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	<title>Portal Cultura PE &#187; casa balea</title>
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		<title>Raoni Assis inaugura a exposição &#8220;A Rudia&#8221; na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 17:35:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O artista visual Raoni Assis faz o vernissage da sua mais nova exposição &#8220;A Rudia&#8221;, nesta quinta-feira (10), a partir das 18h, na Casa Balea, localizada no Sítio Histórico de Olinda. A mostra, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma retrospctiva em torno dos dez anos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/raoni-assis.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97079" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/raoni-assis-342x486.jpeg" width="342" height="486" /></a></p>
<p>O artista visual Raoni Assis faz o vernissage da sua mais nova exposição &#8220;A Rudia&#8221;, nesta quinta-feira (10), a partir das 18h, na Casa Balea, localizada no Sítio Histórico de Olinda. A mostra, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma retrospctiva em torno dos dez anos, desde a inauguração do espaço, quando o próprio Raoni apresentou &#8220;Escombros&#8221;, em 2012. Nela, Raoni utilizou como plataforma de suas obras as sobras e entulhos da reforma da Casa.</p>
<p>Agora, em &#8220;A Rudia&#8221;, Raoni se apropria de portas e janelas achadas pela cidade de Olinda, nos descartes de moradores, e as transforma em pinturas-esculturas, onde as formas do próprio material direciona o artista para homenagear personagens que circulam e paisagens percebidas durante as diversas fases desses dez anos de história naquele endereço. São 13 obras em técnicas mistas sobre madeira de descarte, sendo uma delas originária da exposição de inauguração d&#8217;A Casa do Cachorro Preto.<em> &#8220;São referências reais e também imaginárias. Desde que a Casa nasceu, a gente já se apresentava mais como uma ideia comum do que algo muito concreto, pre formatado. Mas ao mesmo tempo é essa combinação do sonho com a realidade que sustenta toda a nossa resistência&#8221;</em>, diz Raoni Assis.</p>
<p>A rudia é um pano circular que as pessoas usam na cabeça para colocar peso em cima. Para a curadora da Mostra, Beatriz Arcoverde, “encerrar o ciclo do projeto com esta exposição é uma demonstração de que outros momentos como estes ainda vão acontecer. Tem tudo a ver com circundar as dificuldades e amenizar o peso do que se carrega, como suporte para transformar e realizar”. Essa exposição completa o ciclo de 10 exposições do projeto Agregados, que reviveu A Casa do Cachorro Preto, na Casa Balea, durante todo ano, com incentivo do Funcultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>IDEALIZADOR</strong></span><br />
Raoni Assis é artista visual e ilustrador, nascido em Olinda. Aos 34 anos, não se lembra de &#8220;não desenhar&#8221;. Trabalha em diversas mídias. Filmes, painéis, esculturas, tatuagens, telas, em aquarelas, acrílica, pastel, canetas, lápis, carvão. Tem seus desenhos publicados em jornais, revistas e cartazes, várias exposições individuais e coletivas. Cria identidade visual em paredes de estabelecimentos comerciais e residências. É quadrinista, dirigiu dois premiados curtas-metragens de animação. É coordenador e idealizador da Casa Balea, galeria, loja de arte e espaço cultural, onde funciona a produtora A Casa do Cachorro Preto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inauguração da exposição “A Rudia” – Raoni Assis<br />
Quando: 10 de novembro de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação até o dia 4 de dezembro | de quinta a domingo, das 16h às 22h<br />
Onde: Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda/PE)<br />
Para mais informações: (81) 98147-0937</p>
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		<title>Artistas visuais, Bia Melo e Greg expõem na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 17:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Localizada no Sítio Histórico de Olinda, a Casa Balea abre a exposição DOIS, nesta quinta-feira (4), a partir das 18h. Na mostra, que conta com incentivo do Funcultura, Bia Melo e Greg apresentam pinturas em grandes formatos. São 11 obras em tinta acrílica sobre tela, com dimensões variadas, sendo a menor com 1,08&#215;0,88m, e a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ExpoDOIS_BiaMelo_Amarrilho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95817" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ExpoDOIS_BiaMelo_Amarrilho-607x355.jpg" width="607" height="355" /></a></p>
