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	<title>Portal Cultura PE &#187; Capiba</title>
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		<title>Governadora Raquel Lyra anuncia investimento de R$ 1,5 milhão para reforma e ampliação da Casa Capiba</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 21:55:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em celebração aos 120 anos de nascimento do mestre Capiba, um dos maiores ícones da música pernambucana, o Governo de Pernambuco destinou o uso da Casa Capiba, localizada no bairro do Espinheiro, no Recife, ao Conservatório Pernambucano de Música (CPM). Nesta sexta-feira (25), em visita ao local, a governadora Raquel Lyra, ao lado da vice-governadora Priscila Krause, anunciou o investimento de R$ 1,5 milhão para a reforma e ampliação do espaço, que será destinado para um memorial ao mestre Capiba e áreas para as atividades do CPM, que beneficiará cerca de 1,6 mil estudantes. Na visita, a governadora também anunciou que Capiba será o homenageado do Carnaval de Pernambuco 2025.</p>
<p>&#8220;Anunciamos que a Casa de Capiba será uma unidade do Conservatório Pernambucano de Música. O mais importante é que o legado, a cultura, a história do nosso mestre, que levou Pernambuco para além de nossas fronteiras, para o mundo, será permanente. Acreditamos em um Pernambuco forte, restaurando e resgatando a nossa história, o nosso patrimônio, para permitir que o sentimento de pernambucanidade, que nós todos temos de maneira tão forte, possa estar sempre presente. E anunciamos que a homenagem do Carnaval de 2025 será feita ao mestre Capiba com muita alegria. Dona Zezita já deu seu aval para que possamos ter a oportunidade e a honra de agradecer e de poder presentear o povo de Pernambuco, do Brasil e do mundo, com suas músicas e, claro, dançar muito frevo&#8221;, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>O objetivo da iniciativa é preservar e assegurar a continuidade do legado de um dos maiores defensores da cultura pernambucana. “Esse é um momento muito especial, uma oportunidade de recuperar a casa do mestre Capiba. Vamos fazer aqui um espaço de música, que será uma unidade do conservatório, para que o legado dele permaneça vivo”, ressaltou a vice-governadora Priscila Krause. A viúva de Capiba, Dona Zezita, fez um agradecimento: “Obrigada pelas homenagens. Aqui tinha muita música, quase toda semana vinha gente aprender música com Capiba”, registrou.</p>
<p>O projeto de reforma e ampliação tem investimento previsto de R$ 1,5 milhão, com prazo de execução de dez meses após a assinatura do contrato. O planejamento garantirá a adaptação do espaço para as novas atividades, com adequações de acessibilidade e modernizações que respeitem sua estrutura original. A previsão é de que o edital de licitação para as obras seja lançado até o início do próximo ano para poder ser feita a assinatura.</p>
<p>A proposta de reforma inclui a recuperação da cobertura de madeira, requalificação dos ambientes, incluindo a climatização, recuperação das esquadrias e a preservação da pintura de fachada na cor amarela. “Haverá a ampliação da casa também, de 147 metros quadrados para 225 metros quadrados, um aumento de quase 80 metros quadrados. O projeto vai manter a fachada e toda a arquitetura original, visto que é um prédio tombado”, explicou Carlos Santos, secretário executivo de Obras da Secretaria de Educação e Esportes.</p>
<p>A secretária de Cultura, Cacau de Paula, afirmou que este será um ganho para a cultura do Estado. &#8220;Capiba, como grande artista e símbolo da nossa cultura, deixou uma contribuição enorme para a nossa música. E a Casa Capiba, que foi berço de toda essa produção, vai voltar para a nossa cultura”, destacou. A gerente-geral do CPM, Janete Florêncio, afirmou que a obra de Capiba irá conduzir as atividades. &#8220;Aqui faremos muitas atividades, especialmente de ensaios e de eventos mantendo um diálogo com a música pernambucana e, claro, tendo como fio condutor a memória de Capiba&#8221;, disse.</p>
<p>Desapropriada desde 2017, a casa será administrada pela mais tradicional instituição de ensino musical do Estado, vinculada à Secretaria de Educação e Esportes. Incorporado ao Conservatório Pernambucano de Música, o imóvel será destinado a atividades artísticas e pedagógicas, ampliando os espaços para ensaios e performances dos alunos e músicos.</p>
<p>A Casa Capiba é uma referência cultural para Pernambuco. Foi nesse local que Lourenço da Fonseca Barbosa, o Capiba (1904-1997), compôs algumas de suas obras mais importantes, eternizando frevos, sambas-canções e maracatus que fazem parte do patrimônio cultural do Brasil.</p>
