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	<title>Portal Cultura PE &#187; Castainho</title>
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		<title>Castainho vivencia processo de preservação participativo da Cruz das Almas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 20:19:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e do governo federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a apresentação de um exame técnico de tombamento da Cruz das Almas, casa de orações e importante marco histórico-cultural da região. Na ocasião foi realizada uma escuta pública com a população local.</p>
<p>A Fundarpe esteve representada pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado e pelo técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC). Pelo Iphan compareceram a arqueóloga Mônica Nogueira e a historiadora Thamires Neves. O encontro aconteceu durante assembleia da Associação Quilombola Castainho, tendo à frente seu presidente, José Carlos Lopes da Silva, e seu vice, José Lopes.</p>
<p>Antes da apresentação do exame técnico, o público presente teve acesso a uma retrospectiva sobre os levantamentos das referências históricas e culturais da comunidade e seu processo de tombamento, além de uma atualização de status da área de cemitério conhecida como Cruz das Almas. No local há uma casa de oração que guarda uma cruz instalada em um terreno onde eram sepultados os antigos quilombolas do Castainho, até os anos 1950.</p>
<p>Embora integre a comunidade, seja importante e deva ser protegido, o espaço ficou fora da demarcação territorial inicial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é alvo constante de ameaças de invasão e apropriação. A Cruz das Almas, contudo, está incluída no polígono de preservação. Seu tombamento, no ambito estadual, está formalizado no Processo Administrativo Secult-PE nº 010/2020.</p>
<p>A iniciativa de realizar a escuta com a comunidade deriva do fato de que são pessoas quilombolas que detêm o conhecimento sobre o cuidado com o bem material e são elas que devem decidir o destino da Cruz das Almas, a partir da análise técnica desenvolvida em parceria com a Fundarpe. Após as considerações das moradoras e dos moradores será elaborado o parecer conclusivo e só então será formalizado o documento sobre o tombamento a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE).</p>
<p>As diretrizes do exame técnico preveem que as decisões sobre a Cruz das Almas ficam a cargo da comunidade quilombola do Castainho, que também é responsável pela manutenção do bem, tendo a Fundarpe como mediadora.</p>
<p>O processo de conservação estipula ainda a elaboração de um plano de gestão e de um inventário das referências culturais do Castainho; a sinalização, no local, da Cruz das Almas como patrimônio cultural; o reconhecimento e fortalecimento de práticas educativas e socioculturais; o incentivo à criação de um museu de referência; a realocação do acesso ao loteamento Novo Castainho (Cohab); a garantia de menor impacto sobre o bem nas intervenções previstas pela gestão municipal para a Avenida Deolinda Silvestre Valença, que passa à frente da casa de orações; e uma gestão compartilhada com o município.</p>
<p>&#8220;O ponto positivo da execução de todo esse trabalho é que cada vez mais a equipe técnica da Fundarpe, pensando a estrutura do Estado, tem se aproximado das comunidades, sobretudo das tradicionais, como as quilombolas, para que os exames técnicos e estudos sobre os bens culturais estejam alinhados com as comunidades que os detêm&#8221;, analisou Pollyana Calado. &#8220;O objetivo é que o processo de preservação seja alinhado e que no futuro não se distancie da comunidade&#8221;, explicou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Thamires Neves também enfatizou a política do Iphan para os quilombolos, que prevê a participação mais efetiva das comunidades na elaboração das normativas. &#8220;É importante que as comunidades nos digam quais são suas referências e como elas devem ser preservadas&#8221;, disse a historiadora. &#8220;Na nossa avaliação a assembleia foi bastante positiva, pois a Fundarpe conseguiu pactuar as diretrizes com a comunidade.&#8221;</p>
<p>No âmbito local, José Carlos Lopes da Silva se mostrou bastante satisfeito com a participação das moradoras e dos moradores exercendo seu direito de voz. &#8220;Traz mais conhecimento e valoriza esse trabalho&#8221;, considerou. &#8220;Com o tombamento, a Cruz das Almas terá mais segurança do bem estar social do patrimônio&#8221;, avaliou.</p>
