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	<title>Portal Cultura PE &#187; Câmara de Espelhos</title>
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		<title>&#8220;Câmara de Espelhos&#8221;, &#8220;Carvana&#8221; e &#8220;A Última Abolição&#8221; seguem em cartaz no São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 20:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A programação do Cinema São Luiz, que entrará em recesso na próxima quarta-feira (19/12) para manutenção, segue exibindo os filmes: Carvana (2018), A Última Abolição (2018), Câmara de Espelhos (2016), My name is now, Elza Soares (2014), Em Chamas (2018) e Uma Noite de 12 Anos (2017). Após esse período de manutenção, os filmes voltarão a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A programação do Cinema São Luiz, que entrará em recesso na próxima quarta-feira (19/12) para manutenção, segue exibindo os filmes: <strong>Carvana (2018)</strong>,<strong> A Última Abolição (2018)</strong>,<strong> Câmara de Espelhos (2016)</strong>, <strong>My name is now, Elza Soares (2014)</strong>, Em <strong>Chamas (2018)</strong> e <strong>Uma Noite de 12 Anos (2017)</strong>. Após esse período de manutenção, os filmes voltarão a ser exibidos normalmente no dia 3/1 (quinta-feira).</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Às terças-feiras, os valores caem para R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada), respectivamente. Confira a programação completa abaixo:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEMANA DE 13 a 19 de DEZEMBRO</strong></span></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H2bJ9i_ZCUg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CARVANA</strong></span><br />
(Brasil, 2018, 104min.)<br />
Gênero: Documentário | <strong>Direção:</strong> Lulu Corrêa<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Os sessenta anos de carreira do inconfundível Hugo Carvana narrados por ele mesmo. A história do jovem estudante de teatro, que iniciou sua carreia no cinema através de pequenos papéis nas icônicas chanchadas e se consagrou como ator no Cinema Novo, é contada através de imagens raras disponibilizadas por artistas como Lulu de Barros e Glauber Rocha.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sexta-feira (14), às 18h | sábado (15), às 19h30 | terça-feira (18), às 17h30 | quarta-feira (19), às 15h55.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hi0QlGY6Vk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A ÚLTIMA ABOLIÇÃO</strong></span><br />
(Brasil, 2018, 82min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário | <strong>Direção</strong>: Alice Gomes<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> Livre<br />
<strong>Sinopse:</strong> Uma retrospectiva detalhada de um momento emblemático da história do Brasil, a abolição da escravidão, apresentado de uma outra perspectiva. Ao contrário do que foi pregado por livros didáticos e outras vertentes da história oficial por muito tempo, não foi meramente a assinatura da Princesa Isabel na Lei Áurea em 13 de maio de 1888 que libertou os escravos, e tampouco tal liberdade foi um presente ou um passo na direção da mitológica democracia racial.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (13), às 15h40 | sexta-feira (14), às 20h | domingo (16), às 17h55 | quarta-feira (19), às 17h55.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/z3blHbU3r64" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CÂMARA DE ESPELHOS</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 76min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário |<strong> Direção:</strong> Déa Ferraz<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Através de entrevistas realizadas com vários homens moradores da Região Metropolitana de Recife, este é um retrato aprofundado sobre o universo masculino e sobre como os homens enxergam o papel das mulheres na sociedade ocidental, tradicionalmente patriarcal e machista, e uma exploração minuciosa sobre a identidade feminina, sobre as violências sofridas pelas mulheres no Brasil e até mesmo sobre o cenário social e político do país.<br />