<p>Acompanharam o evento o secretário da Casa Militar, coronel Hercílio Mamede, e a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba.</p>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>Janeiro de Grandes Espetáculos começa ao som de Capiba</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 17:02:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O 26º Janeiro de Grandes Espetáculos abre as cortinas para o público, nesta quarta-feira (8), às 19h30, no Teatro de Santa Isabel, com uma homenagem a Capiba. O show “Noites Sem Fim”, do pernambucano Geraldo Maia, dá um recorte especial à larga obra de Lourenço da Fonseca Barbosa: o cantor escolheu privilegiar o Capiba compositor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74382" aria-labelledby="figcaption_attachment_74382" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Teresa Maia/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/geraldomaia2_credito_teresamaia.jpg"><img class="size-medium wp-image-74382" alt="Teresa Maia/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/geraldomaia2_credito_teresamaia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação contará com diversas canções do compositor pernambucano Capiba</p></div>
<p>O 26º Janeiro de Grandes Espetáculos abre as cortinas para o público, nesta quarta-feira (8), às 19h30, no Teatro de Santa Isabel, com uma homenagem a Capiba. O show “Noites Sem Fim”, do pernambucano Geraldo Maia, dá um recorte especial à larga obra de Lourenço da Fonseca Barbosa: o cantor escolheu privilegiar o Capiba compositor das valsas, sambas, guarânias e maracatus mais do que o Capiba dos frevos. Convidado especial para a ocasião, o ator Arilson Lopes intercala o repertório musical com a declamação de poemas de Carlos Pena Filho e Ascenso Ferreira, dois grandes parceiros de Capiba. Ingressos estão à venda por R$ 40 e R$ 20 (serviço abaixo) – o show contará com recurso de audiodescrição e tradução em Libras.  O evento conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>Versátil, múltiplo, capaz de produzir composições em gêneros diversos, Capiba (1904-1997), natural de Surubim, escreveu mais de 200 canções que vão do bolero ao maracatu, do samba-canção a peças eruditas. &#8220;Tenho predileção especial não pelo Capiba dos belos e alegríssimos frevos, mas pelo compositor das melodias e letras dolentes, às vezes desesperançadas, tristes mesmo, e que, em alguns casos, ecoam o barroco&#8221;, explica Geraldo. O repertório de &#8220;Noites Sem Fim&#8221; traz clássicos como &#8220;Recife, Cidade Lendária&#8221;, &#8220;Serenata Suburbana&#8221;, &#8220;Maria Bethânia&#8221;, &#8220;Verde Mar de Navegar&#8221;, &#8220;A Mesma Rosa Amarela&#8221; (parceria com Carlos Pena Filho), &#8220;Quando Se Vai Um Amor&#8221; e &#8220;Sem Pressa de Chegar&#8221; (parceria com Délcio de Carvalho).</p>
<p>O quinteto que acompanha Geraldo Maia é formado por Alberto Guimarães (violão 7 cordas), Adalberto Cavalcanti (bandolim e direção musical), Bráulio Araújo (baixo acústico), Júlio César (acordeon) e Renato Bandeira (guitarra semiacústica). “Optei por uma formação quase camerística neste show. Não tem percussão, não tem bateria, não tem instrumento elétrico. Isso para reforçar o tom intimista, boêmio, lírico, poético, às vezes meio soturno das canções”, afirma o cantor. Dentro da programação do JGE, “Noites Sem Fim” será reapresentado na quinta-feira (9), às 20h, no Teatro de Santa Isabel; e também dia 16, no Manhattan Café Teatro, e dia 25, no Teatro Samuel Campelo, em Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Antes do show, a Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), realizadora do evento, recebe no palco os cinco homenageados desta edição do JGE: o ator e diretor Zé Manoel (categoria Teatro), Joca (categoria Técnica), o maestro Edson Rodrigues (Música), a bailarina e coreógrafa Cecília Brennand (Dança) e a Família Marinho (Poesia).</p>
<p><strong>FESTIVAL -</strong> Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de teatro, dança e música. A programação do Janeiro de Grandes Espetáculos está disponível no <a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/" target="_blank"><strong>www.janeirodegrandesespetaculos.com</strong></a>. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através do site <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna – alguns eventos têm entrada franca ou bilhetes trocados por 1 kg de alimento.</p>
<p>A efervescente produção artística pernambucana responde pela maioria da programação. Ultrapassando as divisas do Estado, companhias/artistas da Bahia, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Sul foram escalados. Da China, Eslováquia e de Portugal, virão quatro espetáculos. Oito teatros da capital vão virar palco para o JGE: Santa Isabel, Apolo, Arraial, Barreto Júnior, Boa Vista, Hermilo Borba Filho, Luiz Mendonça, Marco Camarotti. Algumas montagens serão apresentadas nos espaços alternativos Casa Maravilhas, Manhattan Café Teatro, Sesc Casa Amarela e Espaço Fiandeiros, que também recebem oficina, exibição de documentário e palestra. Além da capital, seis cidades integram o Janeiro. Em parceria com o Sesc, os municípios de Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), Garanhuns (Teatro Reinaldo de Oliveira), Goiana (Igreja Matriz de Nossa Sra. do Rosário) e Jaboatão dos Guararapes (Teatro Samuel Campelo). Camaragibe (Casarão de Maria Amazonas) e Serra Talhada (Espaço Cabras de Lampião) também abrem as cortinas para o festival.</p>
<p>Em 2020, o festival volta a premiar os melhores espetáculos pernambucanos que estiveram em cena. Após um hiato de dois anos, a premiação ganha nome e sobrenome: Prêmio Copergás de Teatro, Dança e Música de Pernambuco.</p>
