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	<title>Portal Cultura PE &#187; carnaval 2026</title>
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		<title>Maracatu, frevo e rock dividem o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval em último dia de shows no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 02:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotos: Ray Evllyn/Divulgação A diversidade de ritmos que molda o Carnaval de Pernambuco tomou conta do Jardim do Cais do Sertão, nesta terça-feira (17), durante mais uma noite do Palco Pernambuco Meu País no Carnaval. Em sua quinta e última noite de programação, o espaço reuniu manifestações da cultura popular e sonoridades contemporâneas, reafirmando a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9835.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122928" alt="IMG_9835.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9835.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">A diversidade de ritmos que molda o Carnaval de Pernambuco tomou conta do Jardim do Cais do Sertão, nesta terça-feira (17), durante mais uma noite do Palco Pernambuco Meu País no Carnaval. Em sua quinta e última noite de programação, o espaço reuniu manifestações da cultura popular e sonoridades contemporâneas, reafirmando a pluralidade que define a paisagem sonora do Estado.</p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), o palco recebeu milhares de pessoas ao longo da tarde e da noite, em uma programação que atravessou o Sertão, a Região Metropolitana e o Agreste.</p>
<p dir="ltr">Quem abriu os trabalhos, às 15h30, foi o Boi Fantástico, de Arcoverde. Fundado em 2004, o grupo desfilou em frente ao palco, embalando e interagindo com as famílias que chegavam ao espaço com a força da cultura popular sertaneja e a tradição do boi.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o batuque ancestral do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu tomou conta do público. Patrimônio Imaterial de Pernambuco desde 2009, o maracatu de baque virado carrega 201 anos de história. Seu toque singular é marcado pela zabumba (alfaia), tarol, mineiro e gonguê. Os tambores, antes feitos com barricas de bacalhau e hoje talhados no tronco de macaíba, são tocados com uma baqueta e uma vareta conhecida como “bacalhau”, conferindo identidade própria ao baque do Estrela. Entre coroas, cores e ancestralidade, o grupo reafirmou a potência das tradições afro-brasileiras no Carnaval.</p>
<p dir="ltr">No fim da tarde, às 17h, foi a vez do frevo tomar o palco com o Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda, fundado em 1975. Com estandartes dourados e fantasias vibrantes, o bloco transformou o espaço em um verdadeiro baile a céu aberto, celebrando a energia contagiante do ritmo símbolo da festa.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9763.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122927" alt="IMG_9763.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9763.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Às 18h, a potência afro-religiosa do Afoxé Filhos de Dandalunda levou ao público o encanto do orixá Oxum, divindade ligada às águas doces, à fertilidade e ao amor. Fundado em 2000 e sediado na Imbiribeira, na Zona Sul do Recife, o grupo está ligado ao Abassá Omim Asè de Dandalunda, de tradição Bantu, sob liderança do sacerdote Pai Moacir de Angola.</p>
<p dir="ltr">Às 19h, o multiartista Ciel Santos, natural de Bezerros, apresentou um espetáculo que dialoga com tradição e contemporaneidade. Bailarino, cantor e ator, Ciel revisitou canções do álbum Enraizada (2019), além de clássicos do Carnaval e da cultura popular em novas roupagens instrumentais. Dono de uma voz andrógina e marcante, o artista mescla referências nordestinas a ritmos latinos, jazz e música erudita, criando uma atmosfera que transita entre o clássico e o contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">“O palco do Pernambuco Meu País é fundamental para os artistas pernambucanos apresentarem sua música autoral. Eu sou do Agreste e tô muito feliz de estar fazendo parte do carnaval daqui”, celebrou o cantor antes do seu show.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a noite, às 20h30, a Banda Eddie levou o público ao delírio com sua fusão característica de frevo, surf music, reggae, samba e punk rock. Com sucessos dos álbuns Carnaval no Inferno e Original Olinda Style, além de composições mais recentes, o grupo reafirmou sua relevância na cena musical recifense ao longo das últimas décadas.</p>
<p dir="ltr">“O festival representa bem toda nossa cultura, a cultura mais de raiz, a cultura mais urbana, a cultura techno, entre outras mais, como a banda Eddie, por exemplo. Eu digo também que o Pernambuco Meu País é bacana porque ele é o ano inteiro. Ele percorre várias cidades que às vezes não tem a oportunidade de ver tantas atrações reunidas tocando juntas: do afoxé, frevo, rock n’ roll, reggae até o samba”, destacou Fábio Trummer, vocalista da banda.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9865.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122930" alt="IMG_9865.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9865.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Mais do que um espaço de shows, o Palco Pernambuco Meu País no Carnaval se consolidou como território de encontro entre tradições, linguagens e gerações. Ao reunir no mesmo dia boi, maracatu, frevo, afoxé, experimentações contemporâneas e fusões entre rock e ritmos populares, o palco reafirmou a multiversidade da música pernambucana e garantiu visibilidade a expressões que constroem, de forma coletiva, a identidade cultural do Estado.</p>
