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	<title>Portal Cultura PE &#187; Candomblé</title>
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		<title>Pesquisa inédita revela cidade pernambucana entre as maiores concentrações de casas de culto afro-indígenas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:07:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do “Dossiê Território Ancestral”, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121819" aria-labelledby="figcaption_attachment_121819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil.png"><img class="size-medium wp-image-121819" alt="Fotos: Território Ancestral/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil-607x335.png" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Território Ancestral/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do <strong>“Dossiê Território Ancestral”</strong>, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal, a pesquisa – realizada por três jovens praticantes das tradições ancestrais –, reúne textos, fotos, vídeos e geolocalização em plataforma digital de acesso público.</p>
<p dir="ltr">“O projeto foi idealizado e coordenado por Jaifalerì, Babalossayn do Ylê Axé Xangô Ayrá, que nasceu e cresceu em terreiro. Ele lidera a investigação ao lado da produtora cultural Belisa Alves, filha de santo da orixá Oxum, e do fotógrafo Edgar Lira, filho de santo de Ogum. Juntos, os três assinam o estudo, que tem como proposta ser um instrumento e gesto político de afirmação identitária e enfrentamento ao racismo religioso. O trabalho conta com a gestão da Baobá Produção Cultural.</p>
<p dir="ltr">A equipe percorreu bairros urbanos, comunidades rurais e áreas de difícil acesso para registrar, com escuta e respeito, a diversidade das práticas encontradas. A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações. Esses espaços atendem moradores locais e de toda a região, formando redes espirituais que atravessam a Zona da Mata e chegam até a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p dir="ltr">A metodologia seguiu referências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e priorizou o protagonismo das próprias lideranças religiosas. “Mapear não é invadir, é proteger”, explica Belisa Alves, responsável pela execução geral. Ela destaca que o projeto só aconteceu porque foi conduzido por pessoas que pertencem à cultura que pesquisam. “Quando praticantes realizam a escuta, há reconhecimento, confiança e troca de saberes que nenhuma pesquisa distante alcança.”</p>
<div id="attachment_121820" aria-labelledby="figcaption_attachment_121820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y.jpg"><img class="size-medium wp-image-121820" alt="A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações.</p></div>
<p dir="ltr">O fotógrafo Edgar Lira captou mais de 140 imagens oficiais, registrando lideranças, objetos rituais, espaços sagrados e cenas do cotidiano dos terreiros. Seu olhar, como filho de santo do orixá Ogum, reforça a ideia de que tecnologia e ancestralidade não se opõem, mas caminham juntas. O acervo audiovisual também integra o documentário “Território Ancestral”, que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Os dados foram apresentados na <em>Mostra Território Ancestral</em>, que reuniu mães e pais de santo, pesquisadores e moradores. O encontro exibiu o documentário, lançou o dossiê e projetou em telão as informações levantadas, garantindo devolutiva pública. Apesar dos convites, instituições municipais e estaduais pouco compareceram. Para a coordenação, a ausência evidencia desafios estruturais, entre eles a falta de apoio institucional e o avanço da intolerância religiosa.</p>
<p dir="ltr">Ainda assim, o projeto aponta caminhos: fortalecimento de redes, visibilidade das tradições, protagonismo dos povos de terreiro e produção de conhecimento acadêmico a partir de dentro das comunidades. “Este trabalho é continuidade”, diz Jaifalerì. “É a certeza de que as próximas gerações terão acesso à história que sempre existiu, mas que muitas vezes foi silenciada. A ancestralidade não é passado: é presente e futuro.”</p>
