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	<title>Portal Cultura PE &#187; Camaragibe</title>
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		<title>Brega toma conta de Aldeia e encerra em clima de festa o Pernambuco Meu País – Verão, em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 20:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, encerrou a estreia do evento no município com uma celebração à música pernambucana. Neste domingo (07), o palco que, ao longo da semana, recebeu artistas como Luísa Sonza, Duda Beat, Xamã e Tarcísio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121923" alt="foto (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, encerrou a estreia do evento no município com uma celebração à música pernambucana. Neste domingo (07), o palco que, ao longo da semana, recebeu artistas como Luísa Sonza, Duda Beat, Xamã e Tarcísio do Acordeon, foi inteiramente dedicado a artistas locais, com destaque à celebração do brega como uma expressão vibrante e central da identidade cultural pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação que valorizou os ritmos pernambucanos, o festival trouxe apresentações de Getúlio Cavalcanti, do projeto <em>Meu Coração é Brega</em>, reunindo Brunessa França, Amigas do Brega e Banda Sentimentos, além da icônica Banda Kitara, Michele Andrade e o aguardado show da musa Priscila Senna.</p>
<p dir="ltr">Os trabalhos começaram cedo, com a lenda da música pernambucana Getúlio Cavalcanti subindo ao palco às 16h e recebendo um público que já começava a se acomodar no parque. Compositor, saxofonista e multi-instrumentista, Getúlio é um dos grandes compositores do frevo pernambucano e mostrou no palco toda a força do seu repertório rítmico e lírico. Durante a apresentação, o artista celebrou o momento:</p>
<p dir="ltr">“Vocês não imaginam como é importante para um artista ser reconhecido e ser trazido aqui para esse palco, com essa estrutura impecável, e grandes profissionais trabalhando. Estou muito honrado”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o projeto <em>Meu Coração é Brega</em> promoveu o encontro entre Brunessa França, Amigas do Brega e Banda Sentimentos, uma iniciativa que reafirma a vitalidade do brega com repertórios clássicos que fizeram o público cantar e dançar do começo ao fim. Durante quase três horas de show, os artistas, majoritariamente mulheres, se revezaram no palco promovendo o encontro entre diferentes gerações de um dos gêneros mais autenticamente pernambucanos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121919" alt="foto (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;">
<p dir="ltr">“Essa é a nossa segunda vez no Pernambuco Meu País, e aproveitamos para também fazer um audiovisual celebrando os oito anos de trajetória das Amigas do Brega, principalmente estando inseridas nesse festival, que hoje é o maior de Pernambuco”, exaltou Palas Pinho, integrante da Amigas do Brega, após a apresentação.</p>
<p dir="ltr">A banda Kitara, um dos nomes mais emblemáticos do brega romântico, assumiu o palco diante de uma plateia que já ocupava completamente o Parque Aldeia dos Camarás. Com sucessos que misturam brega e arrocha, o grupo entoou ao lado do público hits como <em>Tentativas em Vão, Eu Choro, Primeiro Eu</em> e <em>Dizem que Sou Louca</em>. Um casamento de energias que só acontece quando o público pernambucano se encontra com o seu ritmo mais afetivo e autêntico.</p>
<p dir="ltr">“Subir no palco com uma produção gigantesca e ter uma edição dedicada ao brega é um marco para esse ritmo que é patrimônio imaterial de Pernambuco. Isso me deixa muito feliz porque a gente vem de uma época onde o brega não tinha esse espaço. Então nos sentimos muito respeitados e prestigiados”, celebrou Rodrigo Mell, cantor e compositor que possui uma longa trajetória com o brega.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121921" alt="foto (4)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A cantora Michele Andrade veio logo em seguida e acelerou os BPMs da noite com seu repertório que foi do piseiro, passeou pelo pagode e ainda passou pelo sertanejo. O ballet acompanhou cada coreografia ao lado de Michele e espelhou a energia alta do público que lotava o parque.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a noite em grande estilo, Priscila Senna subiu ao palco para finalizar a estreia do Pernambuco Meu País em Camaragibe. No repertório, a musa do brega pernambucano apresentou clássicos como<em> Amiga, Vício, Por Você Eu Bebo o Mar de C&#8230; (em versão brega)</em> e <em>Cada Volta é Um Recomeço</em>, além de faixas recentes como <em>Universo, Agora</em> e <em>Pior Parte</em> — um panorama de sua trajetória de alcance nacional. Foi um encerramento apoteótico, arrastando uma multidão para o parque e celebrando a música feita, vivida e reinventada em Pernambuco, síntese perfeita da proposta do festival.</p>
<p dir="ltr">“Muito animada porque estar em Camaragibe é estar em casa. E Pernambuco é meu país, então estou muito feliz de estar aqui representando o nosso brega”, comemorou a artista antes da apresentação.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121924" alt="foto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, o Pernambuco Meu País – Edição Verão aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de dezembro no Parque Aldeia dos Camarás.</p>
<p dir="ltr">Na próxima semana, nos dias 13, 14 e 15, o festival segue para o Recife, no Terminal Marítimo de Passageiros, com shows de Calcinha Preta, Dilsinho, Cláudia Leitte e Bell Marques, Cordel do Fogo Encantado e Capital Inicial. A programação continua ainda durante o Réveillon em Jaboatão dos Guararapes e, em janeiro, nas cidades de Itamaracá e São José da Coroa Grande.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o festival como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social em Pernambuco, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de renda e emprego.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão abre programação em Aldeia com multidão e celebração às diferentes vertentes do forró</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121895" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, passou pela potência coletiva do projeto <em>No Canto Delas</em> e botou o público para dançar com Dorgival Dantas, Raí Saia Rodada e o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O evento, o primeiro realizado em Aldeia, recebeu um grande público já na abertura oficial, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra, acompanhada por Diego Cabral, prefeito de Camaragibe, Cacau de Paula, secretária de Cultura, e Carla Pereira, diretora de ações culturais da Fundarpe e diretora geral do Pernambuco Meu País. Na noite de estreia da nova etapa do festival, a governadora destacou o impacto positivo da iniciativa, que agora também ganha uma edição de verão, ampliando seu alcance e envolvendo novos municípios:</p>
