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	<title>Portal Cultura PE &#187; Caravana Tapioca</title>
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		<title>Bairros de Recife e Olinda recebem apresentações gratuitas do espetáculo &#8220;Flor do Lixo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 19:24:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A rua como espaço prioritário é uma das propostas principais da Caravana Tapioca com o projeto Circomunidade que leva a encenação circense “Flor do Lixo” para parques e praças da Região Metropolitana do Recife. Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a nova circulação do espetáculo, que busca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58774" aria-labelledby="figcaption_attachment_58774" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/flordolixo_renatapires-5.jpeg"><img class="size-full wp-image-58774" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/flordolixo_renatapires-5.jpeg" width="640" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Giulia Cooper e Anderson Machado usam figurino e objetos feitos de material reciclado no espetáculo</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>A rua como espaço prioritário é uma das propostas principais da Caravana Tapioca com o projeto Circomunidade que leva a encenação circense “Flor do Lixo” para parques e praças da Região Metropolitana do Recife. Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a nova circulação do espetáculo, que busca provocar o público sobre os usos do lixo, passará nesta terça-feira (20), às 15h30, por Brasília Teimosa e seguirá durante o mês de março pela Comunidade do Chié (22), Alto da Sé (24), Parque da Jaqueira (25), Santo Amaro (26), Mangabeira (27), Arruda (28), Peixinhos (29), Coque (30) e Joana Bezerra (31).</p>
<p>“Apresentar-se na rua é uma escolha e não falta de opção. É uma decisão baseada na democratização e descentralização da arte, ocupação de espaços públicos e permissão de acesso a todos”, explica Giulia Cooper que, como a palhaça Nina, integra a Caravana Tapioca ao lado de Anderson Machado, o palhaço Cavaco. Desde a sua estreia em 2015, que aconteceu no Recife também com incentivo do Funcultura, o espetáculo foi pensado para ser feito na rua e para um público de todas as idades. Para atingir um público ainda mais amplo, esta temporada na capital pernambucana também contará com audiodescrição nas apresentações do Parque da Jaqueira, Arruda e Peixinhos.</p>
<p>“O roteiro não tem palavras e a gente já conseguiu levar para algumas escolas de surdos. Agora, a gente quis torná-lo possível para os cegos também acompanharem”, explicou ela, ao falar que o recurso de acessibilidade comunicacional será feito em tempo real para dar abertura aos improvisos. “O espetáculo está muito mais maduro porque a gente circulou bastante, então a gente está muito mais aberto ao que pode surgir da rua, que são coisas que tornam cada apresentação única”, comenta a atriz, destacando a evolução entre as temporadas. Como a quantidade de aparelhos para a audiodescrição é limitada, recomenda-se que os interessados em usá-los cheguem cedo aos locais de apresentações.</p>
<div id="attachment_58795" aria-labelledby="figcaption_attachment_58795" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/cavaco-pandeiro-2-renata-pires.jpeg"><img class="size-medium wp-image-58795" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/cavaco-pandeiro-2-renata-pires-607x402.jpeg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentações contarão com recursos de acessibilidade comunicacional</p></div>
<p>Além de números que envolvem lixo, como malabarismo com garrafas de plástico e o uso de um cavaquinho feito de lata, materiais descartados também foram usados em outros aspectos do espetáculo, como o figurino, feito pela atriz pernambucana Fabiana Pirro. “A importância de falar disso é que, nesse momento que a gente está vivendo em que as questões ambientais e dos direitos humanos estão secundárias, a gente busca um outro olhar para se repensar o consumo desenfreado”, esclarece Giulia, ao demonstrar que o circo também pode ser usado para tratar de assuntos sérios.<strong><br />
