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	<title>Portal Cultura PE &#187; Casa do Cachorro Preto</title>
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		<title>Mãe e filha, Oluyiá França e Teresa França expoem na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 12:55:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90335" aria-labelledby="figcaption_attachment_90335" class="wp-caption img-width-602 alignnone" style="width: 602px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança.jpeg"><img class="size-medium wp-image-90335" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança-602x486.jpeg" width="602" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Oluyiá e Teresa França vão expor 50 peças na mostra</p></div>
<p>“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do bordado livre. São cerca de 50 peças entre bastidores, quadros, vestidos, blusas, chaveiros e colares. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Mãe e filha criam histórias e elos que geram discussão coletiva e não enxergam suas obras como produto. “A moda é um conceito social, político e histórico e o mercado independente é o que traduz a moda brasileira na atualidade”, resume Oluyiá. <em>“As ideias podem nos levar anos-luz longe do lugar que chamamos de casa, só para retornarmos sabendo que já tínhamos tudo o que precisávamos desde o começo”</em>, conclui Teresa. Elas citam a autora do afrofuturismo Yatasha Wowack<em> &#8220;a escolha que você não conhece é uma escolha que você não tem&#8221;</em>.</p>
<p>No processo criativo, é possível ver os caminhos, as escolhas feitas. A diáspora é signo de movimentos complexos, de reveses e avanços, de afirmação e negação, de criação e mimese, de cultura local e global, de estruturas e singularidades, de rompimento e reparação. A utilização de pontos básicos do bordado aprendidos na infância, linhas de diversas texturas e localidades, tecidos escolhidos, rendas e aplicações de décadas variadas.</p>
<p>O saber manual é base para expressão da ancestralidade, os insumos são artigos geracionais, tanto de gerações passadas quanto das possibilidades de criar e gerar o novo. Teresa e Oluyiá alertam que as peças trazem especificidades culturais que, se continuarem a não serem contempladas, o abismo para o diálogo será cada vez maior. É necessária a luta e a afirmação como corpos políticos negros.</p>
<p>O projeto também terá no dia 23 de janeiro uma roda de conversa com a intervenção artístico-cultural. Temas como individualidade, apropriação cultural, sustentabilidade do indivíduo e do meio, abordados com interação do público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Oluyiá França</strong> é tecnóloga em design de moda, pós em modelagem e criação, técnica em figurino, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GPEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de PE. Tem uma marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana.</p>
<p><strong>Teresa França</strong> inicia sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968, a partir daí o desenho, a pintura e a criatividade nunca mais a abandonaram. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. Atualmente é arte educadora no Instituto Capibaribe e iniciando uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Caminhos &#8211; Oluyiá França e Teresa França<br />
Quando: 13 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Acesso com máscara e comprovante de vacina.</p>
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		<title>Grupo carioca &#8216;Teatro do Afeto&#8217; cumpre programação em Olinda e no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-carioca-teatro-do-afeto-cumpre-programacao-em-olinda-e-no-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 15:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Com informações da Assessoria O grupo carioca Teatro de Afeto, cuja pesquisa de linguagem tem foco na encenação ritualística, cumpre temporada em Pernambuco neste mês, com dois espetáculos de seu repertório: Pineal – Ritual Cênico e Incapazes – Notícias Cênicas. As apresentações acontecem de 2 a 4 setembro na Casa do Cachorro Preto, Olinda; e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>*Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O grupo carioca <strong>Teatro de Afeto</strong>, cuja pesquisa de linguagem tem foco na encenação ritualística, cumpre temporada em Pernambuco neste mês, com dois espetáculos de seu repertório: <em>Pineal – Ritual Cênico</em> e <em>Incapazes – Notícias Cênicas</em>. As apresentações acontecem de 2 a 4 setembro na Casa do Cachorro Preto, Olinda; e de 9 a 11 de setembro no Teatro Hermilo Borba Filho, no Recife.</p>