<p dir="ltr">“Depois de dois anos de sucesso, onde a gente fez todo circuito do frio com o Festival Pernambuco Meu País, que já nasceu grande e conquistou os corações dos pernambucanos, criamos a versão do verão e começamos aqui em Aldeia, Camaragibe, com todo apoio da prefeitura. Em uma época que é de baixa no turismo, podemos agregar valor à geração de emprego e renda numa área que cresce no mundo inteiro. E é claro que Aldeia, como destino turístico de Pernambuco, está sendo contemplada com esses três dias de shows que reúne grandes artistas locais e nacionais”, pontuou Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Também reforçando a consolidação do festival como política pública de Estado, a secretária Cacau de Paula completou:</p>
<p dir="ltr">“É uma alegria muito grande iniciarmos a etapa de verão do Pernambuco Meu País, essa política pública da gestão Raquel Lyra, que vem cada vez mais se consolidando. No ano passado, nós começamos com oito cidades, e já neste ano trabalhamos forte durante o carnaval, depois, no período do frio, passamos por dez cidades do Agreste e Sertão, e agora chegamos em Aldeia, cidade que está abraçando o festival durante esses três dias de festa. Daqui, seguimos para o Recife, Jaboatão dos Guararapes e encerramos a edição verão no Litoral Norte”, destacou.</p>
<p dir="ltr">Entre as autoridades, ainda estavam presentes Túlio Vilaça, secretário da Casa Civil, Daniel Coelho, secretário do Meio Ambiente, Eduardo Loyo, presidente da Empetur e André Teixeira Filho, secretário de Mobilidade e Infraestrutura.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121896" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A noite artística abriu em grande estilo com uma homenagem à cultura popular. Fundada no Cabo de Santo Agostinho em 1998, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba trouxe ao palco uma seleção de clássicos recriados em linguagem de pífanos — uma fusão entre tradição e frescor que ditou o clima da festa. O público já se acomodava no parque quando o grupo iniciou sua apresentação. Após o show, os músicos celebraram:</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Abrir essa edição verão do Pernambuco Meu País é uma satisfação muito grande porque a cultura popular é a identidade do estado de Pernambuco. Então, eu só tenho a parabenizar a todos que fazem esse festival, e principalmente, ter gratidão de estar abrilhantando esse palco ao lado de tantos artistas que vão passar por aqui”, afirmou Joan, integrante da banda.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o palco recebeu o projeto <em>No Canto Delas</em>, espetáculo que reúne Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nadia Maia e Larissa Lisboa. O encontro uniu repertórios que transitam por sensibilidade, ancestralidade e contemporaneidade, com clássicos da música pernambucana e brasileira embalados pelas vozes das quatro artistas. A apresentação explorou o duplo sentido da palavra “canto”: o lugar de pertencimento e a música enquanto afirmação feminina. Ao longo do show, o protagonismo das mulheres na cultura pernambucana ganhou destaque, primeiro com todas as cantoras dividindo o palco, e depois com cada uma fazendo uma apresentação individual.</p>
<p dir="ltr">“Eu queria justamente que fossem mulheres, e trouxesse o canto como esse lugar nosso em comum: o palco, e também nossa expressão, que é a nossa voz”, afirmou Irah Caldeira, idealizadora do projeto.</p>
<p dir="ltr">O ícone do forró Dorgival Dantas foi o próximo a assumir o palco, recebido por uma plateia que já ocupava completamente o Parque Aldeia dos Camarás. Seu repertório clássico, com sucessos como <em>Coração, Paixão Errada, Você Não Vale Nada, Primeiro Passo</em> e<em> Tarde Demais</em>, fez o público dançar agarradinho e entoar em uníssono todas as canções.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121897" alt="foto (10)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p>Com a madrugada chegando, o ritmo acelerou com os metais e batidas do forró eletrônico de Raí Saia Rodada, momento em que o festival exibiu toda sua diversidade sonora ao integrar, de forma orgânica, várias vertentes e temporalidades do forró. No show, Raí apresentou hits como 5 da Manhã, Tapão na Raba, Cheiro do Mato, Era Eu, Filho do Mato e Storiezin, levando a energia do público ainda mais alto.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Pernambuco foi o primeiro estado que eu estourei, então estar aqui já é um prazer imenso e fazer parte desse festival Pernambuco Meu País é um prazer maior ainda”, celebrou Raí antes de subir ao palco.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A sequência abriu o caminho perfeito para o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon, que encerrou a primeira noite da edição verão em clima de celebração. Misturando Forró Eletrônico, Vaquejada e Piseiro, o artista levou ao palco sucessos como <em>ABC da Vaquejada, Proteção de Tela, Meia Noite (Você Tem Meu WhatsApp)</em> e <em>Teu Segredo</em>. Uma noite de estreia</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“É a minha segunda vez no Pernambuco Meu País. A primeira foi lá em Gravatá, e agora estou aqui em Aldeia pela primeira vez, e espero fazer um grande show para continuar marcando presença nesse projeto que já virou referência no Nordeste”, celebrou Tarcísio antes de subir no palco e encerrar o primeiro dia do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121898" alt="foto (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fim de semana de shows</strong></p>
<p dir="ltr">Os shows da etapa Camaragibe/Aldeia continuam no sábado (6), a partir das 18h, com a força da cultura popular do Coco dos Pretos, seguido pelo trap pernambucano de  Mago de Tarso, às 19h10, o rapper Xamã, às 21h10, que apresenta seu novo disco, além da pernambucana Duda Beat, às 23h10; e de Luísa Sonza, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica a cargo do DJ Murilo França.</p>
<p dir="ltr">Já no domingo (7), o brega assume o protagonismo. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto Meu Coração é Brega, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Camaragibe/Aldeia:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>06/12 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Coco dos Pretos</p>
<p dir="ltr">19h10 &#8211; Mago de Tarso</p>
<p dir="ltr">21h10 &#8211; Xamã</p>
