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	<title>Portal Cultura PE &#187; Centenário</title>
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		<title>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:32:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115203" aria-labelledby="figcaption_attachment_115203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18.jpg"><img class="size-medium wp-image-115203" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro José Menezes</p></div>
<p>Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz parte do projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro. A apresentação celebra o legado do compositor pernambucano, que se destaca como um dos maiores nomes do frevo no Brasil. O evento é gratuito e começa às 16h.</p>
<p>José Menezes, falecido em 2013, teve sua iniciação musical na Sociedade Musical 5 de Novembro, a Revoltosa, da qual seu pai também foi integrante. Reconhecido como um dos principais compositores do gênero, o maestro deixou um acervo musical que é lembrado durante o concerto, com mais de 30 obras de sua autoria, e que são interpretadas pela orquestra.</p>
<p>A Orquestra de Frevo Revoltosa, idealizada e coordenada pela Sociedade Musical 5 de Novembro, é formada por jovens músicos, em sua maioria negros, oriundos da periferia de Nazaré da Mata e da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filhos de agricultores, cortadores de cana e trabalhadores rurais, esses artistas utilizam a música como ferramenta de valorização cultural, preservação do patrimônio histórico e exercício pleno da cidadania, bem como profissionalização na arte da música instrumental.</p>
<p>Com status de Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura de Pernambuco, a Revoltosa promove a salvaguarda e a difusão do frevo como um dos maiores legados culturais do Estado. O projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro, que já passou pelo Quilombo de São Lourenço, em Goiana (Mata Norte), chega agora ao Sertão ampliando o alcance da tradição musical que embala o Carnaval, a vida e alegria dos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação conta com tradução em libras e é gravada, com transmissão e registro disponibilizado no canal oficial da instituição no YouTube. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) Música.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes -</strong> <em>sábado (21), a partir das 16h, na Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista (Sertão), a 18 km da sede do município. Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Festival Viva Reis homenageia centenário de mestra Maria Jacinta, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 14:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115053" aria-labelledby="figcaption_attachment_115053" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Acervo_-Secretaria-de-Cultura-de-Pernambuco_-Mestra-Maria-Jacinta.jpg"><img class="size-medium wp-image-115053" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Acervo_-Secretaria-de-Cultura-de-Pernambuco_-Mestra-Maria-Jacinta-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Maria Jacinta, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Santa Maria da Boa Vista, no Sertão de Pernambuco, a 630 km da capital, prepara-se para um momento histórico nesta quinta-feira (12), com a realização do Festival Viva Reis. A edição deste ano é comemorativa pelo centenário de Maria Jacinta, uma das maiores referências do reisado em Pernambuco e Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2021. Dona Maria Jacinta, que há mais de 60 anos dedica sua vida ao folguedo dos Santos Reis, é homenageada com apresentações culturais que reforçam a importância dessa secular tradição do ciclo natalino. A programação, gratuita, tem início às 18h.</p>
<p>O Festival Viva Reis 2024 é coordenado pelo movimento Viva Reis, surgido em 2014, e conta com incentivo cultural do Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura Municipal de Santa Maria da Boa Vista.</p>
<p>A mestra Maria Jacinta, vanguardista da cultura popular de reis, nasceu em 1924, no Quilombo do Inhanhum, e desde a infância esteve imersa na cultura do reisado, uma prática que une fé, música e dança. Seu primeiro contato com a folia veio por meio dos avós, que celebravam o reisado Reis de Palma no Inhanhum. Na juventude, brincou no Reisado da mestra Antônia Ferro e, inspirada por essas vivências, fundou em 1961 o Reisado de Dona Jacinta, ao lado do marido e dos filhos. Desde então o grupo se tornou um dos principais símbolos dessa tradição, envolvendo quatro gerações de brincantes, incluindo sua tataraneta Ana Cecília.</p>
