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	<title>Portal Cultura PE &#187; caminho da pedra</title>
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		<title>Demetrio Albuquerque inaugura a exposição &#8220;Caminho da Pedra&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 18:48:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29560" aria-labelledby="figcaption_attachment_29560" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Demetrio-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-29560" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Demetrio-03-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição narra a relação do artista plástico com a pedra e as transformações causadas pela ação da natureza</p></div>
<p>O uso da pedra como instrumento pelos nossos antepassados faz parte da lista de temas que dá início aos nossos primeiros contatos com o estudo da história da humanidade. O material, que se transformou continuamente, vem se perpetuando tanto na natureza quanto na cultura geral até os dias de hoje. Foi esse o mote que instigou o artista plástico Demetrio Albuquerque a conceber a sua nova exposição individual, <em>Caminho da Pedra</em>. A mostra, que conta com incentivo do Funcultura, entra em cartaz a partir desta quinta-feira (27), na Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, e segue com visitação gratuita até o dia 4/10.</p>
<p><em>Caminho da Pedra</em> é o resultado do trabalho de pesquisa que o artista vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos, de forma mais específica, com as técnicas da cerâmica pernambucana. Por meio do novo trabalho, Demetrio evoca o pensamento do cientista escocês James Hutton (1726 – 1797) &#8211; considerado o pai da geologia &#8211; que desenvolveu a teoria sobre o mundo mineral afirmando que não pode haver “nenhum vestígio do começo e nenhuma perspectiva do fim&#8221;, pois na natureza tudo se transforma.</p>
<p>De acordo com Demetrio Albuquerque, a exposição se propõe a narrar o gesto artístico primordial sobre a pedra e sua relação com as transformações do material pela ação da natureza. &#8220;A exposição é uma espécie de balanço da minha carreira de escultor. Tem uma hora que surge a necessidade de fazer algo mais conceitual e através de pesquisas comecei a me interessar pela formação dos solos. A ideia foi voltar a algo mais primitivo, mas ao mesmo tempo unindo a uma coisa mais científica&#8221;, comenta o artista plástico.</p>
<p>O conjunto das obras expressa essas características, influências e dinâmicas que são narradas através do percurso onde a contemplação de cada obra/personagem provoca a memória ou curiosidade, tanto pelo aspecto artístico formal, quanto pela reflexão sobre a “ciência” de sua confecção.</p>
<p>A mostra também passa pelo sertão nordestino &#8211; cenário no qual se encontram vestígios da ocupação humana dos povos antigos da América Latina e do encontro dos descendentes desse homem primitivo com os colonizadores e posteriormente com outros grupos humanos que chegaram. A partir dessa miscigenação surge o trabalho artístico com barro e argila &#8211; tema explorado por Demetrio Albuquerque que traça um paralelo entre a transformação e sedimentação da pedra e ao mesmo tempo do homem que a trabalha.</p>
<p><strong>Exposição</strong><br />
A viagem simbólica de <em>Caminho da Pedra</em> começa a partir da movimentação dos minerais desde a rocha bruta até a argila de aluvião, representada pela obra “Ígnea”, onde se vê o rosto de uma figura humana integrada com a própria pedra como uma só coisa. Em seguida a “Erosão”, a dissolução pela água e pelo vento, reações da própria dinâmica que torna possível a matéria. A escultura representa uma figura humana nascendo ou se enterrando na pedra. Em seguida a instalação da mostra se funde com pedras espalhadas pelo terreno e entre elas está a escultura “Pétreo”, uma figura montada numa pedra que nos lembra de que a civilização existe a partir desta.</p>
<p>O segundo movimento desta mostra nos leva ao artista que experimentou suas primeiras vivências com a argila na comunidade japonesa de ceramistas de Ashikaga-shi. Neste ponto vemos suas ligações sociais no conjunto ”Emboladas”, onde são retratadas as manifestações da arte popular como o carnaval e da população como Canudos, ou em “Ciranda”, onde estão cabeças de gente do povo. Continuamos diante de grupos alegóricos que são como projetos para monumentos, e percebemos a marca dos escultores do Recife como Abelardo da Hora, Corbiniano Lins, Brennand e Jobson Figueiredo &#8211; artistas que se confundem com o Recife.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Demetrio Albuquerque Silva Filho (Piauí, 1961) é formado em Arquitetura e iniciou as atividades como escultor frequentando os ateliers de escultores em Recife. Em 1987, ganha o concurso para o Monumento Tortura Nunca Mais. Segue para Curitiba, onde faz o curso de escultura do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço com orientação do escultor Elvo Benito Damo. Ganha o prêmio João Turim (91) de aquisição no 1º salão do Museu João Turim em Curitiba com as esculturas Migrante e Andaluz. Muda-se para o Japão onde faz curso de cerâmica (Yakimono) e realiza a exposição Karada em Ashikaga-shi. Volta para Pernambuco e se estabelece em Olinda, passando a produzir esculturas de grande porte: “A Pedra” Jardim de esculturas do Shopping Recife; “Caboclo de Lança”, Av. Chico Science &#8211; Olinda; “Circuito dos Poetas do Recife” com 12 estátuas; &#8220;Dom Helder&#8221;, Recife; “Monumento a Augusto dos Anjos” na Praça Pedro Américo, João Pessoa PB; Mestre Vitalino, Caruaru.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição <em>Caminho da Pedra</em><br />
Abertura: quinta-feira (27), as 19h<br />
Visitação: de 28 de agosto a 4 de outubro<br />
Onde: Galeria Janete Costa &#8211; Parque Dona Lindu &#8211; Av. Boa Viagem, s/n<br />
Horários: quarta a sexta &#8211; 12h às 20h / sábados e domingos &#8211; 14h às 20h<br />
Exposição com áudio-descrição, a partir do dia 6/7<br />
Acesso gratuito.</p>
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