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	<title>Portal Cultura PE &#187; Carla Francine</title>
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		<title>Filme pernambucano é destaque no 56° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:59:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107091" aria-labelledby="figcaption_attachment_107091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03.png"><img class="size-medium wp-image-107091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03-607x314.png" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Longa-metragem Sekhdese, de Alice Gouveia e Graciela Guarani</p></div>
<p>O filme <em>Sekhdese</em> mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima Arte do País: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que chega à 56ª edição. A avant-première acontece nesta quarta-feira (13), no Cine Brasília, com a presença das diretoras e equipe de produção.<br />
Sekhdese é uma expressão carregada de significado, sendo uma palavra &#8211; em yathê &#8211; na língua fulni-ô, que traduzida para o português significa sabedoria. Estruturado em depoimentos colhidos de 2018 a 2023, durante expedições às aldeias indígenas, e com registros de manifestações em Brasília, o documentário expõe a verdadeira sabedoria presente nos relatos das mulheres.<br />
De acordo com as diretoras, a ideia de fazer o filme surgiu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. Na época Alice e Graciela estavam ministrando oficinas de realização audiovisual e fazendo filmes curtos com um grupo de alunos quando resolveram começar a entrevistar as mulheres do local.<br />
“O que acreditamos ter é um importante conjunto de relatos que tragicamente parecem convergir para questões relativas ao neocolonialismo empreendido pelas igrejas neopentecostais. Em boa parte dos depoimentos percebemos uma preocupação explícita sobre os valores e crenças singulares do local que estão sendo esmaecidos pela presença dos religiosos evangélicos”, afirmam as diretoras.<br />
Essas narrativas revelam um valioso fortalecimento das mulheres enfatizando as batalhas pela proteção da terra, pela preservação da cultura, pela defesa do meio ambiente e contra o etnocídio desencadeado pelas ações das igrejas neopentecostais.<br />
<em>Sekhdese</em> é a mais nova produção da Casa de Cinema de Olinda e tem patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco. Segundo a produtora executiva Carla Francine, o longa teve início com uma iniciativa de formação audiovisual. “O filme começou no projeto chamado Cinema de Índio, que a gente fez em nove etnias de Pernambuco. A gente foi pelo menos umas três vezes para Brasília, na marcha das mulheres indígenas, nos Acampamentos Terra Livre (ATL). Tem um filme aí muito bonito, que fala de coisas muito importantes para o Brasil e para a humanidade”, conclui.<br />
De acordo com Graciela Guarani e Alice Gouveia, “Sekhedese nasce de dezenas de entrevistas com mulheres indígenas em Pernambuco e seus relatos de resistências que denunciam as diversas violências que permeiam o povo indígena”.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Sekhdese significa sabedoria, em yathê, língua do povo fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas que expôe a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p><strong>DIRETORAS -</strong> Alice Gouveia é professora universitária, diretora de audiovisual e finalizadora. Trabalha na área desde 1993. É técnica em direção cinematográfica tendo concluído o curso na New York Film Academy em 1998. Em seu currículo destacam-se as séries <em>Olhares sobre Lilith</em>, <em>Vamos Comer Pernambuco</em>, <em>Destinos da Fé</em> e os curtas-metragens <em>Dora</em> e <em>Nina</em>, dentre outros. É coordenadora pedagógica dos projetos de formação Cinema de Índio e Realizando em 1 Minuto.<br />
Graciela Guarani pertence à nação indígena guarani kaiowá e é uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no Brasil. É professora de cursos promovidos pela ONU Mulheres e do Museu do Índio. Debatedora da mesa redonda Mulheres na Mídia e no Cinema, na 70ª Berlinale (2020). Já realizou vários curtas e é uma das diretoras das séries <em>Cidades (In)visíveis</em>, da Netflix, e da <em>Falas de Terra</em>, da Rede Globo e GloboPlay, e cinegrafista do longa <em>My Blood Is Red</em>, da Needs Must Film, em 2017.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Direção: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Argumento: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Roteiro: Alice Gouveia, Graciela Guarani e Caleb Benjamin<br />
Produção e produção executiva: Carla Francine<br />
Direção de produção: Carla Francine e Mauro Lira<br />
Direção de fotografia: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Som direto: Tiago Araújo e Fernanda Misaw<br />
Edição de som e ixagem: Tiago Araújo<br />
Montagem e finalização de imagem: Alice Gouveia<br />
Empresa produtora: Casa de Cinema de Olinda</p>
