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	<title>Portal Cultura PE &#187; canal</title>
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		<title>Marília Parente lança clipe da música “Tristeza não Existe”</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora pernambucana Marília Parente lança, nesta quarta-feira (25), o clipe inédito de “Tristeza não Existe”, single do seu primeiro álbum. Mergulho na psicodelia nordestina, o material conta com direção e roteiro da própria artista, Rodrigo Barros, Carlota Pereira e Guilherme Patriota, e figurino de Maria Esther. O clipe está disponível no canal da artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YIlACh13jLo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A cantora pernambucana Marília Parente lança, nesta quarta-feira (25), o clipe inédito de “Tristeza não Existe”, single do seu primeiro álbum. Mergulho na psicodelia nordestina, o material conta com direção e roteiro da própria artista, Rodrigo Barros, Carlota Pereira e Guilherme Patriota, e figurino de Maria Esther. O clipe está disponível no canal da artista no YouTube.</p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo foi gravado no Estúdio Cabra Quente e traz a artista no papel de uma rockstar luxuosa dos anos 1970, em uma narrativa profusa em elementos que fazem refletir sobre a relação entre palavra e objeto e aquilo que é real e que não é. Inspirado nos livros “Sidarta”, de Herman Hesse, e “O Tempo Desconjuntado”, de Phillip K Dick, “Tristeza não Existe”, eleita pela revista especializada Scream e Yell¹ como uma das cinco melhores músicas brasileiras de 2018, é uma das canções do primeiro disco da artista, &#8220;Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro&#8221;, lançado em 2019.</p>
<p>“Esse é um disco bastante influenciado pela filosofia e musicalidade oriental que traz um diálogo com a música nordestina. Foi um grande desafio fazer o clipe, principalmente por precisar atuar. Mas o resultado tá bem legal. verdadeira arqueologia de sentidos, onde corpo e o visual imprimem os sentidos do que era um produto apenas musical”, comenta Marília.</p>
<p>Artista da cena musical contemporânea, Marília Parente mescla tons da psicodelia e do rock’n’roll com as influências do sertão de Pernambuco, onde viveu boa parte de sua vida. Marília tem se dedicado à música autoral desde 2017, quando deixou o grupo Coco Raízes do Capibaribe. Seu trabalho está no entremeio do rock psicodélico e a música nordestina, incorporadas com elementos do baião, do xote e do aboio.</p>
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		<title>Ezter Liu e Luciana Lemos falam do processo de criação da série de curtas “Tudo Arde do Lado de Dentro”</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 12:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada e a Coordenação de Literatura da Secult-PE promovem, nesta quinta-feira (29), um encontro on-line para falar sobre produção literária e audiovisual. O mote de “Do Lado de Dentro do Coração” é a série de curtas-metragens “Tudo Arde do Lado de Dentro”, produzidos por Luciana Lemos, baseados no livro “Das Tripas Coração”, de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61016" aria-labelledby="figcaption_attachment_61016" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/37592602754_3f55267814_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61016" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/37592602754_3f55267814_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os curtas são baseados no livro &#8220;Das Tripas Coração&#8221;, de autoria de Ezter Liu, grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p>O Espaço Pasárgada e a Coordenação de Literatura da Secult-PE promovem, nesta quinta-feira (29), um encontro on-line para falar sobre produção literária e audiovisual. O mote de “Do Lado de Dentro do Coração” é a série de curtas-metragens “Tudo Arde do Lado de Dentro”, produzidos por Luciana Lemos, baseados no livro “Das Tripas Coração”, de Ezter Liu, vencedora do então Prêmio Pernambuco de Literatura, atual Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, promovido pela Secult-PE/Fundarpe. As duas conversam a partir das 19h, no canal <strong><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/secultpe&amp;source=gmail&amp;ust=1627558058692000&amp;usg=AFQjCNFAcRCdoDdOl7w4vM6gmVzlQytzTg">youtube.com/secultpe</a></strong>.</p>
