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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cambinda Brasileira</title>
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		<title>Projeto lança filmes com material de arquivo inédito sobre quatro grupos de maracatus do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 18:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107185" aria-labelledby="figcaption_attachment_107185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Exibição-Piaba.jpg"><img class="size-medium wp-image-107185" alt="Exibição do projeto Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda no Maracatu Piaba de Ouro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Exibição-Piaba-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exibição do projeto Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda no Maracatu Piaba de Ouro</p></div>
<p>Em fevereiro de 1995, a então estudante de cinema e etnologia Flávia Lacerda, ao lado do diretor de fotografia Alberto Marquardt, filmou mais de 30 horas de imagens dos ensaios e apresentações públicas grupos de Maracatu Nação e de Baque Solto do estado de Pernambuco: Maracatu Elefante, Maracatu Leão Coroado, Maracatu Cambinda Brasileira do Engenho do Cumbe e Maracatu Piaba de Ouro. Gravadas em fitas Betacam, essas imagens foram digitalizadas após permanecerem 30 anos conservadas.<br />
<em>Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda</em>, projeto realizado pela Bebinho Salgado 45 e coordenado pela antropóloga Júlia Morim, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), articula audiovisual e patrimônio, fazendo a mediação do regresso dessas imagens a seus<br />
portadores, grupos e comunidades. Realizado em duas etapas, a primeira, ocorrida em 1995, teve equipe composta por Flávia Lacerda na direção; Alberto Marquardt na direção de fotografia e som direto; e Beto Azoubel, Flávia Lacerda, Gustavo Peixoto, Mariana Lacerda, Marcelo Lacerda e Pio Figueiroa na produção. A segunda etapa, de retorno às imagens e disponibilização do acervo, foi composta por Júlia Morim na coordenação geral, produção e produção executiva; Marcelo Lacerda e Laíse Queiroz na edição; e Júlia Morim, Mariana Lacerda e Marcelo Lacerda no roteiro.<br />
No material repousam depoimentos de mestres, mestras, caboclos de lanças e baianas, todas e todos fundantes das histórias de seus grupos. Há registros e depoimentos do mestre Luiz de França (1901-1997), babalorixá e membro da Irmandade dos Rosário dos Homens Pretos de Santo Antônio e da Irmandade de São Benedito da Igreja de São Gonçalo da Boa Vista, que regeu o Maracatu Leão Coroado durante 40 anos.<br />
Dona Madalena, que sucedeu Dona Santa no Maracatu Elefante, também pode ser vista em seu terreiro e desfilando nas avenidas do Recife no Carnaval de 1995. Mestre Salu, do Maracatu Piaba de Ouro, reconhecido pelo seu engajamento na luta por condições dignas para os folguedos, está ao lado de seu pai, tocando uma rabeca.<br />
Há ainda, no material filmado e recuperado do Maracatu Cambinda Brasileira, o mestre João Padre, falecido no mesmo ano em que foi filmado. O mestre, uma referência para todos e todas que compõem a história do grupo, passou a ter aos olhos dos e das jovens que não o conheceram, mas que tocam suas narrativas, uma visualidade, um rosto, um gesto, uma voz.<br />
O acervo, transformado em quatro filmes com duração variável, reflexo da quantidade de horas filmadas com cada grupo e também da qualidade das imagens, teve um primeiro corte que foi apresentado aos grupos. Posteriormente os filmes foram finalizados ficando com os seguintes tempos: <em>Cambinda Brasileira</em>, com duração de 30 minutos; <em>Elefante</em>, com duração de 14 minutos; <em>Leão Coroado</em>, com duração de 24 minutos; e <em>Piaba de Ouro</em>, com duração de 20 minutos.<br />
Por meio da consulta desse pequeno acervo filmado, editado e agora disponível, é possível recuperar as narrativas sobre as histórias desses quatro grupos de maracatus. São testemunhos que hoje tocam o presente. Editados em vídeos, disponibilizados no <a title="Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda" href="https://salvaguardamaracatus.wordpress.com/" target="_blank">site oficial</a>, esse material volta a suas comunidades de origem e está acessível a toda a sociedade, por meio do projeto <em>Maracatus: Uma Contribuição para sua Salvaguarda</em>.<br />
Com o apoio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), o projeto é lançado nesta quarta-feira (20), às 14h, na Sala Calouste Gulbenkian, localizada na Avenida 17 de Agosto, nº 2.187, no bairro de Casa Forte, na Zona Norte do Recife, com a presença de representantes dos maracatus.</p>