<p style="text-align: left;">O trabalho do grupo transpõe na cena questões de afetividade nas relações humanas. Baseados nos conceitos taoista de Yin e Yang (a dualidade de tudo que existe no universo), foram concebidos dois espetáculos chamados pelo grupo de “opostos complementares”. Isso significa que são completamente diferentes em suas estéticas, temáticas e meios de produção, mas semelhantes no que diz respeito ao objetivo maior de repensar a cena do teatro contemporâneo no Brasil e no mundo.</p>
<div id="attachment_39923" aria-labelledby="figcaption_attachment_39923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leonardo Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pineau.jpeg"><img class="size-medium wp-image-39923" alt="Leonardo Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/pineau-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Pineal&#8217; evoca o sagrado feminino</p></div>
<p><strong>Pineal – Ritual Cênico,</strong> encenado de 2 a 4 de setembro, na Casa do Cachorro Preto, inaugura uma nova fase da casa que agora será aberto às artes cênicas. O espetáculo, que acontece também dia 10 no Teatro Hermilo Borba Filho, é composto de múltiplas linguagens e parte da noção de afeto como a solução para problemas essenciais da humanidade. É o espetáculo da porção “Yin”, que evoca o sagrado feminino, representado por sete mulheres que são acompanhadas por um músico homem, que faz o contraponto energético e complementaridade cênica.</p>
<p>No elenco estão nomes como Yasmin Gomlevsky, que interpretou a prostituta Vidinha em Liberdade, Liberdade e Joaquina em Malhação Sonhos (Rede Globo), além de ter integrado o elenco de musicais como Rock in Rio (protagonista), Cazuza (no papel de Bebel Gilberto) e Beijo no Asfalto. Todos do premiado diretor carioca João Fonseca; Tainá Medina que protagonizou os filmes A Alegria (Felipe Bragança) e A Casa de Cecília (Clarissa Appelt) e que estará na próxima novela das 19h da Rede Globo; Tom Karabachian, filho do músico Paulinho Moska e que apresenta repertório autoral no espetáculo. Jessica Ellen, uma das protagonistas da série Justiça, que está no ar na Rede Globo fez parte da primeira temporada do espetáculo e assina a pesquisa e assistência de direção de Pineal.</p>
<p>A peça foi criada em processo coletivo, no qual cada atriz, a partir de depoimentos pessoais, escreveu seu próprio texto e se dirigiu. Através das performances individuais, criou-se um discurso coletivo sobre temas como tempo; ancestralidade; emoção; sagrado feminino e palavra.</p>
<p>O segundo espetáculo que a companhia traz a Pernambuco é a estreia nacional de <strong>Incapazes – Notícias Cênicas</strong>, apresentado de 9 a 11, no Teatro Hermilo Borba Filho.</p>
<p><strong>SARAU</strong></p>
<p>Nos dias 02 e 03/09, a partir das 22h, nA Casa do Cachorro Preto, após a apresentação do Pineal – ritual Cênico, integrantes do Teatro de Afeto se juntam ao projeto BESTA FERA, liderado pelo músico Vinicius Lezo para, juntos, apresentarem músicas e poesias autorais.</p>
<p><strong>SERVIÇOS</strong></p>
<p><strong>Espetáculo Pineal – Ritual Cênico</strong><br />
Quando: de 02 a 04 de setembro<br />
Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h<br />
Local: A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Carmo, Olinda)<br />
Classificação: 16 anos<br />
Contribuição voluntária</p>
<p><strong>Evento SARAU BESTAFERA + AFETO</strong></p>
<p>Quando: 2 e 3 de setembro<br />
Horário: 22h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Exposição reúne cartazes de eventos n&#8217;A Casa do Cachorro Preto</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-reune-cartazes-de-eventos-na-casa-do-cachorro-preto/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 17:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abre nesta quinta-feira, 2/6, a exposição &#8216;A Casa do Cachorro Preto em Cartaz&#8217;. A partir das 19h, o público terá a oportunidade de conferir alguns originais dos cartazes de atividades realizadas no espaço cultural em Olinda. As peças &#8211; verdadeiras obras de arte &#8211; foram desenvolvidas por artistas como Raoni Assis, Ayodê França, Shiko, Jeims Duarte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Abre nesta quinta-feira, 2/6, a exposição &#8216;A Casa do Cachorro Preto em Cartaz&#8217;. A partir das 19h, o público terá a oportunidade de conferir alguns originais dos cartazes de atividades realizadas no espaço cultural em Olinda. As peças &#8211; verdadeiras obras de arte &#8211; foram desenvolvidas por artistas como Raoni Assis, Ayodê França, Shiko, Jeims Duarte e Maurício Castro.</p>