<p>Localizada no Sítio Histórico de Olinda, a Casa Balea abre a exposição DOIS, nesta quinta-feira (4), a partir das 18h. Na mostra, que conta com incentivo do Funcultura, Bia Melo e Greg apresentam pinturas em grandes formatos.</p>
<p>São 11 obras em tinta acrílica sobre tela, com dimensões variadas, sendo a menor com 1,08&#215;0,88m, e a maior com 1,70&#215;1,70m. A união de Bia e Greg tem como única regra estabelecida inicialmente “pintar em tela, em grandes formatos”. Desafio e desejo de ambos, assumidos com alegria. Os DOIS pressupõem uma relação. Dar e receber. Movimento, diálogo, troca.  É no contraste entre duas ideias, duas expressões, dois seres, que se percebe a identidade ou parcela única de cada um.</p>
<p>Para Bia Melo, “quando somamos 1 + 1, o resultado é a união de opostos e a riqueza de possibilidades do que vem em seguida. Nada nem ninguém permanece do mesmo jeito após se estabelecer uma relação. Deixa-se um pedaço, leva-se outro. Interagimos, tocamos e somos tocadas(os).” O resultado estará disponível para este mergulho no universo de cada um.</p>
<p>Essa é a sétima exposição do projeto Agregados, que resgata A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea e tem o incentivo do Funcultura, com curadoria de Beatriz Arcoverde e Raoni Assis.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Artistas</strong></span><br />
Bia Melo é recifense, atua como artista visual desde 2011. Sua expressão artística, que se desenvolve em diversos coletivos de arte: Atelier 6, Peligro, Gráfica Lenta, Maumau e Risco!, comunica através do abstrato e do figurativo e transita por diferentes suportes e técnicas, como colagem, gravura, desenho, pintura e instalações. Ganhou o prêmio de Artes Visuais do Recife, em 2014. Também já participou de exposições e leilões na A Casa do Cachorro Preto.</p>
<p>Greg é recifense, multiartista. É um dos fundadores da Livrinho de Papel Finíssimo Editora e membro do coletivo Gráfica Lenta. World’s Best-Designed Newspaper, World Press Cartoon e Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos são suas principais premiações. Indicado ao Troféu HQMix 2020 e ao 62º Prêmio Jabuti. Realizou individual na Casa do Cachorro Preto em 2013 e também participou de diversas coletivas e leilões.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inauguração da exposição “DOIS” &#8211; Bia Melo e Greg<br />
Quando: 4 de agosto de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação de 4 a 28 de agosto de 2022 |quinta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Onde: Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda/PE)<br />
Para mais informações: (81) 98147-0937</p>
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		<title>Max Motta inaugura a exposição &#8220;Sangue, Alma e Coração&#8221;, na Casa Balea</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 15:10:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Casa Balea, em Olinda, abre quinta-feira (30), às 18h, a exposição &#8220;Sangue, Alma e Coração&#8221;, individual de Max Motta, grafiteiro, tatuador e multiartista pernambucano, que reside atualmente em Belo Horizonte (MG). Com 32 anos, o artista utiliza em seu trabalho técnicas do graffiti, aquarela e acrílica, brincando com muros e telas como suporte. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Artista_Max_Mota.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94784" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Artista_Max_Mota-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Casa Balea, em Olinda, abre quinta-feira (30), às 18h, a exposição &#8220;Sangue, Alma e Coração&#8221;, individual de Max Motta, grafiteiro, tatuador e multiartista pernambucano, que reside atualmente em Belo Horizonte (MG). Com 32 anos, o artista utiliza em seu trabalho técnicas do graffiti, aquarela e acrílica, brincando com muros e telas como suporte. A abertura contará com discotecagem de Camarones.</p>
<p>Na mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o público poderá conferir mais de 25 obras, com acrílica sobre barro, tela e madeira, que também contará com projeções. Além disso, para abertura da exposição, Max Motta e outros artistas repintaram a fachada da Casa Balea.</p>
<p>Esta é a sexta exposição do projeto &#8220;Agregados&#8221;, que resgata A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea e tem o incentivo do Funcultura, com curadoria de Beatriz Arcoverde e Raoni Assis. O acesso é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inauguração da exposição &#8220;Sangue, Alma e Coração&#8221; &#8211; Max Motta<br />
