<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; catálogo</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/catalogo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe apresentam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2024</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[expressões culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Goiana]]></category>
		<category><![CDATA[João Alfredo]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônios Vivos]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[Secult]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=117570</guid>
		<description><![CDATA[Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117571" aria-labelledby="figcaption_attachment_117571" class="wp-caption img-width-418 alignnone" style="width: 418px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337.png"><img class="size-medium wp-image-117571" alt="Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337-418x486.png" width="418" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024</p></div>
<p dir="ltr">Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Ao todo, dez Patrimônios Vivos, titulados no último ano, protagonizam a edição, que já está disponível através do <a href="https://online.fliphtml5.com/rabfh/vush/#p=1">link</a>.</p>
<p dir="ltr">A publicação traz um mergulho informacional-cultural sobre as expressões populares do Estado selecionadas no 19º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, com resultado publicado em agosto de 2024. Em destaque, além da biografia dos titulados, informações adicionais em caráter multimídia, como curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais, também são disponibilizadas. A edição anual ainda traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo azul a cor deste ano. Todo o apanhado é fruto da pesquisa e elaboração editorial idealizada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">Para este ano, forró, caboclinhos, frevo, ciranda e artesanato estão entre as atividades culturais contempladas, sendo estes os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados: Benedito da Macuca, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Caboclinhos Cahetés de Goiana, de Goiana (Zona da Mata); Caiporas de Pesqueira, de Pesqueira, Agreste Central; Clube Vassourinhas de Olinda (RMR); Chico Santeiro, de Triunfo (Sertão); Índios Tabajara, de Goiana (Zona da Mata); João Limoeiro, de Carpina (Zona da Mata); João de Cordeira, de João Alfredo (Agreste); Quadrilha Raio de Sol, de Olinda (RMR); e Sociedade Musical Pedra Preta, de Itambé (Zona da Mata).</p>
<p dir="ltr"><strong>Patrimônios Vivos na educação</strong></p>
<p dir="ltr">A publicação destaca que, ainda em 2024, um grande avanço com a Lei nº 18.579 foi registrado.  A recente determinação institui a Política Estadual de Patrimônio Vivo nas Instituições de Ensino do Estado de Pernambuco. O objetivo da ação é a troca entre as práticas culturais tradicionais com a comunidade escolar e universitária, entre outros agentes e instituições envolvidas, a fim de perpetuar o legado das expressões de geração a geração.</p>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Na Torre Malakoff, Ana Araújo lança catálogo da exposição A Festa do Fogo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/na-torre-malakoff-ana-araujo-lanca-catalogo-da-exposicao-a-festa-do-fogo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/na-torre-malakoff-ana-araujo-lanca-catalogo-da-exposicao-a-festa-do-fogo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 15:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#foto]]></category>
		<category><![CDATA[A Festa do Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Alcir Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[ana araújo]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[forró]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Josildo Sá]]></category>
		<category><![CDATA[Libras]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Praça do Arsenal]]></category>
		<category><![CDATA[Retrato]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Tacaratu]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=110435</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo findada a temporada dos festejos juninos, o espírito das celebrações continua vivo na exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo. A exposição, que está encantando centenas de visitantes na Sala Alcir Lacerda, do Observatório Cultural Torre Malakoff, no Bairro do Recife, ganha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110436" aria-labelledby="figcaption_attachment_110436" class="wp-caption img-width-481 alignnone" style="width: 481px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110436" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo-481x486.jpeg" width="481" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo</p></div>
<p>Mesmo findada a temporada dos festejos juninos, o espírito das celebrações continua vivo na exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo. A exposição, que está encantando centenas de visitantes na Sala Alcir Lacerda, do Observatório Cultural Torre Malakoff, no Bairro do Recife, ganha um reforço especial nesta quinta-feira (4). Das 19h às 21h é realizado o lançamento e a distribuição gratuita do catálogo da exposição, um evento aberto ao público que promete uma noite repleta de cultura.</p>
<p>A Festa do Fogo reúne 43 fotografias inéditas, capturadas por Ana Araújo durante as noites juninas de Tacaratu (PE), de 2005 a 2019. As imagens oferecem um olhar íntimo e autêntico da fotógrafa, que cresceu em Tacaratu e continua a retornar à terra natal para capturar a essência dos festejos juninos. Entre os destaques da exposição está uma fotografia que homenageia sua mãe, Dolores (<em>in memoriam</em>), acendendo a fogueira de casa.</p>