<p dir="ltr">23h10 &#8211; Duda Beat</p>
<p dir="ltr">01h10 &#8211; Luísa Sonza</p>
<p dir="ltr">DJ Murilo França nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>07/12 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Getúlio Cavalcanti</p>
<p dir="ltr">17h10 &#8211; Meu Coração é Brega com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega</p>
<p dir="ltr">20h10 &#8211; Banda Kitara</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Michelle Andrade</p>
<p dir="ltr">23h40 &#8211; Priscila Senna</p>
<p dir="ltr">DJ Kananda PX nos intervalos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão agita Aldeia com shows de Luísa Sonza, Xamã e Priscila Senna neste fim de semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-meu-pais-verao-agita-aldeia-com-shows-de-luisa-sonza-xama-e-priscila-senna-neste-fim-de-semana/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia. Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-01-at-15.11.37.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121823" alt="WhatsApp Image 2025-12-01 at 15.11.37" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-01-at-15.11.37-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr">A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destaca que a etapa de Camaragibe reafirma a potência artística do Estado e fortalece o festival como uma das principais plataformas de valorização da cultura pernambucana. “A cada edição, o Pernambuco Meu País mostra sua capacidade de aproximar o que há de mais pulsante na nossa cultura do público. Em Camaragibe, reunimos artistas consagrados e novas vozes em um encontro que movimenta a economia criativa, fortalece nossa identidade e transforma o festival em um grande território de celebração. É quando tradição, inovação e diversidade caminham juntas, evidenciando a cultura como um motor fundamental para o desenvolvimento do Estado”, destacou a titular da pasta, enfatizando que toda a programação de shows é gratuita ao público.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/1764613119176199.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121824" alt="1764613119176199" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/1764613119176199-607x343.jpg" width="607" height="343" /></a></p>
<p dir="ltr">A programação em Aldeia começa na sexta-feira (5), às 18h, com a tradição da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, seguida pelo projeto <em>No Canto Delas</em>, que reúne no palco Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nadia Maia e Larissa Lisboa, às 19h10. Em seguida, o ícone do forró Dorgival Dantas assume o palco, às 21h40, seguido pelo forró eletrônico de Raí Saia Rodada, às 23h30; e o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon encerrando a noite, a partir de 1h30. Nos intervalos, a discotecagem é assinada pelo DJ Pedro Humberto.</p>
<p dir="ltr">No sábado (6), o palco recebe uma verdadeira miscelânea de ritmos que conecta Pernambuco ao país. Com a força da cultura popular, às 18h, o Coco dos Pretos inicia as apresentações do Palco Pernambuco Meu País Verão. O trap pernambucano toma conta da cena com Mago de Tarso, às 19h10; seguido pelo rapper Xamã, às 21h10, que apresenta seu novo disco, além dos hits consagrados. Depois, é a vez do pop nacional tomar conta com apresentações da pernambucana Duda Beat, às 23h10; e de Luísa Sonza, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica a cargo do DJ Murilo França.</p>
<p dir="ltr">No domingo (7), o brega assume o protagonismo. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto<em> Meu Coração é Brega</em>, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Camaragibe/Aldeia:<br />
</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>05/12 – Sexta-feira</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba<br />
19h10 &#8211; <em>No Canto Delas</em> com Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nádia Maia e Larissa Lisbôa<br />
21h40 &#8211; Dorgival Dantas<br />
23h30 &#8211; Raí Saia Rodada<br />
01h30 &#8211; Tarcísio do Acordeon<br />
DJ Pedro Humberto nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>06/12 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Coco dos Pretos<br />
19h10 &#8211; Mago de Tarso<br />
21h10 &#8211; Xamã<br />
23h10 &#8211; Duda Beat<br />
01h10 &#8211; Luísa Sonza<br />
DJ Murilo França nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>07/12 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Getúlio Cavalcanti<br />
17h10 &#8211; <em>Meu Coração é Brega</em> com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega<br />
20h10 &#8211; Banda Kitara<br />
21h40 &#8211; Michelle Andrade<br />
23h40 &#8211; Priscila Senna<br />
DJ Kananda PX nos intervalos</p>
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		<title>Exposições Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos chegam a Camaragibe</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 23:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após passarem por dez municípios, as exposições itinerantes Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio desembarcaram, nesta sexta-feira (6), em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, penútima etapa da jornada. A mostra conjunta está aberta à visitação na Bbiblioteca Pública Peñarol de Camaragibe (Rua Severino Santos, nº 351, bairro Vila [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após passarem por dez municípios, as exposições itinerantes Patrimônios de Pernambuco e Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio desembarcaram, nesta sexta-feira (6), em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, penútima etapa da jornada. A mostra conjunta está aberta à visitação na Bbiblioteca Pública Peñarol de Camaragibe (Rua Severino Santos, nº 351, bairro Vila da Fábrica), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, até o dia 4 de outubro. O acesso é gratuito. no mês que vem a itinerância termina em Limoeiro, na Agreste Setentrional do Estado.</p>
<p>Dentro da programação da mostra, na próxima terça-feira (10), das 14h às 17h, acontece o evento Formação Patrimônios de Pernambuco: Caminhos para o Reconhecimento e a Proteção de Nossas Referências Culturais. A ação ocorre próximo à biblioteca, no Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, Vila da Fábrica).</p>
<p>O patrimônio do Estado de Pernambuco vem sendo reverenciado, há mais de um ano, por meio das duas exposições. Patrimônios de Pernambuco teve como ponto de partida o conteúdo da 4ª edição da Cartilha Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais; já Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio resume a trajetória da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, órgão tão importante e necessário cujos resultados da atuação transcendem as fronteiras do Estado.</p>
