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	<title>Portal Cultura PE &#187; Camilo José</title>
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		<title>&#8216;Outras Palavras&#8217; deixa sua marca em escola de Cortês</title>
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		<pubDate>Thu, 18 May 2017 17:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Outras Palavras, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe, continua levando cultura e cidadania para as escolas da rede pública do estado. A programação, que inclui entrega de kits com livros de autores pernambucanos, chegou na terça-feira (16) à cidade de Cortês, na Mata Sul, tendo como convidados o escritor Camillo José [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Outras Palavras, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe, continua levando cultura e cidadania para as escolas da rede pública do estado. A programação, que inclui entrega de kits com livros de autores pernambucanos, chegou na terça-feira (16) à cidade de Cortês, na Mata Sul, tendo como convidados o escritor Camillo José (vencedor do  4º Prêmio Pernambuco de Literatura) e a Orquestra Capa Bode, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_49090" aria-labelledby="figcaption_attachment_49090" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cortes2.jpg"><img class="size-medium wp-image-49090" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cortes2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes receberam o projeto com animação</p></div>
<p>Iniciando as atividades, entrou em cena o primeiro curta-metragem realizado por estudantes do curso de iniciação audiovisual do projeto Cine Cabeça, &#8220;A Hora da Saída&#8221; que faz parte também do projeto &#8220;Brincando de Fazer Cinema&#8221;, sob direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas, roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinícius e produção de Cynara Santos e Camila Barros. Logo depois, com mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes, o escritor Camillo José conversou com os presentes sobre suas obras, em especial o livro &#8220;A Dakimakura Flutuante&#8221;. A conversa fluiu, passando por temas como o que a poesia significa na vida do escritor.</p>
<p>&#8220;O escritor precisa ser sincero, o que me motivou a escrever foi basicamente o que motivou a maioria dos escritores que conheço: você gosta de alguém, mas não sabe expressar. Comecei a escrever mandando cartinhas no colégio pra uma garota por ter vergonha e fui pegando gosto pela coisa, ouvindo criticas negativas e positivas. Com o tempo, percebi que pode ser bem mais que isso, é uma maneira de expressar seus sentimentos presos. Quando escrevo, me sinto como se tivesse todo grudento e todas as coisas ao seu redor grudassem em mim&#8221;, confessou.</p>
<p>Perguntado de onde tira inspiração para compor seus poemas, Camillo falou que vem de músicas, livros, filmes, séries e desenhos. &#8220;Quanto mais você se envolve, mais influencia sua vida. Você não é a mesma pessoa depois de ouvir uma música, não é a mesma pessoa depois de ler um poema&#8221;.</p>
<div id="attachment_49093" aria-labelledby="figcaption_attachment_49093" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/camillo-jose.jpg"><img class="size-medium wp-image-49093" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/camillo-jose-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Camillo José falou sobre seu processo criativo</p></div>
<p>O escritor ficou surpreso com a estrutura do colégio e aproveitou para incentivar os alunos a explorarem o universo literário. &#8220;A minha vida inteira estudei em escola particular. Hoje em dia é engraçado, pois meus primos e meus irmãos estudam em escolas públicas, na minha época a escola pública tinha uma imagem ruim, onde os  pais tinham medo de colocar seus filhos lá. A estrutura que a escola pública tem hoje é uma realidade muito diferente, muito melhor que há algum tempo atrás. Na minha época, os alunos tinham pouco acesso a livros, hoje vocês têm oportunidade, a partir de projetos como esse, de se aprofundarem e conhecer cada vez mais o mundo da literatura&#8221;, orientou.</p>