<div id="attachment_36747" aria-labelledby="figcaption_attachment_36747" class="wp-caption img-width-345 alignright" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raoni Assis</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/reistencia-original-de-raoni-assis.jpg"><img class="size-medium wp-image-36747" alt="Raoni Assis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/reistencia-original-de-raoni-assis-345x486.jpg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz &#8216;Resistência Original&#8217;, de Raoni Assis, é uma das peças em exposição</p></div>
<p>&#8220;Da exposição à música no quintal, do lançamento de um livro a um filme, o cartaz do evento é ilustrado pelos artistas parceiros da Casa e geralmente circula nas redes sociais ou por e-mail. Agora, exibiremos uma mostra dos originais de alguns desses cartazes&#8221;, informa Sheila Oliveira, uma das coordenadoras do espaço.</p>
<p>São cerca de 30 desenhos, pinturas e gravuras. Uma mostra coletiva que, ao mesmo tempo em que revela a grande quantidade de eventos já realizados n&#8217;A Casa, se destacam pela diversidade, a qualidade e, principalmente, a relação contemporânea entre arte e comunicação. Reproduções dos cartazes também estarão disponíveis para compra.</p>
<p>A abertura da exposição contará com a apresentação de Zé Baracho e Vitor Andrade – de Cartola a Plebe Rude &#8211; no QuintaLExperimental</p>
<p><strong>Abertura da Exposição A Casa do Cachorro Preto em Cartaz</strong><br />
Mostra de Originais<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><strong>QuintaLExperimental com Zé Baracho e Vitor Andrade</strong><br />
De Cartola a Plebe Rude<br />
Entrada R$ 5,00</p>
<p>Quinta, 02 de junho<br />
A partir das 19h<br />
Na Casa do Cachorro Preto<br />
Rua 13 de maio, 99<br />
Cidade Alta – Olinda<br />
Mais informações: 81 – 982001399 / 81 – 998236269 (Sheila)</p>
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		<item>
		<title>Ayodê França inaugura a exposição &#8220;Entretanto&#8221; em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 13:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Ayodê França fará, neste sábado (17), a inauguração de sua mais nova exposição, Entretanto, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Com cinco telas em acrílica e 20 ilustrações das mais variadas técnicas, selecionadas em um ano de experimentação, a mostra desvela as diversas facetas criativas de Ayodê, bem como seu relacionamento, limitações, fetiches [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30915" aria-labelledby="figcaption_attachment_30915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mari Pinheiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/mari-pinheiro-ayode-divulg.jpg"><img class="size-medium wp-image-30915" alt="Mari Pinheiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/mari-pinheiro-ayode-divulg-607x323.jpg" width="607" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra &#8220;Entretanto&#8221; reúne ilustrações e telas de acrílica</p></div>
<p>O artista visual Ayodê França fará, neste sábado (17), a inauguração de sua mais nova exposição, <em>Entretanto</em>, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Com cinco telas em acrílica e 20 ilustrações das mais variadas técnicas, selecionadas em um ano de experimentação, a mostra desvela as diversas facetas criativas de Ayodê, bem como seu relacionamento, limitações, fetiches e inconveniências com a arte.</p>
<p>“Desta vez quero apresentar meus desenhos como se estivesse expondo os mais profundos desejos reprimidos e toda a promiscuidade pra ver o que se revela disso tudo”, é como o artista relata sua fase atual. Ele utiliza um jogo de significados no título da exposição, “<em>Entretanto</em> é o tempo intermediário do que criei e produzi desde a última exposição e também um “porém” que é justamente o que existe entre a obra e quem a aprecia”, explica Ayodê sobre a proposta dos trabalhos que poderão ser conferidos na mostra.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Ayodê França tem 31 anos, é ilustrador, animador e designer. Seu traço estampa vários cartazes, camisetas e logomarcas das atividades da Casa do Cachorro Preto. Seus desenhos animam curtas premiados como Hotel do Coração Partido, Abrupto e O Gaivota. É de Ayodê também as ilustrações do projeto Cine de Bolso nas edições de Brasília Teimosa, Patio de São Pedro e Teatro Santa Isabel, da Editora Paes, o cartaz premiado do Festival Nação Cultural.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura da exposição <em>Entretanto</em>, de Ayodê França<br />
Quando: sábado (17/10), às 18h<br />