<p>As apresentações do Reisado de Dona Jacinta &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco são conhecidas por seu encanto visual e sonoro. Os figurinos coloridos, confeccionados manualmente, somam-se à harmônica melodia de pandeiros, sanfonas, triângulos e zabumbas que embalam as danças de personagens como a borboleta, o boi e a burrinha. O grupo mantém vivas as cantigas e os rituais, primeiro saudando o nascimento de Jesus, depois solicitando licença ao dono da casa em que se apresenta e, por fim, envolvendo o público em um espetáculo de fé e alegria. Um espetáculo imperdível para contemplar e emocionar nas noites de natal no Sertão pernambucano.</p>
<p>Além do Reisado de Maria Jacinta, o festival conta com a participação de outros grupos, que animam as festividades com cortejos, apresentação cultural e exposição: Reisado do Saruê &#8211; Herança Viva de Amarina – Patrimônio Vivo de Pernambuco; Reisado do mestre Pretinho; Reisado da Mata de São José; Reisado do Lambedor; Reisado Mirim do Inhanhum; Reisado da Irmandade; Reisado do Curral Novo &#8211; mestra Leonor; Reisado do Areal &#8211; mestra Socorro; e Samba de Véio da Ilha do Massangano – Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Festival Viva Reis -</strong> <em>quinta-feira (12), a partir das 18h, no município de Santa Maria da Boa Vista–PE</em></p>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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		<title>Cinema pernambucano ganha obra completa que marca seu centenário</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 14:17:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109609" aria-labelledby="figcaption_attachment_109609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Evelyn Soares/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109609" alt="Evelyn Soares/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Germana Pereira e Ernesto Barros</p></div>
<p>Para marcar o centenário da produção audiovisual pernambucana, os jornalistas Ernesto Barros e Germana Pereira lançam, nesta segunda-feira (6), no Cinema da Fundação do Derby, a partir das 19h, o livro <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em>. A publicação apresenta um panorama do setor tendo como marco histórico 1923, ano do início da produção do longa-metragem Retribuição, considerado o primeiro filme de ficção feito no Estado, até a premiada cena do cinema contemporâneo. Com 153 páginas recheadas de fotografias, muitas delas históricas, textos, uma linha do tempo e um compilado bibliográfico, a publicação é da editora Tangram Cultural, com incentivo do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>De acordo com a organizadora Germana, a obra “é uma celebração visual, fruto de décadas de dedicação e pesquisa no campo audiovisual em Pernambuco, resultado da convergência de nossas trajetórias, o que nos permitiu explorar a diversidade da produção cinematográfica pernambucana”. O livro perpassa do pioneirismo da produção pernambucana no início do século 20, com o início do Ciclo do Recife (1923-1931), passando pelo Ciclo do Super 8 (1970-1980), até a fase mais profícua do audiovisual conterrâneo, a partir dos anos 2000. Essa fase mais recente é representada por duas gerações de realizadores como Paulo Caldas, Marcelo Luna, Lírio Ferreira, Cláudio Assis, Clara Angélica e Hilton Lacerda, seguida por Marcelo Gomes, Kleber Mendonça Filho, Sérgio Pinheiro, Renata Pinheiro e Marcelo Pedroso, entre outros.</p>
<p>“Nós trabalhamos nessa pesquisa como uma espécie de enciclopédia”, revela Ernesto Barros, responsável pelos textos. Ele, que é jornalista com extensa experiência em cobertura de festivais, no Brasil e no exterior, e crítica cinematográfica, lançou mão dessa experiência para a publicação. “Durante esses anos todos fui um interlocutor de vários desses cineastas. Hoje a gente tem um cinema que produz muito, que tem voz própria”, reflete.</p>
<p>A partir de uma investigação empreendida sobretudo no Arquivo Público Estadual e nos arquivos da imprensa local e da Fundação Joaquim Nabuco, <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em> registra desde o primeiro filme de enredo, produzido pela Aurora-Film, passando pelo anúncio da inauguração do Cinema São Luiz no extinto jornal Folha da Manhã, em setembro de 1952, e o surgimento do Grupo de Cinema Super 8 do Recife, com Fernando Spencer e Celso Marconi, até o Prêmio Especial do Júri para o longa <em>Bacurau</em> (2019), de Kleber Mendonça Filho &amp; Juliano Dornelles, e o Prêmio Illy de Melhor Curta-Metragem na Quinzena dos Realizadores, ambos em Cannes, para <em>Sem Coração</em> (2023), de Nara Normande &amp; Tião, atualmente em cartaz.</p>
<p>“É um convite para uma imersão nos filmes e eventos significativos que moldaram nosso cenário cinematográfico e a uma reflexão sobre as transformações sociais, paisagísticas, políticas, econômicas e culturais ao longo dessa jornada. Mais do que narrar uma história, o livro é uma homenagem aos realizadores, artistas, técnicos, produtores e entusiastas que contribuíram para cada cena capturada nas telas ao longo de um século. Cenas que influenciaram e continuam a influenciar a identidade cultural de Pernambuco a partir do cinema.”, reflete Germana.</p>