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		<title>Terra quilombola Castainho é o polo da cultura popular e ancestral no 31º FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 00:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Garanhuns, se localiza uma das mais tradicionais terras quilombolas do Brasil. O Castainho é reduto de uma cultura ancestral que ali se assentou em meados do século 17. A comunidade foi formada após a destruição de Palmares, carregando em si a missão de não apenas sobreviver, mas também preservar e perpetuar milênios de saberes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102913" aria-labelledby="figcaption_attachment_102913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/tomcabral.jpg"><img class="size-medium wp-image-102913" alt="Tom Cabral/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/tomcabral-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conheça o Castainho durante o 31º FIG</p></div>
<p>Em Garanhuns, se localiza uma das mais tradicionais terras quilombolas do Brasil. O Castainho é reduto de uma cultura ancestral que ali se assentou em meados do século 17. A comunidade foi formada após a destruição de Palmares, carregando em si a missão de não apenas sobreviver, mas também preservar e perpetuar milênios de saberes e fazeres que são fundamentais para a identidade cultural do país. Ele é reconhecido desde 1998 como remanescente quilombola pela Fundação Cultural Palmares.</p>
<p>E claro que um território dono de uma efervescência cultural tão enorme não ficaria de fora da programação do 31º FIG. O polo Castainho será palco de atividades formativas e apresentações artísticas a partir da segunda-feira (24), seguindo até o último dia do festival. Por lá, passarão mestres da cultura popular, como Calú, que realizará uma oficina de mamulengo, apresentações de afoxés, coco, bacamarte, dança afro, samba.</p>
<p>No 31º FIG, o Castainho respira cultura popular e ancestral. Confira a programação e não deixe de conhecer!</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO POLO CASTAINHO</strong></p>
<p><strong>SEGUNDA-FEIRA (24)</strong></p>
<p>9h &#8211; Oficina de Confecção de Mamulengo Com o Mestre Calú<br />
9h -Oficina: Memórias e Histórias da Capela das Almas<br />
14h &#8211; Oficina: Memórias e Histórias da Capela das Almas 15h &#8211; Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus 16h – Sodade</p>
<p><strong>TERÇA-FEIRA (25)</strong><br />
9h -Grupo de Capoeira Angola Ifé<br />
9h &#8211; Oficina de Conservação Preventiva da Capela das Almas 15h &#8211; Mestra Ana Lúcia<br />
16h30 &#8211; Mateus Cordeiro</p>
<p><strong>QUARTA-FEIRA (26)</strong><br />
9h -Oficina de dança afro contemporânea Corporeidade, simbologia e diáspora<br />
9h &#8211; Oficina de Conservação Preventiva da Capela das Almas<br />
9h &#8211; Vivência Percussiva com Marcio Rastaman 15h &#8211; Mestre Galo Preto<br />
16h30 &#8211; Afoxé Oyá Alaxé</p>
<p><strong>QUINTA-FEIRA (27)</strong><br />
15h &#8211; Banda Amodú<br />
16h &#8211; Cia de Dança Giselly Andrade</p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (28)</strong><br />
14h &#8211; Mestre Josivaldo Caboclo<br />
15h &#8211; Afoxé Ylê Xambá<br />
16h30 &#8211; Thiago Teles</p>
<p><strong>SÁBADO (29)</strong><br />
14h &#8211; Banda de Pífanos Folclore Verde<br />
15h &#8211; Passo<br />
16h &#8211; Forró Pesado</p>
<p><strong>DOMINGO (30)</strong><br />
14h &#8211; Grupo De Bacamarteiros de São João<br />
15h &#8211; Coco de Mulheres<br />
16h30 &#8211; Karynna Spinelli</p>
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		<title>Em Garanhuns, comunidades de Castainho e Timbó recebem oficina de patrimônio cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:07:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realiza, respectivamente, nos dias 14 e 15 de junho, das 14h às 17h, duas oficinas de patrimônio cultural nas comunidades quilombolas Castainho e Timbó, ambas localizadas no munícipio de Garanhuns, no Agreste. A ação formativa “Diálogos para a preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realiza, respectivamente, nos dias 14 e 15 de junho, das 14h às 17h, duas oficinas de patrimônio cultural nas comunidades quilombolas Castainho e Timbó, ambas localizadas no munícipio de Garanhuns, no Agreste.</p>
<p>A ação formativa “Diálogos para a preservação do patrimônio cultural das comunidades quilombolas de Timbó e Castainho” propõe-se a estabelecer o diálogo com representantes de cada localidade, a fim de entender os desafios e as necessidades desses territórios e, a partir desse mapeamento, garantir a salvaguarda dos bens culturais reconhecidos ou em processo situados nesses espaços, que são a Capela das Almas de Castainho e a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, em Timbó.</p>