<p>O Janeiro de Grandes Espetáculos tem patrocínio da Prefeitura do Recife, Copergás e Sesc, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Apoios da Cepe, TV Globo, TV e Rádio Universitária e Pontes Culturais. Parcerias da Casa Maravilhas e Cabras de Lampião, com produção da Paulo de Castro Produções, e produção executiva da Fervo Projetos Culturais, Cordas Cênicas e Roda Cultural.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura do Janeiro de Grandes Espetáculos com o show “Noites Sem Fim”<br />
Dia 8 de janeiro (quarta), às 19h30<br />
Teatro de Santa Isabel: Praça da República, s/n, Santo Antônio, Recife<br />
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), à venda no site <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e quiosques da Ticket Folia (shoppings Recife, RioMar e Tacaruna). Na bilheteria dos teatro, à venda duas horas antes da sessão.</p>
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		<title>Geraldo Maia reverencia a obra de Capiba no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 11:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noites sem Fim: 20 ANOS SEM O MESTRE]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1997 morria um dos grandes representantes da música pernambucana: Capiba. Autor de mais de 200 canções – composições diversas que mostram a maestria do músico para além do Frevo, Capiba deixou sua marca na cultura local e nacional passando pelo jazz, samba, frevo e pela música erudita. A pluralidade e qualidade da sua obra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17318" aria-labelledby="figcaption_attachment_17318" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-1-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-17318" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-1-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor prestará um tributo ao grande mestre pernambucano</p></div>
<p>Em 1997 morria um dos grandes representantes da música pernambucana: Capiba. Autor de mais de 200 canções – composições diversas que mostram a maestria do músico para além do Frevo, Capiba deixou sua marca na cultura local e nacional passando pelo jazz, samba, frevo e pela música erudita. A pluralidade e qualidade da sua obra serão celebradas na quinta-feira (9), às 20h, com o show: <strong>Noites sem Fim: 20 ANOS SEM O MESTRE – Geraldo Maia canta a saudade de Capiba</strong>. A apresentação, regida por Geraldo Maia, tem entrada gratuita e acontecerá no Teatro Arraial Ariano Suassuna com a participação de Gonzaga Leal, Rogéria e Ester Marques.</p>
<p>Já familiarizado com a música de Capiba, tendo gravado em 2007 o CD Samba de São João &#8211; onde interpreta duas canções do mestre de Surubim, Geraldo Maia vem se aproximando cada vez mais da obra e das histórias de vida do artista. “<em>Me sinto muito à vontade para cantar Capiba por que me identifico com as letras, as melodias, a forma como ele compunha. Ele enfoca de uma forma muito própria um lado mais soturno, mais melancólico da alma humana. E é o que faz da música dele algo muito especial”</em>, defende Geraldo.</p>
<p>No show, a ideia de saudade ganha o sentido de celebração e homenagem. O espetáculo, carregado de poesia, tomará corpo como uma janela que se abre para uma seresta intimista e suave, com poucos elementos cênicos e ponto forte na performance e iluminação. Para reforçar a riqueza na execução, sobem ao palco os músicos Alberto Guimarães (violão de sete cordas), Beto do Bandolim e George Rocha (percussão), grandes conhecedores da obra do compositor. Os convidados especiais completam e abrilhantam o festejo.</p>
<p>No repertório do show estarão presentes alguns clássicos como “Serenata Suburbana”, “Recife, cidade lendária”, “Maria Bethânia”, “Valsa verde”, “Cais do Porto”, “A mesma rosa amarela”, “Sem pressa de chegar”, “Linda flor da madrugada” e “Madeira que cupim não rói”. A celebração, contudo, não termina no dia 9 de novembro. <em>“Esse é o início de um processo muito amplo e de muitas possibilidades presentes e futuras. A ideia é fazer um disco cantando músicas de Capiba e circular com esse show”</em>, adianta Geraldo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span> </strong><br />
NOITES SEM FIM: 20 ANOS SEM O MESTRE &#8211; Geraldo Maia canta a saudade de Capiba<br />
Quando: Quinta-feira, 9 de novembro de 2017, às 20h<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suasssuna (Rua da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista)<br />
Informações: (81) 3184-3057<br />
Capacidade de público: 94 lugares<br />
