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	<title>Portal Cultura PE &#187; cerâmica</title>
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		<title>Projeto &#8220;Bois de Vitalino&#8221; está com inscrições abertas para artistas pernambucano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-bois-de-vitalino-esta-com-inscricoes-abertas-para-artistas-pernambucano/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Bois de Vitalino&#8221; de exposição coletiva desenvolvida a partir de intervenções em bois de cerâmica está com inscrições abertas para recebimento de propostas artísticas. As obras em cerâmica, suporte para as intervenções visuais, serão desenvolvidas pelo artista Emanuel Vitalino, neto do Mestre Vitalino. As 10 obras produzidas ficarão em exposição durante 2 meses, na Casa de Mulher [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/06-ABERTA-INSCRIÇÕES-RELEASE.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114685" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/06-ABERTA-INSCRIÇÕES-RELEASE-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O projeto &#8220;Bois de Vitalino&#8221; de exposição coletiva desenvolvida a partir de intervenções em bois de cerâmica está com inscrições abertas para recebimento de propostas artísticas. As obras em cerâmica, suporte para as intervenções visuais, serão desenvolvidas pelo artista Emanuel Vitalino, neto do Mestre Vitalino. As 10 obras produzidas ficarão em exposição durante 2 meses, na Casa de Mulher Artesã, localizada no Alto do Moura, em 2025.</p>
<p>Podem se inscrever artistas pernambucanos com idade a partir dos 18 anos e residentes na Região do Agreste Central que apresentem propostas de técnicas como pintura, xilogravura, colagem, graffiti, assemblage, dentre outras. Basta preencher o formulário on-line disponível <a href="https://linktr.ee/lunardoproducoesartisticas" target="_blank">aqui</a>. Cada artista pode enviar uma inscrição e, para ilustrar sua ideia criativa e auxiliar na avaliação curatorial pode, ainda, enviar proposta de customização aplicada na imagem vetorizada disponível em um dos arquivos anexos da convocatória. Serão selecionadas 10 intervenções que irão integrar esta primeira edição do projeto. A seleção será realizada pelo artista visual Humberto Botão, curador da Bois de Vitalino. Cada artista selecionado receberá premiação no valor de R$ 800,00.</p>
<p>O projeto é uma realização do produtor cultural Evandro Lunardo e da Lunardo Produções Artísticas, através de incentivo do Governo de Pernambuco, por meio de aprovação no edital Funcultura Geral 2022/2023, na categoria de Artesanato, e conta com apoio da Prefeitura de Caruaru e da incentivadora cultural Circullus. Para Evandro,  “é com muita honra e alegria que estamos executando este projeto. A iniciativa traz parte memorável da criação do Mestre Vitalino para homenagear o seu legado”. Para ele, Bois de Vitalino cumpre função de fruição artística e formação de público, com recorte na produção regional. “O projeto favorece uma interlocução coletiva com artistas contemporâneos, atingindo novos públicos e valorizando as nossas referências&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição fotográfica retrata a cerâmica dos oleiros na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 15:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da mata norte de Pernambuco. As fotografias feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110543" aria-labelledby="figcaption_attachment_110543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110543" alt="As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da mata norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra na Casa da Cultura de Pernambuco Luiz Gonzaga  até o dia 10 de Agosto, de segunda a sexta , das 10h às 15h, na sala J Soares, 2º andar, raio sul. Este projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem o apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>A Casa da Cultura de Pernambuco, antiga Casa de Detenção do Recife, funcionando de 1825 até 1973, foi reaberta em 1976 como um dos mais importantes centros de negócios das artes artesanais e palco de inúmeras expressões artísticas, monumento histórico visitado por turistas de todas as partes do Brasil e internacionais.</p>
<p>A sala J Soares ,nome de uma das mais expressivas personalidades da cinematografia no Brasil , e uma referência importante para o cinema e o jornalismo de Pernambuco, recebe as fotografias do jornalista Júlio César que reporta a cerâmica regional, um tema popular, também característico da atuação multimidiática de Soares.</p>
<p>Julio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância da mostra fotográfica. ¨ O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial, aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias, a minuciosidade da atividade dos oleiros e perfeição das suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas ,panelas , filtros dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento do seu valor social e econômico, e também o conhecimento desta cultura para as novas gerações.</p>