<p><em>“É muito importante para nós podermos proporcionar um encontro como esse. A literatura de Ezter Liu criou personagens que inspiram e disparam sua corporificação na criação de filmes interpretados por diferentes atrizes. Esperamos saber de Luciana e Ezter como se dá o processo criativo e a força que tem a arte nesta criação caleidoscópica, nas suas infinitas possibilidades”</em>, adianta Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada, que vai mediar a live . A apresentação fica a cargo de Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE.</p>
<p>“Tudo Arde do Lado de Dentro” foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. A série está disponível no YouTube: <strong><a href="https://youtube.com/channel/UCPKPrb2bAJSEzyQY8Jqpapw" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtube.com/channel/UCPKPrb2bAJSEzyQY8Jqpapw&amp;source=gmail&amp;ust=1627558058692000&amp;usg=AFQjCNEaTIDoP3YikdVdYNedmESqy1TP0A">youtube.com/channel/<wbr />UCPKPrb2bAJSEzyQY8Jqpapw</a></strong>. O elenco é composto por Bruna Luiza Barros, Gheuza Sena, Luciana Lemos, Márcia Cruz e Natali Assunção.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Live “Do Lado de Dentro do Coração, com a participação de Luciana Lemos, Ezter Liu, Roberto Azoubel e Marília Mendes<br />
Quando: 29 de julho de 2021 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <strong><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/secultpe&amp;source=gmail&amp;ust=1627558058692000&amp;usg=AFQjCNFAcRCdoDdOl7w4vM6gmVzlQytzTg">youtube.com/secultpe</a></strong></p>
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		<title>Grupo São Gens de Teatro promove lançamento virtual do e-book &#8220;Delivery Dramatúrgico&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-sao-gens-de-teatro-promove-lancamento-virtual-do-e-book-delivery-daramaturgico/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2021 21:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo São Gens de Teatro lança em seu canal do YouTube no sábado (29), às 20h, o e-Book &#8220;Delivery Dramatúrgicos&#8221;. contemplada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a obra apresenta textos de Anderson Leite (Grupo São Gens), Emmanuel Matheus (A construção do ator), Halberys Morais (Grupo São Gens e Iyá Orun), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/FOTO-3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-84945" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/FOTO-3-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Grupo São Gens de Teatro lança em seu canal do YouTube no sábado (29), às 20h, o e-Book &#8220;Delivery Dramatúrgicos&#8221;. contemplada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a obra apresenta textos de Anderson Leite (Grupo São Gens), Emmanuel Matheus (A construção do ator), Halberys Morais (Grupo São Gens e Iyá Orun), Leandro Navarrete (Cia N.A.V.A. de Teatro), Raphael Gustavo (Cia Experimental de Teatro) e Rodrigo Dourado (Teatro de Fronteira), seis dramaturgos de cinco grupos de regiões e abordagens diferentes que se encontraram para investigar e dar vazão às suas escritas pandêmicas.</p>
<p>Os criadores tiveram a incumbência de escrever um texto dramático. O tema e formato foram livres, porém autores tiveram que pensar como o contexto pandêmico invade/invadiu suas narrativas. Esse intercâmbio dramatúrgico deu vida a seis dramaturgias, uma pensada para a infância e juventude e cinco para o público adulto.</p>
<p>A distribuição do e-book será gratuita tanto para leitura do publico em geral e para possíveis montagens, sem nenhum custo (a título de direitos autorais). A gratuidade destina-se a grupos de teatro pernambucanos no período de um ano, a partir de sua publicação, de 17 de abril de 2021 a 17 de abril de 2022. No entanto, para montagens com patrocínio, leis de incentivo e demais subsídios, a negociação se dará em comum acordo com os respectivos autores.</p>
<p>Para saber mais sobre o projeto, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/deliverydramaturgico/" target="_blank"><strong>@deliverydramaturgico</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento do e-book &#8220;Delivery Dramatúrgico&#8221;<br />
Quando: 29 de maio de 2021 (sábado), às 20h<br />
Onde: YouTube do Grupo São Gens de Teatro (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCsY6J6O4axY-exTVO5pofOg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCsY6J6O4axY-exTVO5pofOg</strong></a>)<br />
Distribuição do livro no Instagram: @deliverydramaturgico<br />
Mais informações: deliverydramaturgico@gmail.com</p>