Retirada de ingressos a partir das 18h<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Secult-PE decide acatar pedido de tombamento da Casa de Capiba</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 21:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) acatou o pedido para tombamento da casa de número 369, na Rua Barão de Itamaracá, no bairro do Espinheiro (Recife), onde morou o compositor Lourenço da Fonseca Barbosa, o ilustre Capiba (1904-1997). Nos próximos dias será publicado edital para abertura do processo de tombamento. A Fundarpe &#8211; órgão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54046" aria-labelledby="figcaption_attachment_54046" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Google Street View</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/casa-capiba-google-street-view.jpg"><img class="size-medium wp-image-54046" alt="Google Street View" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/casa-capiba-google-street-view-607x463.jpg" width="607" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">O imóvel está localizado no Bairro do Espinheiro (Recife)</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) acatou o pedido para tombamento da casa de número 369, na Rua Barão de Itamaracá, no bairro do Espinheiro (Recife), onde morou o compositor Lourenço da Fonseca Barbosa, o ilustre Capiba (1904-1997). Nos próximos dias será publicado edital para abertura do processo de tombamento. A Fundarpe &#8211; órgão ligado à Secult-PE, responsável por análises na área de patrimônio &#8211; fará todo levantamento cultural e histórico do imóvel e encaminhará o documento para o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que aprofundará a análise e emitirá o parecer definitivo sobre o tombamento. De todo modo, pela lei de proteção do Estado a bens materiais, o imóvel encontra-se protegido durante todo processo, como se já tombado estivesse.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, explica que a análise da instituição &#8211; que fundamentou o acatamento do pedido pela Secretaria de Cultura &#8211; considerou a dimensão simbólica e o valor imaterial do imóvel. <em>“A dimensão do seu valor se dá porque ali morou um ícone da cultura pernambucana e brasileira, que foi Capiba”</em>, diz a gestora.</p>
<p>Ela ressalta ainda que, em 2013, reconhecendo a relevância cultural e histórica da obra de Capiba, a Fundarpe já havia feito o arrolamento de todo o seu acervo, composto por mais de cinco mil peças, entre objetos pessoais, partituras, discos, livros, DVDs, troféus, placas, etc.</p>
<p>A Casa onde morou Capiba também se encontra em processo de desapropriação pelo Governo de Pernambuco, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Administração. <em>“O que já está certo, e que foi motivo para a desapropriação por parte do Governo, é que o imóvel servirá para salvaguardar a memória artística pernambucana, através da arte deste ícone da nossa cultura, Capiba”</em>, diz Márcia Souto.</p>
<p>Confira abaixo imóveis que já contam com proteção estadual e federal (tombados) e que foram moradia de nomes ilustres de nossa história:</p>
<p>1 &#8211;  Ambientes de Origem e Memória de Luiz Gonzaga do Nascimento (Luiz Gonzaga) – O Rei do Baião, composto pela antiga Casa de Januário na Vila da Fazenda Araripe e pelo Parque Aza Branca (Exu)</p>
<p>2 &#8211; Antiga Casa Rural do ex-Governador Dr. José Rufino Bezerra Cavalcanti, Com terreno respectivo medindo 16.990m², na antiga Usina José Rufino – (Cabo de Santo Agostinho)</p>
<p>3 &#8211; Casa da Rua da Imperatriz, 147, onde nasceu Joaquim Nabuco, na Boa Vista (Recife)</p>
<p>4 &#8211; Casa do Cardeal Arcoverde, antiga Fazenda Fundão. (Arcoverde)</p>
<p>5 &#8211; Casa do Conselheiro João Alfredo &#8211; Ampliação do perímetro do Engenho São João  (Itamaracá)</p>
<p>6 &#8211; Casa Grande e Jardim do Coronel Arthur Lundgren (Paulista)</p>
<p>7 &#8211; Casa n° 143 da Rua Vidal de Negreiros, Pátio do Terço, bairro de São José, Cidade do Recife &#8211; &#8220;Casa De Badia&#8221; (Recife)</p>
<p>8 &#8211; Casa natal de Oliveira Lima, 813, Boa Vista (Recife)</p>
<p>9 &#8211; Casa nº 263 da Rua da União, Boa Vista, onde viveu o Poeta Manuel Bandeira (Recife)</p>
<p>10 &#8211; Sobrado Grande da Madalena, na Praça João Alfredo, atual Museu da Abolição, que foi a casa do Conselheiro João Alfredo (Recife)</p>
<p>11 &#8211; Vivenda Santo Antônio de Apipucos, a casa de Gilberto Freyre e Sítio paisagístico ao seu redor (Recife)</p>
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		<title>Frevo: dos velhos aos novos carnavais</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 16:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova Em cima do trio elétrico, o coro canta “Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “Madeeeira do Rosariiinho”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de Vassourinhas e o já previsível “Heeeei!!!”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20982" aria-labelledby="figcaption_attachment_20982" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20982" alt="A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música</p></div>
