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	<title>Portal Cultura PE &#187; Café Preto</title>
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		<title>Cannibal saboreia &#8220;O gosto novo da vida&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem marca presença no Eu Indico desta semana é o músico Cannibal. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto. Ao Cultura.PE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23543" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem marca presença no <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o músico <strong>Cannibal</strong>. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o LP <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes. Um dos principais nomes da psicodelia nordestina (mais especificamente pernambucana), Lula é um ícone da música alternativa para gerações a fio. Neste álbum, de 1981, está o veneno da sua música, o rock que fez a cabeça de muita gente, inclusive a de Cannibal.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23544" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Conheci o Lula Côrtes no começo da década de 1990 em um evento chamado &#8216;Rock and Roll Circus&#8217;. Chega até mim um cara magro, barbudo, fala que me admira e diz que tem uma letra para mim e queria entregar. Sinceramente, eu não sabia quem era, mas fiquei muito feliz com suas palavras, um pouco alcoolizadas, mas com bastante sinceridade. Saquei que era um cara diferenciado. O tempo nos aproximou quando eu comecei a frequentar a Soparia e ele sempre estava cantando com uma banda chamada Má Companhia. Pronto! Conheci o Lula Côrtes rock’n’roll. </em><em>Sempre ouvia vários elogios a seu começo de carreira, sobre um disco super raro, com Zé Ramalho, chamado</em> Paêbiru,<em> e outras histórias no universo das artes plásticas.</em></p>
<p><em> Há 10 ou 15 anos, eu jogava uma pelada de futebol todas as segundas-feiras, em Olinda, com músicos, produtores, jornalistas e amigos dos amigos. Numa dessas noites, um amigo (Coca) me presenteou com um LP do Lula Côrtes. Fui para casa feliz com o presente, mas demorei a ouvir porque quase todo final de semana eu via Lula cantando com a Má Companhia.</em></p>
<p><em>Quando eu escutei o disco pela primeira vez, eu não acreditei! Era outra história, outra concepção, outra viagem: um disco psicodélico, ao mesmo tempo pop e super gostoso de ouvir, com letras sempre direcionadas ao cotidiano do artista, musicalidade rica, bons instrumentos e a descoberta que as misturas dos elementos percussivos e as influências dos ritmos regionais já tinham sido descobertas antes do Movimento Mangue.</em><br />
<em><br />
O gosto novo da vida é um LP maravilhoso, que mostra uma fase maravilhosa do Lula, em parcerias com Tito Lívio, Dom Tronxo, Edilson e José Rosas. Tem um encarte com rascunhos de letras feitas à mão, lápis e tintas, negativos de fotos pincéis e uma foto maravilhosa de lula em um sofá, CHEIO DE VIDA!!!!</em></p>
<p><em>Às vezes, quando escuto muito uma banda, um artista, eu fico com aquela inveja boa e digo: &#8216;Eu queria ter feito essa música!&#8217;(risos) E desse disco, </em>O gosto novo da vida<em>, eu queria ter escrito a música </em>Desengano”.</p>
<p><strong>Ouça <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x8c8k6D9AG4" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Ao som da música pernambucana, FPNC fecha com chave de ouro</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2014 10:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15326650148_b636a82513_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15361" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15326650148_b636a82513_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A música contemporânea de Pernambuco ficou em evidência neste sábado (11) durante a última noite de shows e da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão do Moxotó, realiza em Arcoverde. Quem subiu ao Palco Nação Cultural desta vez foram as atrações Lucas e a Orquestra dos Prazeres, Samba de Coco Trupê de Arcoverde, Café Preto e Lirinha, que se apresentaram diante de uma plateia imensa e ávida por um som gostoso de se ouvir. As expectativas foram atendidas e todo mundo caiu na dança madrugada adentro.</p>
