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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cannibal</title>
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		<title>Cannibal lança videocast sobre arte e cultura nas comunidades</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 17:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”, videocast com cinco episódios. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117626" alt="Foto - Estúdio Paulo Cavalcante -Ignus, Edson Fly e José Carbonel são profissionais da comunicação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação-607x344.jpg" width="607" height="344" /></a></p>
<p>Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”,<a href="bit.ly/3GnS4Xk" target="_blank"> videocast com cinco episódios</a>. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela internet que utiliza as ferramentas desenvolvidas no podcast para criar uma lista de conteúdos por meio do streaming.</p>
<p>O material audiovisual reúne entrevistas, a partir de uma conversa informal, onde 11 pessoas de diversas áreas artístico-culturais e de espaços de liderança nas periferias da Região Metropolitana do Recife (RMR) trocam ideias com o criador do projeto autoral, Marconi de Souza Santos, popularmente conhecido por Cannibal, da comunidade do Alto José do Pinho, no Recife. Esses lançamentos dos episódios do videocast também têm o objetivo de registrar histórias, preservar memórias e valorizar a identidade, assim como fortalecer a cultura periférica.</p>
<p>“A ideia surgiu do desejo de propor espaços de diálogos sobre arte, cultura e educação, trazendo para debate o que está sendo produzido por pessoas das próprias periferias locais. As conversas trazem memórias, vivências e exemplos de impactos de diferentes ações de arte e cultura nas comunidades”, resume Cannibal.</p>
<p>Ele entrevista justamente artistas autorais referências na própria comunidade: Zé Brown (cantor, compositor e arte-educador); Fabrício Nunes (cantor e compositor da banda Plugins, da Zona Oeste do Recife); Luísa Cunha (cantora e compositora da banda pernambucana Odiosa); Dani Carmesim (cantora e compositora); Caetana (cantora, compositora e musicista); Ignus (comunicadora audiovisual); Edson Fly (jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus, Recife); José Carbonel (pesquisador audiovisual, grafiteiro, arte-educador e fundador da Manguecrew); Chiquinho (ex-jogador e vice-prefeito de Olinda); Marcos Simão (da comunidade do Alto José do Pinho); Evandro Correia (também do Alto José do Pinho).</p>
<p>“O Papo Cannibal tem uma pegada mais informal, com outra forma de conversar sobre arte e cultura e as suas importâncias nas periferias. A partir de diversos olhares das áreas artístico-culturais, trazemos propostas para o fomento da arte, realizações de vida com projetos autorais e desafios do presente e para o futuro”, destaca.</p>
<p>Todos os encontros foram realizados diretamente do estúdio de Paulo Cavalcante, profissional local que ficou à frente da captação de áudio e vídeo do “Papo Cannibal”. Também na ficha técnica estão Kyra França (produção cultural e executiva), Taísa Ateyeh (direção de arte e design) e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>O projeto “Papo Cannibal” tem o incentivo público por meio da Lei Paulo Gustavo (LGP) &#8211; Edital de Fomento de Expressões Periféricas, via Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco. Esta iniciativa também é um espaço para criações artísticas coletivas e da expressão da identidade, desenvolvidas juntamente com temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa.</p>
<p><strong>Episódios</strong></p>
<p><strong>1</strong> - Zé Brown: criador do rap repente, iniciou sua trajetória artística em 1988 na comunidade Alto José do Pinho (Recife-PE). Ele acessou a cultura hip hop como dançarino (Bboy), tendo suas influências na cultura popular. O artista da música pernambucana autoral toca pandeiro em ritmo de embolada e faz improvisos com rap.</p>
<p>Fabrício Nunes: cantor, compositor, músico e fundador da Plugins, banda pernambucana da Zona Oeste do Recife. Também como produtor cultural, é articulador do movimento underground local e nacional. Tem trabalhos sociais na comunidade do Totó (Recife), com a participação voluntária na ONG Cores do Amanhã. Atua desde 2017 como diretor de palco do carnaval do Recife e também é coordenador da AMP (Articulação Musical Pernambucana).</p>
<p>Luísa Cunha: cantora, compositora e fundadora da banda pernambucana Odiosa (2017), autoral e independente. Paralelamente à música, atua como artista visual com seu ateliê.</p>
<p><strong>2</strong> - Dani Carmesim: cantora e compositora pernambucana que faz um trabalho autoral, independente e alternativo desde 2011. Nesse tempo lançou dois EP’s e dois discos. Seu objetivo é utilizar a música como espaço de representatividade, estimulando a valorização da mulher negra dentro do mercado fonográfico, principalmente no segmento do rock, fazendo isso através de composições viscerais e até autobiográficas.</p>