<p>Além disso, a exposição conta com uma homenagem ao cantor Josildo Sá, amigo de infância de Ana, que esteve presente na abertura do evento acompanhado do trio pé de serra Xinelo Rasgado. A exposição não é apenas uma coleção de fotografias, mas uma narrativa visual que exalta a memória e a tradição do forró, recentemente reconhecido como patrimônio cultural e imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>No evento de lançamento do catálogo, e durante todo período de visitação, são oferecidos recursos de acessibilidade para garantir que todos possam desfrutar da exposição. Pessoas com deficiência visual podem utilizar a audiodescrição por meio de QR codes e há mediadores e intérpretes de libras para deficientes auditivos.</p>
<p>Realizada com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, a exposição conta com os seguintes profissionais na equipe: Ana Araújo (concepção, fotografias, curadoria de arte, textos e edição), Maria do Carmo Nino (curadoria de arte e texto), Bianca Pimentel (produção executiva), Séphora Silva &#8211; Arquicênicas (design expográfico), Tácio Ferraz (design e produção gráfica), Domingos Luna &#8211; Estúdio 81 (impressão fotográfica fine arts e molduras), Robson Lemos &#8211; Superimagem (tratamento de imagens), Lúcia Padilha &#8211; Lupa Cultural (coordenação do projeto educativo), Ana Júlia Rodrigues e Júlia Pereira (mediadoras e intérpretes de libras), Liliana Tavares, Michelle Alheiros e Silvia Albuquerque &#8211; Com Acessibilidade Comunicacional (audiodescrição), Sarah Bailey (tradução português &#8211; inglês), Tatiana Portela (revisão de textos), Lula Portela &#8211; Verbo (assessoria de imprensa), Fernando Souza e Cláudio Dantas &#8211; 7System (signfix), RF Montagens (montagem), Marcílio Lisboa e Rômulo Francisco (pintura) e Gráfica Facform (impressão).</p>
<p>A exposição A Festa do Fogo fica com acesso gratuito ao público, na Torre Malakoff, até o dia 1º de setembro, nos seguintes dias e horários: terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e domingo, das 14h às 18h. Trata-se de uma oportunidade imperdível para mergulhar na rica cultura popular do semiárido pernambucano e celebrar a tradição do forró através das lentes de uma das fotojornalistas mais premiadas do Brasil.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento e distribuição gratuita do catálogo com fotos da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão -</strong> <em>quinta-feira (4), das 19h às 21h, no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife-PE)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/na-torre-malakoff-ana-araujo-lanca-catalogo-da-exposicao-a-festa-do-fogo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>João Câmara atemporal no Mepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/joao-camara-atemporal-no-mepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/joao-camara-atemporal-no-mepe/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 18:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[80 anos]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DG Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[joão câmara]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[óleo sobre tela]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[Querétaro]]></category>
		<category><![CDATA[Topbooks]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=110119</guid>
		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro A Caminho do Querétaro e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco. A exposição, que comemora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110120" aria-labelledby="figcaption_attachment_110120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110120" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1-607x414.jpeg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco.</p>
<p>A exposição, que comemora os 80 anos de idade do artista, reúne 85 pinturas digitais em grande formato realizadas ao longo de uma década. O acervo também apresenta pinturas em óleo sobre tela, antigas e inéditas. A curadoria da mostra é assinada por Weydson Barros Leal e a produção por Vera Magalhães e Beth Marinho.</p>
<p>Além da exposição, são lançados nacionalmente o segundo livro de contos de Câmara, <em>A Caminho Querétaro</em>, da Topbooks Editora, e o catálogo com as obras digitais do artista, da DG Design Gráfico, que tem texto de Weydson Barros Leal.</p>
<div id="attachment_110122" aria-labelledby="figcaption_attachment_110122" class="wp-caption img-width-380 alignnone" style="width: 380px"><p class="wp-image-credit alignleft">DG Design Gráfico/Divulgção</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110122" alt="DG Design Gráfico/Divulgção" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26-380x486.jpeg" width="380" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do catálogo com as obras digitais do artista visual João Câmara</p></div>
<p><strong>DO ÓLEO EM TELA PARA O DIGITAL -</strong> Paralelamente a suas pinturas em óleo, João Câmara vem desenvolvendo obras digitais desde os anos 1990, com grande apreço popular e circulação em território nacional. As obras digitais são pintadas com programas de pintura eletrônica e processadas fisicamente em tela com tintas de pigmento.</p>
<p><strong>FICÇÃO -</strong> Além de artista visual, João Câmara também se dedicou à ficção. O artista publicou os títulos <em>Originais, Modelos, Réplicas</em> (1972), <em>Abishag, Hóspede Inevitável</em> (2012) e <em>Lidando com o Passado e Outros Lugares</em> (2022).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Inauguração da exposição João Câmara: 80 anos e lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista -</strong> <em>quarta-feira (12), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, bairro Graças, Recife-PE). Período de visitação: de 13 de junho a 14 de julho, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)</em></p>