<p>“Ao celebrarmos esses 100 anos de cinema em Pernambuco também celebramos valores como paixão, talento, criatividade, luta e resistência que permeiam cada página desse livro. Que essa leitura inspire novos projetos e contribua para manter viva a chama da cinefilia por muitas gerações em todo o País”, almeja a organizadora.</p>
<p>O prefácio foi escrito pela pesquisadora e professora Amanda Mansur e abre as portas para a imersão na história ilustrada dos 100 anos do cinema em Pernambuco. A edição e design ficaram a cargo de Tatiana Portela e a revisão ortográfica foi feita por Antônio Portela. A capa, concebida por Carla Sarmento, é uma entrada visual para o mundo cinematográfico pernambucano.</p>
<p>A versão e-book, que será lançada em breve, conta com audiodescrição da COM Acessibilidade Comunicacional. A Verbo Assessoria de Comunicação assumiu a divulgação, enquanto Diego Medeiros ficou responsável pela assessoria jurídica. Evelyn Soares fez a assistência de produção e Cynthia Soares cuidou da normalização bibliográfica, garantindo a integridade do conteúdo.</p>
<p>O livro está sendo vendido no lançamento por R$ 50 e uma versão e-book também será comercializada. O link estará disponível no Instagram da @tangramcultural_.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORIA -</strong> Ernesto Barros, pesquisador e autor dos textos do livro, tem na bagagem quatro décadas de atuação como repórter, crítico, curador e programador. Atuou como editor de vídeo na Rede Globo Nordeste por 20 anos e uma década como repórter e crítico de cinema no Jornal do Commercio, época em que além de escrever as críticas de filmes em cartaz nos cinemas do Recife e Região Metropolitana, cobria festivais nacionais e internacionais, período em que esteve em seis edições do Festival de Cannes, três do Festival de Berlim e várias edições dos festivais de Brasília, Gramado, Paulínia, Cine PE, Mostra de São Paulo, Festival do Rio, Festival Varilux, entre outros.</p>
<p>Além do JC, Ernesto foi crítico de cinema por dois anos no Diario de Pernambuco, redigiu matérias de cinema para a revista Continente Multicultural e o Suplemento Pernambuco, do Diário Oficial do Estado, e foi jurado de mais de três dezenas de concursos municipais e estaduais de roteiros, festivais de cinema e vídeo, além de bancas de projetos experimentais em vídeo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na Gerência de Audiovisual da Prefeitura do Recife foi curador por três anos dos dois cinemas municipais, o Parque e o Apolo, e organizou o Concurso de Roteiro Ary Severo/Firmo Neto, Festival de Vídeo de Pernambuco e Panorama Recife de Documentário, entre outros. Desde 2017 integra a equipe do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana na Fundaj.</p>
<p>Germana Pereira, diretora criativa da Tangram Cultural, assina a pesquisa, produção e organização do livro. Jornalista, produtora e gestora cultural, tem na trajetória a produção de mais de cem obras audiovisuais entre séries e documentários para televisão, exibidos nacionalmente pela TV Globo, TV Cultura, Canal Futura e TV Escola, além de curtas e longas-metragens para cinema. Desde 2012 tem se dedicado à pesquisa e ações para preservação do audiovisual do Estado de Pernambuco dando vida a projetos como o Site do Cinema Pernambucano e a Antologia do Cinema Pernambucano, ações pioneiras e fontes importantes de pesquisa e preservação da memória audiovisual do Estado.</p>
<p>Por nove anos Germana esteve como coordenadora-geral da Massangana Multimídia, produtora audiovisual da Fundação Joaquim Nabuco, onde, além de produzir dezenas de documentários, DVDs, CDs e livros, foi uma das responsáveis pela criação e implementação do Concurso Nacional de Roteiros Rucker Vieira e pela implantação do Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne), no qual também atuou como coordenadora-geral. É coidealizadora e produtora do primeiro Festival de Cinema do Parque do Brasil, o Luz, Câmera, Diversão (2000) e do Festival Nacional do Making Of.</p>
<div id="attachment_109610" aria-labelledby="figcaption_attachment_109610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tangram Cultural/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image.jpg"><img class="size-medium wp-image-109610" alt="Tangram Cultural/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image-607x312.jpg" width="607" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</p></div>
