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	<title>Portal Cultura PE &#187; Carlos Mélo</title>
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		<title>Museu Murillo La Greca inaugura mostra com obras de nove artistas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95215" aria-labelledby="figcaption_attachment_95215" class="wp-caption img-width-494 alignnone" style="width: 494px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-95215" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo-494x486.jpg" width="494" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra &#8220;O segundo rastejo&#8221;, de Abròs Barros, será uma das que ficarão em cartaz no Museu Murillo La Greca</p></div>
<p>O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço até o dia 10 de setembro, com visitação gratuita.</p>
<p>Além dos artistas selecionados para essa mostra, as obras de Amanda Melo, Cristiano Lenhardith, Bruno Vilela, Carlos Melo e Rodrigo Braga compõem o acervo geral da instituição que conta com mais de 1.200 peças de arte, 85% delas de autores regionais. Ao todo, a exposição no Museu Murillo La Greca terá 25 obras.</p>
<p><em>“Interdisciplinaridade e diversidade são as tônicas das afinidades entre as gerações dos artistas pernambucanos apresentados na exposição onde podemos observar os seus modos e práticas artísticas”</em>, explica Beth da Matta, curadora da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Murais nas agências</strong></span><br />
Para complementar a exposição, oito agências do BNB em Pernambuco receberão painéis de artistas locais. As unidades das cidades Paulista, Goiana, Ouricuri, Cabo de Santo Agostinho, Limoeiro, Garanhuns, Bom Conselho e Surubim começam a receber as pinturas a partir do segundo semestre. O BNB irá realizar um edital para selecionar os artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da Exposição Acervo Artístico do Banco do Nordeste em Pernambuco<br />
Local: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Data: 14 de julho de 2022<br />
Horário: 19h<br />
Duração da exposição: 15 julho a 10 de setembro de 2022<br />
Dias e horário de visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, das 15h às 18h<br />
Entrada franca<br />
Curadoria: Beth da Matta e Jacqueline Medeiros</p>
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		<title>Barro como matéria prima da arte é tema do Ciclo de Debates Agreste Telúrico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 13:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62992" aria-labelledby="figcaption_attachment_62992" class="wp-caption img-width-428 aligncenter" style="width: 428px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/performance_carlos-melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-62992  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/performance_carlos-melo-428x486.jpg" width="428" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Numa das atividades da programação Carlos Mélo, idealizador do projeto, fará uma performance nesta sexta-feira (14)</p></div>
<p style="text-align: left;">Até o próximo sábado (15) o Museu do Barro de Caruaru sedia uma série de debates e performances do projeto Agreste Telúrico, idealizado pelo artista Carlos Mélo A proposta da iniciativa é realizar ampliar as discussões levantadas na primeira Bienal do Barro do Brasil, <em>Água mole, pedra dura</em>, realizada em 2014, e também discutir a importância da mostra para a região.</p>
<div id="attachment_62993" aria-labelledby="figcaption_attachment_62993" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_9225.jpg"><img class=" wp-image-62993   " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_9225-324x486.jpg" width="292" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Além do Agreste Telúrico, Mélo também criou a Bienal do Barro do Brasil, realizada em 2014 com o tema &#8216;Água mole, pedra dura&#8217;, e que será pauta das discussões deste evento</p></div>
<p><em>“Quando comecei a pensar a bienal, lá atrás, existia uma dúvida se chamaria o evento realmente de bienal, devido ao desgaste da palavra. Mas como era a primeira, optei por manter esse nome, numa espécie de contravenção. Criei essa mostra que pretendia discutir a questão do barro, indo além da cerâmica. Agora, voltamos a falar sobre a necessidade e a finalidade de uma bienal e o porquê de ter uma em que o barro seja o ponto central de reflexão”,</em> explica Carlos Mélo, que também fará uma performance nesta sexta-feira (14).</p>
<p>Além do debate que propõe, a iniciativa tem o objetivo de se colocar como um espaço de reflexões sobre as relações do barro, da tradição, da memória, da história com a arte contemporânea, bem como o lugar dos artesãos e o cenário cultural do agreste pernambucano.</p>
<p><em>“A bienal só faz sentido se estiver em total conexão com os interesses da comunidade, e possa assim criar condições, não só para o resgate da tradição, mas também para propor em sua continuidade a ampliação e produção de novos sentidos”,</em> defende Carlos Mélo.</p>
<p>O ciclo de debates também aposta na descentralização, invertendo o fluxo – já que as bienais acontecem normalmente nas capitais, e não no interior. Nesta sexta-feira (14/09), haverá o &#8216;AGRESTE/RESGATE&#8217;, que revela questões relacionadas ao lugar da sua história, memória e tradição. Participam deste encontro os palestrantes José Rufino (PB) e Carlos Mélo (PE), além dos mediadores Juliana Leitão (PE), Sonia Costa (BA) e Abel Carvalho (PE).</p>