<p dir="ltr">Para conhecer mais detalhes sobre o território, ver os rostos das lideranças, entender as histórias, caminhar pelos espaços sagrados e mergulhar nas tradições que moldam a cidade, o dossiê completo está disponível para acesso livre no site <a href="http://territorioancestral.com.br">territorioancestral.com.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de acessar a pesquisa é pelo perfil do projeto no <a href="instagram.com/mapeamentoancestral">@mapeamentoancestral</a>, onde são compartilhados bastidores, registros e depoimentos das casas visitadas. E, para quem prefere o audiovisual, o documentário “Território Ancestral” pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/@Territ%C3%B3rioAncestral">no canal do projeto no YouTube</a>, gratuitamente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Paudalho</strong> &#8211; Município com cerca de 56 mil habitantes, está localizado a pouco mais de 40 quilômetros do Recife, em uma área histórica que se formou entre o rio Capibaribe, antigos aldeamentos indígenas e a expansão dos engenhos de cana-de-açúcar entre os séculos XVII e XIX. O nome da cidade vem do pau-de-alho, árvore nativa que exalava cheiro forte e marcava o território onde o povoado se consolidou. Antes disso, a região foi conhecida como Miritiba, aldeamento indígena administrado pelos franciscanos, mesmo local associado às origens de Felipe Camarão, liderança indígena fundamental na resistência contra os holandeses no século XVII.</p>
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		<title>Documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas” resgata a sabedoria ancestral das ervas sagradas no Candomblé Nagô de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118664" aria-labelledby="figcaption_attachment_118664" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-118664" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao-607x338.png" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Neste domingo (6), o Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá, no bairro da Guabiraba, no Recife, será palco para a estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) 2023/2024 – disponibilizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) –, a obra celebra o poder das ervas sagradas como elemento essencial de cura, fé, identidade e resistência nos terreiros do Candomblé Nagô de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Protagonizado pelo Babalorixá José Amaro, o filme é um mergulho sensível e potente na sabedoria ancestral passada de geração em geração. Com quase 40 anos de iniciação, Pai Amaro é um dos maiores guardiões vivos dos saberes do culto nagô em Pernambuco. Para além da sua atuação espiritual, é professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), musicólogo, etnomusicólogo e autor de importantes pesquisas e publicações sobre o Candomblé e a fitoterapia sagrada. Sua trajetória une prática religiosa, ciência e educação, cruzando oralidade, rituais, tradição e universidade.</p>
<p dir="ltr">Com duração de 22 minutos e classificação livre, o documentário se desenvolve a partir de uma imersão no cotidiano do terreiro Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá. Por meio de caminhadas guiadas por Pai Amaro pelo sítio do Ilê, o espectador é apresentado às diversas folhas utilizadas nos ritos e práticas do Candomblé, suas propriedades medicinais e simbólicas, os orixás aos quais pertencem e os saberes que carregam.</p>
<div id="attachment_118665" aria-labelledby="figcaption_attachment_118665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519.png"><img class="size-medium wp-image-118665" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência I Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">“Kò sí ewé, kò sí òrìsà” — sem folhas, não há orixá. Esta máxima iorubá sustenta a narrativa e guia o documentário como um manifesto de resistência, educação e memória. A obra reafirma o papel dos terreiros como espaços de cura e conhecimento, e de líderes, como Pai Amaro, como pilares vivos da cultura afro-brasileira.</p>
<p dir="ltr">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência, reconhecendo a medicina das folhas como saber legítimo e eficaz, forjado na ancestralidade dos povos africanos e indígenas em solo brasileiro.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenagem</strong></p>
<p dir="ltr">O filme também presta homenagem à Yalorixá Mãe Betinha, do Ilê de Iemanjá Sabá, no bairro do Brejo – Recife. Foi com ela que Pai Amaro se iniciou e que herdou grande parte dos conhecimentos que hoje perpetua com seus filhos e filhas de santo. O documentário dá continuidade a essa linhagem de conhecimento e cuidado, agora preservada em audiovisual para as futuras gerações.</p>
<p dir="ltr">A estreia de “Ewê ô! A cura pelas folhas”, a partir das 11h, será acompanhada de uma roda de conversa com Pai Amaro e integrantes do Ilê, e será também o marco de lançamento do canal no YouTube que hospedará o documentário por tempo determinado.</p>
