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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ceará</title>
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		<title>Livro analisa a obra poética de João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 14:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114844" aria-labelledby="figcaption_attachment_114844" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114844" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A professora e escritora Rafaela de Abreu Gomes</p></div>
<p>A trajetória poética do pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999) é analisada pela pesquisadora cearense Rafaela de Abreu Gomes no próximo título da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). No livro, um ensaio com 304 páginas, ela faz a interlocução entre a poesia de João Cabral e a obra de outros escritores promovendo diálogos com a teoria literária e a filosofia. O lançamento ocorre nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, na livraria Leitura do Shopping RioMar de Papicu, em Fortaleza.</p>
<p><em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> expõe um olhar diferenciado para a produção do poeta. “O diálogo que estabeleci com outros pensadores foi pensado a partir da obra de João Cabral, das referências (diretas e indiretas) que fui encontrando ao longo das leituras que realizei da obra cabralina. Também levei em consideração autores que me ajudassem a pensar o contexto de produção do poeta, mas em primeiro plano vieram as referências que colhi na obra cabralina”, declara Rafaela.</p>
<p>O ensaio é fruto de estudos realizados por Rafaela para o doutorado na Universidade Federal do Ceará (UFC). De acordo com ela, foram analisados todos os livros do poeta para a pesquisa, exceto o texto Joan Miró, por não caber na proposta dessa publicação. Entre os pensadores selecionados pela autora para conduzir as reflexões acerca da obra de João Cabral estão o sociólogo e crítico literário Antonio Candido (1918-2017) e o escritor Graciliano Ramos (1892-1953).</p>
<p>“Há um poema de João Cabral cujo título é <em>Graciliano Ramos</em> e Antonio Candido foi um dos primeiros a escrever uma crítica sobre a escrita cabralina, já observando, ainda na década de 1940, que João Cabral não era exatamente um poeta surrealista, como aparentemente poderia parecer. Quando João Cabral mal surgira, Candido percebeu que o trabalho dele, uma vez que observasse mais os aspectos circunstanciais, poderia se tornar uma contribuição importante para a literatura brasileira &#8211; o que, afinal, se confirmou com os livros seguintes”, diz a autora.</p>
<p>Sobre o resultado da pesquisa, Rafaela de Abreu observa que sempre encontrava “comentários e análises acerca da economia linguística e das palavras arquitetadas e calculadamente escolhidas” ao ler livros a respeito da obra de João Cabral. “Eu quis, desde o início, mergulhar nesse processo que, apesar de racional e bastante calculado, também guarda uma dimensão humana profundamente pensada. Além disso, como se trata, em muitos casos, de metapoesia, me interessou investigar como os poemas cabralinos realizam, ao mesmo tempo, o aspecto metapoético e a investigação existencial. Por isso o título <em>Entre as Palavras e a Voz</em>, isto é: o que as palavras podem significar, no âmbito da poesia cabralina, e o que é possível dizer e construir a partir disso, o que, neste caso, procurei fazer.”</p>
<p>Para o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes, “<em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> traz uma leitura profunda e renovada da obra do poeta pernambucano em um diálogo com a filosofia e a literatura. Além das referências mais constantes dentro dos estudos cabralinos, Rafaela de Abreu Gomes se propõe a ler através de João Cabral, num esforço mais de reler e ampliar as interpretações poéticas da obra do autor do que de decifrá-la ou entendê-la.”</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Rafaela de Abreu Gomes nasceu em Maranguape (CE). É professora de literatura no ensino médio e no ensino superior, tem graduação, mestrado e doutorado em letras pela Universidade Federal do Ceará e estuda a obra de João Cabral de Melo Neto há mais de dez anos. Seu primeiro livro publicado foi <em>Um Vislumbre a Caminho: A Humana Poesia de João Cabral</em> (2019), com tiragem reduzida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em>, com bate-papo entre Rafaela de Abreu Gomes e Odalice de Castro Silva, professora na Universidade Federal do Ceará -</strong> <em>quinta-feira (5), das 19h às 22h, na Livraria Leitura do Shopping RioMar (Rua Desembargador Lauro Nogueira, nº 1.500, Papicu, Fortaleza-CE). Preço do livro impresso: R$ 65</em></p>
<div id="attachment_114845" aria-labelledby="figcaption_attachment_114845" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz.jpg"><img class="size-medium wp-image-114845" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</p></div>
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		<title>Baluartes do &#8220;forró das antigas&#8221; representam tributo a irmãos nordestinos em Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 15:15:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira noite do polo Pernambuco Meu País do festival homônimo, no município de Buíque (Agreste), nesta sexta-feira (30), transformou-se numa bela homenagem aos irmãos nordestinos e principalmente à cultura do chamado &#8220;forró das antigas&#8221;. O tributo foi representado por artistas que em comum têm o fato de haver começado na música muito cedo, ainda criança: o acordeonista e cantor Beto Hortis, que é natural de Camaragibe e teve uma passagem bem representativa na banda paraibana Magníficos; e os cearenses MC Rogerinho, que começou a carreira como compositor de Wesley Safadão e Xand Avião, e o também acordeonista e cantor Caninana do Forró, afilhado do grande poeta do gênero, Dorgival Dantas.</p>
