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	<title>Portal Cultura PE &#187; #CantoriaAgreste</title>
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		<title>Cantoria Agreste homenageia Dominguinhos nesta quinta-feira (18)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jan 2018 23:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um encontro de gigantes, o Cantoria Agreste foi criado em 2017 com a proposta de fazer uma justa homenagem a Dominguinhos e agora assume cada vez mais os traços de supergrupo. Isso porque o projeto começa a gerar novos frutos agora e marca a reunião entre Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57177" aria-labelledby="figcaption_attachment_57177" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Araújo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/151614583590cdba0e479180186ccff301303d1657.jpg"><img class="size-full wp-image-57177" alt="Diego Araújo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/151614583590cdba0e479180186ccff301303d1657.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">O quarteto contará com as participações de PC Silva e César Michiles</p></div>
<p>Um encontro de gigantes, o Cantoria Agreste foi criado em 2017 com a proposta de fazer uma justa homenagem a Dominguinhos e agora assume cada vez mais os traços de supergrupo. Isso porque o projeto começa a gerar novos frutos agora e marca a reunião entre Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, o sanfoneiro Gennaro e o guitarrista João Neto, que fez parte da banda de Dominguinhos durante 13 anos. Depois de um ciclo de apresentações bem-sucedidas pelo Brasil, passando por cidades como São Paulo, Garanhuns, Recife, Fortaleza, João Pessoa e Campina Grande, o quarteto agora volta à capital pernambucana para celebrar o novo momento nesta quinta-feira (18), às 20h, no Teatro Luiz Mendonça, que fica no Parque Dona Lindu.</p>
<p>A apresentação é parte da programação do 24º Janeiro de Grandes Espetáculos, que tem apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, e simboliza um novo momento dentro da trajetória do Cantoria Agreste que, apesar de ainda manter o tributo ao sanfoneiro garanhuense, também apresentará novas composições autorais, que nasceram de parcerias entre os músicos integrantes. “A experiência foi muito, onde o cantoria se apresentou, foi bem recebido, porque somos quatro pessoas com uma experiência musical muito rica. Isso tudo nos deixou muito entusiasmados, acho que o Cantoria tem muito campo para trabalhar”, comentou o músico Marcelo Melo, ao explicar que as novas canções também se inserem no mesma estética sonora que foi desenvolvida para as releituras de Dominguinhos.</p>
<p>Executado por violões, sanfona, triângulo, carron e zabumba, o repertório conta com músicas emblemáticas do sanfoneiro, como “Arrebol”, “A Fé no Lavrador”, “Lamento Sertanejo” e “Trens Madrugueiros”. As duas últimas primeiramente gravadas pelo Quinteto Violado e pela a Banda de Pau e Corda, respectivamente, evidenciando a íntima ligação e o domínio dos integrantes do Cantoria Agreste sobre a obra do homenageado. O setlist do show ainda vai além das canções inéditas e do tributo, abrindo espaço também para compositores cujos trabalhos se conectam com a música do mestre que melhor traduziu a sonoridade agrestina. Assim, também pode entrar no roteiro clássicos, como “O Plantador” (Geraldo Vandré) e “Asa Branca” (Luiz Gonzaga/Humberto Texeira), por exemplo.</p>
<p>Porém, como é momento de comemorar o novo, o quarteto de veteranos também conta com a participação de gerações mais novas, bem representadas pelo músico PC Silva e pelo flautista César Michiles, filho do compositor Jota Michiles. Natural de Serra Talhada, PC cantará um repente de sua autoria, intitulado “Ciclone”, que ganhou novos arranjos do Cantoria Agreste, enquanto César tocará músicas como “Aquela Rosa”, de Geraldo Azevedo. “Esse show, será uma ótima oportunidade para quem ainda não conseguiu ver o projeto, porque talvez seja a última apresentação nesse formato de homenagem. Depois, devemos dar continuidade a essa musicalidade dos novos compositores de Pernambuco”, explicou Sérgio Andrade, sobre o futuro do projeto, que planeja permanecer apresentando o agreste como uma região de transição entre o sertão e o litoral e, por isso, também de confluência entre as culturas das diversas paisagens do Estado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;</strong> Os ingressos para a apresentação no dia 18 de janeiro, no teatro Luiz Mendonça custarão R$ 40 e R$ 20 e já estão disponíveis pelo site CompreIngressos (  https://compreingressos.com/espetaculos/9853-cantoria-agreste) e na central de vendas do 24º Janeiro de Grandes Espetáculos, no teatro de Santa Isabel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>Cantoria Agreste</p>
<p>Quando: 18 de janeiro, às 20h</p>
<p>Onde: Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)</p>
<p>Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)</p>