</strong></p>
<p>“Flor do Lixo” conta a história de dois artistas que, ao se apresentarem na rua, têm sua performance interrompida e encontram alternativas para dar continuidade ao espetáculo com o auxílio de seres mágicos, que lhes indicam novas possibilidades cênicas com a utilização dos lixos da rua. Após a apresentação, a dupla da Caravana Tapioca promove um bate-papo com as comunidades onde serão discutidos o tema da apresentação e o fazer artístico. “Isso aproxima a gente da plateia, que estimula o desenvolvimento do pensamento crítico e é algo com o que a gente aprende muito também”, defende a atriz, sobre a troca.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<b><i>Flor do Lixo</i></b><br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">20 de março</span><br />
Terça-feira, 15h30<br />
BRASÍLIA TEIMOSA<br />
Em frente ao Centro da Mulher Metropolitana Julia Santiago</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">22 de março</span><br />
Quinta-feira, 16h<br />
COMUNIDADE DO CHIÉ<br />
Academia da cidade, em frente a Av. Agamenon Magalhães</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">24 de março</span><br />
Sábado, 16h<br />
ALTO DA SÉ &#8211; OLINDA<br />
Próximo ao observatório astronômico</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">25 de março</span><br />
Domingo, 10h<br />
PARQUE DA JAQUEIRA<br />
(ECONÚCLEO) Rua do futuro, 959</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">26 de março</span><br />
Segunda-feira, 16h<br />
SANTO AMARO<br />
Rua Mario de Albuquerque Cavalcanti, em frente à AACA (espaço entre a Vila dos Casados e Sta. Terezinha)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">27 de março</span><br />
Terça-feira, 16h30<br />
MANGABEIRA<br />
Largo da Rua Maria Gonçalves, 312</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">28 de março</span><br />
Quarta-feira, 16h<br />
ARRUDA<br />
Rua Prof. José dos Anjos, próximo ao Canal do Arruda</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">29 de março</span><br />
Quinta-feira, 16h<br />
PEIXINHOS<br />
Pracinha da Caixa D’água</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">30 de março</span><br />
Sexta-feira, 17h<br />
COQUE<br />
Praça Ator Barreto Jr. (ao lado da Escola Costa Porto)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">31 de março<br />
</span>Sábado, 16h <span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>JOANA BEZERRA<span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>Embaixo do Viaduto Capitão Temudo, entre a Rua Imperial e a Av. Central na Joana Bezerra</p>
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		<title>Fernando Catatau é atração do ‘ExcentriCidades’ desta semana</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 17:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova (com informações da assessoria)</strong></em></p>
<div id="attachment_30273" aria-labelledby="figcaption_attachment_30273" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Foto-01.-Fernando-Catatau-e-o-Instrumental.jpg"><img class="size-medium wp-image-30273    " title="Fernando Catatau" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Foto-01.-Fernando-Catatau-e-o-Instrumental-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Catatau</p></div>
<p>Sua guitarra é marca onipresente em diversos trabalhos da música brasileira. À frente da banda Cidadão Instigado e assumindo as cordas de artistas como Otto e Karina Buhr, entre outros, o músico Fernando Catatau é atração na edição desta quarta (16), do <strong>ExcentriCidades</strong>, que acontece às 19h, no Sexto Andar do Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife. Além do guitarrista cearense, marcam presença no evento a Caravana Tapioca, a exposição &#8216;Cortina&#8217;, da fotógrafa Renata Pires, a instalação ‘Epífita’, a artesã e ilustradora Joana Velozo, além das distribuição do Guia Comum do Centro do Recife. Na discotecagem, quem assume as pick-ups é o DJ Bruno Firmino. A entrada custa R$ 10, com venda antecipada no Sexto Andar, nesta terça (15), das 14h às 18h, e quarta (16), a partir das 14h.</p>
