dono de que levaria o maracatu até a morte. Antes de ele morrer, ele me confiou essa responsabilidade”. Fundado em 5 de janeiro de 1918, o Cambinda Brasileira é a maior paixão de Zé.</p>
<p>Desde então, se esforça para manter o bloco erguido. Ao lado da mulher, Lúcia, administra as fantasias, a banda e os brincantes, para que tudo corra perfeitamente. Já está quase tudo pronto para a abertura do Carnaval do Cambinda Brasileira, que há quase cem anos acontece, no domingo, no Engenho Cumbe, zona rural de Nazaré da Mata. É lá onde seu Zé espera todos os componentes chegarem.</p>
<p>De lá, os 180 integrantes do grupo vão, em três ônibus e dois caminhões, se apresentar no Marco Zero, no Recife. E será mais um chance para Zé realizar seu maior sonho: ter seu maracatu como campeão do grupo especial do Carnaval. “Eu queria parar de brincar maracatu com esse prazer”, confessa. “Sentiria ainda mais orgulho por ser frenteiro da Cambinda.”</p>
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