<strong>Dia e horário:</strong> quinta-feira (13) e terça-feira (18), às 19h30.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TnQQ25c6T4k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MY NAME IS NOW, ELZA SOARES</strong></span><br />
(Brasil, 2014, 71min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário, Musical | <strong>Direção:</strong> Elizabete Martins Campos<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 12 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> A cantora Elza Soares não precisa de maiores apresentações. Diva da música, e com uma grande trajetória, ela conquistou, não só os palcos brasileiros, mas sim o mundo inteiro. Mas este não é um filme sobre a carreira da cantora, mas sim um filme que ela está vivendo. A partir da cantora, vemos um Brasil com um povo criativo, que vence seus obstáculos.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sábado (15), às 15h20 | domingo (16), às 19h30 |  terça-feira (18), às 16h05.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/o_3HVxH38gE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>EM CHAMAS</strong></span><br />
(<em>Buh-Ning</em>, Coréia do Sul, 2018, 148min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama/Suspense |<strong> Direção:</strong> Lee Chang-Dong | <strong>Elenco:</strong> Yoo Ah-In, Steven Yeun, Jeon Jong-seo<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 anos<br />
<strong>Sinopse:</strong> Durante um dia normal de trabalho como entregador, Jong-soo (Yoo Ah-In) reencontra Hae-mi (Jeon Jong-seo), uma antiga amiga que vivia no mesmo bairro que ele. A jovem está com uma viagem marcada para o exterior e pede para Jong-soo cuidar de seu gato de estimação enquanto está longe. Hae-mi volta para casa na companhia de Ben (Steven Yeun), um jovem misterioso que conheceu na África. No entanto, o forasteiro tem um hobby peculiar, que está prestes a ser revelado aos amigos.<br />
<strong>Dia e horário:</strong> sexta-feira (14), às 15h15 | sábado (15), às 16h45.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9tMcnZrIvqs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">UMA NOITE DE 12 ANOS</span></b><br />
(Uruguai, Espanha, Argentina, 2017, 122min)<br />
<b>Gênero:</b> Drama | <b>Direção:</b> Alvaro Brechner | <b>Elenco:</b> Antonio de la Torre, Chino Darín, Soledad Villamil.<br />
<b>Classificação Etária:</b> 14 anos<br />
<b>Sinopse: </b>Uma verdadeira jornada de sobrevivência foi enfrentada por José Mujica (Antonio de la Torre), presidente do Uruguai, Mauricio Rosencof (Chino Darín), jornalista e escritor, e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort), ex-ministro da Defesa, que, juntos, passaram por situações de extrema tortura física e psicológica, experimentos secretos e privações, durante o período ditatorial no Uruguai.<br />
<b>Dia e horário:</b> quinta-feira (13), às 17h15 | domingo (16), às 15h40 | quarta-feira (19), às 19h30.</p>
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		<title>Filme &#8216;Câmara de Espelhos&#8217; gera debate no FIG sobre o machismo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-camara-de-espelhos-leva-o-visitante-do-fig-ao-debate-sobre-machismo/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2017 20:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara de Espelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Cine Eldorado]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Na última sexta-feira (21), os visitantes do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) assistiram ao longa-documentário pernambucano Câmara de Espelhos, da diretora Dea Ferraz, no Cine Eldorado. O filme, uma produção da Parêa Filmes, Ateliê Produções e Alumia, gravado em 2012, expõe a realidade de uma sociedade brasileira machista e patriarcal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Na última sexta-feira (21), os visitantes do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) assistiram ao longa-documentário pernambucano <strong>Câmara de Espelhos</strong>, da diretora Dea Ferraz, no Cine Eldorado. O filme, uma produção da Parêa Filmes, Ateliê Produções e Alumia, gravado em 2012, expõe a realidade de uma sociedade brasileira machista e patriarcal através de depoimentos de treze homens, divididos em dois grupos, previamente selecionados para participar do projeto. Após a exibição do longa de 76 minutos, as produtoras Carol Vergolino e Dayane Dutra esclareceram dúvidas do público em um bate papo.</p>