<p>&#8220;Vamos tentar compreender quais são os usos, as atividades relacionadas desenvolvidas e ações voltadas à conservação dos bens em questão que hoje são promovidas pela população. Com base nessa escuta, serão elaboradas, de forma coletiva, estratégias de preservação e salvaguarda. Os resultados desses primeiros encontros servirão de base para as próximas ações de orientação à população a serem realizadas em seguida&#8221;, conta André Cardoso, assessor de Educação Patrimonial da Fundarpe.</p>
<p>Em Castainho, a oficina será realizada na Capela das Almas. Já em Timbó, a atividade acontecerá na Igreja de Nossa Senhora de Nazaré.</p>
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		<title>Garanhuns recebe a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 20:12:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Compassos Cia. de Danças leva a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221; à cidade de Garanhuns, nos próximos dias 7 a 10 de novembro. Voltada para 20 participantes, a ação acontece na Sala de Dança do Sesc e foca nos movimentos e ritmos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/Daniele_Leite-Boi-tira-teima-Caruaru-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96896" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/Daniele_Leite-Boi-tira-teima-Caruaru-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Compassos Cia. de Danças leva a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221; à cidade de Garanhuns, nos próximos dias 7 a 10 de novembro. Voltada para 20 participantes, a ação acontece na Sala de Dança do Sesc e foca nos movimentos e ritmos do frevo, cavalo marinho, capoeira de Angola, na movimentação dos caboclos de lança do maracatu, nas brincadeiras e cantigas de roda dialogando com a dança contemporânea. Mais informações sobre as inscrições podem ser obtidas pelo perfil do Instragram <a href="https://www.instagram.com/compassosdanca/" target="_blank"><strong>@compassosdanca</strong></a> ou pelo e-mail <strong>cia.compassos@gmail.com</strong>.</p>
<p><strong>ESPETÁCULO -</strong> Já nos dias 26 e 27/11, Garanhuns recebe gratuitamente o espetáculo &#8220;Passo&#8221;. A primeira apresentação acontece no Centro de Cultura do Sesc, às 20h; a segunda, será na comunidade Quilombola do Castainho, às 16h. As ações são gratuitas e contarão com acessibilidade em libras nas duas apresentações.</p>
<p>Inspirado nos brincantes populares, &#8220;Passo&#8221; reúne seis dançarinos que ocupam o espaço de representação com saias penduradas em varas de bambu, e badalos de caboclos de lança do Maracatu Rural em suas mãos. Todos participando ativamente da brincadeira a ser apresentada. Conversam, dançam, fazem teatro. A brincadeira, composta por coreografias determinadas e improvisações, busca o diálogo entre os dançarinos, o público e o espaço, e é dividido em duas partes: o cortejo, que acontece percorrendo estradas, ruas ou avenidas, convidando o público a participar do brinquedo e a apresentação em um local em arena Uma conversa cênica catártica, que coloca o público também no papel de artista brincador onde, a cada apresentação, os espaços visitados pelos brincadores revelam-se de acordo com a resposta e participação do público presente.</p>
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		<title>Comunidades quilombolas e indígenas recebem oficinas culturais</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 20:28:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><img alt="Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/4.jpg" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Oficina de Elaboração de Projetos Culturais, com o articulador Francisco de Assis.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em ação conjunta, beneficiando as comunidades indígenas de Pankará (Itacuruba) e Xukuru do Ororubá (Pesqueira), além dos quilombos Castainho (Garanhuns) e Angico (Bom Conselho), a Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE promove entre os dias 6 e 19 de dezembro, um novo ciclo de oficinas culturais gratuitas. As ações envolvem tanto a elaboração de projetos culturais com foco em editais públicos como o Funcultura, bem como a formação artística e cultural de segmentos como artes cênicas e audiovisual.</p>
<p style="text-align: justify;">O ciclo foi iniciado nesta terça-feira (6), no Recife, para associados da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (FETAPE). <i>“As oficinas acontecem de forma a atender demandas específicas de cada comunidade, contextualizando perfis culturais previamente observados, quando passamos a estabelecer ciclos periódicos destas atividades, No caso da Oficina de Elaboração de Projetos Culturais, o principal objetivo é possibilitar não apenas a inclusão dos povos tradicionais nos Editais do Funcultural, mas também contribuir para que novos projetos culturais destas comunidades possam ser beneficiados pelo programa”</i>, explicou Francisco de Assis, representante da Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE.</p>