<p dir="ltr">Ao oferecer estrutura, público e destaque institucional para esses grupos e artistas, a iniciativa fortaleceu cadeias criativas, valoriza mestres e mestras da cultura popular e projeta novas vozes, assegurando protagonismo a quem mantém viva e em constante transformação a paisagem sonora de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento consolida-se como uma política pública de valorização cultural e desenvolvimento regional.</p>
<p dir="ltr">Com edições no Carnaval, no Verão e no Inverno, o projeto leva programação gratuita e de grande porte a diferentes municípios do Estado, descentralizando ações culturais e ampliando o acesso da população a shows e manifestações artísticas.</p>
<p dir="ltr">Presente em cidades do Litoral ao Sertão, o festival fortalece a cadeia produtiva da cultura, movimenta setores como turismo, comércio e serviços e reafirma seu papel como motor de geração de renda, emprego e transformação social em Pernambuco.</p>
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		<title>Carnaval de Aliança celebra tradição e fortalece identidade cultural na Mata Norte</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Boi Pintado/Divulgação O Carnaval de Aliança – O Carnaval das Tradições consolida o município, localizado na Mata Norte de Pernambuco, como um dos territórios mais representativos da cultura popular do Estado. A cerca de 70 quilômetros do Recife, a cidade se transforma em um grande espaço de vivência cultural, onde o maracatu, os cortejos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122885" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado-519x486.jpg" width="519" height="486" /></a><br />
Foto: Boi Pintado/Divulgação</p>
<p>O Carnaval de Aliança – O Carnaval das Tradições consolida o município, localizado na Mata Norte de Pernambuco, como um dos territórios mais representativos da cultura popular do Estado. A cerca de 70 quilômetros do Recife, a cidade se transforma em um grande espaço de vivência cultural, onde o maracatu, os cortejos, a música e os encontros comunitários expressam um patrimônio vivo, construído e preservado no cotidiano da população. A iniciativa conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), fortalecendo as políticas de valorização e difusão da cultura popular no interior do Estado.</p>
<p>Realizado pela Prefeitura Municipal de Aliança, com produção da Afonso Oliveira Produções e da Roda Produções, e patrocínio do Governo de Pernambuco, do Banco do Nordeste e do Governo Federal, o Carnaval se destaca por valorizar as tradições locais e os saberes ancestrais que atravessam gerações.</p>
<p>O ponto alto da programação acontece no domingo (15). A partir das 13h, moradores e visitantes participam das visitas às sedes dos maracatus e acompanham a chegada dos grupos que se preparam para os cortejos. O momento funciona como um ritual coletivo de fé, pertencimento e afirmação cultural, especialmente nos distritos de Chã de Camará e Upatininga, onde o maracatu é parte estruturante da vida comunitária e da memória das famílias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122886" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a></p>
<p>Ainda no domingo, o Pátio da Cultura recebe, a partir das 16h, a Orquestra Zezé Correia, seguida pelo tradicional Encontro dos Maracatus, reunindo grupos como o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, importante patrimônio cultural do município. Encerrando a noite, às 20h, o show de Maciel Salú amplia o diálogo entre tradição e contemporaneidade, evidenciando a força da música de raiz pernambucana.</p>
<p>A programação tem início no sábado (14), com shows da Família Salu, André Rio e Raphaela Santos, e segue ao longo dos dias com blocos, apresentações culturais e atrações para públicos de todas as idades. Além das manifestações artísticas, o Carnaval de Aliança também valoriza a gastronomia local, com destaque para o tradicional Restaurante A Traíra, cujo preparo do peixe integra a memória afetiva e cultural da cidade.</p>
<p>Mais do que um evento festivo, o Carnaval de Aliança se afirma como espaço de salvaguarda, celebração e renovação da cultura popular, fortalecendo vínculos comunitários e reafirmando a identidade cultural da Mata Norte pernambucana.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Sábado – 14/02</strong><br />
20h – Família Salu<br />
22h – André Rio<br />
00h20 – Raphaela Santos</p>
<p><strong>Domingo – 15/02</strong><br />
10h – Encontro dos Bois<br />
13h – Visita às sedes dos maracatus<br />
16h – Orquestra Zezé Correia<br />
17h – Encontro dos Maracatus<br />
17h – Polo Infantil<br />
20h – Maciel Salú<br />
21h – Encontro dos Maracatus</p>
<p><strong>Segunda-feira – 16/02</strong><br />
10h – Bloco do Povo com André Marreta<br />
12h – Cintia Barros<br />
19h – Bloco O Sambaço<br />
22h – Os Talhas<br />
00h – Andrielly</p>
<p><strong>Terça-feira – 17/02</strong><br />
10h – Encontro dos Maracatus na sede da Associação dos Maracatus de Pernambuco<br />
17h – MC Tróia<br />
19h – Thayk<br />
