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	<title>Portal Cultura PE &#187; cantor</title>
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		<title>De Geraldo Azevedo a João Gomes: gerações que entendem e nutrem o valor da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura popular e a importância de sua inserção na música brasileira e da união com a cultura pop. As atrações que passaram por esse palco na tarde/noite desta Terça-Feira Gorda (4), na Praça do Carmo, comprovaram isso: da Orquestra Arruando, passando por banda Eddie, até os também cantores Almério, Renatto Pires e João Gomes, todos são fruto desse legado. O próprio Geraldo, 80 anos de idade recém-completados, perpetua essa missão quando reinventa seu próprio repertório e faz um show completo como se estivesse em cima de um trio elétrico.</p>
<p>A programação inteira se desenrolou nesta terça num verdadeiro crossover temporal e de confluência de ritmos e referências culturais pernambucanas. A começar pela recifense Orquestra Arruando, que sob a batuta do maestro Nilo Otaviano deu o esquente necessário ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda, ao som de standards do frevo com uma pegada mais contemporânea, aproveitando o clima dos foliões que desde manhã já subiam e desciam as ladeiras do Sítio Histórico nesse ritmo.</p>
<p>Com uma identidade muito forte com a Cidade Patrimônio, a banda Eddie entrou em cena na mesma vibe. O grupo, que ao longo da carreira de mais de 30 anos gravou vários temas de folia que dariam para fazer um show apenas com esse repertório, trouxe sua habitual versão carnavalesca Original Olinda Style. Em meio a sua longa lista de clássicos, como <em>Desequilíbrio</em>, <em>Quando a Maré Encher</em>, <em>Pode Me Chamar</em>, <em>Lealdade</em>, <em>Bairro Novo/Casa Caiada</em> e <em>Vida Boa</em>, intercalou suas releituras de frevos como <em>Hino dos Batutas de São José</em> (João Santiago), <em>É de Fazer Chorar</em> (Luiz Bandeira) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (Capiba).</p>
<p>Um dos maiores nomes da nova geração da chamada cena musical pernambucana, o cantor e compositor Almério, natural de Altinho (Agreste), subiu ao palco com todo o impacto visual que lhe é peculiar. &#8220;Eu não vim só cantar. Vim brincar Carnaval&#8221;, anunciou. Como também lhe é de praxe, o músico deu seu recado sobre a importância do respeito à mulher, às pessoas negras e LGBTQIAPN+ e aos povos originários em meio a um repertório autoral, que também é cantado pelo Brasil por grandes nomes da MPB, misturando com sucessos de Alceu Valença, Rita Lee, Johnny Hooker, Otto, Raphaela Santos e Martins.</p>
<p>Prata da casa, o cantor Renatto Pires, filho pródigo do bairro de Rio Doce (Olinda), comemorou oito anos de participação no Carnaval da cidade com um repertório que chamou de &#8220;mais maluco&#8221;. Ou seja: com pura diversão botando o baile para gerar com um mix de frevo e pancadão com direito a releituras de clássicos da MPB.</p>
<p>A reverência, de público e artistas, atingiu o ápice na apresentação de Geraldo Azevedo. Com mais de 60 anos de carreira, o músico nascido em Petrolina (Sertão) revisitou seis décadas dessa infinita experimentação e comunhão da música pop com a cultura popular que foi semeada por sua geração. E tudo em um ritmo alucinante, com arranjos de frevo de rua, como se estivesse em cima de um trio elétrico em pleno desfile do Galo da Madrugada, apenas com um breve respiro numa versão mais lenta que as demais, com a canção Dia Branco. A plateia cantou com o jovem agora octogenário e o saudou o tempo inteiro.</p>
<p>A noite encerrou com o fenômeno João Gomes. Natural de Serrita (Sertão), 22 anos de idade, ele é a prova de que aquela semente da geração de Geraldo foi bem plantada. Craque do piseiro e do forró moderno, João Gomes entrou no palco acolhido pela bandeira de Pernambuco e cantando <em>A Praieira</em>, de Chico Science. Em meio a seu repertório mais contemporâneo, rendeu tributo a Alceu Valença (<em>Anunciação</em>) e ao forró mais tradicional de Luiz Gonzaga (<em>Numa Sala de Reboco</em>, com Zé Marcolino; e <em>Sabiá</em>, com Zé Dantas) e Accioly Neto (<em>Espumas ao Vento</em>). Uma prova irrefutável de que, mesmo diante de tantas transformações ao longo do tempo, a cultura popular e a música pernambucana caminham juntas de uma forma sólida e conceitual. Evoé!</p>
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		<title>Baluartes do &#8220;forró das antigas&#8221; representam tributo a irmãos nordestinos em Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 15:15:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira noite do polo Pernambuco Meu País do festival homônimo, no município de Buíque (Agreste), nesta sexta-feira (30), transformou-se numa bela homenagem aos irmãos nordestinos e principalmente à cultura do chamado &#8220;forró das antigas&#8221;. O tributo foi representado por artistas que em comum têm o fato de haver começado na música muito cedo, ainda criança: o acordeonista e cantor Beto Hortis, que é natural de Camaragibe e teve uma passagem bem representativa na banda paraibana Magníficos; e os cearenses MC Rogerinho, que começou a carreira como compositor de Wesley Safadão e Xand Avião, e o também acordeonista e cantor Caninana do Forró, afilhado do grande poeta do gênero, Dorgival Dantas.</p>