<p><b>Programação de oficinas:</b></p>
<p>- <b>Sede da FETAPE, no Recife</b><br />
<b><em>Oficina de Elaboração de Projetos Culturais</em><br />
Período:</b> 6 e 7 de dezembro<br />
<b>Facilitadores:</b> Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE</p>
<p>- <b>Comunidade do </b><b>Povo Pankará de Itacuruba</b><br />
<b><em>Oficinas de Teatro e Vídeo (contando também com exibições)</em><br />
Período:</b> 9 a 11 de dezembro<br />
<b>Facilitadores:</b> Fabio Calamy e Alexandre Pankararu</p>
<p>- <b>Quilombos Castainho (Garanhuns) e Angico (Bom Conselho)<br />
<em>Oficinas de Elaboração de Projetos Culturais e Dança Afro</em><br />
Período:</b> 12 e 16 de dezembro<br />
<b>Facilitadores:</b> Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE</p>
<p>- <b>Povo Xukuru do Ororubá (Pesqueira)<br />
<em>Oficinas de Elaboração de Projetos Culturais, de Maracatu e de Afoxé</em><br />
Período:</b> 17 a 19 de dezembro<br />
<b>Facilitadores:</b> Coordenação Povos, Mestre Afonso e Fabiano Santos</p>
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		<item>
		<title>Apresentações, oficinas e encontros tradicionais ocuparam o polo Castainho</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 20:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>

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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos O Castainho, na zona rural de Garanhuns, é uma das comunidades remanescentes de quilombos em Pernambuco que preserva e perpetua tradições de seus antepassados. Durante o Festival de Inverno de Garanhuns, o território acolhe apresentações de grupos culturais tradicionais da região, abre espaço para intercâmbios entre a comunidade e artistas das mais diferentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<div id="attachment_38840" aria-labelledby="figcaption_attachment_38840" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/percussao-leo-caldas-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38840" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/percussao-leo-caldas-2-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes de seis comunidades quilombolas participaram das oficinas</p></div>
<p>O Castainho, na zona rural de Garanhuns, é uma das comunidades remanescentes de quilombos em Pernambuco que preserva e perpetua tradições de seus antepassados. Durante o Festival de Inverno de Garanhuns, o território acolhe apresentações de grupos culturais tradicionais da região, abre espaço para intercâmbios entre a comunidade e artistas das mais diferentes linguagens, e recebe diversas oficinas de formação cultural. A culminância de todas essas ações aconteceu na sexta-feira, 29 de julho, e transformou-se em uma celebração coletiva, com apresentações e reforço do que é mais importante: a perpetuação dos saberes e das culturas tradicionais para além do período do festival.</p>
<p>&#8220;A comunidade tem uma vida cultural muito forte durante todo o ano, que não para depois das oficinas. Mas, esse é um momento em que a gente recebe esse conhecimento e passa também para os oficineiros que vêm para cá. É uma ação importante, que congrega não só o nosso quilombo, mas também os de Tigre, Estivas, Estrela e Timbó&#8221;, reforçou José Carlos, líder da comunidade.</p>
<div id="attachment_38837" aria-labelledby="figcaption_attachment_38837" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/percussao_leo-caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-38837" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/percussao_leo-caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Teoria ritmo-musical e história da cultura popular foram alguns temas discutidos na oficina de Ritmos Percussivos</p></div>
<p>Entre as atividades ofertadas durante o festival estiveram as oficinas de Danças Moçambicanas e Diásporas Africanas, ministrada por Manuel Castomo; de Frevo, com Bruna Renata; de Ritmos Percussivos Batá Kossô – Tambores do Rei, com Felipe França; e de Formação e Aperfeiçoamento de Roadies, com João Zarai.</p>
<p>&#8220;Tivemos cerca de 130 pessoas, de seis comunidades, participando das oficinas, o que para a gente é muito importante, porque vemos a vontade dos moradores em aprender, em trocar. É preciso que a gente desmistifique alguns preconceitos, temos que preservar as tradições dos quilombos e também colocá-lo na contemporaneidade. É preciso trabalhar com as novas gerações, apresentar as possibilidades, até para que elas possam contribuir cada vez mais com suas comunidades&#8221;, reforçou Chiquinho, coordenador do polo Castainho.</p>
