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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cavalo-Marinho Boi Pintado de Aliança</title>
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		<title>Museu das Tradições do Cavalo Marinho será inaugurado neste domingo (22)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 15:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, do Mestre Grimário, está em festa neste domingo (22). No lugar, será inaugurado o Museu das Tradições do Cavalo Marinho, um museu território destinado à memória e salvaguarda das tradições da brincadeira do Cavalo Marinho. &#8220;Uma vez que essa tradição da cultura popular pernambucana encontra-se passível de extinção, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80054" aria-labelledby="figcaption_attachment_80054" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Museu-do-Cavalo-Marinho.jpg"><img class="size-medium wp-image-80054" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Museu-do-Cavalo-Marinho-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O novo espaço cultural localiza-se na cidade de Aliança, na Zona da Mata</p></div>
<p>A sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, do Mestre Grimário, está em festa neste domingo (22). No lugar, será inaugurado o Museu das Tradições do Cavalo Marinho, um museu território destinado à memória e salvaguarda das tradições da brincadeira do Cavalo Marinho. <em>&#8220;Uma vez que essa tradição da cultura popular pernambucana encontra-se passível de extinção, o Cavalo Marinho Boi Pintado idealizou esse espaço memorial como estratégia de permanência e divulgação para o estado de Pernambuco, onde possa através de seu espaço expositivo e da sua narrativa possibilitar novos olhares para esse brinquedo popular genuinamente pernambucano&#8221;</em>, diz Andala Quituche, presidente da instituição. A sede do Cavalo Marinho do Mestre Grimário fica no Sítio São João, 30, na comunidade de Chã do Esconso, em Aliança.</p>
<p>O espaço para sua área expositiva foi dividido em alas. A primeira é chamada de &#8220;Mestre Grimário e seu legado&#8221;. Dedica-se à memória do Mestre Grimário, que há 46 anos vive e dedica-se às brincadeiras da cultura popular, sendo 27 deles dedicados ao Cavalo Marinho Boi Pintado. A parede deste espaço traz uma pintura que representa o canavial, território onde está inserida a tradição do Cavalo Marinho na Zona da Mata, que surgiu dos homens trabalhadores do cultivo da cana de açúcar. No local estarão expostos máscaras, chapéus, e também manequins vestidos com o figurino completo.</p>
<p>O &#8220;Cantinho do Mestre&#8221; é um espaço dedicado a homenagear os Cavalos Marinhos existentes em Pernambuco, com a exposição de suas peças doadas e fotografias.  A pintura na parede sugere as imagens das casas de taipa, referenciando as antigas moradias dos mestres, e que ainda hoje é a realidade de moradia de muitos brincantes de cultura popular. No local estão pendurados os objetos doados por vários grupos de Cavalos Marinhos, além de fotografias de cada mestre desses brinquedos.</p>
<div id="attachment_80055" aria-labelledby="figcaption_attachment_80055" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cAVALO-MARINHO-BOI-PINTADO.jpg"><img class="size-medium wp-image-80055" alt="Cavalo Marinho Boi Pintado, do Mestre Grimário, sediará Museu da Tradição do Cavalo Marinho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cAVALO-MARINHO-BOI-PINTADO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, do Mestre Grimário, sediará Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Aliança</p></div>
<p>Na área do &#8220;Clube da Mulher do Campo&#8221;, o museu dedica-se à memória da Associação do Clube da Mulher do Campo Nair Alves de Medeiros, que doou seu prédio ao Cavalo Marinho Boi Pintado, sede do Museu.  Objetos doados por estas mulheres além de informações relativas à associação estarão expostas no local.</p>
<p>O espaço &#8220;A Torda&#8221; é dedicado aos mestres e brincantes que já faleceram. Esteiras de palha estão penduradas no teto, fazendo referência à dormida dos mestres. Estrelas bordadas tal como são estampadas nas golas de cavalo marinho representam os folgazões que já partiram deste mundo.</p>