<p>O projeto Os Vasos e o Oleiro , reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes Africanas e Indígenas , e a sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional , além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação.</p>
<p>Tracunhaém a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética da cerâmica produzida pelos seus artistas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular.<br />
Abertura: dia 10 de Julho das 16h às 18h.<br />
Local: Casa da Cultura de Pernambuco, Sala J Soares (Rua Floriano Peixoto, Santo Antônio)<br />
De 10 de Julho a 10 de Agosto (segunda a Sexta &#8211; 10h às 15h)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Cerâmicas dos oleiros são tema de exposição fotográfica na Semana Nacional dos Museus</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2024 14:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109606" aria-labelledby="figcaption_attachment_109606" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR.jpg"><img class="size-medium wp-image-109606" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista plástico Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da Zona da Mata Norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias, feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra no Museu Regional de Olinda (Mureo), de 3 de maio a 2 de junho, integrando a Semana Nacional dos Museus, evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em estilo colonial, a casa construída de 1745 e 1749, que hoje funciona como museu, foi a residência episcopal e possui um rico acervo mobiliário, louças e pinturas, dentre outros objetos de arte.</p>
<p>Ao entrar no museu, na Sala Laura Nigro, onde estão expostas as imagens, o público poder ouvir em podcast as entrevistas feitas por Júlio César com os oleiros e perceber cada detalhe de suas obras.</p>
<p>A mostra recebeu o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) no edital Ações Criativas do Governo de Pernambuco. Júlio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância do benefício para a realização do projeto: ¨O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial. Aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana. O apoio da Lei Paulo Gustavo para a sustentabilidade de ações de valoração e valorização das artes é fundamental para todas as classes artísticas&#8221;.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias e dos oleiros em atividade e suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas, panelas e filtros, dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento de seu valor social e econômico e o conhecimento dessa cultura para as novas gerações.</p>
<p>A mostra Os Vasos e o Oleiro reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes africanas e indígenas e sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional, além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação. Tracunhaém, a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética dos artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<strong>Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular</strong><br />
<em>Local: Museu Regional de Olinda (Mureo)</em><br />
<em>Endereço: Rua do Amparo, 128, bairro do Amparo, Olinda (PE)</em><br />
<em>Quando: de 3 de maio a 2 de junho de 2024</em><br />
<em>Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 14h às 17h</em><br />
<em>Acesso: gratuito</em><br />
<em>Abertura: 3 de maio, dass 18h às 20h</em><br />
<em>Telefone: (81) 3184-3159</em><br />
<em>Autor da obra e curador: Júlio Cesar de Araujo</em></p>
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		<title>Morre Mestra Luiza dos Tatus, ícone do Artesanato de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 18:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com uma tristeza avessa à alegria que Luiza dos Tatus irradiava que o Artesanato de Pernambuco lamenta a morte da mestra artesã, ocorrida nesta terça-feira (24), aos 64 anos de idade, devido a uma parada cardiorrespiratória, enquanto trabalhava, no Sítio Rodrigues, distrito de Água Fria, no município de Belo Jardim, Agreste pernambucano. Nascida Luiza [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106039" aria-labelledby="figcaption_attachment_106039" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106039" alt="Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Luiza dos Tatus</p></div>
<p>É com uma tristeza avessa à alegria que Luiza dos Tatus irradiava que o Artesanato de Pernambuco lamenta a morte da mestra artesã, ocorrida nesta terça-feira (24), aos 64 anos de idade, devido a uma parada cardiorrespiratória, enquanto trabalhava, no Sítio Rodrigues, distrito de Água Fria, no município de Belo Jardim, Agreste pernambucano.<br />
