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	<title>Portal Cultura PE &#187; cartaz</title>
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		<title>&#8220;Redemoinho&#8221; e &#8220;A Cidade onde Envelheço&#8221; seguem em cartaz no São Luiz</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 14:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os filmes Redemoinho (2016) e A Cidade onde Envelheço (2016) seguem em cartaz no São Luiz, que, por ajustes nos equipamentos e inserção de tapumes para proteção do cinema durante o Carnaval, só funcionará até domingo (19). O primeiro filme, que marca a estreia do diretor brasileiro José Luiz Villamarim nas telonas, retrata o reencontro dos grandes amigos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes <strong>Redemoinho (2016)</strong> e <strong>A Cidade onde Envelheço (2016)</strong> seguem em cartaz no São Luiz, que, por ajustes nos equipamentos e inserção de tapumes para proteção do cinema durante o Carnaval, só funcionará até domingo (19).</p>
<div id="attachment_44917" aria-labelledby="figcaption_attachment_44917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Globo Filmes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Redemoinho-irandhir-santos-julio-andrade.jpg"><img class="size-medium wp-image-44917" alt="Globo Filmes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Redemoinho-irandhir-santos-julio-andrade-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Júlio Andrade e Irandhir Santos protagonizam o longa &#8220;Redemoinho&#8221;</p></div>
<p>O primeiro filme, que marca a estreia do diretor brasileiro José Luiz Villamarim nas telonas, retrata o reencontro dos grandes amigos de infância Luzimar (Irandhir Santos) e Gildo (Júlio Andrade), que cresceram juntos em Cataguases, no interior de Minas Gerais, mas ficaram muitos anos afastados. Luzimar trabalha em uma fábrica de tecelagem e nunca saiu de sua cidade. Gildo mora em São Paulo e acredita ter se tornado um homem mais bem sucedido. Na véspera do Natal, Gildo chega à Cataguases para ajudar a mãe, Dona Marta (Cássia Kis), a vender a casa da família. Já Luzimar, casado com Toninha (Dira Paes), por quem é apaixonado, tenta guardar de todos um segredo. Mas a volta do velho amigo pode mudar seus planos e lançá-lo em um arriscado acerto de contas.</p>
<p>Rodado ao longo de dois meses na cidade de Cataguases, na Zona da Mata mineira, a 320 km de Belo Horizonte, <em>Redemoinho</em> conta ainda com as participações de Camilla Amado, Cyria Coentro, Démick Lopes e Inês Peixoto. O longa é baseado no livro<em> Inferno Provisório – O Mundo Inimigo Vol. II</em>, do escritor mineiro Luiz Ruffato. A fotografia é de Walter Carvalho, o mesmo que assinou luz e câmera de <em>O Canto da Sereia</em>, <em>Amores Roubados</em> e <em>O Rebu</em>, além de ser responsável pelas imagens de <em>Central do Brasil</em>, <em>Amarelo Manga</em> e <em>O Céu de Suely</em>, entre muitos outros. A direção de arte é de Marcos Pedroso (<em>Praia do Futuro</em>, <em>Que horas ela volta?</em>), e a montagem, de Quito Ribeiro (Tim Maia, Bróder).</p>
<div id="attachment_45033" aria-labelledby="figcaption_attachment_45033" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/ACOE-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-45033" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/ACOE-9-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Dirigido por Marília Rocha, &#8220;A cidade onde envelheço&#8221; venceu o prêmio Abraço, principal estatueta do Festival de Cinema da América Latina de Biarritz, na França</p></div>
<p><strong>A Cidade onde Envelheço (2016)</strong> chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira (9), como o primeiro filme distribuído através do projeto Sessão Vitrine Petrobras. O filme traz como mote a relação de duas amigas portuguesas, que migram para o Brasil em momentos diferentes, a intimidade entre elas e suas visões sobre as peculiaridades do país. A diretora se inspirou na história da atriz Francisca Manuel, uma das protagonistas do filme, para desenhar o roteiro do longa. Para ela, o paradoxo vivido pela atriz entre a saudade de casa e, ao mesmo tempo, o desconforto de voltar à terra natal, foi a principal fonte de inspiração.</p>
