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	<title>Portal Cultura PE &#187; Carminho</title>
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		<title>Dos sentimentos que desabrocham do além-mar</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2014 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;&#8230; Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar &#8220;. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>&#8220;&#8230; <em>Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar</em> &#8220;.</p></blockquote>
<p>Essa frase, escrita por Caetano Veloso, em sua coluna semanal no jornal O Globo, quando da apresentação da cantora portuguesa no Prêmio da Música Brasileira, resume com primor o que simboliza Carminho para a música do seu país, assim como fora dele. E, principalmente, em terras brasileiras. Não só Caetano, mas Chico Buarque, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Alceu Valença também se renderam ao canto dolente, forte e comovente dessa jovem de 29 anos, que demarca, com sua voz, um novo lugar do fado na música contemporânea mundial.</p>
<div id="attachment_10425" aria-labelledby="figcaption_attachment_10425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10425 " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora portuguesa Carminho encantou o público da Praça Dominguinhos ao som de fados portugueses</p></div>
<p>Carminho foi uma das atrações da noite de abertura do 24º FIG, na noite desta quinta (18). A presença cativante da cantora, o caráter envolvente da música que ela gorjeia, altiva e, ao mesmo tempo, delicada, hipnotizaram o público que esteve presente, no Palco Mestre Dominguinhos. Além disso, seus predicados como intérprete, em muito apontam para um (re)encontro de duas culturas que se entrelaçam há mais de 500 anos, falando a mesma língua, não apenas no campo das palavras, mas, principalmente, dos sentimentos. A cantora apresentou um repertório que passeia pelos seus dois primeiros discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012) – o terceiro CD está para ser lançado em outubro.</p>
<p>Fonte principal do seu trabalho, o fado é popularíssimo em seu país, mas ainda com pouco alcance no Brasil, mas, nem por isso, estranho aos ouvidos. Muito da natureza emotiva que se encontra no fado lusitano se assemelha à passionalidade típica do brasileiro. Um canto que requer entranhas, alma e, absolutamente, nenhuma economia de sentimentos. A sua origem é um tanto quanto incerta. Diz-se que incorporou elementos dos cantos dos mouros. Uns (a maioria) sugerem que ela nasceu em Portugal. Outros acreditam que ela foi gestada a partir da simbiose de elementos da modinha e do lundu, no Brasil, tendo sido levada para além-mar pelo imperador português D. João VI. Independente de quaisquer teorias, o fado representa uma tradição do cantar o introspecto humano, a saudade, os amores que doem. Talvez seja essa linguagem tão passional que faz com que o fado consiga domar uma gigantesca plateia que se aglomerava em frente ao palco, contemplando nos momentos corretos e aplaudindo quando assim se mostrava necessário. Todo um respeito àquele canto e à sua intérprete.</p>
<div id="attachment_10426" aria-labelledby="figcaption_attachment_10426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10426   " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesmo diante da chuva, público manteve-se firme para contemplar o canto de Carminho</p></div>
<p>Nisso, reside uma identificação direta quando se percebe quem canta os sentimentos. O show comovente (e envolvente) de Carminho teve uma resposta à altura. Constantemente ovacionada pelo público, era possível notar que ela sentia-se em meio aos seus. Ali, não havia mais Brasil ou Portugal. Ali, havia emoção. &#8220;<em>A profundidade dos sentidos e das emoções e a necessidade que temos de expandir esses sentimentos. Isso, seja da forma mais extrovertida e alegre, como é o brasileiro, ou da forma mais nostálgica, como é o português, mas ambos muito profundos, procuram sempre exteriorizar isso</em>&#8220;, declarou Carminho, após o show, ao falar sobre esse ambiente de similaridades que há na interpretação da música portuguesa e brasileira. E, em seu show, houve uma mescla perfeita disso tudo.</p>
<p>Além dos típicos fados e modinhas portuguesas, estiveram presentes no repertório alguns brasileiros: &#8220;Carolina&#8221;, de Chico Buarque, &#8220;Contrato de separação&#8221;, de Dominguinhos, além “Frevo n° 1”, de Antônio Maria, ganharam, na voz de Carminho, contornos de verdadeiros fados lusitanos. &#8220;<em>Fado é aquilo que eu sinto como meu, que eu posso dar os meus sentimentos e a minha emoção</em>&#8220;, pontua. E o que ela canta – num domínio impressionante de sua voz, que atinge mínimas delicadeza e explode em magnitude nos momentos de maior força – requer um envolvimento seu e também da plateia. O que há de sedutor no canto de Carminho e na desenvoltura dos instrumentistas que a acompanham é realçado pela mínima utilização de recursos outros. Luz mínima, intimista, ausência de cenário (apenas um fundo preto), trazem à linha de frente o que realmente importa ali: a canção.</p>
