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	<title>Portal Cultura PE &#187; CEPPC/PE</title>
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		<title>Posse dos novos membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural é realizada no Palácio do Campo das Princesas, nesta terça-feira (17)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 23:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115160" aria-labelledby="figcaption_attachment_115160" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00332.jpg"><img class="size-medium wp-image-115160" alt="Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00332-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Na tarde desta terça-feira (17), o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realizou a cerimônia de posse dos membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE). O evento, realizado no Palácio do Campo das Princesas, contou com a presença da governadora Raquel Lyra, da secretária de Cultura, Cacau de Paula, e diversas autoridades. A cerimônia reforça o compromisso do Governo de Pernambuco com a valorização e a preservação da rica diversidade cultural do estado.</p>
<p dir="ltr">O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), de caráter permanente, tem como objetivo central assegurar a proteção do patrimônio cultural de Pernambuco. Sua atuação se dá na formulação e fiscalização de políticas públicas voltadas ao tema, promovendo o diálogo entre sociedade civil e governo para a salvaguarda dos bens culturais materiais e imateriais do estado.</p>
<p dir="ltr">Durante a cerimônia, foram empossados os representantes da sociedade civil e do poder público que integram o conselho no biênio 2024-2026. O processo de seleção seguiu as diretrizes da Lei Estadual nº 15.430/2014, que define a composição e as atribuições do CEPPC/PE.</p>
<div id="attachment_115161" aria-labelledby="figcaption_attachment_115161" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00210.jpg"><img class="size-medium wp-image-115161" alt="Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00210-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">&#8220;Essa cerimônia marca um momento significativo para a preservação da história e da identidade cultural de Pernambuco. Afinal, o conselho é uma instância essencial para assegurar que o rico legado do nosso estado seja valorizado e protegido. Ao empossar os novos membros, reafirmamos nosso compromisso com a implementação de políticas públicas inclusivas, que promovam o diálogo entre o poder público e a sociedade civil. É por meio dessa união que vamos seguir preservando nossas tradições, fortalecendo a cultura como um dos pilares do desenvolvimento de Pernambuco”, afirma a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_115162" aria-labelledby="figcaption_attachment_115162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00408.jpg"><img class="size-medium wp-image-115162" alt="Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DSC00408-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A estrutura do conselho conta com representantes de sete segmentos da sociedade civil, além de integrantes indicados pelo poder público. Os nomeados por ato da governadora terão mandato de dois anos, com possibilidade de recondução por igual período, desde que submetidos a nova eleição. Entre os segmentos representados pela sociedade civil estão áreas como antropologia, arqueologia, arquitetura, turismo, comunidades tradicionais e expressões culturais registradas como patrimônio imaterial de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Representantes empossados da sociedade civil:</p>
<p dir="ltr">Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Augusto Ferrer de Castro Melo</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Juliana Santa Cruz Souza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"> Arqueologia, História e Museologia</p>
<p dir="ltr">  - Titular: Elinildo Marinho de Lima</p>
<p dir="ltr">  - Suplente: Alexandra de Lima Cavalcanti</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Ana de Fátima Braga Barbosa</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Edmilson Cordeiro dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Centros de Documentação e Memória</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Harlan de Albuquerque Gadêlha Filho</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Karl Marx Santos Souza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Comunidades Tradicionais e Religiosas</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Maria Elizabeth Santiago de Oliveira</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Fabiano Santos da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Expressões Culturais de Pernambuco</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Cláudio Brandão de Oliveira</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Mickael de Azevedo Barbosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Representantes empossados do poder público:</p>
<p dir="ltr">Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">- Titular: Maria Cláudia Dubeux de Paula Batista</p>
<p dir="ltr">- Suplente: Ana Paula Nelb Jardim</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"> Fundarpe</p>
<p dir="ltr"> - Titular: Renata Borba Duarte</p>
<p dir="ltr"> - Suplente: Cristiane Feitosa Cordeiro de Souza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Procuradoria Geral do Estado (PGE)</p>
<p dir="ltr">- Titular: Antiógenes Viana de Sena Júnior</p>
<p dir="ltr">- Suplente: Henrique Luiz de Lucena Moura</p>
<p dir="ltr">Notório saber cultural</p>
<p dir="ltr">- Maria Teresa Caminha Duere e Monsenhor José Albérico Bezerra</p>
<p dir="ltr">- Luiz Otávio de Melo Cavalcante e Lúcio Eduardo Ferreira de Omena</p>
<p dir="ltr">- Maria Betânia Corrêa de Araújo e Márcio Campos D’Oliveira</p>
<p dir="ltr">- Francisco Sidney Rocha de Oliveira e Albertina Otávia Lacerda Malta</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reisado recebe título de Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 16:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98022" aria-labelledby="figcaption_attachment_98022" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579890469_b77e784b99_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98022" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579890469_b77e784b99_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Reisados de várias partes do Estado acompanharam de perto a reunião do Conselho de Preservação, presidida pelo secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, na APL</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), vinculado à Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em reunião ordinária realizada nesta quinta-feira (22), na Academia Pernambucana de Letras (APL), deu parecer favorável ao Registro do Reisado de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A solicitação para a abertura do processo de reconhecimento do bem cultural teve início em 10 de setembro de 2022, formulada pelo coletivo Movimento Viva Reis. O CEPPC/PE designou a conselheira Mônica Siqueira da Silva como relatora do processo, que foi lido e analisado em conjunto pelos membros do órgão.</p>
<p>Após a votação do CEPPC/PE e da publicação da resolução a respeito da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco, que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir de então, haverá a elaboração do plano de salvaguarda, com a participação da comunidade.</p>
<div id="attachment_98018" aria-labelledby="figcaption_attachment_98018" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52580063305_f75f8f005d_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98018" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52580063305_f75f8f005d_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A conselheira Mônica Siqueira (centro) foi a  relatora do processo que concedeu o título aos Reisados</p></div>