<div id="attachment_51208" aria-labelledby="figcaption_attachment_51208" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35687360460_ed73133207_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51208" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35687360460_ed73133207_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Carol Vergolino, Dayane Dutra e Milena Evangelista</p></div>
<p dir="ltr">A coordenadora de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE), Milena Silvino Evangelista, abriu o debate agradecendo a presença das produtoras e expondo suas próprias impressões da obra. “<em>Eu já assisti várias vezes e, a cada vez que assisto, eu descubro algo diferente”</em>, diz ela. O projeto foi idealizado para acontecer dentro de uma caixa preta, ambientada com equipamento audiovisual para acomodar os grupos em um formato semicircular, de modo que, após a exibição de vídeos com várias temáticas sociais que envolvem a mulher como aborto, sexo, casamento e violência, eles pudessem conversar e tecer comentários. <em>“Foi um longo processo de montagem. É perceptível que eles representam um pensamento que está em vários lugares: na mesa do bar, no trabalho, na família”</em>, explica Carol Vergolino. O longa foi gravado em dois dias.</p>
<p dir="ltr">Em resposta a uma curiosidade do grupo, as produtoras detalharam o processo de escolha dos participantes. <em>“Primeiro, nós lançamos uma chamada no jornal e outra no Facebook. A partir das respostas que obtivemos, foram feitas entrevistas e descobertos os perfis. Temos participantes de várias profissões, ali: ator, stripper, advogado e, até, pastor”,</em> revela Carol.  Durante o debate, muitos depoimentos sobre as impressões que as produtoras tiveram ao produzir a obra, outra curiosidade do público.</p>
<p><em>“Esses homens são os homens que a gente conhece. Pudemos perceber que, ao finalizar esse trabalho, Dea saiu esgotada. Tudo o que assistimos, ali, reflete a nossa sociedade repleta de machismo e patriarcado”,</em> opina Dayane Dutra. “<em>É um processo assustador a gente se ver como mulher a partir das visões desses homens. Passei duas semanas angustiada, inclusive comigo mesma”</em>, pontua Carol Vergolino.</p>
<p>As produtoras contaram como foi a reação dos homens participantes quando assistiram ao longa-documentário, iniciativa tomada pela equipe antes do lançamento. <em>“Dois deles não foram assistir. Um disse que tinha uma viagem, o outro se recusou. Com os demais do grupo, algumas reações foram engraçadas. Teve um que gostou de se ver na tela, outro que invocou a Deus e achou correto tudo o que havia sido dito e outro que nos surpreendeu agradecendo por ser o registro de um homem que ele não é mais. No geral, achamos as reações bem positivas. Estávamos tensas para o momento mas foi bem interessante”,</em> explica Dayane. “A experiência de gratidão com esse participante que se propôs a mudar é algo bem interessante para a linguagem documental, afinal, ele era um entrevistado, depois, passou a ser espectador de si mesmo e isso lhe propôs uma mudança”, afirma Carol.</p>
<p>Elas contaram, ainda, que a seleção de cenas para o documentário teve a contribuição de uma pesquisadora de gênero junto com a equipe. <em>“Vários filmes filmes foram feitos como teste até chegar a este resultado. A intenção era, mesmo, ter poucos cortes para dar a liberdade de eles concluírem o raciocínio deles. Em paralelo a isso, o som do que estava sendo falado na ilha de edição durante a gravação, também, estava sendo gravado e são esses sons que dão o rasgo para a cena seguinte. Geralmente, era uma respiração mais profunda, um recuperar-se para continuar”,</em> diz Carol.</p>
<p>O grupo conversou, ainda, sobre um elemento utilizado pela equipe no longa: um ator infiltrado que estava em contato com a ilha de edição. “Djair era o nosso infiltrado. Era uma forma de ter Dea dentro das discussões”, explica Carol. “Desde o início, havia a ideia de que eles não poderiam ter contato com Dea, mas Dea precisava, de alguma forma, estar lá”, comentaq Dayane.</p>