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		<title>Alunos de escolas públicas participam de formação no setor audiovisual</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2021 16:03:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84315" aria-labelledby="figcaption_attachment_84315" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/making-of-1-meu-passado.png"><img class="size-medium wp-image-84315" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/making-of-1-meu-passado-607x332.png" width="607" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">90 alunos da rede pública vão participar da formação</p></div>
<p>A Casa de Cinema de Olinda comanda, nesta quarta-feira (5), uma aula extracurricular para 90 alunos da rede pública do ensino médio de Pernambuco sobre a cadeia produtiva do audiovisual. A atividade, que será mediada pelos produtores Mauro Lira e Carla Francine, contará com a exibição do making of do longa &#8220;Meu Passado Me Condena&#8221;, que teve mais de três milhões de espectadores nos cinemas, além de ter sido exibido em canais de TV do país, dirigido por Julia Rezende e produzido pela Morena Filmes, que apoia a iniciativa, junto à Secretaria de Educação estadual através da sua Secretaria Executiva de Educação Integral e Profissional, que mobilizou o público alvo.</p>
<p>Após a exibição, os produtores conversarão com alunos do ensino médio de quatro escolas sendo três do Recife e uma de Caruaru, sobre o setor que em 2018 injetou 26,7 bilhões de Reais na economia brasileira e 3,5 bilhões em impostos diretos e indiretos, segundo dados da ANCINE (Agencia Nacional de Cinema), gerando mais de 300 mil empregos e representando 0,46% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil.</p>
<p>Os produtores falarão sobre os diversos elos da cadeia produtiva, e das várias profissões envolvidas e das possibilidades de trabalho no setor, além das oportunidades de formação em Pernambuco, que além dos cursos superiores nas universidades públicas e privadas no estado, que conta agora com uma nova Escola Técnica do Audiovisual funcionando na Cidade de Caruaru, mantida pela Secretaria de Educação do Estado.</p>
<p>O setor que até 2018 vinha numa grande ascendência, com uma taxa de crescimento de 8,8% ao ano, tem enfrentado dificuldades com a paralisação de importantes mecanismos de fomento nacionais, mas para os produtores &#8220;é uma fase ruim, que todos estamos enfrentando e que passará. Até porque o mundo está cada vez mais imagético e audiovisual, e o setor tem alta capacidade de inovação e adaptação, sendo uma força motriz da economia e da geração de empregos em todo o mundo e não será diferente no Brasil” afirma Carla.</p>
<p>A atividade é uma reciprocidade ao Edital da Lei Aldir Blanc para Espaços Culturais promovido pela Prefeitura do Recife.</p>
<p><strong>Sobre os facilitadores</strong></p>
<p><strong>Carla Francine -</strong> É formada em Jornalismo e pós-graduada em Gestão e Produção Cultural. Atua no audiovisual desde a década de 1990, já participou da produção de mais de 150 documentários, filmes e séries nas funções de produtora, assistente de direção, roteirista e diretora. Entre 2007 e 2014 foi Coordenadora de Audiovisual do Governo de Pernambuco e de 2017 a 2018 integrou o Comitê Gestor do FSA/ANCINE, pela sociedade civil. É sócia da Casa de Cinema de Olinda, fundada em 2016, que tem foco na produção de obras audiovisuais de longa metragem e séries para TV, além de projetos de formação e difusão.</p>
<p><strong>Mauro Lira -</strong> Tem experiência diversificada adquirida ao longo de 30 anos, nos vários segmentos de marketing cultural, projetos educativos, sociais, culturais e de entretenimento abrangendo desde a concepção, estruturação, realização e finalização, atuando como produtor. Na área de audiovisual já integrou a equipe de vários projetos de séries e filmes documentais e ficcionais, de formação, e de festivais e mostras de cinema, a exemplo do Cinema de Índio, Recifest &#8211; Festival de Diversidade Sexual e de Gênero.</p>
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		<title>7º Recifest está com inscrições abertas para suas oficinas gratuitas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 15:58:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60214" aria-labelledby="figcaption_attachment_60214" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Marlom_Meirelles_credito_BetoSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-60214" alt="Beto Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Marlom_Meirelles_credito_BetoSantos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Marlom Meireles comandará a oficina Documentando dentro da programação formativa do festival</p></div>
<p>A 7ª edição do Recifest (Recife &#8211; Festival de Cinema de Diversidade Sexual e de Gênero) deu início, nesta terça-feira (29), às inscrições das oficinas audiovisuais que vão promover ao longo do mês de novembro na capital pernambucana. O processo de inscrição segue até o próximo dia 9 de novembro (sábado) &#8211; podendo ser encerrado antes, de acordo com o preenchimento total das vagas. As inscrições são gratuitas e direcionadas a pessoas com mais de 16 anos, não sendo necessária experiência prévia com o audiovisual.</p>