<p><em>&#8220;O foco é fortalecer o Patrimônio Imaterial em todos os sentidos, e uma dos pilares do CEPPC/PE é ampliar o quadro de registro dos Patrimônios Imateriais no Estado. Esse é o segundo relatório que faço e a ideia é aqui, em nossos pareceres, é que esses bens sejam mais valorados. O Reisado é um bem cultural muito importante, mas não tem a mesma visibilidade que outros tem. Por isso, o reconhecimento do título é muito importante. Os grupos são bons, têm muita dedicação e força para manter a tradição. O movimento Viva Réis, que solicitou o título, vem dizer isso, que os Reisados estão vivos&#8221;</em>, disse Mônica Siqueira, relatora do processo.</p>
<p><strong>SOBRE O BEM CULTURAL - </strong>Os Reisados apresentam importância sócio-histórica e cultural e se configuram como forma de expressão enraizada em tradições votivas do catolicismo popular, bem como em festividades cíclicas, ligada especialmente ao Ciclo Natalino e às festas dos Santos Reis. Essa manifestação integra música, dança, personagens, encenação de entremeios, louvação e cortejo.</p>
<p>O enredo dos autos encenados no Reisado em Pernambuco dá-se comumente com os seguintes elementos: Marchas de Rua, Pedido de Abrição de Porta, Marchas de Entrada de Sala, Louvação aos donos da casa, Louvação ao Divino, Guerra e Retirada. Os autos são entremeados com danças dramáticas, como as Guerras Totêmicas e a Farsa do Boi; com peças cantadas de motivos românticos ou circunstanciais; e com as Embaixadas, que são partes declamadas.</p>
<p>Os entremeios são as apresentações, com ou sem falas e diálogos, de personagens humanos ou animais com roupas, nomes e gestos próprios. Costumam ocorrer nos momentos em que os músicos param de tocar, mas também podem ser realizadas com a música caraterística do personagem. Os entremeios mais comuns são: Zabelê (Jaraguá), Cavalo-marinho, Sapateiro, Boi, Urso e Anastásia.</p>
<p>Os principais personagens do Reisado são o rei, a rainha, o mestre, o contramestre, os embaixadores, os figurantes e um Mateus, sendo acompanhados ao menos por um violeiro, mas é comum terem mais músicos. O rei, o mestre e contramestre começam a história, seguidos dos dançadores de entremeios. Cada personagem do Reisado possui uma indumentária ricamente elaborada que o distingue e o saber-fazer e a estética dessas indumentárias são importantes para essa expressão cultural. A presença de guerreiros e batalhas, em alusão à luta entre cristãos e mouros, mas sobretudo a presença de animais nos entremeios distingue o Reisado no Nordeste.</p>
<p>Enquanto celebração para o Dia de Reis, o Reisado possui uma série de referências da religião cristã e, como em outras celebrações do catolicismo e religiosidade popular, também possui um lado profano. O Reisado é tradicionalmente organizado por devoção ou pagamento de promessas. O devoto de Reis busca alcançar alguma graça e se compromete a participar da manifestação por um período de sete anos, muitas vezes estendido. Em razão do pagamento de promessas, não é raro que o Reisado seja realizado em outras datas em devoção a santos padroeiros, em especial no período junino. Portanto, essa expressão cultural não ocorre somente no Ciclo Natalino, podendo ser brincada em vários momentos do ano.</p>
<div id="attachment_98017" aria-labelledby="figcaption_attachment_98017" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579159842_702dd3c5d1_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-98017" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/52579159842_702dd3c5d1_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os Reisados caracterizam-se como manifestações típicas do Ciclo Natalino e das Festas de Reis</p></div>
<p><strong>HISTÓRICO DO PROCESSO -</strong> Entre os anos de 2012 e 2014, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e a Secretaria de Cultura do Estado realizaram o Inventário Nacional de Referências Culturais do Reisado em Pernambuco, promovendo a pesquisa para identificação desta expressão cultural, destacando as singularidades de sua presença nas diferentes regiões do Estado. A investigação encontrou grupos de Reisado tanto em Recife, quanto em Garanhuns, Capoeiras (povoado da Maniçoba), Paranatama, Águas Belas, Arcoverde, Sertânia, Pedra, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Tacaratu.</p>
<p>Como resultado do mapeamento dos Reisados de Pernambuco, observou-se a organização dos detentores, em duas diferentes regiões onde os grupos estão mais concentrados: Agreste Central, especialmente no município de Garanhuns, e Sertão de Itaparica e São Francisco. Nessas duas regiões, formaram-se movimentos espontâneos entre os detentores para a valorização das tradições do Reisado por meio de apresentações, eventos culturais, seminários e atualização de pesquisas. Dessa articulação, em julho de 2019 realizou-se, durante o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o 1º Seminário Reisados do Agreste, em Garanhuns, e em dezembro do mesmo ano o Encontro de Reisados em Santa Maria da Boa Vista, articulado pelo Movimento Viva Reis, apoiado pelo projeto Natal das Tradições da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vídeo do INRC do Reisado &#8211; Parte 1</strong></span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jZYJ2lw6QSA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vídeo do INRC do Reisado &#8211; Parte 2</strong></span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/K6GyNtt3rdk" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>PATRIMÔNIOS VIVOS -</strong> Além do Registro como Patrimônio Imaterial de Pernambuco, vale salientar a titulação e registro como Patrimônios Vivo do Estado de Pernambuco para o Mestre Gonzaga de Garanhuns, do município de Garanhuns, do Reisado da Comunidade Quilombola do Inhanhum e mais recentemente da Mestra Maria Jacinta, esses dois últimos, do município de Santa Maria da Boa Vista, representantes dos Reisados do Agreste e Sertão do Estado.</p>
<p><strong>ÂMBITO NACIONAL -</strong> Em 12 de dezembro de 2014, a Secretaria de Pernambuco formalizou junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional &#8211; Iphan, o pedido para o registro do Reisado de Pernambuco como Patrimônio Cultural do Brasil. Na ocasião, que contou com a presença de grupos de Reisado do Agreste e da Região Metropolitana, foi entregue ao Iphan os resultados no o Inventário Nacional de Referências Culturais &#8211; INRC do Reisado, produzido entre os anos de 2012 e 2014 pelo Governo do Estado.</p>
<p>A partir do requerimento de registro do Reisado de Pernambuco o Iphan pronunciou-se a favor da ampliação da abrangência da pesquisa para a região Nordeste, no sentido de verificar aspectos semelhantes e singularidades do Reisado, Folias de Reis e Ternos de Reis em outros estados, alterando a nomenclatura do processo para Registro dos Reisados do Nordeste. O processo segue aguardando complementação da pesquisa e está disponível para consulta no link: <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1564" target="_blank"><strong>portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1564</strong></a> (Processo SEI-IPHAN: 01450.000868/2015-69).</p>
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		<title>COMUNICADO &#8211; Registro do Reisado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/comunicado-registro-do-reisado/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 15:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural – CEPPC/PE, órgão colegiado, propositivo, consultivo, técnico e deliberativo, instituído pela Lei nº 15.430, de 22 de dezembro de 2014, e regulamentado pelo Decreto nº 41.778, de 27 de maio de 2015, vinculado à Secretaria de Cultura, tem por finalidade proporcionar a participação democrática da sociedade no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural – CEPPC/PE, órgão colegiado, propositivo, consultivo, técnico e deliberativo, instituído pela Lei nº 15.430, de 22 de dezembro de 2014, e regulamentado pelo Decreto nº 41.778, de 27 de maio de 2015, vinculado à Secretaria de Cultura, tem por finalidade proporcionar a participação democrática da sociedade no desenvolvimento de políticas, programas, projetos e ações conjuntas no âmbito da cultura e do patrimônio cultural, por meio da gestão compartilhada, entre o Estado e a Sociedade Civil, em conformidade com os princípios e diretrizes do Sistema Nacional de Cultura.</p>