Quando: 30 de junho de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação até 27 de julho |quinta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Onde: Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99 &#8211; Carmo – Olinda/PE)<br />
Para mais informações: (81) 98147-0937</p>
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		<title>Joana Liberal inaugura a exposição &#8220;Mira&#8221; na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 11:46:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Casa Balea, localizada no sítio histórico de Olinda, abre quinta-feira (2), das 18h às 22h, a exposição MIRA, individual de Joana Liberal. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a mostra reúne dez telas pintadas em tinta acrílica, uma escultura em cerâmica e uma instalação, a artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Joana-Libera-foto-divulgacao.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94173" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Joana-Libera-foto-divulgacao-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>A Casa Balea, localizada no sítio histórico de Olinda, abre quinta-feira (2), das 18h às 22h, a exposição MIRA, individual de Joana Liberal. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a mostra reúne dez telas pintadas em tinta acrílica, uma escultura em cerâmica e uma instalação, a artista apresenta cores e corpos, inteiros e nos detalhes convidam para agir, reagir e interagir.</p>
<p>“Uma exposição, uma partilha, &#8216;Mira&#8217; é alguma repercussão e mais ainda uma provocação sobre o olhar íntimo às existências dissidentes e revela a potencial transformação da percepção da realidade”, diz Runá Paiva, curadora da mostra. A abertura terá ainda a participação de DJ IDLIBRA. A exposição permanece na galeria para visitação até 26 de junho.</p>
<p>ARTISTA &#8211; Joana Liberal é recifense, formada em Licenciatura em Artes Plásticas pela UFPE, tem como principal marca do seu trabalho a versatilidade estética e plasticidade. Pesquisa sobre as questões das mulheres, e possibilidades de corpos e identidades. observadora interna permanente, desenvolve trabalhos com modelagem e escultura, gravura, ilustração, figurino, direção de arte, costura, mural e cenografia. Teve sua primeira exposição na Casa do Cachorro Preto em 2015.</p>
<p>Serviço<br />
Exposição “Mira” – Joana Liberal<br />
Abertura: 2 de junho de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação até 26 de junho, de quinta-feira a domingo, 16h às 22h<br />
Casa Balea (Rua Treze de maio, 99 – Carmo – Olinda/PE)</p>
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		<title>Kadu Xukuru inaugura a mostra &#8220;Mata Sul Terra Indígena&#8221; na Casa Balea</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 21:40:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mata Sul Terra Indígena&#8221; é nome da nova exposição que será inaugurada nesta quinta-feira (28), na Casa Balea, em Olinda. O artista visual Kadu Xukuru traz o futurismo indígena em 20 fotografias com colagens digitais, impressão em Canvas, sobre tela, 100% algodão e molduras em madeira de lei. Nelas ele expressa sua poética em torno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mata Sul Terra Indígena&#8221; é nome da nova exposição que será inaugurada nesta quinta-feira (28), na Casa Balea, em Olinda. O artista visual Kadu Xukuru traz o futurismo indígena em 20 fotografias com colagens digitais, impressão em Canvas, sobre tela, 100% algodão e molduras em madeira de lei. Nelas ele expressa sua poética em torno da história de sua família e de outros indígenas, representando um universo onde os indígenas continuam vivos, resistindo e sendo protagonistas de suas próprias histórias. Esta é a quarta exposição projeto &#8220;Agregados&#8221;, que resgata A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea e tem o incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. A curadoria é de Beatriz Arcoverde e Raoni Assis</p>
<p>O “Futurismo Indígena” é um movimento que consiste em arte, literatura, quadrinhos, músicas e outras formas de expressão e perspectivas originárias de futuro, passado e presente. Indígenas naturais da Zona da Mata Sul de Pernambuco são fotografados pelo artista e retratados de diversas formas, realizando as mais variadas atividades. <em>“Evocamos uma infinidade de subjetividades presentes nos nossos povos nos dias de hoje e que estarão presentes no futuro que ainda viveremos”</em>, explica Kadu.</p>