<p>Passada em Belo Horizonte, a produção aborda de maneira natural e espontânea as barreiras e estranhamentos culturais entre Brasil e Portugal do ponto de vista de duas imigrantes de personalidades bem diferentes. Enquanto Francisca (Francisca Manuel), que já vive no Brasil há um ano, tem um olhar um pouco mais crítico sobre o comportamento dos brasileiros, Teresa, recém-chegada à capital mineira e com fome de novas descobertas, tem uma visão mais leve sobre os hábitos locais. O contexto do filme é envolvido pelo próprio dilema da dupla: se é possível se sentir em casa onde quer que se esteja. Tudo isso embalado por uma trilha sonora que inclui Jonnata Doll &amp; Os Garotos Solventes e Jards Macalé.</p>
<p>Seguem em ainda cartaz no equipamento cultural os filmes: <strong>Mistério na Costa Chanel (2016)</strong>, <strong>O Apartamento (2016)</strong> e <strong>Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois (2015)</strong>.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco, um equipamento público sob a gerência da Secult-PE e da Fundarpe. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às terças, os valores caem para R$ 6 e R$ 3, respectivamente.</p>
<p><strong>Confira a programação completa abaixo:</strong><br />
<strong>Semana: 16 a 19 de fevereiro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>REDEMOINHO</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 100min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama | <strong>Direção:</strong> José Luiz Villamarim | <strong>Elenco:</strong> Irandhir Santos, Júlio Andrade, Dira Paes, Cássia Kis Magro, Démick Lopes<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 ANOS</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HizEDb_q0iU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Luzimar (Irandhir Santos) e Gildo (Julio Andrade) são dois grandes amigos de infância, que se reencontram depois muitos anos afastados. Eles cresceram juntos em Cataguases, interior de Minas Gerais. Luzimar nunca saiu de sua cidade e trabalha numa fábrica de tecelagem. Gildo mudou-se para São Paulo onde acredita ter se tornado um homem mais bem sucedido. Na noite de Natal, Luzimar e Gildo se confrontam com o passado e, num intenso mergulho em suas memórias, partem para um arriscado acerto de contas.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (16), às 14h20 | sexta-feira (17) e domingo (19), às 18h10 | sábado (18), às 19h50.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A CIDADE ONDE ENVELHEÇO</strong></span><br />
(Brasil/Portugal, 2016, 99m.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama | <strong>Direção:</strong> Marília Rocha | <strong>Elenco:</strong> Elizabete Francisca, Francisca Manuel, Paulo Nazareth, Jonnata Doll, Wederson dos Santos<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 12 ANOS</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/26ItdHo8c3Y" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Francisca, uma jovem emigrante portuguesa morando no Brasil, recebe em sua casa Teresa, uma antiga conhecida com quem já havia perdido contato. Teresa acaba de chegar e vive momentos de descoberta e encantamento com o novo país, enquanto Francisca anseia por Lisboa. O filme acompanha as aventuras de cada uma pela cidade e a profunda ligação que nasce entre elas, obrigando-as a lidar com desejos simultâneos e opostos: a vontade de partir para um país desconhecido e a saudade irremediável de casa.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (16), sexta-feira (17), sábado (18), domingo (19), às 16h15.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MISTÉRIO NA COSTA CHANEL</strong></span><br />
(Ma Loute, França/Alemanha, 2016, 123min. Legendado)<br />
<strong>Gênero:</strong> Comédia dramática, Fantasia | <strong>Direção:</strong> Bruno Dumont | <strong>Elenco:</strong> Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valeria Bruni Tedeschi<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 ANOS</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YHAkQ_GaJng" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Início do século XX, em uma pequena cidade no Pas-de-Calais, norte da França. A família Van Peteghem, formada pelo patriarca André (Fabrice Luchini), a esposa Isabelle (Valeria Bruni Tedeschi) e seus dois filhos, leva uma vida confortável e esnobe em uma enorme casa, construída em um terreno com uma vista privilegiada. Eles recebem a visita da irmã Aude (Juliette Binoche) e sua filha Billie (Raph), que possuem temperamentos muito diferentes. Enquanto Billie gosta de se vestir como um garoto e se apaixona por Ma Loute (Brandon Lavieville), o filho de um pescador local, Aude é extremamente dramática e preconceituosa em relação aos moradores mais humildes. O que os Van Peteghem não esperavam é ter que lidar com o súbito desaparecimento de pessoas nos arredores, o que atrai a atenção de um policial bastante atrapalhado.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (16), às 19h50 | sábado (18) e domingo (19), às 14h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CLARISSE OU ALGUMA COISA SOBRE NÓS DOIS</strong></span><br />