<p>Em conformidade com o art. 8º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018 que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, cabe ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural – CEPPC/PE:</p>
<p>1 – Designar um relator, entre seus membros, que elaborará o parecer conclusivo que será submetido ao plenário para apreciação;</p>
<p>2 – Comunicar à comunidade detentora do bem cultural e demais entes da sociedade sobre a reunião ordinária, na qual deliberará sobre a pertinência da inscrição do bem no respectivo Livro de Registro;</p>
<p>3 – Deliberação sobre o Registro do Reisado de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Após deliberação, o CEPPC elaborará Resolução que deverá ser remetida à Secretaria de Cultura para conhecimento e demais procedimentos listados nos artigos 9º e 10º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018.</p>
<p>Deste modo, comunicamos a toda comunidade detentora do bem cultural e demais entes da sociedade que no dia 22 de dezembro de 2022 (quinta-feira), será às 9h30, no auditório da Academia Pernambucana de Letras (Rua Dr. Malaquias s/n° – Graças, Recife – PE), este Conselho de Preservação deliberará sobre a pertinência da inscrição do bem no respectivo Livro de Registro em âmbito Estadual.</p>
<p style="text-align: center;">Recife, 19 de dezembro de 2022.</p>
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		<item>
		<title>CEPPC/PE aprova tombamento do Acervo Estadual da Comissão da Verdade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conselho-de-preservacao-aprova-tombamento-do-acervo-estadual-da-comissao-da-verdade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/conselho-de-preservacao-aprova-tombamento-do-acervo-estadual-da-comissao-da-verdade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 13:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo da Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[CEPPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[tombamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE) decidiu aprovar por unanimidade, na tarde desta última terça-feira (6), o tombamento do Acervo da Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC), que atualmente está sob a guarda do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE). Composta por um amplo material documental, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97710" aria-labelledby="figcaption_attachment_97710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução Google Meet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Reunião-do-conselho.jpg"><img class="size-medium wp-image-97710" alt="Reprodução Google Meet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Reunião-do-conselho-607x315.jpg" width="607" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A reunião foi feita nesta última terça-feira (6), por meio da plataforma do Google Meet</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE) decidiu aprovar por unanimidade, na tarde desta última terça-feira (6), o tombamento do Acervo da Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC), que atualmente está sob a guarda do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE).</p>
<p>Composta por um amplo material documental, que foi constituída a partir dos trabalhos da Comissão Estadual da Verdade Dom Helder Câmara, a tipologia documental do acervo compreende documentos institucionais, certificados, homenagens, processos, material audiovisual, registros de óbito, livros, prontuários, fotografias, depoimentos e entrevistas.</p>
<p>O pedido de tombamento do material foi feito pelo coordenador do Grupo de Trabalho Memorial da Democracia de Pernambuco, o professor Manoel Severino Moraes de Almeida, em outubro de 2022, tendo os conselheiros Ana de Fátima Braga e Maurício Barreto designados para a relatoria. Considerando a relevância histórica documental do acervo, o CEPPC/PE concluiu pelo parecer favorável ao pedido de tombamento por apresentar todas as prerrogativas para adquirir a condição de bem tombado pelo Estado.</p>
<p>O processo agora retorna à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que encaminharão para o governador do Estado, responsável pela assinatura do decreto de tombamento. Depois de publicado, o decreto é despachado ao CEPPC/PE, que inscreve o imóvel no seu livro de tombo.</p>
<p><em>&#8220;É um passo importante para valorizar esse acervo que trouxe luz às incertezas e aos males que o regime da ditadura militar nos deram. Ao revisitarmos esses documentos, temos a certeza que a nossa democracia é o bem que temos de mais precioso neste país&#8221;</em>, ressalta o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, que também preside o CEPPC/PE.</p>
<p><strong>DOCUMENTAÇÃO -</strong> O acervo, objeto do pedido de tombamento, compõe um conjunto documental reunido e produzido ao longo dos trabalhos da CEMVDHC, entre 2012 e 2016, e conta com aproximadamente 70 mil documentos devidamente catalogados e digitalizados.</p>
<p>A CEMVDHC foi criada por iniciativa do governador Eduardo Campos, por meio da Lei no 14.688 de 1º de junho de 2012 e instalada na mesma data, com o seu regimento interno aprovado pelo Decreto no 38.386, de 29 de junho de 2012 – a Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara teve como finalidade “examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos ocorridas contra qualquer pessoa, no território do Estado de Pernambuco, ou contra pernambucanos ainda que fora do Estado, praticadas por agentes públicos estaduais durante o período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a consolidação do Estado Democrático de Direito”.</p>
<p>O resultado do trabalho da comissão foi apresentado em formato de relatório composto por dois volumes. O primeiro volume contém textos informativos sobre como foi planejado o trabalho da CEMVDHC, desde sua criação, organização, planejamento estratégico e metodologia; subscrito coletivamente pelos comissionados e assessores. No segundo volume, a Comissão empenhou-se em investigações criteriosas, que permitiram trazer ao conhecimento público a história de vida e as circunstâncias das graves violações cometidas contra 51 mortos e desaparecidos políticos. Os dois volumes foram publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), em 2017.</p>
<p>Os Cadernos da Memória e Verdade Dom Helder Câmara foram destinados à produção e divulgação de reflexões sobre a ditadura civil-militar e as violações de direitos humanos, praticados por agentes públicos durante o período de 1946 a 1988. Os dossiês privilegiaram os seguintes temas: os discursos, decretos e leis que criaram a Comissão, o processo do assassinato do Padre Henrique, e a interferência do capital estrangeiro nas eleições do Brasil por meio do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD).</p>