<p>Revelação na música brasileira, com um som bastante amarrado conceitualmente, Lucas e a Orquestra dos Prazeres fizeram a abertura dos trabalhos no festival em grande estilo. O espetáculo do grupo é composto por uma mistura perfeita entre música, movimento e muita percussão. Ao todo, são 17 integrantes, contando com Lucas, que constroem uma sonoridade daquelas de levar a pessoa ao transe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15490127226_1523bda171_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15362 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15490127226_1523bda171_z-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Ao longo de sua vida Lucas teve o privilégio de entrar em contato com os ensinamentos de vários mestres e da própria família, ativista na formação cultural no Morro da Conceição. Lucas e Orquestra dos Prazeres é um trabalho no qual Lucas retorna ao início de sua caminhada e rebusca todo o ensinamento por ele adquirido. “A orquestra nasceu em 2009 e chega nesse momento depois de tanto tempo querendo fazer um espetáculo com essa atmosfera”, comemora o artista, que sempre que viaja para o exterior ou região do Brasil compra um instrumento pra somar no meu trabalho.</p>
<p>A segunda apresentação da noite ficou a cargo do Samba de Coco Trupê de Arcoverde, fundado em 2009, e que fez uma festa bonita no Palco Nação Cultural. Em vários momentos, o público acompanhou as canções com rodas de coco, sem arredar o pé momento algum. O Mestre Ciço Gomes, líder do grupo, interagiu várias vezes com o público relatando a trajetória do Coco em Arcoverde. Outro ponto alto da apresentação dos arcoverdenses foi a disputa numa dança de coco entre dois integrantes do grupo, com as típicas sandálias de madeira.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510150971_a1953f516d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15363 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510150971_a1953f516d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Bastante bem recebida pela plateia, a banda Café Preto mostrou que a cada show que faz fica melhor e mais entrosada tecnicamente. Segundo Cannibal, apesar das referências jamaicanas, não é uma banda de reggae, mas sim de dub com outros elementos, como samba. Sobre a participação no Festival Pernambuco Nação Cultural, pela primeira vez, Cannibal ressalta que o resultado obtido foi dos melhores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15512914492_c854074465_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15364 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15512914492_c854074465_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“A Café Preto é uma banda nova, mas com integrantes que já têm uma bagagem e estrada. A gente já sabe mais ou menos que caminho trilhar. Vim pra cá pra Arcoverde dentro do Festival Pernambuco Nação Cultural é algo que eu sei que muitas bandas querem, porque tem um som bom e um tratamento legal por parte da Fundarpe”, explica o cantor do Alto José do Pinho.</p>
<p>Mas a atração mais aguardada da noite foi Lirinha, que assim como o Samba de Coco Trupê de Arcoverde é nascido no município sertanejo e lá pavimentou os primeiros tijolos da sua carreira artística, ainda com o Cordel do Fogo Encantando. O show no Palco Nação Cultural foi uma oportunidade que ele teve para apresentar novamente na sua terra as músicas do seu disco solo, intitulado Lira (2011). Durante a apresentação, repleta de poesias e com a interpretação típica de Lirinha, o cantor fez uma homenagem à Ângela Rô Rô, que iria se apresentar junto a ele no palco. Em seguida, Lirinha cantou a música Renúncia, um dos principais sucessos de Rô Rô.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510169471_fc49790f4e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15365 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510169471_fc49790f4e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Minha Arcoverde, foi uma honra estar de volta. Muito obrigado ao Festival Pernambuco Nação Cultural pela oportunidade”, agradeceu Lirinha, que agora se prepara para lançar o segundo disco da carreira solo. “Agora estou finalizando o meu segundo CD, que se chamará Lira – Volume 2, com produção de Pupillo (Nação Zumbi) e previsão de lançamento no começo do ano que vem. Estou focando todas as minhas forças neste novo projeto”, comenta o cantor.</p>
<p>Para Severino Pessoa, presidente da Fundarpe, a avaliação sobre os shows em Arcoverde é bastante positiva. “O nível das atrações que tivemos no Palco Nação Cultural foi de alta qualidade. Tivemos na sexta (10), por exemplo, nada mais nada menos que Quinteto Violado e Amelinha. Foram shows que marcaram a noite. Neste sábado (11) encerramos com o Lirinha, um artista da terra que adquiriu respeito de todo o Brasil”, avalia Severino Pessoa.</p>
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