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	<title>Portal Cultura PE &#187; carol almeida</title>
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		<title>FestCine inscreve para oficinas sobre videoarte e representação da mulher no cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<description><![CDATA[O 18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas. Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine</strong>, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas.</p>
<div id="attachment_41460" aria-labelledby="figcaption_attachment_41460" class="wp-caption img-width-345 alignright" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine.jpg"><img class="size-medium wp-image-41460" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine-345x486.jpg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual do FestCine 2016</p></div>
<p>Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora Carol Almeida vai facilitar a oficina <strong><em>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</em></strong>. Já a cineasta e educadora Lia Letícia vai orientar o minicurso <em><strong>Videoarte em ação</strong></em>, exibindo e discutindo obras de diversos artistas do gênero, contemplando vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia e videoinstalação.</p>
<p>De acordo com Milena Evangelista, coordenadora do festival, &#8220;as duas atividades formativas desta edição dialogam com questões que &#8211; inclusive para a política pública do audiovisual -, são urgentes, como a promoção da visibilidade e o incentivo ao protagonismo das mulheres no fazer cinematográfico&#8221;. Além disso, &#8220;a ideia é estimular ainda a diversidade de narrativas, estéticas e a experimentação no audiovisual, até porque o FestCine é o único em Pernambuco com uma categoria específica voltada para obras de Videoarte/Experimental em mostra competitiva&#8221;, complementa.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas exclusivamente online, até o dia 10 de novembro, pelo envio de informações para e-mail: festcinepe@gmail.com. No título das mensagens, os interessados devem colocar “inscrição + nome da oficina”. No corpo do e-mail, precisam constar nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação nas oficinas.</p>
<p><strong>Sobre o festival</strong></p>
<p>Marca da atual política para o fomento e difusão do nosso cinema, o FestCine 2016 vai acontecer entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro. &#8220;Em mais esta edição, estamos reforçando o caráter de formação que o festival já vem exercendo ao longo de sua trajetória, além de garantir a exibição de obras realizadas por estudantes de faculdades e cursos técnicos na área&#8221;, comemora o Secretário Estadual de Cultura Marcelino Granja.</p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e da Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife, o festival vai ganhar novamente a tela do templo do audiovisual pernambucano, o Cinema São Luiz. Já as oficinas acontecerão no Espaço Pasárgada, também no bairro da Boa Vista. &#8220;É uma alegria podermos contar com equipamentos públicos estaduais a serviço da difusão do nosso cinema e de reflexões sobre toda a cadeia produtiva do audiovisual &#8220;, comenta Márcia Souto, Presidente da Fundarpe.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre as oficinas do 18º FestCine:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</strong></span></p>
<p>A partir de conceitos-chave da teoria fílmica feminista, que atravessa pensadoras desde Laura Mulvey, Teresa de Lauretis e Bell Hooks até teorias mais recentes sobre cinema <em>queer</em>, a oficina pretende dar um panorama de como a presença da mulher no cinema tem sido lida não apenas por uma cinefilia historicamente machista, mas pelo próprio pensamento feminista. Além do conteúdo teórico, a oficina pretende apontar para uma cinematografia de diretoras mulheres que potencializam esse debate. Trata-se mais de indicar por que devemos olhar melhor para essa outra cinematografia, que quebra com o padrão da mulher-musa, a mulher-passiva, a mulher-coadjuvante, com exibição de trechos de filmes que tensionem e problematizem a ideia de feminismo no audiovisual. Entre as diretoras debatidas, estarão Chantal Akerman, Agnès Varda, Margarethe Von Trotta, Dee Rees, Anna Muylaert e Naomi Kawase. Haverá, portanto, uma introdução ao cenário atual, no Brasil e no mundo, sobre como as mulheres são representadas no cinema, demonstrações de como as diretoras em questão tentam subverter esse olhar.</p>
<div id="attachment_41461" aria-labelledby="figcaption_attachment_41461" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida.jpg"><img class="size-medium wp-image-41461" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Almeida é jornalista cultural e crítica de cinema</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Carol Almeida &#8211; Jornalista cultural, crítica de cinema e atualmente aluna doutoranda do programa de pós-graduação em Comunicação na Universidade Federal de Pernambuco com foco na relação Cinema e Cidades. Publica no site <a href="http://www.foradequadro.com" target="_blank">www.foradequadro.com</a>, escreve esporadicamente sobre cinema para diversos meios de comunicação do Brasil e faz parte do coletivo Quebrando Vidraças &#8211; Desconstruindo o Machismo no Audiovisual Pernambucano.</p>
<p>Público-alvo: Pessoas interessadas na linguagem cinematográfica e em questões feministas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos.<br />
De 30/11 a 2/12, das 8h às 12h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 25</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Videoarte em ação</strong></span></p>
<p>Através da exibição e discussão de obras de diversos artistas a oficina investiga aspectos da vídeoarte, em suas diversas vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia, videoinstalação, bem como busca diálogo com os jovens através de suas experiências com novas tecnologias. A oficina aborda as discussões acerca da inserção do audiovisual na arte desde as experimentações técnicas do início do século XX, passando pelas intervenções da contracultura e do cinema experimental até a atual sociedade digitalizada. O cinema, arte surgida há pouco mais de um século, estabeleceu-se primordial e dominantemente como uma arte de contar histórias. No entanto, ao longo do seu desenvolvimento o cinema seguiu em várias outras direções, bem distantes das narrativas, estreitando laços, por exemplo, com a linguagem plástica e sonora. Já vislumbradas pelas vanguardas artísticas históricas como o Futurismo, o Dadaísmo e mesmo o cineasta Melliés, estas investigações resultaram no cinema experimental de pioneiros como Maya Deren e Stan Brakhage, que testaram os limites do audiovisual introduzindo elementos advindos de outras linguagens artísticas. Experiências limítrofes entre artes visuais e cinema foram o estopim do que chama-se videoarte, linguagem desenvolvida por artistas desde os anos 60. A potência do vídeo trouxe novas técnicas e procedimentos, inspirando o cinema contemporâneo e sendo incorporado por ele.</p>
<div id="attachment_41462" aria-labelledby="figcaption_attachment_41462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ericson Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia.jpg"><img class="size-medium wp-image-41462" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A cineasta e educadora Lia Letícia</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Lia Letícia &#8211; Em Porto Alegre, trabalhou com cenografia para teatro e escola de samba. Muda-se para Olinda e explora a pintura em diversos suportes, como murais e tecido. Vai morar na casa Molusco Lama, onde participa de exposições coletivas e suas primeiras individuais. Atua em performance e inicia criação em vídeos e filmes. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. É educadora no projeto de experimentação audiovisual Escola Engenho e no Tardes de Quintal. Também coordena o Cinecão, além de projetos independentes de arte na Maumau|Recife.</p>
<p>Público-alvo: Estudantes de artes visuais, cinema, dança, músicos e artistas em geral interessados em linguagens híbridas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos<br />
De 28/11 a 02/12, das 14h às 17h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 15</p>
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