<p>As obras constroem um cenário futurista que parece impossível aos olhos da colonização e dos colonizados, retratando a força, o poder e o conhecimento milenar que não são destruídos pelo tempo, mas sim fortificados. “<em>A Mata Sul de Pernambuco foi e segue sendo um local de muita resistência indígena, apesar de tanta violência e de diversos mecanismos de apagamento da identidade indígena, os povos seguem vivas e vivos, retomando e reivindicando o direito a terra para manutenção da cultura, semente enterrada não morre”</em>, conclui o artista.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Kadu Santos tem 26 anos e é de origem Xukuru. Atua como artista visual, trabalhando com o conceito do futurismo Indígena. Tem formação em design gráfico e atualmente cursa licenciatura em história na UNICAP. Mora em Escada (PE) e compõe o Mata Sul Indígena, um movimento de retomada da Zona da Mata Sul de Pernambuco, região do estado que teve todos os seus aldeamentos destruídos e hoje lutam pelo fortalecimento dessa identidade e cultura.</p>
<p>O artista dedica sua primeira exposição individual a Xikão, cacique do Povo Xukuru responsável pela reinvindicação da identidade Xukuru, líder da retomada de vários povos de Pernambuco, assassinado em 1998 e ao líder indígena Manuel Valentim, originário da Aldeia de Escada e da Aldeia do Riacho do Mato</p>
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		<title>Casa Balea inaugura a exposição &#8220;Primal&#8221;, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Casa Balea abre, nesta quinta-feira (31), às 18h, a exposição “Primal”, com os artistas Demétrio Albuquerque e Glauber Arbos. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, traz 20 peças entre esculturas, relevos e híbridos em cerâmica de primeira queima, argilas e detalhes em madeira e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/exposiçao-Primal-Demétrio-e-Arbos-Cartaz-04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92285" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/exposiçao-Primal-Demétrio-e-Arbos-Cartaz-04-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Casa Balea abre, nesta quinta-feira (31), às 18h, a exposição “Primal”, com os artistas Demétrio Albuquerque e Glauber Arbos. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, traz 20 peças entre esculturas, relevos e híbridos em cerâmica de primeira queima, argilas e detalhes em madeira e ferro. Serão nove peças do artista Demétrio Albuquerque, sete peças do artista Glauber Arbos, com duas pinturas; contando ainda com duas esculturas que os dois criaram juntos especialmente para essa exposição. A cultura popular e a arte moderna representadas e fantasiadas com uma forte sutileza regional.</p>
<p><em>“Demétrio e Arbos têm em comum um estudo do contemporâneo em confabulação com o regional”</em>, explica a curadora da exposição Biatriz Arcoverde. Raoni Assis, que coordena a Casa Balea, conta que<em> “a escolha do nome Primal remete ao primitivo, a cerâmica terracota traz este sentido original e terral. Eu sempre vi esse diálogo nos trabalhos dos dois artistas, mesmo que separadamente, agora promovemos este encontro no barro, na cerâmica de primeira queima e nas formas de criação em escultura e modelagem”</em>.</p>
<p>Esta é a terceira exposição do projeto &#8220;Agregados&#8221;, que faz uma retomada da A Casa do Cachorro Preto, um espaço de arte e cultura de Olinda, onde hoje funciona a Casa Balea. Os dois artistas são participantes ativos das atividades da Casa e já fizeram exposições individuais na galeria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Demétrio Albuquerque</strong> é natural de Teresina (PI) tem 61 anos e é arquiteto. É o escultor do Monumento Tortura Nunca Mais (rua da Aurora &#8211; Recife). São de sua autoria as estátuas do Circuito da Poesia do Recife, a de Naná Vasconcelos no Marco Zero , “A Pedra Jardim” de esculturas do Shopping Recife, Monumento a Augusto dos Anjos na Praia Pedro Américo, João Pessoa PB. Ganhou o prêmio João Turim (1991) de aquisição no Salão do Museu João Turim em Curitiba com as esculturas Prometeu e Andaluz. Morou no Japão, onde fez curso de cerâmica (yakimono), realizou a exposição Karada em Ashikaga-shi. Em 2015 realizou a Individual “Caminho da Pedra”, na galeria Janete Costa, projeto de Oscar Niemeyer em Recife.</p>
<p><strong>Glauber Arbos</strong> é recifense, desenha desde criança. Sua identidade visual é facilmente reconhecida com pinturas de muros e paredes da cidade. As esculturas têm as mesmas características e são reconhecidas nas diversas exposições que acontecem no estado. Da arte popular do nordeste brasileiro até a ficção científica. Todo esse universo é regido pelos seres com formas que arremetem a natureza distante presente no imaginário do artista. As obras eclodem em explosões de cores e formas bem tratadas demonstrando uma arte cheia de referências, porém particular. Suas obras são ricas em cores e geometrias. Teve sua primeira exposição individual na Casa do Cachorro Preto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição &#8220;Primal&#8221; &#8211; Demetrio Albuquerque e Glauber Arbos<br />