<p>Em Camaragibe, a abertura contou com a participação dos assessores técnicos André Cardoso, Fernando Montenegro e Mano Casado, membros da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe; e do vice-presidente da Fundação de Cultura de Camaragibe, Emanuel David d&#8217;Lucard. Também participaram alunos e professores da Escola Municipal José Collier.</p>
<p>Realizada pela Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, Patrimônios de Pernambuco foi lançada em Garanhuns, em julho de 2023. A exposição reúne informações sobre os bens culturais do Estado, sua localização e seus processos de reconhecimento. Com recursos lúdicos, a mostra permite a interação do público com o universo cultural do Estado, contando com quebra-cabeças sobre as categorias de patrimônio cultural. A proposta é que todas as pessoas visitantes aprendam, reflitam e brinquem com o patrimônio e se sintam motivadas a atuar em seu reconhecimento e proteção.</p>
<p>Em 20 de dezembro de 2023 foi inaugurada, na Torre Malakoff, no Recife, Fundarpe 50 anos: História, Arte, Cultura e Patrimônio. A exposição leva o público ao encontro com os Patrimônios Materiais, Imateriais e Vivos do Estado. Continua com um passeio pela variedade dos equipamentos culturais (Casa da Cultura, Cinema São Luiz, Cine-Teatro Guarany, Espaço Pasárgada, Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Sacra, Museu do Barro de Caruaru, Museu do Estado, Museu Regional de Olinda, Teatro Arraial Ariano Suassuna e Torre Malakoff) e da multiculturalidade dos festivais culturais, assim como encaminha à reflexão sobre a relevância da contribuição do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para a cultura estadual.</p>
<p>A mostra ainda convida o público a conhecer as experiências e ações desenvolvidas pela Fundação e a se reconhecer nos muitos projetos e nas muitas atividades elaboradas e acompanhadas pela instituição reforçando o sentimento de pertencimento nos diversos grupos que constituem nossa sociedade.</p>
<p>Em fevereiro de 2024 a exposição desembarcou no município de Brejo da Madre de Deus, no Agreste Central do Estado, e, em maio, aportou em Salgueiro, no Sertão Central. Lá as duas mostras se encontraram e vêm seguindo juntas tendo passado ainda por Bodocó (Sertão do Araripe) e Triunfo (Sertão do Pajeú) antes de chegarem a Camaragibe. Depois de Garanhuns e antes de Salgueiro, Patrimônios de Pernambuco visitou também Brejo da Madre de Deus, além de Paudalho (Zona da Mata Norte), Floresta (Sertão de Itaparica), Vicência (Mata Norte) e Palmares (Mata Sul).</p>
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		<title>Segunda fase da Escuta Coletiva do Inventário Camaragibe já tem data marcada</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 15:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe realiza no dia 21 de dezembro sua segunda Escuta Coletiva. O evento acontece, a partir das 19h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, bairro Vila da Fábrica, Camaragibe-PE). O projeto tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe realiza no dia 21 de dezembro sua segunda Escuta Coletiva. O evento acontece, a partir das 19h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, bairro Vila da Fábrica, Camaragibe-PE). O projeto tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo do Estado.<br />
A segunda rodada de participação do Inventário Camaragibe tem o objetivo de reunir fazedores(as) de cultura e demais pessoas interessadas no patrimônio cultural de Pernambuco. A Escuta Coletiva é o momento em que também são confirmados e validados os resultados junto à comunidade para realização do ranqueamento das referências culturais mais votadas, que terão seus dados coletados e informações registradas em fichas de identificação.<br />
Por meio da recuperação e valorização dos esforços comunitários o projeto Inventário Camaragibe (2ª fase) dá continuidade aos registros das referências culturais que compõem o município. Ainda por meio da decisão popular são eleitos dez novos bens culturais que, somados aos 15 outros bens da primeira fase, irão compo o site Patrimônio Camaragibe contendo novíssima publicação com conteúdos informativos dos bens. O projeto abarca o modelo decisório e participativo compreendendo o trabalho de campo, pesquisa documental, diálogo constante com as comunidades e a necessária divulgação dos resultados.<br />
A 1ª fase do Inventário Camaragibe foi desenvolvida ao longo de 12 meses (2017-2018) quando foram identificados 134 bens culturais que são referências culturais para a cidade. Desses, 15 foram devidamente registrados tendo suas informações reunidas em fichas que compõem uma<br />
publicação digital, em formato PDF, acessível a todas as pessoas interessadas no <a title="Patrimônio PE" href="https://instagram.com/patrimoniope" target="_blank">Instagram</a>.<br />
“O Inventário Camaragibe é uma das experiências participativas mais potentes que temos no campo do patrimônio cultural em Pernambuco&#8221;, afirma o proponente Cássio Raniere. &#8220;O interesse das comunidades em torno do reconhecimento e da valorização de suas práticas é algo transformador e requer atenção plena do poder público. O Governo do Estado está incentivando essa iniciativa por considerá-la potencialmente capaz de produzir a função social dos bens culturais de ordem material e imaterial. Agora o projeto, já habilitado, está concorrendo ao Prêmio Inventários Participativos 2023 do Instituto Brasileiro de Museus/Ibram.”<br />
Cássio Raniere é antropólogo e cientista social, especialista em museus, produtor cultural com experiência em inventários, inventários participativos e políticas públicas voltadas ao campo da cultura. Atualmente é também conselheiro de Preservação de Pernambuco no âmbito da representação da sociedade civil.</p>
<p><strong>ESCUTA VIRTUAL -</strong> O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe também realiza escutas virtuais. Por meio do formulário disponível <a title="INVENTÁRIO CAMARAGIBE - Escuta Virtual" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSet537Q1HNRNHU8AQCWfhMBET9WZUW-BU0A4yZ4D_Z4G7ph6w/viewform?pli=1" target="_blank">on-line</a> é possível acessar a escuta pública para seleção de mais dez bens culturais a serem registrados na 2ª fase do Inventário Camaragibe. Mais de 300 pessoas já contribuíram para a identificação e seleção dos bens que passarão pelo processo de pesquisa e registro.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/PAT_CGB-casrd-escuta-presencial-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107030" alt="PAT_CGB - casrd escuta presencial 02" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/PAT_CGB-casrd-escuta-presencial-02-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Residência artística abre inscrições para mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106989" aria-labelledby="figcaption_attachment_106989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Giovana Monteiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-106989" alt="Giovana Monteiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais</p></div>