<p>Na programação das atividades, coordenadas por Mauro Lira e Manu Dias, nomes como Alice Gouveia, coordenadora de extensão do curso de Cinema da Universidade Federal de Pernambuco, e Marlom Meirelles, cineasta responsável pelo projeto itinerante Documentando. André Antônio, Carla Francine e Milena Evangelista são outros especialistas que participam dos cursos como professores voluntários. Essa edição do Recifest também reforça as tradicionais parcerias com a ONG Gestos e o Espaço Pasárgada.</p>
<p>Ao todo, são quatro oficinas disponíveis. “Realizando em 1 minuto”, que fala sobre técnicas, teorias e prática para a produção de vídeos de um minuto; “Elaboração de Projetos Audiovisuais”, que busca capacitar alunos para transformar ideias em projetos competitivos, capacitando-os para atuarem como empreendedores na área; “Imagens Queer”, que aborda a teoria queer, surgida no contexto norte-americano dentro dos processos e obras da América Latina; e “Documentando”, que estimula o olhar do aluno para a realização de obras documentais.</p>
<p>Para se inscrever, os interessados devem preencher um formulário simples pela internet.<br />
Mais informações, acesse: <a href="https://www.facebook.com/Recifest" target="_blank"><strong>www.facebook.com/recifest</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/recifestoficial/" target="_blank"><strong>@recifestoficial</strong></a></p>
<p>Saiba mais sobre as oficinas <a href="https://casadecinemape.wixsite.com/recifest/oficinas?fbclid=IwAR3ZW-9IInaf8P_0ZstXd7kS6sCZ11H9l742g5OLtL-B4HIvpdvuu06kRpQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Funcultura promove diálogos sobre incentivo à cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 23:26:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Como ter acesso aos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura)? Com o objetivo de responder esta e outras perguntas sobre financiamento a projetos culturais, a Secretaria de Cultura de Pernambuco, Fundarpe e Diretoria de Gestão do Funcultura estão realizando diversas rodas de diálogo durante o 23º Festival de Inverno de Garanhuns. Na terça-feira (23) e quarta-feira (24), os encontros foram direcionados às áreas de literatura e audiovisual. Confira abaixo as datas e locais dos próximos encontros.</p>
<p dir="ltr">Na Praça da Palavra, os assessores do Funcultura, Ellen Amaral e Rodrigo Otávio, e o coordenador de Literatura da Secult-PE, Wellington de Melo, explicaram na manhã de segunda-feira (23) sobre as possibilidades de incentivo a projetos literários: bolsas para escritores; edição e reedição; formação ou renovação de acervos de bibliotecas e salas de leitura; iniciativas de formação; festivais e eventos; sites, revistas, programas de rádio sobre literatura; entre outros. Os critérios de avaliação dos projetos também foram esclarecidos.</p>
<p dir="ltr">Boa parte do público presente faz parte da Academia de Letras de Garanhuns, fundada em 1977. “Foi um papo maravilhoso, estávamos com muitas dúvidas e este momento foi bom para esclarecermos sobre como podemos nos ‘encaixar’ no Funcultura”, afirmou o escritor Carlos Guedes, ao final do encontro.</p>
<p dir="ltr">Na manhã desta quarta-feira (24), a roda de diálogo aconteceu no Ambiente Criativo, instalado no Parque Euclides Dourado, com a presença da coordenadora do Audiovisual, Carla Francine, e do assessor do Funcultura, Rodrigo Otávio. “O edital do Audiovisual surgiu a partir da mobilização do setor, que se organizou para reivindicar uma política específica. O Governo entendeu a importância de investir no audiovisual para a economia e a projeção do Estado”, explicou Carla Francine.</p>
<p dir="ltr">Sobre os desafios do audiovisual pernambucano, Carla citou a inserção dos filmes nas salas de exibição. “Nosso principal ‘gargalo’ é a distribuição. É importante a gente se ver. Lutamos contra a hegemonia do cinema americano. Não queremos exibir apenas em Pernambuco, buscamos romper fronteiras, exibir no Brasil e no mundo. Também incentivamos a atividade cineclubista para escoar a produção”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Ao final dos debates, o público foi convidado a visitar ao Espaço do Funcultura, instalado no Parque Euclides Dourado. O local abriga livros e publicações sobre arte, gastronomia, história, literatura, fotografia; CDs e DVDs; e mostra com a linha do tempo sobre os 10 anos do fundo de incentivo à cultura. Produzido com reaproveitamento de tubos de papelão e de pallets de madeira, o espaço conta com estantes, bancos para leitura e pufes para assistir filmes e shows na TV.</p>
<p dir="ltr">RODAS DE DIÁLOGO FUNCULTURA</p>
<p dir="ltr">25/07 | 13h30| Patrimônio | AESGA – Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Av. Caruaru, 508 – São José)</p>
