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	<title>Portal Cultura PE &#187; Caio Menezes</title>
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		<title>Um dia para debater Cancão</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 12:07:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5887" aria-labelledby="figcaption_attachment_5887" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5887" alt="Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Quando chegava em algum lugar em que estavam recitando suas poesias, Cancão escutava atento cada palavra declamada. No final, vibrava, aplaudia, disparando um clássico “muito bem, muito bem!”, e perguntava, para a surpresa de todos: “de quem é essa poesia?”.</p>
<p>A pesquisadora Karlla Christine Souza, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, conta essa história durante a palestra “O Cantar do Pajeú – Tradição e oralidade na poética popular”, apresentada hoje às 15h30, em São José do Egito. Quando Cancão pergunta de quem é a poesia, isso simboliza, segundo a pesquisadora, um gesto de doação, de despreendimento em relação a sua própria produção. “Cancão sabia que a poesia que fazia não era dele, mas um bem coletivo, cultural”, explica, completando que existe uma espécie de acervo coletivo, sem dono, de palavras ditas e reditas, ao qual os poetas recorrem.</p>
<p>A palestra da professora problematizou sobretudo o caráter fugidio da oralidade, e a importância dos ritos, como as cantorias, os desafios e as mesas de glosa, que acabam por ter a função de manter viva a tradição. A memória, o imaginário do sertão, e a coexistência do popular e do erudito na poesia de Cancão foram temas tocados na exposição da pesquisadora.</p>
<div id="attachment_5888" aria-labelledby="figcaption_attachment_5888" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5888" alt="Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Popular e erudito também permearam a fala do segundo palestrante do dia, o Prof. Dr. Josivaldo Custódio. Um estudo comparativo das obras de Cancão e Augusto dos Anjos foi apresentado, ressaltando aspectos interessantes da obra do poeta egipciense que dialogam com a do inclassificável Augusto dos Anjos. A melancolia e o pessimismo dos poemas de Cancão foram debatidos. “Ele monta um eu-lírico que se indigna com a mãe-natureza, que cria os seus filhos e os come”, diz o pesquisador sobre um dos poemas de Cancão que analisa durante a apresentação.</p>
<p>No mesmo dia houve o lançamento do livro “Cancão, o gênio inocente”, de Paulo Passos, que reúne poemas de vários escritores do Sertão do Pajeú em homenagem ao grande poeta de São José do Egito. “Cancão não era um poeta só sertanejo, era um poeta parnasiano, modernista, realista. Ele é um dos grandes poetas da literatura brasileira”, diz o o autor e poeta.</p>
<div id="attachment_5889" aria-labelledby="figcaption_attachment_5889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5889" alt="Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Fechando o dia intenso, uma mesa de glosas com poetas de Tuperatama, Afogados da Ingazeira, Tabira, Itapetim e São José do Egito prendeu a atenção de uma platéia composta por estudantes, crianças, e sobretudo poetas. As melhores rimas arrancaram aplausos entusiasmados do público. Por fim, Chico Pedrosa e Bia Marinho animaram o público com o “Show de Palavras ao Plenilúnio”, no Centro Cultural Professor Bernardo Jucá.</p>
<p>Neste sábado a programação continua intensa na cidade de São José do Egito:</p>
<p>10h30 às 12h30 – Mesa de Prosa: A casa do ébrio<br />
Facilitadores/prosadores: Antônio de Catarina, Zé Silva, Edvaldo da Bodega, Sebastião Siqueira (Beijo), Cícero Formosino, Pedro Tunu, Reginaldo, Ida de Coraci, Joselito Nunes, Donzílio Luiz.<br />
Apresentação: Edinaldo Leite<br />
Local: Sheko´s Bar</p>
<p>15h às 16h – Palestra<br />
O conto popular e a poesia de Cancão – um estudo comparativo<br />
Facilitador: Profª Drª Maria Nazareth Arrais (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>16h às 17h15 – Aula espetáculo: A serra do Teixeira e o nascimento do Poeta Pássaro<br />
Facilitadores: Edison Roberto, Marcos Passos e Greg Marinho.<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>17h30 às 18h30 – Palestra de encerramento<br />
A poesia de Cancão como marco do Pajeú<br />
Facilitador: Prof. Dr. Nélson Barbosa (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>19h às 20h – Recital Poético<br />
Apresentação: Marcos Passos<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>20h30 às 21h45 – Mesa Redonda: Cancão e a tradição poética do Pajeú<br />
Facilitador: Aroldo Ferreira Leão (UNIVASF), Neném Patriota, Colégio Interativo (São José do Egito), Meca Moreno (UNICORDEL).<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>22h – Show Depois da Chuva<br />
Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde<br />
