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	<title>Portal Cultura PE &#187; caninos amarelados</title>
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		<title>Outras Palavras especial de FIG leva cultura e arte ao município de Canhotinho</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2017 19:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Marcus Iglesias Uma das ações especiais que acontecem durante o FIG 2017, o Outras Palavras esteve na tarde desta sexta-feira (21) no EREM Jerônimo Gueiros, localizado no município de Canhotinho, vizinho de Garanhuns, para mais uma edição do projeto que leva cultura e arte para dentro das escolas da rede pública de ensino. Desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51215" aria-labelledby="figcaption_attachment_51215" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9247.jpg"><img class="size-medium wp-image-51215" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9247-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Esta edição do Outras Palavras recebeu o escritor Mário Felipe Cavalcanti, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com &#8216;Caninos Amarelados&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;">Por: Marcus Iglesias</p>
<p>Uma das ações especiais que acontecem durante o FIG 2017, o Outras Palavras esteve na tarde desta sexta-feira (21) no EREM Jerônimo Gueiros, localizado no município de Canhotinho, vizinho de Garanhuns, para mais uma edição do projeto que leva cultura e arte para dentro das escolas da rede pública de ensino. Desta vez, o projeto foi para mais uma região onde a iniciativa era até então inédita, e contou com a presença de dezenas de estudantes entre 15 e 17 anos, bem como os professores e outros envolvidos nas escolas.</p>
<p>Além do EREM Jerônimo Gueiros, participaram da ação a Escola Padre Antônio Callou de Alencar (Canhotinho) e o EREM João Fernandes da Silva (São João). Este Outras Palavras recebeu o escritor Mário Felipe Cavalcanti, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura (com <strong>Caninos Amarelados</strong>) e uma apresentação do Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo do Estado.</p>
<div id="attachment_51217" aria-labelledby="figcaption_attachment_51217" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9360-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51217" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9360-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens pediram para que Mário Filipe autografasse seus livros e tirasse fotos com eles</p></div>
<p>Com orientação dos professores das escolas envolvidas, os jovens estudaram previamente sobre a obra de Mário Filipe, como os contos e poesias escritos pelo autor, e participaram de um debate de alto nível realizando perguntas e observações sobre as publicações do escritor. A todo o momento, Mário Filipe foi tratado com bastante carinho pelos alunos, que pediram autógrafos e selfies. <em>“Escrever é um ato muito fechado, recluso, e quando você publica você se abre e há uma espera por um público. Mas eu particularmente não espero carisma e amor tão rápido. E é muito bom porque a gente tem a tendência a achar que <em>a galera jovem </em>não gosta de ler. Hoje vivemos uma explosão de tecnologia, e quando vejo as pessoas usando a internet pra buscar coisas sobre literatura, eu fico muito emocionado”,</em> revelou Mário Filipe.</p>
<div id="attachment_51224" aria-labelledby="figcaption_attachment_51224" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9260.jpg"><img class="size-medium wp-image-51224" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9260-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes interagiram b bastante com o escritor, através de perguntas e observações sobre a sua obra</p></div>
<p>A aluna Samara Silva foi uma das que pediu a palavra e perguntou como era para Mário Filipe, como escritor, escrever sobre realidade e ilusão no mesmo espaço. <em>“Eu acho engraçado essas categorizações que a gente faz. Acredito que na verdade a arte vai ser categorizada pelo olhar do leitor. Muitas vezes a interiorização da mente de um personagem pode ser entendida como ilusória. Mas cada um tem e vive os seus processos, logo o que pode ser ilusão vira algo também real, palpável. Essa mistura, inclusive, é mais comum na vida real do que na literatura”,</em> opinou Mário Filipe, natural do Recife.</p>
<p>Já Ana Carolayne, da Escola Padre Antônio Callou de Alencar, quis saber o motivo ou inspiração para a escolha do título para o livro <strong>Caninos Amarelados</strong>. “<em>Eu gosto justamente pelo efeito do tempo sobre as coisas que a expressão carrega. Caninos são quatro dentes que nos remetem à animalidade das coisas. Conhecer melhor um algo ou alguém não é da noite para o dia, e os caninos levam muito isso consigo”</em>, detalha o autor. Colega de escola de Ana Carolayne, Layne Rocha questionou como Mário Filipe teve a ideia de escrever o livro de contos <strong>O Circo</strong>. <em>“Todos os contos são contos que falam de circo, ou não. Os personagens principais são circenses, como o palhaço, a bailarina, o malabarista e o mágico, entre outros. Mas meu enfoque foi na natureza humana, as pessoas. Me intrigava bastante a ideia de um palhaço triste, preocupado com as contas pra pagar. Essa é a pegada e é sobre isso que o livro fala”.</em></p>