<p>Segundo Andala Quituche, <em>&#8220;a concepção do Museu das Tradições do Cavalo Marinho foi pensada em prol da salvaguarda dessa tradição, sujeita a extinção em seu formato mais genuíno, contemplando o território da Zona da Mata e a paisagem geográfica das plantações da cana de açúcar. O acervo do museu reúne peças do próprio Cavalo Marinho Boi Pintado, do Mestre Grimário, bem como de outros grupos de Cavalo Marinho, entre eles, o Estrela de Ouro e Boi Brasileiro, de Condado; Boi Ventania, de Feira Nova; Boi Tira Teima, de Zé de Bibi; Boi Ventania, em memória do Mestre João de Pissica e o Boi Maneiro, de Itambé. Lá estão também peças de folgazões importantes que já faleceram, como Mariano Teles e Inácio Nobreza&#8221;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inauguração do Museu das Tradições do Cavalo Marinho<br />
Onde: Sede do Cavalo Marinho Boi Pintado (Sitio São João, Chã do Esconso, Aliança – PE)<br />
Quando: domingo, 22 de novembro, às 15h</p>
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		<title>21ª Festa de Reis encerra ciclo natalino em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Promovendo apresentações de dez grupos de cavalo marinho, originados em Pernambuco e na Paraíba, a Casa da Rabeca finaliza nesta quarta-feira (6), em Olinda, a programação do seu ciclo natalino. A 21ª edição da Festa de Reis é aberta ao público e começa às 19h, manifestando a tradição da cultura popular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32858" aria-labelledby="figcaption_attachment_32858" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Festa-dos-Reis-Casa-da-Rabeca-Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-32858" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Festa-dos-Reis-Casa-da-Rabeca-Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda é um dos grupos pernambucanos que estarão animando a festividade.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Promovendo apresentações de dez grupos de cavalo marinho, originados em Pernambuco e na Paraíba, a Casa da Rabeca finaliza nesta quarta-feira (6), em Olinda, a programação do seu ciclo natalino. A 21ª edição da Festa de Reis é aberta ao público e começa às 19h, manifestando a tradição da cultura popular iniciada no Estado em 1995, pelo saudoso Mestre Salustiano.</p>
<p style="text-align: justify;">A festividade, que é remanescente da cultura portuguesa inserida nos manifestos natalinos brasileiros, agrega performances envolvendo ritmos e variações do Bumba-Meu-Boi, reafirmando as origens dos grupos participantes.<em> “Essa é uma forma de lembrarmos a nossa tradição, que deve ser perpetuada cada vez mais. Precisamos sempre reafirmar nossas raízes”</em>, destaca Pedro Salustiano, organizador do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Constituída nos mesmos moldes do Festival Nacional de Cavalo Marinho, também realizado pelo espaço cultural, a Festa dos Reis agrega poesia, teatro, dança e música popular. Nesta edição, o público contará com apresentação do grupo Família Salustiano e a Rabeca Encantada e a participação especial do Cavalo Marinho da Paraíba Mestre Gasosa, da cidade de Bayeux. O evento possui patrocínio do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe.</p>
<p><strong>Grupos que estarão se apresentando:</strong><br />
- Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda<br />
- Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
- Cavalo Marinho Boi Pintado de Aliança<br />
- Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado<br />
- Cavalo Marinho Boi Coroado de Araçoiaba<br />
- Cavalo Marinho Estrela Brilhante de Condado<br />
- Cavalo Marinho Boi Brasileiro de Condado<br />
- Cavalo Marinho do Mestre Batista de Aliança<br />
- Cavalo Marinho da Paraíba Mestre Gasosa, da cidade de Bayeux<br />
- Família Salustiano e a Rabeca Encantada</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>21ª Festa de Reis</strong><br />
<strong>Quando:</strong> quarta-feira, 6 de janeiro.<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 19h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Rabeca do Brasil (Rua Curupira, nº 340, Cidade Tabajara, em Olinda)<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3371-8197<br />
<strong><em>Acesso gratuito</em> </strong></p>
