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	<title>Portal Cultura PE &#187; centro luiz freire</title>
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		<title>Grupo Totem abre inscrições para a oficina gratuita de &#8220;Corpo Ritual&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 18:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Amanda-Garcia-em-Performance-Mostra-Corpo-Ritual-2015_por-Fernando-Figueirôa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99474" alt="Fernando Figueirôa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Amanda-Garcia-em-Performance-Mostra-Corpo-Ritual-2015_por-Fernando-Figueirôa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Grupo Totem está com inscrições abertas para a quinta edição da oficina <em>Corpo Ritual</em>, agendada para acontecer entre os dias 14 de abril e 13 de maio, no Centro Luiz Freire (Olinda). Gratuita, a atividade é uma oportunidade de aperfeiçoamento para artistas que buscam a performance como um caminho de ritualizar o corpo em cena. As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de abril (domingo), de forma gratuita e com certificação, mediante carta de intenção com preenchimento de formulário on-line, disponível na bio do perfil do Grupo Totem no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/grupototemrecife/" target="_blank"><strong>@grupototemrecife</strong></a>). O resultado da seleção será divulgado no dia 6/4 (quinta-feira), na rede social do coletivo.</p>
<p>Com carga horária de 40 horas, a oficina teórico-prática será ministrada entre os meses de abril e maio, nas noites das sextas-feiras e tardes dos sábados. Ao todo, são 20 vagas voltadas para profissionais das artes do corpo, pesquisadores de arte, atores, dançarinos, performers, técnicos, estudantes de artes cênicas, professores de arte, diretores, preparadores de elenco e produtores.</p>
<p>Os artistas facilitadores da oficina <em>Corpo Ritual</em> são integrantes do Grupo Totem: Fred Nascimento, Inaê Veríssimo, Íris Campos, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo. Como resultado da troca entre instrutores e participantes, a culminância da oficina se dará na Mostra de Performance Corpo Ritual, que será composta das apresentações geradas individualmente pelos participantes durante o processo de investigação e criação. A mostra terá acesso gratuito ao público e acontecerá no mesmo espaço cultural onde será ministrada a oficina.</p>
<p>“A metodologia da oficina Corpo Ritual parte da elaboração e vivência de laboratórios-rituais para as criações artísticas. Esse método está em constante construção e será aplicado durante os encontros. Os laboratórios-rituais estabelecem um campo extra cotidiano através de estímulos sensoriais, no uso de elementos naturais, aromas, toques, sabores, poemas e instrumentos que convocam o participante à presença no aqui e no agora. Estando neste campo de abertura e entrega, o grupo será conduzido a trazer à tona, através de gestos, sons, imagens e textos, emergências pessoais compostas de inquietações, desejos, anseios, dores. Ao longo dos encontros o processo vai gerando conteúdos, sejam partituras corporais, sonoras, textuais, que serão, no segundo momento, amadurecidas para a criação de uma performance como resultado da oficina, as quais poderão ser assistidas pelo público na mostra”, detalham os integrantes do Grupo Totem.</p>
<p>Os encontros da oficina também contarão com leituras de pequenos textos, imagens, debates, e reflexões acerca da performatividade e da ritualidade em cena. As criações individuais contarão, ainda, com o acompanhamento de um dos facilitadores do Totem para auxiliar em decisões, elaboração estética e produção de cada trabalho, garantindo um suporte coletivo.</p>
<p><strong>GRUPO TOTEM -</strong> Atua há 35 anos nas artes cênicas na Região Metropolitana do Recife. Realiza obras híbridas e que se direcionam a todos os sentidos humanos, não só ao intelecto, abrindo outros campos de percepção e de conhecimento em arte. O Totem propõe a transmutação do símbolo em real, tendo o público como atuante ativo. Assim, o grupo vem realizando espetáculos performáticos, dentre eles Itaêotá (2022), Retomada (2016), Nem Tente (2013), O Incêndio do Sonho (2010), Caosmopolita, (2005); videoperformance/videoarte, como Aêotá (2022), GeoPoesis (2018); intervenções urbanas e performances, tais como O Tempo Está Em Outro Lugar (2015), Renascentia Escarlate (2011), Silência (2012), Fendas nas Calçadas (2010), conferindo-lhe uma amplitude artística que o faz circular entre eventos das artes cênicas, artes visuais, audiovisual, arte-terapia, antropologia, literatura, etc.</p>
<p>Seus trabalhos somam treze espetáculos, trinta e duas performances, sete intervenções urbanas, 13 videoartes, dois documentários sobre o grupo, tais como Ousamente (2009) e Totem Retrospecto (2008), além de ministrar cursos próprios, como a oficina Corpo Ritual (2013, 2014, 2015 e 2018), promover oficinas de outros profissionais, realizando mostras, como a Mostra de Performance Corpo Ritual (2014, 2015 e 2018), FRONT &#8211; Mostra de Teatro Performático (2006), exposições, palestras, demonstrações de trabalho, publicações e outros intercâmbios.</p>
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		<title>XepaCult une gastronomia de tradição e consumo consciente</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 18:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[centro luiz freire]]></category>
		<category><![CDATA[mônica jácome]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52291" aria-labelledby="figcaption_attachment_52291" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Cristiane_quilombo-Engenho-Siqueira-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-52291" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Cristiane_quilombo-Engenho-Siqueira-3-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa combate o desperdício de comidas </p></div>