<p>Caetana: primeira cantora e compositora trans a gravar um frevo no Brasil, sendo uma das recentes potências juvenis do fazer popular de Pernambuco, do coco de roda, frevo, maracatu etc. Natural do Coque (Recife), a artista dialoga com a dança, a música, a composição etc. Foi mencionada pela revista Noize (edição especial Tincoãs) e pela revista Rolling Stone, como uma das 25 vozes que olham para o futuro da música brasileira, além de ser uma das promessas em 2024 do programa “Estação Livre” (TV Cultura).</p>
<p><strong>3</strong> -  Ignus: Thalyta Tavares é comunicadora audiovisual e especialista em narrativas contemporâneas da fotografia e do audiovisual pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Com formação em fotografia, design gráfico e produção audiovisual, desenvolve projetos autorais e colaborativos que conectam arte, cultura e sociedade.</p>
<p>Edson Fly: jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus (Recife). É estudante de bacharelado em Agroecologia, além de ativista pelos direitos humanos.</p>
<p>José Carbonel (Manguecrew): pai de duas crianças (Giovanna Carboneli e Valentina Carboneli), com curso de Jornalismo Periférico (UFC). Ele também é realizador audiovisual pernambucano, grafiteiro, pesquisador, cineasta, arte-educador e apresentador do Leilão em Chamas.</p>
<p><strong>4</strong> - Chiquinho: atual vice-prefeito de Olinda, onde já foi secretário de esportes. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória profissional no Sport Club do Recife, na década de 90. Também atuou em clubes como Vitória/BA, Fortaleza/CE, Botafogo e Vasco, e pelo exterior, sendo convocado em 1996 para a Seleção Brasileira profissional pelo ex-técnico Zagallo (em memória &#8211; 1931-2024).</p>
<p><strong>5</strong> - Marcos Simão: idoso negro de 69 anos de idade e empreendedor há décadas. Possui um projeto sistemático de valorização das memórias e histórias do Alto José do Pinho, onde nasceu e vive até hoje. Há mais de 40 anos, coleciona bens que, segundo ele, têm um valor histórico para a cidade do Recife e para o Estado de Pernambuco. Atualmente, dispõe de uma coleção de recortes de jornal e livros produzidos por ele ao longo dos anos sobre a “reminiscência do bairro”.</p>
<p>Evandro Correia: tem seus 75 anos de idade, todos vividos no Alto José do Pinho. Ao longo da vida, recebeu influências de grandes nomes no bairro, como Sr. Viu (guarda), e a sua mãe (irmã Denise). Ele foi presidente do clube de jovens, do programa “Meu bairro é o maior” e da equipe de futebol do bairro. Também é advogado, formado pela Faculdade de Direito do Recife.</p>
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		<title>Cepe Editora celebra Dia Mundial do Rock em live com Cannibal e Wilfred Gadelha</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 16:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O programa Conexões Literárias da Cepe Editora celebra o Dia Mundial do Rock, na próxima segunda-feira (13) , com um bate-papo informal sobre o tema transmitido pelo canal da empresa no Youtube (bit.ly/LiveCepeRock). Marcada para começar às 17h30, a live terá participação do vocalista e baixista da banda Devotos, Cannibal, e do jornalista e músico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70491" aria-labelledby="figcaption_attachment_70491" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Devotos_Foto-Victor-Jucá-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-70491" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Devotos_Foto-Victor-Jucá-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vocalista da banda Devotos, Cannibal será um dos convidados da live promovida pela Cepe, em comemoração do Dia Mundial do Rock</p></div>
<p>O programa Conexões Literárias da Cepe Editora celebra o Dia Mundial do Rock, na próxima segunda-feira (13) , com um bate-papo informal sobre o tema transmitido pelo canal da empresa no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=QsCRn8Qr8xo" target="_blank"><strong>bit.ly/LiveCepeRock</strong></a>). Marcada para começar às 17h30, a live terá participação do vocalista e baixista da banda Devotos, Cannibal, e do jornalista e músico Wilfred Gadelha. A mediação é da jornalista, fotógrafa e editora da revista alagoana Rock Meeting, Pei Fon. E neste sábado (11), a revista Continente estará presente no festival de música alternativa No Ar Coquetel Molotov com ação surpresa, pela plataforma Sympla, a partir das 18h.</p>
<p>No tempo de duração da live do Dia Mundial do Rock, o trio vai conversar sobre a data comemorativa, a produção local e os trabalhos que cada um deles desenvolvem. Cannibal e Wilfred lançaram livros pela Cepe Editora em 2018 e deverão falar sobre as publicações. O vocalista da Devotos é autor de Música para o povo que não ouve, que reúne as composições da banda desde a fundação em 1988, no Alto José do Pinho, bairro da Zona Norte do Recife, até 2018.</p>
