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	<title>Portal Cultura PE &#187; Caretas</title>
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		<title>Fundarpe e Secult-PE celebram o Dia das Crianças com ilustrações inéditas para colorir</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:21:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120720" alt="CAPA_ILUSTRA(2)(2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22-409x486.png" width="409" height="486" /></a></p>
<p>Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, Pernambuco é feito de cores, ritmos e histórias únicas. De cada canto do Estado brotam personagens, tradições e símbolos que formam um grande mosaico cultural vivo, diverso e cheio de encantamento.</p>
<p>Ao colorir estas páginas, você também faz parte dessa tradição! Vai conhecer figuras como Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, os Caretas de Triunfo, os Caiporas de Pesqueira, Caboclos de Lança, La Ursa, do Palácio Campo das Princesas e do Cinema São Luiz. Mais do que um passatempo, este é um convite para celebrar nossas raízes e descobrir, brincando, o orgulho de ser pernambucano em todas as idades.  Essa ação convida crianças e famílias a conhecerem mais  desse universo, mergulhando em expressões que fazem parte do nosso cotidiano. Aqui, cada traço e cada cor ajudam a contar a história de um povo criativo, alegre e cheio de imaginação.</p>
<p>Baixe <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-1-1.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-2.pdf">aqui</a> e<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-3.pdf"> aqui</a> todas as ilustrações para imprimir e colorir do seu jeito.</p>
<p><strong>Caretas de Triunfo</strong><br />
Em Triunfo, Serão do Pajeú, vivem os Caretas, figuras grandiosas que desfilam pelas ladeiras da cidade com suas máscaras e roupas coloridas. A gente sabe que eles estão chegando porque de longe se escuta os chocalhos pendurados nas tabuletas que usam como cinto e dos relhos, nome dado aos chicotes. Tradição única no Estado, os Caretas de Triunfo existem há mais de 100 anos. Em 1917 um home foi excluído de uma festa de Reisado porque tinha bebido demais. Irritado com a situação, ele colocou uma máscara e saiu pelas ruas fazendo barulho e sem ser reconhecido. A moda pegou e outras pessoas começaram a se vestir de forma extravagante saindo pela cidade de forma anônima, criando grupos e transformando ao longo dos anos um fato que poderia ter sido isolado em uma das maiores tradições culturais do Carnaval de Pernambuco.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong><br />
Na Ilha de Itamaracá, Lia canta e o mar responde. Seu nome verdadeiro é Maria Madalena Correia do Nascimento, mas o mundo a conhece como Lia, uma artista cirandeira que fez da beira da praia um palco e da ciranda um símbolo da cultura pernambucana. Desde os anos 1960, sua voz único ecoa entre o som das ondas e o batuque dos tambores, convidando todos a darem as mãos e girarem juntos. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, Lia de Itamaracá viaja o Brasil e o mundo, sendo uma embaixadora da cultura popular pernambucana. Dona de uma força ancestral, ela já atua há mais de seis décadas na música e transformou a ciranda em símbolo da identidade pernambucana, levando sua arte dos terreiros de areia à cena internacional, sem nunca deixar de ser filha da ilha e guardiã de sua cultura.</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Inaugurado em 1952, o Cinema São Luiz é um dos maiores ícones arquitetônicos e culturais do Recife. Localizado no coração da cidade, às margens do Rio Capibaribe, é um dos equipamento culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe. O Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, elerepresenta um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga</strong><br />
Do sertão de Exu para o mundo, Luiz Gonzaga levou o som da sanfona e o coração do Nordeste. De chapéu de couro e sorriso aberto, cantou o amor, a seca, o baião e a vida do povo sertanejo com uma verdade que atravessa gerações e continua influenciando todos nós até hoje, mais de 30 anos após sua morte. Conhecido como Mestre Lua e Rei do Baião, Gonzaga fez o Brasil dançar ao som de “Asa Branca”, &#8220;O Xote Das Meninas&#8221; e &#8220;Numa Sala de Reboco&#8221;, só para citar algumas de suas músicas mais mais conhecidas Ele foi, e continua sendo, umas das mais poderosas vozes do Nordeste e mostrou que nossa Região é resistência, poesia e música.</p>
<p><strong>A La Ursa</strong><br />