<p>Devolvendo o fado ao ambiente que lhe é íntimo, muito menos geograficamente, e muito mais sensivelmente, Carminho pretende um reencontro consigo mesma e com sua arraigada identidade portuguesa, mas também um reencontro de identidades que se caracterizam por colocar profundidade, delicadeza e emoção no que entoam. Como o bem disse Caetano Veloso, uma floração, um desabrochar de tudo o que nos bole por dentro. Seja aqui&#8230; ou lá.</p>
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		<title>Noite de abertura do FIG 2014 com alma feminina</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta quinta (17), abertura oficial do festival, quatro mulheres sobem ao <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-mestre-dominguinhos/" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong>. E sob o comando da beleza e força femininas, tem início essa jornada de arte e cultura que tomará conta de Garanhuns pelos próximos 10 dias. Com vocês: Valvulados e Gabi da Pele Preta, Carminho, Alessandra Leão e Vanessa da Mata.</p>
<div id="attachment_10339" aria-labelledby="figcaption_attachment_10339" class="wp-caption img-width-450 aligncenter" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-10339 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n-450x486.jpg" width="450" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora caruaruense Gabi da Pele Preta é convidada do grupo Os Valvulados para abrir a noite de hoje</p></div>
<p>A atração internacional desta noite vem do outro lado do Atlântico e traz a tiracolo a dolência e delicadeza do fado. A cantora portuguesa Carminho chega a Garanhuns com um repertório calcado na fina flor do mais representativo estilo musical lusitano, conhecido no mundo inteiro. Tradição das mais fortes em terras portuguesas, o fado ganhou novos ares na voz desata jovem cantora de 29 anos, que vem chamando a atenção de vários artistas brasileiros, entre eles, Chico Buarque, Nana Caymmi, Caetano Veloso e Milton Nascimento. Entre críticas elogiosas e um merecido reconhecimento em Portugal e no Brasil, Carminho traz a Garanhuns um repertório baseado nos seus dois discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012).</p>
<div id="attachment_30196" aria-labelledby="figcaption_attachment_30196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho.jpg"><img class="size-medium wp-image-30196" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Diretamente de Portugal, a cantora Carminho traz a beleza do fado ao Palco Dominguinhos</p></div>
<p>Na sequência, quem sobe ao palco é a pernambucana Alessandra Leão. A voz forte e melodiosa da cantora, compositora e musicista traça uma linha de resgate das nossas tradições populares, com influências que . Com três CDs solos gravados – “Brinquedo de Tambor” (2006), “Folia de Santo” (2008) e “Brinquedo de Tambor” (2009) – ela traz em sua música os terreiros de Xangô unidos às cordas das guitarras elétricas, num diálogo que coloca à prova nossa capacidade de conectar-se às nossas raízes sem se perder do que ecoa em contemporaneidade.</p>
<div id="attachment_30198" aria-labelledby="figcaption_attachment_30198" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao.jpg"><img class="size-medium wp-image-30198" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Raiz e contemporaneidade dialogam no som de Alessandra Leão</p></div>
<p>Encerrando essa noite feminina de abertura do 24º FIG, quem fecha a programação do Palco Dominguinhos, já varando a madrugada da sexta (18) é a cantora Vanessa da Mata. E ela vem com novidades. É o seu novo CD, “Segue o Som”, recém saído do forno. Sétimo disco de carreira da matogrossense (incluindo o disco tributo a Tom Jobim), o trabalho é produzido pelo requisitadíssimo produtor carioca Kassin, responsável pela sonoridade de grande parte dos trabalhos mais modernos da música brasileira dos últimos anos. No show que ela apresenta logo mais, canções de “Segue o Seco” e, óbvio, os grandes sucessos que são cantados em coro por todo o Brasil e, com certeza, estarão na ponta da língua do público desta noite: “Ai, ai, ai”, “Amado”, “Não me deixe só” e “Ainda bem” devem estar no repertório da cantora.</p>
<div id="attachment_10342" aria-labelledby="figcaption_attachment_10342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra.jpg"><img class="size-medium wp-image-10342 " alt="Marcelo Lyra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem fecha a noite é a cantora Vanessa da Mata, com seu novo disco &#8220;Segue o Som&#8221;</p></div>
<p>Quem abre a noite é a prata da casa, o grupo Os Valvulados, que convidam mais uma voz feminina para subir ao palco, a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta.</p>
<p><strong>Confira os horários da programação desta noite do Palco Dominguinhos</strong></p>
<p><strong>21h</strong> – Os Valvulados e Gabi da Pele Preta<br />
<strong>22h</strong>– Carminho (Portugal)<br />
<strong>23h10</strong> – Alessandra Leão<br />
<strong>0h30</strong> – Vanessa da Mata</p>
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