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	<title>Portal Cultura PE &#187; celebração</title>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País se despede de Salgueiro em noite de celebração ao forró e suas raízes</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:25:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119338" aria-labelledby="figcaption_attachment_119338" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119338" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da região, encerrando a passagem do festival pela cidade em grande estilo.</p>
<p dir="ltr">A programação teve início com o Coral Aboios de Serrita, que trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino. “Foi uma grande satisfação estarmos aqui, tão perto de casa. Trazer nossa cultura para esse povo acolhedor é uma honra imensa”, destacou o grupo em coletiva à imprensa.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o público foi conduzido por uma verdadeira aula de história musical com Joquinha Gonzaga, que emocionou ao revisitar os clássicos do forró e baião, mantendo viva a linguagem musical herdada de sua família, sendo sobrinho de Luiz Gonzaga e neto de Januário.</p>
<div id="attachment_119339" aria-labelledby="figcaption_attachment_119339" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119339" alt="O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino</p></div>
<p dir="ltr">A noite também foi de celebração para a banda Limão com Mel, que voltou a tocar em casa após um período de ausência. Fundada em Salgueiro há 32 anos, a banda presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”, esta última com um emocionante solo de guitarra. Em coletiva, os vocalistas Edson Lima e Adma Andrade &#8211; que usava figurino em homenagem à bandeira de Pernambuco &#8211; anunciaram uma prévia do novo projeto “Uma Dose de Limão”, com músicas como “Você Vai Ver”. “É uma alegria imensa voltar a Salgueiro neste evento grandioso. Estamos em casa, e trouxemos o melhor da nossa história”, disseram.</p>
<p dir="ltr">A energia permaneceu alta com Anjo Azul, que levou o público a uma viagem nostálgica por seu repertório romântico e dançante. Débora Ramalho e Gil Lima emocionaram com “Meu Anjo Azul”, além de clássicos como “Como a Lua e o Sol” e “Não Sou de Ninguém”, que encerrou o show em clima de paixão e conexão com os fãs.</p>
<div id="attachment_119340" aria-labelledby="figcaption_attachment_119340" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119340" alt="A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”</p></div>
<p dir="ltr">O encerramento da noite ficou por conta da lendária Mastruz com Leite, com 35 anos de estrada e dois pernambucanos em sua formação. A banda fez um passeio por seu vasto repertório com hits como “Explode Coração”, “A Praia” e “Olhinhos de Fogueira”. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem à compositora Rita de Cássia, com a canção “Meu Vaqueiro, Meu Peão”. O show terminou em clima de festa, com o convite à quadrilha ao som de “Trem do Forró”, marcando o fim da noite com muita animação e alto astral.</p>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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		<title>Celebração da Consciência Negra em Ipojuca chega à 4ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 15:13:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106372" aria-labelledby="figcaption_attachment_106372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/FOTO-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106372" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/FOTO-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capoeira é uma das atrações da 4ª Celebração da Consciência Negra de Ipojuca</p></div>
<p>A 4ª edição da Celebração da Consciência Negra de Ipojuca acontece nos dias 19 e 20 de novembro, em Nossa Senhora do Ó e Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, com apresentações musicais, danças, capoeira, cinema e cerimônia em homenagem a Zumbi dos Palmares. A realização é da RFG Produções Culturais com produção executiva do <a title="Centro Cultural Farol da Vila" href="https://www.instagram.com/faroldavila/" target="_blank">Centro Cultural Farol da Vila</a> e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
Este ano o projeto conta com uma programação diversificada que contempla várias atividades culturais e populares pernambucanas, como música, dança e cinema, no município que traz em sua história traços indeléveis da ancestralidade africana.<br />
No domingo (19), a festa acontece a partir das 18h, na Rua Beijupirá, em frente à feirinha de artesanato do Espaço Cultural Artur Maroja. Na programação os moradores e turistas da famosa Praia de Porto de Galinhas assistem ao Cocada Cineclube e curtem as apresentações dos grupos locais de capoeira e maracatu, do Coletivo de Hip Hop Nostra Rua e da Orquestra de Frevo Rural Zezé Correa, de Aliança (PE).<br />
Na segunda-feira (20) a celebração acontece em dois horários. Pela manhã, a partir das 9h30, no Iroko centenário da Praça do Baobá, no município de Nossa Senhora do Ó, com a participação de estudantes de quatro escolas públicas locais: Frei Otton, Armando Brito, Anibal Cardoso e Mário Júlio. Após a cerimônia em respeito ao 20 de Novembro e a Zumbi dos Palmares, com a participação de um historiador local e de povos de terreiros, há apresentações culturais com o grupo Mandinga de Capoeira e a Ciranda Porto de Galinhas.<br />