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		<title>Arquivo Público dedica um mês de programação a Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta terça-feira, 21 de novembro, até o dia 21 de dezembro, o Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, da Secretaria de Comunicação do Estado de Pernambuco, celebra com toda a comunidade cultural a memória do maior historiador e um dos grandes intelectuais de Pernambuco: Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923). O ciclo, que lembra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106547" aria-labelledby="figcaption_attachment_106547" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pereira da Costa</p></div>
<p>A partir desta terça-feira, 21 de novembro, até o dia 21 de dezembro, o Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, da Secretaria de Comunicação do Estado de Pernambuco, celebra com toda a comunidade cultural a memória do maior historiador e um dos grandes intelectuais de Pernambuco: Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923).<br />
O ciclo, que lembra o centenário da morte do jornalista, recebem principalmente a exposição Pereira da Costa Hoje, com extensa programação cultural e pedagógica, envolvendo escolas, universidades, instituições. O intuito é debater a importância de Pereira da Costa na atualidade.<br />
O mês é marcado por ainda por debates, palestras, mesas-redondas e exibição de documentários, sobre essa contemporaneidade, com especialistas, antropólogos, professores e pesquisadores.<br />
Durante a exposição Pereira da Costa Hoje ocorrem visitas guiadas, diárias, para estudantes da rede pública de Pernambuco e são lançados os três documentários audiovisuais, com direção do escritor e editor Sidney Rocha, diretor do Arquivo Público: <em>Pereira da Costa Hoje: Arredores do Recife</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: Folk-lore Pernambucano</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: sua Vida É sua Obra</em> (10 minutos). A expografia e direção-geral é de Sidney Rocha. A curadoria acadêmica é de Helder Remigio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 21/11</strong></p>
<p>9h &#8211; Abertura da exposição<br />
9h30 &#8211; Mesa-redonda Pereira da Costa: Vida e Obra, com o professor dr. George Felix Cabral de Souza (UFPE)</p>
<p><strong>Dia 29/11</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Mesa-redonda Os Anais Pernambucanos e a Confederação do Equador, com o professor dr. Flavio Cabral (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 6/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Palestra Folk-Lore Pernambucano: Pereira da Costa em Diálogo com a Cultura, com a professora dra. Rita de Cássia Araújo (Fundaj)</p>
<p><strong>Dia 13/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Debate Pereira da Costa e o Tempo Presente: Pesquisas e Possibilidades do Fazer Histórico, com o pesquisador Hildo Leal da Rosa (Apeje) e a professora dra. Maria Rosário da Silva (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 20/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Lançamento do livro <em>Os Bispos de Olinda</em> (1676-1910), de F.A. Pereira da Costa (Cepe Editora). Organização e notas: Bruno Almeida de Melo (Cepe)</p>
<p><strong>PERNAMBUCANIA -</strong> Pereira da Costa é autor de obras indispensáveis para o conhecimento da história e da cultura pernambucana. O folclore, o vocabulário, os heróis &#8211; tudo o que diz respeito ao Estado foi pesquisado pelo autor. Como escritor publicou 192 trabalhos, entre livros, periódicos e artigos. Os <em>Anais Pernambucanos</em>, sua obra principal, foi publicada em 1951 e conta com cerca de cinco mil páginas que narram a história pernambucana de 1493 a 1850. Outras obras também tiveram grande destaque, como <em>Folk-Lore Pernambucano</em>, editado em 1974; <em>Vocábulos Pernambucanos</em>, de 1976; <em>Enciclopédia Brasileira</em>, de 1889; e <em>Dicionário Biográfico de Pernambucanos Célebres</em>.<br />
Há diversas definições sobre Pereira da Costa, entretanto, a mais brilhante veio do punho do poeta João Cabral de Melo Neto em seu poema <em>A Pereira da Costa</em>: &#8220;Quando no barco a linha da água era baixa, quase naufrágio, ele foi quem mais ajudou o Pernambuco necessário, porque com sua aplicação, não de artista, mas de operário, foi reunindo tudo, salvando tanto o perdido quanto o achado. Sem o sotaque de escritor, nem o demônio do missionário, só quis de pernambucania, ser simples professor primário&#8221;.<br />
Francisco Augusto Pereira da Costa foi historiador, folclorista e escritor. Filho de Manuel Brandão Pereira Costa e Maria Augusta Pereira Costa, nasceu no dia 16 de dezembro de 1851, na antiga Rua Bela, nº 10 (atualmente Rua Uchôa Cintra, nº 40), bairro de Santo Antônio.<br />
Começou a trabalhar muito cedo. De família pobre, mal terminou o curso primário no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho e aos 16 anos de idade começou a trabalhar como funcionário de uma livraria na Rua Imperatriz em que tomou gosto pelos livros, objetos que nunca mais abandonou.<br />