<p dir="ltr">25/07 | 16h30 | Fotografia | AESGA – Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Av. Caruaru, 508 – São José)</p>
<p dir="ltr">26/07 | 10h |Circo, Dança, Ópera e Teatro | Ambiente Criativo (Parque Euclides Dourado)</p>
<p dir="ltr">26/07 | 15h | Artesanato, Artes Plásticas, Artes Integradas, Moda e Design |Galeria das Artes (Av. Dantas Barreto, 34 – Santo Antônio)</p>
<p dir="ltr">27/07 | 14h | Música | AESGA – Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Av. Caruaru, 508 – São José)</p>
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		<title>Mais de três mil pessoas acompanharam as ações de audiovisual no FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 18:34:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aproximadamente 3500 pessoas assistiram à programação de filmes nacionais no Cine Eldorado Foram sete dias de intensa movimentação do cenário audiovisual durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A 8ª Mostra de Cinema do FIG e o projeto FIG Animado reuniu, de 13 a 19 de julho, aproximadamente 3500 pessoas que assistiram no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Aproximadamente 3500 pessoas assistiram à programação de filmes nacionais no Cine Eldorado</p>
<div id="attachment_6118" aria-labelledby="figcaption_attachment_6118" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-6118" alt="Sessão especial de cinema para portadores de síndrome de Down e Autismo no Cine Eldorado. (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Sessão especial de cinema para portadores de síndrome de Down e Autismo no Cine Eldorado. (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Foram sete dias de intensa movimentação do cenário audiovisual durante o 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A 8ª Mostra de Cinema do FIG e o projeto FIG Animado reuniu, de 13 a 19 de julho, aproximadamente 3500 pessoas que assistiram no Cine Eldorado filmes nacionais, entre ficções, animações e documentários voltados para o público infantil e adulto.</p>
<p>Numa edição em que o audiovisual chegou a um público bastante variado, Carla Francine, coordenadora da linguagem na Secretaria de Cultura de Pernambuco, avalia que o mais importante foi tornar as sessões inclusivas. “Tornas as sessões do FIG Animado inclusivas possibilitou pessoas com deficiência integrarem o público que assistiu aos filmes, isso foi muito bacana”, enfatizou a coordenadora, que disse que, porque a ação foi bastante elogiada, permanece a missão de inserir na programação das próximas edições do festival mais sessões inclusivas.</p>
<div id="attachment_6121" aria-labelledby="figcaption_attachment_6121" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-05.jpg"><img class="size-medium wp-image-6121" alt="Público que aproveitou as sessões inclusivas do FIG Animado" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-05-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Público que aproveitou as sessões inclusivas do FIG Animado</p></div>
<p dir="ltr">Durante as sessões no Cine Eldorado, o público também foi convidado a participar de debates com os realizadores de alguns dos filmes exibidos. Os cineastas Kátia Mesel e Cláudio Assis participaram dos debates. Diretora do documentário “O Rochedo e a estrela”, Kátia disse estar feliz com a sessão, fato que inaugura a interiorização de seu filme. “É um filme que estimula o debate e de função paradidática. Depois de Garanhuns, vamos exibir o longa no Festival de Triunfo e há planos para Afogados da Ingazeira e outras cidades”.</p>
<p style="text-align: left;">Além das sessões de cinema outras ações marcaram as atividades de audiovisual durante o FIG, como o lançamento do site <a title="www.cinemapernambucano.com.br" href="http://www.cinemapernambucano.com.br" target="_blank">www.cinemapernambucano.com.br</a>, espaço colaborativo que surge como proposta de ser um banco de dados sobre o cinema pernambucano. Segundo suas idealizadoras Isabela Cribari e Germana Pereira, este espaço é uma forma de reunir informações que estão dispersas ou simplesmente não existem, dando visibilidade ao cinema produzido no Estado.</p>
<p style="text-align: left;">O projeto Mostra Itinerante Cinema na Estrada que acontece em todos os festivais da Secult também esteve presente no FIG e levou para as comunidades rurais e quilombolas de Garanhuns, sempre às 19 horas, os filmes “Fulô de Açucena” (Fic, 9 min, 2011), de Marcos Carvalho; “Vou estraçaiá” (Fic, 20 min, 2010), de Tiago Leitão; “Lapada seca” (Exp., 11 min., 2009), Coletivo Macunaíma Colorau/Povo Indígena Truká; “Dia estrelado” (Anim, 17 min, 2011), de Nara Normande; “Até onde a vista alcança” (Doc., 20 min, 2007), de Felipe Peres; “Menina do algodão” (Fic, 6 min, 2003), de Daniel Bandeira e Kleber Mendonça Filho; “Até o sol raiá” (Anim, 12 min, 2008), de Fernando Jorge e Leandro Amorim e “Cinema americano” (Documentário, 15 minutos, 2011), de Taciano Valério.</p>
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