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	<title>Portal Cultura PE &#187; CARUARU</title>
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		<title>Do bairro à tela: Cinema no Ponto mostra que a cultura nasce onde o povo está</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 20:22:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cinema não se limita às grandes salas nem aos grandes centros. Ele floresce nos bairros, nas ruas, nos espaços onde a vida pulsa. Foi com esse espírito que surgiu o Cinema no Ponto, iniciativa da Casa das Caiporas, em Caruaru, que integrou a programação do País do Cinema dentro do Festival Pernambuco Meu País. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120156" aria-labelledby="figcaption_attachment_120156" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250907-WA0114.jpg"><img class="size-medium wp-image-120156" alt="Imagem: Ronny Colors (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250907-WA0114-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Ronny Colors (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>O cinema não se limita às grandes salas nem aos grandes centros. Ele floresce nos bairros, nas ruas, nos espaços onde a vida pulsa. Foi com esse espírito que surgiu o Cinema no Ponto, iniciativa da Casa das Caiporas, em Caruaru, que integrou a programação do País do Cinema dentro do Festival Pernambuco Meu País. Criado em 2025, o projeto leva para o próprio território a força do audiovisual, mostrando que a cultura nasce onde o povo está.</p>
<p>A programação do Cinema no Ponto dentro do festival trouxe uma seleção especial de curtas de terror, exibidos em Caruaru. A escolha rompeu com a predominância de documentários na cena local. Como explica Daniele Leite, “a gente quis quebrar um pouquinho essa lógica, porque aqui a maioria dos filmes produzidos é documental, por ser mais barato e acessível. Então trouxemos uma mostra de gênero, com foco no terror, para mostrar que também temos outras linguagens sendo desenvolvidas”.</p>
<p><b>Encontro entre o boi e a câmera</b></p>
<p>Mais do que um cineclube, o Cinema no Ponto é um gesto de permanência. As sessões semanais acontecem em parceria com o Boi Tira Teima, Patrimônio Vivo de Pernambuco, cuja sede se tornou espaço de encontro para exibições. O resultado é uma simbiose rara: enquanto o audiovisual encontra terreno fértil para se expandir fora dos centros tradicionais, a brincadeira popular ganha registro e visibilidade.</p>
<p>Dessa união nasceu um dos trabalhos mais emocionantes da dupla Daniele Leite e Luca: o curta “Carnaval é de Pelé”, filme que resgata a trajetória de um dos mestres mais antigos do Boi. A obra traz às telas o reencontro de Pelé com a brincadeira, já afastado por questões de saúde, mas convidado a brincar uma última vez diante das câmeras. O gesto virou memória, lágrima e prêmio: o curta foi reconhecido em festivais como o CNPE e exibido na primeira Mostra de Patrimônio e Cinema da Semana do Patrimônio 2025.</p>
<p>O Cinema no Ponto mostra que a produção cultural se sustenta no diálogo entre setores. O boi empresta sua história e sua energia; o cinema retribui com imagens que eternizam e dão novos sentidos à tradição. Nesse entrelace, ambos permanecem vivos — um alimentando o outro.</p>
<p>Não à toa, a presença do projeto no Festival Pernambuco Meu País ressoa com o propósito do evento: fomentar encontros, costurar experiências, fazer nascer novas expressões culturais a partir do território. Do bairro à tela, a cultura segue sua vocação de ser, sobretudo, coletiva.</p>
<p><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento circula por diferentes cidades do Estado com uma programação gratuita e diversa, reunindo música, audiovisual, cultura popular, literatura, circo, teatro e ações formativas. A proposta é valorizar a produção cultural local, incentivar trocas entre fazedores de cultura e fortalecer a identidade pernambucana em seus múltiplos territórios.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250907_171642_774.sdocx--></p>
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		<title>Penúltima noite de Pernambuco Meu País contou com doçura e agitos em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 14:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IZA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120147" alt="IZA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IZA-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Nem o frio, nem a garoa impediram o lotado Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga de viver uma grande noite com igualmente grandes artistas que subiram no Palco Pernambuco Meu País neste sábado em Caruaru (6). Do maracatu ao pop, passando por momentos de doçura e agito, a penúltima noite do festival já começou a deixar um gostinho da saudade dos grandes shows, com apresentações cativantes de Iza, Criolo, Tiago Iorc, Lucas Mamede e o Maracatu Piaba de Ouro.</p>
<p>As cores, os metais e os batuques do Piaba de Ouro chegaram diretamente de Olinda para abrir a noite com a força do legado do Mestre Salu para tomar não só o palco, como o chão, com seu estandarte e seus caboclos de lança desfilando pelo pátio enquanto a música era feita no palco. Em seguida, o pernambucano Lucas Mamede trouxe seu show, embalado por suas doces canções autorais e versões de canções como “Eu Só Quero Um Xodó” e “Anunciação”, encantando o público que já começava a lotar o pátio.</p>