(Brasil, 2015, 85min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama/Suspense |<strong> Direção:</strong> Petrus Cariry | <strong>Elenco:</strong> Sabrina Greve, Everaldo Pontes, Verônica Cavalcanti e David Wendefilm<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 ANOS</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Y1Qe_4ElTsg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Morando recluso na serra de Maranguape, município cearense, o velho e doente Samuel recebe a visita da filha. Entre os dois, as questões relativas aos negócios de família, tocados em Fortaleza pelo marido dela, logo serão invadidas por acontecimentos sombrios do passado.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (16) e sábado (18), às 18h10 | sexta-feira (17) e domingo (19), às 20h05.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O APARTAMENTO</strong></span><br />
(<em>The Salesman</em>/<em>Forushande</em>, Irã, 2016, 125 min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Direção:</strong> Asghar Farhadi | <strong>Elenco:</strong> Shahab Hosseini, Taraneh Alidoosti, Babak Karimi, Mina Sadati, Mehdi Koushki, Farid Sajjadi Hosseini e Ehteram Boroumand<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 12 ANOS</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jMqcPShWa_0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Emad e Rana são casados e encenam a montagem da peça teatral &#8220;A Morte de um Caixeiro Viajante&#8221;, de Arthur Miller. Um dia, eles são surpreendidos com o alerta para que eles e todos os moradores do prédio em que vivem deixem o local imediatamente. O problema é que, devido a uma obra próxima, todo o prédio corre o risco de desabamento. Diante deste problema, Emad e Rana passam a morar, provisoriamente, em um apartamento emprestado. É lá que Rana é surpreendida com a entrada de um estranho no banheiro, justamente quando está tomando banho. O susto faz com que ela se machuque seriamente e vá parar no hospital. Entretanto, é o trauma do ocorrido que afeta, cada vez mais, suas vidas.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sexta-feira (17), às 14h.</p>
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		<title>&#8220;Canção da Volta&#8221; e &#8220;Cinema Novo&#8221; estreiam no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cancao-da-volta-e-cinema-novo-estreiam-no-cinema-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 20:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz conta com duas grandes estreias nesta semana: Canção da Volta (2016) e Cinema Novo (2016). O primeiro, dirigido por Gustavo Rosa Moura, retrata o dia-a-dia de Julia, vivida por Marina Person, e seu marido Eduardo, personagem de João Miguel, juntos há mais de uma década e cercados pelos filhos, Lucas, Francisco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42940" aria-labelledby="figcaption_attachment_42940" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/cancao-da-volta.jpg"><img class="size-medium wp-image-42940" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/cancao-da-volta-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Canção da Volta&#8221; é estrelado por Marina Person e João Miguel</p></div>
<p>O Cinema São Luiz conta com duas grandes estreias nesta semana: <strong>Canção da Volta (2016)</strong> e <strong>Cinema Novo (2016)</strong>. O primeiro, dirigido por Gustavo Rosa Moura, retrata o dia-a-dia de Julia, vivida por Marina Person, e seu marido Eduardo, personagem de João Miguel, juntos há mais de uma década e cercados pelos filhos, Lucas, Francisco Miguez, e Maria, Stella Hodge.</p>
<p>No enredo, o suicídio não é um tabu. Ao contrário da violência, do sexo e da religião, temas que têm pautado tantos e tão diferentes filmes nos últimos anos, o longa traz o assunto à luz, discutindo não apenas o ato em si, mas o seu entorno.</p>