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		<title>Secult-PE promove a live &#8220;Tokens não Fungíveis: revolução digital no mercado das artes?&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-promove-a-live-tokens-nao-fungiveis-revolucao-digital-no-mercado-das-artes/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2021 16:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já ouviu falar em &#8220;Tokens não Fungíveis&#8221;? Embora não estejamos familiarizados com o tema, em linhas gerais, a palavra faz referência a obras criadas no mundo digital que, ao se tornarem NFTs (Non-Fungible Tokens), adquirem valor por sua “originalidade, singularidade e especificidade” e podem ser negociadas no mercado por preços atribuídos pelo dono desse certificado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-06-at-19.42.08.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84443" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-06-at-19.42.08-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Já ouviu falar em &#8220;Tokens não Fungíveis&#8221;? Embora não estejamos familiarizados com o tema, em linhas gerais, a palavra faz referência a obras criadas no mundo digital que, ao se tornarem NFTs (<em>Non-Fungible Tokens</em>), adquirem valor por sua “originalidade, singularidade e especificidade” e podem ser negociadas no mercado por preços atribuídos pelo dono desse certificado especial criptográfico que a valida. O <a href="https://tecnoblog.net/227293/como-funciona-blockchain-bitcoin/" target="_blank"><strong>blockchain</strong></a>, uma tecnologia segura usada pelas criptomoedas e aplicada aos NFTs, garante a autenticidade da obra, e rastreia o percurso dela a partir de seu proprietário original, bem como dos demais surgidos na sequência das aquisições. Uma inovação sem precedentes no mercado das artes, que abre possibilidades para os “criadores digitais” negociarem suas obras “imateriais”. Tanto que esse “selo” já começa a ser atribuído também a obras “materiais”.</p>
<p>A partir dessas inovações tecnológicas no campo das artes, a <strong>Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE)</strong> promove, na próxima terça-feira (11), a partir das 19h, a live <strong>&#8220;Tokens não Fungíveis: revolução digital no mercado das artes?&#8221;</strong>, em seu canal oficial no YouTube (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>). Em pauta, estarão perguntas: O que são &#8216;Tokens não Fungíveis? Seria uma inovação no mercado das artes? Do que se trata? Quem são os pioneiros?</p>
<p>Para tratar desse recurso e de como ele já impacta o setor artístico, a Secult-PE convidou para o bate-papo o aprendedor de novas tecnologias, <strong>Rafael Araújo</strong>; o cofundador da plataforma <a href="https://phonogram.me/" target="_blank"><strong>Phonogram.ME</strong></a>, <strong>Lucas Mayer</strong>; e o curador da Garrido Galeria e <em>Phantom 5 Arte</em>, <strong>Steve Coimbra</strong>. A mediação será da assessora para Cooperação e Redes da Secult-PE, <strong>Tarciana Portella</strong>.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PO2kROj4Rx8" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>TOKENS NÃO FUNGÍVEIS -</strong> Essa revolução começou pelo mercado das artes visuais. Chamou a atenção do mundo ao ter a venda por US$ 69 milhões, realizada pela famosa casa de leilões Christies, em março desse ano, do token único de um trabalho do artista americano Beeple, uma colagem com 5 mil imagens digitais criadas por ele desde 2007. Vídeos inteiros ou trechos, GIFs, tuítes, fotografias e músicas passaram a adotar o NFT, criando inúmeras possibilidades na forma de relação do criador com o seu público, colecionadores e investidores. Importante frisar: para os criadores, significa o fortalecimento dos direitos autorais.</p>
<p>Phonogram.ME é a primeira plataforma NFT do Brasil, lançada em março de 2021. Voltada para a música, tem o irrequieto ator e músico André Abujamra como seu embaixador na América Latina. <em>&#8220;É uma plataforma onde artistas, produtores fonográficos, editores, etc podem vender não apenas discos com certificado NFT. Eles podem literalmente leiloar os copyrights da música. Isso mesmo, os direitos sobre o fonograma. É a democratização da indústria fonográfica&#8221;</em>, observa Abujamra.</p>
<p>O serviço permite ao comprador receber royalties quando a obra negociada é executada, no rádio, no streaming, em um evento, e até mesmo em um programa de televisão. Também para se tornar mais acessível aos interessados nessa novidade, a plataforma é a única do mercado que permite ao usuário escolher como quer receber a sua cota, seja em criptomoedas ou em reais.</p>
<p><strong>CONVIDADOS</strong><br />
<strong>Lucas Mayer -</strong> Cofundador da Plataforma PHONOGRAM.ME<br />