<p>Já no sábado (15/09) é a vez do encontro &#8216;Por que uma Bienal do Barro?&#8217;, com palestras de Sonia Costa (BA), Carlos Mélo (PE) e Marcelo Cidade (SP), e mediação de Abel Carvalho (PE) e Paulo Carvalho (PE). A ideia é discutir qual a simbologia da matéria prima do barro e o que ela representa como contribuição para a contemporaneidade.</p>
<p>No primeiro dia do evento, na quinta-feira (13), foi realizada uma discussão com o mote &#8216;Por que uma Bienal?&#8217;, com a participação de Raphael Fonseca (RJ), que foi o curador da primeira edição da mostra, e de Marcus Lontra (SP), outro nome de destaque na cena curatorial brasileira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Ciclo de Palestras e Perfomance Agreste Telúrico</em><br />
Até sábado (15) | 14h às 18h<br />
Museu do Barro de Caruaru<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Programação final do Ciclo de Debates Agreste Telúrico</strong>:</p>
<p><strong>Sexta-feira (14/09)</strong><br />
AGRESTE/RESGATE.<br />
O anagrama AGRESTE/RESGATE suscita questões relacionadas ao lugar da sua história, memória e tradição.<br />
Palestrantes: José Rufino (PB) e Carlos Mélo (PE).<br />
Mediadores: Juliana Leitão (PE), Sonia Costa (BA) e Abel Carvalho (PE). Encerramento com performance de Carlos Mélo.</p>
<p><strong>Sábado (15/09)</strong><br />
Por que uma Bienal do Barro?<br />
Qual a simbologia da matéria prima do barro e o que ela representa como contribuição para a contemporaneidade.<br />
Palestrantes: Sonia Costa (BA), Carlos Mélo (PE) e Marcelo Cidade (SP).<br />
Mediadores: Abel Carvalho (PE) e Paulo Carvalho (PE)</p>
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		<title>Inscrições abertas para o primeiro Colóquio de Fotografia de Caruaru</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 19:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 15 e 17 de agosto, acontecerá o Colóquio de Fotografia de Caruaru, que realiza, pela primeira vez, um grande evento de diálogo sobre fotografia no agreste. As inscrições para participar das atividades da programação estão abertas para qualquer pessoa que quiser discutir, analisar e propor desenvolvimento de ideias inovadoras ao mercado e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62296" aria-labelledby="figcaption_attachment_62296" class="wp-caption img-width-596 alignnone" style="width: 596px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Facebook</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/31791442_10209679788586115_6307941549065895936_n.jpg"><img class="size-large wp-image-62296" alt="Reprodução/Facebook" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/31791442_10209679788586115_6307941549065895936_n-596x600.jpg" width="596" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O artista visual Carlos Melo integra uma das mesas de debate que compõem a programação do Colóquio.</p></div>
<p>Entre os dias 15 e 17 de agosto, acontecerá o Colóquio de Fotografia de Caruaru, que realiza, pela primeira vez, um grande evento de diálogo sobre fotografia no agreste. As inscrições para participar das atividades da programação estão abertas para qualquer pessoa que quiser discutir, analisar e propor desenvolvimento de ideias inovadoras ao mercado e à cena fotográfica da região.</p>
<p>Vale destacar que as pessoas com deficiência também contarão com recursos de acessibilidade, como no auditório do Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES &#8211; UNITA), onde haverá interpretação em libras, rampas, piso tátil e estrutura acessível, e no Armazém da Criatividade, onde haverá leituras de portfólio para orientar e provocar reflexões sobre trabalhos de destaque no interior do Estado.</p>
<p>Os interessados devem preencher o formulário disponível no site do evento (<a href="http://coloquiodefotografia.com.br/vs1/">www.coloquiodefotografia.com.br</a>), onde também é possível ter acesso à programação completa e detalhada. As inscrições vão até o completo preenchimento das datas e são gratuitas.</p>
<p>O evento conta ainda com a participação de convidados, agentes da cadeia fotográfica tanto do Agreste quanto de outras localidades &#8211; os fotojornalistas Alexandre Belém, Arnaldo Carvalho, Breno Laprovítera e Roberta Guimarães; o artista visual Carlos Melo; a produtora cultural Mariana Lima; os fotógrafos e professores universitários Eduardo Queiroga (AESO Barros Melo) e Diógenes Barbosa (ASCES – UNITA); e os representantes do Fotoclube A Feira, grupo fotográfico de destaque na cena caruaruense.</p>
<p>A iniciativa é aberta tanto a profissionais quanto a amadores, e até mesmo a pessoas de outras áreas que tenham interesse em conhecer mais sobre o universo da Fotografia.&#8221;<em>Queremos que fotógrafos que atuam no interior tenham mais visibilidade e reconhecimento, como também que pessoas de outras áreas possam enxergar a Fotografia como profissão, arte, conceito, narrativa&#8230; Um movimento para tornar a Fotografia mais presente e mais forte</em>”, explica o fotógrafo Geyson Magno, idealizador do evento.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
<i>1º Colóquio de Fotografia de Caruaru<br />
</i>Quando: de 15 a 17 de agosto de 2018<i><br />
