<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; cartografia das saudades</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/cartografia-das-saudades/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 13:24:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Projeto mapeia a cidade do Recife pela saudade de seus moradores</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-a-cidade-do-recife-pela-saudade-de-seus-moradores/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-a-cidade-do-recife-pela-saudade-de-seus-moradores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 18:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cartografia das saudades]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Método Canavial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=83327</guid>
		<description><![CDATA[Praticada desde o século VI A.C., a cartografia pode ser considerada a ciência, ou mesmo a arte de representar uma área geográfica por meio de um mapa. Entre projeções e escalas chega-se a qualquer lugar, mas para além de linhas que indicam ruas, altos, estreitos e vielas, as cidades também são demarcadas por memórias individuais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83330" aria-labelledby="figcaption_attachment_83330" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Maíra Brandão</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Maíra-Brandão.jpg"><img class="size-medium wp-image-83330" alt="Maíra Brandão" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Maíra-Brandão-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A cartografia prioriza a relação de afeto que se estabelece entre as pessoas e os espaços da cidade</p></div>
<p>Praticada desde o século VI A.C., a cartografia pode ser considerada a ciência, ou mesmo a arte de representar uma área geográfica por meio de um mapa. Entre projeções e escalas chega-se a qualquer lugar, mas para além de linhas que indicam ruas, altos, estreitos e vielas, as cidades também são demarcadas por memórias individuais, e sua existência passa por acontecimentos, sejam eles corriqueiros ou grandiosos, vividos por cada uma e cada um.</p>
<p>Esses mapas pessoais não estão riscados, mas compõem a história e a memória de cada lugar e dão significado aos espaços. &#8220;Cartografia das Saudades&#8221;, um projeto idealizado pela jornalista Janaína Serra e pela historiadora Karuna de Paula, propõe cartografar as cidades com as linhas das saudades de pessoas que lhes visitam e que lhes habitam, tendo a saudade e o desejo como sinônimos nos labirintos de relações afetivas com os espaços urbanos e coletivos. O projeto foi lançado nas redes sociais e vem ganhando contornos com a participação do público, convidado a traçar seus mapas particulares a partir de afetos.</p>
<p>Desde fevereiro, através de perguntas como: &#8220;quando você fecha os olhos, que cidade você vê?&#8221; e &#8220;na sua cidade onde estão as suas saudades?&#8221;, o projeto vem inspirando pessoas a ponderarem e a falarem sobre suas relações com as suas cidades e, como ‘respostas’ às provocações, tem recebido reflexões, confissões, declarações &#8211; trechos de memória &#8211; apresentados em textos, fotografias e narrativas de áudio. Todo esse material compõe um mosaico de mapas afetivos individuais que está sendo construído pelo projeto.</p>
<p>A partir do início de abril, &#8220;Cartografia das Saudades&#8221; começa uma nova etapa, com o lançamento de um webnário, aberto e gratuito, e de uma oficina, direcionada aos moradores e moradoras do Recife, também gratuita. A realização do webnário “Cidade e Memória: Ocupação Afetiva” trará como tema as relações entre habitantes e viajantes, cidades, arte, resistência e afetos, e, se dará por meio de conversas com artistas, pesquisadoras e pesquisadores, os quais têm como ponto comum a ativação de pertencimentos das pessoas com os lugares que habitam ou por onde transitam.</p>
<p>Para o webnário, o projeto contará com nomes como o do escritor e professor do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Antônio Paulo Rezende, que irá proferir uma palestra aberta com o título “Os sentimentos das cidades”. Outro nomes também compõem a programação, tais como o comunicador cultural e um dos autores do projeto Som na Rural, Roger de Renor; os pesquisadores do Cartografia Negra (SP) Carolina Piai Vieira e Pedro Vinicius Alves; a artista visual, autora do Guia Comum do Centro do Recife, Bruna Raphaella Ferrer; a artista, pesquisadora, gestora cultural e coidealizadora do projeto Praias do Capibaribe e do Mapa Afetivo da Maternidade, Bruna Pedrosa; a arquiteta e urbanista, co-fundadora/integrante do Coletivo Massapê &#8211; de urbanismo, arquitetura e ativismo social, Laryssa Araújo; a artista visual e autora dos projetos Da Janela do Meu Ônibus e Poéticas do Bairro, Isabela Faria; a jornalista e escritora Germana Accioly; o artista-arquiteto, urbanista e mestre em desenvolvimento pela UFPE e cofundador do @azul.pitanga / atelier criativo de arquiteturas e afetos, André Moraes, e os realizadores audiovisuais, idealizadores e realizadores do projeto Cartografia Orlinda Cidade, Bruna Leite e Rafael Amorim .</p>
<p>Já na oficina, a proposta é construir com as pessoas participantes um mapa afetivo da cidade do Recife. Conhecer a cidade passa pelo desafio de vivenciá-la. Os registros da experiência de vivenciar as cidades são gerados no cotidiano; modificados, apagados e guardados na memória afetiva que construímos nos percursos de vida e trajetos dentro das cidades. Esses registros carregam as marcas da subjetividade. Cada pessoa possui a sua cartografia afetiva dentro de uma cidade, sejamos nós viajantes, ou, habitantes dessas cidades.</p>
<p>Utilizando exercícios para despertar sentidos poéticos no olhar, escutar e sentir a cidade do Recife, a oficina será um espaço de criação, no qual as pessoas participantes irão esboçar uma narrativa sobre suas biografias, construída através de percursos por seus lugares de afeto na cidade.</p>
<p>A oficina é direcionada a moradores e moradoras do Recife, e a inscrição pode ser feita gratuitamente pelas redes sociais do projeto (Facebook e Instagram) ou por e-mail. O número de vagas da oficina é limitado. O webnário será aberto, transmitido pela página do Facebook (facebook/ cartografiadasaudade) e pelo canal do YouTube &#8220;Cartografia das Saudades&#8221;.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inscrição para a Oficina Cartografia das Saudades, com Karuna de Paula e Janaína Serra<br />
14, 15 e 16 de abril (para pessoas inscritas, número de vagas limitado):<br />
E-mail: cartografiadasaudade@gmail.com<br />
Instagram (via direct): @cartografiadasaudade<br />
Facebook (via direct): www.facebook.com/cartografiadasaudade</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-a-cidade-do-recife-pela-saudade-de-seus-moradores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