Nascida Luiza Maria da Silva, em 6 de janeiro de 1959, Luiza dos Tatus ficou assim conhecida pelas representações em cerâmica de bichos da fauna de onde vivia &#8211; os tatus, sobretudo, mas também tartarugas, cobras, lagartixas e iguanas. O corpo da artesã é velado em sua residência e sepultado às 17h desta quarta-feira (25), no cemitério do distrito de Água Fria.<br />
Sua criação começou a se materializar no barro quando ainda era criança, aos 9 anos, como loiceira, herdeira de mulheres que por gerações preservam o ofício. Da fabricação de utilitários para os bichos que agora a eternizam, Luiza dos Tatus expandiu seu trabalho por orientação da artista Ana Veloso, em meados dos anos 2000, e então sua obra se espalhou.<br />
O talento de Luiza dos Tatus conquistou um reconhecimento sem fronteiras. E contribuiu para o desenvolvimento de sua família e de sua comunidade; também para a consolidação de Belo Jardim enquanto território criativo na arte cerâmica; e ainda para a sofisticação lúdica e plural do Artesanato de Pernambuco. Em 2020 recebeu o título de mestra.<br />
A 23ª Fenearte, realizada em julho deste ano, dedicou à Mestra Luiza dos Tatus um de seus vídeos. Com a graça e a ternura que acompanhavam seu talento ela contou que nutria o sonho de participar da feira até conseguir, em 2011, quando diz haver se sentido uma criança, perdida na imensidão do evento, mas encontrando-se: “Isso aqui [a Fenearte] fez eu me reconhecer. Eu não sabia o que era uma artesã. Não sabia se era a peça ou se era eu. Mas, graças a Deus, agora eu sei que sou eu a artesã e a artista das minhas peças&#8221;.<br />
“A morte de Mestra Luiza dos Tatus nos entristece muito, mas nos leva também a enaltecer sua existência e sua trajetória. Com os tatus a artesã nos conectou &#8211; e permanecerá a nos conectar &#8211; com nossa própria terra. O artesanato tem a especialidade de representar, com beleza e de forma singela, quem somos e o que é nosso. E Mestra Luiza contribuiu para isso com alegria, sensibilidade, talento e uma dedicação de mais de 50 anos. Sua obra não passará e nos impulsiona a fazer cada vez mais pelo Artesanato de Pernambuco”, diz Camila Bandeira, diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).<br />
Mestra Luiza dos Tatus agora cintila como um ícone perene do Artesanato de Pernambuco, da cultura e do povo pernambucano.</p>
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		<title>Caruaru e Recife recebem curso de modelagem em cerâmica para pessoas com deficiência visual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/caruaru-e-recife-recebem-curso-de-modelagem-em-ceramica-para-pessoas-com-deficiencia-visual/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 14:48:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o curso Sentidos da Forma tem promovido, no Recife e em Caruaru, uma série de oficinas de iniciação à escultura e modelagem em barro para pessoas com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), utilizando a música como principal elemento de estímulo criativo. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Sentidos-da-forma-feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-102068 aligncenter" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Sentidos-da-forma-feed-486x486.png" width="486" height="486" /></a><br />
Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o curso Sentidos da Forma tem promovido, no Recife e em Caruaru, uma série de oficinas de iniciação à escultura e modelagem em barro para pessoas com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), utilizando a música como principal elemento de estímulo criativo.</p>
<p>O curso, com carga horária de 60h, é oferecido em parceria com a Associação Caruaruense de Cegos – ACACE e Associação Pernambucana de Cegos – APEC. Teve início em maio e segue com aulas semanais até o início de agosto, na sede das instituições. Os encontros são ministrados pelo artista visual e ceramista, Humberto Botão, que possui trajetória de mais de 20 anos dedicados às artes visuais e que também é o proponente do projeto. Ao final, serão formados 30 alunos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/02.-24-de-maio-de-2023_Suleima-Chagas-25.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102070" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/02.-24-de-maio-de-2023_Suleima-Chagas-25-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>As aulas se pautam na metodologia não-linear, que segue dois princípios fundamentais: a reincidência válida e o mapeamento do conhecimento. Também utiliza a música e seus diferentes estilos como instrumento pedagógico, sustentando o processo criativo, de acesso às memórias e de manualidade de cada encontro. Através do Clássico instrumental, os regionais Forró (em Caruaru) /Frevo (em Recife) e da música eletrônica, cada encontro possibilita momento de imersão no ritmo, de acesso aos sentidos e memórias que cada um deles provoca individualmente, trabalhando, prioritariamente, o tato e a audição, mas também percepções extra-sensoriais, através de uma modelagem intuitiva. Apesar das aulas serem majoritariamente práticas, também são repassados conteúdos teóricos acerca do barro e de seu valor histórico-cultural para Pernambuco.</p>