Compositor e produtor musical brasileiro que dirige seus estúdios em São Paulo e Berlim. Produziu o <em>Uncensored Playlist</em>, projeto musical mais premiado do LIA [<em>London International Awards</em>], ganhando o <em>Titanium</em> e mais seis <em>Cannes Lions</em>, ouro e GP no Clio Festival, <em>El Ojo</em> de Iberoamérica, D&amp;AD Impact e mais de 200 prêmios nos últimos dois anos. Atualmente é cofundador do Phonogram.me, o primeiro <em>market place</em> em NFT de música brasileira.</p>
<p><strong>Steve Coimbra -</strong> Curador<br />
Curador de arte, DJ e produtor de eventos, com formação em Sistemas para Internet. Fundador da <em>Devil&#8217;s Den</em> (festa <em>underground</em> que mistura música eletrônica com variadas linguagens artísticas) e do <em>Phantom 5</em> (grupo de curadoria independente), Steve atua como curador da Garrido Galeria, localizada na Zona Norte recifense.</p>
<p>Em 2016, estudando sobre finanças descentralizadas, passou a se aprofundar no universo das criptomoedas, o que possibilitou o investimento em sua pesquisa artística para seguir seus caminhos curatoriais. Com os resultados obtidos, realizou viagens para exposições, bienais e coleções privadas e institucionais pelo Brasil, consolidando o seu repertório conceitual e prático, com a realização de exposições de artistas emergentes. Atualmente, segue investindo em seus projetos artísticos, desenvolvendo, ainda, pesquisas na área de Tecnologia, que unem Inteligência Artificial e banco de dados para mapeamento de coleções e acompanhamento artístico, além dos estudos sobre o mercado de NFTs, buscando ampliar suas possibilidades.</p>
<p><strong>Rafael Araújo -</strong> Aprendedor de Novas Tecnologias<br />
Graduado em Ciências da Computação pela UFPE e Certified Bitcoin Professional pelo <em>CryptoCurrency Certification Consortium</em>, tem mais de 20 anos de experiência em tecnologia. Um dos pioneiros no desenvolvimento de aplicativos para celulares no mundo, participou na criação da primeira carteira física de criptomoedas da América Latina.</p>
<p><strong>MEDIAÇÃO</strong><br />
<strong>Tarciana Portella -</strong> Assessora para Cooperação e Redes da Secult-PE<br />
Documentarista, poeta, produtora e gestora cultural. Foi do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco; Chefe da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura na gestão Gilberto Gil / Juca Ferreira; da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura do MinC e da Comissão Deliberativa do FUNCULTURA. Participou de estágio no curso de Financiamento e Economia da Cultura na Universidade de Paris Dauphine, pelo Programa <em>Courrants du Monde</em>, do Ministério da Comunicação e Cultura da França. Jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco, tem especialização em Direção e Produção de Documentários pela Universidade de Salford (Reino Unido) e em Gestão Cultural pela Universidade de Girona (Espanha).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Tokens não Fungíveis: revolução digital no mercado das artes?&#8221;<br />
Quando: 11 de maio de maio de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Canal &#8220;Na Ponta do PÉ&#8221; exibe série sobre dança produzida na pandemia em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/canal-na-ponta-do-pe-exibe-serie-sobre-danca-produzida-na-pandemia-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 15:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na Ponta do PÉ, projeto de conteúdo sobre a dança de Pernambuco, no ar desde 2012, produziu série de entrevistas para mostrar o cenário da “Dança pernambucana na pandemia”. Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz nove vídeos, já disponíveis no canal do Youtube (youtube.com/napontadope), além de nove reportagens especiais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLnLh3RctBlyWgBQEvxv5sWdA_zm_Jnh-G" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><i>Na Ponta do PÉ</i>, projeto de conteúdo sobre a dança de Pernambuco, no ar desde 2012, produziu série de entrevistas para mostrar o cenário da “Dança pernambucana na pandemia”. Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz nove vídeos, já disponíveis no canal do Youtube (<strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCpY4HkUyWjL4mMFO4VUYMCA" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UCpY4HkUyWjL4mMFO4VUYMCA&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFQ049ngj0R2yKYCHaF1puO7b0kow">youtube.com/napontadope</a></strong>), além de nove reportagens especiais com conteúdo extra em texto, publicadas site <strong><a href="https://www.napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.napontadope.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNHJ2sgRUY2aHzWXr6C0Nh0xMy6hkg">napontadope.com</a></strong>.</p>