<p>A noite ainda contou com a última apresentação do espetáculo Pernambuco Meu País, dirigido pelo músico Jam da Silva e pela coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo e que celebra os homenageados desta primeira edição do festival, o percussionista Naná Vasconcelos e o artista visual Abelardo da Hora. A apresentação abriu todas as oito etapas desta primeira edição do festival.</p>
<p>Até chegar ao Planalto da Borborema, durante as sete etapas anteriores do festival, o público pôde conferir vários ótimos sanfoneiros e forrozeiros. Beto Hortis, porém, tirou onda em Buíque. O músico simplesmente deu aula em seu espetáculo revisador e renovador. Acompanhado de sua banda, da qual fazem partes as duas filhas, Taíssa Roberta e Maria Júlia, passeou pelos mais variados estilos do forró, como arrasta-pé, xote e baião, vez ou outra apenas com temas incidentais ou rápidos medleys de standards, até flertando com o frevo (&#8220;O meu show é multicultural&#8221;, afirmou). E é claro que houve espaço para hits de Gilberto Gil, Fagner, Zé Ramalho, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste e Luiz Gonzaga.</p>
<p>Para esse show, contudo, Hortis, que durante muito tempo tocou ao lado de forrozeiros como Alcymar Monteiro e Geraldinho Lins, resolveu destaca no repertório canções da época em integrou a banda Magníficos, como ele próprio comentou, numa época em que suas próprias filhas ainda não haviam nascido. E foram elas que cantaram vários sucessos desse &#8220;forró das antigas&#8221;, como Timidez e Verdadeiro Amor. E são elas ainda que dão ares de renovação à carreira do pai, quando interpretam, por exemplo, músicas como Amado, sucesso de Vanessa da Matta.</p>
<p>Em seguida, MC Rogerinho mostrou porque é mesmo um fenômeno. Natural de Sobral (CE), o cantor começou a carreira, antes dos 20 anos de idade, compondo para Wesley Safadão e Xand Avião. Hoje é o que pode ser chamado de um músico influencer e faz sucesso comandando seu próprio baile de &#8220;bregadeira romântica&#8221;, como gosta de chamar, um pancadão com vários momentos com temas para boate, pagodão, Carnaval e São João. A relação com o brega, aliás, tem sido uma tendência em sua geração, nos mais variados estilos e ritmos musicais.</p>
<p>O sucesso de Rogerinho, sem dúvida, deve-se a mais do que isso: como mostrou em Buíque, sua apresentação parece ser uma versão ampliada de seu próprio estilo de vida: um garot que se reúne com os amigos para curtir um pancadão e se divertir. No palco essa sua diversão torna-se contagiante e prolifera-se entre os milhares de fãs. Em determinado momento até os músicos largam seus instrumentos e entram na dança com o MC, apenas ao som das programações. Além de seus sucessos, Rogerinho aproveitou para reforçar seu mais novo aspirante a hit, O que que Tá Acontecendo, que teve até direito a bis.</p>
<p>O segundo acordeonista e cantor da noite, Caninana do Forró, é outro que dispensa apresentação na seara do &#8220;forró das antigas&#8221;. Originário de Tarrafas (CE), foi reconhecido também logo tornando-se uma das vozes (humanas e acordeonísticas) do gênero. Nesse estilo, também acompanhado de uma grande banda, está sempre preparado para destilar uma saraivada de sucessos, como se fosse uma jukebox só de hits.</p>
<p>Ao som de Caninana a plateia presente na Praça de Eventos do município segurou a onda e cantou e dançou ao som de temas como Ressaca de Saudade, Fiquei Sabendo, Quem Chorava Hoje Ri, Chuveiro Ligado e Teu Gadim, entre muitos outros, até mais de duas horas da manhã já deste sábado (31).</p>
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		<title>País da Música se despede de Bezerros com os performáticos Joanatan Richard e Una</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 03:13:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ela faz caras e bocas, ele também. Ele desce do palco, deita no chão, toca guitarra detrás do pescoço; ela também desce até a plateia, canta junto com o público. A despedida do palco-caminhão, no polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), neste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela faz caras e bocas, ele também. Ele desce do palco, deita no chão, toca guitarra detrás do pescoço; ela também desce até a plateia, canta junto com o público. A despedida do palco-caminhão, no polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), neste domingo (21), ficou a cargo de artistas que têm como marca o talento, a autenticidade e muito carisma: o bluesman Joanatan Richard, de Caruaru (PE), e a cantora Una, do Recife. Duas figuras altamente performáticas.</p>
<p>Joanatan Richard, pode-se dizer, é um veterano da cena musical pop pernambucana. Com sua nova banda, fez em Serra Negra um show versátil, apenas de standards, nacionais e internacionais. De sucessos consagrados nas vozes de Roberto Carlos e Rita Lee a B.B. King, Little Richard, Carlos Santana e John Lennon, entre outros.</p>
<p>Com uma banda superazeitada, Una comemora os 10 anos de seu show-performance Esquartejada, que mistura música, teatro e poesia, e cujo álbum foi lançado em 2019. Um trabalho personalíssimo e autoral que se destaca em qualquer grade de evento musical. Quem compareceu ao País da Música pôde comprovar.</p>
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