<div id="attachment_110121" aria-labelledby="figcaption_attachment_110121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110121" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/joao-camara-atemporal-no-mepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-lancam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2023/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-lancam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2023/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afogados da Ingazeira]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[alafin oyó]]></category>
		<category><![CDATA[Assisão]]></category>
		<category><![CDATA[Bonequinha da Sorte]]></category>
		<category><![CDATA[caboclinho]]></category>
		<category><![CDATA[Canindé]]></category>
		<category><![CDATA[Cantadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Goiana]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Ilé Axé Oxalá Talabi]]></category>
		<category><![CDATA[Itaparica]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Leitão da Carapuça]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Nilza Bezerra]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Vera Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Pajeú]]></category>
		<category><![CDATA[Pankararu]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pitombeira]]></category>
		<category><![CDATA[Povo Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[quatro cantos]]></category>
		<category><![CDATA[registro]]></category>
		<category><![CDATA[Reisado]]></category>
		<category><![CDATA[Roda Negros e Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria da Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Saruê]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[serra talhada]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão do São Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Tacaratu]]></category>
		<category><![CDATA[Troça Carnavalesca]]></category>
		<category><![CDATA[Vicência]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=107498</guid>
		<description><![CDATA[Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco reúne informações sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-lancam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2023/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Catálogo da exposição “Na Cidade da Ressaca” será lançado no Mamam</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-da-exposicao-na-cidade-da-ressaca-sera-lancado-no-mamam/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-da-exposicao-na-cidade-da-ressaca-sera-lancado-no-mamam/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 15:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
		<category><![CDATA[Na Cidade da Ressaca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=102072</guid>
		<description><![CDATA[Jonathas de Andrade lança o catálogo da exposição Na Cidade da Ressaca, dia 8 de junho (quinta-feira), às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga, o livro registra as obras presentes na mostra retrospectiva que celebra os 15 anos de produção do artista visual. Na ocasião, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Jonathas-de-Andrade_2022_Photo_UHGO_Courtesy-of-the-artist-and-Nara-Roesler_3b-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102073" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Jonathas-de-Andrade_2022_Photo_UHGO_Courtesy-of-the-artist-and-Nara-Roesler_3b-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Jonathas de Andrade lança o catálogo da exposição<em> Na Cidade da Ressaca</em>, dia 8 de junho (quinta-feira), às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga, o livro registra as obras presentes na mostra retrospectiva que celebra os 15 anos de produção do artista visual. Na ocasião, o artista e o curador da exposição, Moacir dos Anjos, recebem para uma mesa redonda Alexandro de Jesus, professor do Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco; Cibele Barbosa, historiadora e pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco; e Gleyce Kelly Heitor, educadora, museóloga e diretora de educação e pesquisa na Oficina Francisco Brennand.</p>
<p>Sucesso de público, com mais de quatro mil visitantes desde sua abertura,<em> Na Cidade da Ressaca</em> registra eixos importantes da obra de Jonathas de Andrade: a ligação com Pernambuco (o clima histórico, político e afetivo do território), o poder transformador da educação, a pulsão erótica e a insurreição contra o <em>status quo</em>. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, ocupa os três andares do MAMAM e propõe uma jornada por esse universo criativo, através de trabalhos produzidos ao longo dos últimos 15 anos e agrupados a partir de afinidades temáticas.</p>
<p>No catálogo da exposição, que será distribuído de forma gratuita, estão registradas as obras presentes na retrospectiva, assim como os textos curatoriais sobre elas. A curadoria de Moacir dos Anjos ressalta a ligação de Jonathas de Andrade com o Recife, cidade onde vive e desenvolve parte significativa de sua obra. Trabalhos em vídeo, fotografia e instalação convidam o visitante a trabalhar com vários sentidos, através de uma expografia que se constrói, também, a partir de uma sensualidade que emerge da mistura, do encontro dos diferentes.</p>