E, a partir das 18h, após as apresentações locais dos grupos de capoeira e maracatu, a programação conta com a participação especial do Patrimônio Vivo de Pernambuco Mestre Galo Preto e show do grupo Mestres do Coco Pernambucano, que encerra a festividade.<br />
A 4ª edição da Celebração da Consciência Negra em Ipojuca vem definitivamente se consolidando como o projeto cultural do município fortalecendo e potencializando sua raiz e vocação natural na realização de eventos populares e de matriz africana.<br />
&#8220;Pensamos numa programação que atenda aos mais variados públicos, desde crianças e jovens até os adultos, evidenciando a importância da presença negra na localidade e valorizando grupos culturais que atuem nessa temática. Além deles, potencializamos e reverenciamos os ritmos urbanos contemporâneos como o hip hop, que tem uma forte presença no município e está completando 50 anos de existência&#8221;, enfatiza o idealizador e produtor executivo do projeto, Marcos Moraes.<br />
O projeto tem ainda parceria com a Prefeitura Municipal de Ipojuca, Secretaria Especial Municipal de Cultura e da Associação dos Artesãos e Empreendedores do Espaço Cultural Artur Maroja de Porto de Galinhas.</p>
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		<title>Dia do Maracatu reúne 24 agremiações no Pátio de São Pedro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 17:30:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia Estadual do Maracatu, o Pátio de São Pedro, um dos mais importantes redutos culturais do Recife, recebeu, no último sábado (6 de agosto), a Festa da Salvaguarda dos Maracatus Nação, que reuniu 24 agremiações pernambucanas: Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igá, Maracatu Nação Cambinda Africano, Nação do Maracatu Leão da Campina, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95906" alt="dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero  (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Para celebrar o Dia Estadual do Maracatu, o Pátio de São Pedro, um dos mais importantes redutos culturais do Recife, recebeu, no último sábado (6 de agosto), a Festa da Salvaguarda dos Maracatus Nação, que reuniu 24 agremiações pernambucanas: Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igá, Maracatu Nação Cambinda Africano, Nação do Maracatu Leão da Campina, Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife, Maracatu Nação Gato Preto, Maracatu Nação Cambinda Estrela, Maracatu Nação Encanto da Alegria, Nação do Maracatu Porto Rico, Maracatu Nação Estrela Dalva, Maracatu Nação Encanto do Pina, Maracatu Nação Oxum Mirim, Maracatu Nação Tupinambá, Maracatu Nação Raízes de Pai Adão, Maracatu Nação Raízes de África, Maracatu Nação Almirante do Forte, Maracatu Nação Linda Flor, Maracatu Nação Estrela de Olinda, Maracatu Nação Elefante, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Sol Brilhante, Maracatu Nação Tigre, Maracatu Nação Xangô Alafim, Nação do Maracatu Aurora Africana e Maracatu Nação Filhos de Ogum.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95907" alt="dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero  (2)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-2-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>O evento, coordenado pela Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE), com apoio do Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe, marcou as comemorações do Dia Estadual do Maracatu, instituído pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em 1997, em homenagem à data de nascimento do mestre Luiz de França, que comandou por quase 40 anos as atividades do centenário Maracatu Leão Coroado, um dos Patrimônios Vivos do Estado, desde 2005.</p>
<p><em>&#8220;A celebração foi um ato de resistência cultural à intolerância religiosa, que ainda insiste em toler a liberdade de manifestação de nossos grupos, e também serviu como um espaço para afirmar nossas raízes e tradições&#8221;</em>, disse Fábio Sotero, presidente da AMANPE.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95908" alt="dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero  (3)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/dia-do-maracatu-foto-rafael-sotero-3-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>DIA NACIONAL DO MARACATU -</strong> A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou, em fevereiro de 2022, um projeto de lei que institui o 1º de agosto como Dia Nacional do Maracatu, manifestação cultural popular tradicional de Pernambuco que envolve ritmo musical, dança e vestimentas. O relator, senador Humberto Costa (PT-PE), apresentou parecer favorável ao texto (PL 397/2019).</p>
<p>A proposição é de autoria da então deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), atual vice-governadora de Pernambuco. Ela escolheu a data para coincidir com a comemoração do Dia do Maracatu, instituído por Pernambuco em 1997 — ano da morte do mestre Luís de França, que comandou por 40 anos o Maracatu Leão Coroado, grupo que tem 157 anos de existência. A data de nascimento de Luís de França, 1º de agosto, foi escolhida para a celebração da data. Há um Dia Estadual do Maracatu também no Ceará e datas comemorativas municipais em algumas cidades de Pernambuco.</p>