<p>O suspense sobre o que teria acontecido à depressiva Julia pauta as primeiras sequências, apresentadas pela fotógrafa Flora Dias com um visual escuro e, sob certo aspecto, sombrio. Seu marido Eduardo, apresentador de um programa de literatura na TV, acaba de chegar de viagem e não a encontra em casa. Inicialmente ele tenta tranquilizar os filhos, o que, no fundo, aumenta o problema: ao assumir um comportamento dissimulado, que esconde sua inquietação, faz pesar ainda mais o fardo que carrega, o que acabará desgastando as relações na família.</p>
<p>A trama aos poucos revela que ninguém da família ficará imune a esse tormento. Julia reaparece (em um hospital), e é a partir da sua volta que o roteiro de Rosa de Moura e Leonardo Levis se desenvolve. A rotina do casal à sombra do medo de uma possível recaída da mulher é acompanhada pelo ponto de vista de Eduardo &#8211; uma opção ao mesmo tempo interessante e arriscada na medida em que, aparentemente, a alma atormentada é a dela.</p>
<div id="attachment_42957" aria-labelledby="figcaption_attachment_42957" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/cinema-novo-Eryk-Rocha.jpg"><img class="size-medium wp-image-42957" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/cinema-novo-Eryk-Rocha-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Cinema Novo&#8221; fala sobre movimento cinematográfico no país nos anos 60</p></div>
<p>Outro destaque da programação é o documentário <strong>Cinema Novo (2016)</strong>, do cineasta Eryk Rocha. O filme, que faturou o prêmio &#8220;Olho de Ouro&#8221;, no Festival de Cannes, é um ensaio poético sobre o movimento cinematográfico brasileiro, e inclui trechos de filmes da época e depoimentos de seus principais expoentes, como Nelson Pereira do Santos, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Walter Lima Jr., Paulo César Saraceni e Glauber Rocha, pai do realizador.</p>
<p>A obra mergulha na aventura criativa daqueles diretores que criaram uma nova maneira de fazer cinema, para aproximá-lo do povo, na efervescência dos movimentos de contestação daquela época. &#8220;O Cinema Novo tinha outra ideia de coletividade. Havia projetos coletivos, e isto era muito importante, porque unia as pessoas, apesar da diversidade estética do movimento, com olhares muito distintos dos autores, mas com pontos em comum muito importantes&#8221;, conta Rocha.</p>
<p>Os cineastas deste movimento paralelo à Nouvelle Vague francesa preconizavam uma revolução cultural no Brasil, olhar sua realidade e se comprometer com a mesma. &#8221;O Cinema Novo foi sendo feito à medida que crescia com energia e paixão&#8221;, lembrou o filho de Glauber Rocha, que acredita que, &#8220;hoje, há pouco espaço para a reflexão, para pensar o sentido real da vida e o sentido real de se fazer arte&#8221;.</p>
<p>Seguem em ainda cartaz no equipamento cultural os filmes <strong>O Mestre e o Divino (2013)</strong>, <strong>Sob Pressão (2016)</strong>, <strong>Cícero Dias, o compadre de Picasso (2016)</strong>,<strong> Cegonhas &#8211; a história que não te contaram (2016)</strong> e <strong>Aquarius (2016)</strong>.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o cinema de rua mais moderno de Pernambuco, um equipamento público sob a gerência da Secult-PE e da Fundarpe. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às terças, os valores caem para R$ 6 e R$ 3, respectivamente.</p>
<p><strong>Confira a programação completa abaixo:</strong><br />
<strong>Semana: 8  a 14 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CANÇÃO DA VOLTA</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 98min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama | <strong>Diretor:</strong> Gustavo Rosa de Moura | <strong>Elenco:</strong> Marina Person, João Miguel, Marat Descartes<br />
<strong>Classificação Etária: </strong>14 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gLWQKCk75LY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Julia (Marina Person) e Eduardo (João Miguel) formam um casal que se ama mas que precisa aprender a lidar com os problemas que surgem em seu caminho. O longo casamento dos dois é assombrado por fantasmas e é carregado com a responsabilidade que eles têm em criar seus filhos; ultrapassar os seus problemas só depende dos dois, mas essa pode ser a tarefa mais difícil.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quinta-feira (8) e sábado (10), às 19h30 | sexta-feira (9), às 17h30 | domingo (11), às 15h50 | terça-feira (13), às 17h | quarta-feira (14), às 14h45.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CINEMA NOVO</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 90min.)<br />