Onde: Casa do Cachorro Preto (Rua 13 de Maio, 99 &#8211; Carmo, Olinda-PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Joana Liberal promove sua primeira exposição na Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 20:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;É para sentir mais do que traduzir&#8221;. É esta a definição que Joana Liberal dá a Toca, a sua primeira exposição individual, que estreia neste sábado (8), a partir das 18h, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto. Esculturas em cerâmica, gravuras em linóleo, fotografias e uma instalação, que vão aguçar todos os sentidos do visitante. Toca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28836" aria-labelledby="figcaption_attachment_28836" class="wp-caption img-width-358 alignleft" style="width: 358px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/joana-foto-divulgaçao.jpg"><img class="size-medium wp-image-28836 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/joana-foto-divulgaçao-358x486.jpg" width="358" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Toca</em> marca estreia de Joana Liberal</p></div>
<p>&#8220;É para sentir mais do que traduzir&#8221;. É esta a definição que Joana Liberal dá a <em>Toca</em>, a sua primeira exposição individual, que estreia neste sábado (8), a partir das 18h, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto. Esculturas em cerâmica, gravuras em linóleo, fotografias e uma instalação, que vão aguçar todos os sentidos do visitante.</p>
<p><em>Toca</em> desnuda o íntimo erótico, natural, vibrante e revelador. Despudorada, em todos os sentidos, a exposição representa os sentimentos voláteis e duradouros como efemeridades marcantes. Como por exemplo, peças tão voláteis que só serão apreciadas pelos primeiros visitantes, “quem viu, viu, quem não viu vai só ficar sabendo e sentindo” antecipa a artista, fazendo mais mistérios. O nome da exposição tem o sentido de guarida, caverna, entoca, canto. Ao mesmo tempo, sugere o toque, provoca o tocar-se e o se toque. Provocação. O que pulsa e vibra do corpo, sua natureza e identidade. É como observadora de si própria que Joana explora plasticamente o universo feminino e através de metáforas e simbologias, trata das relações sexuais, do poder, dos abusos embrenhados no habitual feminil. &#8220;Homens feios, porcos e maus. Finais infelizes ou apenas finais. Inquietações. São imagens de uma experiência particular, questionável e inabdicável. É como o corpo, sua sensibilidade, sua relação com objetos e com o espaço e com o outro é atravessada por instrumentos, instituições, saberes e poderes. E, ao mesmo tempo, uma denúncia e um alerta: quais as fronteiras entre social e individual; masculino e feminino; vida e morte; natureza e cultura, orgânico e artificial; presença e ausência?&#8221;, brada Joana.</p>
<p><strong>Sobte a artista</strong><br />
Joana Liberal (25) estuda artes plásticas, pela UFPE, tendo feito residência na UFMG em 2014.  Atuou no Programa Educativo do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), da Fundação Joaquim Nabuco e da Caixa Cultural. Em 2015, participou da exposição coletiva <em>Delas</em>, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto. Compões o coletivo Gráfica Lenta e da Art Monta. Desenvolve trabalhos com modelagem, cerâmica, gravura, escultura, performance, costura e cenografia.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura da exposição<em> Toca</em>, de Joana Liberal, com participação de Hellcife Soundsystem<br />
Quando: sábado (8/8), às 18h<br />
Onde: A Casa Do Cachorro Preto &#8211; Rua 13 de maio, 99, Carmo &#8211; Olinda<br />
Quanto: acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Nathalia Queiroz inaugura nova exposição na Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 17:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista visual Nathalia Queiroz inaugura, sábado (11), a exposição Como Guiar-se em um Não Lugar, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Cheia de questionamento às convenções sociais, a mostra apresenta obras que estão sendo produzidas desde 2012. O título da exposição é o mesmo de uma obra desenvolvida conjuntamente com o artista Danilo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27111" aria-labelledby="figcaption_attachment_27111" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/artista-nathalia-queiroz.jpg"><img class="size-medium wp-image-27111" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/artista-nathalia-queiroz-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova mostra, a artista desconstrói os territórios geográficos e pessoais</p></div>
<p>A artista visual Nathalia Queiroz inaugura, sábado (11), a exposição <em>Como Guiar-se em um Não Lugar</em>, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Cheia de questionamento às convenções sociais, a mostra apresenta obras que estão sendo produzidas desde 2012.</p>
