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	<title>Portal Cultura PE &#187; #CeconPE</title>
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		<title>Livro da Cepe imortaliza o ator e ativista Pernalonga</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 14:24:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105717" aria-labelledby="figcaption_attachment_105717" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Pernalonga_Crédito_Ana-Farache-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105717" alt="Ana Farache/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Pernalonga_Crédito_Ana-Farache-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pernalonga</p></div>
<p>Antonio Roberto de Lira França (1959-2000) é a personificação do anti-herói. Em sua efêmera existência deixou um legado de defesa da liberdade sexual, política e social em tempos opressores e ditadores. Negro, soropositivo, pobre, semianalfabeto, estapeou o preconceito com a mesma energia dedicada ao teatro, à cultura e às pessoas que amou. Formou-se na boêmia, em que conheceu intelectuais como Jomard Muniz de Britto. Nunca foi de interpretar um só papel nesta vida. Foi ator, dançarino, arte-educador, militante das causas LGBTQIAPN+. Participou de peças e ações educativas para conscientização sobre HIV e aids no tempo em que muita gente ainda achava que o vírus contaminava só de respirar.<br />
Antonio Roberto ficou mais conhecido pelo apelido, o mesmo que dá nome ao título <em>Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</em> (Cepe Editora), primeiro livro do jornalista Márcio Bastos, que foi setorista de artes cênicas nos jornais locais durante dez anos e atualmente estuda a área em sua pesquisa de mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A obra faz parte da <em>Coleção Perfis</em> e é lançada nesta sexta-feira (13), às 19h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.<br />
“Foi um ator criativo, agitador e ativista que fez da sua experiência material empírico para a sua arte, mas nunca uma camisa de força para o seu talento”, escreve Márcio em uma das 204 páginas do livro. Vinte delas dedicadas a fotografias de várias fases da vida do ator. Imagens que ajudaram a imortalizar a defesa da liberdade em contraponto à caretice vigente no life style bipolar recifense em que vanguarda e conservadorismo se encontram na esquina do contraditório.<br />
Nome dos mais citados quando se fala do Grupo de Teatro Vivencial Diversiones, que revolucionou a cena teatral pernambucana nos anos 1970, Pernalonga ainda é um protagonista pouco conhecido da narrativa do mundo real. Difícil encontrar conteúdos mais aprofundados sobre sua vida e produção artística. “Esse, inclusive, foi um dos desafios dessa pesquisa: resgatar a carreira de Pernalonga para além do Vivencial”, revela o jornalista, que se deparou com muitos fatos impossíveis de serem checados. Para contornar essa dificuldade Márcio apresenta as várias versões que lhe foram apresentadas.</p>
<div id="attachment_105718" aria-labelledby="figcaption_attachment_105718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Nós-mulheres_Crédito_Ana-Farache.jpg"><img class="size-medium wp-image-105718" alt="Ana Farache/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Nós-mulheres_Crédito_Ana-Farache-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo teatral Nós, Mulheres</p></div>
<p>Unanimidade, porém, é sua importância incontestável para o teatro pernambucano. Além de seu trabalho no Vivencial Diversiones, Pernalonga protagonizou peças como <em>7 Fôlegos</em>, escrita por Jomard Muniz de Britto; <em>O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna</em> e <em>Chico Rei</em>, ambas do grupo Teatro Ambiente do MAC. Pela primeira recebeu o Troféu Espontâneo de Melhor Ator Coadjuvante.<br />
O reconhecimento, infelizmente, não encontrou o ator em vida, mas chegou com a criação do Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro, idealizado pelo Governo de Pernambuco em 2017 para incentivar artistas e coletivos teatrais. O filme <em>Tatuagem</em> (2013), de Hilton Lacerda, segundo Márcio, é outro exemplo da potência que o imaginário de Pernalonga e seus companheiros ainda incita. O teatro olindense onde se apresentou tantas vezes, no qual investiu tempo e dinheiro, e que, na última fase da vida, conseguiu também administrar, agora chama-se Teatro do Bonsucesso — Roberto de França Pernalonga.<br />