21h – Carina Lins</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País abre o Carnaval 2026 exaltando a força da música pernambucana</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 12:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O Festival Pernambuco Meu País abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife. A cerimônia contou com a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122834" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (9)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O <strong>Festival Pernambuco Meu País</strong> abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife.</p>
<p dir="ltr">A cerimônia contou com a presença da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause, da secretária de Cultura, Cacau de Paula, da presidente da Fundarpe, Renata Borba, do presidente da Empetur, Eduardo Loyo, de Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, além de outras autoridades e representantes do setor cultural. A noite foi atravessada por momentos simbólicos de reconhecimento a artistas celebrados no Carnaval 2026: Nena Queiroga, Maestro Duda e João Gomes receberam placas de homenagem entregues pela governadora. Já Chico Science foi lembrado em um dos momentos mais emocionantes da abertura: antes do show da Nação Zumbi, um vídeo com depoimento de sua filha, Louise França, foi exibido no telão, comovendo o público e reafirmando a permanência do legado do manguebeat na cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">A noite inaugural apresentou um line-up composto exclusivamente por artistas pernambucanos, em uma escolha curatorial que celebrou a história e a influência do manguebeat. Subiram ao palco Alessandra Leão, Buhr, Mestre Ambrósio, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi, com participação especial de Maciel Salú, e João Gomes, em uma sequência de shows que percorreu diferentes gerações e estéticas da música feita em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Com programação gratuita, o Festival Pernambuco Meu País reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a democratização do acesso à cultura, a valorização dos artistas da terra e o fortalecimento da economia criativa, reunindo públicos diversos e evidenciando a pluralidade de linguagens e territórios sonoros que fazem do estado um dos polos culturais mais pulsantes do país.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122836" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Hesíodo Góes/Secom</p>
<p dir="ltr">“Não existe outro lugar no Brasil, e arrisco dizer no mundo, com tantos artistas extraordinários por metro quadrado como Pernambuco. Estar aqui hoje é celebrar essa força, homenageando em vida nomes como o Maestro Duda, Nena Queiroga e o nosso querido João Gomes, que se tornou uma unanimidade nacional, sem nunca deixar de lado o legado eterno de Chico Science. Pernambuco sempre teve um elenco impressionante de talentos, mas reunir e reconhecer esses artistas em um mesmo palco não é para qualquer lugar. A cultura pulsa nas veias do nosso estado, do Sertão ao Litoral, passando pela Zona da Mata, pelo Agreste e pela nossa capital”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Em sintonia, a secretária de Cultura, Cacau de Paula, celebrou o caráter democrático da iniciativa e o protagonismo da produção local. “O palco do Pernambuco Meu País é o espaço onde essa potência cultural se encontra: diferentes gerações da música pernambucana dividindo a mesma cena, dialogando entre si e com o público. É uma programação gratuita, democrática e diversa, que reafirma nosso compromisso de garantir acesso à cultura e de valorizar quem constrói, todos os dias, a identidade sonora de Pernambuco”, destacou.</p>
<p dir="ltr">O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressaltou o impacto econômico da iniciativa, que antecipou em uma semana a abertura do Carnaval no estado. “O Governo de Pernambuco está ampliando o calendário carnavalesco, trazendo para a Região Metropolitana grandes atrações nacionais e, sobretudo, pernambucanas, e impulsionando a nossa economia. Não é por acaso que as companhias aéreas ampliaram em 10% a oferta de voos em relação ao ano passado. É Pernambuco em movimento, fortalecendo o turismo, gerando empregos e criando oportunidades para a nossa população”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Para Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, a edição de Carnaval amplia ainda mais o alcance da iniciativa. “Este ano, o Carnaval de Pernambuco ganha uma extensão ainda mais potente, celebrando a música pernambucana e aquilo que temos de mais rico no nosso solo sagrado: a nossa cultura. É um movimento que fortalece, valoriza e fomenta a produção cultural do estado em toda a sua diversidade”, pontuou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122827" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO DE SHOWS</strong></p>