<p>Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais. A proposta é investigar a troca entre mulheres e seus territórios, as tecnologias e as narrativas contra coloniais, sob uma perspectiva corporal. A única certeza era a ideia de se debruçarem em uma análise antropológica de dois lugares especiais do Estado: a Aldeia Agreste de Cima, do território Pankararu, no Sertão; e o Centro Cultural Quilombo do Catucá, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife &#8211; de povos indígenas e negrodescentes.<br />
Foram muitos os encontros e atravessamentos entre pesquisadoras e mulheres nativas de cada local. O conteúdo absorvido por meio das histórias ouvidas, das sensações dançadas e dos costumes vistos é transmitido em uma residência artística em dança, realizada nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, na Casa de Xamanismo Centro da Terra, localizada no km 14 de Aldeia, em Camaragibe. As inscrições estão abertas para mulheres acima de 18 anos de idade e podem ser realizadas por meio do link disponibilizado na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>. As s]ao vagas limitadas. O projeto em dança tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A pesquisa evidencia as raízes plurais, sendo essas mulheres nascidas com ascendências várias em suas singularidades, indígenas, pretas, árabes, europeias e outras origens apagadas de suas histórias familiares mestiças no processo da invasão/colonização e seus efeitos, que até hoje perduram nos espaços cotidianos. Em cada um dos dois territórios foram realizadas vivências distintas contemplando as realidades diversas. As pesquisadoras fizeram a Escutação entre Elas para ouvir as vozes e observar os gestos dos corpos inseridos naquelas realidades. Registros audiovisuais foram realizados e em breve será lançada uma videodança e também um minidoc resultantes da pesquisa.<br />
A partir dessas vivências e imersões as artistas oferecem a residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais, apenas para mulheres, com ou sem experiência na área da dança profissional. Partilhas, rodas de conversa, mostra do material artístico colhido, vivências corporais e uma performance final estão na programação da residência.<br />
“Muitas histórias foram ouvidas, muitos gestos testemunhados e muitas relações aprofundadas. Cada corpo pesquisador criou suas próprias dobras e desdobramentos de cunho artístico, mas sobretudo de cunho social, político, ambiental e de modo de viver. Aqui enfatizamos que, mais que uma pesquisa em dança com resultados artísticos, é uma pesquisa a respeito dos modos de viver &#8211; que são sobretudo corporais &#8211; no intuito de fazer serem vistos esses modos tão invisibilizados e apagados na história do País. Mulher Território é um projeto caminhante, que segue se propondo a abarcar mais e mais realidades em continuidades e novos encontros. É sagrado estarmos vivas e juntas e relembrarmos em roda quem somos e quem queremos ser”, expressam as artistas da dança e pesquisadoras Drica Ayub, Isabela Severi e Silva Góes.<br />
“Será uma forma de partilhar corporalmente e imageticamente alguns de nossos apanhados durante esse quase um ano de pesquisa. Dois dias é pouco para trazer o que vivemos e estamos aprendendo, reforçando o saber dos corpos, mergulhando em nós e na comunidade. Porém o faremos em forma de partilha por meio de vivências e rodas de conversa. O maior aprendizado é o axé: o olho no olho, a alegria enquanto resistência, a força, fé e luta que une os povos negrodescentes e os povos indígenas. A escuta dessas vozes é a mais importante prática a ser cultivada. Elas falam sobre o respeito à terra, ao território, a ligação e conexão com seu chão e com sua comunidade. Elas falam de histórias reais e que não chegam tão facilmente assim. Os trabalhos cotidianos de forma coletivizada, partilhada, o feitio das festas e comidas. Toda cultura é dança, é música. É corpo. Este que nos foi usurpado e oprimido pela colonização. E assim também o foi o corpo do planeta e hoje vivemos o que vivemos. Este projeto fala de resgate, mas sobretudo sobre o que resistiu e precisa ser visto como forma de se estar diferentemente neste planeta em colapso. Como bem nos diz Krenak: &#8216;O futuro é ancestral&#8217;”, complementam as pesquisadoras.<br />
Mãe, bióloga de formação, artista da dança, pesquisadora, performer, arteterapeuta, percussionista, educadora e produtora, Drica Ayub pesquisa as relações humano-natureza-cultura, há 17 anos, adentrando as construções dos corpos e suas subjetividades. Tece investigações que envolvem a escuta e a percepção do corpo como um canal, sobretudo de experiências, seu imbricamento com a construção das múltiplas sonoridades e a relação com suas comunidades e seus territórios.<br />
Artista da dança, bailarina, arte-educadora, pesquisadora e terapeuta do movimento, Isabela Severi busca em sua pesquisa e prática caminhos para a ressensibilização e retomada do corpo e seus territórios investigando temas relacionados ao saber sensível e ao cuidado como prática relacional, coletiva e política. Transita e olha para a arte-saúde-educação como possibilidade de construção de ecologias e coexistências.<br />