<p><strong>PEsado -</strong> Origem e consolidação do metal em Pernambuco, de Wilfred Gadelha, ganhou segunda edição pela Cepe e traça um panorama do rock e do heavy metal no Estado, a partir dos anos 1970. <em>“A situação está muito difícil para a cena musical, essa foi uma das primeiras atividades suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus, show de música é sinônimo de aglomeração de pessoas”</em>, comenta Wilfred Gadelha. As lives, caseiras ou produzidas, diz ele, têm ajudado músicos a sobreviverem à crise.</p>
<p>Sem banda no momento (a Will2Kill deixou de atuar em 2019), o jornalista resolveu reativar o projeto Pesado: Lapada para todos os gostos com programas transmitidos pelo Facebook, todas as quartas-feiras, às 20h, para divulgar o metal pesado. <em>”Na situação atual, é preciso buscar novas maneiras de se relacionar com o público, aproveitando as tecnologias disponíveis”</em>, declara Wilfred Gadelha.</p>
<p><em>“Precisamos ser cada vez mais criativos para atrair o interesse do público e ter visibilidade”</em>, reforça a jornalista alagoana Pei Fon, mediadora da live da Cepe. O Dia Mundial do Rock, segundo ela, é mais simbólico para o Brasil do que para o restante do mundo, que não cultua a data. <em>“A Live Aid, realizada em 13 de julho de 1985, inspirou a criação do Dia Mundial do Rock no País, é uma data usada para se lançar eventos relacionados ao tema. Este ano, por causa da pandemia, as comemorações serão on-line”</em>, acrescenta. Live Aid foi um festival beneficente realizado ao mesmo tempo em Londres e na Filadélfia para arrecadar fundos e ajudar os refugiados que passavam fome na Etiópia.</p>
<p>A revista mensal Rock Meeting, criada por Pei Fon para divulgar o rock e o metal, completou 10 anos no mercado em 2019, sempre no formato eletrônico. <em>“É uma das primeiras revistas digitais do gênero”</em>, informa. Até então com foco nos shows, desde o início da pandemia, com a interrupção dos espetáculos, a publicação abriu espaço para entrevistas com bandas famosas e pouco conhecidas. O primeiro show de trash metal com distanciamento social nesses tempos de pandemia, realizado pela banda alemã Destruction em 4 de julho, na cidade de Pratteln (Suíça), também será debatido na live, diz Pei Fon.</p>
<p><strong>Molotov</strong><br />
Com formato digital, o Festival No Ar Coquetel Molotov será realizado das 17h do sábado (11) às 5h do domingo (12), em plataformas de <em>streaming</em>. A Cepe colabora como parceira de mídia do evento e por meio da revista Continente convidou o músico Otto, o escritor Fred Caju e a poeta, bailarina, performer e palhaça Sílvia Góes para participarem com intervenções. Eles farão apresentações surpresas durante a programação, em horários variados entre 18h e 23h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live do Dia Mundial do Rock<br />
Quando: 13/7 (segunda-feira), às 17h30<br />
Link: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QsCRn8Qr8xo" target="_blank"><strong>bit.ly/LiveCepeRock</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Jardim Sonante apresenta bandas independentes na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 19:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a proposta de promover a música independente pernambucana, o Jardim Sonante realiza mais uma edição neste domingo (20), às 15h, na Torre Malakoff.  As atrações da edição de janeiro serão as bandas Cassio Oli, A dobra, Coxas D’amélia e Realidade Encoberta, além da abertura com o Sound System comandado pelo Dj Leon Selector e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66301" aria-labelledby="figcaption_attachment_66301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/A-DOBRA_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66301" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/A-DOBRA_Easy-Resize.com_-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A banda serratalhadense A dobra é um das atrações da edição de janeiro.</p></div>
<p>Com a proposta de promover a música independente pernambucana, o Jardim Sonante realiza mais uma edição neste domingo (20), às 15h, na Torre Malakoff.  As atrações da edição de janeiro serão as bandas Cassio Oli, A dobra, Coxas D’amélia e Realidade Encoberta, além da abertura com o Sound System comandado pelo Dj Leon Selector e Convidados.  A entrada será 1kg de alimento não-perecível, que será doado para instituições beneficentes.</p>
<p>Na ocasião ainda serão vendidos e autografados o livro &#8220;Música para o povo que não ouve&#8221;, do autor Cannibal Santos, que é um dos realizadores do projeto ao lado de Fabrício Nunes, vocalista da Plugins, do sociólogo e produtor cultural Cadu e da fotógrafa Aline Sales. Realizado de forma independente mensalmente, o Jardim Sonante recebe o material de bandas e artistas interessados em participar pelo email <a href="mailto:jardimsonante1@gmail.com">jardimsonante1@gmail.com</a>. É preciso apresentar release, duas fotos e duas músicas para avaliação.</p>