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		<title>Festa do Morro recebe título Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 16:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEPPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Festa do Morro da Conceição]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), em reunião ordinária nesta quinta-feira (1º), deliberou pelo registro, por unanimidade, da Festa do Morro da Conceição como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A movimentação para o reconhecimento da festividade teve início em 2017, com o Projeto de Lei nº 1715/2017, de autoria do deputado Isaltino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/festa-do-morro-andrea-rego-barro-pcr.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97582" alt="Andrea Rêgo Barros/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/festa-do-morro-andrea-rego-barro-pcr-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), em reunião ordinária nesta quinta-feira (1º), deliberou pelo registro, por unanimidade, da Festa do Morro da Conceição como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A movimentação para o reconhecimento da festividade teve início em 2017, com o Projeto de Lei nº 1715/2017, de autoria do deputado Isaltino Nascimento, e contou à época com parecer favorável da Gerência de Preservação da Fundarpe e do CEPPC/PE, colegiado ligado à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Com a publicação da <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><strong>Lei Estadual de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco</strong></a>, em 2018, o processo de reconhecimento precisou ser adequado aos novos procedimentos instituídos na lei, voltando a ser requerido pela Alepe, em 2020 (Resolução nº 1.674/2020), sendo concluído pela Fundarpe em outubro de 2022.</p>
<div id="attachment_97585" aria-labelledby="figcaption_attachment_97585" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-01-at-13.27.44.jpeg"><img class="size-medium wp-image-97585" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-01-at-13.27.44-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cecília Canuto (microfone) foi uma das relatoras do processo de registro da Festa do Morro</p></div>
<p>Nesta etapa, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural designou as conselheiras Margarida Cantarelli e Cecília Canuto para a relatoria do processo, que foi lido e analisado em conjunto pelo CEPPC/PE, nesta quinta-feira (1º), para a deliberação do registro nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Para Oscar Paes Barreto, secretário de Cultura e presidente do Conselho de Preservação, foi um caminho natural o CEPPC/PE acompanhar a relatoria anterior, elaborada pelos, então, conselheiros Plínio Victor e Frei França, quanto ao reconhecimento da importância do Dogma de Nossa Senhora da Conceição e da tradicional Festa do Morro para as tradições cristãs e para o cenário cultural de Pernambuco. <em>“A Festa do Morro acontece há 118 anos e movimenta não só a Zona Norte do Recife. Afeta todo o estado de Pernambuco uma vez que o Morro da Conceição abriga um santuário católico que recebe visitantes todo o ano. Além disso, o ambiente cultural da Festa está além da religião católica. Engloba religiões afro-brasileiras que também festejam entidades como Iemanjá sincretizada, em Pernambuco, com nossa senhora da Conceição”</em>, coloca o secretário.</p>
<p><strong>HISTÓRICO DA FESTIVIDADE -</strong> No Recife, as celebrações em homenagem à Nossa Senhora da Conceição no Morro acontecem desde 1904, no antigo Outeiro da Bela Vista, atual Morro da Conceição, situado na Zona Norte da cidade do Recife, com origem nas comemorações do cinquentenário do dogma da Imaculada Conceição no Brasil e com a construção da capela em estilo gótico e da chegada de uma réplica, em ferro, da imagem da Virgem da Conceição vinda de Portugal, inaugurada no dia 8 de dezembro do mesmo ano.</p>
<p>Para além de uma celebração católica, a Festa do Morro da Conceição mantém a tradição devocional e se vincula com a própria história do lugar, marcado pelos movimentos populares de luta pela habitação, o que vincula a “Santa do Morro” às promessas para a compra de casas e de conquistas pessoais como a aprovação em provas e concursos.</p>
<p><strong>PRÓXIMO PASSO -</strong> Após a votação do  CEPPC/PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco, que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir disso, iniciará-se a elaboração do plano de salvaguarda, com a participação da comunidade.</p>
<p><em>“Evidentes os caminhos da força e beleza da fé popular, que se expressa na celebração religiosa do Morro da Conceição. Reconhecer a grandiosidade e importância desse ato devocional é dar seguimento e fortalecimento à memória social e o cotidiano das pessoas que se envolvem na produção da festa. Diante deste gesto, caberá a execução de políticas públicas que se voltem a salvaguardar a Festa do Morro da Conceição”</em>, diz Cecília Canuto, conselheira de Comunidades Tradicionais e Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão, que foi relatora do pedido.</p>
<p>Para Margarida Cantarelli, também do Conselho de Preservação, <em>“embora a festa religiosa esteja sob responsabilidade do santuário, ocupando lugar importante na celebração e seus preparativos, só ganha vida através do povo, que em fé e devoção produz o espaço festivo de sociabilidades, ano a ano”</em>.</p>
<p>Já Cássio Raniere, vice-presidente do Conselho de Preservação, diz que o Conselho <em>“dá um passo à frente, no reconhecimento da festa do Morro da Conceição, ao ratificar e agora registrar o bem como patrimônio cultural do Estado de Pernambuco. Ações como essas são de fundamental importância para que possamos reconhecer e valorizar o nosso patrimônio cultural, demonstrando o nosso compromisso, enquanto sociedade civil, na gestão compartilhada das políticas públicas voltadas ao patrimônio cultural pernambucano”</em>.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco assina o tombamento do Acervo de Dom Helder Camara</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 15:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97018" aria-labelledby="figcaption_attachment_97018" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476999338_2227e0bb89_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-97018" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476999338_2227e0bb89_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">, Paulo Câmara, assinou, nesta sexta-feira (4/11), no Palácio do Campo das Princesas, o tombamento estadual do Acervo de Dom Helder Camara</p></div>
<p>O governador do estado de Pernambuco, Paulo Câmara, assinou, nesta sexta-feira (4/11), no Palácio do Campo das Princesas, o tombamento estadual do Acervo de Dom Helder Camara, cumprindo a vontade de Dom Helder registrada em testamento. Após a publicação do decreto assinado pelo governador, o acervo será tombado e inscrito no livro de tombo, e estará protegido pela legislação estadual, bem como preservado para as futuras gerações que poderão conhecer e se espelhar na vida exemplar e na obra de Dom Helder Camara.</p>
<p><em>“Hoje homologo oficialmente uma resolução do Conselho de Preservação que simplesmente sacramenta algo que já é público e notório, e está marcado na memória do povo pernambucano e do povo brasileiro. Ou seja, a grandiosidade do acervo de Dom Helder pelas razões que o mundo inteiro sabe. O acervo legalmente tombado a partir de hoje é uma obra de valor inestimável que o povo de Pernambuco disponibiliza aos cidadãos de todas as nações. Que as lições de Dom Helder Camara nos ajudem a seguir lutando pela democracia, pela liberdade e pela justiça social”,</em> destaca Paulo Câmara, governador de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_97020" aria-labelledby="figcaption_attachment_97020" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476916545_3ff2d929c6_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-97020" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476916545_3ff2d929c6_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O parecer do CEPPC/PE aprovado por unanimidade dos membros do Conselho, em reunião ocorrida no dia 1º de novembro de 2022</p></div>
<p>O parecer que norteou a resolução foi emitido pelos conselheiros Margarida Cantarelli e Harlan Gadelha, do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), e aprovado por unanimidade dos membros do Conselho, em reunião ocorrida no dia 1º de novembro de 2022.</p>
<p>O pedido de tombamento partiu do Instituto Dom Helder Camara por meio do seu diretor-executivo Antônio Carlos Maranhão de Aguiar, considerando a importância de dimensão estadual, nacional e internacional do Acervo de Dom Helder Camara, em decorrência do seu valor legal, histórico, cultural e social.</p>
