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	<title>Portal Cultura PE &#187; caio lobo</title>
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		<title>Objetos deteriorados são matéria-prima de expositor do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 01:32:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Afrontando os padrões do design atual, a única exposição do gênero na Casa Galeria Galpão desse ano, &#8220;Contrafluxo&#8221;, marca o início promissor da carreira do garanhuense Caio Lobo, que expõe ao público pela primeira vez seus móveis trabalhados manualmente. Lona velha, pinus mofado, ferro enferrujado&#8230; tudo que poderia ser visto como lixo ou desperdício serve [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Afrontando os padrões do design atual, a única exposição do gênero na Casa Galeria Galpão desse ano, &#8220;Contrafluxo&#8221;, marca o início promissor da carreira do garanhuense Caio Lobo, que expõe ao público pela primeira vez seus móveis trabalhados manualmente. Lona velha, pinus mofado, ferro enferrujado&#8230; tudo que poderia ser visto como lixo ou desperdício serve para dar vazão ao imaginário do artista, que crê que o design de móveis não deve ser padronizado, e sim, renovado. &#8220;<em>Comecei a me interessar pelo design de móveis há cerca de três anos, quando percebi que as possibilidades eram muitas e que não só as tendências podem render bons resultados</em>&#8220;, conta.</p>
<div id="attachment_27983" aria-labelledby="figcaption_attachment_27983" class="wp-caption img-width-445 aligncenter" style="width: 445px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Caio-Lobo.jpg"><img class="size-medium wp-image-27983" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Caio-Lobo-445x486.jpg" width="445" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O designer Caio Lobo, natural de Garanhuns</p></div>
<p style="text-align: left;">Há muito mais tempo, no entanto, Caio vivenciava o design. Sua mãe é dona de uma antiga loja de artigos de decoração e móveis em madeira da cidade e, durante toda a infância e início da fase adulta, Caio conviveu com as mais diversas formas de arte e criação. Apesar da influência da família e da terra natal, foi preciso mudar de ares para seguir os rumos desejados. &#8220;<em>A loja existe desde antes de eu nascer e aprendi muito por causa disso, mas atualmente vivo em São Paulo, onde pretendo seguir no design e consolidar minha linha de móveis, com peças únicas, feitas à mão e que fujam do que estamos acostumados a ver atualmente</em>&#8220;, diz.</p>
<div id="attachment_27984" aria-labelledby="figcaption_attachment_27984" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Contrafluxo.jpg"><img class="size-medium wp-image-27984" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Contrafluxo-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição também contou com a participação de artistas visuais</p></div>
<p>As dez peças são únicas e, a exemplo da inusitada Cadeira Marionete, têm chamado a atenção do público. Para ajudar no conceito da exposição, a primeira individual de sua linha de móveis, o artista chamou os pintores Glauber Arbós e Bozó Bacamarte, também pernambucanos, que realizaram intervenções visuais na instalação, que pode ser conferida até o dia 25 de julho, na Casa Galeria Galpão, e através da <a title="fanpage" href="http://www.facebook.com/caiolobomoveis" target="_blank">fanpage</a> do artista, que também estará presente na Design Week da capital paulista, de 12 a 16 de agosto.</p>
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		<title>Dezesseis exposições movimentarão a Casa Galeria Galpão durante o FIG</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 22:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27147" aria-labelledby="figcaption_attachment_27147" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-27147" alt="Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposições, a Casa Galeria Galpão será ocupada com performances e uma roda de diálogo</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances e uma roda diálogo sobre arte contemporânea, com os artistas visuais Beth da Mata e Marcelo Silveira, no primeiro dia de funcionamento. A abertura oficial da Casa acontecerá no dia 19/7,  e as atividades vão seguir até o dia 25/7, das 16h às 21h.</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong><br />