<p><b>Serviço:</b><br />
Jardim Sonante<br />
Quando: Neste domingo (20), às 15h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n – Recife, PE)<br />
Entrada: 1kg de alimento não-perecível.</p>
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		<title>Torre Malakoff recebe última edição do Jardim Sonante</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para se despedir de 2018, o projeto Jardim Sonante realiza sua última edição, neste domingo (30), às 15h, na Torre Malakoff. As bandas que participam da edição deste mês são a Albino Baru, Thamyres Leite, Colt Brothers e Scream. A abertura ficará por conta do Sound System, que comandado pelo DJ Leon Selector. O público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65779" aria-labelledby="figcaption_attachment_65779" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/ALBINO-BARU.jpg"><img class="size-medium wp-image-65779" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/ALBINO-BARU-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Albino Baru será uma das atrações da edição deste domingo (30).</p></div>
<p>Para se despedir de 2018, o projeto Jardim Sonante realiza sua última edição, neste domingo (30), às 15h, na Torre Malakoff. As bandas que participam da edição deste mês são a Albino Baru, Thamyres Leite, Colt Brothers e Scream. A abertura ficará por conta do Sound System, que comandado pelo DJ Leon Selector. O público deverá levar como entrada um 1kg de alimento não perecível, que será doado para instituições beneficentes.</p>
<p>Produzido por Cannibal, vocalista da banda Devotos e Café Preto, e Fabrício Nunes, vocalista da banda Plugins, o projeto realizou quatro edições até novembro de 2018, com quatro bandas e um grupo percussivo compondo a grade de programação de cada edição.  Foram contempladas três ONGs com os alimentos arrecadados, sendo elas: Cores do Amanhã, situada no bairro do Totó,  LAR BEM, no Bairro do Cordeiro, e  CERVAC, no Morro da Conceição.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Jardim Sonante<br />
Quando: Neste domingo (30), a partir das 15h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal – Recife)<br />
Entrada: 1kg de alimento não-perecível.</p>
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		<title>Projeto celebra a música de matriz africana em escola do Morro da Conceição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-celebra-a-musica-de-matriz-africana-em-escola-do-morro-da-conceicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 20:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boi Quebra Coco]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunidade da Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas do Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Casa Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[Utilizando a arte popular em prol da educação, o Sesc Casa Amarela promove mais uma edição do projeto Ciranda da Gente nesta sexta-feira (23), a partir das 15h, na Escola Estadual Padre João Barbosa, que fica no Morro da Conceição. Na Semana da Consciência Negra, o evento celebra nossas raízes culturais através de apresentações de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64692" aria-labelledby="figcaption_attachment_64692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aline Sales/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cannibal-Aline-Sales.jpg"><img class="size-medium wp-image-64692" alt="Aline Sales " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cannibal-Aline-Sales-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vocalista da banda Devotos, Cannibal participará do projeto Ciranda da Gente</p></div>
<p>Utilizando a arte popular em prol da educação, o Sesc Casa Amarela promove mais uma edição do projeto Ciranda da Gente nesta sexta-feira (23), a partir das 15h, na Escola Estadual Padre João Barbosa, que fica no Morro da Conceição. Na Semana da Consciência Negra, o evento celebra nossas raízes culturais através de apresentações de Lucas e a Orquestra dos Prazeres, Bloco Afro Raízes de Quilombo, Cannibal e Boi Quebra Coco. O evento é aberto ao público.</p>
<p><em>“Nesta edição, trazemos artistas reconhecidos por suas raízes centradas na cultura pernambucana. O fato de ser em uma escola pública é muito importante para ampliar o contato dos jovens com a música de qualidade, que tem um caráter transformador</em>”, ressalta a professora de Artes do Sesc Casa Amarela, Cristina Barbosa, ao destacar a cultura popular do Estado como uma das representantes mais significativas da música brasileira de matriz africana.</p>
<div id="attachment_64693" aria-labelledby="figcaption_attachment_64693" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Rêgo Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Lucas-dos-Prazeres-Andréa-Rêgo-Barros.jpg"><img class="size-medium wp-image-64693" alt="Andrea Rêgo Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Lucas-dos-Prazeres-Andréa-Rêgo-Barros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento celebra a cultura de matriz africana trazendo atrações como Lucas dos Prazeres.</p></div>