<p>Junto ao lançamento do catálogo, o artista visual e o curador promovem uma conversa em torno da mostra, com a participação de convidados de diferentes áreas, que contribuirão com olhares plurais sobre a obra de Jonathas. O encontro é aberto ao público, com vagas limitadas à capacidade do auditório do MAMAM.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO -</strong> Entre os projetos presentes em<em> Na Cidade da Ressaca</em> estão o vídeo de <em>O Levante</em> (2012-2014), com imagens de uma corrida de cavalos organizada pelo artista no centro do Recife, <em>Ressaca Tropical</em> (2009) e <em>Recenseamento moral da cidade do Recife</em> (2008), obras da fase inicial do artista. As ideias de pertencimento, do que é o Nordeste e o que ele evoca permeiam<em> Museu do Homem do Nordeste</em> (2013) e <em>Nostalgia</em>, sentimento de classe (2012). O conhecimento como instrumento de insurreição e luta se manifesta também nas séries <em>Educação para Adultos</em> (2010) e <em>ABC da Cana</em> (2014), que, a partir do pensamento de Paulo Freire, entendem a emancipação do sujeito através da educação como um ato revolucionário.</p>
<p>Com forte interesse por processos colaborativos e as questões de autorrepresentação, Jonathas desenvolveu junto às integrantes do Teatro das Heroínas de Tejucupapo, de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que há 30 anos encenam a famosa batalha que resultou na derrota dos holandeses, no século 17, a partir dos esforços e organização das mulheres locais, o que deu origem à Teatro das Heroínas de Tejucupapo e A Batalha de Todo Dia de Tejucupapo (2022), também presentes na exposição.</p>
<p>O desejo, o erotismo &#8211; e o homoerotismo, mais especificamente, se apresentam como chaves para entender, também, a potência dos afetos e do corpo, a exemplo das esculturas de barro queimado, vestidas com sungas, de <em>Achados e Perdidos</em> (2020). O que se reflete, também, no olhar de Jonathas de Andrade para a intimidade, como nas obras <em>Amor e Felicidade no Casamento</em> (2008), que marcou sua estreia artística, e <em>2 em 1</em> (2010), que, cada uma à sua maneira, discutem as dinâmicas das relações, os esforços conjuntos, aproximações e distanciamentos que a vida a dois implica. Entre a ficção e o documental, o artista tensiona o olhar do espectador e lança indagações, mais do que afirmações.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Jonathas de Andrade é considerado um dos principais nomes da arte contemporânea no Brasil. Natural de Alagoas, reside e produz no Recife há cerca de 15 anos. Com trabalhos apresentados em vários países, recentemente representou o Brasil na 59ª Bienal de Arte de Veneza, na Itália. Ao longo de sua carreira, já participou das bienais de São Paulo (2016 e 2010), Istambul (2019 e 2011), Lyon (2013), Sharjah, nos Emirados Árabes (2017 e 2011), entre outras.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-da-exposicao-na-cidade-da-ressaca-sera-lancado-no-mamam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançamento de catálogo marca o encerramento da mostra &#8220;Pintura Vingada&#8221; no Mepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/lancamento-de-catalogo-marca-o-encerramento-da-mostra-pintura-vingada-no-mepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/lancamento-de-catalogo-marca-o-encerramento-da-mostra-pintura-vingada-no-mepe/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 18:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[delson uchôa]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura Vingada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=93613</guid>
		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), em parceria com a Garrido Galeria e o escritório de arte Garrido Marinho, encerra nesta quinta-feira (12), a partir das 18h, a exposição &#8220;Pintura Vingada&#8221;, que conta com obras do artista alagoano Delson Uchôa. O encerramento será marcado pelo catálogo da mostra. A publicação foi organizada pelo curador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92812" aria-labelledby="figcaption_attachment_92812" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Estúdio Orra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/12-_Erezinho_-140-x-375-cm-Imagem-Estúdio-Orra_Divulgação-1.png"><img class="size-medium wp-image-92812" alt="Estúdio Orra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/12-_Erezinho_-140-x-375-cm-Imagem-Estúdio-Orra_Divulgação-1-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição conta com vários suportes, entre tecido, couro, resina, borracha e lona</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), em parceria com a Garrido Galeria e o escritório de arte Garrido Marinho, encerra nesta quinta-feira (12), a partir das 18h, a exposição &#8220;Pintura Vingada&#8221;, que conta com obras do artista alagoano Delson Uchôa. O encerramento será marcado pelo catálogo da mostra. A publicação foi organizada pelo curador e o co-curador da exposição, Moacir dos Anjos e Steve Coimbra, com design gráfico assinado por Raul Luna. Aproveitamos para lembrar que o encerramento da &#8220;Pintura Vingada&#8221;, assim como o da exposição paralela Exercícios geométricos vingados, na Garrido, foi adiado para o próximo domingo, 15 de maio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MOSTRA</strong></span><br />
Com curadoria de Moacir dos Anjos e co-curadoria de Steve Coimbra, a iniciativa reúne trabalhos que transitam em todo o processo do artista até os desdobramentos atuais, trajetória costurada em suas pinturas e objetos de arte com escalas elevadas e variados suportes, entre tecido, couro, resina, borracha e lona. “Pintura Vingada” sugere, ainda, um prolongamento de seus novos universos da performance e da fotografia.</p>
<p><em>“O verbo vingar possui dois principais significados. Vingar é tirar desforra ou desagravar; é retaliar alguém ou algo por dano recebido. Mas é também ter bom êxito e lograr o desejado; é sobreviver a despeito de adversidades. “Pintura Vingada” é desafronta do artista perante tudo que acua a arte e, ao mesmo tempo, evidência de algo que floresce e segue vivo. Reunindo quase três dezenas de trabalhos, é súmula de uma trajetória dedicada a criar, sobre o campo extenso da pintura, maneira única de enxergar e conhecer o mundo”</em>, conta Moacir dos Anjos sobre a proposta da mostra.</p>