<strong>Direção:</strong> Eryk Rocha |<strong> Gênero:</strong> Documentário<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 12 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Oj7NZp1WBVs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Um ensaio poético, um olhar aprofundado e um retrato íntimo sobre o Cinema Novo, movimento cinematográfico brasileiro que colocou o Brasil no mapa do cinema mundial, lançou grandes diretores (como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues) e criou uma estética única, essencial e visceral que mudou a história do cinema e a história do Brasil para sempre.<br />
<strong>Dias:</strong> quinta-feira (8), às 17h45 | sexta-feira (9) e domingo (11), às 19h30 | terça-feira (13), às 15h15.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O MESTRE E O DIVINO</strong></span><br />
(Brasil, 2013, 85min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário | <strong>Diretor:</strong> Tiago Campos Torres<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> Livre</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_-aLspK6x4A" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahú, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.<br />
<strong>Dia e horário:</strong> sexta-feira (9), às 15h50 | domingo (11), às 17h45.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOB PRESSÃO<br />
</strong></span>(Brasil, 2016, 90min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama | <strong>Diretor:</strong> Andrucha Waddington | <strong>Elenco:</strong> Julio Andrade, Ícaro Silva, Marjorie Estiano<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 12 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hLEgrYW07ho" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Dr. Evandro (Júlio Andrade) e sua equipe, formada também pelos doutores Paulo (Ícaro Silva) e Carolina (Marjorie Estiano) enfrentam um tenso dia no hospital em que trabalham quando têm que realizar três cirurgias muito complicadas: um traficante, um policial militar e uma criança. O que complica o caso é que os três foram feridos no mesmo tiroteio em uma favela próxima ao hospital.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sexta-feira (9), às 14h | quarta-feira (14), às 16h45.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CÍCERO DIAS, O COMPADRE DE PICASSO</strong></span><br />
(Brasil, 2016, 79min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário | <strong>Diretor:</strong> Vladimir Carvalho<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 10 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PorQ32DSxes" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> O pintor pernambucano Cicero Dias criou uma arte inigualável para o mundo. Próximo de modernista e influenciado por artistas como Pablo Picasso, Fernand Léger e Joan Miró, ele marcou a história da arte brasileira.<br />
<strong>Dias e horários:</strong> sábado (10), às 15h15.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CEGONHAS &#8211; A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM</strong></span><br />
(<em>Storks</em>, EUA, 2016, 87min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Animação | <strong>Diretor:</strong> Nicholas Stoller e Doug Sweetland<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> Livre</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/z54KMekWgZ0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Todo mundo já sabe de onde vêm os bebês: eles são trazidos pelas cegonhas. Mas agora você vai conhecer a mega estrutura por trás desta fábrica de bebês: na verdade, as cegonhas controlam um grande empreendimento que enfrenta muitas dificuldades para coordenar todas as entregas nos horários e locais certos.<br />
<strong>Dias e horários: </strong>sábado (10) e terça-feira (13), às 13h30 | domingo (11), às 14h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AQUARIUS</strong></span><br />
(Brasil, França, 2016, 141min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama, Suspense | <strong>Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho |<strong> Elenco:</strong> Sônia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos<br />