<p>O primeiro a se apresentar será o cantor, produtor e arranjador Lucas dos Prazeres que, com 24 anos de carreira e uma obra dedicada à cultura popular, traz a experiência de quem já fez parcerias com grandes nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Chico César e Lucy Alves. Depois, o Bloco Afro Raízes de Quilombo, que é formado por crianças e adolescentes do Morro da Conceição, reforça à tarde com os ritmos de terreiro.</p>
<p>Conhecido pelas letras de protesto que se destacam no punk dos Devotos, o cantor e compositor Cannibal leva a música do Alto José do Pinho para o projeto, que será encerrado pelo Boi Quebra Coco da Xambá. O grupo vem da comunidade de Xambá misturando dança e música, a partir de elementos de brincadeiras populares como o coco e o boi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço </span></b><br />
<b><i>Ciranda da Gente</i></b><br />
Quando: Nesta sexta (23), às 15h<br />
Onde: Escola Estadual Padre João Barbosa (Praça da Conceição, Morro da Conceição)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;"> </span></b></p>
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		<title>MAMAM recebe bate-papo sobre a cena underground de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 18:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[A Arte é um Manifesto - 30 anos de Devotos]]></category>
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		<category><![CDATA[Conservatório Pernambucano de Música]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Abril Pro Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Neilton]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo André Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Punk]]></category>
		<category><![CDATA[Underground]]></category>

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		<description><![CDATA[Prorrogada para ficar em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães até o dia 26 de agosto, a exposição “A Arte é um Manifesto – 30 anos de Devotos”, de Neilton, conta com um bate-papo sobre a cena underground pernambucana nesta sexta-feira (10), às 19h. A conversa, que acontecerá no auditório do MAMAM, tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62369" aria-labelledby="figcaption_attachment_62369" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Neilton-Carvalho-FOTO-Eric-Gomes-06-B.jpg"><img class="size-medium wp-image-62369" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/Neilton-Carvalho-FOTO-Eric-Gomes-06-B-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Neilton é o curador do evento, que terá mediação de Cannibal.</p></div>
<p>Prorrogada para ficar em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães até o dia 26 de agosto, a exposição “A Arte é um Manifesto – 30 anos de Devotos”, de Neilton, conta com um bate-papo sobre a cena underground pernambucana nesta sexta-feira (10), às 19h. A conversa, que acontecerá no auditório do MAMAM, tem curadoria do próprio Neilton e será mediada pelo músico Cannibal. Vão participar do evento a cantora Kira Aderne, da Diablo Angel, Julia Claudino, do Recife Underground Scene, Fabrício Felipe, da banda Plugins, Marcus ASBarr,  da BioDiverCidade Produções, e o produtor Paulo André Moraes, do festival Abril Pro Rock. A entrada é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>Esta será mais uma etapa da mostra que estreou em 9 de maio deste ano para comemorar as três décadas da banda de punk-rock do Alto José do Pinho. Guitarrista do Devotos, Neilton repassa a história do grupo, também formado por Cannibal e Celo Brown, através dos desenhos criados para ilustrar os trabalhos do trio. Ao todo, estão em cartaz mais de 60 peças que revivem diferentes épocas do cenário pernambucano que consagrou a Devotos como uma de suas bandas mais influentes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
<i>Bate-papo: A cena underground pernambucana</i><br />
<b>Quando:</b> 10/08 (sexta-feira), às 19h<br />
<b>Onde:</b> auditório do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) | Entrada pela Rua da União, 88, Boa Vista<br />
<b>Entrada:</b> gratuita e aberta ao público</p>