<div id="attachment_92810" aria-labelledby="figcaption_attachment_92810" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Câmara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/4-Delson-Uchôa-Imagem-Amanda-Câmara_Divulgação-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-92810" alt="Amanda Câmara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/4-Delson-Uchôa-Imagem-Amanda-Câmara_Divulgação-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra marca o retorno do artista alagoano Delson Uchôa a Pernambuco, após duas décadas</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTA</strong></span><br />
Um dos principais artistas contemporâneos representativos da chamada “Geração 80”, Delson Uchôa possui uma extensa trajetória de exposições, como bienais de Veneza, São Paulo, Havana e Cairo, tem obras em coleções como Inhotim (Brumadinho/MG), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Vogt Collection (Berlim/Alemanha) e York Stack Collection (Berlim/Alemanha). Agora, “Pintura vingada” marca o retorno de uma individual do artista a Pernambuco, depois de quase duas décadas, e também contará com a exposição paralela Exercícios geométricos vingados, na Garrido Galeria (zona norte recifense), seguindo o cronograma da principal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do catálogo da &#8220;Pintura Vingada&#8221;<br />
Quando: 12 de maio de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE (Avenida Rui Barbosa, n° 960, Graças, Recife/PE)</p>
<p>Visitação MEPE: terça a sexta: das 11h às 17h; sábados e domingos: das 14h às 17h.<br />
Visitação Garrido: segunda a sexta: das 10h às 19h; sábados: 10h às 14h.<br />
Encerramento das exposições: 15 de maio de 2022</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/lancamento-de-catalogo-marca-o-encerramento-da-mostra-pintura-vingada-no-mepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Catálogo reúne acervo de arte africana do Museu da Abolição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-reune-acervo-de-arte-africana-do-museu-da-abolicao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-reune-acervo-de-arte-africana-do-museu-da-abolicao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 18:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=90722</guid>
		<description><![CDATA[C0m incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado nesta quinta-feira (27), a partir das 19h, o catálogo “Cultura material africana: primeiro catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição”, em uma live nos perfis do Instagram da instituição museológica (@museuabolicao) e do Mandume Coletivo Cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facil-Baule-Foto-Mandume-Cultural.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90724" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facil-Baule-Foto-Mandume-Cultural-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>C0m incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado nesta quinta-feira (27), a partir das 19h, o catálogo “Cultura material africana: primeiro catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição”, em uma <em>live</em> nos perfis do Instagram da instituição museológica (<a href="https://www.instagram.com/museuabolicao/" target="_blank"><strong>@museuabolicao</strong></a>) e do Mandume Coletivo Cultural (<a href="https://www.instagram.com/mandumecultural/" target="_blank"><strong>@mandumecultural</strong></a>), coletivo que se propõe a repensar o lugar da população afro-pernambucana no mercado cultural a partir do desenvolvimento de projetos, ações formativas e consultorias. A obra, assinada por Isabelle de Oliveira Ferreira, Sandir Barros Costa e Wellington Ricardo da Silva, será publicada pela Editora Universitária (UFPE) e estará disponível gratuitamente para download no site da mesma (<a href="https://www.ufpe.br/editora" target="_blank"><strong>www.ufpe.br/editora</strong></a>) e do Museu da Abolição &#8211; MAB (<a href="http://museudaabolicao.museus.gov.br/" target="_blank"><strong>museudaabolicao.museus.gov.br</strong></a>).</p>
<p>O objetivo do catálogo é permitir o acesso gratuito, integral e facilitado ao acervo de arte africana do Museu da Abolição (MAB), localizado no Recife, e a partir daí fomentar reflexões sobre a importância do universo cultural africano que problematizem as narrativas encontradas na indústria cultural, que frequentemente partem das perspectivas fetichizadas, estereotipadas e esvaziadas de reflexões sobre aspectos de África. O acervo de arte africana do MAB é uma amostra da cultura material de povos sofisticados, desenvolvidos e que se preocupam com noções de sustentabilidade, tecnologia, inovação, desenvolvimento e ancestralidade.</p>
<p>A publicação da obra busca ser um elemento de colaboração à tarefa de restituir imaginários sobre a importância da estética africana para o mundo, considerando África o berço da humanidade e dando, em especial, aos afro-pernambucanos e afro-brasileiros a possibilidade de conhecer um pouco o universo dessa grande matriz de formação da identidade cultural brasileira a partir de um viés que não seja as memórias da escravidão e as mazelas do racismo. <em>“Cada elemento presente neste catálogo foi pensado para ampliar a experiência do leitor e aguçar ainda mais as reflexões sobre o valor cultural e histórico dessa coleção. Um conjunto de elementos, como cores, tipografias, fundos, ângulos, imagens, ilustrações e alguns termos foram aprimorados para comportar os principais atributos deste acervo”</em>, destaca Wellington Silva, produtor cultural e um dos idealizadores do catálogo.</p>