<p>Contando com a participação de 11 artistas de dança, entre bailarinos, coreógrafos e professores de dança, a ideia é mostrar como esses profissionais vêm tentando driblar a pandemia para a dança continuar se movendo. Nos relatos, os primeiros impactos no mercado da dança quando se iniciou a quarentena mais rígida (março de 2020), a adaptação repentina do ensino do modelo físico para o online e as perdas que esses artistas sentiram com as restrições e falta de apresentações no palco presencial.</p>
<div id="attachment_84112" aria-labelledby="figcaption_attachment_84112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Romão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/MaíraPassos_IdealizadoradoProjeto_FOTO_PauloRomão-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-84112" alt="Paulo Romão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/MaíraPassos_IdealizadoradoProjeto_FOTO_PauloRomão-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A bailarina Maíra Passos comanda a série que é exibida no YouTube</p></div>
<p>Apesar dos desafios, ao longo da série, <i>Na Ponta do PÉ</i> mostrou também como esses artistas de dança se reinventaram na crise, criando videodanças (a maioria, pela primeira vez), fazendo apresentações ao vivo, através de lives e videochamadas, e outras ações presenciais, seguindo os protocolos sanitários. “Ou seja, a ideia da série foi compartilhar ideias de alguns desses artistas de dança para inspirar outros profissionais da área e também mostrar para a plateia que há muita dança sendo exibida virtualmente”, conta a jornalista e bailarina Maíra Passos, idealizadora do <i>Na Ponta do PÉ</i>.</p>
<p><b>TEMAS DOS EPISÓDIOS -</b> Nos assuntos abordados nos episódios da série: conversas sobre como os passistas de frevo caíram no passo num ano histórico sem carnaval; sobrevivência do maracatu e outras danças populares na pandemia; como praticar dança de salão sem poder dançar juntos; produção de videodanças na pandemia; sem conexão com a dança na periferia, pela falta de acesso à internet; danças urbanas e cultura hip hop na pandemia; produção de espetáculos presenciais para exibições virtuais; e adaptação do ensino da dança com aulas online e presenciais, com restrições.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE - </b>Todas as publicações feitas no site <strong><a href="http://napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFNkd1PoWzCwcXl4DbP7-HFXqf-sg">napontadope.com</a></strong> contam com tradução para Libras, através de avatar animado em 3D, através do botão da plataforma VLibras incorporada à página. Já nos vídeos publicações no canal do Youtube, há também legendas.</p>
<p><b>SOBRE NA PONTA DO PÉ –</b> <i>Na Ponta do PÉ: pra ver a dança de PE</i>. Com o PÉ em maiúsculo, referenciando nossa pernambucanidade, surgiu o <strong><a href="http://napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFNkd1PoWzCwcXl4DbP7-HFXqf-sg">napontadope.com</a></strong>, projeto de conteúdo sobre a dança pernambucana.  Idealizado pela jornalista e bailarina Maíra Passos, o projeto de jornalismo cultural nasceu com a ideia de ajudar na divulgação do cenário da dança Pernambucana, em seus diversos estilos.</p>
<p>É pioneiro no estado como veículo de comunicação online especializado em informar sobre o universo da dança, estando no ar ininterruptamente, desde 2012, já somando mais de 700 publicações no seu site, além de conteúdo extra compartilhado nas suas redes sociais. Hoje, são mais de 27 mil pessoas que acompanham a dança de Pernambuco, através do Instagram, Facebook, TikTok e Youtube do Na Ponta do PÉ. Contato para parcerias e sugestões de pauta: <strong><a href="mailto:redacao@napontadope.com" target="_blank">redacao@napontadope.com</a></strong>.</p>
<p><b>SÉRIE “DANÇA PERNAMBUCANA NA PANDEMIA”</b><b></b><br />
<b>EPISÓDIOS – </b>Playlist com todos os vídeos no Youtube: <strong><a href="https://bityli.com/dP4oF" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bityli.com/dP4oF&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNGI8Kb3z5toAiRyo0Wu0KYVSxTieg">bityli.com/dP4oF</a></strong><b></b><br />
<b>SÉRIE NO SITE:</b><strong> <a href="https://www.napontadope.com/tag/danca-na-pandemia/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.napontadope.com/tag/danca-na-pandemia/&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFBNEOG5NuNwMv1F7MNbz8-9Nr1zA">www.napontadope.com/<wbr />tag/danca-na-pandemia</a></strong><br />
