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	<title>Portal Cultura PE &#187; Caçapa</title>
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		<title>DJ Vinícius Lezo elogia “Elefantes na Rua Nova”</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 15:23:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10007491_10203642353402321_7357625170417242655_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24371" alt="Flora Pimentel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10007491_10203642353402321_7357625170417242655_n-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>O convidado da semana do <strong>Eu indico</strong> é um dos nomes mais frequentes na noite recifense. O baixista e produtor musical <strong>Vinícius Lezo</strong> é também conhecido por ser DJ bastante requisitado nas festas da cidade (ele prefere dizer que “brinca de botar som”). Em seu set que agita as pistas noite afora, as “pedras” do 70’s, afrobeat, jazz, funk, jazz, old school, entre outras vertentes. Ele também é um dos idealizadores da festa a Noite do Agito Pesado e integrante da banda Pé-Preto, além de fazer parte do núcleo de DJs d’A Casa do Cachorro Preto.</p>
<p>Ao<strong> Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco <em>Elefantes da Rua Nova </em>(2011), primeiro álbum solo do instrumentista, arranjador e produtor Caçapa. O músico faz parte de uma geração de artistas como Siba, Isaar, Alesandra Leão e Maciel Salú, entre outros que tinham como linha mestra a utilização de referências das nossas tradições musicais populares. Em sua estreia solo, ele vem com um trabalho instrumental de robustez. Em oito faixas – são côcos, baianos, rojões e um samba – ele evidencia a presença marcante das violas, que ganham outras nuances, através da utilização de pedais de efeitos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/CacapaFinal001.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24479" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/CacapaFinal001-607x337.jpg" width="607" height="337" /></a></p>
<p>“<em>Acho bastante interessante a maneira como Caçapa revisita a música popular nordestina&#8230; Explorando bastante os arranjos, timbres e texturas principalmente. Usando distorções, delays, entre outras &#8220;modernidades” , se assim posso dizer. O que faz com que a música fique a cada faixa mais densa tanto na pegada, quanto no conceito. Em especial, me agradam bastante as músicas </em>Côco Rojão nº 3<em> e </em>Côco Rojão nº 2<em>. Outra particularidade de Caçapa é tratar sua obra com números, o que me lembra bastante Moacir Santos, com (o disco) </em>Coisas<em>, quando afirmava que suas músicas eram mesmo &#8220;coisas&#8221;, simplesmente coisas (risos)</em>”</p>
<p><strong>Ouça o disco <em>Elefantes da Rua Nova</em>, de Caçapa</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/799998&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Sagaranna lança CD “Véu do Dia” em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As brincadeiras e folguedos populares são a principal fonte de inspiração do grupo Sagaranna. Músicos brincantes, eles revisitam a tradição de forma singular, com o vigor e a leveza que nossas tradições carregam. Em celebração a essa vida de arte, melodia e poesia, os seis jovens músicos lançam, neste sábado (6), o seu primeiro CD, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/ENSAIO-BANDA-COMPLETA_-9.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18030" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/ENSAIO-BANDA-COMPLETA_-9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
As brincadeiras e folguedos populares são a principal fonte de inspiração do grupo <strong><a href="https://soundcloud.com/sagaranna" target="_blank">Sagaranna</a></strong>. Músicos brincantes, eles revisitam a tradição de forma singular, com o vigor e a leveza que nossas tradições carregam. Em celebração a essa vida de arte, melodia e poesia, os seis jovens músicos lançam, neste sábado (6), o seu primeiro CD, <em>Véu do dia</em>, com show na Praça Lauro Nigro (Olinda), a partir das 19h. O álbum tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura" target="_blank">Funcultura</a>.</p>
<p>Sagaranna tem três anos de estrada e vem se aprensentando em lugares como Recife, Olinda, além e outras cidades do Nordeste. A junção de Frank Sóstenes (percussões), Ju Valença (percussões e vocais), Rodrigo Félix (percussões), Rodrigo Samico (baixo, violões 7 cordas e viola 10 cordas), Thiago Martins (voz e rabeca) e Uana Mahin (voz e percussões). É essa formação que dá fôlego a um trabalho produzido com um amor nítido nas músicas do grupo, estabelecendo diálogos com a música ancestral fincada na Zona da Mata, revisitada com maestria pelos músicos.</p>