Mulher parda (com sua licença, em crise com a palavra parda desde antes de&#8230;), sendo mestiça de muitos sangues vermelhos-vivos que ficaram pelos chãos do País, Silvia Góes nasceu na cidade de Garanhuns, território onde muitos quilombos remanescentes de Palmares, depois da cruel invasão, estabeleceram-se e até hoje estão, são. Mulher de raízes múltiplas, sendo indígenas as mais antigas nas histórias verbalizadas de mãe e pai, migrou para a terra-mangue, Recife, há mais de 30 anos, com a família inteira, para ter oportunidade de tentar cursar uma universidade. É artista profissional há mais de uma década e foi a ioga também que ancorou toda a mudança de percurso dessa jornalista que foi se profissionalizando bailarina pós-graduada em dança, poeta, atriz, dramaturgista, diretora e palhaça, entre outras atuações no esperançar da lida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Residência Artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais -</strong> <em>das 18h da sexta-feira (15) até as 17h de domingo (17), na Casa de Xamanismo Centro da Terra – km 14 de Aldeia, Camaragibe-PE. Bolsas: cinco bolsas integrais para mulheres indígenas, pretas, trans e periféricas. Investimento: R$ 100 (possível), R$ 200 (real) e R$ 300 (abundante). Inscrições e mais informações: no link na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>, por e-mail (mulher.territorio.sdi@gmail.com) ou pelo telefone: (81) 99811-7770. Público: mulheres acima de 18 anos (crianças acompanhadas pelas mães são acolhidas no espaço e uma pessoa está disponível para cuidá-las)</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Artistas pesquisadoras e educadoras: Drica Ayub, Isabela Severi, Silvia Góes<br />
Coordenação de projeto e produção geral: Drica Ayub<br />
Produção executiva: Marilia Pinheiro<br />
Produtoras locais nos territórios visitados: Bia Pankararu e Elaine Albuquerque<br />
Filmagem e montagem de videos: Amandine Goisbault<br />
Fotografia: Giovanna Monteiro<br />
Designer: Aurora Jamelo<br />
Preparação corporal: Lau Veríssimo<br />
Consultoria de dramaturgia: Naná Sodré<br />
Trilha sonora: Conrado Falbo<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Apoio: Galeria Mau Mau, Casa de Xamanismo Centro da Terra<br />
Incentivo: Funcultura-PE – Governo do Estado de Pernambuco</p>
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		<title>Cia Etc. apresenta o espetáculo Superciais no Recife e em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 19:16:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cia Etc., prestes a completar 23 anos de atividades, circula com Superciais por Chão de Estrelas, Vila do Pilar, Coque, Ibura, Alto Santa Terezinha, no Recife; e na Vila da Fábrica, em Camaragibe (PE), deste domingo (22) até o dia 5 de novembro. O espetáculo de dança é gratuito e tem como proposta a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105915" aria-labelledby="figcaption_attachment_105915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Domar/Cia Etc./Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/SUPERFICIAIS-CIA-ETC-FOTO-DE-DOMAR-48-b.png"><img class="size-medium wp-image-105915" alt="Domar/Cia Etc./Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/SUPERFICIAIS-CIA-ETC-FOTO-DE-DOMAR-48-b-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elenco do espetáculo Superciais</p></div>
<p>A Cia Etc., prestes a completar 23 anos de atividades, circula com <em>Superciais</em> por Chão de Estrelas, Vila do Pilar, Coque, Ibura, Alto Santa Terezinha, no Recife; e na Vila da Fábrica, em Camaragibe (PE), deste domingo (22) até o dia 5 de novembro.<br />
O espetáculo de dança é gratuito e tem como proposta a descentralização de ações artísticas e culturais. Das dez apresentações, cinco contam com interpretação para a língua brasileira de sinais (libras). O elenco é formado por Filipe Marcena, Iara Campos, Iara Izidoro e Marcelo Sena.<br />
A circulação do espetáculo <em>Superciais</em> conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Secretaria Estadual de Cultura, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Governo do Estado.<br />
<em>Superciais</em> é um espetáculo que trata dos tipos de relações estabelecidas com o mundo pós-moderno, marcado pela velocidade e superficialidade nas interações sociais, partindo das memórias pessoais de seus bailarinos e bailarinas. Com direção de Marcelo Sena, a obra utiliza referências da cultura pop, como televisão, rádio, internet e redes sociais, para colocar em questão o modo com que nos relacionamos com essas mídias e de como vamos construindo e reconstruindo nossas memórias.<br />
Lançando um olhar sobre a constante exposição pessoal nos variados meios de comunicação, <em>Superciais</em> dialoga com esse outro modo de construir e desconstruir identidades. E, após o confinamento e isolamento social que vivemos durante a pandemia, essas questões foram mais intensificadas com as ferramentas virtuais, que se popularizaram ainda mais como grande meio de interação social.<br />
Além disso, a Cia Etc. pensa na descentralização de ações artísticas e culturais como uma grande prioridade na construção de uma política pública mais democrática. Porém, a grande maioria das comunidades possui pouca ou nenhuma estrutura para acolher espetáculos de dança. Por isso a circulação do espetáculo Superciais é realizada em espaços públicos das periferias sem a necessidade de uma infraestrutura teatral para sua realização.<br />
O projeto ainda prevê a realização de um podcast com uma conversa sobre as produções locais de cada comunidade por onde circula. Os episódios serão disponibilizados na Rádio Etc. e poderão ser ouvidos em todas as plataformas de podcasts e no <a title="Cia. Etc." href="https://ciaetc.com.br/" target="_blank">site</a> da companhia.</p>
<p><strong>FESTIVAL DE DANÇA –</strong> Além das apresentações incentivadas pelo Funcultura, a Cia Etc. integra a 26ª edição do Festival de Dança Internacional do Recife, evento realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR). O espetáculo pode ser visto em frente à Escola Nossa Senhora do Pilar, na Vila Pilar, no Bairro do Recife, na quarta-feira (25), às 16h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>OUTRAS CIRCULAÇÕES –</strong> Após sua estreia em 2015, <em>Superciais</em> foi apresentado em Lisboa, Coimbra, Cabeceiras de Basto e Braga, em Portugal, em 2017. Em 2019, a Cia Etc. circulou com apresentações do espetáculo pelos municípios pernambucanos de Goiana, Vicência, Caruaru, Belo Jardim, Triunfo e Serra Talhada e já passou pelos Estados da Bahia, do Mato Grosso do Sul, da Paraíba.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></span></p>
<p><strong>CHÃO DE ESTRELAS</strong></p>
<p>Onde: Praça Flávia Negromonte – Daruê Malungo<br />
Quando: domingo (22/10), 16h; segunda-feira (23/10), 16h – com libras</p>
<p><strong>VILA DO PILAR</strong><br />
Onde: na frente da Escola Nossa Senhora do Pilar<br />
Quando: 24/10 (terça-feira), 16h – com libras</p>
<p><strong>COQUE</strong><br />
Onde: A Quadrinha (Debaixo do Viaduto Capitão Temudo)<br />
Quando: 26/10 (quinta-feira), 16h<br />
Onde: Avenida Ibiporã<br />
Quando: 27/10 (sexta-feira), 16h – com libras</p>
<p><strong>IBURA</strong><br />
Onde: Terminal da UR 11<br />
Quando: 31/10 (terça-feira); 1º/11 (quarta-feira), 16h – com libras</p>
<p><strong>ALTO SANTA TEREZINHA</strong><br />
Onde: Compaz Eduardo Campos<br />
Quando: 3/11 (sexta-feira), 16h</p>
<p><strong>VILA DA FÁBRICA (CAMARAGIBE)</strong><br />