<div id="attachment_38838" aria-labelledby="figcaption_attachment_38838" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chiquinho de Assis</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/expo-xucuru-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-38838" alt="Chiquinho de Assis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/expo-xucuru-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O polo também recebeu a exposição fotográfica do Povo Xucuru, de Thácio Coelho</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_38839" aria-labelledby="figcaption_attachment_38839" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chiquinho de Assis</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/encontro-juventude-indigena-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38839" alt="Chiquinho de Assis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/encontro-juventude-indigena-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes do Encontro da Juventude Indígena, que também aconteceu no Castainho, fizeram ritual pedindo licença às lideranças ancestrais do território</p></div>
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		<item>
		<title>Castainho recebe casal de palhaços do grupo Teatro Mototóti (RS)</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 18:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comunidade quilombola Castainho recebeu o grupo Teatro Mototóti, do Rio Grande do Sul, no final da tarde de quinta-feira (23/07). Antes mesmo do espetáculo começar, a interação entre os artistas e as crianças já acontecia. Enquanto a Fernanda Beppler fazia sua maquiagem, Carlos Alexandre interagia e cantava para a meninada que ansiosa aguardava a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/teatromotototi_LeoCaldas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28036" alt="Leo Caldas / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/teatromotototi_LeoCaldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A comunidade quilombola Castainho recebeu o grupo Teatro Mototóti, do Rio Grande do Sul, no final da tarde de quinta-feira (23/07). Antes mesmo do espetáculo começar, a interação entre os artistas e as crianças já acontecia. Enquanto a Fernanda Beppler fazia sua maquiagem, Carlos Alexandre interagia e cantava para a meninada que ansiosa aguardava a apresentação. Na passagem de som, Fernanda aproveitava e ensinava músicas gaúchas para o público infantil. Com a participação no 25ª Festival de Inverno de Garanhuns, Castainho entra no mapa de circulação do Teatro Mototóti de maneira especial, já que as crianças quilombolas não costumam ter acesso ao teatro com facilidade e a dupla de artistas nunca tinha se apresentado numa comunidade quilombola. O grupo gaúcho já passou por  Pernambuco, durante o Palco Giratório no Recife, e pelos estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Tocatins, além de cidades uruguaias e argentinas. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/publicoCastainho_LeoCaldas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28037" alt="Leo Caldas / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/publicoCastainho_LeoCaldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>No espetáculo “Flor da Vida”, Fernanda e Carlos vivem um casal de palhaços, Thalia e Charles, que contam sua própria trajetória, com direito a música e gaita ao vivo. A dupla apresenta a “Flor da Vida”, uma mandala com diversos círculos que se entrelaçam e se expandem. Cada círculo representa uma história, mostrando as múltiplas possibilidades da vida. Neste caminho, o casal de palhaços conta a sua história, que envolve paixão, em seguida um casamento, a rotina de serviços domésticos, as dificuldades financeiras e o sonho de criar um espetáculo. Com “Flor da Vida”, a dupla recebeu o Prêmio Funarte de Artes na Rua 2013, do Ministério da Cultura.</p>
<p>As primas Íris da Silva Andrade e Érica da Silva, ambas com 9 anos, assistiram atentas a apresentação e deram boas risadas. Questionada sobre o que mais gostado do espetáculo, Íris diz timidamente “eu gostei de tudo”. Íris e Érica são da comunidade quilombola de Estrela e participaram de oficina de dança afro durante o FIG. Antes de ver os artistas encenam, eram elas que estavam aprendendo novos passos. William Guga, 9 anos, da comunidade de Castainho, também curtiu a apresentação do Mototóti e estava entusiasmado após participar da oficina Jogos e Brincadeiras. Todos as crianças ao final da encenação receberam um cartão ilustrado como lembrança do grupo gaúcho. Mais um gesto afetuoso do Mototóti com as crianças de Castainho.</p>
<p>Durante o Festival de Inverno, Castainho recebe crianças, adolescentes e jovens de outras comunidades quilombolas &#8211; Estrela, Timbó, Tigre, Estiva, Caluête – que aproveitam as oficinas de dança, percussão e jogos e brincadeiras.</p>