<p>Graças à publicação do catálogo digital, o público poderá ter acesso a toda coleção de arte africana do MAB que, até o início de 2022, apenas 32 peças haviam sido expostas no museu. Com a conclusão em breve da reforma no MAB e a flexibilização das regras de convívio com a Covid-19, a perspectiva é de que os frequentadores voltem a ter acesso in loco à coleção. &#8220;<em>Acreditamos que com o catálogo será possível levar o acervo para fora dos muros institucionais do MAB. O acesso gratuito a esse material poderá aproximar diversos públicos de uma coleção com grande potencial de pesquisa e trabalhos culturais. Com o fechamento do MAB devido à reforma, o acesso a essa coleção, em sua completude em exposições, ainda é incerto, mas, a nossa certeza é que diversas pessoas conhecerão essas peças por meio desse material&#8221;</em>, pontua Isabelle Ferreira, pesquisadora e uma das idealizadoras do catálogo.</p>
<p>Além de Isabelle Ferreira, Sandir Costa e Wellington Silva, o evento de lançamento contará com a participação de Suênia Damásio, Sales Mesmo, Luana de Oliveira, Jefferson Henrique e Thuanye Duarte, jovens negros selecionados para compor a construção do conteúdo fotográfico destinado ao material e participar da imersão sobre cultura material. A iniciativa incluiu formações sobre África e diáspora, arte africana, fotografia e produção cultural, através de atividades presenciais que respeitaram todos os protocolos de segurança diante do novo coronavírus.</p>
<p>O acervo de cultura africana do MAB guarda aspectos marcantes de países e grupos étnicos de África, sobretudo formas de criar, cultuar e perceber o universo através de esculturas, máscaras e outros tipos de objetos. São 107 peças oriundas de 12 nações africanas: Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Máli, Nigéria, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Zimbábue.</p>
<p>As peças do acervo de arte africana chegaram ao MAB em dezembro de 2016, graças a uma apreensão da Receita Federal. O museu foi beneficiado pela Lei n° 12.840 de 9 de julho de 2013, que determina a destinação aos museus federais de todos os bens de valor cultural, artístico ou histórico que passem a fazer parte do patrimônio da União por meio de apreensões em controle aduaneiro ou fiscal, seguidas de penas de perdimento, após processos administrativos e jurídicos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do catálogo digital “Cultura material africana: primeiro catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição”<br />
Quando: 27 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão da <em>live</em> pelo perfis do Instagram <a href="https://www.instagram.com/mandumecultural/" target="_blank"><strong>@mandumecultural</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/mandumecultural/" target="_blank"><strong>@mandumecultural</strong></a><br />
Evento online e gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-reune-acervo-de-arte-africana-do-museu-da-abolicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cia. Brincantes de Circo lança catálogo virtual de mulheres palhaças</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-brincantes-de-circo-lanca-catalogo-virtual-de-mulheres-palhacas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-brincantes-de-circo-lanca-catalogo-virtual-de-mulheres-palhacas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 18:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Brincantes de Circo]]></category>
		<category><![CDATA[E o palhaço o que é? A PalhaçA é mulher!]]></category>
		<category><![CDATA[jerlane silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=83805</guid>
		<description><![CDATA[Com o objetivo de dar visibilidade a atuação e criação da palhaçaria feminina pernambucana, a Cia Brincantes de Circo lançou recentemente o catálogo virtual “E o palhaço o que é? A palhaça é mulher!” que apresenta as vivências e os processos de criação de mulheres palhaças que atuam em Pernambuco. A publicação é fruto da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83806" aria-labelledby="figcaption_attachment_83806" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/catalogo-e-o-palhaco-o-que-e-a-palhaca-e-mulher.jpg"><img class="size-medium wp-image-83806" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/catalogo-e-o-palhaco-o-que-e-a-palhaca-e-mulher-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação conta com produção da palhaça e pesquisadora Jerlâne Silva</p></div>
<p>Com o objetivo de dar visibilidade a atuação e criação da palhaçaria feminina pernambucana, a Cia Brincantes de Circo lançou recentemente o catálogo virtual “E o palhaço o que é? A palhaça é mulher!” que apresenta as vivências e os processos de criação de mulheres palhaças que atuam em Pernambuco.</p>
<p>A publicação é fruto da pesquisa “E o palhaço o que é? A palhaça é mulher!”, realizada pela Cia. Brincantes de Circo, com produção da palhaça e pesquisadora Jerlâne Silva. A pesquisa contou com recurso da Lei Aldir Blanc de Pernambuco. O catálogo está disponível gratuitamente no link:<strong> <a href="https://issuu.com/ciabrincantes/docs/cat_logo_e_o_palha_o_o_que___a_palh_2090c5f27f5650">issuu.com/ciabrincantes/docs/cat_logo_e_o_palha_o_o_que___a_palh_2090c5f27f5650</a></strong>.</p>
<p dir="ltr">Palhaças que não entraram na edição podem acessar o link do formulário da pesquisa: <strong><a href="https://forms.gle/z3PNFGCmhkzk7Cwz9">forms.gle/z3PNFGCmhkzk7Cwz9</a></strong>, e compartilhar suas experiências, uma vez que a companhia pretende continuar mapeando e difundindo o trabalho de mulheres que atuam na arte da palhaçaria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOBRE A CIA</strong></span><br />