<p>Ainda na doçura musical, Tiago Iorc subiu no palco para encantar um público que tinha todas as suas letras na ponta da língua. Com seu violão e arranjos doces, trouxe sucessos antigos e projetos novos, além de homenagens a Renato Russo e Tim Maia. Iorc também esteve acompanhado da pernambucana Joyce Alane em uma participação mais que especial com a junção das duas vozes, encerrada com uma versão de “Tangerina”, um dos grandes hits do cantor.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/TIAGO-IORC.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120150" alt="TIAGO IORC" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/TIAGO-IORC-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em seguida, foi a vez do rapper paulista Criolo, que circula o país com sua turnê de 50 anos de vida, completando aniversário ontem e recebendo um emocionante “parabéns pra você” por parte do público. Ele fez um passeio por toda sua carreira, abrindo com “Mariô”, passando por outras grandes letras como “Esquiva da Esgrima”, “Sistema Obtuso” e “Subirusdoitiozin”, além de um bloco totalmente dedicado ao seu trabalho com o samba.</p>
<p>“É lindo demais estar aqui em Caruaru. Quis o destino que eu passasse meu aniversário aqui. Hoje, pela manhã, eu pude conversar com o incrível artista pernambucano Amaro Freitas e a gente conseguiu fechar uma parte que era muito importante do nosso disco, então Caruaru acaba se tornando um marco histórico na minha vida pessoal, meu aniversário, estar nesse território, em Pernambuco e finalizando um trabalho tão importante para nós que ainda virá ao mundo”, afirmou Criolo em entrevista pouco antes do show.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/CRIOLO.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120146" alt="CRIOLO" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/CRIOLO-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Para encerrar sem deixar ninguém parado, o peso e o swing da música de Iza levou o Pátio de Eventos ao delírio. A cantora carioca esquentou o fim da noite com seu caminhão de sucessos, abrindo com “Fé” e logo passando por hits como “Dona de Mim”, “Mega da Virada”, “Gueto” e “Talismã”. Absolutamente todas as músicas ganhando um coro enérgico da plateia, de quem se despediu ao som de “Pesadão”, celebrando sua primeira passagem pela cidade.</p>
<p>“Estou muito feliz de estar aqui em Caruaru através da música e queria muito estar aqui para aproveitar e conhecer esse lugar que faz parte da minha carreira. Shows no interior do país fomentam nossa carreira como artista, isso que movimenta a nossa vida e torna possível vivermos do nosso sonho. Estou feliz de estar de volta ao Nordeste e feliz também por estar em um festival que é aberto, democrático, sinto que vou ver muita gente especial lá fora, feliz que essas praças existem e são fomentadas dessa forma”, disse Iza, momentos antes do shows.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País encerra sua circulação pelo estado neste domingo (7), com shows do projeto Meu Coração é Brega, Conde Só Brega, Toque Dez e Tierry, com o brega e o arrocha como trilha sonora da despedida.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entre picadeiros e canções inéditas, Caruaru viveu uma noite de arte e diversidade cultural</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 01:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sexta-feira (5) foi marcada por uma programação intensa na Praça da Estação Ferroviária de Caruaru, onde dois polos do Festival Pernambuco Meu País concentraram atenção e público: o País do Circo e o País da Música. A magia do picadeiro A tarde começou com a energia contagiante da Trupe Carcará, que apresentou o espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120133" aria-labelledby="figcaption_attachment_120133" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02201.jpg"><img class="size-medium wp-image-120133" alt="Getúlio Abelha em Caruaru, durante Festival Pernambuco Meu País. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02201-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Getúlio Abelha em Caruaru, durante Festival Pernambuco Meu País. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>A sexta-feira (5) foi marcada por uma programação intensa na Praça da Estação Ferroviária de Caruaru, onde dois polos do Festival Pernambuco Meu País concentraram atenção e público: o <b>País do Circo</b> e o <b>País da Música</b>.</p>
<p><b>A magia do picadeiro</b></p>
<p>A tarde começou com a energia contagiante da Trupe Carcará, que apresentou o espetáculo <b>Picadeiro Pernambuco</b>. A montagem reuniu artistas itinerantes, jovens talentos e educadores do Circo Escola Carcará em uma celebração coletiva da tradição circense, embalada por uma banda ao vivo.</p>
<p>Em seguida, foi a vez do <b>Circo do Palhaço Malandrinho</b>, de Campina Grande (PB), subir ao palco com duas sessões de um espetáculo que fala sobre aceitação das diferenças e a magia que habita cada pessoa. O público, formado por famílias inteiras, respondeu com gargalhadas e aplausos, reforçando o caráter inclusivo do circo.</p>
<p><b>Estreia e exclusividades na música</b></p>