&#8220;A maioria dos artistas escolhidos para expor na Galeria Galpão foi ranqueada e pontuada pela Comissão de Análise de Mérito &#8211; criada especialmente para o FIG 2015. Convidamos um ou outro participante, como Paulo Meira, para integrar nossas exposições e, dentro da própria Comissão, surgiu a ideia de promover uma atividade de formação com os artistas, que batizamos de <em>Diálogo Ex-Positivo</em>. Esse bate-papo com os artistas Beth da Mata, Marcelo Silveira e o nosso coordenador, Márcio Almeida, tratará sobre temas ligados à arte contemporânea e, prioritariamente, com questões que são primordiais na produção/proposição de um projeto nessa área&#8221;, disse Ellen Meireles, assistente da Coordenadoria de Artes Visuais, sobre a programação.</p>
<p>Nas salas e nos vãos da Casa Galeria Galpão, os visitantes vão poder ver a exposição <em>Sonhadores</em>, de Daaniel Araújo, que apresenta como eixo temático o sonho e a dimensão do sonhador. No espaço, ele irá apresentar uma mostra que trará representação de pessoas adormecidas, em quatro painéis inéditos, e outros elementos que remetem ao ato de sonhar. Além disso, durante o festival, o artista recolherá, através de arquivos de áudio coletados pelo<em> Whatsapp</em>, com os visitantes do FIG, narrativas de histórias sonhadas, que serão reproduzidas durante os dias em que a instalação estiver montada. &#8220;As pessoas podem enviar, desde já, seus sonhos através deste número (81)99814.7335. Como quero que as pessoas partilhem de uma experiência coletiva, esses áudios serão reproduzidos no meio da sala, tal qual fosse uma conversa entre quem mandou o arquivo e quem irá conferir a mostra&#8221;, disse Araújo.</p>
<p>Outro destaque é o intercâmbio que irá acontecer entre os artistas Adones Valença e Paulo Meira, na instalação <em>work in progress</em> <em>Sesibicidades</em>. Iniciada em 2013, o trabalho surgiu a partir de um mapeamento da área central de Garanhuns, e resultou em diversas criações que, através do universo popular, questionam o entendimento do que é arte na contemporaneidade. &#8220;A presença de Paulo Meira, como convidado dessa experimentação artística, visa promover um dialógo entre a obra de cada um deles e também assegurar o conceito work in progress proposto por Adones à curadoria. Eles adoraram a ideia e já estão trocando ideias sobre o que vão exibir por lá&#8221;, adiantou Ellen.</p>
<p>Já os artistas pernambucanos Marcela Camelo, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins e Bruno Vieira irão mostrar, em <em>Para vender Utopias</em>,  um combo de exposição, performances, instalações e intervenções urbanas que, com elementos da rua, promoverão uma ponte a Casa Galeria Galpão e os espaços públicos de Garanhuns. &#8220;Somos um grupo de quatro artistas que, embora tenhamos propostas de trabalhos completamente diferentes, encontram na rua e no comércio, por isso o nome <em>Para vender Utopias</em>, substrato para suas artes. Queremos estabelecer uma conexão entre o que acontece na rua e a Casa Galeria Galpão&#8221;, contou Marcela Camelo.</p>
<p>Entre as performances e intervenções programadas, estão: a do artista Roberto Jaffier, que, no dia da abertura do espaço (dia 19/7, às 19h), irá mostrar um extrato de sua instalação <em>Criador de Memórias</em>, a partir de dispositivos sonoros e projetivos; a intervenção urbana de Leandro Iván Oliván, <em>Contato Sonoro</em>, que acontecerá no entorno da Casa Galeria Galpão (dia 19/7, às 18h30), e estabelecerá a condutividade dos corpos humanos, através de contatos na mesma frequência; e <em>Não estou aqui</em>, do artista garanhunense Clóvis Teodorico (dia 19/7, às 16h), que realizará várias intervenções pelas ruas e principais polos da cidade. Destaca-se ainda a exposição <em>Olhar</em>, do artista Rubens Costa, de Garanhuns, que fará um passeio por diversos momentos de sua trajetória artística.</p>
<p><strong>Design e Moda<br />