A Cia. Brincantes de Circo, Recife/PE, foi fundada em 2011 com a finalidade de desenvolver trabalhos na área de circo, oferecendo espetáculos, oficinas, locação de lonas e material circense e ações socioculturais, além de pesquisa (teórica e prática) na arte circense, levando em consideração suas tradições e inovações.</p>
<p>Desde 2015 a Cia Brincantes vem desenvolvendo a pesquisa intitulada “Memórias Circenses: relato de uma vida itinerante” pesquisa de campo e documental com o objetivo de mapear os circos e registrar, com base na narrativa oral e documentos, as memórias das famílias circenses de Pernambuco e que, no seu ano inicial, contou com incentivo do Funcultura e, em 2017, a Cia. realizou a pesquisa intitulada “Magia circense: um estudo sobre as mágicas do circo”, que tinha como objetivo desvendar os números de mágica e ilusionismo.</p>
<p>Entre seus espetáculos estão: “Quatro”, estreou em 2011 com direção artística de José Manoel Sobrinho e Circense de Bóris Trindade Júnior; “Vaudeville &#8211; espetáculo de variedades circense”, estreou em 2011 com direção geral de Dougla Duan e Circense de Bóris Trindade Júnior; “Tapioca”, com direção geral de José Manoel Sobrinho e circense de Bóris Trindade Jr; a “Intervenção de Palhaçaria”, estreou em 2015 com direção coletiva; e o espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”, estreou em 2019, com direção e dramaturgia de Ceronha Pontes e direção circense de Bóris Trindade Júnior.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-brincantes-de-circo-lanca-catalogo-virtual-de-mulheres-palhacas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Catálogo “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco&#8221; será lançado no Senac</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-odete-a-mestra-da-renda-renascenca-em-pernambuco-sera-lancado-no-senac/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-odete-a-mestra-da-renda-renascenca-em-pernambuco-sera-lancado-no-senac/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 13:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade Senac]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=74727</guid>
		<description><![CDATA[A renda Renascença de Poção e Pesqueira é conhecida como um dos artesanatos mais representativos de Pernambuco, que sempre encantou a todos por seus desenhos e trabalhos manuais. Essa prática do século 16, chegou ao Estado trazida por freiras que ensinaram a prática para mulheres das cidades pernambucanas do interior. Nesse cenário, surge a personagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74734" aria-labelledby="figcaption_attachment_74734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Moreira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Dona-Odete-Maciel-foto-tiago-moreira-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-74734" alt="Tiago Moreira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Dona-Odete-Maciel-foto-tiago-moreira-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A rendeira Dona Odete Maciel é a figura central da publicação</p></div>
<p>A renda Renascença de Poção e Pesqueira é conhecida como um dos artesanatos mais representativos de Pernambuco, que sempre encantou a todos por seus desenhos e trabalhos manuais. Essa prática do século 16, chegou ao Estado trazida por freiras que ensinaram a prática para mulheres das cidades pernambucanas do interior.</p>
<p>Nesse cenário, surge a personagem central  do catálogo “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco&#8221; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado no próximo dia 13 de fevereiro (quinta-feira), às 16h30, na Faculdade Senac, localizada em Santo Amaro (Recife). Conhecida nacionalmente por seu trabalho, Dona Odete Maciel, a única mestra artesão de renda Renascença viva em Pernambuco. Uma mulher forte e ao mesmo tempo delicada que representa a força da mulher nordestina: artesão, dona de casa, professora, mãe, esposa&#8230; são algumas das características desse rico personagem do nosso artesanato.</p>
<p>O catálogo foi idealizado pelo fotógrafo Felipe Cândido e conta com produção-executiva de Tereza Franco, fotografias de Andréa Franco, textos do jornalista Phelipe Rodrigues, edição e produção de moda de Tiago Moreira. A publicação terá distribuição gratuita no dia do seu lançamento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento catálogo: “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco”.<br />
Quando: 13 de fevereiro (quinta-feira), às 16h30<br />
Onde: Salão de Eventos Faculdade Senac (R. do Pombal, 57 &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-odete-a-mestra-da-renda-renascenca-em-pernambuco-sera-lancado-no-senac/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acervo cartográfico do Museu da Cidade do Recife será lançado em catálogo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/acervo-cartografico-do-museu-da-cidade-do-recife-sera-lancado-em-catalogo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/acervo-cartografico-do-museu-da-cidade-do-recife-sera-lancado-em-catalogo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 15:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acervo cartográfico]]></category>
		<category><![CDATA[betânia corrêa de araújo]]></category>
		<category><![CDATA[catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Josivan Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Cidade do Recife]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=74692</guid>
		<description><![CDATA[Um conjunto formado por 1.898 artefatos gráficos salvaguardados pelo Museu da Cidade do Recife (MCR), datados do final do século XIX ao século XX, será lançado em catálogo impresso resumido, acompanhado por DVD, no próximo dia 30 de janeiro (quinta-feira), às 19h. Idealizado pelo pesquisador, fotógrafo e produtor cultural Josivan Rodrigues, o Catálogo do Acervo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31153" aria-labelledby="figcaption_attachment_31153" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/museu-da-cidade-do-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-31153" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/museu-da-cidade-do-recife-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação será lançada na próxima quinta-feira (30), às 9h, no Museu da Cidade do Recife</p></div>