<p style="text-align: right;"><b><i> </i></b><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>Em cima do trio elétrico, o coro canta “<em>Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;</em>”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “<em>Madeeeira do Rosariiinho</em>”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de <em>Vassourinhas</em> e o já previsível “<em>Heeeei!!!</em>”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do Elefante” é repetido à exaustão, várias vezes ao dia e em todos os dias de folia. E no palco, Alceu Valença, mais uma vez, canta “<em>Biiiicho maluco beleeeza no Largo do Amparo</em>”. Essas músicas estão na boca e na ponta do pé do folião pernambucano. É assim todos os anos. Clássicos do frevo, que atravessou mais de um século e foi consagrado por nomes de envergadura inconteste no cancioneiro popular pernambucano, entre autores e intérpretes: Nelson Ferreira, Capiba, Antonio Maria, Claudionor Germano, Carlos Fernando, Alceu Valença, J. Michiles. Isso, só para citar apenas alguns. O frevo, no entanto, não ficou congelado no passado. Ele continua sendo vívida fonte de inspiração para novas criações que surgem ano após ano. Mas&#8230; onde estão os novos frevos? Quem são os novos compositores?</p>
<p>Novos artistas vêm botando a mão na massa da criação e ajudando ampliar o repertório carnavalesco pernambucano, com músicas e trabalhos dedicados ao frevo. Basta procurar. Fábio Cabral, proprietário da Loja Passadisco, que fica no Shopping Sítio da Trindade, zona Norte do Recife, é um apreciador de música e vem acompanhando de perto esse processo. O espaço possui um acervo invejável de obras musicais pernambucanas, desde as antológicas até as novidades recém-saídas do forno. E, óbvio, o frevo tem lugar garantido no estabelecimento. Ele enumerou os artistas com lançamentos que se deram do fim do ano passado pra cá, e que têm o frevo como protagonista. Quinze foram os nomes citados por ele à reportagem, sejam discos autorais ou coletâneas, que já se encontram nas lojas, à disposição do público. “<em>A quantidade de lançamentos de discos de frevo que acontecem, anualmente, eu creio que seja basicamente a mesma, algo nessa média de 10 discos por ano</em>”, destaca Fábio.</p>
<div id="attachment_20983" aria-labelledby="figcaption_attachment_20983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20983" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sempre antenado, Fábio Cabral, da Loja Passadisco acompanha as novidades que surgem no frevo</p></div>
<p>André Rio, Benil, Som da Terra, Geraldinho Lins, Um Bloco em Poesia estão entre os que foram lembrados por ele. Boa parte dos trabalhos traz composições inéditas. Mas, ainda assim, a busca pelo novo ainda encontra certa resistência. “<em>Eu vejo muito disso aqui na loja: a maioria das pessoas não vem procurando algo novo, mas sempre os clássicos. Às vezes, eu até tento estimular, mostro um disco legal, aí a pessoa olha e diz: ‘Ué, mas essas músicas eu não conheço!’, e não leva o disco. Mas, claro, ainda há aqueles, os colecionadores de frevo de verdade, que sempre marcam presença aqui, especialmente nesse período, e compram de tudo, inclusive as novidades! Mas são minoria, ainda”</em>.</p>
<p>No entanto, o universo de novos compositores que, nos dias de hoje, vêm dando sua contribuição ao frevo é ainda maior. Na lista, músicos como Bráulio Araújo, Luciano Magno, Henrique Albino, Beto Hortiz, César Michiles, Dudu do Acordeon e, mais recentemente, o cantor Maciel Melo, estão nesse hall. Conversamos com três deles.</p>
<p><strong>Do matulão para a sombrinha colorida</strong><br />
Quando a reportagem chegou à Passadisco para a entrevista com Fábio Cabral, um CD tocava no aparelho de som da loja. Era <em>Perfume de Carnaval</em>, o novíssimo e surpreendente álbum de Maciel Melo. O “caboclo sonhador”, conhecido pela sua trajetória de décadas calcada no forró, resolveu, dessa vez, cair no frevo! O novo trabalho tem direção musical do Maestro Spok e traz 11 canções inéditas – duas compostas solo, sete parcerias e duas canções de amigos. Todas são frevos!</p>
<div id="attachment_20980" aria-labelledby="figcaption_attachment_20980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20980" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Acostumado ao forró, Maciel Melo surpreende com &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;, disco totalmente dedicado ao frevo</p></div>
<p>Mesmo que timidamente, Maciel já havia composto alguns frevos ao longo de sua carreira. <em>Frever</em>, em parceria com Valmar Belarmino, conquistou, em 1991, o segundo lugar no concurso Recifrevo, promovido pela TV Jornal do Recife. O hino do jornal anárquico Papa-figo também foi composto por Maciel. E essa vontade de fazer frevos encontrava-se latente em Maciel, mas ainda quieta. “<em>Eu, como artista e compositor pernambucano, sentia a necessidade de ter um disco dedicado ao frevo. Não tinha feito antes porque não havia amadurecido essa ideia ainda</em>”, conta.</p>
<p>O principal incentivador foi o compositor e produtor musical Carlos Fernando (falecido em 2013), a quem <em>Perfume de Carnaval</em> é dedicado. Foi o boêmio amigo quem, por vezes, jogou a semente dessa ideia em Maciel. Porém, o gatilho detonador se deu no Carnaval de 2014, a partir de um ligeiro incômodo, enquanto acompanhava o desfile do Galo da Madrugada. “<em>Quando vi o primeiro trio, tocava alguns frevos daqueles conhecidos. O segundo tocava as mesmas músicas do primeiro. O terceiro, as mesmas dos dois primeiros. Eu fiquei pensando como é que podia uma coisa dessas. Daí, quando cheguei em casa, me tranquei na sala onde eu trabalho e só saí na quinta depois do carnaval, com 11 músicas prontas</em>”, relembra.</p>