Abertura: 31 de março (quinta-feira), às 18h<br />
Visitação até 24 de abril, de quinta-feira a domingo, 16h às 22h<br />
Casa Balea (Rua Treze de maio, 99 – Carmo – Olinda)</p>
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		<item>
		<title>Em Olinda, Casa Balea inaugura a exposição &#8220;DELAS &#8211; A mostra das mulheres&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 01:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Casa do Cachorro Preto]]></category>
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		<description><![CDATA[Para marcar o retorno das atividades da Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda, está agendada para o próximo dia 10 de março (quinta-feira), a partir das 18h, a inauguração da quinta edição da exposição &#8220;DELAS &#8211; A mostra das mulheres&#8221;. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91465" aria-labelledby="figcaption_attachment_91465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Cópia-de-11-Dani-Acioli-delas.jpg"><img class="size-medium wp-image-91465" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Cópia-de-11-Dani-Acioli-delas-607x456.jpg" width="607" height="456" /></a><p class="wp-caption-text">Um das obras que ficará em cartaz na mostra é a tela de Dani Acioli</p></div>
<p>Para marcar o retorno das atividades da Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda, está agendada para o próximo dia 10 de março (quinta-feira), a partir das 18h, a inauguração da quinta edição da exposição &#8220;DELAS &#8211; A mostra das mulheres&#8221;. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a mostra é uma provocação de reflexões sobre a igualdade de gêneros nas artes visuais. Por meio de pinturas, ilustrações, desenhos, gravuras, esculturas, bordados, fotos, grafites, poesias gráficas, instalações e performances são apresentadas obras que dialogam com o universo feminino e feminista, sintonizadas com a luta das mulheres por direitos iguais.</p>
<p>São 30 artistas reunidas em diversas gerações, experiências, estilos e técnicas: Alanys, Bia Melo, Bubu, Catarina Dee Jah, Cigana, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clara Simas, Clarissa Machado, Chris Machado, Dani Acioli, Isabela Alves, Isabela Stampanoni, Isadora Gibson, Joana Liberal, Karina Agra, Kilma Coutinho, Luciene Torres, Maiara Lira, Maré de Matos, Marina Feldhues, Mirela Rodrigues, Nathalia Queiroz, Oluyiá França, Rebecka Zamali, Renata Pires, Simone Mendes, Tatiana Móes, Teresa França, Valeria Rey Soto</p>
<p>A mostra conta ainda com a organização feita por mulheres, coordenadas pela curadora Beatriz Arcoverde, a jornalista Sheila Oliveira e a produtora Maiara Lira. O cartaz tem a assinatura da designer Haideé Lima.</p>
<p>Toda a programação do mês de março será dedicada a temas relacionados às questões de gênero e o espaço das mulheres na cultura. A exposição &#8220;DELAS&#8221; fica em cartaz para visitação até o dia 27 de março. Com visitação de quinta-feira a domingo, as obras estão disponíveis para aquisição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da mostra coletiva &#8220;DELAS &#8211; A mostra das mulheres&#8221;<br />
Quando: 10 de março de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação até o dia 27 de março (domingo). Uso de máscara e comprovante de vacina obrigatórios</p>
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		<item>
		<title>Em Olinda, Casa Balea debate os caminhos da moda decolonial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-olinda-casa-balea-debate-os-caminhos-da-moda-decolonial/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 15:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[os caminhos da moda decolonial]]></category>
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		<description><![CDATA[Mãe e filha, Teresa França e Oluyiá França comandam no próximo domingo (23), a partir das 16h, um debate sobre &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, na Casa Balea, localizada em Olinda. A ação integra a exposição “Caminhos” &#8211; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi inaugurada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90532" aria-labelledby="figcaption_attachment_90532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniel Pereira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/DSC9407.jpg"><img class="size-medium wp-image-90532" alt="Daniel Pereira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/DSC9407-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Oluyiá e Teresa França são as responsáveis pelo debate na Casa Balea</p></div>