Onde: Cine Teatro Bianor Mendonça Monteiro<br />
Quando: 4/11 (sábado); 5/11 (domingo), 14h – com libras</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></span><br />
Direção: Marcelo Sena<br />
Elenco: Filipe Marcena, Iara Campos, Iara Izidoro e Marcelo Sena<br />
Criação: Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira<br />
Figurinos: Marcondes Lima<br />
Adereços: Alcio Lins, Cecita Maria e Gino Batidão<br />
Assessoria de Comunicação: Dulce Reis<br />
Produção: Victor Laet<br />
Produção local: Daniel SemSobreNome, Danilo Carias, Mekson Dias, Michel Gomes e Vilma Carijós Libras: VouSer Acessibilidade (Anderson Andrade e Efraim Canuto)<br />
Administração: Hudson Wlamir<br />
Contabilidade: Paulo Ferreira<br />
Arte gráfica: Raul Kawamura<br />
Fotos: Domar e Anderson Stevens<br />
Realização: Cia. Etc.</p>
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		<title>Cepe encerra Circuito Cultural 2022 com a Flicamará, em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 20:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Camaragibe]]></category>
		<category><![CDATA[Cepe Circuito Cultural 2022]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Parque Camaragibe/Praça Maria Amazonas recebe a primeira edição da Feira Literária de Camaragibe (Flicamará), a partir desta terça-feira (13). Promovida pela Companhia Editora de Pernambuco, com curadoria da Fundação Gilberto Freyre, a feira encerra o Circuito Cepe de Cultura 2022. A programação, gratuita, diversificada e para todas as idades, se estende até domingo (17), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89589" aria-labelledby="figcaption_attachment_89589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Beto-Hortis-_-Foto-de-Edmar-Melo_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-89589" alt="Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Beto-Hortis-_-Foto-de-Edmar-Melo_Secult-PE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor de Camaragibe, Beto Hortis fará o show de abertura da Feira Literária</p></div>
<p>O Parque Camaragibe/Praça Maria Amazonas recebe a primeira edição da Feira Literária de Camaragibe (Flicamará), a partir desta terça-feira (13). Promovida pela Companhia Editora de Pernambuco, com curadoria da Fundação Gilberto Freyre, a feira encerra o Circuito Cepe de Cultura 2022. A programação, gratuita, diversificada e para todas as idades, se estende até domingo (17), das 9h às 20h, com cineminha, shows musicais, lançamento de livros, recital poético, desfile de cosplay, contação de histórias e oficinas para crianças. O parque fica na Avenida Doutor Belmino Correia, no Centro de Camaragibe, município do Grande Recife.</p>
<p>O músico camaragibense Beto Hortis faz o show de abertura da Flicamará, às 10h, com repertório em homenagem a Luiz Gonzaga (1912-1989), cujo aniversário de nascimento se completa justamente neste dia 13. Já o cantor Maciel Melo fará o show de encerramento da feira, dia 17, às 19h.</p>
<p>Um dos destaques da quarta-feira (14) é o espetáculo &#8220;O Matuto&#8221;, com o ilusionista Rapha Santacruz, a partir das 16h. Forró, xaxado, coco e cavalo-marinho fazem parte da animada trilha sonora da apresentação, de acordo com o artista. Magia com sotaque nordestino garantida para a criançada. O dia se encerra com o espetáculo &#8220;Senhora de Engenho: Entre a Cruz e a Torá&#8221;, da Companhia Popular de Teatro de Camaragibe. A peça, que começa às 19h30 e será encenada no Casarão de Maria Amazonas, conta a saga de Branca Dias, judia, que fugiu da inquisição em Portugal , chegando à capitania de Pernambuco em 1554.</p>
<p>Na quinta-feira (15), às 16h, é a vez da poeta, cordelista e contadora de histórias Mariane Bigio apresentar o show &#8220;Contos e Canções de Natal&#8221;, com um repertório que mistura histórias e músicas autorais, além de cantigas tradicionais do ciclo natalino. Abrindo a programação do dia, às 9h será exibido o curta &#8220;As aventuras de Tita&#8221;, do ambientalista e artista Victor Flores. Tita é uma menina que vive em Curaçá (Bahia) e tem o poder de se transformar em ararinha-azul para defender a natureza junto com seus amigos.</p>
<p><strong>Livros -</strong> A programação da quarta (14), quinta (15) e sexta (16) inclui a apresentação de livros lançados pela Cepe Editora, sempre às 17h. O monge beneditino Marcelo Barros, autor de &#8220;Não deixe cair a profecia: a herança de Dom Helder Camara para a humanidade do século XXI&#8221;, recebe o público na quarta-feira para falar sobre a obra que reflete sobre o caráter de atualidade do apelo à transformação pessoal, social e política defendida pelo Dom da Paz. <em>“Acolhi a palavra daquele profeta, pastor, que, em 1969, me ordenou padre e com o qual trabalhei por quase dez anos (1967-1976). E a acolhi como sendo dirigida não somente a mim, e sim a toda pessoa que quer viver o caminho de uma fé inserida na realidade”</em>, afirma Marcelo, homenageado da feira.</p>
<p>Os títulos Lula Cardoso Ayres &#8211; Fotografias e Alcir Lacerda &#8211; Fotografias, organizados por Betty Lacerda poderão ser conferidos na quinta-feira. No primeiro título, o filho de Lula Cardoso Ayres assinala que,<em> “de meados da década de 40 até o início da década de 60, já com a destruição deslavada do Bairro de São José”</em>, o pai despertou para a necessidade de documentar o que estava sendo perdido e registrou as impactantes mudanças. Já no livro de Lacerda, uma coletânea de fotos do mestre do preto e branco exibe imagens captadas ao longo das últimas oito décadas, privilegiando o avanço da arquitetura de centros urbanos e as belas paisagens do interior, das praias e do sertão pernambucano.</p>
<p>Na sexta-feira, é a vez da designer Renata Paes mostrar o seu Memória Gráfica da Arquitetura de Olinda aos visitantes da Flicamará. O livro convida o leitor a fazer um passeio pela cidade, a apreciar azulejos, gradis, cobogós e ladrilhos do casario.<em> “Conhecer a memória gráfica da arquitetura de Olinda é um modo de salvaguardar o patrimônio, uma vez que o casario e seus artefatos decorativos representam uma parte relevante da sua memória visual”</em>, destaca Renata Paes.</p>
<p>A feira ainda conta com oficinas de caricatura, futebol de botão, jogos teatrais infantis, e desfile e performance de cosplay.</p>
<p><strong>BALANÇO -</strong> Além da Flicamará, pelo Circuito Cepe de Cultura 2022 foram realizadas mais nove eventos semelhantes: 1ª Feira Literária de Amaraji (Fliamar), em abril; Polo Literário Taquaritinga do Norte, em julho; Praça da Palavra no Festival de Inverno de Garanhuns, em julho; 6ª edição da Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), em setembro; 2ª Feira Literária de Goiana (Fligo), em outubro; Feira Literária do Sertão, em novembro; 2ª edição da Feira da Poesia do Pajeú, em novembro; 1ª edição da Feira Miolo(s) fora de São Paulo, em novembro; e a 4ª edição da Feira da Literatura Infantil (Flitin), em dezembro.</p>