<p>Quando a noite chegou, a Estação Ferroviária foi tomada pelos sons autorais de artistas independentes. O recifense <b>Mazuli</b> abriu a programação do <b>País da Música</b>, e surpreendeu ao anunciar o nome do seu novo álbum: <i>Rastros</i>. O cantor apresentou seis faixas inéditas em primeira mão para o público do festival.</p>
<div id="attachment_120134" aria-labelledby="figcaption_attachment_120134" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02121.jpg"><img class="size-medium wp-image-120134" alt="Cantor recifense, Mazuli, durante apresentação no Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02121-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor recifense, Mazuli, durante apresentação no Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>“O que me inspira são as histórias que a gente carrega e os caminhos que percorremos. Cantar isso aqui, em Caruaru, é muito simbólico, porque o Festival abre espaço para a música independente e para artistas que trazem suas próprias narrativas”, disse Mazuli.</p>
<p>A programação seguiu com <b>Jáder</b>, que trouxe sua mistura de poesia e eletrônica, e encerrou em grande estilo com o irreverente <b>Getúlio Abelha</b>, levando a plateia a dançar com sua performance marcada pelo hibridismo de gêneros musicais.</p>
<div id="attachment_120135" aria-labelledby="figcaption_attachment_120135" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02181.jpg"><img class="size-medium wp-image-120135" alt="Artista Jáder durante o Pernambuco Meu País da cidade de Caruaru. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/ Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02181-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Artista Jáder durante o Pernambuco Meu País da cidade de Caruaru. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/ Fundarpe).</p></div>
<p>Ao final de uma mistura de ritmos, que contou com brega-funk, eletrônica e um passeio carregado pelos seus bailarinos no meio da multidão que o prestigiava, o artista ainda realizou um &#8220;meet and greet&#8221; com o público, totalmente gratuito e aberto para quem quisesse conhecer as histórias que o inspiram a criar o seu repertório (ou oferecer um de nossos patrimônios alimentares, como uma boa cachaça).</p>
<div id="attachment_120136" aria-labelledby="figcaption_attachment_120136" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02231.jpg"><img class="size-medium wp-image-120136" alt="Getúlio Abelha. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/ Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA02231-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Getúlio Abelha. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/ Fundarpe).</p></div>
<p><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250907_102132_254.sdocx--></p>
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		<title>Exposição “Bois de Vitalino” encerra ciclo com solenidade de entrega de esculturas em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 21:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120128" aria-labelledby="figcaption_attachment_120128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA0135.jpg"><img class="size-medium wp-image-120128" alt="Solenidade de entrega dos bois da exposição &quot;Bois de Vitalino&quot;. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA0135-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Solenidade de entrega dos bois da exposição &#8220;Bois de Vitalino&#8221;. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>Na tarde deste sábado (6), a Estação Ferroviária de Caruaru recebeu a solenidade de entrega das esculturas que integraram a exposição “Bois de Vitalino”, realizada com incentivo do Funcultura. O projeto homenageou o legado do Mestre Vitalino por meio de dez esculturas inspiradas em seu famoso boi, confeccionadas pelo neto do artista, Emanuel Vitalino, e customizadas por dez artistas visuais do Agreste.</p>
<p>Como contrapartida sociocultural, as obras foram doadas a instituições culturais do estado. Quatro esculturas foram oficialmente entregues: duas à Fundarpe, uma ao Museu do Barro — equipamento gerido pela Fundação — e uma à Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Cada uma das peças ganhou vida com a assinatura de um artista, que elaborou um conceito próprio para sua intervenção, transformando os bois em obras singulares que dialogam com identidade, memória e contemporaneidade.</p>
<p>Em Caruaru, cidade que respira o barro em seu artesanato e é referência nacional nesse fazer, a entrega das esculturas reforçou a ligação entre tradição e inovação. O barro, elemento que deu forma à arte de Mestre Vitalino e molda o imaginário popular da região, se reafirma como símbolo de resistência e criatividade.</p>
<p>O idealizador do projeto, Evandro Lunardo, destacou a importância do incentivo público para a realização da mostra:</p>
<p>&#8220;Foi o Funcultura que tornou possível esse projeto. Conseguimos reunir artistas do Agreste, valorizar nossa identidade e, ao mesmo tempo, prestar uma homenagem ao Mestre Vitalino, que é um ícone da cultura popular do Brasil. Essa entrega tem um simbolismo enorme: não é só arte, é memória e continuidade”, afirmou.</p>