<p><em>“É com muita alegria que estou nessa solenidade porque é o reconhecimento de uma pessoa que, além de bispo da Igreja Católica, tornou-se uma das pessoas mais importantes do mundo, na metade do século 20, em defesa da paz. A figura de Dom Helder transcendeu os limites do Recife e se espalhou pelo mundo. Sua mensagem libertadora está hoje reconhecida como patrimônio do Estado”,</em> agradeceu Antônio Carlos Maranhão de Aguiar.</p>
<div id="attachment_97021" aria-labelledby="figcaption_attachment_97021" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476452846_b5263f5bcf_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-97021" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE|Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/52476452846_b5263f5bcf_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O pedido de tombamento partiu do Instituto Dom Helder Camara por meio do seu diretor-executivo Antônio Carlos Maranhão de Aguiar</p></div>
<p><em>“Dom Helder é cidadão do mundo que é um patrimônio, uma obra da humanidade, e que já virou uma ideia, uma prática, uma cultura, um sentimento. Então o Conselho de Preservação de Pernambuco, junto à Secult-PE e Fundarpe, entendeu que era a hora do Estado reconhecer e registrar este acervo como um patrimônio de Pernambuco”,</em> opina Oscar Barreto, secretário Estadual de Cultura e presidente do CEPPC/PE.</p>
<p><b>ACERVO -</b> O Acervo de Dom Helder Camara está sob a guarda legal do Instituto Dom Helder Camara (IDHeC) e é composto por cerca de 210.000 (duzentas e dez mil) páginas de documentos organizados como circulares, cartas, meditações, discursos, hemoroteca, além de livros publicados e multimídia, acrescido por inúmeros prêmios, homenagens e  condecorações por entidades nacionais e estrangeiras, registrando décadas de resistência e luta por direitos humanos. Todo o material encontra-se disponível para consulta no <b><a href="http://www.acervocepe.com.br/acervo/idhec---instituto-dom-helder-camara">site da Compahia Editora de Pernambuco (CEPE)</a></b>, e no Centro de Documentação Dom Helder Câmara, no Recife.</p>
<p><b>MEMORIAL –</b> Neste sábado (5) o Memorial Dom Helder Camara estará abrindo suas portas para visitação, depois de dois anos e meio fechado, por conta da pandemia e também por conta dos estragos causados pela umidade e o fechamento prolongado.</p>
<p>Graças a uma parceria com o Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe, puderam ser realizadas obras de manutenção necessárias para o conjunto do Memorial e, com ajuda de parceiros do exterior, foi possível recuperar os equipamentos de ar-condicionado danificados. A parceria com a Fundarpe garantiu ainda a realização de obras de manutenção da Casa de Frei Francisco, desde a fiação elétrica até o telhado.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Reabertura do Memorial Dom Helder Camara e lançamento da Campanha SOS Casa de Frei Francisco – Adote um adolescente<br />
Sábado (5), às 16h<br />
Igreja das Fronteiras (Rua Henrique Dias, 278, Boa Vista, Recife-PE</p>
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		<title>15ª Semana do Patrimônio celebra participação da sociedade com atividades presenciais</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 17:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[15ª edição da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96450" aria-labelledby="figcaption_attachment_96450" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52286666972_a6916a0bf6_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-96450" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52286666972_a6916a0bf6_c-607x381.jpg" width="607" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">A conferência de abertura, no dia 15 de agosto, reuniu um público com discussões bastante relevantes sobre a temática do patrimônio material e imaterial numa perspectiva mais inclusiva</p></div>
<p>Com o tema “Patrimônio Cultural: Resistências e Perspectivas”, a 15ª edição da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, um dos eventos estaduais sobre a preservação do patrimônio cultural, mobilizou em 2022 um importante público interessado na salvaguarda do patrimônio cultural. Após dois anos sendo realizada totalmente em plataformas digitais, entre os dias 15 a 31 de agosto o evento promoveu o retorno das atividades presenciais em 31 municípios pernambucanos. Dentre as 209 ações, foram promovidas exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view?usp=sharing" target="_blank"><b>aqui</b></a> e confira a programação completa.</p>
<p>As atividades nos 31 municípios pernambucanos mobilizaram um público significativo de pessoas interessadas em debater e buscar novas possibilidades de parcerias entre os entes públicos, privados e a sociedade.</p>
<div id="attachment_96448" aria-labelledby="figcaption_attachment_96448" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior / Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52305944892_d23d5881a2_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-96448" alt="Danilo Souto Maior / Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52305944892_d23d5881a2_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras com o Jogo do Patrimônio reuniu cerca de 450 alunos de escolas públicas no EREM Nóbrega, no Recife</p></div>
<p>“Para nós da Secult-PE/Fundarpe realizar mais uma edição da Semana do Patrimônio foi mais um motivo de orgulho e sentimento de dever cumprido. Conseguimos mobilizar um grande número de pessoas dos mais diversos segmentos da sociedade com o objetivo de refletir e discutir questões que consideramos fundamentais para a preservação e salvaguarda do patrimônio cultural de Pernambuco”, destaca Renata Echeverria, coordenadora da Semana do Patrimônio Cultura.</p>
<p>Um dos municípios participantes da programação foi o Brejo da Madre de Deus, com apoio da Casa de Câmara e Cadeia. “Tivemos durante a programação uma série de palestras, recitais rodas de conversas e poesia e exibição do documentário sobre J. Borges, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Contamos também com várias apresentações culturais com participação de alunos de escolas da região. Encerramos o evento com uma belíssima apresentação do espetáculo Folia de Papangu, do grupo Papanguarte, apresentado em praça pública”, detalha Mônica Mendonça, gestora da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus.</p>
<div id="attachment_96452" aria-labelledby="figcaption_attachment_96452" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Monica Mendonça/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-01-at-09.06.41.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96452" alt="Monica Mendonça/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-01-at-09.06.41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos municípios participantes da programação foi o Brejo da Madre de Deus, com apoio da Casa de Câmara e Cadeia</p></div>
<p>Para Renata Echeverria, o retorno das atividades presenciais e o resultado das discussões promovidas foram bastante positivos. “Depois de dois anos realizada totalmente em plataformas digitais, finalmente conseguimos retornar as atividades da Semana de forma presencial. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/abertura-15a-da-semana-do-patrimonio-sera-marcada-por-conferencia-do-professor-nivaldo-vieira-ufba/"><b>A conferência de abertura, no dia 15 de agosto</b></a>, reuniu um público com discussões bastante relevantes sobre a temática do patrimônio material e imaterial numa perspectiva mais inclusiva. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/dia-nacional-do-patrimonio-conta-com-homenagens-e-titulacao-dos-novos-patrimonios-vivos/"><b>Outra ação foi a celebração do Dia Nacional do Patrimônio Histórico</b></a><b>,</b> no 17 de agosto, que aconteceu no Teatro de Santa Isabel, e reuniu os <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conheca-o-perfil-dos-dez-novos-patrimonios-vivos-de-pernambuco/"><b>dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</b></a> para a diplomação, bem como os seis vencedores da 7ª edição do Prêmio de Ayrton Almeida de Carvalho”, pontua a gestora.</p>