&#8220;A La ursa quer dinheiro, quem não dá é pirangueiro&#8221;. Quem nunca ouviu essa musiquinha, sendo cantada por crianças e adultos fantasiados de ursos? Personagem brincalhão que sai às ruas do Recife e Região Metropolitana na época do Carnaval, a La Ursa é um dos símbolos da cultura pernambucana. A tradição vem das antigas, com origem nas folias de reis, da cultura cigana e nas festas populares do interior. Fantasiado com roupa peluda e máscara de urso, o personagem mistura medo e riso. No meio da multidão, a La Ursa é o lembrete de que o Carnaval de Pernambuco é, acima de tudo, invenção e liberdade.</p>
<p><strong>Caboclo de Lança</strong><br />
Brilho, força e ancestralidade. O Caboclo de Lança é um dos personagens mais marcantes do Maracatu Rural. Com sua lança adornada de fitas, a gola colorida e o rosto coberto por uma máscara, ele desfila com imponência, guardando os segredos e a mística de sua tradição nascida no início do século 20 na Zona da Mata de Pernambuco, entre os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar. Cada passo é ritual, cada gesto tem peso e beleza. O som dos metais e o canto do mestres abrem caminho para esses guerreiros do campo, que dançam e enfrentam o cansaço com o mesmo orgulho de quem carrega séculos de história e resistência. Muito presentes na época do Carnaval, os Caboclos de Lança são um dos maiores símbolos culturais do Estado.</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
A Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife. Ele foi construído no século 19 (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São cinco salas de exposição, além de espaços educativas e administrativos. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado e um dos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Caiporas de Pesqueira</strong><br />
Os Caiporas de Pesqueira também são uma manifestação cultural popular do carnaval. Brincalhões e dançantes, eles são conhecidos por andarem vestidos de paletós coloridos, cabeças grandes feitas com estopa e um visual divertido e misterioso, que brinca com as proporções do corpo. Fazendo alusão às caiporas, figuras indígenas protetoras das matas, esse personagem nasceu nos anos 1960 em Pesqueira, na entrada do Sertão pernambucano, se tornou um símbolo de irreverência e resistência cultural no agreste do estado.</p>
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		<title>Cortejo Brincantes de Pernambuco contagia as ruas de Buíque em celebração à cultura popular</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 13:26:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No final da tarde desta sexta-feira (1º), o Cortejo Brincantes de Pernambuco chegou a Buíque e contagiou as principais vias do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025. Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia. Estiveram presentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119419" aria-labelledby="figcaption_attachment_119419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119419" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-607x486.jpeg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>No final da tarde desta sexta-feira (1º), o Cortejo Brincantes de Pernambuco chegou a Buíque e contagiou as principais vias do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025. Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia.</p>
<p>Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, com representação da cultura indígena; os Caretas de Triunfo, vestindo suas máscaras, roupas coloridas e relhos; a Escola de Samba Galeria do Ritmo, uma das maiores e mais conhecidas do segmento, fundada no Recife; o Clube de Boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco e referência entre as agremiações do Estado; o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, preservando as brincadeiras trazidas pelos trabalhadores rurais; e o Urso da Rua do Sapo, com a La Ursa, símbolo da tradição carnavalesca do Estado.</p>
<p>Complementando a programação &#8211; e com protagonismo &#8211; no Dia Nacional do Maracatu, não poderiam faltar representantes da manifestação cultural genuinamente pernambucana. No primeiro ano em que a data é comemorada nacionalmente, o Maracatu Carneiro Manso, de Glória de Goitá, e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantaram o público, com os seus tradicionais caboclos de lança, que levaram a cultura da Zona da Mata para o Agreste.</p>
<div id="attachment_119420" aria-labelledby="figcaption_attachment_119420" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119420" alt="Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.12-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em celebração à cultura popular, diferentes manifestações culturais trouxeram música, dança, cor e arte, abrindo a programação e anunciando os próximos dias de magia</p></div>