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		<title>Jovens em conflito com a lei vivenciam arte pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jovens-em-conflito-com-a-lei-vivenciam-arte-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 21:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do Outras Palavras com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56552" aria-labelledby="figcaption_attachment_56552" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56552 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27396833029_11c41c04e1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens, que nunca haviam lido um livro inteiro na vida, ganharam publicações vencedoras das edições do Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>O previsto para a tarde da última terça-feira (19) era mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> com um debate rico e direto com estudantes da rede pública sobre o assunto literatura, numa proposta de desmistificar o tema e aproximar leitores de escritores, além de uma apresentação cultural de uma Patrimônio Vivo ou banda pernambucana. Colocar os jovens em contato direto com a arte, desta vez com a presença do autor Mário Filipe Cavalcanti, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura com <strong>Caninos Amarelados</strong>, e do músico Cannibal, cantor e baixista da Devotos, banda de rock com 30 anos de estrada e muita história pra contar.</p>
<p>Mas, como disse Mário Filipe Cavalcanti num depoimento após a atividade, <em>“naquele dia, a coisa era incerta: o projeto iria para dentro de uma das salas de um dos CASE da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), onde ficam abrigados adolescentes em conflito com a lei”.</em> Desta vez, para o CASE Jaboatão Velho, que abriga quase 60 garotos, segundo a coordenação do local, com idades entre 12 e 16 anos, a de menor faixa etária do estado.</p>
<div id="attachment_56564" aria-labelledby="figcaption_attachment_56564" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56564 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146917802_9287ae0620_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com a coordenação do CASE Jaboatão Velho, a casa abriga quase 60 garotos, com idades entre 12 e 16 anos</p></div>
<p><em>&#8220;Aqui temos a parceria com a Escola Frei Jaboatão, que nos atende majoritariamente com professores voltados ao Ensino Fundamental. Mas caso algum adolescente entre no Ensino Médio, a instituição de ensino nos oferece um quadro de professores para atender esta demanda. Caso o jovem ingresse na universidade, também recebe a liberação para estudar o curso escolhido, dependendo do seu comportamento dentro do CASE&#8221;,</em> explicou Normando de Albuquerque, coordenador do Eixo Profissionalização da <a href="http://www.funase.pe.gov.br/" target="_blank">Funase</a>, que contou também haver naquela escola uma oficina de artes plásticas voltada para os jovens.</p>
<p>Após apresentação de uma minibiografia de Mário Filipe Cavalcanti, o jornalista e mediador do bate-papo Marcos Henrique Lopes, perguntou: <em>“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”. </em>Ninguém. Perguntou ainda se alguém já haviam lido algum livro inteiro. Ninguém.</p>
<div id="attachment_56553" aria-labelledby="figcaption_attachment_56553" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56553 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39146916102_83e37f6760_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">“Alguém aqui na plateia já havia visto de perto um escritor, autor de livros?”, perguntou o mediador Marcos Henrique Lopes, recebendo uma negativa unânime dos jovens presentes</p></div>
<p><em>“E eu me vi ali, escritor, diante de quarenta adolescentes que nunca viram um livro na vida. Sim, que nunca tocaram em um livro, que nunca cheiraram um livro, que nunca souberam o que era ler. O choque foi automático”,</em> revelou Mário Filipe no depoimento.</p>
<p>Por várias vezes os jovens foram provocados a interagir. Um teve a coragem de pedir a fala e, direcionado a Mário Filipe Cavalcanti, perguntar como é o processo de criar uma história e escrever um livro. <em>“Eu pego uma narrativa que vi ou ouvi por ai e vou mentir para que ela fique um pouco maior. Toda história é uma mistura de verdade e mentira, porque alguns detalhes precisam ser ressaltados e valorizados para dar o drama. Mas isso faz parte da condição humana. Afinal, quem não mente nessa vida?”,</em> respondeu o escritor.</p>
<div id="attachment_56558" aria-labelledby="figcaption_attachment_56558" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56558 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755331_49febad919_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Filipe Cavalcanti insistiu na importância da leitura para a formação cidadã</p></div>
<p>Como de praxe, quando um aluno faz uma pergunta durante o Outras Palavras, ele ganha um livro. Neste caso, o jovem recebeu a publicação<strong> Todas as coisas sem nome</strong>, de Walther Moreira Santos.</p>
<p><em>“Doamos alguns livros para o lugar, um deles foi de presente para um daqueles rapazes. Um dentre eles que teve a coragem de perguntar algo. Será Natal daqui a pouco, e quantas pessoas não ganharão seus presentes? E o que tínhamos para eles? O livro é uma porta aberta. E receber o livro fez brilhar algo naqueles olhos tão acostumados à violência”,</em> indagou Mário Filipe Cavalcanti depois de processar o que aconteceu naquela tarde. A resposta para a solução do problema veio, para ele, como um estalo.</p>