<p>Os estudantes ainda puderam tirar dúvidas e fazer perguntas diretamente ao escritor. Questionado sobre se já havia pensado em seguir outra profissão, Camillo foi taxativo: &#8220;Escritor não é profissão, estou terminando agora licenciatura em Letras, pretendo dar aula de Literatura. Dar aula e ser professor exige o mesmo tipo de sensibilidade da literatura, por estar perto de pessoas diferentes de você. Eu dava aula a pessoas que tinha idade para ser meus avós, e pensava em como o que ia falar poderia mudar a vida delas. Já pensei em ser desenhista, jornalista, mas depois descobri um curso pra quem gosta de literatura, o curso de Letras&#8221;.  Ainda sobre o assunto, o escritor complementou: &#8220;É como um quarto bagunçado, só você entende, você vai escrevendo, editando, mudando algumas coisas. Nesse ultimo livro, dividi em 4 partes, eu escrevia um poema por dia, demorou de 5 a 6 meses.  Às vezes eu não queria acabar, quando você termina um livro, é como se ele tivesse morrido pra você, o lançamento de um livro é quase um funeral para o escritor&#8221;.</p>
<div id="attachment_49092" aria-labelledby="figcaption_attachment_49092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">"O escritor precisa ser sincero, o que me motivou a escrever foi basicamente o que motivou a maioria dos escritores que conheço: você gosta de alguém, mas não sabe expressar. Comecei a escrever mandando cartinhas no colégio pra uma garota por ter vergonha e fui pegando gosto pela coisa, ouvindo criticas negativas e positivas. Com o tempo, percebi que pode ser bem mais que isso, é uma maneira de expressar seus sentimentos presos. Quando escrevo, me sinto como se tivesse todo grudento e todas as coisas ao seu redor grudassem em mim", confessou. Perguntado de onde tira inspiração para compor seus poemas, Camillo falou que vem de músicas, livros, filmes, séries e desenhos. "Quanto mais você se envolve, mais influencia sua vida. Você não é a mesma pessoa depois de ouvir uma música, não é a mesma pessoa depois de ler um poema".</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cortes1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49092" alt="&quot;O escritor precisa ser sincero, o que me motivou a escrever foi basicamente o que motivou a maioria dos escritores que conheço: você gosta de alguém, mas não sabe expressar. Comecei a escrever mandando cartinhas no colégio pra uma garota por ter vergonha e fui pegando gosto pela coisa, ouvindo criticas negativas e positivas. Com o tempo, percebi que pode ser bem mais que isso, é uma maneira de expressar seus sentimentos presos. Quando escrevo, me sinto como se tivesse todo grudento e todas as coisas ao seu redor grudassem em mim&quot;, confessou.  Perguntado de onde tira inspiração para compor seus poemas, Camillo falou que vem de músicas, livros, filmes, séries e desenhos. &quot;Quanto mais você se envolve, mais influencia sua vida. Você não é a mesma pessoa depois de ouvir uma música, não é a mesma pessoa depois de ler um poema&quot;. " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cortes1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A conversa empolgou os participantes, que fizeram perguntas ao escritor</p></div>
<p>Camillo ainda foi perguntado se pensava que seu livro poderia mudar a vida de alguém: &#8220;A gente não escreve com essa pretensão, com essa vontade de escrever um poema incrível que vai mudar a vida de alguém, ma já aconteceu algumas vezes. Em 2013, meu primeiro livro teve um poema que escrevi pra minha avó, esse poema foi muito sincero e tocava as pessoas. Um certo dia, um cara veio até mim e disse que leu pra sua esposa e ela começou a chorar, foi muito gratificante saber que aquilo que você escreveu tocou as pessoas. É como você ter um filho e seu filho pedir alguém em casamento&#8221;.</p>
<p>Finalizando as atividades, sob o comando do maestro João Paulo, a Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena, mais conhecida como Orquestra Capa Bode fez sua apresentação na quadra da escola, com músicas de frevo e também composições de Tim Maia, Roupa Nova, Roberto Carlos, Dominguinhos, entre outros artistas.</p>
<div id="attachment_49091" aria-labelledby="figcaption_attachment_49091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro / Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/capa-bode.jpg"><img class="size-medium wp-image-49091" alt="Jan Ribeiro / Fundarpe " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/capa-bode-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A Orquestra Capa Bode é Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>O Outras Palavras busca instigar e incentivar crianças e adolescentes a se interessarem pela literatura. O projeto, que teve seu inicio em 2015, é um sucesso e vem colhendo frutos. Até agora, já envolveu mais de 5 mil alunos em mais de 260 escolas que, juntas, receberam 3.800 livros de escritores pernambucanos.</p>
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