<strong>Classificação Indicativa:</strong> 16 anos</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VB-5rodvHUc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Clara (Sonia Braga) tem 65 anos, é jornalista aposentada, viúva e mãe de três adultos. Ela mora em um apartamento localizado na Av. Boa Viagem, no Recife, onde criou seus filhos e viveu boa parte de sua vida. Interessada em construir um novo prédio no espaço, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase todos os apartamentos do prédio, menos o dela. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vendê-lo, Clara sofre todo tipo de assédio e ameaça para que mude de ideia.<br />
<strong>Dias e horários: </strong> quinta-feira (8), às 15h | sábado (10), às 16h45.</p>
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		<title>Malakoff sedia mostra &#8220;Pôster Arte Design&#8221;, do Abril Pro Rock</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2015 21:02:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/convite_torre_malakof-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-23340 aligncenter" alt="Pôster Arte Design" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/convite_torre_malakof-1-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a></p>
<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural localizado no Bairro do Recife, é um dos três espaços que receberá a quarta edição da mostra<em> Pôster Arte Design</em>, promovida pelo festival Abril Pro Rock 2015. A abertura oficial da exposição, que  conta com mais de 100 obras raras relacionas à memória da música e é aberta ao público, está marcada para a esta sexta-feira (10/04).</p>
<p>A mostra apresenta quadros, cartazes, pôsteres, objetos e gravuras, e fica em cartaz até 29 de abril no Paço da Alfândega e na Faculdade dos Guararapes, e até 10 de maio na Torre Malakoff. Entre os destaques de obras de arte, estão uma gravura da Ave Sangria (atração do festival deste ano), feita pelo artista Ivinho, gravuras de Kin Noise (PE), responsável pela arte do Abril pro Rock 2015, obras da artista Simone Mendes (PE) para a banda Monstro Amor e de Luiza Guedes (Uberlândia) com retratos de David Bowie e Jimi Hendrix, além de uma obra original de Cavani Rosas, uma gravura para o livro &#8220;Fazer Versos&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN5059.jpg"><img class="size-medium wp-image-23341 aligncenter" alt="Thalyta Tavares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSCN5059-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>“Faz parte da história do festival não se limitar à produção de shows e estar integrado à história da música, seja no design, na pintura, na gravura. Cada peça gráfica conta um capítulo por onde caminha a música e o Abril Pro Rock se orgulha de poder levar ao público alguns desses registros raros”, vibra Paulo André Pires, idealizador do festival.</p>
<p>Os posters continuam sendo um forte da exposição, que este ano traz uma coleção inédita, nunca exposta em outras edições, como o poster da revista inglesa Classic Rock, de especial Black Sabbath, o poster Chico Science e Einstein de julianamokrejs (Urban Arts) e The Nightmare, de Eric Benton (EUA).</p>
<p>Os cartazes raros dos anos 80 e 90 de shows também trazem pérolas de festivais alternativos e de bandas da cena underground, como o cartaz do festival Rock n&#8217;Coke 2005 com participação da Nação Zumbi na Turquia. Destaque ainda para uma série de cartazes de filmes relacionados à música, como “Cartola”, de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.</p>
<p>Entre os objetos que compõe a exposição, uma camisa pintada por Arnaldo Baptista (Os Mutantes) e o encarte do LP da coletânea Warfare Noise com o cartaz original do show de lançamento de 1986.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Pôster Arte Design IV<br />
A partir de 10 de abril de 2015 (sexta)<br />
Locais: Torre Malakoff &#8211; até 10 de maio / Paço da Alfândega &#8211; até 29 de abril / Faculdade dos Guararapes &#8211; Até 29 de abril<br />
Gratuito</p>