<b>SITE:</b> <strong><a href="http://www.napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNHv0nxRiBD4X3Zy3D53hqxTKv3AgA">www.napontadope.com</a></strong></p>
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		<title>Em primeiro disco, Grupo Batadoní traz parcerias com artistas da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 14:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83778" aria-labelledby="figcaption_attachment_83778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-83778" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O disco conta com participações de Dona Cila do Coco, Jorge Riba, Karen Aguiar, Mestre Ulisses Cangaia, Dinda Salú, Jordanna, Mestre Lua e Fabiano Santos</p></div>
<p>No próximo domingo (25), o Batadoní, grupo percussivo olindense, coloca no mundo um trabalho que foi produzido nos quatro primeiros meses de 2021, mas que é resultado de um acúmulo de 16 anos: o seu primeiro álbum gravado em estúdio. Com participações que vão de Dona Cila do Coco a Jorge Riba, o disco vai estar disponível para ser ouvido a partir das 15h, no canal do grupo no Youtube.</p>
<p><em>“Quando começamos a discutir a produção do disco musicalmente falando, a gente não poderia perder a identidade do grupo, que era de percussão. Mas a gente queria chamar as pessoas que fazem parte do nosso convívio e que são de alguma maneira fonte de inspiração para o Batadoní”</em>, conta Sérgio Lyra, regente do Batadoní e um dos produtores do álbum. O álbum carrega alguns dos princípios orgânicos do grupo desde a sua fundação: a construção colaborativa, a confraternização da música e a valorização das tradições.</p>
<p>O disco reflete a diversidade do repertório sonoro do Batadoní, um grupo percussivo contemporâneo, mas que tem como referência principal a cultura popular pernambucana, nunca abrindo mão da ligação com as suas raízes. A faixa <i>Luanda</i> é um maracatu e traz como convidada Karen Aguiar, atual regente do Maracatu Nação Leão Coroado. Já outro maracatu, o <i>Martelo Pesado</i>, traz voz e poesia de Roger de Renor numa pegada forte do manguebeat. Na <i>Coco Baião</i>, Mestre Ulisses Cangaia e Dinda Salú fazem uma embolada e n’<i>As Cirandas</i>, Jordanna dá voz a várias letras já conhecidas. Além das parcerias instrumentais de Mestre Lua e Fabiano Santos, do Afoxé Alafin Oyó.</p>
<p>A realização desse sonho antigo de ter registrados para a eternidade os baques que há anos já ecoam pelas ladeiras de Olinda foi possível graças à Lei Aldir Blanc. O projeto de gravação do primeiro álbum do Batadoní foi um dos contemplados do edital lançado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p><b>Trajetória do Batadoní</b> - Além dos desfiles nos dias de Carnaval, como ficou conhecido, durante 7 meses por ano em tempos não-pandêmicos, o Batadoní realiza para iniciantes e veteranos oficinas de instrumentos, na Praça do Carmo, realizando ensaios abertos ao público todos os domingos. Ao longo dos anos, participou de eventos culturais como convidado na Casa da Rabeca, na Sambada de Coco da Tabajara, no Festival de Inverno da Várzea, entre outros. Em dezembro de 2021, o grupo completa 17 anos de história.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
Lançamento do álbum Batadoní<br />
Quando: 25 de abril de 2021 (domingo), às 15h<br />
Onde: <strong><a href="http://youtube.com/batadoni" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/batadoni&amp;source=gmail&amp;ust=1619012353318000&amp;usg=AFQjCNG9Y2oM-tt7t2_DPHsGqNB1xPu4tw">youtube.com/batadoni</a></strong></p>
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		<title>Live: Juliana Notari debate sobre a criação de “Diva” e a relação entre arte e liberdade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 18:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poucos assuntos ligados à arte tiveram a força de ocupar a mídia desde 2020, quando o assunto cotidiano são as agruras advindas de uma pandemia que já ceifou tantas vidas. “Diva”, criação da pernambucana Juliana Notari, uma vulva de 33 metros aberta no solo da Usina de Arte, galeria de arte à céu aberto em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83312" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27-480x486.jpeg" width="480" height="486" /></a></p>
<p>Poucos assuntos ligados à arte tiveram a força de ocupar a mídia desde 2020, quando o assunto cotidiano são as agruras advindas de uma pandemia que já ceifou tantas vidas. “Diva”, criação da pernambucana Juliana Notari, uma vulva de 33 metros aberta no solo da Usina de Arte, galeria de arte à céu aberto em Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco, furou essa barreira e suscitou debates por todo o Brasil e pelo mundo. Essa repercussão, às vezes negativa, às vezes positiva, será o tema da conversa “Diva: Arte e Liberdade”, que será transmitida nesta terça-feira (6), às 19h, no canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>.</p>