<p>Um conjunto formado por 1.898 artefatos gráficos salvaguardados pelo Museu da Cidade do Recife (MCR), datados do final do século XIX ao século XX, será lançado em catálogo impresso resumido, acompanhado por DVD, no próximo dia 30 de janeiro (quinta-feira), às 19h. Idealizado pelo pesquisador, fotógrafo e produtor cultural Josivan Rodrigues, o Catálogo do Acervo Cartográfico do MCR conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O evento, aberto ao público, contará com intérprete de Libras e palestras ministradas pela equipe do museu e do projeto cultural, e o catálogo a partir de então será comercializado na loja do museu sob o valor de R$ 30 reais e terá a venda revertida para ações de preservação das coleções da instituição museal. Também estão previstas, no plano de ação do projeto, a distribuição gratuita de parte da tiragem para bibliotecas e instituições públicas de ensino.</p>
<p>Além de mapas e cartas, no catálogo de 52 páginas que acompanha um DVD com os índices para consulta do acervo também compõem o conjunto projetos urbanísticos (a exemplo da Praça de Casa Forte e o Parque 13 de Maio), arquitetônicos (Teatro de Santa Isabel e Biblioteca de Casa Amarela) e de mobiliário, gravuras e cartazes, entre outras tipologias. Os índices, organizados por número de tombo, descrição e autor, disponíveis na mídia DVD que acompanha a peça impressa, é uma importante ferramenta de pesquisa aos interessados neste fundo documental, permitindo identificar mais rapidamente os temas presentes no conjunto.</p>
<p>De acordo com Josivan Rodrigues, se trata de um convite para que a sociedade conheça melhor essa importante coleção que apresenta testemunhos essenciais da história social e cultural da cidade. <em>&#8220;O catálogo reúne uma pequena amostra da diversidade desta coleção. São cerca de 50 artefatos reproduzidos na publicação. Os documentos, que são já reconhecidos por pesquisadores que acessam a coleção, podem agora ter seu público ampliado. Esse projeto é importante porque, além de possibilitar o acesso remoto, também resguarda os originais do manuseio constante para que através do catálogo seja possível filtrar quando é realmente necessário ter em mãos os originais&#8221;</em>, explica o pesquisador.</p>
<p>Betânia Corrêa de Araújo, diretora do Museu da Cidade do Recife, conta que o catálogo deverá ser utilizado pela equipe educativa da instituição nos próximos anos, acrescentando que o fato do Forte das Cinco Pontas ser indicado pela Unesco ao título de Patrimônio Cultural Mundial da Humanidade faz com que a casa ganhe ainda mais fôlego.<em> &#8220;Agora é hora de comemorar e compartilhar o resultado, e também de arregaçar as mangas para as futuras &#8211; e incontáveis &#8211; etapas!&#8221;</em>, explica a gestora. A etapa que culmina com o lançamento do Acervo Cartográfico do MCR foi precedida por um trabalho de inventário e catalogação dos documentos, também um projeto idealizado por Josivan Rodrigues com incentivo do Funcultura, quando foram observadas detalhadamente, descritas e digitalizadas as peças da coleção, que por sua vez foi antecedida pelo trabalho de higienização, planificação e acondicionamento realizado com o apoio da Caixa Econômica Federal.</p>
<p><em>&#8220;Esse acervo documenta a mentalidade de cada época e como a cidade era pensada em determinados períodos. A maioria do nosso acervo é do século XX, através do qual é possível perceber que a cidade passou por inúmeras mudanças em prol do melhoramento urbano&#8221;</em>,  diz Sandro Vasconcelos, historiador do Museu da Cidade do Recife, responsável por coordenar a classificação, o inventário e a catalogação de todo o projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu da Cidade do Recife</strong></span><br />
Em quase 400 anos de existência, o Forte das Cinco, além de fortaleza, foi depósito, prisão e quartel militar. Desde 1982 é o Museu da Cidade do Recife e, devido a indicação da Unesco, pode se tornar patrimônio cultural mundial da humanidade. O acervo cartográfico do Museu da Cidade do Recife abrange um total de 1.898 peças, enquanto que o acervo fotográfico é formado por mais de duzentas mil imagens. Já o acervo arqueológico e tridimensional do equipamento cultural conta com 9.875 itens. Um total de 2.126 títulos, entre livros e periódicos, estão disponíveis para consulta presencial no Núcleo de Pesquisas José Antônio Gonsalves de Mello, que dispõe de um acervo bibliográfico relacionado à arquitetura, história, cultura, artes, etc. Com entrada gratuita, o museu funciona de terça a sábado das 9h às 17h e aos domingos das 9h às 16h. O agendamento de escolas, universidades, faculdades, ONGs e outros grupos distintos deve ser realizado através do telefone (81) 3355-9558 ou pelo e-mail <strong>educativomcr@gmail.com</strong>, com a observação de que as visitas de agrupamentos não são realizadas aos domingos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do Catálogo do Acervo Cartográfico do Museu da Cidade do Recife<br />
Quando: 30 de janeiro (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu da Cidade do Recife (Praça das Cinco Pontas, s/n &#8211; São José, Recife &#8211; PE)<br />
Informações: (81) 3355-3108<br />
Acesso gratuito<br />
Valor do catálogo: R$ 30</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/acervo-cartografico-do-museu-da-cidade-do-recife-sera-lancado-em-catalogo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