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		<title>Marginais Heróis mistura alta e baixa tecnologias para discutir o cartaz</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 17:35:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A peça gráfica cartaz é o foco da exposição “Marginais Heróis”, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem, Recife. Com curadoria do designer Rico Lins, a mostra reúne diversos cartazes inspirados no lema “Seja marginal, seja herói”, do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980). Além dos cartazes criados pelo próprio Rico Lins, a exposição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20932" alt="Raul Kawamura / Marginais Heróis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/expo_Marginais_Herois-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A peça gráfica cartaz é o foco da exposição <strong><a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">“Marginais Heróis”</a></strong>, na Galeria Amparo 60, em Boa Viagem, Recife. Com curadoria do designer Rico Lins, a mostra reúne diversos cartazes inspirados no lema “Seja marginal, seja herói”, do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980). Além dos cartazes criados pelo próprio Rico Lins, a exposição traz matrizes em madeira de xilogravuras assinadas pelo mestre J. Borges e aplicativo para <em>smartphone</em>, criado pelo designer HD Mabuse, para a criação de imagens pelo público seguindo a estética da mostra. A mostra foi aberta ao público na noite de quinta-feira (05). Durante o evento, os artistas falaram para os presentes sobre o trabalho desenvolvido. O projeto tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, produção executiva de Ticiano Arraes e coordenação de produção de Renata Gamelo.</p>
<p>O Superintendente de Gestão do Funcultura, Gustavo Araújo, esteve presente na abertura da exposição e acompanhou o debate realizado entre os artistas. “Achei muito interessante o contraste da produção, resgatando um ofício rústico sobrepondo a uma técnica digital com alta tecnologia, o que nos remete a significados principalmente se considerarmos as imagens e iconografias utilizadas”, afirmou.</p>
<p>Na mostra, cartazes trazem imagens de Carmen Miranda, Chico Science, Raul Seixas, Chapolin, Che Guevara, Zé Bonitinho, Zé do Caixão, Maria Bonita, Tim Maia, São Sebastião, entre outros que podem ser considerados “marginais”, “heróis” ou paradoxalmente os dois papéis ao mesmo tempo. Nas matrizes de xilogravuras, o tema “Marginais Herois”, também foi explorado por Borges, que criou as gravuras “Santo Expedito”, “O encontro de Lampião com Padre Cícero”, e “Brasil – USA”, esta última com uma passista de frevo diante da estátua da liberdade.</p>
<div id="attachment_21006" aria-labelledby="figcaption_attachment_21006" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063.jpg"><img class="size-medium wp-image-21006" alt="Ivaldo Bezerra / Galeria Amparo 60 Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IBS_9063-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Araújo, Rico Lins, HD Mabuse e Márcio Almeida.</p></div>
<p><strong>DIÁLOGO SOBRE ARTE</strong> &#8211; No debate com o público, o curador Rico Lins abriu a conversa falando sobre a idéia de “misturar dois extremos, a impressão digital, de alta tecnologia, e a xilogravura, de baixíssima tecnologia, onde tem que se fazer as gravuras madeira”. Lins destacou as mudanças na criação de cartazes e o impacto da Lei da Cidade Limpa em São Paulo, que fez que diversas gráficas antigas fechassem. Falou sobre a sua parceria com a gráfica Fidalga, que ainda resiste na tipografia, e sobre outras exposições que realizou com foco no cartaz em Londres e Buenos Aires.</p>
<p>Mabuse destacou o caráter contemporâneo da exposição: “O que fez mais sentido é que nós três temos um trabalho em comum: a construção de imagens, usando dispositivos. O aplicativo dá a oportunidade das pessoas fazerem arte com a gente. E o que a gente está questionando com isso tudo é a noção de progresso. Todos os trabalhos são muito contemporâneos, tanto as matrizes das xilogravuras quanto os cartazes”.</p>
<p>Com bom humor, Borges falou sobre sua trajetória na arte popular como autodidata, a inovação fazendo gravuras com cores e contou histórias sobre aulas e palestras que realizou pelo Brasil e pelo mundo. “Trabalhei muitos anos fazendo gravura em preto e branco. Comecei a fazer gravura para ilustrar um cordel meu. Depois que uma pessoa me disse que meu trabalho era lindo e que ficaria mais bonito colorido, eu desbravei para fazer as gravuras com cores. Hoje meu trabalho é 90% colorido”, contou.</p>
<p>Com a proposta de provocar um diálogo fluente entre linguagens, técnicas e tecnologias aplicadas à criação do cartaz, o projeto promoveu dois workshops, um no Memorial J. Borges, em Bezerros; e outro no Espaço Fonte e Editora Gráfica Aplicação, no Recife. Na última sexta-feira (06), ainda foi realizado um bate-papo com Rico Lins e H.D. Mabuse com tema “Passado, Presente e Futuro do Cartaz”, no auditório do C.E.S.A.R - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Marginais Heróis</strong><br />