<p>Juliana Notari vai conversar com Bruna Pessoa de Queiroz, gestora da Usina da Arte, com mediação de Marcio Almeida, coordenador de Artes Visuais da Secult-PE. A apresentação será feita pela jornalista Michelle Assumpção.</p>
<p><em>“A despeito de toda revolução feminista e de avanços nas ciências, a vulva ainda é um tabu em nossa sociedade. Sua representação em espaços públicos &#8211; geralmente a partir de criações de artistas mulheres &#8211; sempre chocou, provocou ofensas e discussões misóginas e bizarras. ‘Diva’, de Juliana Notari, ainda despertou debates a respeito da exploração e invisibilização da mão-de-obra negra na execução da arte contemporânea”</em>, destaca Michelle Assumpção.</p>
<p>A reflexão sobre a repercussão do trabalho, dentro do contexto das artes plásticas produzidas em Pernambuco, deve nortear o diálogo. <em>“Vamos conversar sobre as polêmicas que aconteceram em torno da obra e ouvir de Juliana Notari sobre o processo de produção da ‘Diva’, que é um trabalho de vinte anos de pesquisa. Também queremos tratar da importância da instalação da Usina de Arte na Zona da Mata Sul de Pernambuco, que estimula um turismo que não surge no centro capital de Pernambuco, mas em um espaço de fronteira entre Pernambuco e Alagoas, com fluxo grande de pessoas dos dois estados”</em>, detalha Marcio Almeida.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FN3dcujqnPA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Diva: Arte e Liberdade&#8221;, com Juliana Notari, Bruna Pessoa de Queiroz, Márcio Almeida e Michelle Assumpção<br />
Quando: 6 de abril de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Diversidade de projetos aprovados da Lei Aldir Blanc apresentada em live nesta terça (23)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-de-projetos-aprovados-da-lei-aldir-blanc-apresentada-em-live-nesta-terca-23/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 16:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Convidados do mercado de cultura discutem, nesta terça (23), a diversidade dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. O encontro “LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias” vai debater os números da abrangência do programa de incentivo cultural em Pernambuco, mostrando o recorte social, regional e econômico das iniciativas apoiadas pela legislação criada para preservar a produção cultural de todo o Brasil durante a pandemia do Covid-19. A transmissão acontece às 19h, no <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a>, com a participação de Paula de Renor (Projeto Reside PE), Silvana Marpoara (Programa CineCoisas), Antônio Gutierrez (Animage) e DJ Big (Jornada de MCs).</p>
<p>Os recursos repassados aos profissionais e empresas do setor estão dinamizando o cenário da produção cultural no estado e promovendo mudanças nos saberes e fazeres, pelas adaptações, releituras, rearranjos que a situação de distanciamento social impõe. Os convidados, mediados por Michelle Assumpção, representam um recorte da diversidade que os editais da LAB conseguiram atingir: teatro, cinema, música e animação.</p>
<p>Além de falar sobre seus próprios projetos, os produtores vão tratar do cenário atual da produção artística e cultural, refletindo sobre caminhos, saídas e desafios que parecem ser irreversíveis no campo do fazer cultural. Aperte o <em>play</em> e confira!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_3hod5dYHig" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
&#8220;LAB PE &#8211; Cultura que resiste e cria memórias&#8221;, com a participação de Antônio Gutierrez, DJ Big, Paula de Renor, Silvana Marpoara e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 23 de março de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>YouTube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		<title>Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto é entrevistado pelo Canal Arte Agora</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 11:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, foi o convidado especial do Canal Arte Agora, comandado pelo escritor pernambucano Alexandre Santos, no YouTube. Na conversa, veiculada na última terça-feira (16), Canuto falou sobre as principais políticas culturais de Pernambuco, além de sua trajetória profissional à frente da gestão pública. Aperte o play e confira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JNvjBQ8tFXg" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, foi o convidado especial do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCxwPjGzu4in4c6W-ny0On5g" target="_blank"><strong>Canal Arte Agora</strong></a>, comandado pelo escritor pernambucano Alexandre Santos, no YouTube. Na conversa, veiculada na última terça-feira (16), Canuto falou sobre as principais políticas culturais de Pernambuco, além de sua trajetória profissional à frente da gestão pública. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Reflexões sobre a dança e o vídeo em encontro virtual nesta terça-feira (16)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/reflexoes-sobre-a-danca-e-o-video-em-encontro-virtual-nesta-terca-16/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 15:34:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em tempos de isolamento social, em que a expressão artística tem ocorrido cada vez mais frequentemente por vídeo, através de registros gravados ou ao vivo, conhecer a ferramenta e a relação que cada gênero pode construir com ela é importante. Para tratar especificamente sobre a dança, acontece nesta terça (16) o encontro virtual “Videodança: dança [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1601" aria-labelledby="figcaption_attachment_1601" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/subito-videodanca-da-cia-etc-foto-breno-cesar.jpg"><img class="size-medium wp-image-1601" alt="Foto: Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/subito-videodanca-da-cia-etc-foto-breno-cesar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Súbito&#8221;, videodança da Cia Etc., foi dirigido por Breno César</p></div>
<p class="MsoNormal">Em tempos de isolamento social, em que a expressão artística tem ocorrido cada vez mais frequentemente por vídeo, através de registros gravados ou ao vivo, conhecer a ferramenta e a relação que cada gênero pode construir com ela é importante. Para tratar especificamente sobre a dança, acontece nesta terça (16) o encontro virtual “Videodança: dança para além do registro”. A live acontece às 19h, no youtube.com/SecultPE. Mediado pela coordenadora de dança da Secult-PE, Maria Paula Costa Rego, os convidados são Marcela Rabelo, bailarina e pesquisadora, Breno César, fotográfo e diretor, e Do Vale, bailarina e produtora.</p>
<p class="MsoNormal">“Vamos dissecar um pouco sobre o fazer da videodança. Quem são seus protagonistas? Coreografos, videastas, intérpretes? No que consiste uma obra de videodança? No que ela se diferencia de um registro? Qual a importância da coreografia numa obra que conta com a fotografia e compreensão de alguns elementos do cinema para ser configurada como videodança?”, detalhou Maria Paula Costa Rego.</p>
<p class="MsoNormal">Para enriquecer o debate, cada convidado trará suas experiências para o encontro. Marcela Rabelo, bailarina, brincante, professora e pesquisadora das danças populares de Pernambuco há vários anos é atualmente integrante do Maracatu Nação Pernambuco e da Cia. Artefolia. Como pesquisadora, dedica-se ao estudo das danças populares e o entrelace com diferentes áreas. Natural de Caruaru, Breno César é fotógrafo e diretor. Desenvolve um extenso trabalho em fotografia, cinema e artes visuais. Dovale se define como artista periférica e é graduanda em dança na UFPE, além de performer, produtora, bailarina, fotógrafa, diretora, professora e pesquisadora em dança e vídeo.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Política cultural</b></p>
<p class="MsoNormal">Ainda nesta terça, o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, participa de encontro virtual com o escritor Alexandre Santos com o tema “A Política Cultural em Pernambuco”. A live acontece no canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCxwPjGzu4in4c6W-ny0On5g" target="_blank">Arte Agora</a>, às 16h. A transmissão é aberta ao público.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Serviço</b></p>
<p class="MsoNormal"><b>Live “Videodança: dança para além do registro”</b></p>
<p class="MsoNormal">Com Marcela Rabelo, Breno César e Do Vale</p>
<p class="MsoNormal">Mediação: Maria Paula Costa Rego,</p>
<p class="MsoNormal">16/3, às 19h</p>
<p class="MsoNormal">youtube.com/SecultPE</p>
<p class="MsoNormal"><b>Live “A Política Cultural em Pernambuco”</b></p>
<p class="MsoNormal">Com Marcelo Canuto e Alexandre Santos</p>
<p class="MsoNormal">16/3, às 16h</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCxwPjGzu4in4c6W-ny0On5g" target="_blank">YouTube do Arte Agora</a></p>
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