<div id="attachment_56557" aria-labelledby="figcaption_attachment_56557" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56557 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173755071_3adf853100_k-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos jovens quis saber de Mário Filipe Cavalcanti como ele faz pra escrever um livro e contar uma boa história</p></div>
<p><em>“O que precisamos? De livros. Precisamos que esses jovens saibam quem foi Gavroche (personagem do romance Os Miseráveis, de Victor Hugo) e, como ele, queiram marchar nas ruas para derrubar um tirano. Precisamos que eles entendam a lógica de Macunaíma. Precisamos que eles queiram montar no cavalo de Dom Quixote para dar carona a Sancho. Precisamos que eles emerjam. Emerjam dos lugares infernais onde nós os colocamos”, </em>refletiu o autor de Caninos Amarelados.</p>
<div id="attachment_56556" aria-labelledby="figcaption_attachment_56556" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56556 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173753591_c6d54c998e_k-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras na Funase teve sessão do curta &#8216;O xadrez das cores&#8217; (2004), dirigido por Marco Schiavon</p></div>
<p>Após a conversa com o escritor, foi realizada uma sessão do curta <strong>O xadrez das cores</strong> (2004), dirigido por Marco Schiavon, que aborda diretamente a questão do racismo. Silêncio, olhos vidrados na tela.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NavkKM7w-cc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ainda sem conhecerem a importância de Cannibal no cenário da música pernambucana &#8211; muito menos da sua proximidade com ídolos como Chico Science e Racionais MCs -, já era grande a expectativa por sua chegada. Falaram de vários outros artistas que gostavam, como Ponto de Equilíbrio e MC Troia, mas quando Cannibal entrou na sala, o rebuliço foi grande. O par de <em>All Star</em>, os dreads e a cara marrenta de roqueiro contribuíram para uma identificação quase que instantânea. Chamar a atenção do artista tornou-se o desafio, a disputa do momento.</p>
<div id="attachment_56555" aria-labelledby="figcaption_attachment_56555" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56555 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39173751541_6d9ddc0929_k-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Cannibal, com seu estilo irreverente e roqueiro, com dreads e All Star, chamou a atenção da garotada</p></div>
<p>Ao assumir os microfones, Cannibal falou de como foi assumir o sonho de ter uma banda de rock e levar isso adiante. “<em>Uma das piores coisas que eu acho no ser humano é quando você tem um sonho e tentam atrapalhar isso. Quando eu fiz minha banda eu não tinha dinheiro, não recebia quando tocava, e meus pais me cobravam ‘cadê a grana?’. A gente começou a tocar em 1988, e passamos quase nove anos pra gravar o primeiro disco, sem fazer muitos shows que pagassem bem”,</em> disse o cantor.</p>
<p><em>“Tocar no Alto Zé do Pinho nem pensar, porque do jeito que gente se vestia ninguém queria nem saber da gente. Mas aí um dia Chico Science, quando começou a acontecer o movimento Manguebeat, me falou que tinha uma TV de São Paulo aqui no Recife e ele queria apresentar bandas da capital pernambucana. Foi aí que a parada rolou. Quando ele começou a apresentar a Devotos, e todo mundo viu na TV, passamos a ser chamados para tocar em tudo que era lugar. E todo mundo passou a querer que a gente também tocasse no Alto José do Pinho”,</em> revelou, realizado.</p>
<div id="attachment_56551" aria-labelledby="figcaption_attachment_56551" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56551 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24313290677_8d43b96e76_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, além de tocar algumas músicas, Cannibal falou sobre o desafio de lutar pelo sonho de trabalhar com música e sua relação com o Alto José do Pinho, comunidade onde vive no Recife</p></div>
<p><em>“Somos muito agradecidos ao Alto José do Pinho, e sabemos que tem muita coisa a ser consertada ainda na comunidade. Mas consideramos que se alguém de lá começa a ter projeção, tem que ficar lá. Ficando lá, fizemos uma ONG chamada Alto Falante, uma rádio comunitária com o mesmo nome, e colocamos as pessoas pra falar dos seus direitos”,</em> contou Cannibal, exibindo depois o documentário <strong>Eu tenho pressa</strong>, que conta a trajetória da Devotos e sua relação com o bairro localizado na Zona Norte do Recife.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pWpyOpCeQfw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O artista aproveitou pra tocar algumas músicas da sua banda, mesmo num ambiente não tão comum a ele, apenas com um baixo acústico. <em>“Eu sou acostumado mesmo é com a barulheira, mas vamos tirar um som aqui pra vocês”</em>, brincou, puxando versos tensos da canção <strong>Futuro Inseguro</strong>, que dizem<em> “Crianças abandonadas / Pedem e roubam na calçada / Sem amor e sem carinho / Os pais morreram, estão sozinhos / Violência sofrida sem razão (&#8230;)</em>”.</p>