<p>Mãe e filha, Teresa França e Oluyiá França comandam no próximo domingo (23), a partir das 16h, um debate sobre &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, na Casa Balea, localizada em Olinda. A ação integra a exposição “Caminhos” &#8211; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi inaugurada na última quinta-feira (23) &#8211; e apresenta a influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do bordado livre. São cerca de 50 peças entre bastidores, quadros, vestidos, blusas, chaveiros e colares.</p>
<p>No bate-papo, as artistas vão apresentar seus processos de criação, a influência afro-latina-americana na moda e debater temas como individualidade, apropriação cultural, sustentabilidade do indivíduo (remuneração) e do meio (movimento <em>slow fashion</em>).</p>
<p>Durante a conversa, ocorrerá ainda a Intervenção artístico-cultural “Construção”. Uma ação interativa, onde o público poderá modificar uma peça vestida por uma modelo, proporcionando novos olhares à moda e a roupa questiona a arte na poética sobre o corpo e o meio.</p>
<p>A mostra &#8220;Caminhos&#8221; fica em cartaz na Casa Balea até o dia 6 de fevereiro (domingo), com visitação de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Oluyiá França</strong> é tecnóloga em design de moda, pós em modelagem e criação, técnica em figurino, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GPEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de PE. Tem uma marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana.</p>
<p><strong>Teresa França</strong> inicia sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968, a partir daí o desenho, a pintura e a criatividade nunca mais a abandonaram. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. Atualmente é arte educadora no Instituto Capibaribe e iniciando uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Roda de conversa &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, com Oluyiá França e Teresa França<br />
Quando: 23 de janeiro de 2022 (domingo), às 16h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação até o dia 6 de fevereiro (domingo), de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Acesso com máscara e comprovante de vacina.</p>
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		<item>
		<title>Mãe e filha, Oluyiá França e Teresa França expoem na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90335" aria-labelledby="figcaption_attachment_90335" class="wp-caption img-width-602 alignnone" style="width: 602px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança.jpeg"><img class="size-medium wp-image-90335" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança-602x486.jpeg" width="602" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Oluyiá e Teresa França vão expor 50 peças na mostra</p></div>
<p>“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do bordado livre. São cerca de 50 peças entre bastidores, quadros, vestidos, blusas, chaveiros e colares. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Mãe e filha criam histórias e elos que geram discussão coletiva e não enxergam suas obras como produto. “A moda é um conceito social, político e histórico e o mercado independente é o que traduz a moda brasileira na atualidade”, resume Oluyiá. <em>“As ideias podem nos levar anos-luz longe do lugar que chamamos de casa, só para retornarmos sabendo que já tínhamos tudo o que precisávamos desde o começo”</em>, conclui Teresa. Elas citam a autora do afrofuturismo Yatasha Wowack<em> &#8220;a escolha que você não conhece é uma escolha que você não tem&#8221;</em>.</p>
<p>No processo criativo, é possível ver os caminhos, as escolhas feitas. A diáspora é signo de movimentos complexos, de reveses e avanços, de afirmação e negação, de criação e mimese, de cultura local e global, de estruturas e singularidades, de rompimento e reparação. A utilização de pontos básicos do bordado aprendidos na infância, linhas de diversas texturas e localidades, tecidos escolhidos, rendas e aplicações de décadas variadas.</p>
<p>O saber manual é base para expressão da ancestralidade, os insumos são artigos geracionais, tanto de gerações passadas quanto das possibilidades de criar e gerar o novo. Teresa e Oluyiá alertam que as peças trazem especificidades culturais que, se continuarem a não serem contempladas, o abismo para o diálogo será cada vez maior. É necessária a luta e a afirmação como corpos políticos negros.</p>