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		<title>Polo Castainho reunirá cultura quilombola no FIG 2015</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 14:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[25º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<description><![CDATA[Comunidades quilombolas do Agreste Meridional estarão sendo representadas entre os dias 20 e 24 de julho, durante o 25º Festival de Inverno de Garanhuns, com programação envolvendo apresentações artísticas e oficinas, no polo cultural do Quilombo Castainho. Localizado a aproximadamente 5 km do centro da cidade, o espaço estará contando com artistas e grupos culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Comunidades quilombolas do Agreste Meridional estarão sendo representadas entre os dias 20 e 24 de julho, durante o 25º Festival de Inverno de Garanhuns, com programação envolvendo apresentações artísticas e oficinas, no polo cultural do Quilombo Castainho. Localizado a aproximadamente 5 km do centro da cidade, o espaço estará contando com artistas e grupos culturais dos quilombos Estivas, Estrela, Tigre e Timbó.</p>
<div id="attachment_27406" aria-labelledby="figcaption_attachment_27406" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Sérgio Sales</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Oficina-de-Danca-Afro-Tribal-no-FIG-2014-Foto-de-Paulo-Sergio-Sales.jpg"><img class="size-medium wp-image-27406" alt="Paulo Sérgio Sales" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Oficina-de-Danca-Afro-Tribal-no-FIG-2014-Foto-de-Paulo-Sergio-Sales-607x373.jpg" width="607" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Realização da Oficina de Dança Afro Tribal para adolescentes e adultos quilombolas, durante o 24º FIG.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A programação também inclui oficinas de<b> </b>percussão inclusiva, dança afro tribal e educação com jogos e brincadeiras, direcionadas exclusivamente para moradores das comunidades quilombolas. Para Gal Almeida, articuladora regional da Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE, as atividades de formação cultural nesta edição pretendem promover a valorização cultural de segmentos como música e dança, que já possuem grupos formados nas comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Em mais um ano de festival, estamos objetivando promover a cultura mantida por estas comunidades, interligando o que já é produzido com a atualização necessária de conteúdos que serão ministrados. As ações realizadas tradicionalmente no Polo Castainho durante o festival, visam especialmente contribuir com o processo cultural histórico destes grupos”</em>, ressaltou Gal. <em>&#8220;Para as crianças quilombolas que estiverem presentes no polo, a Oficina de Jogos e Bricadeiras pretende atender as demandas destes povos tradicionais, com um olhar mais próximo do que eles estão acostumados no cotidiano, mas de uma forma que também cumpra o quesito da educação agregado ao divertimento&#8221;</em>, comentou.</p>
<div id="attachment_27408" aria-labelledby="figcaption_attachment_27408" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Bale-Afro-Raizes-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-27408" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Bale-Afro-Raizes-Foto-de-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Balé Afro Raízes, uma das atrações culturais que estarão se apresentando no Polo Castainho.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Das apresentações artísticas, um dos destaques do polo será a apresentação de dança do Balé Afro Raízes, originado em Olinda. Composto apenas por integrantes do sexo masculino, o grupo possui como missão desencadear em suas atividades, a continuidade da cultura de matriz africana no desenvolvimento da dança contemporânea. Na apresentação que será realizada na sexta-feira (24), a partir das 16h, o Balé Afro Raízes estará proporcionando o espetáculo “Senzala”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os quilombos Timbó e Caluête também irão receber durante o FIG 2015, a atividade &#8220;Diálogos Patrimoniais e Jogo do Patrimônio 2.0 &#8211; Sensibilização para preservação do patrimônio histórico cultural&#8221;, desenvolvida pela equipe de Educação Patrimonial da Fundarpe. Sendo realizada de maneira lúdica, a atividade objetiva explorar questões artísticas e potencialidades existentes em Pernambuco, envolvendo os diversos patrimônios culturais.</p>
<p><b>Confira a programação:</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Cultura Tradicional</span><br />
</b><b><br />
- Terça-feira, 21/7<br />
</b>17h30 – Percussão Afro Estrela (Quilombo Estrela)<br />
<b><br />
- Quarta-feira, 22/7<br />
</b>17h30 – Coco do Mestre Juarez (Quilombo Timbó)<br />
<b><br />
- Quinta-feira, 23/7<br />