<p>Nessa empreitada, Maciel teve a colaboração de nomes do quilate de Maestro Spok, Geraldo Azevedo, Rogério Rangel, que lhe enviaram músicas para que ele colocasse as letras. Saiu do processo de composição determinado a gravar um disco. Maciel, então, se cercou dos melhores músicos e arranjadores e pôs a mão na massa, de forma independente, bancando tudo. “<em>Eu não vim brincar de fazer frevo. Tudo o que eu faço no meu trabalho é valendo. Foi um disco feito de corpo e alma, bem arranjado</em>”, diz Maciel. O resultado que se ouve em <em>Perfume de Carnaval</em> é digno de um veterano do frevo. Maciel parece que gostou da ideia e já vai botar o seu frevo na rua, com apresentações no polo de Campo Grande, no dia 16 de fevereiro, e na cidade de Surubim, dia 21. E já prometeu que, a partir de agora, irá fazer frevo todos os anos.</p>
<p><strong>Confira o clipe &#8220;Davanira&#8221;, do novo disco de Maciel Melo, &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;.</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hKNTtcsi66k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Frevo que vem no sangue</strong><br />
Um dos parceiros de Maciel em <em>Perfume de Carnaval</em> é o instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles. O jovem músico, virtuoso na flauta, traz no sangue o DNA do frevo. Filho do compositor J. Michiles (autor de clássicos carnavalescos famosos na voz de Alceu Valença), desde muito cedo César se interessou em seguir o caminho da música. Ele se dedicou aos estudos no Conservatório Pernambucano de Música e seguiu se aperfeiçoando em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O menino prodígio, então com 12 anos, chegou a fazer duas apresentações acompanhando Luiz Gonzaga, no ginásio Geraldão. Não demoraria muito para que fosse morar fora do país, residindo em Nova York (E.U.A.) por três anos. Lá, acompanhou nada menos que Naná Vasconcelos, Toninho Horta, Manolo Badrena, Bill O’Connel, entre outros. De volta ao Brasil, passou pelo Rio de Janeiro, e passou a trabalhar com produção musical e arranjos para vários artistas.</p>
<div id="attachment_20981" aria-labelledby="figcaption_attachment_20981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20981" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles foi um dos músicos que trouxe sofisticação ao frevo, com novas composições</p></div>
<p>Apesar da herança paterna, o frevo só chegou na sua vida bem depois. Sua primeira composição no gênero data de 2008. “Pega Ladrão” ganhou o primeiro lugar no Festival de Músicas Carnavalescas, da Prefeitura do Recife (PCR), em 2008/2009. Depois, outros frevos foram surgindo. Mais um primeiro lugar, em 2011/2012, com “Pipocando” e, pelo festival Frevo da Humanidade, também da PCR, em 2013/2014, o segundo lugar com “Esse é o tom”, que ganhou letra de Maciel Melo para entrar no seu disco. <em>“Minhas músicas têm sido bem aceitas nesse universo dos músicos, compositores e críticos. Maestros como Edson Rodrigues e Spok têm elogiado o meu trabalho. Isso tem sido muito bom e me incentiva a criar ainda mais”.</em></p>
<p>Se ambientando nesse universo dos festivais de música carnavalesca, César teve um <em>insight</em> e captou um novo conceito para o frevo de rua, chamado “frevo concerto”. A nova estética traz o solista executando seu frevo à frente da orquestra. <em>“Passou a se tornar muito frequente nos festivais esse novos autores/instrumentistas defendendo, em palco, suas músicas”</em>. Outros compositores compartilham da mesma ideia de César: Bráulio Araújo, Beto Hortiz e Luciano Magno. Não por acaso, também profícuos compositores de frevo e competidores de festivais de música.</p>
<p><strong>Ouça &#8220;Pega Ladrão&#8221;, primeiro frevo composto por César Michiles</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/111388530&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Virtuoso da guitarra no ritmo do frevo</strong><br />
Também habitué de festivais de música carnavalesca, o guitarrista Luciano Magno tem uma trajetória longa com o frevo. Nascido em Paulo Afonso (BA), entrou em contato com a música pernambucana através das rádios que retransmitiam os sons daqui até lá. Mas, ao mesmo tempo, absorveu toda a sonoridade do rock’n’roll, gênero forte na década de 1980. Começou a tomar gosto pela música e passou a tocar entre os anos de 1985 e 86. E, ao se apresentar com uma orquestra de frevo, se deparou com os clássicos, as músicas mais tradicionais, que, de certa forma, foram uma escola.</p>
<p>“<em>Já cheguei no Recife praticamente pronto pra essa coisa do carnaval</em>”, diz Luciano, que veio morar na capital pernambucano em 1989, então, com 17 anos, para prestar o vestibular em Engenharia. Em 1990 já se apresentava no carnaval daqui, pela primeira vez. Daí não parou mais. Abandonou a faculdade, passou a cursar o Conservatório Pernambucano de Música e decidiu que essa seria a sua estrada a partir de então. No batente, passou a trabalhar como instrumentista e compositor de artistas como Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos, André Rio, entre outros. No seu currículo, ele também traz a participação em praticamente todas as edições da coletânea “Recife Frevoé”.</p>