<p>Guitarra, sua companheira inseparável, e voz (de timbre peculiar, diga-se de passagem). Fernando Catatau lançará mão apenas desses dois recursos para apresentar suas canções neste ExcentriCidades. Para esta apresentação solo, o guitarrista adaptou o repertório costumeiro da Cidadão Instigado para um formato intimista. O público poderá ver de perto toda a habilidade instrumental de um dos mais aclamados músicos brasileiros das duas últimas décadas.</p>
<p>Já a “palhaçada” fica por conta dos circenses Anderson Machado e Giulia Cooper, da Caravana Tapioca, que encarnam os personagens. Circo, música e teatro se misturam numa apresentação cômica, que, apesar de fazer rir, satiriza com os acertos e erros de dois seres desajustados na sociedade. A fotógrafa Renata Pires apresenta a exposição inédita, ‘Cortina’, em que reúne fotos suas, feitas em Cuba, no último mês de julho. A artesã e ilustradora Joana Velozo promove a instalação &#8216;Epífita&#8217;, que se inspira no modo de vida de orquídeas e bromélias, para designar uma poética de vida inspirada no Sexto Andar.</p>
<p>No ExcentriCidades também será distribuída gratuitamente a publicação artística Guia Comum do Centro do Recife, idealizado pela artista visual e pesquisadora Bruna Rafaella Ferrer. Ela registra, de maneira criativa, lugares e situações de ruína do centro do Recife. Trata-se de um trabalho colaborativo, que propõe discutir de maneira crítica e contemplativa um microcosmo que tem sofrido, nas últimas décadas, com políticas públicas de abandono e invisibilidade.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>ExcentriCidades &#8211; Temporada 2015 #7</em><br />
<em> com Fernando Catatau, Caravana Tapioca, Exposição da fotógrafa Renata Pires, Instalação &#8216;Epífita&#8217;, de Joana Velozo, distribuição do Guia Comum do Centro do Recife e DJ Bruno Firmino</em><br />
Quarta (16), a partir das 19h<br />
Sexto Andar/ Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antônio – Recife/PE<br />
R$ 10<br />
<em>Vendas antecipadas no Sexto Andar nesta segunda (17), das 14h às 18h,s e no dia do evento (terça), a partir das 14h. Sujeito a lotação e com limite de dois ingressos por pessoa</em>.</p>
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		<item>
		<title>Espetáculo &#8220;Flor do Lixo&#8221; estreia nesta sexta-feira (15) no Parque Dona Lindu</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 20:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para muita gente, um beco é um lugar escuro, abandonado e perigoso, para se manter verdadeira distância&#8230; Pois, foi exatamente num local assim que dois artistas amigos descobriram o que a magia, de fato, pode fazer. E o que parecia ser um espaço esquecido, o Beco da Ilusão, ganhou importância e passou a ser o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24889" aria-labelledby="figcaption_attachment_24889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/flor-do-lixo-com-a-caravana-tapioca-credito-fotografico-renata-pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-24889 " alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/flor-do-lixo-com-a-caravana-tapioca-credito-fotografico-renata-pires-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Giulia Cooper e Anderson Machado são os protagonistas da montagem</p></div>
<p>Para muita gente, um beco é um lugar escuro, abandonado e perigoso, para se manter verdadeira distância&#8230; Pois, foi exatamente num local assim que dois artistas amigos descobriram o que a magia, de fato, pode fazer. E o que parecia ser um espaço esquecido, o Beco da Ilusão, ganhou importância e passou a ser o lugar onde tudo surpreende, como pura mágica. Este é o mote do espetáculo <em>Flor do Lixo</em>, que a companhia Caravana Tapioca estreia nesta sexta-feira (15), a partir das 19h, na área externa do Parque Dona Lindu (Boa Viagem), com incentivo do Funcultura. Formada pela dupla de atores, circenses e músicos, Giulia Cooper e Anderson Machado, paulistanos radicados no Recife há cinco anos, a Caravana Tapioca vem desde o ano 2010 divertindo famílias inteiras com os seus espetáculos de humor para todas as idades.</p>