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		<title>Artistas e público do FIG reverenciam Dominguinhos e a música popular brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 19:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Grandes ícones da música brasileira foram a pauta da segunda-feira no palco Mestre Dominguinhos, que teve o sanfoneiro garanhuense como homenageado pelo Cantoria Agreste. Formado pelos veteranos Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, Gennaro, ex-Trio Nordestino, e João Neto, que tocou guitarra na banda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<div id="attachment_51520" aria-labelledby="figcaption_attachment_51520" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/cantoria-agreste.jpg"><img class="size-medium wp-image-51520" alt="Jorge Farias/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/cantoria-agreste-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Cantoria Agreste reuniu grandes nomes da música</p></div>
<p>Grandes ícones da música brasileira foram a pauta da segunda-feira no palco Mestre Dominguinhos, que teve o sanfoneiro garanhuense como homenageado pelo Cantoria Agreste. Formado pelos veteranos Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, Gennaro, ex-Trio Nordestino, e João Neto, que tocou guitarra na banda do próprio Dominguinhos em seus últimos 13 anos de vida, o projeto prestou um sensível tributo a obra do Mestre e deu uma verdadeira aula sobre a trajetória do músico. Não era de se esperar menos de um quarteto cujos integrantes tiveram seus caminhos cruzados pelo do sanfoneiro, com quem cada um construiu um significativo laço de amizade.</p>
<p>Talvez por isso, o show do Cantoria Agreste foi mais do que uma homenagem, mas principalmente a catarse do carinho e da saudade evidenciados nos momentos de conversas com a plateia, quando os músicos lembravam dos episódios que viveram ao lado de Dominguinhos. Uma dessas histórias foi sobre a música &#8220;Lamento Sertanejo&#8221;, cuja letra foi composta por Gilberto Gil depois dele tomar conhecimento da versão instrumental que o garanhuense deu de presente para o Quinteto Violado, que a gravou primeiramente sob o título de &#8220;Forró de Dominguinhos&#8221;. Acompanhado pelo zabumbeiro Raminho, o quarteto fez uma fusão dessas duas versões com a propriedade única de quem trafegou com intimidade pela carreira do homenageado. Assim também vieram as releituras de &#8220;Arrebol&#8221;, &#8220;A Fé no Lavrador&#8221;, &#8220;Eu só quero um xodó&#8221; e &#8220;Quem me levará sou eu&#8221;, explorando toda a versatilidade estética de Dominguinhos, respeitosamente recriada pelos arranjos de um quarteto competentíssimo: Marcelo e João nos violões, Gennaro na sanfona e Sérgio no ganzá e triângulo, além dos vocais.</p>
<p>Indo além da obra do sanfoneiro, o projeto também incluiu no repertório algumas canções dos integrantes e uma versão agrestina de &#8220;Divina comédia humana&#8221;, de Belchior, que é um dos homenageados desta edição do FIG. &#8220;É um deleite pra quem gosta da música de boa qualidade, porque a gente trabalhou para emocionar as pessoas. Este ano estamos homenageando Dominguinhos, mas a Cantoria Agreste é uma grade que se abre para poder colocar o que há de melhor nessa ambiência de agreste e a mostrar a música dessa região para o mundo&#8221;, comentou Marcelo Melo, sobre a apresentação que cativou o plateia atraindo mais público para o polo.</p>
<div id="attachment_51526" aria-labelledby="figcaption_attachment_51526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mpb4jorginho.jpg"><img class="size-medium wp-image-51526" alt="Jorge Farias/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mpb4jorginho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo MPB4 trouxe um repertório de canções que marcam a música brasileira</p></div>
<p>Em seguida, o grupo fluminense MPB4 fez o show de encerramento da noite fazendo os presentes cantarem junto grandes clássicos da MPB, como &#8220;Yolanda&#8221;, &#8220;A voz na distância&#8221; e &#8220;Cicatrizes&#8221;. A apresentação também contou com blocos de músicas de compositores com os quais o grupo já trabalhou, trazendo à tona canções como &#8220;Chega de Saudade&#8221;, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, &#8220;Tarde em Itapoã&#8221;, de Toquinhos e Vinícius de Moraes, e &#8220;Cálice&#8221;, de Chico Buarque, essa última bastante ovacionada pelo público. &#8220;Para nós é maravilhoso tocar aqui, só viemos aqui uma vez, então essa é uma ótima oportunidade&#8221;, disse o cantor Miltinho, sobre a visita a Garanhuns.</p>
<p>Mais cedo o pernambucano Herbert Lucena apresentou o projeto &#8220;Sincopadamente Jacinto&#8221;, em que revive os cocos de Jacinto Silva ao lado da cantora Mel Nascimento. Buscando destacar a produção musical da cidade, o Festival de Inverno de Garanhuns conta com uma atração local todos os dias no palco Mestre Dominguinhos. Na segunda-feira, quem abriu o polo foram os garanhuenses da Still Living, acrescentando rock melódico ao dia. &#8220;A gente está orgulhoso, porque precisamos expressar o que a gente tem para o nosso público&#8221;, disse o vocalista Renato Costa, após o show.</p>
<p>O palco Mestre Dominguinhos segue sua programação nesta terça-feira, trazendo muita brasilidade com a mistura de pop-rock e cultura popular. Veja a programação:</p>
<p>20h &#8211; Neander</p>
<p>21h &#8211; Lucas Santanna (BA)</p>
<p>22h &#8211; Banda Eddie, com participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias<br />
23h30 &#8211; BaianaSystem (BA)</p>
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