<div id="attachment_51223" aria-labelledby="figcaption_attachment_51223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9243.jpg"><img class="size-medium wp-image-51223" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9243-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Podem ter certeza que um dia eu estava ai no lugar de vocês, e quando passei a ler com mais afinco as coisas começaram a acontecer”, incentivou Mário Filipe</p></div>
<p>O vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura ressaltou aos presentes a importância da leitura da perspectiva de ampliar o campo de atuação na vida social. <em>“Leiam! Ler, além de ser algo bom na vida da gente, abre nossos horizontes. Podem ter certeza que um dia eu estava ai no lugar de vocês, e quando passei a ler com mais afinco as coisas começaram a acontecer”</em>.</p>
<div id="attachment_51216" aria-labelledby="figcaption_attachment_51216" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9341.jpg"><img class="size-medium wp-image-51216" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9341-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">José Fabrício, um dos alunos participantes, mostrou todo o seu dom com desenho através de um presente que entregou em mãos a Mário Filipe</p></div>
<p>José Fabrício, estudante do EREM Jerônimo Gueiros, teve que ir embora mais cedo porque é morador da zona rural e precisaria pegar a condução. Mas pediu antes de sair da escola pra entregar um presente a Mário Filipe <em>“Do mesmo modo que ele publica livros, eu quero mostrar para ele em agradecimento por ter vindo pra cá a minha arte e minha forma de expressão”,</em> disse, antes de entregar um desenho de Mário Filipe feito a mão, com a precisão de quem domina a arte do desenho.</p>
<div id="attachment_51218" aria-labelledby="figcaption_attachment_51218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9415-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51218" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9415-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Antonieta Trindade, o Outras Palavras já passou por mais de 380 escolas e atendeu mais de quatro mil alunos da rede pública de ensino, além de ter distribuídos milhares de livros até aqui e por onde passou</p></div>
<p>O gesto emocionou a gestora Antonieta Trindade, que pontuou sobre a importância do Outras Palavras por onde tem passado (já são mais de 380 escolas, milhares de livros distribuídos e quatro mil alunos atendidos). <em>“Nosso objetivo é oferecer esse momento para compreendermos que podemos ir muito além. A escola é insuficiente para desenvolver nossa potencialidade como indivíduo e cidadão. Está em nossas mãos o futuro de um mundo melhor, e precisamos exercer nosso real protagonismo. José Fabrício mostrou aqui como temos tantos talentos espalhados pelo estado, mas nem sempre todos tem espaço para apresentar seus trabalhos. É para isso também que serve o Outras Palavras”</em>, comemorou.</p>
<div id="attachment_51221" aria-labelledby="figcaption_attachment_51221" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9754-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51221" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9754-Cópia-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto distribuiu entre os alunos algumas cópias do disco &#8216;Histórias que andei&#8217;, lançado no ano passado com incentivo do Itaú Cultural</p></div>
<p>Na sequência, Mestre Galo Preto, com toda sua habitual elegância assumiu o microfone para conversar um pouco com os jovens. <em>“Nasci bem perto daqui, no povoado de Rainha Isabel, em Bom Conselho. Com nove anos fiz minha primeira música, e com o tempo passei a cantar direto em tudo que era programa de TV, do Chacrinha a Silvio Santos. Depois tive umas decepções e fiquei um tempo parado, sem querer cantar coco, e o povo ficava me perguntando quando eu ia voltar. Até que um dia acordei e voltei, e lancei até meu primeiro disco, <strong>Histórias que Andei</strong>, com patrocínio do Itaú Cultural”</em>, detalhou o Patrimônio Vivo do Estado, distribuindo em seguida alguns exemplares entre o público.</p>
<div id="attachment_51220" aria-labelledby="figcaption_attachment_51220" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9679-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51220" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9679-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto aproveitou pra ensinar todo mundo como é que se dança um coco de roda</p></div>