<p><em>Véu do dia</em> foi gravado no estudo Fábrica, na Várzea, com direção musical de Nilton Júnior e do próprio Sagaranna. O álbum conta com participações de Deco do Trombone, Públius Lentulus, Rodrigo Caçapa e do próprio Nilton Jr. O projeto incentivado pelo Funcultura inclui, ainda, um documentário sobre o processo de gravação do disco, dirigido por Dani Neves Xico Pessoa.</p>
<p><b>Abaixo, confira trecho do documentário e ouça a canção “Mar e Maré”, que está em Véu do Dia</b></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/IReigrx5Gtw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/152066349&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Véu do dia<em>, do Sagaranna</em><br />
Sábado (6), a partir das 19h<br />
Praça Lauro Nigro &#8211; Rua de São Bento (Próx. Mercado da Ribeira), Olinda – PE</p>
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		<title>Alessandra Leão lança EP “Pedra de Sal” na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 19:55:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cantora e musicista Alessandra Leão lançou, nesta quarta (5), o seu mais novo trabalho: o EP “Pedra de Sal”. Com cinco músicas, o projeto está disponível para download no site da artista e traz composições individuais de Alessandra, além de parcerias com Kiko Dinucci e toadas tradicionais de terreiros afro. “Pedra de Sal” tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cover.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16470" alt="cover" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cover-467x486.jpg" width="467" height="486" /></a></p>
<p>A cantora e musicista <strong>Alessandra Leão</strong> lançou, nesta quarta (5), o seu mais novo trabalho: o EP “Pedra de Sal”. Com cinco músicas, o projeto está disponível para download no <a href="http://www.alessandraleao.com.br/novo/" target="_blank"><strong>site da artista</strong></a> e traz composições individuais de Alessandra, além de parcerias com Kiko Dinucci e toadas tradicionais de terreiros afro. “Pedra de Sal” tem produção do músico Caçapa – que também marca presença nos arranjos – e é um lançamento da Garganta Records, em parceria com a YB Music.</p>
<p>Um novo começo, um mergulho dentro de si mesma, a bordo de um processo de construção e desconstrução do seu processo criativo. É assim que Alessandra dá o pontapé inicial ao novo projeto, a trilogia “Língua”. Dentro desse novo ciclo, Alessandra ainda lançará os EPs “Aço” e “Língua”. Em “Pedra de Sal”, a artista se lança em uma nova atmosfera sonora, onde elementos eletrônicos e guitarras ganham mais espaço para vestir letras que traduzem uma Alessandra mais visceral. Ainda assim, ela continua a ter a tradição presente no seu trabalho, como na faixa “Doutrina e Toque de Yemanjá”, uma recriação de toadas tradicionais do Babassuê de Belém do Pará e do Xangô do Recife.</p>
<p>O EP traz participações de Juçara Marçal, Rafa Barreto, Missionário José, Mestre Nico, Guilherme Kastrup, Sandra Ximenez e Lurdes da Luz.</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Lúcio Maia leva seu “Maquinado” ao Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 18:41:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Músico foi a segunda atração da noite, que também contou com Sambê, Arraial da Pavulagem e A Nata Por Cecília Almeida Em sua quarta noite, o Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns, localizado no polo Euclides Dourado, recebeu Maquinado, projeto de Lúcio Maia, guitarrista da banda recifense Nação Zumbi. A banda foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Músico foi a segunda atração da noite, que também contou com Sambê, Arraial da Pavulagem e A Nata</p>
<p>Por Cecília Almeida</p>
<div id="attachment_7251" aria-labelledby="figcaption_attachment_7251" class="wp-caption img-width-350 aligncenter" style="width: 350px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-79.jpg"><img class="size-full wp-image-7251" alt="Lúcio Maia, Maquinado (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-79.jpg" width="350" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Lúcio Maia, Maquinado (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Em sua quarta noite, o Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns, localizado no polo Euclides Dourado, recebeu Maquinado, projeto de Lúcio Maia, guitarrista da banda recifense Nação Zumbi. A banda foi a segunda atração da noite desta segunda-feira (16/7) e contou com a presença de um público fiel, que pôde interagir com o músico, cantando junto com ele os sucessos de sua ampla carreira musical. Além de Maquinado, também se apresentaram as bandas A Nata, Arraial do Pavulagem e o cantor Sambê.</p>
<p>O reggae foi o primeiro ritmo da noite, que começou às 18h. A banda garanhuense A Nata animou a multidão que começava a se acumular no Euclides Dourado. O grupo cantou composições próprias e também versões de grandes ídolos do reggae, como Bob Marley, sendo acompanhado pelos espectadores.</p>