<p>A <strong>XepaCult &#8211; 1ª Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente</strong> é fruto da parceria entre a pesquisadora, produtora e ecozinheira Mônica Jácome e a fotógrafa Magda Silva. A ideia do projeto é estimular o consumo consciente, a partir da valorização do patrimônio gastronômico compartilhado entre mulheres afrodescendentes e indígenas de Pernambuco e o combate ao desperdício de alimentos. A XepaCult terá 9 edições, no Centro de Cultura Luiz Freire, no sítio histórico de Olinda, Pernambuco. Os eventos mensais devem ser realizados sempre no segundo sábado de cada mês. A programação terá degustações gastronômicas, apresentações musicais e exposições fotográficas.</p>
<p>A primeira edição acontece neste sábado (12), das 11h às 17h, com a cozinha de tradição de Maria José de Fátima Barros (Comunidade Quilombola Onze Negras, Cabo de Santo Agostinho) e Cristiane Correia da Silva (Comunidade Quilombola Engenho Siqueira, Rio Formoso), apresentação musical “O Som do Barro”, do Mestre Nado de Olinda (com participação de Dona Del do Coco), e abertura da exposição “Com gosto de sururu”, do fotógrafo Xirumba Amorim. O acesso ao evento e à degustação gastronômica são gratuitas. O projeto XepaCult tem o incentivo do Funcultura.</p>
<p>A cada edição, a XepaCult contará com mestras cozinheiras de comunidades quilombolas e povos indígenas, que junto com a pesquisadora cozinheira Mônica Jácome, irão transformar a xepa da feira agroecológica em comidas “tradicionais” ou (re)inventadas naquele momento. Em panelas de barro, tradição e sustentabilidade se misturam. No quintal amplo e arborizado do espaço, o público poderá degustar os pratos ao som da música de Mestre Nado, que cria e toca instrumentos de barro. Em clima de<em> jam session</em>, Mestre Nado recebe músicos convidados. A experiência se completa com uma exposição fotográfica de um autor diferente a cada edição, trazendo olhares e perspectivas sobre o tema do alimento, da comida e do comer.</p>
<p>Para criar o projeto, a pesquisadora, cozinheira e produtora Mônica Jácome se inspirou no movimento <em>slow food</em>, que defende a sociobiodiversidade alimentar e de valorização da agricultura familiar, prezando pela comida de verdade, boa, limpa e justa para todos. Em busca dos sabores e saberes tradicionais, a pesquisadora Mônica Jácome e a fotógrafa Magda Silva colocaram os pés da na estrada para visitar quilombos e povos indígenas. Mônica e Magda foram do Litoral ao Sertão para apresentar a proposta da XepaCult de ecogastronomia. Durante a viagem, Mônica convidou as mestras cozinheiras das comunidades para participar das nove edições da mostra XepaCult. A fotógrafa Magda Silva fez os registros de todo o percurso.</p>
<p>Em seis dias, a dupla visitou as comunidades de matriz africana Palmeira (Glória do Goitá), Quilombo Chã-dos-Negros (Passira), Quilombo Onze Negras (Cabo de Santo Agostinho), Engenho Siqueira (Rio Formoso), Quilombo Conceição das Crioulas (Salgueiro) e os povos indígenas Fulni-ô (Águas Belas), Pankararu (Tacaratu), Atikum (Carnaubeira da Penha) e Xukuru (Pesqueira).</p>
<p>Antes do XepaCult, Mônica e Magda produziram a publicação <em>Cardápio de Histórias &#8211; Memórias e Receitas de um grupo de mulheres da Zona da Mata de Pernambuco</em> sobre costumes e tradições culinárias da comunidade rural de Palmeira, em Glória do Goitá. A comunidade é formada por agricultores e agricultoras familiares descendentes da escravaria do antigo Engenho Palmeira. O livro foi resultado de pesquisa realizada por Mônica Jácome, no âmbito de projeto de turismo de base comunitária do Instituto de Cooperação Econômica Internacional &#8211; ICEI/Olinda. O livro foi lançado com o incentivo do Funcultura. Atualmente, Mônica prepara uma nova publicação, o livro <em>Histórias bem Temperadas: memórias e receitas das mulheres da Chã-dos-Negros</em> sobre os saberes do Quilombo da Chã-dos-Negros, em Passira. O projeto tem mais uma vez com incentivo do Funcultura.</p>
<p><strong>Mônica Jácome</strong><br />
Mestranda em Memória Social e Patrimônio Cultura na UNIRIO (2016-2017) com o projeto de dissertação <em>Pratos de Resistência: contribuições ao estudo do patrimônio gastronômico de Pernambuco</em>. Autora do livro <em>Cardápio de Histórias &#8211; Memórias e Receitas de um grupo de mulheres da Zona da Mata de Pernambuco</em>. Integrante da 1ª turma de Eco-Gastronomia da Faculdade Arthur de Sá Erp (FASE), de Petrópolis/RJ (2014). Aluna de disciplinas isoladas dos cursos de Chef de Cozinha (2012 – 2013) e de Padaria-Confeitaria (2013 -2014) do Senac-Rio. Integrante do da Rede Internacional<em> Slow-Food</em>, desde 2014. Reside e trabalha há mais de 30 anos em Pernambuco (e mais 4 estados do Nordeste), atuando como educadora popular e produtora cultural elaborando, produzindo e coordenando projetos culturais com jovens e mulheres, do meio rural e do meio urbano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>XepaCult &#8211; 1ª Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente</strong><br />
Degustação gastronômica, apresentação musical O Som do Barro com Mestre Nado de Olinda e abertura da exposição fotográfica “Com gosto de sururu”, de Xirumba Amorim<br />
<strong>Data:</strong> sábado (12), das 11h às 17h<br />
Visitação da exposição: até 06 de setembro, de segunda a sexta, das 14h às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Centro de Cultura Luiz Freire &#8211; Rua 27 de Janeiro, 181, Carmo, Olinda &#8211; Pernambuco.<br />
Entrada e degustação gratuitas</p>
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