<p>A noite ainda contou com a última apresentação do espetáculo Pernambuco Meu País, dirigido pelo músico Jam da Silva e pela coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo e que celebra os homenageados desta primeira edição do festival, o percussionista Naná Vasconcelos e o artista visual Abelardo da Hora. A apresentação abriu todas as oito etapas desta primeira edição do festival.</p>
<p>Até chegar ao Planalto da Borborema, durante as sete etapas anteriores do festival, o público pôde conferir vários ótimos sanfoneiros e forrozeiros. Beto Hortis, porém, tirou onda em Buíque. O músico simplesmente deu aula em seu espetáculo revisador e renovador. Acompanhado de sua banda, da qual fazem partes as duas filhas, Taíssa Roberta e Maria Júlia, passeou pelos mais variados estilos do forró, como arrasta-pé, xote e baião, vez ou outra apenas com temas incidentais ou rápidos medleys de standards, até flertando com o frevo (&#8220;O meu show é multicultural&#8221;, afirmou). E é claro que houve espaço para hits de Gilberto Gil, Fagner, Zé Ramalho, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste e Luiz Gonzaga.</p>
<p>Para esse show, contudo, Hortis, que durante muito tempo tocou ao lado de forrozeiros como Alcymar Monteiro e Geraldinho Lins, resolveu destaca no repertório canções da época em integrou a banda Magníficos, como ele próprio comentou, numa época em que suas próprias filhas ainda não haviam nascido. E foram elas que cantaram vários sucessos desse &#8220;forró das antigas&#8221;, como Timidez e Verdadeiro Amor. E são elas ainda que dão ares de renovação à carreira do pai, quando interpretam, por exemplo, músicas como Amado, sucesso de Vanessa da Matta.</p>
<p>Em seguida, MC Rogerinho mostrou porque é mesmo um fenômeno. Natural de Sobral (CE), o cantor começou a carreira, antes dos 20 anos de idade, compondo para Wesley Safadão e Xand Avião. Hoje é o que pode ser chamado de um músico influencer e faz sucesso comandando seu próprio baile de &#8220;bregadeira romântica&#8221;, como gosta de chamar, um pancadão com vários momentos com temas para boate, pagodão, Carnaval e São João. A relação com o brega, aliás, tem sido uma tendência em sua geração, nos mais variados estilos e ritmos musicais.</p>
<p>O sucesso de Rogerinho, sem dúvida, deve-se a mais do que isso: como mostrou em Buíque, sua apresentação parece ser uma versão ampliada de seu próprio estilo de vida: um garot que se reúne com os amigos para curtir um pancadão e se divertir. No palco essa sua diversão torna-se contagiante e prolifera-se entre os milhares de fãs. Em determinado momento até os músicos largam seus instrumentos e entram na dança com o MC, apenas ao som das programações. Além de seus sucessos, Rogerinho aproveitou para reforçar seu mais novo aspirante a hit, O que que Tá Acontecendo, que teve até direito a bis.</p>
<p>O segundo acordeonista e cantor da noite, Caninana do Forró, é outro que dispensa apresentação na seara do &#8220;forró das antigas&#8221;. Originário de Tarrafas (CE), foi reconhecido também logo tornando-se uma das vozes (humanas e acordeonísticas) do gênero. Nesse estilo, também acompanhado de uma grande banda, está sempre preparado para destilar uma saraivada de sucessos, como se fosse uma jukebox só de hits.</p>
<p>Ao som de Caninana a plateia presente na Praça de Eventos do município segurou a onda e cantou e dançou ao som de temas como Ressaca de Saudade, Fiquei Sabendo, Quem Chorava Hoje Ri, Chuveiro Ligado e Teu Gadim, entre muitos outros, até mais de duas horas da manhã já deste sábado (31).</p>
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		<title>Diálogo abordará tradição dos maracatus em Pernambuco e no Ceará</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2014 15:23:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Pingo_Cartaz.jpg"><img class="size-medium wp-image-14249 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Pingo_Cartaz-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), recebe nesta quinta-feira (25), a partir das 15h, o evento “Diálogos Culturais: Visões de Maracatus”. Tendo como objetivo promover maior interação entre os produtores culturais de maracatus pernambucanos, a exemplo de nações atuantes, assim como grupos singulares e plurais originados no Estado do Ceará. O encontro irá refletir sobre a tradição cultural envolvendo temas como a territorialidade e aspectos relacionados à sonoridade enquanto características de cada grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marcelo Renan Souza, co-realizador do diálogo no Recife, juntamente com a Associação Cultural Solidariedade e Arte (SOLAR), da cidade de Fortaleza, a professora Isabel Guillem, do Departamento de História da UFPE, estará coordenando a mesa e tratando sobre questões históricas da tradição. Durante o evento, também acontecem os lançamentos dos livros “Maracatu-Nação – Festa na Cidade”, da professora pernambucana Paola Verti de Santana, e “Singular e Plural – A história e a diversidade rítmica do maracatu cearense contemporâneo”, de autoria do músico Pingo de Fortaleza.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir das 19h, o diálogo também será realizado no Centro de Cultura Afro Pai Adão, localizado na Estrada Velha de Água Fria, 1466, bairro de Água Fria, no Recife, onde contará com apresentação do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão. Os dois eventos são abertos ao público e na ocasião, os dois livros estarão à venda.</p>
<p style="text-align: justify;">A Associação Cultural Solidariedade e Arte, que também desenvolve trabalhos em prol da tradição através do Ponto de Cultura Fortaleza dos Maracatus, realizará o evento em sua própria sede no Ceará, no próximo sábado (27), a partir das 19h, propondo a continuidade do diálogo iniciado no Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Diálogos Culturais: Visões de Maracatus<br />
Data: 25/09<br />
Às 15h, no Auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco; às 19h, no no Centro de Cultura Afro Pai Adão, localizado na Estrada Velha de Água Fria, 1466, bairro de Água Fria, no Recife.<br />
Entrada gratuita</p>
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