</strong>A Casa Galeria Galpão também abrigará cinco exposições de Design e Moda: <em>Lendas Vivas</em>, do artista potiguar Andrey Salvador;<em> Estampado na Cidade</em>, de Thalita Medeiros (Goaiana/PE); <em>ContraFluxo</em>, de Caio Lobo (Garanhuns/PE); <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, de Zé Lucas (Garanhuns/PE); <em>Tempo Grão</em>, de Katarina Barbosa (Garanhuns/PE). &#8220;Assim como em Artes Visuais, grande parte dos nossos trabalhos selecionados para o FIG 2015 foram escolhidos pela Comissão (de Análise de Mérito Cultural). Para dar uma equilibrada entre moda e design, o único artista que convidamos foi o jovem garanhunense Caio Lobo, que apresentará uns móveis conceituais que produz desde muito novo&#8221;, disse Ana Lira, assistente da Coordenadoria de Design e Moda.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27242 aligncenter" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a></p>
<p>&#8220;Essa é a primeira vez que apresento meu trabalho em Pernambuco. E não vou negar que estou bastante ansioso com a receptividade do público. Espero que os visitantes gostem dos <em>looks</em> que criei inspirados nas lendas contadas no Nordeste&#8221;, disse Andrey Salvador, responsável pela mostra <em>Lendas Vivas</em>. Com dez peças, o designer, que é do Rio Grande do Norte, criou uma exposição baseada em vários contos da cultura popular, como Viúva Machado (RN), a Mulher de Branco, o Carro de Boi, a Coruja da Igreja Matriz (presentes e contadas de diferentes formas em vários Estados nordestinos) e a Cobra da Lagoa de Extremoz (RN). &#8220;Usei penas, tecidos leves e fluídos, como algodão e seda, e tecidos mais estruturados, como organza e camurça, para recriar roupas que, embora não sejam tipicamente características dessas regiões, dialogam bem com o imaginário dos espaços onde essas lendas são contadas&#8221;, disse Salvador.</p>
<p>Em <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, do garanhunense Zé Lucas, os visitantes poderão conferir uma mostra que apresenta a maquiagem não só como uma forma de embelezamento, mas também de adorno e expressão artística. A ação conta com fotos e vídeos das maquiagens criadas para o projeto, assim como uma ferramenta na qual o público poderá interagir.</p>
<p>Também de Garanhuns, a designer Katarina Barbosa criou, para <em>Tempo Grão</em>, uma peça que usa a memória como referência. &#8220;Esse look foi criado a partir de um poema da autora pernambucana Cida Pedrosa, <em>Grace</em>, contido no livro <a href="http://www.interpoetica.com/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1368&amp;catid=0" target="_blank"><strong><em>As Filhas de Lilith</em></strong></a>, que retrata a história de quatro gerações de mulheres, através do café. O café é o link, é o canal da memória afetiva, que liga a vida dessas personagens, desde a colheita do grão ao café expresso servido no copo descartável&#8221;, disse sobre o projeto que pretende transformar numa coleção. &#8220;Essa primeira é parte de um projeto que quero criar e lançar em janeiro do ano que vem. Como sou do interior, pretendo criar um vídeo-fashion do processo de criação dessa coleção e, assim, alcançar mais pessoas e oferecer ao trabalho uma perenidade maior&#8221;, adiantou.</p>
<p>Único convidado da área de Design e Moda, o designer Caio Lobo irá mostrar que é possível misturar artes plásticas à criação de móveis, em <em>ContraFluxo</em>. Com 28 anos, o artista de móveis, como prefere ser definido, exibirá suas peças que utilizam materiais e técnicas pouco comuns ao universo do design de produtos, e mostrará que é possível fugir da convencionalidade quando o assunto é design de produtos.</p>
<p>Na exposição/intervenção<em> Estampado da Cidade</em>, a designer goianense Thalita Medeiros propõe uma ação de vivência em que os participantes poderão observar de maneira mais cuidadosa as peculiaridades e o patrimônio material de Garanhuns, através de uma visita guiada por um morador da cidade. Os participantes irão fotografar os aspectos que lhes chamaram atenção, e que podem ser analisados e transformados em moldes para aplicação em diversas superfícies por meio da técnica de estêncil. Por fim, o resultado desses moldes vão formar um painel que será construído para ser exposto na Casa Galeria Galpão.</p>
<p><strong>Fotografia</strong><br />
Na área de fotografia, a Casa Galeria Galpão receberá três mostras e um projeto interativo: <em>No Sertão dos Gerais</em>, da jornalista e fotógrafa paulista Ana Caroline de Lima; <em>Vivências: Pernambuco &#8211; Alagoas</em>, de Luciana Ourique; <em>A Praia</em>, da pernambucana Marina Feldhues; e o <em><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank"><strong>@FIGmatik</strong></a></em>, do recifense Iezu Kaeru.</p>