<p>A Secretária Executiva de Cultura, Yasmim Neves, reforçou a relevância da presença do Governo do Estado em ações como esta, destacando tanto a preservação do patrimônio cultural quanto a importância de acompanhar de perto os resultados das políticas públicas:</p>
<p>“A gestão precisa estar presente, fisicamente, nesses momentos. O Funcultura tem esse papel essencial de fomentar a cultura em todas as suas formas, e estar aqui em Caruaru, junto dos artistas e da comunidade, é reafirmar nosso compromisso com a cultura pernambucana”, pontuou.</p>
<p>A solenidade marcou o encerramento de um ciclo iniciado ainda em maio, quando a exposição foi oficialmente aberta, mas também reforçou a continuidade do legado vitaliniano e o fortalecimento da cena artística do Agreste.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250907_014843_106.sdocx--></p>
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		<item>
		<title>Caruaru vibrou ao som dos clássicos da música romântica brasileira em primeira noite do PEMP</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 17:00:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120123" aria-labelledby="figcaption_attachment_120123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120123" alt="San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alcione no PEMP em Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Esta sexta marcou a primeira de três noites no palco que leva o nome do Festival Pernambuco Meu País, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em Caruaru. Última das dez cidades contempladas pelo evento, a noite teve o tom perfeito de um grandioso início de despedida, reunindo figuras icônicas da música brasileira , como Alcione, Fábio Jr. e José Augusto, num encontro geracional que celebrou passado e presente. Fechando o time de estrelas, o conterrâneo Junio Barreto e o já tradicional espetáculo inaugural do festival também brilharam, pontuando uma abertura de peso.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo Pernambuco Meu País abriu a noite com delicadeza e vigor, encerrando sua circulação 2025 justamente em Caruaru, terra de Manuel Eudócio, um dos homenageados desta edição. Dirigido coreograficamente por Maria Paula Costa Rêgo, com direção musical de Maciel Salu e projeções digitais de Gabriel Furtado, o espetáculo entrelaçou dança, música, poesia e figurinos alegóricos celebrando a vida e a obra de Manuel Eudócio, Severina Lopes e Mestre Salustiano. Reunindo artistas pernambucanos de distintas expressões — dançarinos, cantores, músicos e poetas —, a apresentação entregou uma abertura sensorial que falou diretamente à alma de quem já se somava ao público no pátio.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o filho da terra Junio Barreto trouxe ao palco sua música autoral à flor da pele de letras poéticas, melodias contagiantes e uma apresentação que, apesar da imponência do espaço, manteve-se intimista, olho no olho com a plateia. Reconhecido pela crítica e já indicado ao Grammy Latino, Barreto consolidou sua trajetória com autenticidade e emoção, em um momento de pura conexão com quem estava ali para celebrá-lo em casa.</p>
<div id="attachment_120121" aria-labelledby="figcaption_attachment_120121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120121" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Pernambuco Meu País</p></div>
<p dir="ltr">Coube a José Augusto dar continuidade à noite com a força de uma carreira marcada por sucessos que atravessam gerações. O cantor abriu sua participação com os versos de &#8220;Chuvas de verão&#8221;, embalando uma plateia que cantou em coro desde o primeiro segundo até o acorde final. Emocionado, lembrou que esteve em Caruaru ainda nos anos 1970, no alvorecer de sua carreira, reforçando o vínculo afetivo com a cidade. Entre sucessos queridos, ecoaram trechos de “De que vale ter tudo na vida”, “Amantes” e “A carta”, todos entoados com afeto por uma audiência enfeitiçada pela nostalgia.</p>
<p dir="ltr">Outro ícone da música romântica, Fábio Jr. subiu ao palco com o carisma de sempre e repertório impecável, composto por grandes hits do rádio e da teledramaturgia nacional. Clássicos como “Alma Gêmea”, “Pensando em Você” e “Caça e Caçador”, entre muitos outros, embalaram uma apresentação carregada de emoção. A banda, afinadíssima, deu o tom de sofisticação ao espetáculo, enquanto o Pátio de Eventos, lotado, pulsava na mesma frequência de paixão e entrega.</p>
<p dir="ltr">A grande estrela da noite, Alcione, surgiu já de madrugada sob os aplausos ansiosos do público. Andando pelo palco, ela escolheu abrir seu show reverenciando a cultura pernambucana e abriu seu show com “Forró do Xenhenhém”, canção que ganhou o Brasil por sua interpretação única no início dos anos 2000. Logo de início, conquistou o público com a intensidade de quem ama, confia, depois desconfia e sofre com profundidade, envolvida pela vibração coletiva de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo seguiu exuberante e enérgico, com um setlist afiado que reuniu alguns de seus maiores sucessos. Canções como “Você Me Vira a Cabeça (Me Tira do Sério)”, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Sufoco” e “A Loba” reverberaram pela multidão, que respondeu entregue, hipnotizada pelo magnetismo da Marrom. Em uma noite que misturou tradição, romantismo e potência vocal, o público de Caruaru viveu a confirmação de que o Festival Pernambuco Meu País caminha para seu desfecho em grande estilo, celebrando a música como memória, encontro e futuro.</p>