<strong>Visitação:</strong> até 7 de março de 2015. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h. Sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio)<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Amparo 60 – Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife.<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3033-6060<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">facebook.com/MarginaisHerois</a></p>
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		<title>Inscrições abertas para oficina de cartazes com Rico Lins</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2015 20:44:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto “Marginais Heróis” inscreve interessados em participar de oficina de confecção de cartazes com o designer e ilustrador Rico Lins. A oficina será realizada nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, das 9h às 18h, no Espaço Fonte e na Editora Aplicação, ambos instalados no Edf. Pernambuco, no 4º e 3º andares respectivamente, na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/CarmenMiranda_baixa.jpg"><img class=" wp-image-19797 alignright" alt="Rico Lins" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/CarmenMiranda_baixa-334x486.jpg" width="234" height="340" /></a>O projeto “Marginais Heróis” inscreve interessados em participar de oficina de confecção de cartazes com o designer e ilustrador Rico Lins. A oficina será realizada nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, das 9h às 18h, no Espaço Fonte e na Editora Aplicação, ambos instalados no Edf. Pernambuco, no 4º e 3º andares respectivamente, na Avenida Dantas Barreto, centro do Recife. A atividade conta com 15 vagas. Os interessados deverão enviar currículo resumido e carta de intenções para o email marginaiseherois@gmail.com até 26 de janeiro. A oficina será oferecida gratuitamente aos selecionados. O projeto tem incentivo do Funcultura, com produção executiva de Ticiano Arraes e coordenação de produção de Renata Gamelo.</p>
<p>O objetivo da oficina é o desenvolvimento de cartazes em grupos com o tema “Marginais Heróis”, a ser impresso em risografia.  O método de impressão com Risograph se tornou uma alternativa gráfica com custo acessível, sendo utilizada inclusive em publicações de pequena e média tiragens. A impressão da Risograph tem um acabamento único, se aproximando da serigrafia e do stencil, apesar de funcionar como uma máquina copiadora. Cada cor é impressa de uma vez, o que abre as possibilidades criativas.</p>
<p>O tema a ser explorado na oficina vem da frase &#8220;Seja marginal, seja herói&#8221;, verdadeiro lema de Hélio Oiticica, usado por Rico Lins para desenvolver um pensamento sobre peças gráficas, técnicas empregadas, leituras e usos possíveis, com especial atenção ao cartaz.</p>
<p>Além da oficina, o projeto “Marginais Heróis” irá promover uma exposição que envolve Rico Lins como curador; o xilogravador J. Borges,  mestre com o título Patrimônio Vivo de Pernambuco; e o artista, pesquisador e consultor em design e novas tecnologias H.D. Mabuse. A ideia é gerar uma mostra coletiva híbrida que marque a estética criada por cada um deles e ao mesmo tempo provoque um diálogo fluente entre as linguagens, técnicas e tecnologias.</p>
<p><strong>Saiba Mais</strong></p>
<p>Rico Lins é formado pela ESDI, Rio, em 1979 e com Master pelo Royal College of Art de Londres, é membro da AGI &#8211; Alliance Graphique Internationalle , com longa carreira internacional onde combina atividades profissionais e didáticas. Designer, diretor de arte, ilustrador, educador e curador, atuou nas últimas três décadas entre Paris, Londres, New York, Rio e São Paulo para CBS Records, NY Times, Newsweek, Time, MTV, TV Globo, Grupo Abril, Natura, SESC, Museu da Língua Portuguesa, além de inúmeras editoras. Como educador, ministra oficinas de criação e palestras no Brasil e no Exterior, foi professor da NY School of Visual Arts e coordenou o Master em Graphic Design no Instituto Europeo de Design SP. Publicado internacionalmente nas principais revistas e livros especializados, recebeu entre outros prêmios as medalhas de ouro do NY Art Directors Club e da Society of Publication Designers, o Prêmio Abril e o Design by Designers 2001.</p>
<p><strong>Informações: <a href="http://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">www.facebook.com/MarginaisHerois</a></strong></p>
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