</i>Onde: Armazém da Criatividade e Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES &#8211; UNITA) – Caruaru<i><br />
</i>Gratuito (mediante inscrições prévias)<i><br />
</i><br />
Inscrições e programação completa: <a href="http://coloquiodefotografia.com.br/vs1/">www.coloquiodefotografia.com.br</a><i></i></p>
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		<title>Carlos Mélo leva exposição para Belo Jardim</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/carlos-melo-leva-exposicao-para-belo-jardim/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2018 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Jardim]]></category>
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		<category><![CDATA[SESC Belo Jardim]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenhos, fotografias e vídeo compõem a exposição individual do artista pernambucano Carlos Mélo, que ocupa a galeria do SESC Ler Belo Jardim a partir desta quinta-feira (24) e fica em cartaz até o dia 28 de julho. A mostra traz parte da produção do artista nos últimos quinze anos, quando explorou diferentes técnicas e suportes. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60865" aria-labelledby="figcaption_attachment_60865" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/emissao-2014-video-11minutos-1.jpg"><img class="size-full wp-image-60865" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/emissao-2014-video-11minutos-1.jpg" width="800" height="534" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do filme &#8220;Emissão&#8221;, que faz parte da exposição de Carlos Mélo no SESC Ler Belo Jardim</p></div>
<p>Desenhos, fotografias e vídeo compõem a exposição individual do artista pernambucano Carlos Mélo, que ocupa a galeria do SESC Ler Belo Jardim a partir desta quinta-feira (24) e fica em cartaz até o dia 28 de julho. A mostra traz parte da produção do artista nos últimos quinze anos, quando explorou diferentes técnicas e suportes. A iniciativa integra a programação da segunda edição da Residência Belojardim, cuja curadoria é de Cristina Tejo e Kiki Mazzucchelli. O projeto é realizado pelo Instituto Baterias Moura tem a proposta de escolher um artista por ano para desenvolver trabalhos que dialoguem com a região agreste de Pernambuco.</p>
<p>No caso de Carlos Mélo, as obras selecionadas abordam imagens e questões recorrentes na trajetória do artista. Com uma pesquisa centrada no corpo como lugar de trânsito de afetos e de produção de múltiplas subjetividades, sua produção se manifesta em uma variedade de plataformas escolhidas de acordo com as demandas de cada projeto. As duas fotografias da série “Véspera” (2004), por exemplo, têm como cenário um auditório tipicamente utilizado para eventos institucionais e corporativos, no qual o artista cria imagens inusitadas que subvertem o protocolo do uso destes espaços que representam o poder.</p>
<div id="attachment_60866" aria-labelledby="figcaption_attachment_60866" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/imagens-de-obras-032-2016_02_04-23_00_35-UTC.jpg"><img class="size-full wp-image-60866" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/imagens-de-obras-032-2016_02_04-23_00_35-UTC.jpg" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Desenhos da série &#8220;Abismos&#8221; também integram a mostra</p></div>
<p>A mesma transgressão também está na série de desenhos “Abismos” (2008), em que o artista apresenta imagens espectrais de corpos em diferentes estágios de fragmentação. Através dessa representação, Carlos Mélo dialoga com o autorretrato, mas propõe um caminho inverso ao do tradicional gênero. Ao invés de retratar a expressividade do indivíduo, ele possibilita a dissolução do eu e de sua abertura para a experiência sensível do mundo – um eu em constante transformação. A exposição conta ainda com o vídeo &#8220;Emissão&#8221; (2014), exibido no 19º Festival de Arte Contemporânea SESC Videobrasil (2015), no qual o artista lê o Manifesto do Rio Negro, redigido em 1978 pelo crítico francês Pierre Restany.</p>
<p>O texto discute o papel da arte e sua relação com a natureza, antecipando em quase quatro décadas questões que tomaram um protagonismo sem precedentes nos debates artísticos contemporâneos. Em sua leitura, Mélo incorpora uma expressão feminina, como um xamã que tem acesso a realidades para além do tempo e espaço presentes. A exposição tem por objetivo contextualizar a obra do artista, que está trabalhando no município desde o início de março na produção do filme de média metragem “Barroco Oco’’, que também é parte da Residência Belojardim e será exibido publicamente no dia 30 de junho.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
<em>Exposição Carlos Mélo</em><br />
Quando: de 24 de maio a 28 de julho de 2018<br />
Onde: Galeria de Artes do SESC Ler Belo Jardim (Rua Pedro Leite Cavalcante S/N, COHAB ll, Belo Jardim – PE)<br />
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira das 09h às 13h e das 14h às 18h.<br />
Informações: (81) 3726-1576<br />
Na internet: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://residenciabelojardim.tk/" target="_blank">residenciabelojardim.tk</a></span><br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/residenciabelojardim/" target="_blank">https://www.facebook.com/residenciabelojardim/</a></span></p>
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