<p>O primeiro frevo – de tantos que já fez – ele não lembra qual foi, nem quando compôs. <em>“Eu tinha muitas músicas, que eu utilizava mais como estudo mesmo, e que foram se dispersando”</em>, conta. Mas ele lembra que começou a inserir frevos em seus discos a partir do segundo, <em>Sotaque</em>, de 2003. Ele entrou de cabeça e passou a compor ainda mais, participando de seis festivais de música carnavalesca, entre 2006 e 2011. <em>Pisando em brasa</em> é um dos frevos que ele inscreveu, sagrando-se campeão em 2011. <em>Esquentadinho</em> é outro frevo que, recentemente, ganhou letra de Moraes Moreira, e está no novo disco de André Rio, <em>Um abraço do frevo</em>. Luciano também teve participação ativa nas composições do mais recente disco de 15 anos do “Um Bloco em Poesia”, que o homenageia no carnaval deste ano.</p>
<p>Mas, segundo Luciano, seu frevo de maior alcance é <em>Frevo Mágico</em>, finalista do concurso de 2008. Mesmo não tendo faturado o prêmio, ele conta que chegou aos ouvidos de várias partes do mundo, por ser uma música cuja execução é mais complexa e tem atraído a atenção de vários estudiosos. <em>“É um dos frevos que mais me traz alegria em ter feito, por ele ser um dos mais interpretados pelos novos instrumentistas. É um frevo diferente, que traz influências das fugas de Bach, e que soa bem no rock’n’roll. Está sendo muito acessada por quem quer estudar guitarra no frevo”</em>, revela, orgulhoso.</p>
<p><strong>Ouça abaixo &#8220;Frevo Mágico&#8221;, de Luciano Magno</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/27950437&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Muito mais do que se apresentar através das vozes e dos acordes de novos compositores, ao longo de seus 108 anos de existência, o frevo também deu conta de se renovar, dialogando com outros elementos musicais, ganhando novas caras e novos ares. Foi relido, repaginado, reprocessado. Nesta terça (10), a segunda matéria da série de reportagens em homenagem ao Dia do Frevo! Não perca!</p>
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		<title>Estação Central Capiba abre suas portas e revela a memória ferroviária de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 15:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tiago Montenegro  A Estação Central Capiba abre suas portas para a população, nesta segunda (22), no bairro de São José (Recife). O mais novo equipamento cultural do Governo do Estado abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/museu-do-trem-externa-baixa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18536" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/museu-do-trem-externa-baixa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;">
<em><strong>Tiago Montenegro </strong></em></p>
<p>A Estação Central Capiba abre suas portas para a população, nesta segunda (22), no bairro de São José (Recife). O mais novo equipamento cultural do Governo do Estado abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como patrono, o Museu do Trem foi inaugurado em 25 de outubro 1972 e desativado em outubro de 1983. Para marcar a nova versão, o Governo, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, realiza a exposição Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco. Mais de R$ 2,5 milhões foram investidos nas reformas, requalificações e compra de equipamentos da Estação Central Capiba/Museu do Trem.</p>
<p style="text-align: justify;">Com curadoria do museólogo Aluízio Câmara, a exposição reconstrói parte da memória ferroviária de Pernambuco, o que inclui inovações tecnológicas, com ênfase na Revolução Industrial, a qual trouxe mudanças significativas nas relações econômicas, sociais, culturais, entre outras. A exposição também aborda todo o imaginário que envolve as ferrovias, como a relação tempo/espaço, passado/presente, os sons que envolvem essas mudanças no cotidiano das cidades, como o apito do trem, os sinos da estação, e toda uma visão poética que remete aos trens.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>A Estação Central Capiba abre suas portas com uma importante exposição para a história de Pernambuco. Pela sua localização central, a expectativa é que receba mensalmente centenas de visitantes, estudantes, pesquisadores, e público em geral, que poderão aprender sobre um importante momento da nossa história. A chegada deste equipamento é o Estado assumindo mais uma vez o compromisso de valorizar e preservar nosso patrimônio material e imaterial</em>”, comenta o secretário de Cultura Marcelo Canuto.</p>