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		<title>Casa da Rabeca finaliza ciclo natalino com Festa de Reis</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2015 21:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prosseguindo com a tradição iniciada pelo saudoso Mestre Salustiano, a Casa da Rabeca, em Olinda, realiza nesta terça-feira (6), a partir das 18h, a 20ª edição de sua Festa de Reis. O evento é aberto ao público e encerrará o ciclo natalino proporcionando a apresentação de nove grupos de Cavalo Marinho, originados em Aliança, Araçoiaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Cavalo-Marinho-Divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18876" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Cavalo-Marinho-Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Prosseguindo com a tradição iniciada pelo saudoso Mestre Salustiano, a Casa da Rabeca, em Olinda, realiza nesta terça-feira (6), a partir das 18h, a 20ª edição de sua Festa de Reis. O evento é aberto ao público e encerrará o ciclo natalino proporcionando a apresentação de nove grupos de Cavalo Marinho, originados em Aliança, Araçoiaba, Condado e Olinda.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Pedro Salustiano, organizador do evento, além de comemorar os 20 anos do Dia de Reis promovido pelo espaço cultural, a noite também celebra o folguedo como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. “Isso mostra que temos que defender e valorizar as nossas raízes e repassar esse legado para as novas gerações. Esse foi o trabalho que meu pai iniciou e que toda a família tem levado adiante”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarão se apresentando os grupos Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda, Cavalo Marinho Boi Pintado de Aliança, Cavalo Marinho do Mestre Batista de Aliança, Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, Cavalo Marinho Estrela Brilhante de Condado, Cavalo Marinho Boi Brasileiro de Condado, Cavalo marinho Boi Coroado de Araçoiaba, além do Grupo Família Salustiano e a Rabeca Encantada.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia de Reis da Casa da Rabeca é realizado com apoio do Governo do Estado, através da Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong> 20ª Festa de Reis da Casa da Rabeca</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 06 de janeiro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 18h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Rabeca (Rua Curupira, 340, Cidade Tabajara – Olinda/PE)<br />
<em>Entrada e estacionamento gratuitos</em><br />
<strong>Mais informações:</strong> (81) 3371-8197</p>
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		<item>
		<title>Aprendendo direto da fonte</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 07:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo-Marinho Boi Pintado de Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Grimário]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Maria Peixoto Quando as crianças da Escola Municipal Ranser Alexandre Gomes, de Garanhuns iriam imaginar que teriam a oportunidade de aprender diretamente com mestres da cultura popular? As dez crianças que nunca tinham ouvido falar de cavalo-marinho passarão uma semana aprendendo a brincadeira com Mestre Grimário, do Cavalo-Marinho Boi Pintado, de Aliança. Dividindo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4123" aria-labelledby="figcaption_attachment_4123" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-34.jpg"><img class="size-medium wp-image-4123" alt="Crianças aprendem as pisadas do cavalo-marinho (Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-34-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças aprendem as pisadas do cavalo-marinho (Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Por Maria Peixoto</p>
<p dir="ltr">Quando as crianças da Escola Municipal Ranser Alexandre Gomes, de Garanhuns iriam imaginar que teriam a oportunidade de aprender diretamente com mestres da cultura popular? As dez crianças que nunca tinham ouvido falar de cavalo-marinho passarão uma semana aprendendo a brincadeira com Mestre Grimário, do Cavalo-Marinho Boi Pintado, de Aliança.</p>
<p dir="ltr">Dividindo o tempo da oficina entre dança e estudo da história do brinquedo popular, o mestre vai propagando a cultura que aprendeu quando tinha apenas 8 anos de idade. Ele conta que foi criado com a avó e que ela foi trabalhar no sítio Chã de Camarã. Lá, ele conheceu Mestre Batista, que lhe tinha como filho. O mestre lhe ensinou o ofício, tanto que, quando ele morreu, deixou Grimário, que na época tinha só 24 anos, no seu lugar. “Todo mundo se espantava, porque eu era muito novo”, diz. Em 1993, ele criou o seu próprio cavalo-marinho, o Boi Pintado. “Eu nem sonhava com esse nome de ‘mestre’. O meu pensamento era brincar, fazer o que eu gostava”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Hoje, o mestre tem no cavalo-marinho o sentido de sua existência, “se tirar o cavalo-marinho de mim é como torar os meus dois braços, minhas pernas, minha língua. Eu nasci no cavalo-marinho, me criei nele e cada vez mais eu num paro de aprender”, conta.</p>