<div id="attachment_120124" aria-labelledby="figcaption_attachment_120124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: San Pereira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120124" alt="Foto: San Pereira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/pemp4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Júnior</p></div>
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		<title>Do caderno de receitas à tradição, o bolo de noiva foi o protagonista no País da Cultura Alimentar nesta sexta (5)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120104" aria-labelledby="figcaption_attachment_120104" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120104" alt="A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/cris-barros-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A confeiteira Cristianne Barros ministrou oficina no PEMP Caruaru</p></div>
<p dir="ltr"><em>Texto: Valentine Herold</em></p>
<p dir="ltr">Uma receita de bolo é bem clara nos ingredientes e na proporção de cada elemento. Duas xícaras de farinha, 200g de manteiga, 3 ovos e por aí vai. Mas se dentro da batedeira e do forno não pode faltar precisão matemática para que a química gastronômica aconteça da forma correta, já não se pode dizer o mesmo com os sentimentos envolvidos em uma receita de família. Quanto de amor, de cuidado, querer bem e de memória afetiva cabem em um bolo feito para os seus? Não há como mensurar em gramas, colheres ou xícaras. Cozinhar é um ato de carinho, uma linguagem de amor universal e que é passada de geração em geração. É assim que Cristianne Barros, confeiteira e professora do curso de Gastronomia do Senac, transmite seus saberes.</p>
<p dir="ltr">A preservação da memória familiar através dos cadernos de receitas foi o foco na ação do País da Cultura Alimentar da tarde desta sexta-feira no Festival Pernambuco Meu País em Caruaru. A atividade aconteceu na Feira de Caruaru, importante polo gastronômico e cultural da cidade, unindo tradição e salvaguarda. Enquanto preparava um bolo de noiva, Cristianne deu uma aula sobre as origens dessa receita genuinamente pernambucana, registrada inclusive Patrimônio Imaterial do Estado desde 2023, junto às suas práticas socioculturais associadas.</p>
<p dir="ltr">“Somos um povo doce e carregamos a tradição da cana-de-açúcar no sangue. Por isso gostamos tanto de receber bem as pessoas em nossas casas, servir um bolinho com café. Essa tradição faz parte da nossa herança e é muito importante preservarmos essa memória dentro dos seios familiares. Os cadernos de receitas cumprem esse papel de manter o elo com o passado, pensando no futuro. As tradições de cada família não podem morrer”, ressaltou a chef.</p>
<p dir="ltr">Com mais de 20 anos de experiência no setor gastronômico  em Pernambuco com foco em Confeitaria e panificação. Formada em gastronomia, Mestra em Ciência da Educação e pesquisadora cultural, Cristianne dividiu com o público do Festival Pernambuco Meu País a receita de sua avó do bolo de noiva. Desde o descanso das ameixas em vinho Moscatel por semanas até o uso de cacau, cada etapa do processo é feita com amor e atenção ao sabor.</p>
<p dir="ltr">Sobremesa com raízes inglesas, o bolo de noiva pernambucano nasceu ainda no período colonial e foi se adaptando às influências culturais e econômicas ao longo dos anos. Alguns ingredientes são obrigatórios e outros, como o acréscimo de nozes ou outras frutas cristalizadas, vão do gosto e do costume de cada família. Para a coordenadora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, que articulou a atividade desta sexta (5), ações como essas são complementares ao mapeamento de boleiras de Pernambuco que vem sendo feito pela Secretaria de Cultura dentro do Mapa da Cultura Alimentar.</p>
<p dir="ltr">“Cristianne desenvolveu uma pesquisa sobre bolo de noiva desde 2008. Então há anos ela vem nesse processo de auxílio e mapeamento também em relação às boleiras, principalmente boleiras de confeiteira, que foi muito importante durante o processo de patrimonialização do bolo de noiva. E falar de cadernos de receitas é outro tema central dentro da confeitaria pernambucana. Durante sua pesquisa, Cristianne encontrou muitas receitas que foram passadas de avó, de mãe pra filha, através de cadernos. Então trazermos esse assunto para o festival é falar de salvaguarda da memória alimentar do nosso Estado e exercer ela na prática”, destacou Dianne.</p>
<p dir="ltr">A programação da Cultura do País Alimentar continua neste sábado (6) com Dona Carmem Virginia às 10h, na palestra “Sua Vida Sua História &#8211; Entre Caranguejos e Acarajés”. Em seguida, às 14h, é a vez da intervenção “Cardápio Doce Poético”, com o chef Aleff Souza e a poeta Odailta Alves. Sempre no mesmo local, na Feira de Caruaru, na entrada do polo gastronômico.</p>
<p> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120106" alt="caderno receitas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/caderno-receitas-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