<p dir="ltr">A programação musical da noite teve início às 18h, com Alessandra Leão e Buhr, duas artistas fundamentais da música pernambucana contemporânea. Com trajetórias marcadas pela experimentação, pelo diálogo com as tradições populares e por uma postura autoral, ambas apresentaram repertórios que atravessam discos como <em>Macumbas e Catimbós, Acesa, Folia de Santo</em>, no caso de Alessandra, e <em>Eu Menti pra Você</em> e <em>Longe de Onde</em>, de Buhr.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122835" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o Mestre Ambrósio levou ao público um repertório que reafirma sua importância histórica na fusão entre maracatu, ciranda, coco e sonoridades contemporâneas. “Essa noite faz a gente lembrar de um passado muito forte, lá do Abril Pro Rock, quando dividimos o palco com o Mundo Livre S/A, Chico Science e a Nação Zumbi. Poder reviver isso hoje, nesse contexto, é um marco enorme para todos nós”, relembrou Éder Rocha, integrante do grupo.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o Mundo Livre S/A subiu ao palco trazendo a energia e a verve crítica que marcaram o manguebeat desde os anos 1990. Com clássicos do seu repertório, a banda reafirmou seu papel central na construção de uma música urbana, política e profundamente ligada à identidade recifense.</p>
<p dir="ltr">“A gente já vem participando do Pernambuco Meu País, tocamos em Pesqueira e em Caruaru, e é muito importante ver essa iniciativa promovendo a circulação da nossa cultura. Em Caruaru, fizemos um show e vimos jovens da idade do meu filho cantando as músicas. Isso é muito gratificante. Hoje, participar de uma abertura como essa, marcada pelo manguebeat, é ainda mais especial”, destacou Fred 04, vocalista da banda.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122832" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Um dos pontos altos da noite foi o show da Nação Zumbi, que celebrou o álbum <em>Da Lama ao Caos</em>, um dos discos mais influentes da história da música brasileira. Com participação especial de Maciel Salú, o espetáculo reforçou a atualidade da obra de Chico Science e a potência estética e política do manguebeat, emocionando o público em um momento de forte conexão simbólica com a memória do artista.</p>
<p dir="ltr">Antes da apresentação, Louise França, filha de Chico Science, surgiu no telão do palco para uma homenagem ao pai. Em vídeo, ela destacou a permanência simbólica do artista no cotidiano da cidade. “São 60 anos de um homem que vive nos lugares por onde passou, nos muros grafitados da cidade, no copo de cerveja antes do almoço. Ele vive aqui e agora, com vocês, esperando a Nação Zumbi subir a este palco”, afirmou. Em seguida, entoou versos do clássico <em>Mateus Enter</em>: “Cheguei com meu universo / e aterrizo no seu pensamento / trago a luz dos postes nos olhos / rios e pontes no coração / Pernambuco embaixo dos pés / e minha mente na imensidão”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122830" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, João Gomes subiu ao palco e transformou o Terminal Marítimo em um grande coro popular. Fenômeno nacional, o artista levou ao público sucessos que dialogam com o forró, o piseiro e a música nordestina contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Antes de subir ao palco, o cantor se encontrou com a governadora Raquel Lyra, que, além da placa de homenagem do Carnaval deste ano, o presenteou com um conjunto de redes. O artista agradeceu o gesto entoando versos da canção <em>De Mala e Cuia</em>, de Flávio José: “Na minha casa tá sobrando rede / sobra torno na parede / amor pra dar e vender”.</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundarpe e da Empetur, o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição especial de Carnaval, que passa a integrar um calendário contínuo de ocupação cultural em todo o estado.</p>
<p dir="ltr">No sábado (7), o público confere o Cortejo Gigantes de Pernambuco, com o Homem da Meia-Noite, o Galo da Madrugada e os Bonecos Gigantes de Olinda, além do concerto da Orquestra do Maestro Duda, com participações de Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro. A programação inclui ainda o espetáculo Frevo Mulheres, comandado por Nena Queiroga, ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, além dos shows de Priscila Senna e Raphaela Santos, em homenagem ao brega pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a edição, no domingo (8), a programação é dedicada ao pagode, ao samba, à música romântica e ao pop brasileiro, com apresentações do Bloco de Samba A Turma do Saberé e do encontro Mulheres no Samba, que reúne a Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops. O dia conta ainda com shows de Alcione, Belo e Glória Groove.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival realizou uma edição de verão, passando por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Já em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e ampliando a visibilidade dos territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o Pernambuco Meu País reforça seu papel como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>07/02 (sábado)</strong></p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Cortejo Gigantes de Pernambuco com O Homem da Meia Noite, Galo da Madrugada e Bonecos Gigantes<br />
18h30 &#8211; Orquestra do Maestro Duda, com Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro<br />
20h30 &#8211; Frevo Mulheres: Nena Queiroga,Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna<br />
22h30 &#8211; Priscila Senna<br />
0h30 &#8211; Raphaela Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>08/02 (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Bloco de Samba A Turma do Saberé<br />
18h30 &#8211; Mulheres no Samba: Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops<br />
20h &#8211; Alcione<br />
22h &#8211; Gloria Groove<br />
0h &#8211; Belo</p>
<p>&nbsp;</p>
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