“Pernalonga transmutou-se quase em um mito olindense, um tipo de personagem que se funde à paisagem urbana e à identidade de uma cidade, como o poeta Miró da Muribeca e a travesti Lolita para o Centro do Recife, e Madame Satã, nascida em Pernambuco mas símbolo da Lapa no Rio de Janeiro”, compara o autor.</p>
<div id="attachment_105719" aria-labelledby="figcaption_attachment_105719" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Márcio-Bastos-Crédito_Marlon-Diego-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105719" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Márcio-Bastos-Crédito_Marlon-Diego-1-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista Márcio Bastos</p></div>
<p>Sua morte precoce e trágica &#8211; vítima de latrocínio &#8211; abreviou muitas outras peças teatrais e sabe-se lá mais quantos projetos culturais. Márcio até consegue conceber: “É possível imaginar Perna brilhando no novo ciclo do cinema pernambucano, repetindo o magnetismo que expressou quando foi filmado por Jomard Muniz de Britto. Não é arriscado afirmar o quão combativo Pernalonga seria diante do recrudescimento da intolerância, do autoritarismo e de retrocessos em conquistas de minorias sociais”, pontua o jornalista.<br />
Antes do lançamento, o autor participará da mesa As Muitas Vidas de Pernalonga, ao lado de Rosângela Lira (irmã de Pernalonga) e com mediação do jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</em> (Cepe Editora) -</strong> <em>sexta-feira (13), às 19h, no Auditório do Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda). Preço do livro: R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</em></p>
<div id="attachment_105720" aria-labelledby="figcaption_attachment_105720" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgaçãio</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Pernalonga.jpg"><img class="size-medium wp-image-105720" alt="Cepe/Divulgaçãio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Pernalonga-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</p></div>
<p><em id="__mceDel"> </em></p>
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		<title>Título infantil ganhador do Prêmio Cepe é lançado na Bienal do Livro</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 13:43:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem, o título vencedor do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil (2022), é lançado neste sábado (7), às 10h30, na programação para crianças da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em Olinda. Com a nova publicação, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) passa a oferecer 65 opções [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105662" aria-labelledby="figcaption_attachment_105662" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Dez-baleias-na-estacao-esperando-pelo-trem.jpg"><img class="size-medium wp-image-105662" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Dez-baleias-na-estacao-esperando-pelo-trem-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</p></div>
<p><em>Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</em>, o título vencedor do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil (2022), é lançado neste sábado (7), às 10h30, na programação para crianças da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em Olinda. Com a nova publicação, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) passa a oferecer 65 opções de obras para a garotada em seu catálogo infantojuvenil.<br />
O livro é de autoria do poeta e humorista carioca Cesar Cardoso, tem 48 páginas com versos rimados para cativar os pequenos leitores e ilustrações convidativas e coloridas de Bruna Lubambo. Bastante peculiar, curiosa e divertida, a história nasceu a partir de cartas que ele escreveu ao neto Jorge, à neta Valentina e à sobrinha Giovana, de 2012 a 2013, para estreitar o convívio com as crianças.<br />
“Como sou escritor, para mim a literatura é uma das melhores formas de me aproximar das pessoas, ainda mais pessoas que eu amo. E acho que a literatura também pode encantar, fazer as pessoas felizes, fazê-las sonhar e pensar”, declara Cesar Cardoso. O gatilho para escrever as cartas, diz ele, surgiu depois de ouvir a música Siri Jogando Bola (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas), que, aliás, tem a estrofe inicial reproduzida na abertura do livro.<br />
“Achei curioso e divertido e pensei que eu também podia contar coisas engraçadas que tivesse visto. Assim comecei a escrever uma história nonsense em que eles se divertissem&#8230; e lessem. Quem sabe assim eles poderiam também se aproximar do hábito da leitura?”, declara. Se na música Luiz Gonzaga e Zé Dantas viram “dois siris jogando bola lá no mar”, no livro Cesar Cardoso viu “a mula sem cabeça usar boné”.<br />