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		<title>Projeto Saraus em Pasárgada comemora um ano</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 17:07:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Clara Albuquerque O projeto Saraus em Pasárgada vai completar um ano de existência em grande estilo. Nesta sexta-feira (20), a partir das 18h, um sarau especial relembra o centenário da publicação do livro A Cinza das Horas, primeiro livro de Manuel Bandeira, editado com recursos próprios aos seus 31 anos. O evento vai acontecer no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54238" aria-labelledby="figcaption_attachment_54238" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-54238" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 600 pessoas já circularam pelo quintal do Espaço Pasárgada neste primeiro ano do projeto</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Clara Albuquerque</strong></p>
<p>O projeto Saraus em Pasárgada vai completar um ano de existência em grande estilo. Nesta sexta-feira (20), a partir das 18h, um sarau especial relembra o centenário da publicação do livro <em>A Cinza das Horas</em>, primeiro livro de Manuel Bandeira, editado com recursos próprios aos seus 31 anos. O evento vai acontecer no Espaço Pasárgada, localizado na Rua da União 263, no Bairro da Boa Vista, Recife.</p>
<p>Durante o sarau, público poderá apreciar dois ambientes: o primeiro conta com apresentações teatrais e musicais em homenagem a Bandeira e o segundo com alegorias e fotografias do Bloco A Cinza das Horas. <em>“A música era a grande paixão da vida do poeta. Por isso pensamos em trazer a música neste Sarau Especial. Então, nós contamos com a apresentação do duo de violonistas Sérgio Deslandes e Abraão Marreira que vão tocar uma peça inédita chamada Cantiga, uma composição do Frei Jaime Diniz com Letra de Manuel Bandeira. Também estarão conosco o duo Audire com a cantora Amanda Coelho e o violonista Thiago Pinto</em>”, conta a gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes. Outras participações especiais da programação do Sarau são a da poetisa Adélia Coelho e os músicos Amanda Cabral e Rafael Meira.</p>
<p>O Grupo Bacantes de Poesia também se apresentará, com uma série de poesias declamadas do livro <em>A Cinza das Horas</em>. Nascido de uma atividade de formação teatral da Secult-PE/Fundarpe, que trabalhou com os textos de Bandeir, o grupo, com seis integrantes, ficará responsável, ainda, pela recepção do público caracterizados os personagens que os textos do poeta os inspiraram. <em>“Quem conhece o livro vai se identificar. O meu apego a Bandeira e à sua obra vem, especialmente, do fato de o mundo dele ser muito próximo ao Recife. É muito importante mostrar para as pessoas que Bandeira faz parte desta cidade e que a poesia dele reflete o que ele vivenciou aqui”</em>, diz a atriz Ana Nogueira, integrante do Grupo Bacantes de Poesia.</p>
<div id="attachment_54239" aria-labelledby="figcaption_attachment_54239" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-54239" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/saraus-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Ana Nogueira em uma das apresentações dos Bacantes da Poesia</p></div>
<p><strong>SARAUS EM PASÁRGADA</strong> &#8211; O projeto teve início em outubro de 2016, com a poetisa Jussara Salazar falando sobre o tema <em>Vida e Morte na Poesia</em>. Em um ano, recebeu mais de 600 pessoas como público e convidados notáveis no cenário contemporâneo da poesia pernambucana como Miró, Zizo, Meca Moreno e o grupo Profundanças. “Os Saraus em Pasárgada é um espaço para artistas da música e da poesia que estão em busca de estabelecerem uma relação mais próxima com o público. Nós trabalhamos variados temas e formatos das expressões literárias do Estado. O Sarau é também uma celebração a todas essas diferenças”, explica a gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span><br />
Sarau &#8220;A Cinza das Horas&#8221; com o Grupo Bacantes de Poesia formado por Ana Nogueira, Anaclaudia Vieira, Eduardo Godoy, Daniella Miranda, Ísis Agra e Fernanda Spíndola;</p>
<p>Duo de violões: Sérgio Deslandes/ Abraão Marreira</p>
<p>Duo Audire: Amanda Coelho (Soprano) e Thiago Pinto (violão)</p>
<p>Duo Rafael Meira (violão) Amanda Cabral (voz)</p>
<p>Recital com microfone aberto</p>
<p>Parceria com o Bloco &#8220;A Cinza das Horas&#8221; que trará acervo fotográfico do bloco inspirado no livro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada – Aniversário de um ano<br />
Quando: 20/10 (sexta-feira), às 18h<br />
Onde: Espaço Pasárgada (R. da União, 263 – Boa Vista, Recife – PE)<br />
Quanto: Acesso gratuito</p>