<p>“É lindo ver tudo isso passando aqui na nossa frente, de perto. Uma ação tão importante, que traz a cultura para dentro dos municípios, como aqui em Buíque. Isso possibilita a gente se reconhecer, enquanto manifestações que formam a nossa identidade, e de conhecer melhor as culturas de outras cidades. Eu, que já participei de grupo de boi, fico emocionada em rever essas manifestações”, destacou a atendente de farmácia e moradora da cidade há 18 anos, Mayla Heylla.</p>
<p>Contemplando pontos principais da cidade, como a Praça Major de França, o cortejo seguiu animando a população até encerrar a sua passagem no início da noite, no Pátio de Eventos. Conduzindo o público que acompanhava para se dirigir ao coração do festival, no palco Pernambuco Meu País, o público foi convidado a estender a programação e prestigiar ainda mais atrações.</p>
<div id="attachment_119421" aria-labelledby="figcaption_attachment_119421" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.13.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119421" alt="Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, os Caretas de Triunfo, a Escola de Samba Galeria do Ritmo, o Clube de Boneco Seu Malaquias, o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, o Urso da Rua do Sapo, o Maracatu Carneiro Manso e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-09.38.13-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estiveram presentes o Caboclinho Canidé, os Caretas de Triunfo, a Escola de Samba Galeria do Ritmo, o Clube de Boneco Seu Malaquias, o Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus, o Urso da Rua do Sapo, o Maracatu Carneiro Manso e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</p></div>
<p>Neste sábado (2), a partir das 15h30, mais um desfile está previsto para circular pelo município e alegrar os presentes, com o Boi Estrelinha, Maracatu de Baque Solto Leão Formoso de Tracunhaém e Maracatu Nação Cambinda Estrela. Toda a programação e cobertura do Cortejo Brincantes estão disponíveis por meio do Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e do <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Mestre Jaime homenageado em cortejo popular no FPNC Sertão Central</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 00:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além da Bicharada do mestre, desfilaram em Salgueiro bonecos de Pesqueira e caretas de Verdejante Por Raquel Holanda Personagem da cultura de Salgueiro, Mestre Jaime foi o anfitrião do cortejo popular organizado pelo Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite deste sábado (26/5), na cidade . O evento reuniu representantes dos municípios de Parnamirim, Pesqueira e Verdejante, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Além da Bicharada do mestre, desfilaram em Salgueiro bonecos de Pesqueira e caretas de Verdejante</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<div id="attachment_7390" aria-labelledby="figcaption_attachment_7390" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275931768_87e0fe6d09_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7390" alt="Mestre Jaime e seus bonecos abriram o cortejo (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275931768_87e0fe6d09_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Jaime e seus bonecos abriram o cortejo (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Personagem da cultura de Salgueiro, Mestre Jaime foi o anfitrião do cortejo popular organizado pelo Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite deste sábado (26/5), na cidade . O evento reuniu representantes dos municípios de Parnamirim, Pesqueira e Verdejante, que se concentraram na Avenida Agamenon Magalhães, em frente à casa do carnavalesco salgueirense.</p>
<p>Enquanto aguardavam o início do cortejo, na concentração, os batuques da banda de instrumentos recicláveis Timbalata animavam as demais entidades presentes e chamava a atenção das pessoas que passavam pela via. Regidos pelo Maestro Júnior, jovens da cidade de Parnamirim tocaram frevos e músicas populares.</p>
<p>“Assistimos ao cortejo de camarote”, comentou Eliana Baborsa, moradora de Salgueiro que acompanhou o desfile das bandas do terraço de sua casa. “Nós adoramos festas de rua, principalmente o Carnaval, e aqui em Salgueiro não tem Carnaval se não tem Mestre Jaime”, disse Paulo Roberto, ao ver a Bicharada do Mestre Jaime abrindo o cortejo.</p>
<p>Com quase 90 anos, Mestre Jaime mostrou que não perdeu o ritmo nem o amor pela sua Bicharada. “É uma honra ser o homenageado desse cortejo, fico muito contente e agradecido por ser tido como a referência da brincadeira de rua de Salgueiro”, falou o personagem, que comandou o desfile de 22 dos seus mais de cem bonecos. Eles dançavam no ritmo do frevo da Orquestra Caliente, do Maestro Paixão.</p>