<p><em><strong>SERVIÇO</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”</strong><br />
Onde: Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá I Travessa Chalé, Guabiraba (em frente ao nº 2600), Recife/PE<br />
Quando: 06/07/25 (domingo)<br />
Horário: 11h<br />
<em>Entrada gratuita</em></p>
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		<title>NOTA DE PESAR: Pai Raminho de Oxóssi</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 13:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Políticas Culturais de Pernambuco manifesta com profunda tristeza, seu pesar pelo falecimento de Pai Raminho de Oxóssi, um dos maiores expoentes das tradições afro-brasileiras em nosso Estado. Como babalorixá da Roça Oxum Opará Oxóssi Ibualama, localizada em Olinda, Pai Raminho dedicou sua vida à preservação e fortalecimento das culturas de matriz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Políticas Culturais de Pernambuco manifesta com profunda tristeza, seu pesar pelo falecimento de Pai Raminho de Oxóssi, um dos maiores expoentes das tradições afro-brasileiras em nosso Estado. Como babalorixá da Roça Oxum Opará Oxóssi Ibualama, localizada em Olinda, Pai Raminho dedicou sua vida à preservação e fortalecimento das culturas de matriz africana, sendo uma referência no culto aos voduns e orixás.</p>
<p>Sua trajetória começou cedo, ainda criança, ao ser iniciado no candomblé pelas Tias do Sítio de Pai Adão, no Pátio do Terço, no Recife. Pai Raminho foi responsável por trazer o culto jeje para Pernambuco, ampliando os horizontes religiosos e culturais do Estado e deixando um legado inestimável para a cultura afro-pernambucana e brasileira.</p>
<p>Neste momento de luto prestamos nossas mais sinceras condolências a seus familiares, filhos de santo, amigos e toda a comunidade religiosa que teve o privilégio de compartilhar de seu axé e de sua sabedoria.</p>
<p>Pai Raminho de Oxóssi será lembrado não apenas por sua liderança espiritual, mas também por sua contribuição inestimável à valorização e preservação das nossas raízes culturais. Que sua luz continue a nos guiar e inspirar.</p>
<p>Axé eterno, Pai Raminho de Oxóssi.</p>
<p>Conselho Estadual de Políticas Culturais de Pernambuco (CEPC-PE)</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lamentam falecimento de Raminho de Oxóssi</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Dec 2024 21:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento de Raminho de Oxóssi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, líder espiritual e guardião das tradições afro-brasileiras. Raminho de Oxóssi dedicou sua vida à preservação da cultura, da fé e das expressões populares do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Pesar_Pai-Raminho-de-Oxossi-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115008" alt="Card-Pesar_Pai-Raminho-de-Oxossi (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Pesar_Pai-Raminho-de-Oxossi-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento de Raminho de Oxóssi, Patrimônio Vivo de Pernambuco, líder espiritual e guardião das tradições afro-brasileiras.</p>
<p>Raminho de Oxóssi dedicou sua vida à preservação da cultura, da fé e das expressões populares do nosso estado. Como referência na tradição dos terreiros de candomblé, ele deixa um legado que transcende gerações, fortalecendo as raízes identitárias do povo pernambucano.</p>
<p>Neste momento de imensa dor, a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe manifestam seus profundos sentimentos à família, aos filhos e filhas de santo, aos amigos e a todos os que tiveram suas vidas tocadas pela sabedoria e espiritualidade de Raminho de Oxóssi.</p>
<p>Seu legado será eternamente celebrado e continuará a iluminar os caminhos da cultura e da fé em Pernambuco.</p>
<p>Axé e gratidão, sempre!</p>
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		<title>Pernambuco recebe inventário dos afoxés do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-recebe-inventario-dos-afoxes-do-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 14:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro da Boa Vista, no Recife. Nesse momento simbólico, que contou com um ato com representações de vários grupos associados, também foi protocolada a solicitação de registro do afoxé como Patrimônio Imaterial do Estado.<br />
O inventário foi recebido pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, e pela presidente da Fundarpe, Renata Borba, junto com a coordenadora de Apoio à Gestão do Funcultura, Clarice de Melo Andrade, e o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundação, Marcelo Renan de Souza.<br />