<p>Concebida desde 2013, a montagem <em>Flor do Lixo</em>, com roteiro e direção de Anderson Machado e supervisão cênica de Marcelo Oliveira, traz à cena um tema que preocupa a todos nós: o destino do lixo que produzimos. No enredo, dois artistas vão se apresentar em um beco supostamente comum, sem saída, o Beco da Ilusão, mas têm seu show interrompido devido a um curto-circuito no equipamento de som. O espetáculo, que parecia estar perdido, ganha uma nova dimensão quando seres mágicos surgem no local, indicando soluções para que eles possam recriar a apresentação utilizando material descartável, lixo mesmo. Assim, garrafas plásticas são usadas como malabares, bolas de papel ganham vida, e até um saco de lixo passa a ter movimentação feito gente. Ilusionismo, malabarismo, música, riso e poesia contam essa história sem uso algum de palavras, interpretada pelos artistas Giulia Cooper e o próprio Anderson Machado.</p>
<p>“Queremos tratar desses seres invisíveis, garis, pedintes, moradores de rua, etc., e propondo também uma reflexão sobre o consumo desenfreado que nos faz gerar tanto lixo. Outro ponto importante é a necessidade de valorizarmos mais os espaços que temos na nossa cidade, lugares esquecidos que podem, sim, ganhar outra utilidade, outra vida”, lembra Giulia Cooper sobre um tema bastante pertinente para os tempos de hoje: o uso adequado de espaços ociosos nesta urbanidade desenfreada. E por que o não uso de palavras na encenação? Anderson Machado responde: “Partimos inicialmente da ideia de dialogar com crianças surdas, mas também há uma premissa anterior, mais universal, pois queremos tocar o público em geral por outro caminho, não só da verbalização, mas do teatro físico, da comicidade sem um texto falado e que pode levar para um lugar mais lírico”, define, ciente da diversidade de propostas nos trabalhos da Caravana Tapioca.</p>
<p><strong>Turnê</strong><br />
Como início de carreira, o espetáculo “Flor do Lixo” vai circular por diversas áreas abertas do Recife e Olinda (Parque Dona Lindu, Parque 13 de Maio, Praça do Arsenal da Marinha, Praça de Boa Viagem, Parque da Jaqueira e Alto da Sé, entre outros lugares), além de chegar a pátios de escolas públicas para turmas de crianças e adolescentes e sedes de organizações não governamentais – muitas com pessoas surdas –, como o Centro Educacional Saber Viver, na Ilha de Deus, Escola Governador Barbosa Lima, Escola Vidal de Negreiros e ONG Pé no Chão, no bairro de Santo Amaro. Ainda na equipe técnica da montagem, Fabiana Pirro na criação de figurinos, Anderson Machado, também responsável pelo cenário, Leidson Ferraz na assessoria de comunicação, Hudson Wlamir na produção executiva, e Marcella Malheiros na administração. Maiores detalhes no site: <a href="http://www.caravanatapioca.com/Bem_Vindos.html" target="_blank"><strong>www.caravanatapioca.com</strong></a>.</p>
<p><strong>Companhia</strong><br />
A Caravana Tapioca foi formada no ano 2010, quando os paulistanos Giulia Cooper e Anderson Machado vieram morar de vez no Recife. O nome Tapioca surgiu porque era o que eles comiam ao final de cada apresentação nos mais diversos lugares, ambos apaixonados pela culinária nordestina. Com formação em circo, os dois atores, circenses e músicos, além de se apresentarem em casas de espetáculos fechadas, têm uma carreira marcada por sessões em espaços abertos, principalmente ruas, praias e praças, com destaque a municípios do sertão nordestino. Ela, que vive a palhaça Nina, vem de escola de circo; ele, também músico, vem de escola de palhaços. Sua personagem é o palhaço Cavaco, referência a um dos instrumentos que domina bem, o cavaquinho. É assim que essa dupla faz muita graça e bagunça nos seus espetáculos, todos de humor universal e para todas as idades! E <em>Flor do Lixo</em> é para reciclar, ainda mais, a alegria!</p>
<p><strong>AGENDA DE APRESENTAÇÕES GRATUITAS NO RECIFE E OLINDA</strong></p>
<p>Dia 15/05 (sexta-feira) &#8211; Parque Dona Lindu, 19h</p>
<p>Dia 16/05 (sábado) &#8211; Parque 13 de Maio, 16h30</p>
<p>Dia 17/05 (domingo) &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, 16h</p>
<p>Dia 18/05 (segunda-feira) &#8211; Ilha de Deus, no Centro Educacional Saber Viver, 17h</p>
<p>Dia 20/05 (quarta-feira) &#8211; Escola Governador Barbosa Lima, 9h</p>