<p>Outros bonecos gigantes também desfilaram durante o cortejo. Vindos da cidade de Pesqueira, os Bonecos Gigantes do Ziriguidum, representados como Rei e Rainha Afro, Professora Diamantina, Professora Estelitam Zé Pereira, Pedro Lopes, Lampião, Maria Bonita, Bumba-meu-boi, Cavalo Marinho, a Ema e o Caipora, enfeitaram a avenida principal de Salgueiro durante o cortejo. “Viemos para cá para, junto com Mestre Jaime, mostrar dois estilos de bonecos gigantes, já que nós trabalhamos com a arte figurativa e nos inspiramos em lendas e no folclore de Pernambuco”, contou Evaldo Andrade, presidente da Ziriguidum, que desenvolve na cidade de Pesqueira um trabalho com teatro, dança e circo.</p>
<p>Encerrando o cortejo, os caretas de Verdejante chegaram para trazer humor à brincadeira de rua. “Gostamos de brincar com as pessoas e sempre procuramos fazer com que quem assiste também se divirta”, disse George Silva, coordenador do Caretas Treme Treme, que veio do município sertanejo para mostrar a cultura popular de sua cidade, Verdejante.</p>
<div id="attachment_7391" aria-labelledby="figcaption_attachment_7391" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275936568_24dedab9d6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7391" alt="Caretas de Verdejante (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275936568_24dedab9d6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caretas de Verdejante (Foto: Daniela Nader)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7392" aria-labelledby="figcaption_attachment_7392" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275950268_b000c575a8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7392" alt="Bonecos de Pesqueira (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275950268_b000c575a8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bonecos de Pesqueira (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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		<title>No rastro dos estalos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:14:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As ruas de paralelepípedo de Triunfo, cercadas por casarios antigos e históricos, são a trilha de muitos caretas durante os dias de Carnaval. O chão sofre com pisadas, pulos e estalos dos relhos, mas com a folia carnavalesca e a alegria dos foliões, caretas e apreciadores desta festa genuinamente triunfense, quase não conseguem ver a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mergulhe_Triunfo_Ricardo-Moura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4395 aligncenter" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mergulhe_Triunfo_Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>As ruas de paralelepípedo de Triunfo, cercadas por casarios antigos e históricos, são a trilha de muitos caretas durante os dias de Carnaval. O chão sofre com pisadas, pulos e estalos dos relhos, mas com a folia carnavalesca e a alegria dos foliões, caretas e apreciadores desta festa genuinamente triunfense, quase não conseguem ver a pavimentação histórica que percorre a cidade.</p>
<p>Localizada no Sertão de Pernambuco, a cidade possui apenas 15 mil habitantes, mas esta população multiplica de tal maneira que durante os quatro dias de Momo, mais de 100 mil pessoas circulam pelo município, encantando-se com a Terra dos Caretas.</p>
<p>O careta é essa figura colorida de chapéu estruturado, de onde saem longas fitas de cetim. Acompanhada sempre por um relho (chicote) na mão, o personagem é cheio de mistérios, a começar pela sua indumentária.</p>
<p>Começamos pelo relho, acessório indispensável ao mascarado. Para entendermos um pouco da história desse instrumento, conversamos com Seu Quadrado, ou Arnaldo Antônio da Silva, de 63 anos. Há mais de 30 ele confecciona relhos. “Eu gosto dos caretas, porque é uma animação. É uma tradição que a gente tem aqui todos os anos e se não tiver o relho pra eles, não tem nada. Se sair o camarada mascarado e não tiver o relho para dar um estalo, não tem careta”, comenta o artesão. Mesmo diante da deficiência visual que veio logo cedo, desde criança, ele não encontra obstáculos para fazer seus chicotes.</p>
<p>“Desde pequeno eu faço esse trabalho e quando eu fazia, era para brincar. Depois eu levei a sério, comecei a fazer relhos em corda de agave. Aí apareceu o relho de couro e depois passamos a fazer com corda de cera”, descreve Seu Quadrado. Mas quando indagado se ele se contentou apenas em fazer relhos, o mestre falou que por muitos anos, também saiu de careta pelas ladeiras de Triunfo. Uma das boas lembranças que tem desta época são as brincadeiras. “Quando eu brincava de careta, a gente chateava os caretas, chamando eles de perna manca, essas coisas. E não dava noutra, eles corriam atrás da gente dando lapada com seus relhos e a gente subia nas escadarias das casas por aí com tudo”, fala Seu Quadrado, entre risos constantes.</p>