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		<title>Trupe Pernambuco Meu País encerra desfiles em Caruaru com participação do Boi Tira Teima</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 01:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último desfile da Trupe Pernambuco Meu País aconteceu na tarde da quinta-feira (4), em Caruaru. O cortejo percorreu as principais avenidas do centro, partindo da Praça Coronel Porto, passando pela Catedral de Nossa Senhora das Dores e encerrando na Estação Ferroviária. A apresentação contou com uma novidade: a participação do Boi Tira Teima, símbolo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120091" aria-labelledby="figcaption_attachment_120091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250904-WA0145.jpg"><img class="size-medium wp-image-120091" alt="Recém intitulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, Boi Tira Teima se apresenta em sua terra natal, durante a passagem da Trupe Pernambuco Meu País, para o festival. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250904-WA0145-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Recém intitulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, Boi Tira Teima se apresenta em sua terra natal, durante a passagem da Trupe Pernambuco Meu País para o festival. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>O último desfile da Trupe Pernambuco Meu País aconteceu na tarde da quinta-feira (4), em Caruaru. O cortejo percorreu as principais avenidas do centro, partindo da Praça Coronel Porto, passando pela Catedral de Nossa Senhora das Dores e encerrando na Estação Ferroviária.</p>
<p>A apresentação contou com uma novidade: a participação do Boi Tira Teima, símbolo caruaruense recém-reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. O grupo, que completa 103 anos em 2025, reforçou a dimensão histórica do momento.</p>
<p>O encerramento, na verdade, representou novos começos. Para Nicole, de 13 anos, aluna de dança e integrante da Trupe, a experiência foi única:</p>
<p>&#8220;Eu vou levar para o meu coração essa experiência com essa cultura linda. Eu fazia aula de dança, e aí Renato me convidou para fazer esse trabalho lindo e que apareça mais oportunidades para eu viver.&#8221;</p>
<p>A jovem destacou ainda a oportunidade de levar o espetáculo a sete cidades do estado, tendo contato com manifestações culturais que só conhecia dos ensaios.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong><br />
O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250904_215656_280.sdocx--></p>
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		<title>“Trupe Pernambuco Meu País”: grupo de artistas promove arrastão cultural nos municípios-sedes do festival itinerante</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/trupe-pernambuco-meu-pais-grupo-de-artistas-promove-arrastao-cultural-nos-municipios-sedes-do-festival-itinerante/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 20:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abrindo alas para a celebração da diversidade cultural e do orgulho pernambucano, o Festival Pernambuco Meu País prepara mais uma surpresa. A novidade chega antes mesmo da programação oficial começar. Para este ano, o evento traz a “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganha o palco mais democrático e popular de todos &#8211; a rua &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119130" aria-labelledby="figcaption_attachment_119130" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258.png"><img class="size-medium wp-image-119130" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258-607x402.png" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Abrindo alas para a celebração da diversidade cultural e do orgulho pernambucano, o Festival Pernambuco Meu País prepara mais uma surpresa. A novidade chega antes mesmo da programação oficial começar. Para este ano, o evento traz a “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganha o palco mais democrático e popular de todos &#8211; a rua &#8211; para anunciar a chegada dos dias de magia, alegria e imersão na arte. Sempre às quintas-feiras, artistas do circo, dança, teatro, música e poesia vão circular pelas principais vias dos municípios-sedes, convidando a todos a participarem de um arrastão cultural.</p>
<p dir="ltr">Abraçando e representando a pluralidade cultural trazida pelo festival, os artistas que integram o grupo de cortejo farão performances, que serão apresentadas ao longo do percurso, que contarão com interações com o público. No trajeto, os agitadores culturais farão pausas estratégicas, desdobrando o arrastão em um espetáculo ao ar livre, sempre com novidades e adaptações, de acordo com características culturais de cada cidade.</p>
<p dir="ltr">“É um chamado popular através de um desfile festivo que começa pequeno e vira multidão, como um segredo que vai se espalhando até virar grito de alegria. Ele anuncia o Festival Pernambuco Meu País como quem diz: “Amanhã é festa, mas hoje já tem magia!”. Todo o espetáculo conta com intervenções poéticas, musicais e coreográficas. Elementos visuais, sonoros e performativos se combinam em uma ação viva e integrada, que valoriza as habilidades individuais e coletivas do grupo de artistas”, revela o coordenador de Atividades Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ary Valença, responsável pela curadoria e direção do projeto.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, a Trupe vai circular por sete cidades, sendo a estreia em Salgueiro a primeira a receber o festival. Na próxima quinta-feira, 24, a partir das 17h30, o público está convidado a se concentrar na Roda do Prefeito (Girador do Prado), na Avenida Antônio Angelim, no bairro de Nossa Senhora de Graças e aguardar o espetáculo. A programação segue por Buíque (31/07), Bezerros (7/08), Pesqueira (14/08), Gravatá (21/08), Arcoverde (28/08) e finaliza em Caruaru (4/09).</p>