<p>Dentre outros destaques da programação, no dia 20 de agosto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/alunos-de-arquitetura-apresentam-reflexoes-academicas-sobre-o-patrimonio-cultural-no-cape/"><b>cerca de 60 estudantes e professores dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Arqueologia, Gestão Ambiental, História, Museologia e Turismo</b></a>, que apresentaram projetos de conclusão de curso voltados para a preservação do patrimônio. “O sexto encontro teve tanto êxito que a ideia é abrir um chamamento público no próximo ano para incluir os participantes interessados”, revela Renata Echeverria.</p>
<div id="attachment_96451" aria-labelledby="figcaption_attachment_96451" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52292878045_703fab5af6_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-96451" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52292878045_703fab5af6_c-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Outra ação foi a celebração do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, no 17 de agosto, que aconteceu no Teatro de Santa Isabel, reuniu os dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco para a diplomação, bem como os seis vencedores da 7ª edição do Prêmio de Ayrton Almeida de Carvalho</p></div>
<p>Na edição do Outras Palavras dentro da programação, o Jogo do Patrimônio, atividade com recursos de educação patrimonial, reuniu cerca de 450 alunos de escolas públicas no EREM Nóbrega, no bairro da Encruzilhada, no Recife. Já as <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-pe-e-fundarpe-promovem-a-jornada-do-patrimonio-alimentar-no-recife/"><b>Jornadas do Patrimônio alimentar</b></a>, que aconteceram nas Faculdades Senac e Uninassau, reuniu mais de 170 pessoas dos cursos de Gastronomia aqui no Recife.</p>
<p>Além disso, no dia 19 de agosto, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE) mobilizou 19 representantes de institutos históricos numa reunião solene na Academia Pernambucana de Letras, uma atividade que levou à construção do diálogo entre as instituições ligadas ao patrimônio cultural.</p>
<p>“É de fundamental importância que as pessoas estejam conectadas ao Patrimônio Cultural na teia que fundamental chamamos de vida. A Semana do Patrimônio, agora, é política de estado e precisa ser pensada desde a sua concepção com toda a população. Uma conquista para os movimentos sociais, organizações da sociedade civil e gestores da cultura no estado de Pernambuco&#8221;, opina Cássio Raniere, vice-presidente do CEPPC/PE.</p>
<div id="attachment_96449" aria-labelledby="figcaption_attachment_96449" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundaroe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52305829519_ed6f3fdd73_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-96449" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE - Fundaroe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/52305829519_ed6f3fdd73_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">As Jornadas do Patrimônio alimentar, que aconteceram nas Faculdades Senac e Uninassau, reuniu mais de 170 pessoas dos cursos de Gastronomia no Recife</p></div>
<p>“Também destacamos a manutenção das nossas atividades on-line. Tivemos dois dias de apresentação de projetos do Funcultura ligados ao patrimônio e dos seminários de educação patrimonial. Ainda <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-e-fundarpe-lancam-7a-edicao-da-revista-aurora-463/"><b>lançamos a sétima edição da Revista Aurora 463</b></a>, um registro da Semana do Patrimônio realizada em 2021, que pode ser acessada no Portal Cultura.PE”, pontua a coordenadora da Semana, destacando que a oitava edição da Aurora 463 está em produção e tem previsão de lançamento para dezembro deste ano.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Mestre Sebastião Biano</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 12:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEPPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Sebastião Biano]]></category>
		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) recebe, com pesar, a notícia do falecimento de um dos maiores representantes da cultura pífano, Sebastião Biano, 103 anos de idade, neste sábado, 27 de agosto. Como é peculiar na maioria dos tocadores de pífanos nos grotões do Estado, Mestre Biano foi um exímio autodidata no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) recebe, com pesar, a notícia do falecimento de um dos maiores representantes da cultura pífano, Sebastião Biano, 103 anos de idade, neste sábado, 27 de agosto.</p>
<p>Como é peculiar na maioria dos tocadores de pífanos nos grotões do Estado, Mestre Biano foi um exímio autodidata no instrumento. Nasceu diferenciado em talento, como ave que gorjeava com maior naturalidade todos os sopros rítmicos originários da arte pifeira.</p>
<p>De seu canto melódico e transcendental ecoou, para além de suas fronteiras, contagiando em cheio outros artistas de primeira grandeza, como também serviu de inspiração para movimentos norteadores de gêneros musicais, como baião, tropicália e manguebeat.</p>
<p>O ponto marcante de sua historiografia artística se deu ao tocar pífano aos sete anos de idade durante o casual encontro de ritual religioso com Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. A perda do mestre Biano representa a quebra do último elo remanescente da lendária Banda de Pífanos de Caruaru.</p>
<p>Por vicissitude de seus cento e três anos, coube-lhe o prazer, satisfação e a realização de desfrutar, ainda em seus últimos suspiros, da histórica reunião do CEPPC que reconheceu, concedeu e instituiu o Registro de Patrimônio Cultural Imaterial para as Bandas de Pífanos.</p>
<p>A história da arte do pífano confunde-se com a trajetória de vida de Sebastião Biano por onde quer que tenha andado. Suas pegadas e seu cântico definitivamente estão marcados nos caminhos que o preservará nos anais do CEPPC.</p>
<p>Sebastião Biano viverá enquanto formos dignos do legado artístico-musical, que ele deixa como herança cultural de sua arte e do seu talento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE)</strong></p>
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		<title>Bandas de Pífano de Pernambuco são registradas como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 22:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Bandas de Pífanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Imaterial de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[As Bandas de Pífano foram reconhecidas, nesta sexta-feira (26), como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A decisão do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) foi tomada durante reunião ordinária do Conselho realizada em Caruaru, cidade onde se encontra grande parte das bandas de pífano no agreste pernambucano. A resolução com a decisão agora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96318" aria-labelledby="figcaption_attachment_96318" class="wp-caption img-width-589 alignnone" style="width: 589px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-1.jpeg"><img class="size-full wp-image-96318" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-1.jpeg" width="589" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">O pedido de Registros das Bandas de Pífano de Pernambuco foi iniciado em 2019</p></div>
<p>As Bandas de Pífano foram reconhecidas, nesta sexta-feira (26), como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A decisão do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE) foi tomada durante reunião ordinária do Conselho realizada em Caruaru, cidade onde se encontra grande parte das bandas de pífano no agreste pernambucano. A resolução com a decisão agora segue para publicação no Diário Oficial do Estado e homologação do governador. Em seguida, o bem cultural será inscrito no Livro de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Este é o segundo registro em âmbito estadual totalmente tramitado sob o fluxo da <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=16426&amp;complemento=0&amp;ano=2018&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><strong>Lei Estadual de Registro de Bens Imateriais</strong></a>, que também registrou recentemente a festa de São Lourenço do Mártir como Patrimônio Imaterial Cultural do Estado.</p>