<p>Dia 21/05 (quinta-feira) &#8211; Escola Vidal de Negreiros, 10h30</p>
<p>Dia 21/05 (quinta-feira) &#8211; Comunidade de Santo Amaro, no Largo do Albuquerque, ONG Pé no Chão, 17h30</p>
<p>Dia 22/05 (sexta-feira) &#8211; Rua da Alfândega, 21h</p>
<p>Dia 23/05 (sábado)- Praça de Boa Viagem, 17h e 20h</p>
<p>Dia 24/05 (domingo) &#8211; Parque da Jaqueira, 10h</p>
<p>Dia 24/05 (domingo) &#8211; Alto da Sé/Olinda, 16h30</p>
<p>Classificação indicativa: livre para todas as idades e públicos.</p>
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		<title>Dia de circo e música portuguesa no Polo Coreto, em Arcoverde</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dia-de-circo-e-musica-portuguesa-no-polo-coreto-em-arcoverde/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 14:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Vila Nova Um dos grandes sucessos desta edição do Festival Pernambuco Nação Cultural, no Sertão do Moxotó, o circo ganhou destaque na programação do Polo Coreto, na Praça da Bandeira, centro de Arcoverde. E, como não podia ser diferente, neste sábado (20/4), o universo circense também marcou presença no polo, que é voltado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Vila Nova</p>
<p>Um dos grandes sucessos desta edição do Festival Pernambuco Nação Cultural, no Sertão do Moxotó, o circo ganhou destaque na programação do Polo Coreto, na Praça da Bandeira, centro de Arcoverde. E, como não podia ser diferente, neste sábado (20/4), o universo circense também marcou presença no polo, que é voltado para todas as idades.</p>
<div id="attachment_4935" aria-labelledby="figcaption_attachment_4935" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667137168_c60157ebde_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4935" alt="Caravana Tapioca no Polo Coreto (Foto: Costa Neto/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667137168_c60157ebde_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caravana Tapioca no Polo Coreto (Foto: Costa Neto/Secult-PE)</p></div>
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<p>Ainda de tarde, a Caravana Tapioca trouxe o seu divertidíssimo espetáculo “Brincando no picadeiro”. A dupla de palhaços Cavaco e Nina arrebatou crianças e adultos com suas brincadeiras repletas de bom humor e interatividade, onde todos participavam ou eram surpreendidos com piadas e tiradas irreverentes. A risada era geral</p>
<p>Nem bem havia se refeito das gargalhadas com a Caravana Tapioca, o público foi surpreendido pelo grupo Dona Zefinha, do Ceará. Eles apresentaram “O circo sem teto da lona furada dos bufões”, espetáculo infantil, no qual reverenciam os palhaços e artistas mambembes. Com uma parafernália de instrumentos exóticos, as divertidas histórias da trupe – comandada pelos palhaços Bufão, Panfeto e Pafim – eram contadas através de música e teatro, e o tempo todo eram entremeadas pelas brincadeiras com as crianças que assistiam ao show.</p>
<p>A atração seguinte trouxe outros ares para a (já) noite. De além-mar para o Palco Coreto, o músico português Mário Moita acertou em cheio os ouvidos do público com seu sotaque lusitano. No seu show “4 estações, 4 fados”, a típica canção portuguesa é a grande estrela. Mário traz de volta aos palcos uma forma de releitura do fado, ao piano (o instrumento é, tradicionalmente, executado pela guitarra portuguesa), que se origina no ano de 1870, mas que ficou esquecido nas gavetas da história. Durante a apresentação, ele procurou desvelar o fado em suas várias nuances e possibilidades, associando-o a diversas situações e estados de espírito, fazendo cair por terra a equivocada impressão de que é apenas uma música de choro e lamento. “Neste show, pretendo mostrar que não existe só o fado triste, mas também o fado romântico, o fado alegre”, explicou Moita.</p>
<p>Quem encerrou a programação foi o músico e compositor Tonino Arcoverde. Com o show “Saudando Canção”, ele fez uma homenagem ao poeta popular de São José do Egito. Com canções que traziam os versos de Cancão vestidos por arranjos que remetiam ao típico universo da cantoria nordestina, porém, com uma sonoridade contemporânea.</p>
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