<p dir="ltr">Ainda segundo Ary Valença, a Trupe vem disposta a instaurar uma atmosfera única às cidades e chama a todos a prestigiarem. “Nossa missão é fazer com que o público que esteja próximo, que vá chegando, sinta-se contagiado com a emoção e alegria da nossa cultura, da nossa tradição e que possa, de fato, ao ver os nossos artistas, as nossas apresentações, poder sonhar um pouco de pé. Por isso, contamos com a presença de todos”, convida.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre a Trupe Pernambuco Meu País e a cobertura dos desfiles pelos municípios-sedes poderão ser encontradas no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a> e pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Fotolivro retrata universo do trabalho informal na indústria têxtil do Agreste de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotolivro-retrata-universo-do-trabalho-informal-na-industria-textil-do-agreste-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 21:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118425" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839-607x392.png" width="607" height="392" /></a></p>
<p dir="ltr">A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de Caruaru e Toritama, integrantes do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano. O lançamento aconteceu no último dia 10 de junho, durante a programação do Salão de Fotografia de Pernambuco, no Fotolab-UFPE, o laboratório de fotografia dos cursos de Design e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Acadêmico do Agreste (CAA).</p>
<p dir="ltr">A publicação mergulha no universo da confecção, transformando o território imagético da indústria têxtil em debate sobre trabalho e moda. Apresenta os processos de corte, costura, lavagem e comercialização do jeans. Tem como pano de fundo os cenários quase ficcionais das facções e lavanderias de Toritama e propõe uma discussão direcionada às relações de trabalho na cadeia responsável pela produção do artigo de moda. Com narrativa equilibrada entre os discursos acadêmico e artístico, as imagens retratam as condições de trabalho dos profissionais envolvidos na fabricação do jeans, lançando um olhar para questões intrínsecas ao trabalho informal, como o acesso à direitos trabalhistas e a responsabilidade ambiental envolvida nesse tipo de indústria.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118427" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147-607x401.png" width="607" height="401" /></a></p>
<p dir="ltr">O livro é de autoria do coletivo homônimo, “Ciano, Cidade”, formado por 5 profissionais das áreas de fotografia, geografia, comunicação e design. Possui um caráter experimental e explora uma narrativa para além da documental, ao passo que transporta o leitor para um mundo, ao mesmo tempo, real e imaginário. Para isso, conta com fotografias de técnicas mistas: digitais, analógicas e impressas em cianotipia. A curadoria é de Daniela Bracchi, professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE &#8211; Centro Acadêmico do Agreste, também coordenadora Fotolab-UFPE, Laboratório de Fotografia, que estuda e desenvolve narrativas visuais.</p>
<p dir="ltr">A equipe é composta por Gabriella Ambrósio, comunicóloga de formação e fotógrafa com experiência em fotografia documental de Caruaru; Williams Pereira, Geógrafo e fotógrafo de Recife; Palloma Mendes, designer e fotógrafa de Garanhuns; Ythalla Maraysa, fotógrafa e designer de Caruaru e Dênis Torres, fotógrafo nascido em Toritama. Conta com produção executiva de Ythalla Maraysa, textos e comunicação por Daniela Bracchi e Williams Pereira e projeto gráfico da Oficina Embuá. O acesso ao livro, informações e novidades sobre o projeto podem ser encontradas no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cianocidade/">@cianocidade</a>.</p>
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		<title>Festival Festejo Negro chega à sua 4º edição entre os dias 8 e 11 de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2025 17:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FN2-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117762" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FN2-2-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p dir="ltr">A 4ª edição do Festejo Negro &#8211; Festival de Cultura Negra, realizado pela Associação Cultural Afro-brasileira Orí será realizada entre os dias 08 e 11 de maio de 2025 na cidade de Caruaru. As apresentações acontecerão no Teatro Rui Limeira Rosal (Teatro do SESC Caruaru) reunindo diversas linguagens artísticas em uma programação que valoriza e dá visibilidade à produção de cultura negra pernambucana, além de oficinas de danças e percussão afro-brasileiras ofertadas gratuitamente a estudantes da rede municipal de ensino da cidade de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">A efervescência de apresentações artísticas acontecerá no final de semana em que o grupo Orí completa 11 anos de existência e receberá a participação de grupos culturais e artistas de Caruaru e região e também de outros Estados. Além das oficinas, intervenções e apresentações culturais, haverá rodas de diálogo com os grupos participantes e lideranças de entidades da cultura afro-brasileira e também um cortejo que desfilará por ruas centrais de Caruaru, com diversas manifestações culturais mostrando ao público a beleza e a diversidade de nossa cultura afro-brasileira.</p>