Aos 20 anos trabalhou como amanuense na Repartição de Obras Públicas, depois na Conservação dos Portos e na Secretaria do Governo. Iniciou-se no jornalismo aos 21 anos colaborando com o jornal Diario de Pernambuco, do Recife.<br />
Em 1880 foi encarregado pelo presidente da Província de coligir documentos para figurar na Exposição de História do Brasil, realizada no Rio de Janeiro em dezembro de 1881); em 1886 apresentou relatório sobre a situação dos livros e documentos existentes nos mosteiros e conventos de Olinda e do Recife; em 1884 transferiu-se, por curto período, para a Província do Piauí, onde passou a exercer as funções de secretário-geral, atendendo ao convite do governador F. Theodorico de Castro e Silva; integrou o Conselho Municipal do Recife no período de 1884 a 1891. Foi também professor de colégios tradicionais, entre eles o Ginásio Pernambucano e o Liceu de Artes e Ofícios.<br />
Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, em que se tornou bacharel em ciências jurídicas e sociais, em 20 de maio de 1891. Em 15 de dezembro de 1900 Pereira Costa ingressou na política sendo eleito pela primeira vez deputado estadual do 2º Distrito, cargo que ocupou por oito legislaturas, vindo a falecer, ainda no cargo, em 21 de novembro de 1923.<br />
Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), recebeu o título de sócio benemérito. Segundo ele, o IAHGP foi sua escola e sua tenda de trabalho em que encontrou grandes mestres.<br />
Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e atuou como membro em várias instituições brasileiras, como os Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Ceará, Paraíba, Bahia e São Paulo.</p>
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		<title>Carnaval de Petrolina homenageia Ana das Carrancas</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 16:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano em que se celebra o seu centenário, a artesã e Patrimônio Vivo de Pernambuco Ana das Carrancas (in memoriam) será uma das homenageadas no Carnaval de Petrolina. Com o tema “Vamos desfilar a vida, carnavalizar!”, a folia acontecerá entre os dias 18 e 21 de fevereiro e contará com mais de 60 atrações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Ana-das-Carrancas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2192" alt="Ana das Carrancas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Ana-das-Carrancas-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a></p>
<p>No ano em que se celebra o seu centenário, a artesã e Patrimônio Vivo de Pernambuco Ana das Carrancas (<em>in memoriam</em>) será uma das homenageadas no Carnaval de Petrolina. Com o tema “Vamos desfilar a vida, carnavalizar!”, a folia acontecerá entre os dias 18 e 21 de fevereiro e contará com mais de 60 atrações &#8211; entre artistas, escolas de samba, orquestras e blocos. O evento será dividido em três polos que já são tradicionais no município: Orla, 21 de Setembro e Multicultural.</p>
<p>Além de Ana das Carrancas, Petrolina homenageia Domingos Manoel de Souza, que faz parte da história do Carnaval da cidade com o bloco ‘Os que ficaram’. O prefeito Simão Durando destaca o centenário de Ana das Carrancas será repleto de comemorações ao longo do ano.</p>
<p><strong>ANA DAS CARRANCAS -</strong> Natural de Ouricuri, Ana Leopoldina dos Santos nasceu no dia 18 de fevereiro de 1922 e começou a fazer as primeiras peças de barro aos sete anos, ajudando a mãe na fabricação de brinquedos para vender na feira. Depois, passou a fabricar peças utilitárias de cerâmica, como panelas. Ao se mudar para Petrolina, anos depois, descobriu nas carrancas do São Francisco a inspiração para criação das figuras que lhe deram fama nacional e internacional, se consagrando como a Dama do Coração de Barro. Em 2006, Ana das Carrancas tornou-se Patrimônio Vivo de Pernambuco. A artesã morreu aos 85 anos, dois anos após a concessão do título em reconhecimento a sua arte.</p>
<p>Confira a programação do Carnaval de Petrolina 2023:</p>
<p><strong>Concertos da Philarmônica 21 de Setembro</strong><br />
16/2 (quinta-feira) &#8211; Concerto da Philarmonica 21 de Setembro, no Monumento Eu Amo Petrolina<br />
17/2 (sexta-feira) &#8211; Concerto solidário na Casa Geriátrica<br />
26/2 (domingo) &#8211; Concerto da Philarmonica no Parque Josepha Coelho</p>
<p><strong>Prévias</strong><br />
11/2 (sábado) &#8211; Baque Opará e o Baile de Máscaras na Sociedade 21 De Setembro<br />
12/2 (domingo) &#8211; Bloco Das Cores</p>
<p><strong>Polo Orla</strong><br />
18/2 (sábado) – Trio Granah, Jonathan Araújo, Voa Voa e Pedro Cavalcante<br />
19/2 (domingo) – Ytalo e Maciel, Gueber Pereira, Lenno, Cheiro de Amor<br />
20/2 (segunda-feira) – Keu Dantas, Ana Costa, Wallas Arrais e Luan Estilizado<br />