<p>O título da exposição é o mesmo de uma obra desenvolvida conjuntamente com o artista Danilo Galvão, que também cedeu as imagens para a obra Dimensões do Horizonte de 2013. Durante a abertura da exposição, Danilo vai também lançar o vídeo <em>LibertAção</em>.</p>
<p>Ainda fazem parte da mostra de Nathalia Queiroz fotografias, ilustrações, colagens e instalações em lambe-lambe e desenhos de parede.</p>
<p>Para Nathalia, se ela precisasse resumir a exposição seria na frase: “para além das fronteiras, o espaço se amplia”. Para além das fronteiras das cidades, das ruas, das limitações geográficas, para além das fronteiras das convenções e expectativas sociais, da intimidade escondida, das representações e validações derivadas da exposição da persona enquanto coletividade e como isso camufla tal intimidade por vezes.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Nathália Queiroz tem 29 anos, é artista visual que atua em design gráfico, direção de arte, ilustração, fotografia e vídeo.<br />
Exposições anteriores: Narrativas Íntimas no Café Bogart em 2014. Água: Primeira individual através do agenciamento da Nuvem Produções realizada na Galeria Joana D’Arc em 2014. Delas2: Exposição coletiva de mulheres nA Casa do Cachorro Preto em 2015. Mulheres e Desordem: Evento com exposições de retratos de mulheres autônomas e libertárias realizado em parceria com a marca Seu Mundico e o espaço Risoflora em maio de 2015.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Como Guiar-se em um Não Lugar, de Nathalia Queiroz, com projeção de vídeos de Danilo Galvão<br />
QUando: abertura no sábado (11/7), às 18h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto &#8211; Rua 13 de maio, 99 &#8211; Carmo &#8211; Olinda/PE.<br />
Visitação até 02 de agosto, de quinta a domingo<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Coletivo de Brasília expõe desenhos na Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2015 17:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Coletivo do Inferno, do Distrito Federal, traz a exposição de desenhos de Felipe Vaz para A Casa do Cachorro, em Olinda. A abertura será no sábado (9), a partir das 18h, e contará com a apresentação do DJ Igor Capozzoli, da banda Desalma. A mostra apresenta ilustrações de demônios, baseados na obra O Livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24329" aria-labelledby="figcaption_attachment_24329" class="wp-caption img-width-483 aligncenter" style="width: 483px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/felipe-ferraz.png"><img class="size-medium wp-image-24329" alt="Artista representará o Coletivo do Inferno na mostra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/felipe-ferraz-483x486.png" width="483" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Felipe Ferraz representará o Coletivo do Inferno na mostra</p></div>
<p>O Coletivo do Inferno, do Distrito Federal, traz a exposição de desenhos de Felipe Vaz para A Casa do Cachorro, em Olinda. A abertura será no sábado (9), a partir das 18h, e contará com a apresentação do DJ Igor Capozzoli, da banda Desalma.</p>
<p>A mostra apresenta ilustrações de demônios, baseados na obra O Livro do Demônios, de Antônio Augusto Fagundes Filho, a capa do EP da banda DESALMA e uma série intitulada <em>Bichos Escrotos</em>. São 27 quadros em nanquim 6 lambe-lambes gigantes e um wallpainting. Criados nas técnicas de pontilhismo, hachura e lineart. Felipe Vaz busca inspiração no profano e na iconoclastia e, por meio do Coletivo do Inferno, leva à sociedade uma reflexão sobre a fuga da racionalidade. &#8220;Nós somos os deuses e também somos os demônios&#8221;, afirma o artista os desenhos apresentados na exposição, que segue em cartaz até o dia 31 de maio.</p>
<p><strong>Artista</strong><br />
Felipe Vaz tem 30 anos, é designer e ilustrador, pernambucano morando em Brasília. É Sócio do Coletivo do Inferno e estudante de tatuagem.<br />
O Coletivo Inferno já participou de exposições coletivas CrowdArt de Quem Faz, na galeria Reserva +, Globo menos 30 na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Pilhagem#3, nA Casa do Cachorro Preto e já ilustrou o relatório social 2012 da Fundação Banco do Brasil. A exposição foi viabilizada por meio do Catarse, quando alguns dos seus admiradores adquiriram recompensas em forma de camisetas, pôsteres, lambes, etc.</p>
<p><strong>Abertura da Exposição do Inferno, por Felipe Vaz</strong><br />
Quando: sábado (9), a partir das 18h<br />
Onde: A Casa do Cachorro Preto, localizada na Rua 13 de maio, 99 – Cidade Alta – Olinda- PE.<br />
Entrada gratuita<br />
Visitação até 31 de maio, de quinta-feira a domingo.</p>
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