<p dir="ltr">A programação tem início no dia 08, quinta, com oficinas exclusivas para alunos e alunas da rede municipal de ensino de Caruaru, que serão apresentados a ritmos da percussão e dança afro-brasileira. No dia 09 teremos a abertura oficial da programação, a partir das 18h no Teatro Rui Limeira Rosal (SESC Caruaru), que receberá todas as atividades noturnas do Festejo Negro.</p>
<p dir="ltr">No sábado, 10, a beleza das tradições afro-brasileiras invade as ruas de Caruaru, com o Cortejo Raízes Negras. A concentração será a partir das 8h na Praça Pedro de Souza com destino à Estação Ferroviária de Caruaru. Na Estação, às 15h haverá a Oficina de Dança Afro com a multiartista e talentosa bailarina afro recifense Raquel Araújo que também será a apresentadora do Festejo Negro. As inscrições serão realizadas na hora da atividade, que acontecerá na Estação Ferroviária de Caruaru.</p>
<p dir="ltr">Durante os 3 dias do festival acontecerão intervenções em diversas linguagens artísticas chamadas Performances e Saberes. É o espaço do Festejo Negro onde arte e ancestralidade se entrelaçam em palavras, imagens, desfiles e saberes. Poetas, pesquisadores, fotógrafos e artistas de diversas linguagens ocupam este território com expressões que afirmam a identidade negra, rompem silêncios e celebram a memória viva de um povo que transforma conhecimento em ato e presença. Durante os 3 dias acontecerão também apresentações artísticas com destaque para os shows de Companhia Raízes (Campina Grande/PB), Grupo Bongar e Coco dos Pretos (Recife/PE).</p>
<p dir="ltr">O evento é realizado pela Associação Cultural Afro-brasileira Orí desde 2020 com intuito de evidenciar a força e a representatividade das matrizes afro-brasileiras que fazem parte da constituição de nossa identidade cultural. A 4ª edição do Festejo Negro vem com o propósito de consolidar o Festival como um grande encontro de manifestações de Cultura Negra do Agreste Pernambucano, fortalecendo o intercâmbio de produções de cultura negra no Nordeste.</p>
<p dir="ltr">Segundo o idealizador e presidente da Associação Vanaldo Brito, o Festejo Negro  “é um momento de resistência, celebração e conexão. Queremos que o festival seja um espaço de visibilidade e valorização da produção artística negra, além de fortalecer a comunidade e inspirar novas gerações&#8221;. Para ele, o objetivo do Festival ultrapassa o do entretenimento, visando também “promover o diálogo e a conscientização, desconstruindo preconceitos e reafirmando o papel fundamental da cultura negra na formação da identidade brasileira&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Todas as atividades são gratuitas e os ingressos devem ser retirados a partir de 20 minutos antes do evento. O Teatro Rui Limeira Rosal, do Sesc Caruaru, tem capacidade para 256 pessoas, acessos qualificados, poltronas especiais e áreas para cadeirantes, garantindo a acessibilidade. As atividades realizadas no Teatro contarão com intérpretes de Libras, proporcionando acessibilidade aos surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">A 4ª edição do Festejo Negro - Festival de Cultura Negra é uma realização de Associação Cultural Afro-Brasileira Orí e conta com as parcerias de CIOFF, Sesc, Fecomércimo e Senac, Fundação de Cultura de Caruaru, Prefeitura de Caruaru, com o apoio de Odara Collection, Dona Caipirinha, CEPA &#8211; Centro de Educação Popular Assunção e incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p dir="ltr"><strong>História do Festival</strong> - A primeira edição de Festejo Negro surgiu com a proposta de mobilizar um encontro com manifestações afro-brasileiras, na comemoração da constituição Associação Cultural Afro-brasileira Orí, em 20 de novembro de 2020. Em um encontro entre grupos parceiros e artistas que chegaram de forma espontânea, trouxeram sua arte, com poesia, canto, dança, percussão, muita alegria e ancestralidade. A segunda edição aconteceu em julho de 2021, na sede da Associação Orí, firmando o desejo de consolidar o Festejo Negro como um evento perene.</p>
<p dir="ltr">A 3ª edição foi realizada no Teatro João Lyra, com apresentações de grupos e artistas de diversas linguagens, como o próprio Orí Cia de Dança, Afoxé Filhos de Lufan, Baque de Rum, Grupo de Capoeira Birimba Mulheres, entre outros artistas, numa noite cheia de muito axé e resistência, registrando mais um episódio dessa caminhada na construção do Festejo Negro, como um ato de força e representatividade da cultura afro-brasileira na cidade de Caruaru. Depois da terceira edição, com a restruturação do projeto, que buscou expandir o Festejo Negro para se tornar um grande Festival de Cultura Negra em Pernambuco.</p>
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