<p>“O reconhecimento das bandas de pífanos faz parte da política do Governo do Estado de Pernambuco, regulamentada pela Lei estadual nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, em 2018, tem o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial”, destaca Oscar Barreto, secretário Estadual de Cultura e presidente do CEPPC/PE.</p>
<p>A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal – onde também corre um processo de registro das bandas de pífano, desta vez como Patrimônio Imaterial do Brasil.</p>
<div id="attachment_96315" aria-labelledby="figcaption_attachment_96315" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96315" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A instrução do processo contou com a colaboração do projeto &#8220;Pífanos de Pernambuco – Do Mapeamento à Salvaguarda&#8221; (www.tocandopifanos.com), produzido com recursos do Funcultura e premiado, em 2022, com o primeiro lugar na categoria Promoção e Difusão do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</p></div>
<p>“Embora esteja em andamento o processo de registro das Bandas de Pífano em âmbito nacional, partimos primeiro no reconhecimento da manifestação artística em âmbito estadual. Isso demonstra o compromisso do CEPPC/PE com a salvaguarda do Patrimônio Imaterial. Destaco que, neste ano, o Conselho de Preservação elegeu como Patrimônio Vivo a Banda de Pífano Folclore Verde de Castainho, de Garanhuns. Permanecemos com o compromisso junto ao governo e a sociedade civil em prol do patrimônio cultural pernambucano”, ressalta Cássio Raniere, vice-presidente do CEPPC/PE.</p>
<p><b>HISTÓRICO -</b> O pedido de Registros das Bandas de Pífano de Pernambuco foi iniciado em 2019, por José Amaro Filho, Claudia Moraes Lisboa e Eduardo Monteiro, representantes de uma comissão formada por pesquisadores, produtores, músicos e apoiadores das Bandas de Pífano.</p>
<p>Além da documentação, que mapeou 82 bandas de pífanos, especialmente no Agreste e Sertão de Pernambuco, foram realizados encontros virtuais com detentores para explicar sobre o processo e sistematizar informações de base para as diretrizes de salvaguarda das Bandas de Pífano no Estado.</p>
<p>A instrução do processo contou com a colaboração do projeto &#8220;Pífanos de Pernambuco – Do Mapeamento à Salvaguarda&#8221; (<a href="http://www.tocandopifanos.com/"><b>www.tocandopifanos.com</b></a>), produzido com recursos do Funcultura e premiado, em 2022, com o primeiro lugar na categoria Promoção e Difusão do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>A análise técnica preliminar e a elaboração do inventário que fundamentou a decisão foram realizadas e entregues ao CEPPC/PE pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) no ano passado.</p>
<div id="attachment_96317" aria-labelledby="figcaption_attachment_96317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96317" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.03-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A Secult-PE/Fundarpe e o CEPPC realizaram encontros virtuais com detentores para explicar sobre o processo e sistematizar informações de base para as diretrizes de salvaguarda das Bandas de Pífano no Estado</p></div>
<p>Foram responsáveis pela relatoria do processo de registro as conselheiras Mônica Siqueira, representante do segmento de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial; e Cláudia Pinto, suplente do segmento de Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia.</p>
<p>O registro das Bandas de Pífano resultou também no livro Pífanos do Sertão, produzido pela Página 21 com recursos do Funcultura. Em 144 páginas, Pífanos do Sertão revela aspectos sociais, econômicos e culturais que envolvem as bandas de pífanos sertanejas, detalhando a importância da religiosidade em suas funções e as peculiaridades sonoras de cada uma.</p>
<p>Amplamente ilustrada, a obra traz ainda um apêndice com partituras de benditos, marchas e baiões de grande difusão entre os grupos sertanejos. O livro teve organização de Rafael Coelho, textos de Eduardo Monteiro, artigos de Amaro Filho, Caca Malaquias e José Cláudio Lino, fotos de Claudia Moraes, transcrição de partituras por Caca Malaquias e diagramação de Vladimir Barros.</p>
<div id="attachment_96314" aria-labelledby="figcaption_attachment_96314" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amaro Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-96314" alt="Amaro Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-25-at-07.17.02-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Análise técnica preliminar e elaboração do inventário que fundamentou a decisão foram realizadas e entregues ao CEPPC/PE pela Secult-PE/Fundarpe no ano passado</p></div>
<p><b>Sobre as Bandas de Pífano – </b>Os grupos têm suas origens remotas nos grupos musicais que aportaram na América Portuguesa e Espanhola durante os diferentes ciclos de povoamento a partir do século XVI. O formato recria os conjuntos de flautas e bombos que acompanhavam festas, procissões, celebrações litúrgicas ou profanas e também grupamentos militares.</p>
<p>O pífano, ou pife, pela sua produção artesanal e fácil transporte, logo passou a ser utilizado por diferentes perfis de músicos e também para facilitação de processos de catequese de povos indígena. Instrumentos de sopro semelhantes a esse já eram conhecidos e mesmo utilizados por povos originários brasileiros antes mesmo do processo de colonização e aculturação.</p>
<p>Outros instrumentos fazem parte da banda de pífanos: zabumba, contra surdo, tarol e o conjunto de pratos compõem o conjunto, e toda a lógica de produção artesanal dos instrumentos de percussão também faz parte do conjunto de saberes que orbitam este bem cultural.</p>
<p>A formação apontada como tradicional é de quarteto, sendo dois pifeiros, um principal e outro secundário, um zabumbeiro e um tocador de caixa. É comum também encontrar a variação que inclui o contra surdo e os pratos formando o sexteto, sendo esta a forma mais encontrada especialmente em grupos formalizados. Grande parte das bandas possuem nomes ligados à localidade onde estão inseridas, aos seus formadores ou aos santos de devoção da comunidade.</p>
<p>As vestimentas semelhantes às vestes de cangaceiros começaram a ser adotadas por volta da década de 1960 por influência da Banda de Pífano de Caruaru, em cuja justificativa figura o relato do seu líder Sebastião Biano, de ter tocado para o bando de Lampião. É comum também encontrar paramentos mais discretos com calças e camisas padronizadas, por vezes lisas ou xadrez, além de chapéus de couro e quepes no figurino.</p>
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		<title>Dia Nacional do Patrimônio conta com homenagens e titulação dos novos Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 17:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[patrimônios vivos de Pernambuco]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96076" aria-labelledby="figcaption_attachment_96076" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Titulação-dos-Patrimônios-Vivos_Foto-de-Jan-Ribeiro_SecultPE.Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-96076" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE|Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Titulação-dos-Patrimônios-Vivos_Foto-de-Jan-Ribeiro_SecultPE.Fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, escolhidos pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, foram titulados nesta quarta-feira (17)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Momento de maior celebração durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o Dia Nacional do Patrimônio, celebrado nesta quarta-feira (17), contou com duas solenidades que reforçaram a força do Estado quando o assunto é a preservação da sua história. Na Praça da República (em frente ao Palácio do Campo das Princesas, aconteceu, às 9h30, a inauguração da obra Monumento aos Mártires de Pernambuco. Já no Teatro de Santa Isabel, às 10h, foi realizada a titulação dos dez novos Patrimônios Vivos do Estado, além da entrega dos prêmios aos vencedores do 7⁰ Prêmio Ayrton de Almeida de Carvalho de Preservação do Patrimônio.</p>