<p>Quando Lúcio Maia subiu ao palco, para apresentar seu projeto solo, Maquinado, um grande público estava formado no local. Desde a abertura do show, que começou com “Jorge”, até o encerramento, com “Sem Conserto”, fãs de Maia vibraram e cantaram o seu repertório. “Foi um clima muito legal. Gostei que ele cantou músicas do primeiro CD, músicas do Mundo Livre, da Nação… Foi muito bom”, descreveu o estudante Reginaldo Viegas, 23.</p>
<p>Sobre Maquinado, Lúcio Maia diz que deseja levar o projeto à frente, mas espera por um momento mais tranquilo em sua carreira, para ter a oportunidade de amadurecer suas criações mais recentes. “Quero fazer isso com o coração”, afirmou. Ao falar do FIG, Lúcio considera essencial a iniciativa de descentralizar o acesso à cultura e levá-la para além das capitais. Ele ainda lembra que já esteve em diversas outras edições do Festival, acompanhando a Nação Zumbi e sua banda instrumental Os Cabulosos, dizendo estar feliz pela oportunidade de trazer, desta vez, o Maquinado.</p>
<p>Depois de Lúcio, a paraense Arraial do Pavulagem assumiu o Palco Pop. A banda, que tem suas raízes na cultura do boi-bumbá, colocou a multidão para dançar com sua mistura de ritmos regionais. Cheios de adereços coloridos, os integrantes do grupo fazem juz ao nome da banda, que faz referência ao pavão e brinca com aquelas pessoas que fazem de tudo para aparecer.</p>
<div id="attachment_7252" aria-labelledby="figcaption_attachment_7252" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-80.jpg"><img class="size-full wp-image-7252" alt="Sambê encerra a noite no Palco Pop. (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-80.jpg" width="597" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Sambê encerra a noite no Palco Pop. (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Para encerrar a noite, Sambê, recifense radicado no Rio de Janeiro, trouxe no repertório músicas de seu novo disco, “O mundo inteiro é dela”, cuja faixa-título abriu o show. O artista demonstrou sua versatilidade, circulando pelo frevo, maracatu, xaxado, samba, reggae e ritmos africanos.</p>
<p>Nesta terça-feira (17/7), os músicos que passam pelo Palco Pop são: Catarina Dee Jah, Tiê, Caçapa e Júnior Barreto.</p>
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		<title>Palco Pop recebe Junio Barreto nesta terça</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 18:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora paulista Tiê também é uma das atrações</p>
<p dir="ltr">Sete anos depois do lançamento de seu primeiro disco, o compositor Junio Barreto lança “Setembro”, seu novo trabalho. O show de divulgação do álbum será a última atração da terça-feira (17/7), no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Antes dele, se apresentam a pernambucana Catarina Dee Jah, a paulista Tiê e o compositor Caçapa.</p>
<p>Apresentando um trabalho autoral caracterizado por analogias entre ritmos populares brasileiros e universais, como cumbia e brega, Catarina Dee Jah promete divertir o público do Palco Pop com seu estilo espontâneo e debochado. A cantora é a primeira atração da noite e sobe ao palco às 18h.</p>
<p>Em seguida, é a vez da paulista Tiê encantar a plateia com sua voz suave e tranquila. Revelação da música popular brasileira contemporânea, a cantora traz dois álbuns na bagagem, tendo feito turnês internacionais para divulgar seu trabalho. Sua música possui um tom intimista, que deve combinar bem com o friozinho de Garanhuns.</p>
<div id="attachment_7247" aria-labelledby="figcaption_attachment_7247" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-78.jpg"><img class="size-full wp-image-7247" alt="O produtor Caçapa apresenta seu primeiro trabalho solo no Palco Pop. Foto: Divulgação." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-78.jpg" width="598" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor Caçapa apresenta seu primeiro trabalho solo no Palco Pop. Foto: Divulgação.</p></div>
<p dir="ltr">Caçapa será a terceira atração da noite. Depois de ter atuado como compositor, arranjador e produtor musical em vários discos, com artistas e linguagens musicais diferentes, ele lançou seu primeiro trabalho solo, “Elefantes na Rua Nova”, assumindo sozinho todo o processo de criação do disco. O álbum explora a percussão do coco de roda, gênero musical popular que sempre lhe chamou atenção, assim como o repente.</p>
<p>Para fechar a noite, o pernambucano Junio Barreto apresenta o show de “Setembro”, seu novo disco, lançado sete anos depois de seu primeiro álbum, homônimo, que teve músicas regravadas por Maria Rita e Gal Costa. O álbum é produzido por Pupillo, baterista da Nação Zumbi, que também colaborou com os arranjos. A apresentação do compositor está programada para iniciar às 21h.</p>
<p>Confira a programação completa:</p>
<p>Palco Pop – terça-feira (17/7)<br />
18h00 – Catarina Dee Jah<br />
19h00 – Tiê<br />
20h00 – Caçapa<br />
21h00 – Junio Barreto</p>
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