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		<title>Governo de Pernambuco celebra Patrimônios Imateriais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2014 17:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante cerimônia no Teatro Arraial, nesta sexta-feira (12/12), o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, destacou a importância dos Patrimônios Imateriais para a cultura de Pernambuco, com três importantes momentos: o comunicado oficial do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil concedido aos Maracatus de Baque Solto, Nação e ao Cavalo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18273" aria-labelledby="figcaption_attachment_18273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1039.jpg"><img class="size-medium wp-image-18273" alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1039-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Evento contou com a presença de vários artistas, produtores culturais e autoridades pernambucanas</p></div>
<p>Durante cerimônia no Teatro Arraial, nesta sexta-feira (12/12), o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, destacou a importância dos Patrimônios Imateriais para a cultura de Pernambuco, com três importantes momentos: o comunicado oficial do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil concedido aos Maracatus de Baque Solto, Nação e ao Cavalo Marinho; entrega ao IPHAN do Inventário Nacional de Referência Cultural (INRC) da Ciranda e do Reisado, com o propósito de obter esta mesma titulação para os dois bens; e o lançamento da edição atualizada do livro Patrimônios Vivos de Pernambuco, da pesquisadora Maria Alice Amorim.</p>
<p>O pedido para registro, no Iphan, dos Maracatus, do Cavalo Marinho e também do Caboclinho foi feito pelo então governador Eduardo Campos. Em seguida, a Secult e a Fundarpe empreenderam, através de empresa contratada, a elaboração do Inventário Nacional de Referência Cultural (INRC) para cada um dos brinquedos populares. A titulação do Caboclinho deverá ser, em breve, igualmente avaliada e deferida pelo Conselho Consultivo de Patrimônio Cultural do Iphan.</p>
<p>O mesmo procedimento está sendo feito agora com a Ciranda e o Reisado. Seus documentos foram elaborados entre novembro de 2012 e maio deste ano e envolvem grupos da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte, Agreste e Sertão. Pesquisadores qualificados e com conhecimento prévio sobre o tema foram os responsáveis pela construção do INRC de cada folguedo, que é composto por um relatório analítico, um vídeo documentário, fichas de identificação, registros audiovisuais e um dossiê. Como resultado da pesquisa, foram localizadas informações sobre 27 grupos de Cirandas e 12 de Reisado, no estado.</p>
<div id="attachment_18274" aria-labelledby="figcaption_attachment_18274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162.jpg"><img class="size-medium wp-image-18274 " alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto, um dos Patrimônios Vivos de nosso Estado, deu uma palinha durante a cerimônia</p></div>
<p><strong>PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL -</strong> No último dia 03/12, foi concedido o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil aos Macaratus de Baque Solto (ou Rural) e de Baque Virado (também chamado de Nação) e ao Cavalo Marinho. Os novos Patrimônios tiveram seus títulos confirmados na 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que aconteceu na sede do Instituto Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em Brasília. Os três foram eleitos por unanimidade pelo Conselho.</p>
<p>A partir de agora, as manifestações ficam inscritas no Livro das Formas de Expressão e têm garantidos o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda de um conjunto de bens culturais, saberes, fazeres e formas de expressão que representam. O registro destes bens contribui para o apoio, o fomento e a apreensão de sua importância para a identidade e história do povo pernambucano e brasileiro. “As informações referentes às recomendações de salvaguarda dos bens registrados, como melhoramento de sede, espaços para apresentação, oficinas, entre outras ações que o fortaleçam, estão contidas nos inventários. Isto é um instrumento que o Estado, e os próprios grupos, possuem a partir de agora para trabalhar pela permanência e fortalecimento dos grupos”, afirma o secretário de Cultura, Marcelo Canuto. Os INRCs dos maracatus e do Cavalo Marinho já se encontram disponíveis, para consulta, na biblioteca da Fundarpe e também compõem o banco de dados do Patrimônio Cultural Imaterial do Iphan.</p>
<p><strong>LIVRO DOS PATRIMÔNIOS –</strong> O segundo volume do livro Patrimônios Vivos de Pernambuco, de Maria Alice Amorim, traz fotos e perfis dos artistas e grupos contemplados com este registro, desde a primeira edição do concurso, em 2010, até os eleitos em 2013, o que totaliza o número de 31 Patrimônios Vivos Pernambucanos, incluindo os já falecidos. O livro faz parte do conjunto de ações adotado pelo Estado, no sentido de inserir os Patrimônios na política pública de cultura, incentivando o repasse do conhecimento adquirido pelos mestres às novas gerações. De acordo com o Presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, além de ser uma valiosa fonte de pesquisa, a obra contribui para a preservação da memória desses importantes agentes culturais. “A lei do Patrimônio Vivo prevê o comprometimento na transmissão dos saberes populares como contrapartida dos mestres e grupos, por isso é importante incentivarmos mecanismos que colaboram com a perpetuação da tradição popular, como essa publicação”, pontua.</p>
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