<p>Mestre Galo Preto é um dos maiores representantes da tradição do coco, e em <strong>Histórias que Andei</strong> traz a arte e sabedoria musical que ronda seu trabalho desde a infância, quando fez sua primeira embolada na beira do fogão de sua mãe. Já perto de terminar sua apresentação no EREM Jerônimo Gueiros, ele desceu no meio da roda e ensinou todo mundo a como é que se dança coco de roda, sob palmas de alunos e professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura serão lançados no fim do mês</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 17:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Uma epopeia contemporânea, contos e poemas que aprofundam olhares sobre a existência humana e questionam normas do convívio social integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São os livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa do Governo do Estado (Secult, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco) que serão apresentadas ao público no próximo dia 31 de março.</p>
<p style="text-align: left;">O lançamento coletivo das cinco publicações será no Museu do Estado, com a presença dos cinco escritores selecionados: Carlos Gomes (<b><i>êxodo,</i></b>); José Juva (<b><i>Watsu</i></b>); Luiz Coutinho Dias Filho <b>(<i>Nós, os bichos</i></b>); Rejane Paschoal (<b><i>Manuscritos em grafite</i></b>); e Mario Filipe Cavalcanti (<b><i>Caninos amarelados</i></b>).</p>
<div id="attachment_34713" aria-labelledby="figcaption_attachment_34713" class="wp-caption img-width-354 alignright" style="width: 354px"><p class="wp-image-credit alignleft">capa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34713" alt="capa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_-354x486.jpg" width="354" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro êxodo, de Carlos Gomes, foi o grande vencedor desta edição</p></div>
<p style="text-align: left;">O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja comemora a chegada de publicações “tão instigantes e potencialmente transformadoras”, especialmente em tempos como este, “de ameaças à democracia com a fragilização do Estado Democrático de Direito por agentes do próprio aparelho estatal que se autoproclamam redentores da Pátria; e do ressurgimento de intolerâncias e do ideário moralista e conservador”. Ainda para Marcelino, “a literatura e o gosto pela leitura figuram como instrumentos cada vez mais necessários ao pleno exercício da cidadania e à criação de espíritos livres, críticos e conscientes dos desafios sociais que persistem”.</p>
<p>O diretor-presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão destaca a importância do certame literário. “O lançamento dos livros dos vencedores deste 3º Prêmio Pernambuco de Literatura confirma dois pontos essenciais: o compromisso do Governo do Estado com a identificação e promoção de novos talentos literários e a integração de esforços da Secult, da Fundarpe e da Cepe, mais uma vez confirmada, com o objetivo de fomentar a cultura em Pernambuco”, assegurou.</p>
<p>Demarcando o papel da literatura como expressão fundante das artes em geral, a continuidade do Prêmio está consolidada no Programa Estadual de Governo para a Cultura. As inscrições para a 4ª edição encerraram-se no dia 11 de março. Mais de duzentos escritores pernambucanos ou residentes do estado estão concorrendo.</p>
<p><b>ESTÍMULO À LEITURA</b></p>
<p>Além da distribuição formal por livrarias e feiras pelo país, as obras do Prêmio também chegam à população por meio de importantes ações da política estadual de literatura, como os projetos <i>Livros Livres</i>, <i>Escambo de Livros</i> e, o mais recente, <i>Outras Palavras</i>. Através de uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o <i>Outras Palavras</i> já tornou possível a chegada de 1.080 exemplares dos livros selecionados nas duas edições anteriores do Prêmio a 120 escolas públicas de Pernambuco.</p>
<p>Para a Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, “a articulação com as políticas de educação e de estímulo a leitura é um norte importante nesse processo permanente de valorização da nossa literatura e dos nossos escritores”. Além da premiação total no valor de R$ 40 mil e publicação de 1.000 exemplares de cada obra, os escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura também vão circular pelo estado, como uma espécie de contrapartida da ação: “Participando de uma roda de diálogo ou facilitando uma oficina literária em um dos eventos realizados pelo Governo do Estado, acreditamos que os escritores podem contribuir com a formação cultural da nossa gente, além de estreitar relações e trocar informações com artistas de outras regiões”, complementa Márcia.</p>
<p><b>AS OBRAS</b></p>