21/2 (terça-feira) – Elisson Castro, Fabiana Santiago, Fabinho Testado e Alan Cleber</p>
<p><strong>Polo 21 de Setembro</strong><br />
18/2 (sábado) &#8211; Orquestra Aquarela, Xandão da Bahia, Mari Ribeiro e Skalla Musical<br />
19/2 (domingo) &#8211; Fabi e a criançada, Joãozinho Maravilha, Swing Samba e Marcelo Novaes<br />
20/2 (segunda-feira) &#8211; Edenio Lima, Fernando Júnior e Novo Skema<br />
21/2 (terça-feira) &#8211; Dam Aleixo, Mauro Lima e Banda, Visão Musical</p>
<p><strong>Escolas de Sambas</strong><br />
18/2 (sábado) – Unidos da Ponte<br />
19/2 (domingo) – Império de São Francisco<br />
20/2 (segunda-feira) – Tamborim Dourado<br />
21/2 (terça-feira) – Unidos da Ponte</p>
<p><strong>Polo Multicultural</strong><br />
18/2 (sábado) – Radiofônica, A trupe Poligodélica e Camila Yasmine<br />
19/2 (domingo) &#8211; MPA, Cabelo de Serpente, Matingueiros e Ryan<br />
20/2 (segunda-feira) &#8211; Classic Rock/ Club Band, Guilliard Pereira, Andrezza Santos<br />
21/2 (terça-eira) &#8211; Por um três, Musaikón, Tio Zé Bá</p>
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		<title>Programa Conexões Literárias de Setembro navega pela trajetória de Paulo Freire</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 18:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transmitido sempre nas últimas terças-feiras do mês, o webprograma &#8220;Conexões Literárias&#8221;, uma realização da parceria Cepe Editora/Secretaria de Cultura de Pernambuco, de setembro, vai abordar curiosidades da trajetória de Paulo Freire, cujo centenário é celebrado neste ano. O programa vai ao ar na próxima terça-feira (28), a partir das 19h, no canal oficial da Secult-PE/Fundarpe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Paulo-Freire-site.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87856" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Paulo-Freire-site-588x486.jpg" width="588" height="486" /></a></p>
<p>Transmitido sempre nas últimas terças-feiras do mês, o webprograma &#8220;Conexões Literárias&#8221;, uma realização da parceria Cepe Editora/Secretaria de Cultura de Pernambuco, de setembro, vai abordar curiosidades da trajetória de Paulo Freire, cujo centenário é celebrado neste ano. O programa vai ao ar na próxima terça-feira (28), a partir das 19h, no canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>), com o tema: “Pedagogia do esperançar”.</p>
<p>No bate-papo, estarão presentes Débora Nascimento, autora da reportagem publicada em homenagem ao educador na revista Continente Multicultural de setembro, que dá título a esta edição, e Silke Weber, professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFPE e participante do Movimento de Cultura Popular (MCP), ação que Paulo Freire pôs em prática o seu método de alfabetização de adultos. A mediação ficará por conta de Roberto Azoubel, coordenador de literatura da Secult-PE.</p>
<p><strong>Pedagogia da esperança</strong> foi uma obra escrita em 1992, onde o centenário pedagogo pernambucano, Paulo Freire, faz uma reflexão sobre Pedagogia do oprimido, publicado em 1968, durante o seu exílio no Chile. Nesse reencontro, análises de suas experiências pedagógicas, ao redor do mundo, formam um relato valioso, elaborado com cientificidade e coerência, que recusa o determinismo e mostra a história humana como um feixe de possibilidades. Reflexões ainda necessárias para os dias atuais.</p>
<p><strong>Conexões Literárias</strong> é o webnário mensal da Literatura Pernambucana, que reúne escritores, ilustradores, tradutores, editores, livreiros, bibliotecários, mediadores de leitura e todos que fazem o setor LLLB no Estado para conversas sobre temáticas específicas (e de forma aprofundada) com quem conhece os assuntos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong><br />
Conexões Literárias: “Pedagogia do esperançar”<br />
Quando: 28 de setembro de 2021 (terça-feira), 19h<br />
Transmissão pelos canais da  Secult-PE (<strong><a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a></strong>) e da Cepe <a href="https://www.youtube.com/c/CepeOficial">(<strong>youtube.com/CepeOficial</strong></a>)</p>
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		<item>
		<title>Cepe anuncia lançamentos de livros em homenagem a Paulo Freire</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-anuncia-lancamentos-de-livros-em-homenagem-a-paulo-freire/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2021 16:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Paulo-Freire-site.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87856" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Paulo-Freire-site-588x486.jpg" width="588" height="486" /></a></p>