&#8220;Afoxé é o candomblé na rua. É a louvação aos nossos antepassados ressignificando, a partir das músicas, do dançar, do se expressar, a luta do combate ao racismo. Não só visual, mas intelectual e politicamente&#8221;, definiu o presidente da União dos Afoxés de Pernambuco, Fabiano Santos. &#8220;A importância de conseguirmos inventariar essa manifestação negra em Pernambuco, exclusivamente, é desrotular a relação de folclorizar, regionalizar as relações da diáspora africana. Afoxé pode acontecer em todo lugar onde houver a população negra&#8221;, explicou. &#8220;E, para o Brasil, é de estimular inclusive a ampliação desse reconhecimento de diversidades de nações, cores, formas de se expressar dentro de uma mesma linguagem que é o afoxé.&#8221;<br />
A União dos Afoxés de Pernambuco, que representa um coletivo de afoxés do Estado, aprovou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) no Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020. Durante a pandemia começou a fazer a pesquisa para esse inventário, que é um procedimento no campo de patrimônio de catalogação, visita aos grupos e entrevistas com pessoas, que gera um produto dentro da metodologia denominada inventário.<br />
&#8220;Hoje (17 de novembro) é o dia de entrega do resultado final desse material. Estamos aqui com os exemplares físicos de todo o material do inventário, que compreende todos os dossiês, os relatórios analíticos. Catálogo de pessoas, lugares visitados, fontes sobre o tema. O dossiê é um livro, a síntese de toda a pesquisa, material que subsidia o pedido de registro dos afoxés como Patrimônio Cultural Imaterial no Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Marcelo Renan.<br />
A pesquisa começou em Pernambuco e agora que existe esse produto a intenção da União é solicitar também o registro nacional dos afoxés. Para isso vai solicitar, com base na pesquisa de Pernambuco, a ampliação nos outros Estados em que há afoxés.<br />
&#8220;Há a política estadual de registro de patrimônio imaterial. Com base nessa legislação estadual faremos a análise do requerimento. Para o registro nacional o material deve ser enviado ao Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Ministério da Cultura (MinC)&#8221;, detalha Marcelo Renan. &#8220;Agora vamos ter o processo de análise desse material para subsidiar o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPC-PE). Como o inventário já chega pronto o processo é muito mais rápido, porque normalmente damos início à pesquisa após a solicitação. Nesse caso está sendo entregue o material de pesquisa junto com a solicitação.&#8221;<br />
O coordenador lembra ainda que o Funcultura, na área de patrimônio, contempla a produção dos inventários. &#8220;Temos recebido materiais com muita qualidade e que se somam aos que já temos produzido na própria Fundarpe&#8221;, revela. &#8220;Hoje é um dia simbólico e sobretudo um dia histórico, porque a existência de uma pesquisa sobre o universo do afoxé é falar de heranças e tradições afro-brasileiras aqui em Pernambuco. Estamos falando de grupos que têm seus 40 anos, os mais antigos, mas que estão inseridos em comunidades de terreiro muito mais antigas. Os afoxés não existem dissociados da relação religiosa. Estamos falando não só de uma tradição carnavalesca, mas de uma tradição afrorreligiosa que também está presente no Carnaval. O afoxé é o camdomblé na rua e não de rua. Não há uma separação entre o que é de rua ou de terreiro. É o candomblé que vai à rua, num rito celebrativo, com cortejo. Por isso que esse dia é tão importante&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Cabo de Santo Agostinho recebe a 1ª Caminhada dos Terreiros do município</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 19:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de combater a intolerância religiosa no Cabo de Santo Agostinho, representantes de expressões de matrizes africanas e indígenas promovem nesta quarta-feira (28) a 1ª Caminhada dos Terreiros do município. A partir das 14h, um cortejo vai sair da Praça Theo Silva e seguirá pelas principais vias do bairro até o Pátio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de combater a intolerância religiosa no Cabo de Santo Agostinho, representantes de expressões de matrizes africanas e indígenas promovem nesta quarta-feira (28) a 1ª Caminhada dos Terreiros do município. A partir das 14h, um cortejo vai sair da Praça Theo Silva e seguirá pelas principais vias do bairro até o Pátio da Estação Ferroviária, com a participação de adeptos do candomblé, umbanda e da jurema sagrada.</p>