<div id="attachment_4124" aria-labelledby="figcaption_attachment_4124" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-35.jpg"><img class="size-medium wp-image-4124" alt="Mestre Grimário (Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-35-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimário (Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p dir="ltr">Pela quarta vez, Mestre Grimário realiza oficina no FIG. Desta vez, ele decidiu abordar o personagem do vaqueiro, aquele que conta a história do Sertão. O mestre lê junto aos alunos as loas de sua própria autoria, misturadas às tradicionais: “A chuva traz tanta riqueza/Que vejo o mato fulorá/Fulora o cadeiro/Enverdece o juá/Ninguém vê mais tristeza/Tem arrôi, milho, feijão/Nunca mais falta comida na mesa do sertanejo”.</p>
<p dir="ltr">Depois, fazem um círculo e começam a dançar, um chamando o outro. “Tem que olhar no olho”, diz Andala Quituche, assistente de Grimário na oficina. “O problema deles aqui é que eles nunca viram um cavalo-marinho. Quando começa a dançar, eles se animam”, diz o mestre.</p>
<p dir="ltr">Com 47 anos de idade e 39 de cavalo-marinho, a felicidade de Grimário é de perpetuar a brincadeira: “ensinando a eles vai ficar na memória. E quando eu for pro outro mundo, eu vou ver eles dizerem que aprenderam com Mestre Grimário”, conta, emocionado.</p>
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		<item>
		<title>Cia. Balançarte levou terreiro de cavalo-marinho pro palco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 15:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo-Marinho Boi Pintado de Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Balançarte]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Peixoto (em Salgueiro) Ao contrário do que previam os jovens Isaac (15) e Isabella (15), o público ontem (30/5) lotou o Teatro Professora Alaíde Conserva, em Salgueiro. Os jovens atores da cidade me contavam das dificuldades que geralmente encontram para atrair público aos espetáculos de arte: “A gente sofre muita concorrência com as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Maria Peixoto<br />
</em>(em Salgueiro)<em></em></p>
<p><em></em>Ao contrário do que previam os jovens Isaac (15) e Isabella (15), o público ontem (30/5) lotou o Teatro Professora Alaíde Conserva, em Salgueiro. Os jovens atores da cidade me contavam das dificuldades que geralmente encontram para atrair público aos espetáculos de arte: “A gente sofre muita concorrência com as festas. Já teve vez de a gente apresentar só pra três pessoas”, disse Isabella. “O povo num gosta muito de arte, a gente num pode forçar”, emendou Isaac. Porém, na noite de ontem, a plateia ocupou todos os 120 lugares do teatro e ainda aplaudiu de pé os jovens dançarinos da Cia. Balançarte, de Petrolina.</p>
<div id="attachment_4604" aria-labelledby="figcaption_attachment_4604" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-4604" alt="Cia. Balançarte lotou teatro em Salgueiro (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Cia. Balançarte lotou teatro em Salgueiro (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>O espetáculo “Do terrêro de Salu” mistura dança popular e contemporânea aos ritmos que estão no sangue de Maciel Salustiano (coco, ciranda, cavalo-marinho…). Ele traduz exatamente aquilo que o filho de Mestre Salu fez com a música popular, segundo me contou Marcos Aurélio Soares, diretor do espetáculo: “trazer inovação e elementos contemporâneos para o tradicional”.</p>
<p>Foi uma apresentação de encher os olhos, da beleza dos figurinos e da performance dos atores, capazes de nos transportar direto para um terreiro de cavalo-marinho, reproduzindo toda a energia e a brincadeira que a gente encontra lá.</p>
<div id="attachment_4606" aria-labelledby="figcaption_attachment_4606" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-4606" alt="A apresentação foi de encher os olhos… (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação foi de encher os olhos… (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>As caretas, as brincadeiras e as cambalhotas também cederam lugar à melancolia de falar da seca: “Seca castiga, racha a terra do Sertão. Chora o vaqueiro e o patrão…”, entoava a música de Maciel Salu, enquanto um carro de boi trazia os atores pra cena. Eles reproduziam um pouco do drama sertanejo, com chocalhos amarrados nas pernas.</p>
<p>Mas foi com alegria que o espetáculo terminou, depois de passar pela Zona da Mata e Sertão, e dançar coco, ciranda, xaxado, maracatu e cavalo-marinho.</p>
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