<p>Neste domingo (19), comemora-se o centenário de Paulo Freire, um dos mais respeitados pensadores brasileiros da educação, consagrado no mundo inteiro como criador da pedagogia do oprimido, didática voltada para a formação do pensamento crítico. A Cepe Editora, que já dedicou ao escritor e filósofo pernambucano o seu calendário de 2021, capas do jornal literário Pernambuco (março) e da revista Continente (setembro), prepara para outubro o lançamento de dois títulos inspirados em sua obra: &#8220;Os pés nos quintais e os olhos no mundo: Um menino chamado Paulo Freire&#8221;, da professora e pesquisadora Targelia de Souza Albuquerque; e &#8220;Olhares sobre Paulo Freire: Vida, história e atualidade&#8221;, livro de ensaios organizado pelos professores José Batista Neto e Maria Eliete Santiago, coordenadora da Cátedra Paulo Freire da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>O centenário de nascimento chega para constatar a atualidade da produção teórica de Paulo Freire e o vigor de sua filosofia. De acordo com o editor da Cepe, Diogo Guedes, o pensamento de Paulo Freire sempre foi marcado pela crença nos outros, pelo desejo de despertar autonomia e consciência crítica nos indivíduos, respeitando seus contextos e particularidades. <em>“No seu centenário, quando pessoas e grupos ideológicos tantas vezes o atacam e distorcem seu pensamento dentro do Brasil, o mais importante é ler Paulo Freire em toda sua generosidade e complexidade, refletindo também sobre o momento atual a partir dos seus escritos&#8221;</em>, ressalta.</p>
<p>&#8220;Os pés nos quintais e os olhos no mundo: Um menino chamado Paulo Freire&#8221;, de Targelia de Souza Albuquerque, é um livro que propõe apresentar a vida e o pensamento do patrono da educação brasileira a um público leitor mais jovem. Revelá-lo a partir de sua história de menino pobre, muitas vezes obrigado a conviver com a fome, o processo de aprendizagem e entendimento de mundo &#8211; que se deu a partir do quintal de casa &#8211; e a resiliência que marcou sua vida. Elementos fundamentais para o desenvolvimento do pensamento freiriano.</p>
<p>Já em &#8220;Olhares sobre Paulo Freire: Vida, história e atualidade&#8221;, os organizadores reuniram 14 ensaios sobre o educador, com professores e pesquisadores convidados de vários pontos do Brasil. A obra é dividida em duas partes. A primeira, Múltiplos olhares, traz textos de Silke Weber, Dimas Brasileiro, Alder Júlio Ferreira Calado e Targelia de Souza Albuquerque, focando-se um pouco mais na vida e trajetória de Paulo Freire.</p>
<p>Na segunda parte, &#8220;Um pensamento político-pedagógico atual, plural e vigoroso&#8221;, estão textos de: Carlos Rodrigues Brandão, Teresa Leitão, Inez Fornari de Souza, Ana Saul e Alexandre Saul, Ivanilde Apoluceno de Oliveira, Luiza Cortesão, Alexandre António Timbane e Maria Fernanda Luiz, Rubneuza Leandro de Souza, Maria Margarete Sampaio de Carvalho Braga e Maurício Cesar Vitória Fagundes; e Alexandre Magno Tavares da Silva e Rita de Cássia Cavalcanti Porto.</p>
<p>Os dois títulos da Cepe Editora serão lançados na segunda quinzena de outubro em evento organizado em parceria com a Cátedra Paulo Freire.</p>
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		<item>
		<title>Rádio Frei Caneca transmite programa especial sobre Paulo Freire, produzido pela Secult-PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/radio-frei-caneca-transmite-programa-especial-sobre-paulo-freire-produzido-pela-secult-pe/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 14:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste domingo (19), comemora-se o centenário de nascimento do educador pernambucano Paulo Freire. Para celebrar a data, a Rádio Frei Caneca, em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), irá retransmitir o conteúdo de áudio da live produzida recentemente, em homenagem ao pedagogo. O programa “A contribuição da Cultura na gênese do método [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-16.46.49.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87817" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-16-at-16.46.49-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Neste domingo (19), comemora-se o centenário de nascimento do educador pernambucano Paulo Freire. Para celebrar a data, a Rádio Frei Caneca, em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), irá retransmitir o conteúdo de áudio da<em> live</em> produzida recentemente, em homenagem ao pedagogo.</p>
<p dir="ltr">O programa <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-faz-live-sobre-a-contribuicao-da-cultura-na-genese-do-metodo-paulo-freire/" target="_blank"><strong>“A contribuição da Cultura na gênese do método Paulo Freire”</strong></a> será disponibilizado no próprio domingo (19), às 19h, na Rádio Frei Caneca, que pode ser sintonizada na 101.5 FM, na Região Metropolitana do Recife, ou pela internet, pelo site: <strong><a href="http://www.freicanecafm.org/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.freicanecafm.org&amp;source=gmail&amp;ust=1631972698032000&amp;usg=AFQjCNFF-jwgFLG3usvAryce-urnfxCADw">www.freicanecafm.org</a></strong>.</p>