<p>De acordo com Mãe Valda, do templo Ylê Asé Sango Ayrá Ibona, que fica no bairro de Pirapama, a proposta da caminhada surgiu após alguns vândalos queimarem o seu terreiro e a ameaçarem de morte. “É uma forma de protesto e para pedir respeito às pessoas. Que o poder público veja também que existimos e que não é mais possível sermos considerados invisíveis nesta cidade”, comenta ela. No primeiro semestre de 2016, outro terreiro situado no bairro Garapu também foi incendiado.</p>
<div id="attachment_40536" aria-labelledby="figcaption_attachment_40536" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/capoeira-bem-te-vi.jpg"><img class="size-medium wp-image-40536" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/capoeira-bem-te-vi-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo de Capoeira Bem Te Vi é uma das atrações</p></div>
<p>A Praça Theo Silva foi escolhida como ponto de partida por ser um marco histórico para a cultura negra no município. No local, foi demolida a única igreja que permitia o acesso dos negros após a abolição, para que a praça fosse construída. Durante a celebração, os participantes irão oferecer cânticos aos orixás e à jurema sagrada, seguidos de apresentações dos grupos de capoeira Bem-te-vi e Acarbo.</p>
<p>Ao término da caminhada, haverá a entrega de um documento às autoridades locais propondo uma data no calendário oficial do município voltada para o combate ao preconceito e à promoção da cultura africana e ameríndia. A ação conta com o apoio da Prefeitura Municipal, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Fundação de Educação e Cultura do Cabo (Fundecc).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>1ª Caminhada dos Terreiros do Cabo de Santo Agostinho</strong><br />
Quarta (28) | 14h<br />
Saída da Praça Theo Silva, no centro da cidade<br />
Gratuito</p>
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		<title>Afoxé e muito samba na penúltima noite do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 13:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Ritmos que celebram a diversidade e que marcam a identidade cultural do povo brasileiro foram as grandes atrações da penúltima noite no palco principal do 25º FIG. Pela primeira vez, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá, vindo de um terreiro de candomblé de Recife, se apresentou na esplanada, trazendo a cultura popular para o centro do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ritmos que celebram a diversidade e que marcam a identidade cultural do povo brasileiro foram as grandes atrações da penúltima noite no palco principal do 25º FIG. Pela primeira vez, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá, vindo de um terreiro de candomblé de Recife, se apresentou na esplanada, trazendo a cultura popular para o centro do festival e permitindo que todos os olhos se voltassem para a energia dos orixás.</p>
<div id="attachment_28194" aria-labelledby="figcaption_attachment_28194" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/omo-nile1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28194" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/omo-nile1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Afoxé Omô Nilê Ogunjá se apresentou pela primeira vez no maior palco do festival</p></div>
<p>Com quase 30 artistas no palco, o grupo, que existe há 11 anos, angariou um público nada tímido ainda nos primeiros minutos de sua apresentação. Nalva Silva, principal voz do Omô Nilê, celebrou a recepção positiva. &#8220;<em>Se não houver uma troca com o público, não há sentido, porque os orixás são energia pura. Fomos recebidos maravilhosamente e conseguir chegar a esse palco, que reúne grandes artistas de todo o país, é extremamente importante pra nós e para a cultura negra, para a luta e resistência do povo negro. Foi uma noite perfeita</em>&#8220;, comemorou, emocionada. A troca de energias existiu, de fato. O estudante baiano Matheus Rodrigues, 20, que atualmente mora na Paraíba, veio ao FIG pela primeira vez este ano e se encantou ao reconhecer a cultura da sua terra logo na primeira apresentação que pode assistir. &#8220;<em>É como se eu estivesse andando pelas ruas da cidade em que cresci, como se eu estivesse em casa</em>&#8220;, contou.</p>
<div id="attachment_28190" aria-labelledby="figcaption_attachment_28190" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca.jpg"><img class="size-medium wp-image-28190" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e poeta Adiel Luna em apresentação no palco Dominguinhos</p></div>