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		<title>Projeto Azougue promove sambada com os Maracatus Águia Formosa e Cambinda Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2019 14:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73441" aria-labelledby="figcaption_attachment_73441" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/40198147942_a643c3520b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73441 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/40198147942_a643c3520b_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Brincadeira será comandada pelos mestres Adriano e Veronildo e ainda terá como atrações a Ciranda Bela Rosa do Mestre Bi e o som do DJ Azougue, projeto de Maciel Salú</p></div>
<p>O Projeto Azougue promoverá uma sambada com o Águia Formosa e o Cambinda Brasileira, o maracatu rural mais antigo em atividade ininterrupta no País, neste sábado (30/11), às 20h, no Centro de Tracunhaém, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A brincadeira será comandada pelos mestres Adriano e Veronildo e ainda terá como atrações a Ciranda Bela Rosa do Mestre Bi e o som do DJ Azougue, projeto de Maciel Salú. Além deste evento, a ação, coordenada pelo Mestre Maciel Salú, realizará outras quatro atividades até o ano que vem.</p>
<p>A iniciativa tem o objetivo de cuidar da manutenção e estruturação do Águia Formosa como entidade cultural, e faz referência à atuação do grupo como organismo social atuante na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A manutenção do Maracatu Rural Águia Formosa está sendo possível graças ao incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<div id="attachment_54928" aria-labelledby="figcaption_attachment_54928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José Carbonel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Maciel-Salú-Foto-José-Carbonel.jpg"><img class="size-medium wp-image-54928" alt="José Carbonel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Maciel-Salú-Foto-José-Carbonel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Maciel Salú, uma das propostas do Projeto Azougue é de manter viva a tradição das sambadas dos maracatus da Zona da Mata Norte</p></div>
<p>Segundo Maciel Salú, uma das propostas do Projeto Azougue é de manter viva a tradição das sambadas dos maracatus da Zona da Mata Norte. “A sambada de maracatu é muito forte. E tenho visto cada vez mais jovens interessados. Muita gente não faz ideia, mas em muitos eventos, reunimos entre quatro, cinco mil pessoas. E isso é uma prova do quanto a nossa cultura é importante. Todos que fazem parte ficam muitos felizes com a realização e com esse apoio e incentivo do Funcultura”, explica o coordenador da iniciativa.</p>
<p>Por isso, o Projeto Azougue, realizado pelo Maracatu Águia Formosa, traz o Cambinda Brasileira, que foi fundado em 1918, no Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, onde permanece até hoje. “Essa participação é muto importante por este ser o mais antigo em atividade. E, para mim, tem um motivo a mais, pois este foi um dos primeiros maracatus em que o meu pai, o Mestre Salustiano, começou a brincar como o personagem Catita. Além disso, vamos promover o repasse da tradição dos mestres da velha guarda para a nova geração. Temos muitos envolvidos, cantando, dançando, tocando instrumentos. Muitos mestres novos estão surgindo e é preciso essa troca com quem já está há mais tempo nessa luta”, conta Maciel Salú.</p>
<p>O Projeto Azougue ainda promoverá, pela primeira vez da iniciativa, que chega à sua quarta edição, uma Oficina de Cavalo Marinho, além do Encontro de Mestres e Poetas da Mata Norte, Curso de Iniciação Musical – Prática em Conjunto, e quatro Rodas de diálogo com o tema “Brincando com os Mestres – uma vivência com quem faz do brinquedo sua missão”, que serão realizadas em diferentes escolas de Tracunhaém. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
Projeto Azougue<br />
Sambada dos Maracatus Águia Formosa e Cambinda Brasileira, Ciranda Bela Rosa do Mestre Bi e DJ Azougue<br />
Sábado (30), às 20h<br />
Centro de Tracunhaém (R. Padre João Ribeiro)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Encontro de Maracatus em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 13:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte do Estado, recebeu nesta segunda-feira (16) o tradicional Encontro de Maracatus, manifestação cultural que agora é Patrimônio Cultural Imaterial (IPHAN) . O grande encontro de maracatus de baque solto reuniu mais de 30 grupos, tais como o Cambinda Brasileira, o Estrela de Ouro de Aliança, o Coração Nazareno (composto só por mulheres) e o Leão Misterioso. Confira os registros do fotógrafos Bernardo Soares, da equipe da Secult PE / Fundarpe.</p>
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