Ele também viu “uma girafa tricotando um cachecol, um atum num restaurante se palitar com um anzol, um bando de elefantes apanhar de um caracol”. Viu ainda “o lá longe chegar perto do aqui e uma uva de coroa jurar que era abacaxi”. Sobre a escolha do título, a ideia inicial seria Coisas que Eu Vi. “Era muito óbvio. Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem é mais engraçado e remete a um verso do livro”, explica.</p>
<p><strong>AUTORIA -</strong> Cesar Cardoso é autor de literatura infantojuvenil, poeta, contista, cronista, humorista e roteirista. Publicou pelas editoras Biruta e Gaivota os livros <em>O que É que Não É?</em>, <em>Você Não Vai Abrir?</em>, <em>Quem Pegou uma Ponta do Meu Chapéu de Três Pontas que Agora Só Tem Duas?</em>, <em>O Gigante do Maracanã</em>, <em>Cadê a Escola que Estava Aqui?</em> e <em>A Copa do Mundo do Faz de Conta</em>. Lançou também <em>Capoeira Camará</em> (Editora Paulus) e <em>Você Pensa que Água É H2O?</em> (Editora Garamond). Escreveu para jornais (Pasquim e Planeta Diário) e programas de TV (<em>TV Pirata</em>, <em>Sai de Baixo</em>, <em>Casseta &amp; Planeta</em>, <em>A Grande Família</em> e <em>Zorra Total</em>, entre outros).<br />
Bruna Lubambo trabalha com materiais variados: gravura, serigrafia, estêncil, carimbo, pintura, colagem. Foi finalista do Prêmio Jabuti (2020, 2021, 2022); recebeu o selo Cátedra Unesco PUC-Rio (2021, 2022, 2023); teve títulos selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) como Altamente Recomendáveis. Ficou em terceiro lugar na categoria Infantil do Prêmio Sylvia Orthof do Prêmio Literário Biblioteca Nacional e venceu a categoria Melhor Livro para Crianças (Nacional) pelo Prêmio CellijJ/Unesp, do Centro de Estudos em Leitura e Literatura Infantil e Juvenil da Universidade Estadual Paulista.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</em>, numa contação de história com Tia Lilih -</strong> <em>sábado (7), das 10h30 às 11h30, no Palco Bienalzinha da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda); e sábado (28), das 16h às 18h, na Livraria Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro). Preço: R$ 35</em></p>
<div id="attachment_105663" aria-labelledby="figcaption_attachment_105663" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-Cesar-Cardoso.jpg"><img class="size-medium wp-image-105663" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-Cesar-Cardoso-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Cesar Cardoso</p></div>
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		<title>Livro da Cepe conta a história da Soparia, a casa da música pernambucana nos anos 1990</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 17:59:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A efervescência cultural pernambucana dos anos 1990, principalmente no campo da música, tinha um epicentro: a Soparia. A história do icônico bar de Roger de Renor, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife), é contada pelo jornalista José Teles no livro Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons. A publicação é lançada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105609" aria-labelledby="figcaption_attachment_105609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105609" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Teles e Roger de Renor</p></div>
<p>A efervescência cultural pernambucana dos anos 1990, principalmente no campo da música, tinha um epicentro: a Soparia. A história do icônico bar de Roger de Renor, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife), é contada pelo jornalista José Teles no livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>. A publicação é lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), nesta sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. No lançamento Teles e Roger participam do bate-papo Soparia: A Biografia de um Bar e de uma Cena, mediado pela jornalista Valentine Herold, editora-assistente do jornal literário Pernambuco (Cepe).<br />
“Todo mundo que fazia arte baixava lá”, afirma Teles referindo-se à Soparia. De acordo com o autor, Chico Science (1966-1997) era um dos habitués da casa onde também passaram muitas outras pessoas da música &#8211; Otto, Silvério Pessoa, Maciel Melo, Sivuca, Hermeto Pascoal, Fagner e Herbert Vianna, por exemplo -, das artes plásticas e do cinema, seja para se apresentar, dar uma canja (sic), acompanhar shows, beber ou apenas conversar. Teles conclui que “no geral, a programação (do bar) acontecia na base da imprevisibilidade” e que “a maioria dos que frequentavam a Soparia nem se preocupava em saber o que rolaria por lá”. Quase todos confessaram que iam ao bar “para se encontrar com os amigos”.<br />