<div id="attachment_27246" aria-labelledby="figcaption_attachment_27246" class="wp-caption img-width-546 aligncenter" style="width: 546px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Caroline de Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27246" alt="Ana Caroline de Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao-546x486.jpg" width="546" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><em>No Sertão dos Gerais</em> retrata a vida dos moradores de seis municípios mineiros</p></div>
<p>Premiado como melhor Ensaio Documental e Melhor Imagem Individual, no 2º Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes, de Alagoas, <em>No Sertão das Gerais</em>, de Ana Caroline de Lima fez um mapeamento imagético dos moradores das regiões Norte e Noroeste de Minas Gerais, a fim de descobrir como eles têm feito para se desvencilhar da seca que tem ultimamente assolado essas áreas. &#8220;Esses moradores viam, nas veredas que haviam nessas regiões, uma garantia de sobrevivência &#8211; caracterizada por solos pantanosos e cercados de vegetação nativa. As veredas costumavam ser conhecidas como as caixas d&#8217;água do Sertão e, hoje, com essa seca, essas áreas estão cada vez mais raras. Os moradores dos municípios de Januária, Urucuia, Bonito de Minas, Arinos e Riachinho e do vilarejo de Ribeirão de Areia, outrora berços de grandes veredas, atualmente têm de andar longas distâncias à procura de água. Quis percorrer esses vilarejos do sertão mineiro para retratar e conhecer personagens que transmitam o espírito sertanejo de resiliência e a forma que eles encontraram para se adaptar à falta d&#8217;água&#8221;, disse Ana Caroline a respeito das 20 imagens que exibirá no FIG.</p>
<p>Pensado especialmente para essa 25ª edição do Festival de Inverno, o projeto interativo <em><strong><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank">@FIGmatik</a></strong></em>, de Iezu Kaeru, revela/apresenta/discute as mudanças pelas quais a fotografia vem passando nesses últimos anos, graças à popularização dos dispositivos móveis, como smartphones e máquinas digitais, e às redes sociais. &#8220;Através do <em>Instagram</em>, rede de compartilhamento de fotos, o <em>FIGmatik</em> irá fotografar as pessoas de um modo criativo, durante o Festival, tanto moradores quanto turistas, utilizando a técnica do retrato. Os muros de Garanhuns servirão como pano de fundo das imagens que serão publicadas diariamente na nossa conta no Instagram. Utilizando um iPhone 6, irei abordar pessoas nas ruas, criar retratos e estabelecer um diálogo explicativo sobre a obra, bem como estimulá-las a compartilhar seus retratos com a <a href="http://www.portugues.com.br/gramatica/para-que-serve-uma-hashtag.html" target="_blank"><em><strong>hastag</strong></em></a> #FIGmatik. A ideia é estimular essa interação entre os moradores de Garanhuns com sua própria cidade, com sua arquitetura, seus habitantes, seus hábitos e, principalmente, sua cultura e identidade&#8221;, afirmou Iezu. Os retratos do projeto serão materializados num catálogo, que será distribuído gratuitamente no dia do encerramento da Casa Galeria Galpão. &#8220;Queremos materializar numa publicação impressa a memória do Festival retratada por vários olhares&#8221;, finalizou o idealizador.</p>
<div id="attachment_27250" aria-labelledby="figcaption_attachment_27250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Feldhues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4.jpg"><img class="size-medium wp-image-27250" alt="Marina Feldhues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Doze imagens comporão a exposição <em>A Praia</em>, da recifense Marina Feldhues</p></div>
<p>Propondo-se a fugir do que estamos acostumados a ver sobre imagens do mar e lugares paradisíacos, a fotógrafa pernambucana Marina Feldhues, na inédita <em>A Praia</em>, criou uma série fotográfica tal qual a praia se apresenta em seus sonhos: &#8220;densa, misteriosa, quase outro planeta, outra dimensão&#8221;. &#8220;Como se trata de uma mostra cuja temática tem um cunho bem pessoal, criei uma atmosfera bem onírica, da qual a localização de tomada das fotos não são reveladas, justamente para não passar a ideia de um ensaio fotográfico de uma praia específica e, sim, um ensaio que estabelecesse um conceito de praia do qual estamos desabituados a ver por aí&#8221;, afirmou sobre as 12 imagens que compõem sua mostra.</p>