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		<title>Cannibal saboreia &#8220;O gosto novo da vida&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Café Preto]]></category>
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		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula Cortes]]></category>
		<category><![CDATA[O gosto novo da vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem marca presença no Eu Indico desta semana é o músico Cannibal. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto. Ao Cultura.PE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23543" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem marca presença no <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o músico <strong>Cannibal</strong>. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o LP <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes. Um dos principais nomes da psicodelia nordestina (mais especificamente pernambucana), Lula é um ícone da música alternativa para gerações a fio. Neste álbum, de 1981, está o veneno da sua música, o rock que fez a cabeça de muita gente, inclusive a de Cannibal.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23544" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Conheci o Lula Côrtes no começo da década de 1990 em um evento chamado &#8216;Rock and Roll Circus&#8217;. Chega até mim um cara magro, barbudo, fala que me admira e diz que tem uma letra para mim e queria entregar. Sinceramente, eu não sabia quem era, mas fiquei muito feliz com suas palavras, um pouco alcoolizadas, mas com bastante sinceridade. Saquei que era um cara diferenciado. O tempo nos aproximou quando eu comecei a frequentar a Soparia e ele sempre estava cantando com uma banda chamada Má Companhia. Pronto! Conheci o Lula Côrtes rock’n’roll. </em><em>Sempre ouvia vários elogios a seu começo de carreira, sobre um disco super raro, com Zé Ramalho, chamado</em> Paêbiru,<em> e outras histórias no universo das artes plásticas.</em></p>
<p><em> Há 10 ou 15 anos, eu jogava uma pelada de futebol todas as segundas-feiras, em Olinda, com músicos, produtores, jornalistas e amigos dos amigos. Numa dessas noites, um amigo (Coca) me presenteou com um LP do Lula Côrtes. Fui para casa feliz com o presente, mas demorei a ouvir porque quase todo final de semana eu via Lula cantando com a Má Companhia.</em></p>
<p><em>Quando eu escutei o disco pela primeira vez, eu não acreditei! Era outra história, outra concepção, outra viagem: um disco psicodélico, ao mesmo tempo pop e super gostoso de ouvir, com letras sempre direcionadas ao cotidiano do artista, musicalidade rica, bons instrumentos e a descoberta que as misturas dos elementos percussivos e as influências dos ritmos regionais já tinham sido descobertas antes do Movimento Mangue.</em><br />
<em><br />
O gosto novo da vida é um LP maravilhoso, que mostra uma fase maravilhosa do Lula, em parcerias com Tito Lívio, Dom Tronxo, Edilson e José Rosas. Tem um encarte com rascunhos de letras feitas à mão, lápis e tintas, negativos de fotos pincéis e uma foto maravilhosa de lula em um sofá, CHEIO DE VIDA!!!!</em></p>
<p><em>Às vezes, quando escuto muito uma banda, um artista, eu fico com aquela inveja boa e digo: &#8216;Eu queria ter feito essa música!&#8217;(risos) E desse disco, </em>O gosto novo da vida<em>, eu queria ter escrito a música </em>Desengano”.</p>
<p><strong>Ouça <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes</strong></p>
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		<title>Mesa redonda discute arte nas penitenciárias</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:09:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7949" aria-labelledby="figcaption_attachment_7949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Tiger-no-palco-garagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-7949" alt="O rapper Tiger, do Recife, estará presente (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Tiger-no-palco-garagem-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O rapper Tiger, do Recife, estará presente (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural promove nesta quinta-feira (17/5), na penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, a mesa redonda “Cultura e artes nas penitenciárias”. O encontro começa às 14h e contará com a participação dos músicos Cannibal, Celo e Neilton da banda Devotos, além de Tiger, Pablo e Sérgio da Associação Metropolitana de Hip Hop. Os integrantes compartilharão suas histórias de vida com os detentos, dividindo experiências de superação de obstáculos através da arte.</p>
<p>Tiger e Devotos também participaram, nos últimos dias, do Palco Garagem, dentro da programação do FPNC Caruaru.</p>
<p>A mesa redonda é voltada para os detentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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