<p>A alegria com que Seu Quadrado faz os relhos e as tabuletas – plaquinhas que também compõem a fantasia com dizeres populares criados por eles – é contagiante. Percebe-se claramente que a cultura dos caretas é forte e vive intimamente no cotidiano dele e de sua família. Assim como Seu Quadrado, outros moradores de Triunfo também trabalham para que a cultura popular não se desgaste com o tempo e as mudanças culturais. O careta (e artesão) Nino Abraão, 40 anos, é um deles. Há dez anos ele mantém uma oficina e é responsável pela Treca Alto Astral. “A gente, desde o início, tem o trabalho de base com crianças e não existe outro modo de manter a cultura viva, porque estas crianças vão ser o que vai nos substituir e dar continuidade a esta história”, enfatiza Nino.</p>
<p>Como manda o costume, as trecas se reúnem todos os anos para confeccionar suas indumentárias, colaborando para que cada um dos integrantes possa ajudar o outro e, o principal, manter acesa a chama do mistério que circunda a figura do careta. “Os caretas usam essa indumentária colorida, com calça, camisa, máscara, chapéu, botas e luvas, para se esconder durante a brincadeira. Até a voz o careta disfarça para que ninguém o reconheça, porque se a identidade do careta for relevada, perdeu-se o carnaval”, fala o careta Nino Abraão.</p>
<p><b>AS MULHERES</b></p>
<p>Uma brincadeira que exige fôlego do brincante, além de força para poder relhar ladeiras abaixo de Triunfo, soa como uma tradição apenas masculina, mas não é. Em 1975, Fátima Dantas quebrou o reinado dos homens, ainda criança, e abriu caminho para as mulheres participarem da brincadeira. “Meus irmãos sempre foram caretas, é uma tradição de família na qual eu sempre quis participar, mas que me era negada, porque diziam ser uma brincadeira só de homens. Foi aí que, outro dia, um deles da treca faltou e eu fui. Aproveitei o traje, inclusive a tabuleta, e me vesti. Meus irmãos ainda queriam me proibir de sair, mas outros integrantes da treca os convenceram a me deixar entrar”, disse a careta, que mesmo ainda não sabendo relhar, foi pra rua e continua indo até hoje, durante o Carnaval.</p>
<p>A mãe de Fátima, Dona Expedita, foi, aliás, a primeira e única mulher a fazer máscaras para os caretas. Devido ao Mal de Parkinson, suas mãos tiveram que abandonar o ofício. Sua técnica era diferente, com molde de madeira. Ela fazia as máscaras e o marido pintava. “Os caretas de antes saíam sempre com a pior roupa que tinham. Hoje, não. Os caretas de Triunfo são lordes”, compara Dona Expedita, de 86 anos.</p>
<p>A participação das mulheres no Carnaval dos caretas de Triunfo não fica por aí. Maria da Penha é um exemplo desta tradição familiar, que coloca os caretas como seu grande legado. “Meu pai, Mestre Zuza, foi um dos fundadores dos caretas de Triunfo e foi por conta disso que desde meus 14 anos aprendi com minha mãe a costurar as roupas dos caretas. Antes era só uma brincadeira da família, mas hoje virou meu ganha-pão. Além de gostar do que faço, virou meu meio de vida”, fala a costureira, que costuma ter sua sala cheia de panos coloridos, linha e paetês, enquanto exerce uma das atividades que mais lhe dá prazer na vida.</p>
<p>Durante a viagem que fizemos a Triunfo para mergulhar um pouco neste universo que circunda os caretas, também conhecemos o ex-careta Ednaldo Magalhães, de 74 anos. E foi ao som dos estalos dos relhos da Treca Alto Astral que descia a ladeira da igreja da cidade que Ednaldo falou dos tempos em que brincava: “Fui careta até não aguentar mais, gostava muito de me vestir e sair com o grupo do Alto da Boa Vista a estalar relhos por aí. Lembro-me que marcávamos para no Carnaval nos encontrarmos com o grupo da Borborema, para trocar relhadas.”, acrescenta o ex-careta, ao revelar que antigamente as trecas mantinham a tradição de se confrontarem.</p>
<p><b>A HISTÓRIA</b></p>
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<p>Toda a magia que vela a história dos caretas se deve à sua origem no reisado, com a figura do Mateus. O careta Nino Abraão conta a história popular que marca o nascimento dessa figura: “Certa vez tinha uma apresentação na rua durante o reisado e Mateus estava muito empolgado. Já na prévia ele começou a encher a cara, aí então quando chegou na rua, ele já não tinha condições. Acabou sendo expulso e saiu brincando pelas ruas. Foi então que ele pegou um chicote de mangalheiro (usado para conduzir os animais) e continuou a andar brincando pelas ruas, tomando umas e outras. Aí os jovens da época tiveram a ideia de se fantasiar deste personagem durante o Carnaval”. Pelos ditos populares, foi assim que nasceu o careta, essa figura típica do Carnaval triunfense cuja história, imersa entre o sagrado e o profano, ainda guarda muitos mistérios.</p>
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