<div id="attachment_27438" aria-labelledby="figcaption_attachment_27438" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Pietra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436.jpg"><img class="size-medium wp-image-27438" alt="Amanda Pietra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra <em>Seu Abílio</em> revela o dia a dia de um agricultor</p></div>
<p>A fotógrafa Amanda Pietra, de Garanhuns, apresentará a exposição <em>Seu Abílio</em> que mostra a compreensão da força do agricultor que se expressa tão forte nas marcas absorvidas em pele, no decorrer do seu envelhecimento e trabalho árduo. &#8220;A exposição tem como objetivo levar aos olhos do público além de calos, enxadas, seca e fome, o entendimento de que homem tem com seu mundo e realidade, a sobrevivência, com um olhar que só ele compreende, onde seus calos são relatos da consciência de sua sabedoria&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_27252" aria-labelledby="figcaption_attachment_27252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luciana Ourique/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique.jpg"><img class="size-medium wp-image-27252" alt="Luciana Ourique/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Inédita em nosso Estado, a mostra Vivências: Pernambucos-Alagoas já foi exibida no Museu da Imagem e do Som (MISA)</p></div>
<p>Por fim, a pernambucana Luciana Ourique exibirá a exposição <em>Vivências: Pernambucos-Alagoas</em>. Contemplada pelo Funcultura, em 2011, as 34 imagens revelam a produção de dez anos da fotógrafa entre as rodovias BR 101 Sul, PE-60, AL 101 e AL-435, estradas que ligam e entrecortam os dois Estados. &#8220;Como a mostra só foi exibida em Alagoas, no Museu da Imagem e do Som, acho de extrema importância trazer de volta essa riqueza cultural e fotográfica para que os pernambucanos também possam desfrutar. As fotografias reúnem personagem das duas unidades federativas e, através da pesquisa e catalogação das diversidades culturais de PE e AL, contribuem para o fortalecimento, conhecimento e preservação e visibilidade de nossas culturas&#8221;, disse Luciana.</p>
<p>O acesso à Casa Galeria Galpão é gratuito. Confira a programação completa do espaço durante o FIG 2015:</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Sonhadores</strong><br />
Daaniel Araújo<br />
Exposição Work in progress</p>
<p><strong>Criador de Memórias</strong><br />
Roberto Jaffier<br />
Instalação/Performance</p>
<p><strong>Sensibicidade</strong><br />
Adones Valença e Paulo Meira<br />
Instalação Work in progress</p>
<p><strong>Para Vender Utopias</strong><br />
Marcela Camelo Barros, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins, Bruno Vieira<br />
Instalação, Performance, Interação e Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Diálogo Ex-Positivo</strong><br />
Beth da Mata e Marcelo Silveira</p>
<p><strong>Contato Sonoro</strong><br />
Leandro Oliván<br />
Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Olhar</strong><br />
Rubens Costa<br />
Exposição de Pinturas</p>
<p><strong>DESIGN &amp; MODA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Exposição Lendas Vivas</strong><br />
Andrey Salvador (Natal-RN)</p>
<p><strong>Estampado da Cidade</strong><br />
Thalita Medeiros (Goiana-PE)</p>
<p><strong>DÊ-BÔ-TÊ</strong><br />
Zé Lucas (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>TEMPO GRÃO</strong><br />
Katarina Barbosa (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>Contrafluxo</strong><br />
Caio Lobo (Garanhuns-PE)</p>
<p>Centro de Turismo e Lazer SESC Garanhuns<br />
Rua Manoel Clemente, 185 – Santo Antônio</p>
<p>Sexta-feira, 24/7<br />
19h30 – Desfile do estilista Augusto Alencar</p>
<p><strong>FOTOGRAFIA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>@FIGmatik</strong><br />
Iezu Kaeru</p>
<p><strong>No Sertão dos Gerais</strong><br />
Ana Caroline de Lima</p>
<p><strong>Vivências: Pernambuco – Alagoas</strong><br />
Luciana Ourique</p>
<p><strong>A Praia</strong><br />
Marina Feldhues</p>
<p><strong>Seu Abílio</strong><br />
Amanda Pietra</p>
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