<p>O projeto também terá no dia 23 de janeiro uma roda de conversa com a intervenção artístico-cultural. Temas como individualidade, apropriação cultural, sustentabilidade do indivíduo e do meio, abordados com interação do público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Oluyiá França</strong> é tecnóloga em design de moda, pós em modelagem e criação, técnica em figurino, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GPEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de PE. Tem uma marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana.</p>
<p><strong>Teresa França</strong> inicia sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968, a partir daí o desenho, a pintura e a criatividade nunca mais a abandonaram. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. Atualmente é arte educadora no Instituto Capibaribe e iniciando uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Caminhos &#8211; Oluyiá França e Teresa França<br />
Quando: 13 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Acesso com máscara e comprovante de vacina.</p>
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		<title>Tonlin Cheng apresenta a videoperformance &#8220;Trabalho&#8221; na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 17:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TONLIN CHENG]]></category>
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		<description><![CDATA[A dança é o lugar de labor do corpo; escapa ao raciocínio da lógica trabalhista. Guiado por reflexões como essa, o artista Tonlin Cheng lança a videoperformance &#8220;TRABALHO&#8221;, fruto de um projeto homônimo de pesquisa e criação na área, que contou com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/TRABALHO-por-Thaís-Lima-01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-89736" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/TRABALHO-por-Thaís-Lima-01.jpg" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A dança é o lugar de labor do corpo; escapa ao raciocínio da lógica trabalhista. Guiado por reflexões como essa, o artista Tonlin Cheng lança a videoperformance &#8220;TRABALHO&#8221;, fruto de um projeto homônimo de pesquisa e criação na área, que contou com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Serão duas exibições, uma presencial e outra on-line, nos dias 9 e 10 de dezembro, respectivamente. A primeira será na Casa Balea, em Olinda, às 19h, com entrada livre. A on-line, pelo aplicativo Zoom (o acesso já pode ser garantido via Sympla), será às 20h e contará com interpretação em Libras.</p>
<p>Além de Tonlin, que assina direção, roteiro e edição da videoperformance, a equipe da produção é formada por Iara Sales (produção, figurino e performance), Gabi Holanda (figurino e performance), Wallace Nogueira (direção de fotografia), Thaís Lima (assistência de fotografia e still), Charles Belt e Thiago Neves (captação de som).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>“Mas você trabalha com quê?”</strong></span><br />
Talvez essa seja a pergunta mais ouvida por quem se reconhece artista. Mas quando a arte é o próprio corpo? Corpo que se desgasta e gera energia, sendo suporte direto para a arte? Essas e outras provocações deram norte ao projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, pelo Edital Funcultura Geral, e apoio do Acervo RecorDança, Casa Balea, Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa e Galeria Janete Costa. Os eventos têm classificação indicativa de 16 anos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bienvenidos Carnaval</strong></span><br />
Durante a ação na Casa Balea, no dia 9, também será exibido o documentário em curta-metragem Bienvenidos Carnaval, fruto da circulação do espetáculo PEBA pela América Latina, em 2019, passando pelas cidades do Rio de Janeiro, Montevidéu (Uruguai), Cali (Colômbia), La Plata e Buenos Aires (Argentina), também com incentivo do Funcultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da videoperformance &#8220;TRABALHO&#8221;<br />
Dia 9 de dezembro, às 19h, entrada gratuita<br />
na Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99, Carmo &#8211; Olinda)<br />
e, online, 10 de dezembro, às 20h<br />
via Zoom (ingressos gratuitos no Sympla), com interpretação em Libras<br />
<a href="https://www.sympla.com.br/trabalho--lancamento-virtual__1432587" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/trabalho&#8211;lancamento-virtual__1432587</strong></a></p>
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