<p>A noite seguiu com boas energias com o lançamento do CD novo do cantador Adiel Luna, &#8220;Baionada&#8221;, que mistura o samba a ritmos regionais, como baião e côco de roda, e a apresentação de Belo Xis e Wellington do Pandeiro, que relembraram grandes clássicos do samba, como &#8220;Mas que nada&#8221;, de Jorge Ben Jor, e &#8220;Vou festejar&#8221;, de Beth Carvalho. Após o revival que animou todas as idades, a praça voltou a ser um lugar de emponderamento &#8211; não só do povo negro e da cultura popular, mas da mulher, com um grande show da cantora e compositora baiana Mariene de Castro que, além de interpretar canções autorais e da cantora Clara Nunes, uma de suas grandes influências, também festejou a participação do afoxé no palco principal.</p>
<div id="attachment_28186" aria-labelledby="figcaption_attachment_28186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/mariene1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28186" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/mariene1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantora fez show memorável no FIG 2015</p></div>
<p>&#8220;<em>A noite foi muito especial, todas as energias conspiraram a favor. Assistir a cultura popular ganhando espaço é como ganhar um prêmio, porque eu também sou parte dessa história, dessa luta, desse povo. Isso faz parte de tudo que construí até aqui, é dessa fonte que eu bebo e sou apaixonada por essa cultura, então essa conquista é uma vitória para mim também</em>&#8220;, frisou.</p>
<div id="attachment_28192" aria-labelledby="figcaption_attachment_28192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/bendito-samba-cuca.jpg"><img class="size-medium wp-image-28192" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/bendito-samba-cuca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bendito Samba encerrou penúltima noite de shows</p></div>
<p>Como não poderia deixar de ser, o nono dia do FIG foi encerrado com uma grande apresentação: o projeto Bendito Samba, que conta com a participação das cantoras Mariana Aydar, Zezé Motta, Karynna Spinelli, Rita Benneditto, Roberta Nistra e Mônica Feijó, que, juntas, também relembraram Clara e outras canções clássicas do gênero, em mais uma homenagem ao samba, e, mais ainda, ao poder das mulheres na história e na música brasileira.</p>
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		<title>Projeto Orixamar festeja o Dia de Iemanjá em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 12:30:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18006" aria-labelledby="figcaption_attachment_18006" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Rogério Filho</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/nana-vasconcelos-foto-joao-rogerio-filho.jpg"><img class="size-medium wp-image-18006" alt="João Rogério Filho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/nana-vasconcelos-foto-joao-rogerio-filho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O multi-instrumentista pernambucano Naná Vasconcelos será um dos homenageados do evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de realizar um grande encontro composto por integrantes de 14 terreiros de Candomblé no Estado de Pernambuco, a 1ª edição do projeto Orixamar será realizada nesta segunda-feira (8), a partir das 9h, na praia de Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes. Sendo aberto ao público, o evento possui como o sentido de sua realização, a celebração do dia de Iemanjá em Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o festejo, a ialorixá Elza de Iemanjá e o multi-instrumentista Naná Vasconcelos serão homenageados. Segundo Geraldo Dias, responsável pelo evento, a importância destas escolhas para a 1ª edição do projeto é “em virtude de se tratarem de dois grandes defensores e divulgadores da cultura afro-brasileira em nosso Estado”, explicou.</p>