<p dir="ltr">Everson Melquíades, diretor da Escolinha de Arte do Recife e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Fernando Azevedo, também professor da UFPE/Caruaru, mestre em Artes pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Educação pela UFPE, são os convidados do debate, que foi ao ar pelo canal da Secult-PE no Youtube na última terça (14) . O jornalista, escritor e ativista cultural, Marcelo Mário de Melo, faz a mediação.</p>
<p dir="ltr">O webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221; vai ao ar todas as terças, às 19h, no canal que a Secult-PE mantém no Youtube: <strong><a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/user/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1631972698032000&amp;usg=AFQjCNEstXFLrJzl5LH7gepZFF5wIZSSfg">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>.</p>
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		<title>TVPE prepara programação especial para celebrar o centenário do educador Paulo Freire</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 22:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mês comemorativo ao centenário de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, a TVPE preparou uma programação especial. No sábado (18/9), o programa Giro Nordeste traz  entrevista, às 19h, com a educadora Fátima Freire, filha de Paulo Freire. No mesmo dia, às 22h, o será exibido o documentário inédito &#8220;Paulo Freire &#8211; 100 anos&#8221;. No [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/paulofreire-cke.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87770" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/paulofreire-cke-607x351.jpg" width="607" height="351" /></a></p>
<p>No mês comemorativo ao centenário de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, a TVPE preparou uma programação especial. No sábado (18/9), o programa Giro Nordeste traz  entrevista, às 19h, com a educadora Fátima Freire, filha de Paulo Freire. No mesmo dia, às 22h, o será exibido o documentário inédito &#8220;Paulo Freire &#8211; 100 anos&#8221;.</p>
<p>No domingo (19/9), às 12h, dia que completaria 100 anos, a emissora exibe o documentário “40 Horas na Memória”. Em seguida, a emissora estreia o documentário inédito “Fonemas da Liberdade”, um filme realizado a partir de materiais de arquivo coletados por seis outros cineastas sobre o trabalho de alfabetização promovido por Freire. Ainda durante a programação serão exibidas &#8220;pilulas&#8221;  da Bienal de Pernambuco sobre o educador.</p>
<p>No início da década de 1960, Paulo Freire dirigiu, no Rio Grande do Norte, um programa piloto de alfabetização de adultos chamado “As 40 Horas”. Angicos, uma pequena cidade no coração do estado nordestino, foi a primeira selecionada para desenvolver ali a pedagogia freireana que, com os Círculos de Cultura, o atual patrono da educação brasileira trazia de Recife (PE).</p>
<p>Há 50 anos, o Sertão Central do Rio Grande do Norte vivenciou essa experiência pioneira na alfabetização de jovens e adultos, com o Projeto 40 Horas de Angicos de Freire. Para resgatar essa experiência, a Assessoria de Comunicação da Universidade Federal Rural  do Semi-Árido (Ufersa) produziu o documentário 40 Horas na Memória: Resgate da Experiência dos Alunos de Paulo Freire em Angicos (RN), tendo como protagonistas 19 ex-alunos, hoje com idade acima de 70 anos. Filmado durante os meses de fevereiro e março de 2013, o documentário é ambientado nas residências de cada um dos participantes.</p>
<p>Já o filme “Fonemas da Liberdade” foi integralmente produzido com imagens e entrevistas antigas. O conteúdo foi se estruturando a partir de materiais coletados por seis outros cineastas e em conversas com eles, assim como com vários dos protagonistas: coordenadores e ex-alunos. O resultado é um documentário de 28 minutos que explora a experiência de Angicos e sua importância para o Brasil hoje.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Especial do centenário de Paulo Freire</p>
<p><strong>Fátima Freire no Giro Nordeste</strong><br />
Quando: Sábado (18), às 19h.</p>
<p><strong>Documentário produzido pela TV Cultura em homenagem aos 100 Anos de Paulo Freire</strong><br />
Quando: Sábado (18), às 22h.</p>
<p><strong>Filme 40 Horas na Memória: Resgate da Experiência dos Alunos de Paulo Freire em Angicos (RN) e Filme “Fonemas da Liberdade”</strong><br />
Quando: Domingo (19), às 12h</p>
<p>Sinal digital da TV Pernambuco: em Recife, 46.1; em Caruaru, 12.1; e em Petrolina, 13.1.<br />
Site: <a href="http://tvpe.tv/" target="_blank"><strong>tvpe.tv</strong></a></p>
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