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		<title>Videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221; será exibida gratuitamente em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 20:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Camaragibe]]></category>
		<category><![CDATA[Cine Teatro Bianor Mendonça Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[corpo onírico]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Mahmood]]></category>
		<category><![CDATA[videodança]]></category>

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		<description><![CDATA[Com roteiro e direção de Marina Mahmood, a videodança “Corpo Onírico” será exibida na próxima terça-feira (29), a partir das 20h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro, no município de Camaragibe/PE. O evento presencial terá acesso gratuito e contará também com uma exposição de fotos de processos do filme e roda de conversa com participação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97417" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com roteiro e direção de Marina Mahmood, a videodança “Corpo Onírico” será exibida na próxima terça-feira (29), a partir das 20h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro, no município de Camaragibe/PE. O evento presencial terá acesso gratuito e contará também com uma exposição de fotos de processos do filme e roda de conversa com participação de parte da equipe de produção da obra audiovisual.</p>
<p>“Corpo Onírico”, fruto de um projeto incentivo pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Fucultura, conta a história de uma mulher que busca expandir a sua natureza, porque não pode mais contê-la. Na Ponte de Ferro, no Centro do Recife, ela encontra um arco de fogo que a transporta ao mundo sutil, onde descobre a potência ao dançar com outros seres.</p>
<p>A obra incita o questionamento sobre como os corpos &#8211; individuais e coletivos &#8211; podem se nutrir de experiências mais diretas com a natureza interior (os instintos, a intuição e a energia vital) e como resgatar essa experiência pela criação de cenas oníricas nas paisagens.</p>
<p>“A ideia do projeto seria criar uma videodança em que o espectador se visse imerso nas sensações provocadas pela interação das linguagens, numa espécie de sinestesia que apura os sentidos corporais para além do meramente visual”, explica a diretora, roteirista e também artista da dança que compõe o elenco do filme Marina Mahmood.</p>
<p>O projeto foi iniciado em 2019, com o financiamento Funcultura/PE e apoio do CCBA. As primeiras experiências foram orientadas por Taína e Lau Veríssimo, do grupo Totem (em atividade na cena cultural pernambucana desde 1988). Posteriormente o coletivo da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, formado pelas dançarinas Marina Mahmood, Klarissa Faye, Maria Miranda, pelo músico iezu kaeru e pelo fotógrafo Alexandre Salomão, seguiu aperfeiçoando as descobertas até chegar na última etapa de realização, quando os músicos iezu kaeru (autor da trilha de filmes como o longa Um Lugar ao Sol e do curta Entre Marés) e Tomaz Alvez Souza (autor de trilhas para cinema como os longas Bacurau e Cinema, Aspirinas e Urubus) produziram uma trilha sonora especialmente para a videodança, amplificando os diálogos entre dança, cinema e música.</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
20h &#8211; Exposição de fotografias sobre processos da videodança<br />
20h30 &#8211; Exibição de Corpo Onírico<br />
20h50 &#8211; 21h10: Roda de Conversa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exibição da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;<br />
Quando: 29 de novembro de 2022 (terça-feira), 20h<br />
Local: (Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro) &#8211; Av. Dr. Pierre Collier, s/n &#8211; Vila da Fábrica, Camaragibe &#8211; PE) Ponto de referência: em frente da Praça Antônio Luiz de Souza.<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Projeto &#8220;Vídeo que dança&#8221; oferece oficina gratuita no Recife e Camaragibe</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 21:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adovale]]></category>
		<category><![CDATA[Camaragibe]]></category>
		<category><![CDATA[Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Esola Municipal de Artes João Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições abertas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo que dança]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Esola Municipal de Artes João Pernambuco (Recife) e o Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro (Camaragibe) recebem, nos dias 29/11, 6/12 e 13/12, o projeto &#8220;Vídeo que dança&#8221;, uma oficina de videodança que tem o celular como suporte criativo. Comandada pela artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Ilustração_Sem_Título.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-89467" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Ilustração_Sem_Título-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Esola Municipal de Artes João Pernambuco (Recife) e o Cineteatro Bianor Mendonça Monteiro (Camaragibe) recebem, nos dias 29/11, 6/12 e 13/12, o projeto &#8220;Vídeo que dança&#8221;, uma oficina de videodança que tem o celular como suporte criativo.</p>
<p>Comandada pela artista Adovale, a atividade é gratuita e está com inscrições abertas até o próximo sábado (27). Para se inscrever, o candidato basta acessar o formulário disponível no link <strong><a href="https://forms.gle/E179H2aX32kQvkLMA" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/E179H2aX32kQvkLMA&amp;source=gmail&amp;ust=1637956728421000&amp;usg=AOvVaw1na0HuATkq0k3USxeK6rKX">forms.gle/<wbr />E179H2aX32kQvkLMA</a></strong> e preencher os dados solicitados. O resultado sairá ainda no dia 27/11, às 18h.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Adovale é graduanda em dança pela UFPE, performer, produtora, bailarina, fotógrafa, diretora, professora e pesquisadora em dança/vídeo. Seus estudos pessoais caminham pela performance na produção de arte com alternativas de baixo custo, especificamente com o aparelho de telefonia móvel celular, na ressignificação da tecnologia a favor da produção no fazer dança, artes visuais no Estado de Pernambuco.</p>
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