<div id="attachment_18007" aria-labelledby="figcaption_attachment_18007" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jair Alves</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/geraldo-dias-e-mae-elza-de-iemanja-foto-jair-alves.jpg"><img class="size-medium wp-image-18007" alt="Jair Alves" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/geraldo-dias-e-mae-elza-de-iemanja-foto-jair-alves-607x433.jpg" width="607" height="433" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor cultural Geraldo Dias, responsável pelo projeto, ao lado da ialorixá Elza de Iemanjá.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na programação, também estão incluídas a partir das 15h30, mostras de artesanato e de gastronomia. Nelas, o público contará com a degustação gratuita de comidas de santo, como o acarajé, o vatapá, a peixada, o ewa dumdum (ou feijão de Omulu), o biguiri de Xangô à base de quiabo, o camarão, a castanha, entre outros pratos típicos nas tradições do Candomblé.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o produtor cultural Geraldo Dias, diversos artistas e grupos irão se apresentar no evento, entre eles: Afoxé Oxum Pandá, Banda Sonduos Quilombos, Maracatu de Baque Virado Nação Xangô Alafim, Maracatu Estrela da Sedução, Maracatu Mirim Luar Percussão e Nação do Maracatu Aurora Africana, terminando com show da cantora Andreia Luiza, especialmente concebido para a ocasião e com o repertório de Clara Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto Orixamar possui o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Também apoiam o SESC Piedade e da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, cidade que possui o maior número de terreiros do Estado, segundo pesquisa realizada pela Associação dos Terreiros de Pernambuco.</p>
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		<title>Caminhada inicia celebrações da consciência negra em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 20:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de promover as manifestações contra a discriminação religiosa em culturas de matrizes africana e afro-brasileira, a 8ª edição da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco acontece nesta terça-feira (4), no Recife, dando início às festividades que irão acontecer ao longo do mês de novembro, período que marca a luta pela consciência negra. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16332" aria-labelledby="figcaption_attachment_16332" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Caminhada-dos-Terreiros-de-Pernambuco.jpg"><img class=" wp-image-16332  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Caminhada-dos-Terreiros-de-Pernambuco-607x342.jpg" width="340" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Registro da 6ª edição do evento, em novembro de 2012.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com o objetivo de promover as manifestações contra a discriminação religiosa em culturas de matrizes africana e afro-brasileira, a 8ª edição da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco acontece nesta terça-feira (4), no Recife, dando início às festividades que irão acontecer ao longo do mês de novembro, período que marca a luta pela consciência negra. A concentração acontece a partir das 14h, na Praça do Marco Zero, Bairro do Recife, e pretende reunir representantes de aproximadamente 3.500 terreiros existentes no Estado, como casas de Candomblé, Umbanda e Jurema.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Para a ialorixá Mãe Elza de Yemojá, uma das organizadoras do evento, a caminhada visa promover aos participantes um grande tapete religioso e cultural dos segmentos de terreiros no Estado. “Apesar das raízes serem africanas, nossa religião é legitimamente brasileira. É importante que Pernambuco reconheça e respalde seus valores culturais oriundos dos terreiros, pois outros estados assim o fizeram, a exemplo dos nossos coirmãos da Bahia”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A luta em prol pela consciência negra também se refere à questão das tradições culturais dessas matrizes, que passaram a ser inseridas em festividades e costumes brasileiros. “Nosso Estado possui uma cultura ainda mais abrangente, pois, devido aos cultos à Jurema, foi possível conceber ritmos como o Coco e Tores (Caboclinhos), sons que retratam uma grande brincadeira, uma grande conquista, inspirados neste segmento religioso. Junto a essa diversidade, temos também o afoxé, o maracatu e a sambada”, ressaltou a ialorixá, líder do Terreiro Ilé Asé Egbé Awo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta edição, a Caminhada dos Terreiros de Pernambuco prestará uma homenagem ao ex-governador do Estado, Eduardo Campos, falecido em agosto desse ano. Representando os terreiros pernambucanos, o músico e balalorixá Pai Raminho de Oxossi também será homenageado durante o evento, que contará com a participação de caboclos e grupos culturais entoando cânticos sagrados dedicados a entidades espirituais, durante o percurso que seguirá até o Memorial Zumbi dos Palmares, no Pátio do Carmo, Bairro de Santo Antônio, no Recife.</p>
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