<p style="text-align: left;">Participaram da solenidade o vice-presidente do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), Cássio Raniere; a presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano, Margarida Cantarelli; a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco (Iphan-PE), Ana Paula Bitencourt; a secretária de Cultura do Recife, Tayza; o vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Junior Afro; e o secretário Estadual de Cultura, Oscar Barreto, representando o Governo de Pernambuco; além de outros conselheiros do CEPPC/PE, representantes das Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de amigos e familiares dos novos patrimônios vivos.</p>
<p style="text-align: left;">“Nesta quarta-feira, 17 de agosto, titulamos os dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, totalizando 85 titulados a partir de várias edições do registro já realizadas. Esta é uma importante política pública do Governo de Pernambuco voltada para valorizar a cultura viva do Estado, e a titulação é um evento que acontece durante a Semana do Patrimônio Cultural, que agora é lei estadual, o que garante uma maior capacidade de investimentos por parte da Secult-PE/Fundarpe no sentido de realizar um evento com a grandiosidade que pede o tema do patrimônio público”, ressalta Oscar Barreto, secretário de Cultura de Pernambuco</p>
<p style="text-align: left;"><b>DIA DO PATRIMÔNIO -</b><i> </i>As atividades da Semana no Dia Nacional do Patrimônio em Pernambuco foram realizadas pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundarpe, em parceria com o CEPPC/PE.</p>
<p style="text-align: left;">A obra Monumento aos Heróis da Revolução de 1817, de Abelardo da Hora, localizada na Praça da República, conta agora com uma placa com os nomes dos mártires pernambucanos que dedicaram suas vidas por Pernambuco na Revolução de 1710, em Olinda; na Revolução Pernambucana, em 1817; e a Confederação do Equador, em 1824. Assim, a obra passa a se chamar Monumento aos Mártires de Pernambuco. Os projetos arquitetônico e artístico da placa são de autoria da arquiteta Fátima Tigre, da Fundarpe.</p>
<p style="text-align: left;">Após a inauguração do monumento na Praça da República e da execução do Hino Nacional do Brasil, o historiador e novo Patrimônio Vivo de Pernambuco, Leonardo Dantas, falou sobre a proposta da homenagem, surgida em 2017 enquanto ele era conselheiro no CEPPC/PE.</p>
<p style="text-align: left;">“Ouvindo o Hino Nacional lembrei-me dos versos do Hino de Pernambuco, que dizem ‘Coração do Brasil em teu seio. Corre sangue de heróis, rubro veio’. E sim, aqui onde estamos correu sangue de heróis pernambucanos que lutaram por uma república, alguns deles foram aqui mesmo executados no passado, e agora temos <em>30 destes nomes heróis registrados nessa homenagem aos nossos mártires</em>”, relembra Leonardo Dantas.</p>
<p style="text-align: left;"><b>TITULAÇÕES </b>- O Dia Nacional do Patrimônio seguiu suas atividades com outras celebrações, desta vez no Teatro de Santa Isabel, às 10h. Após a inauguração da placa, houve a entrega de placas de agradecimento aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, que não puderam receber a homenagem durante o festival. Além de Índia Morena, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, também receberam a reverência: Vicente Jorge Espíndola, Henrique Annes, Quinteto Violado, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), André Madureira (in memoriam), Rubinho Valença (in memorian), e o governador Joaquim Francisco (in memoriam).</p>
<p style="text-align: left;">Na sequência, houve a entrega de certificado aos <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/servico/secult-e-fundarpe-divulgam-relacao-dos-vencedores-do-7-premio-ayrton-de-almeida-carvalho/"><b>seis vencedores da 7ª Edição do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</b></a>. Representando os vencedores, Amaro Filho, da Pesquisa Pífanos de Pernambuco, comentou sobre o projeto no qual foram identificadas mais de 80 bandas de pífano, a maioria em atividade no Agreste e no Sertão, incluindo territórios indígenas e quilombolas.</p>
<p style="text-align: left;">“Há mais de uma década que estamos nesse trabalho percorrendo mais de 15 mil quilômetros, e está pesquisa é o fundamento para o reconhecimento das bandas de pífano, tanto Estadual pela Fundarpe, como nacional pelo Iphan, como patrimônio imaterial da cultura”, destacou Amaro Filho. Todo o material da pesquisa realizada pela produtora Página 21 está no site <a href="http://www.tocandopifano.com/"><b>www.tocandopifano.com</b></a>.</p>
<p style="text-align: left;">Na sequência, foi a vez da titulação dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco escolhidos pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural. São eles: Mãe Dora (parteira e liderança religiosa, de Tacaratu); Samba de Véio da Ilha de Massangano (segmento Cultura Popular, coco de roda, de Petrolina); Tata Raminho de Oxossi (Mestre de Cultura Popular e Tradicional, Babalorixá, de Olinda); Banda de Pífano Folclore Verde (Cultura Popular, banda de pífanos, de Garanhuns); Cavalo Marinho Boi Pintado (Cultura Popular, de Aliança), Mestre Calú (Cultura Popular e Tradicional, mamulengueiro, de Vicência); Mágico Alacazam (Circo, Palmares), Associação Grupo Cultural Heroínas de Tejucupapo (Teatro ao ar livre e apresentações culturais, artes cênicas, de Goiana), Cambinda Velha (espetáculo performático musical de matriz afroindígena, religião de matriz afro-brasileiras) e Leonardo Dantas Silva (jornalista e escritor, do Recife).</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com Mestre Grimário, representante do Cavalo Marinho Boi Pintado, o título de Patrimônio Vivo é uma alegria para o grupo e para a família. “Conto com meu filho que me ajuda dia e noite na confecção dos adereços. Tem minha esposa Andala Quituxe, que trabalha com a parte burocrática. E eu entendo mais de terreiro, de fantasia, dança e adereço. Hoje é um dia especial no recebimento desse título, porque a gente tinha dificuldade pra fazer nossas fantasias e hoje vamos ter onde buscar e investir para o grupo não cair. Se ele não caiu até hoje agora é que não cai mesmo, e vai seguir levando a cultura pernambucana para as pessoas”, opina.</p>
<p style="text-align: left;"><b>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</b> Com o tema “Patrimônio Cultural: Resistências e Perspectivas”, a 15ª edição da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco acontece de 15 a 30 de agosto, com a participação de 31 municípios pernambucanos e mais de 209 atividades, tais como ações educativas, cursos, exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view"><b>Clique aqui</b></a> e confira a programação.</p>
<p style="text-align: left;">Realizada desde 2008, a iniciativa tem o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico e estabelecer um amplo espaço de reflexão e debates sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais em sua diversidade.</p>
<p style="text-align: left;"><b>Serviço:<br />
</b>15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco<br />
De 15 a 30 de agosto, em 31 municípios pernambucanos<br />
Atividades remotas no YouTube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="http://www.youtube.com/secultpe"><b>www.youtube.com/secultpe</b></a>)<br />
Mais informações: ascomculturape@gmail.com ou pelo perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/culturape"><b>@culturape</b></a></p>
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