<p style="text-align: justify;">A Estação Central Capiba passou por diversas intervenções e requalificações até ficar pronta para a montagem da exposição e poder abrir suas portas para o público. Além de reformas na estrutura física, recebeu elevador, gerador de energia elétrica, projetos de climatização, iluminação, expográfico, sistema de combate a incêndio, sinalização bilíngue, cenografia, equipamentos multimídia e câmeras de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“É uma grande responsabilidade inaugurarmos um equipamento deste porte, tivemos todo o cuidado, pois o Museu do Trem precisa zelar pela importância histórica que sempre teve. Por isso mesmo é uma grande satisfação entregá-lo pronto para a população”</em>, comenta Severino Pessoa, presidente da Fundarpe, instituição responsável pela gerência do novo equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A EXPOSIÇÃO</strong> &#8211; A exposição Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco ocupa a parte térrea e o primeiro andar da Estação Central. Reúne mais de 500 peças sobre a memória ferroviária pernambucana, como cadeiras, bilheterias, carimbadores, sinalizadores, apitos, relógios, além de fotografias, cartazes, textos e diversos outros aparelhos relacionados no contexto do trem.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área externa, o público poderá conhecer carroças e locomotiva a vapor do início do século XX. Uma das melhores máquinas a vapor já construídas, com capacidade de puxar 70 vagões, é um dos equipamentos em exibição. Recursos multimídia também fazem parte da mostra, atualizando e deixando o acervo ainda mais atraente. Logo na entrada, o público tem acesso a um vídeo sobre o museu e a história da indústria do ferro e do trem. Numa outra sala, intitulada O Túnel, o visitante é surpreendido com uma imagem, em 3D, de um trem que sai de um túnel e vem em sua direção.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Museu-do-Trem-interna-BAIXA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18540" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Museu-do-Trem-interna-BAIXA-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O espaço abrigará também aulas sobre variados assuntos, tais como a Revolução Industrial, a Arquitetura do Ferro no Brasil e em Pernambuco, O Patrimônio Ferroviário do Estado, entre outros. Neste sentido, o museu atenderá a diversos públicos, desde estudantes do ensino fundamental até alunos de engenharia, por exemplo. O agendamento será feito previamente, por telefone ou no local, e a mediação terá aproximadamente 40 minutos, podendo variar conforme a necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A exposição Chegada e Partida oferece um panorama temático sobre o universo dos Caminhos de Ferro, uma viagem desde o surgimento da máquina a vapor à construção da história do trem em Pernambuco. Uma nova oportunidade para o mais antigo Museu do Trem do país reconquistar seu merecido público, recriando e oferecendo aos seus visitantes um mundo de descobertas e encantamento”</em>, diz o curador da mostra, o museólogo Aluízio Câmara.</p>
<p><strong>LINHA DO TEMPO DA ESTAÇÃO CENTRAL CAPIBA – MUSEU DO TREM</strong></p>
<p>- A construção da Estação Central foi iniciada em 1885 e concluída em 1° de novembro de 1888. Em estilo arquitetônico neoclássico, o prédio é tombado pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p>- Em 1972, foi criado o Museu do Trem na antiga Estação Central. Ele teve como patrono o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre e foi orientado pelo então Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, hoje Fundação Joaquim Nabuco.</p>
<p>- Em 2003 a Estação Central, que pertencia a Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFSA), foi repassada, por esta, ao Governo do Estado, em regime de comodato. No mesmo ano, o Governo repassa para uso do Banco do Banco do Brasil, que chegou a anunciar a implantação de um centro cultural no espaço.</p>
<p>- Em 2011, o espaço, já recuperado, foi devolvido pelo Banco do Brasil ao Governo do Estado. Sob a responsabilidade da Fundarpe, projetos de reformas e intervenções começaram a ser elaborados para a implantação de um novo equipamento cultural do Governo, que se chamaria Estação Central Capiba. O nome é uma homenagem a um dos maiores artistas pernambucanos, que por muitos anos foi funcionário do Banco do Brasil.</p>
<p>- Em 2012, para a Estação Central Capiba, foram contratados os serviços de instalação de sistemas elétricos e da subestação aérea. Projeto de sinalização, da instalação do sistema de climatização, do projeto de arquitetura e urbanismo e do projeto expográfico, que ficou sob a responsabilidade do museólogo Aluízio Câmara.</p>
<p>- Em 2013, a Estação Central Capiba recebeu a execução da cenografia, confecção do mobiliário, confecção das placas sinalizadoras, fornecimento dos equipamentos audiovisuais e eletrônicos e instalação de equipamentos luminotécnicos.</p>
<p>- Em 2014, a Estação Central Capiba recebeu a instalação rede lógica e câmeras de segurança, contratação da manutenção de elevador. Também foram feitos novos reparos em sua estrutura física. Começou a montagem da exposição Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco.</p>
<p>- Cerca de R$ 2,5 milhões foram investidos na revitalização e compra de equipamentos para a Estação Central Capiba.</p>
<p><strong><br />
Serviço:</strong><br />
<strong> Inauguração da Estação Central Capiba/ Museu do Trem</strong><br />
Quando: Segunda, às 17h<br />
Onde: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José (Centro do Recife)<br />
Visitação: Terça a sexta, das 9h às 17h. Sábados e domingos, das 10h às 17h<br />
Telefone para agendamento:31843097</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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