<p dir="ltr">Carol e Dayane disseram também que o Instituto Papai ajudou na construção do filme e do desafio de fazer uma obra feminista com homens falando. <em>“Se você parar para reparar, nem 20% dos filmes brasileiros é feito por mulheres. É interessante perceber que, mesmo com a figura masculina protagonizando, nesse filme, quem comanda é a mulher. A ideia era expor a mulher nos vídeos com temáticas variadas e descobrir quem são esses homens que estão por detrás das câmeras&#8221;</em>, ressalta Carol.</p>
<p>Após o ciclo de festivais, <strong>Câmara de Espelhos</strong> vai para as salas de cinema. A equipe informa que, ainda está pensando numa forma de distribuição que mobilize e informe, sempre, com a possibilidade de abrir para um debate final após cada exibição. “É importante a interiorização do cinema pernambucano. A cada sessão, para nós, é diferente. São reações e debates diferentes. Valeu muito ter mais um olhar sobre o longa, aqui, no FIG”, diz Dayane Dutra.</p>
<p dir="ltr">Milena Evangelista fala sobre a escolha da obra para o FIG. <em>“A gente tenta trazer filmes que provoquem debates importantes e por isso estimulamos a ampliação e a descentralização do acesso. Os debates aproximam o público dos temas e, especificamente, o tema do machismo está presente, na sociedade. Outro detalhe é que a obra foi feita de uma forma interessante, cinematograficamente falando”,</em> diz ela.</p>
<p>Quem quiser acompanhar as próximas exibições do longa-documentário, pode seguir a Fanpage facebook.com/CamaradeEspelhos. Confira as próximas atrações do Audiovisual, no FIG:</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL</strong><br />
<strong>13ª MOSTRA DE CINEMA DO FIG 2017</strong><br />
<strong>De 21 a 28 de julho</strong><br />
<strong>Cine Eldorado (Entrada Gratuita)</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 22/7</strong></span><br />
14h – Longa-metragem Infanto-juvenil<br />
O que queremos para o mundo? (Ficção, 65 minutos, 2016, Brasil), Igor Amin<br />
Classificação: Livre</p>
<p>18h20 &#8211; Longa-metragem Pernambucano + Conversa com a equipe do filme<br />
Joaquim (Ficção, 97 minutos, 2017, Brasil), de Marcelo Gomes</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span><br />
14h &#8211; Longa-metragem Infanto-juvenil<br />
A Família Dionti (Ficção, 96 minutos, 2017, Brasil), de Alan Minas<br />
Classificação: Livre</p>
<p>18h20 &#8211; Longa-metragem Pernambucano + Conversa com a equipe do filmeSuper Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos (Documentário, 79 minutos, 2017, Brasil), de Sérgio Oliveira</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span><br />
14h – Longa-metragem Infanto-juvenil<br />
O que queremos para o mundo? (Ficção, 65 minutos, 2016, Brasil), Igor Amin<br />
Classificação: Livre</p>
<p>18h20 – Lançamento da Série Giga 1ª Temporada + Conversa com a equipe do filme<br />
Giga (Ficção, 90 minutos, 2017, Brasil), de Taciano Valério<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span><br />
14h &#8211; Longa-metragem Infanto-juvenil<br />
A Família Dionti (Ficção, 96 minutos, 2017, Brasil), de Alan Minas<br />
Classificação: Livre</p>
<p>18h20 &#8211; Longa-metragem Pernambucano + Conversa com a equipe do filme<br />
Martírio (Documentário, 160 minutos, 2017, Brasil), de Vincent Carelli<br />
Classificação: 12 anos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/07</strong></span><br />
14h – Exibição de Longa-metragem com Acessibilidade Comunicacional<br />
Parceria com o Festival VerOuvindo<br />
Amigos de Risco (Ficção, 88 minutos, 2007, Brasil), de Daniel Bandeira<br />
Após a exibição do filme haverá uma conversa sobre Acessibilidade Comunicacional<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p>18h20 &#8211; Longa-metragem Nacional<br />
Divinas Divas (Documentário, 110 minutos, 2017, Brasil), de Leandra Leal<br />
Classificação: 14 anos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span><br />
18h20 &#8211; Longa-metragem Nacional<br />
Era o Hotel Cambridge (Drama, 99 minutos, 2017, Brasil), de Eliane Caffé<br />
Classificação: 12 anos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span><br />
18h20 – Sessão Especial<br />
III Mostra de Curtas Nacionais de Horror<br />
Classificação: 16 anos</p>
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