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	<title>Portal Cultura PE &#187; Canções Iluminadas de Sol</title>
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		<title>Sebo Casa Azul realiza nova edição do sarau literário com o poeta Carlos Gomes</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 21:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sebo Casa Azul realiza neste sábado (30), às 20h33, uma nova edição dos saraus literários que estão movimento o espaço em Olinda. Desta vez o convidado será o poeta e crítico Carlos Gomes, autor dos livros de poesia êxodo, (vencedor do III Prêmio Pernambuco de Literatura) e canto primeiro (ou desterrados). A entrada é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos também é editor dos projetos de crítica cultural do Outros Críticos e no sarau vai apresentar poemas e canções de um livro e disco que estão sendo produzidos desde 2016</p></div>
<p>O Sebo Casa Azul realiza neste sábado (30), às 20h33, uma nova edição dos saraus literários que estão movimento o espaço em Olinda. Desta vez o convidado será o poeta e crítico Carlos Gomes, autor dos livros de poesia <strong><i>êxodo, </i></strong>(vencedor do III Prêmio Pernambuco de Literatura) e<i><strong> canto primeiro (ou desterrados)</strong></i>. A entrada é gratuita.</p>
<p>Recentemente, o escritor<i> </i>lançou o livro <strong><i>Canções iluminadas de sol</i></strong>, um estudo comparado das canções do tropicalismo e do manguebeat, produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura,</p>
<p>Carlos também é editor dos projetos de crítica cultural do Outros Críticos e no sarau vai apresentar poemas e canções de um livro e disco que estão sendo produzidos desde 2016. O disco conta com a produção musical de Paes (músico, compositor e produtor recifense), que se apresentará junto com Carlos Gomes no Sarau da Casa Azul, num formato que inclui vozes, violão, baixo, guitarra, synth e percussão.</p>
<p><strong><a href="http://www.revistacardamomo.com/wp-content/uploads/2016/11/canto-primeiro-carlos-gomes-2016.pdf" target="_blank">Na internet</a></strong> é possível ler gratuitamente <i>canto primeiro (ou desterrados)</i>, com os dez poemas de Carlos Gomes que farão parte do disco e livro que serão lançados no próximo ano, e que compõem o repertório da apresentação na Casa Azul.</p>
<p>No sebo estarão à venda os livros <i>êxodo,</i> e <i>Canções iluminadas de sol,</i> ambos por R$ 15,00, além de publicações do Outros Críticos, como a revista (R$ 10,00) e o livro de Thiago Soares sobre a música brega de Pernambuco (R$ 15,00).<b> </b></p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Sarau com Carlos Gomes no Sebo Casa Azul<br />
Sábado (30) | 20h33<br />
Rua 13 de Maio, 121, Carmo, Olinda<br />
Gratuito</p>
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		<title>Livro traz estudo comparado entre Tropicalismo e Manguebeat</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 22:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Canções Iluminadas de Sol]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Livro é fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois cenários, explorando seus contextos políticos, sociais e culturais, sem determinar influência de um movimento sobre o outro.  Com apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, o material é lançado neste sábado (14), às 19h, na Galeria MauMau, onde o autor promove um debate com as participações de Jormard Muniz de Brito, Paulo Marcondes e H.d. Mabuse, que também fará um show na ocasião.</p>
<p>“A partir do meu desejo de pesquisar sobre canção brasileira de forma mais profunda, fui me aproximando de temas que circundavam entre ‘canção’ e ‘crítica’. Eu percebia, ainda que embrionariamente, que no Tropicalismo e no Manguebeat haviam terrenos poucos explorados sobre essa relação”, explica Carlos, ao falar que entre as motivações para a pesquisa também estavam leituras da produção acadêmica de Santuza Cambraia Naves, onde era o empregado o conceito da “canção crítica”, em que defendia a canção como veículo do debate intelectual.</p>
<p>Não é à toa que, ao invés de investigar sobre os artistas e álbuns, o autor se dedicou principalmente à análise de canções isoladas dos dois períodos. “Eu vinha pensando em tratar as canções, em abordá-las com uma escrita entre o ensaio e a análise mais formal, de forma mais fragmentada. Pensando mais as canções e menos nos álbuns fechados, me levava a exercer essa forma de pesquisa. Não se trata de achá-la a melhor para esse tipo de trabalho, mas me pareceu a mais apropriada para o livro que eu estava fazendo, para o que eu estava intuindo das relações entre as próprias canções e os temas que eu ia construindo”, justificou ele o caminho seguido.</p>
<div id="attachment_59543" aria-labelledby="figcaption_attachment_59543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59543" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Beatriz Melo, Mabuse, Paulo Marcondes, Fernanda Maia, Carlos Gomes e Jomard Muniz de Britto, que participam do lançamento</p></div>
<p>No entanto, Carlos Gomes destaca que o estudo não tem o objetivo de apresentar um movimento como influência do outro, pelo contrário. “Comparar artistas e canções de períodos distintos não determina que o que vem depois seja necessariamente influenciado ou tenha algum tipo de débito artístico com o que veio antes. É possível articular movimentos, movimentações e coletivos sem necessariamente enquadrar os artistas envolvidos num mesmo caminho estético. É possível inventar coletivamente e manter a individualidade de suas vozes. Esse é um tipo de conquista que me parece revelador tanto do tropicalismo quanto do manguebeat”, observa ele, que também editor da revista Outros Críticos, ao avaliar o legado dos seus objetos de estudo no cenário atual.</p>
<p>Entre as novas percepções que o livro traz também está a relação entre o jornalismo e a crítica na construção dos cenários. “A transformação da ‘tropicália’ em ‘tropicalismo’ e do ‘manguebit’ em ‘manguebeat’, o entre ‘ismos e beats’ a que me refiro no livro, também foi um terreno que não havia sido abordado, pelo menos na relação que trago, com a noção de ‘movimento’, ‘coletivo’”, adianta Carlos. Além do debate, o evento de lançamento também contará com exposição de Beatriz Melo, que venderá seus originais na ocasião. O livro “Canções Iluminadas de Sol” custará R$ 15 e, a partir da segunda-feira, também estará disponível na loja PassaDisco e no site <a href="http://www.outroscriticos.com">www.outroscriticos.com</a>.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><i>Lançamento do livro “Canções iluminadas de sol”, de Carlos Gomes<br />
</i>Quando: Neste sábado (14), às 19h<br />
Onde: Galeria MauMau (Rua Nicarágua, 173 – Espinheiro/Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
<div id="attachment_59544" aria-labelledby="figcaption_attachment_59544" class="wp-caption img-width-447 alignnone" style="width: 447px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59544" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k-447x600.jpg" width="447" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Canções Iluminadas de Sol</p></div>
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