<p style="text-align: left;">Grande vencedor da terceira edição do Prêmio, <b><i>êxodo,</i> </b>é um poema épico e a segunda obra publicada do escritor recifense Carlos Gomes. Em 2012, ele lançou o livro de contos “<i>corto por um atalho em terras estrangeiras</i>”. Carlos também é pesquisador de música popular e crítica cultural, além de editor do <i>Outros Críticos</i>, que atua na produção de revistas, livros e debates culturais na capital pernambucana.</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><i>êxodo, estrada, margem, caminho, geografia, espaço, tempo, morte, vida, animais, poesia, epopeia, narrativa, história, estórias, poema, sangue, sombra, luz, alegria, fome, cidade, esperança, maravilhas: em trinta e seis cantos e toda a literatura e imaginário que nos aprisiona. versos livres e atenção para a terceira margem do rio, da estrada, da página, do livro. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p><b><i>Nós, os bichos</i></b><b> </b>é o livro de contos premiado de Luiz Coutinho Dias Filho. O escritor recifense é também professor universitário, neurocirurgião e neurologista.  A obra é sua segunda incursão literária; em 2014 ele publicou o livro <i>A reconquista do Paraíso e outros poemas</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34714 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Podemos encontrar nas pessoas algo de crocodilo, galo, lobo&#8230; Estamos no alto de uma escada que tem os outros degraus ocupados pelos seres que nos acompanharam na arca de Noé; para chegar aí, passamos por todos estes degraus e decerto trazemos resquícios do que há neles. Nas fábulas, os bichos exibem traços humanos; as histórias deste livro são o inverso das fábulas. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Primeira mulher a vencer o Prêmio Pernambuco de Literatura, a escritora recifense Rejane Paschoal reuniu no seu<b> <i>Manuscritos em grafite </i></b>contos que sugerem um mergulho na existência humana. Formada em Direito e em Educação Artística, Rejane também recebeu menções honrosas no 1º Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil com o livro <i>Histórias do Encantarerê</i>; e na 1ª edição do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos (inédito) <i>Memórias para o livro de Nina.</i></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__.jpg"><img class="size-medium wp-image-34715 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Os contos aqui reunidos se desenvolvem a partir de temas que aprofundam olhares sobre a existência humana. A memória e a morte como um retrato antigo entre escombros, um olhar sensível sobre personagens e narradores que garante a unidade subjacente da seleção. No percurso labiríntico do livro, o leitor e a leitora poderão, por fim, ouvir o que se oculta no silêncio destes manuscritos. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Qual a relação entre o passar do tempo e a consciência de que somos máscaras sociais que perambulam pelas ruas? É um dos muitos questionamentos que ululam em <b>Caninos amarelados</b>, do escritor e advogado recifense Mario Filipe Cavalcanti. Ele é também autor dos livros de contos <i>Comédia de enganos</i> (Penalux, 2013) – semifinalista no Prêmio Sesc de Literatura 2014 –, <i>O circo</i> (EdUFPE, 2015) e <i>Morte e vida e outros contos </i>(EdUFPE, no prelo).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34716 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Em todos os contos de Caninos amarelados o antagonismo entre “tudo” e “nada” se destrói numa verdadeira fusão. A nadificação dos costumes e construtos sociais se eleva diante do pulsar que existe por trás de cada indivíduo humano. De uma leitura leve e direta, mesclada de reflexões filosóficas, Caninos amarelados desmascara, insinua, ironiza, satiriza e constrói um universo que certamente gerará guinadas nas cabeças dos leitores. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Segundo livro de poemas contemplado nesta edição do Prêmio, <b>Watsu </b>é a quarta obra publicada do olindense José Juva. Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura, Juva já lançou os livros <i>Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva</i> (2012), <i>Vupa</i> (2013) e <i>Breve breu:</i> <i>escritos sobre literatura e cinema</i> (2014).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34717 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>A água é uma só. E assume todas as formas possíveis. Este livro possui dois oceanos: “Molhai os delírios do hipocampo” e “Visões noturnas da paz aquática.” Os poemas fluem como muitas águas: na calma da circulação dos líquidos no útero, nas idas e vindas de ondas furiosas, nos rios que não cessam de dizer da impermanência, nas chuvas inumeráveis que nos encontram. São poemas da escuta da vida, arranjos contemporâneos para estimularem êxtase e autoconhecimento.  O universo numa gota de água. Poemas para colocar o corpo na água. Uma arte suave e flexível, alegria rebelde do movimento contínuo. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b></p>
<p><b>Lançamento dos livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura</b></p>
<p>Data: Quinta-feira, 31 de março de 2016<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças/Recife<br />
Horário: 19h<br />
Entrada gratuita, venda de livros e mesa de autógrafos no local</p>
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