Para resgatar a história Teles foi atrás não só dos famosos, mas de quem fazia o estabelecimento funcionar, como a produtora cultural Paula de Renor &#8211; irmã e braço-direito de Roger no negócio -, garçons;,seguranças, e frequentadores do bar. E o que se vê nas 212 páginas do livro, com cerca de 50 imagens, é resultado de dezenas de entrevistas, pesquisas em jornais antigos e em trabalhos acadêmicos, além de análise de material de divulgação do bar e de fotografias.<br />
A Soparia foi aberta por Roger de Renor em 1992. Começou a funcionar sem a pretensão de ser o que se tornou. Alguns fatores contribuíram para se transformar em referência cultural. Um deles, as frequentes canjas (sic) dadas por Lula Cortês, músico já consagrado. “Tocar num lugar onde uma lenda da música pernambucana se apresentava tornou-se objeto de desejo para qualquer jovem músico. E não apenas de Pernambuco”, diz no livro. Outro fator foi a Maré de 73 Lançamentos, como ficou conhecida a “histórica noitada mangue, que ocorreu no dia 14 de novembro de 1992, com Mundo Livre S/A e Chico Science &amp; Nação Zumbi”. Além da apresentação das duas bandas, o evento contou com exibição de clipes e de um documentário chamado Mangue, chancelando a Soparia como a casa da nova música pernambucana. A partir daí subiram ao palco grupos como Mombojó, Mestre Ambrósio, Cascabulho, Comadre Florzinha, Paulo Francis Vai pro Céu e Querosene Jacaré.<br />
Em 25 de março de 1999 o bar encerrou as atividades. O fechamento atraiu milhares de pessoas. “Tanto pelo bota-fora como pelo sucesso que fazia na cidade a principal atração, Cordel do Fogo Encantado”, destaca Teles. Após virar a noite, no dia seguinte Roger fechou o ciclo do bar. Baixou a porta e pichou “Cadê a Sopa?”, a frase mais ouvida ao longo da história do estabelecimento, que não servia apenas música, mas também sopa aos amantes da noite.<br />
Para Teles, Roger “aproveitou o timing perfeito” para fechar a Soparia. E não fez isso por falta de público. “Se fosse por frequência a maioria dos donos de bar teria continuado até a fonte secar”, avalia. Sobre isso Roger afirma, em entrevista para o livro, que a badalação sobre a Soparia aumentou após a morte de Chico Science, ocorrida em 2 de fevereiro de 1997, atraindo novos negócios para o Polo Pina e, consequentemente, mais pessoas e problemas. “Começou a chegar uma galera pesada para o local. Eu entendo de juntar gente por meio da música. As pessoas que estavam vindo ali não fui eu que juntei. Foram trazidas por telefone sem fio. Era outra coisa. Aí resolvi fechar enquanto estava em cima. Quando as pessoas entendessem [o que tinha mudado] já teria queimado meu filme”, diz Roger.<br />
O livro não se limita à história da Soparia. Teles aponta os bares da época do Soparia e de décadas anteriores. Dos anos 1970, por exemplo, lembra do Beco do Barato, no qual inicialmente passaram sambistas cariocas – Clementina de Jesus, Cartola, Zé Keti, Nelson Cavaquinho, Grande Otelo – e posteriormente virou referência para a psicodelia pernambucana, o chamado udigrudi. Dessa turma, o Beco do Barato recebeu apresentações de Flaviola e das bandas Tamarineira Village (futura Ave Sangria) e Phetus. Sobre os arredores do Soparia, nos anos 1990, o livro resgata dados de bares como o Satchmo, localizado na Galeria Joana d’Arc, o Oficina Mecânica e o Boratcho.<br />
Teles adianta que o livro não lista todos os bares contemporâneos do Soparia. “Mas quem não a viveu terá uma ideia do que foi a Soparia. No Recife nunca teve um bar feito a Soparia. Acho que nem no Brasil. O bar foi alto e baixo astral, Woodstock e Altamont ao mesmo tempo”, pontua. Nele cabia diferentes vozes e ritmos. E <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em> retrata bem o espaço democrático e aparentemente caótico do bar que mereceu as páginas do New York Times em 1997 e 2001. Não por acaso a Soparia tinha uma atmosfera própria, uma cenografia única, com sua radiola de ficha, o cachorro de gesso, o quadro da sereia e seu inconfundível sofá vermelho.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>, de José Teles -</strong> <em>sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda). Preço do livro: R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</em></p>
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