</b>17h30 – Dança Afro Tigre (Quilombo Tigre)<br />
<b><br />
- Sexta-feira, 24/7<br />
</b>15h30 – Negra-Atitude (Quilombo Estivas)<br />
17h30 – Quilombo Axé (Castainho)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Circo</span><br />
</b><b><br />
- Terça-feira, 21/7<br />
</b>17h – Café Pequeno da Silva e Psiu<br />
Richard Riguetti – Grupo Off-Sina (RJ)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Dança</span><br />
</b><b><br />
- Sexta-feira, 24/7<br />
</b><b>16h – Senzala<br />
</b>Balé Afro Raízes (PE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Teatro para a Infância</span></b></p>
<p><b>- Quinta-feira, 23/7<br />
</b><b>17h – Flor da Vida<br />
</b>Teatro Mototóti (RS)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Oficinas</span></b></p>
<p><b>- Música | Percussão Inclusiva<br />
</b>Facilitador: Jorge Riba<br />
De 20 a 24/7 | 8h às 17h<br />
Local: Comunidade Quilombola Castainho</p>
<p><b>- Dança | Dança Afro Tribal<br />
</b>Facilitadores: Paulo Queiroz e Gilson Gomes<br />
De 20 a 24/7 | 8h às 17h<br />
Local: Comunidade Quilombola Castainho</p>
<p><b>- Oficina de Jogos e Brincadeiras<br />
</b>Facilitadores: Anna Rita e Wesley Italo<br />
De 20 a 24/7 | 8h às 17h<br />
Local: Comunidade Quilombola Castainho</p>
<p><strong>- Diálogos Patrimoniais e Jogo do Patrimônio 2.0 / Sensibilização para preservação do patrimônio histórico cultural<br />
</strong>Dia 21/7 – Quilombo Timbó | 9h às 17h<br />
Dia 25/7 – Quilombo Caluête | 9h às 17h</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunidades quilombolas recebem espetáculo sobre lendas africanas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 14:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<description><![CDATA[Produzido por integrantes do Coletivo Tear, originado na cidade de Garanhuns, o espetáculo Luanda Ruanda – Histórias Africanas, circula gratuitamente a partir desta sexta-feira (26), por diversas comunidades quilombolas do Agreste pernambucano. Às 11h, o grupo se apresenta no Quilombo Imbé, da cidade de Capoeiras, e neste sábado (27), às 18h, os moradores do Quilombo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Foto-Amanda-Pietra.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14542" alt="Amanda Pietra/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Foto-Amanda-Pietra-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Produzido por integrantes do Coletivo Tear, originado na cidade de Garanhuns, o espetáculo <em>Luanda Ruanda – Histórias Africanas</em>, circula gratuitamente a partir desta sexta-feira (26), por diversas comunidades quilombolas do Agreste pernambucano. Às 11h, o grupo se apresenta no Quilombo Imbé, da cidade de Capoeiras, e neste sábado (27), às 18h, os moradores do Quilombo Estivas, em Garanhuns, também estarão acompanhando a encenação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a narração de histórias afro-brasileiras, encenadas pela atriz Stephany Metódio, o público confere uma série de fábulas, mitos e lendas do universo folclórico, contando com a participação do ator Leo Silva. A intervenção teatral também agrega a musicalidade africana, executada ao vivo pelos músicos Alexandre Revoredo e Claudemir Alves. O espetáculo possui tradução simultânea em libras.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do dia 11 de novembro, os quilombos Atoleiro, Caluête, Castainho, Estrela e Timbó, também estarão no roteiro da encenação, valorizando a identidade negra e quilombola dos seus moradores. O espetáculo <em>Luanda Ruanda – Histórias Africanas</em> possui o incentivo do Funcultura 2012/2013.</p>
<p><strong>Confira a agenda:</strong></p>
<p>26.09 (sexta-feira) | Imbé &#8211; Capoeiras (PE)<br />
27.09 (sábado) | Estivas &#8211; Garanhuns (PE)<br />
11.10 (sábado) | Atoleiro &#8211; Caetés (PE)<br />
18.10 (Sábado) | Caluête &#8211; Garanhuns (PE)<br />
18.10 (Sábado) | Castainho &#8211; Garanhuns (PE)<br />
19.10 (Domingo) | Estrela &#8211; Garanhuns (PE)<br />
26.10 (Domingo) | Timbó &#8211; Garanhuns (PE)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Postais da Memória 2012</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/postais-da-memoria-2012/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 18:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os postais da memória são um resgate dos diversos patrimônios históricos, culturais e afetivos do nosso estado. Confira os cartões-postais feitos pela Diretoria de Preservação durante o ano de 2012.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os postais da memória são um resgate dos diversos patrimônios históricos, culturais e afetivos do nosso estado. Confira os cartões-postais feitos pela Diretoria de Preservação durante o ano de 2012.</p>
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