Local: Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Peleja da poesia em Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7425" aria-labelledby="figcaption_attachment_7425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7425" alt="Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central.</p>
<p>Mesmo após 16 anos transformando em momento solene a brincadeira surgida nos bares do município de Tabira, os artistas do improviso assumem: “Não é fácil encarar uma plateia cheia de expectativas. Como o tempo é curto pra gente criar e decorar os versos, só com muita fé mesmo”, sorri Dudu Moraes, um dos integrantes da mesa.</p>
<p>Ainda pouco conhecida em outras regiões do Estado, a Mesa de Glosas já é tradição no Sertão do Pajeú e, nas palavras de Dedé Monteiro, um dos idealizadores do encontro, “funciona como um desafio aos poetas participantes, que devem criar suas glosas no menor tempo possível e em cima de motes (os dois versos finais da glosa) que são apresentados aos poetas”. Sob os olhares atentos de um público em silêncio e já encantado com os diferentes processos criativos de cada artista, poeta a poeta levanta e, ora confiante, ora ainda buscando aquela rima difícil de atingir, declama os versos, arranca palmas, enche de alegria o lugar.</p>
<div id="attachment_7427" aria-labelledby="figcaption_attachment_7427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7427" alt="Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">A noite da literatura em Belmonte ocupou o salão do Castelo Armorial e contou ainda com um recital dos poetas Keyson Pires, Henrique Brandão, Vitória Gabrielle, Cícero Belmonte, Maviael Melo, Kerlle Magalhães, Zé de Mariano e Marcos Passos, que prestaram homenagens ao escritor José Batista de Siqueira (Cancão). Em 2012, o nosso “pássaro poeta” completaria 100 anos.</p>
<p>Confira algumas glosas surgidas no encontro desta sexta-feira, que reuniu em São José do Belmonte os poetas sertanejos Dedé Monteiro, Genildo Santana, Dudu Moraes, Caio Menezes, Adeval Soares, Clécio Rimas, Gonga Monteiro, Zé Adalberto e George Alves:</p>
<p>“Ela diz que me amou<br />
Mas nisso eu não acredito<br />
Não acho nada bonito<br />
A cena do nosso show<br />
Depois que ela me deixou<br />
Eu vivo assim de dar dó<br />
Ela não perde um forró<br />
E eu fico em casa esquecido<br />
Um coração dividido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Zé Adalberto)</p>
<p>“A gente se emociona</p>
<p>Querendo e buscando o mote<br />
Amor faz de si transporte<br />
Não pode andar de carona<br />
E quando a emoção é dona<br />
O coração dá um nó<br />
Mas amor é pão de ló<br />
Precisa ser repartido<br />
Um coração divido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Genildo Santana)</p>
<p>“Nesse reduto bonito</p>
<p>Voltei a unir as pontes<br />
De São José do Belmonte<br />
E São José do Egito<br />
Quem dorme com o infinito<br />
Sonha com a poesia<br />
Tomara que essa alegria<br />
Tenha batido em vocês<br />
Bateu em nós outra vez<br />
Adeus, até outro dia”</p>
<p>(Caio Menezes)</p>
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		<title>A mesa de glosa e o sertão tradicional</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 14:43:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4303" aria-labelledby="figcaption_attachment_4303" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-de-glosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-4303" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mesa-de-glosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Improviso dos poetas hiptonizou plateia que acompanhou a Mesa de Glosa</p></div>
<p>A Mesa de Glosa, que aconteceu na sexta-feira (19/05), no auditório da UPE em Petrolina, começou logo depois da mesa de debates que propunha uma desconstrução da ideia de sertão. A tradicional disputa em versos é de uma beleza impressionante. Melhor, hipnotizante. O fato de ter vindo logo depois do debate de Fabiana Moraes e Ronaldo Correia de Brito foi interessante, pois fez clara a importancia de repensar o modelo tradicional sem abrir mão de toda a bagagem inegável que o sertão traz no seu bojo. Foi isso o que a mesa de glosas disse ao público petrolinense.</p>
<p>Dispostos em uma mesa no palco, oito poetas miram um papel colocado à frente com o mote, que são os dois versos finais. A partir de então, o primeiro deve construir uma poesia de dez versos, de improviso e rapidamente. Os olhos dos poetas ficam vidrados no papel, a concentração é total. Vez em quando pairam no teto, buscando algo na memória. O público acompanham e silencia, ninguém se move nas cadeiras. E como que por mágica, um a um levanta, recitando os versos que emocionam ou fazem rir, mas sobretudo arrancam muitas palmas do público.</p>
<p>Confira um trecho da mesa:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/Y7I4vtD2Lfw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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