<p>Para o professor do curso, Humberto Botão, “esta é uma oportunidade muito rica em diversos âmbitos. Primeiro, no desabrochar de talentos artísticos reais e potentes que, desde o início, já podemos identificar que existem e que estão adormecidos, em sua maioria, por falta de oportunidades e de um olhar não-capacitista para eles”.</p>
<p>“Por outro lado, só conseguiremos a construção de uma sociedade justa e inclusiva quando os espaços e linguagens artísticas puderem ser acessados por todas as pessoas, com suas especificidades. Isso inclui as artes visuais. Queremos pessoas com deficiência visual visitando os salões e exposições, através da utilização de mecanismos de acessibilidade comunicacional, mas mais que isso: queremos os artistas com deficiência visual ocupando esses salões e exposições, queremos conhecer o que eles têm a dizer e expressar artisticamente”, completa Botão.</p>
<p>Ao final do projeto, serão realizadas exposições, em Caruaru e em Recife, das obras produzidas ao longo do curso. Além de ser elaborado material audiovisual com imagens e depoimentos colhidos ao longo do período.</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe curso de cerâmica</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 18:40:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Objetos criados com argila e usados para decorar a casa ou o ambiente de trabalho é bem mais do que uma técnica de artesanato. Seu processo de desenvolvimento, que passa por várias fases até ser finalizado, é opção de terapia e exercita a imaginação e o autoconhecimento. E é de olho nisso que o Museu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67752" aria-labelledby="figcaption_attachment_67752" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Micaella-Alcântara1.jpg"><img class="size-medium wp-image-67752" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Micaella-Alcântara1-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A arte educadora e ceramista Micaella Alcântara irá ministrar as aulas.</p></div>
<p>Objetos criados com argila e usados para decorar a casa ou o ambiente de trabalho é bem mais do que uma técnica de artesanato. Seu processo de desenvolvimento, que passa por várias fases até ser finalizado, é opção de terapia e exercita a imaginação e o autoconhecimento. E é de olho nisso que o Museu do Estado de Pernambuco, no bairro das Graças, recebe o curso básico de cerâmica, que terá início em 5 de abril e seguirá até o mês de junho.</p>
<p>As aulas serão ministradas pela arte educadora e ceramista Micaella Alcântara e tem como foco introduzir nessa arte quem nunca teve contato com a argila. As principais técnicas da fabricação da cerâmica serão apresentadas em 13 encontros, sempre as sextas-feiras, das 14h às 17h. Os interessados em participar já podem se inscrever presencialmente no equipamento cultural. &#8220;Vamos trabalhar a parte teórica e a prática, além das fases do processo cerâmico, que vai da modelagem em argila até a cerâmica vitrificada&#8221;, explica Micaella.</p>
<p>O primeiro módulo vai abordar o pinch, técnica que modifica a forma do barro e desenvolve as experimentações do tato. Ao longo do mês de abril, serão trabalhados prato e bowl, engobes coloridos &#8211; usado na peça crua para colorir, decorar e impermeabilizar; e o esgrafido, que ensina o desenho na cerâmica. Em maio, os participantes vão aprender sobre a construção de carimbos para impressão na obra, mandala, baixo e alto relevo, caneca personalizada e máscara com papel. Já em junho, serão abordados baixo esmalte, preparação e aplicação, corda seca e defeitos e correções.</p>
<p>Embora não seja o objetivo principal do curso, aprender a técnica de manuseio da argila e transformá-la em peças originais de cerâmica pode se tornar uma ótima opção de renda. Empreendedora, Micaella Alcântara também ensina como tornar a arte mais rentável. &#8220;Comercializar suas próprias peças é uma opção viável para quem quer se tornar um ceramista. Em Pernambuco, há uma demanda grande por essa arte, não apenas por parte dos turistas, mas principalmente de quem é do Estado&#8221;, afirma ela.</p>
<p><b>Serviço:</b><br />
Curso básico de cerâmica<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças<br />
Valor: R$ 350 mensalidade (material incluso)<br />
Informações: (81) 3184.3170 / 98797.0237</p>
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		<title>Projeto mapeia Artesanato em Cerâmica do Espaço Mauriti</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 14:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mapear, recuperar e tornar acessível a história do artesanato em cerâmica do tradicional Espaço Mauriti (Cabo de Santo Agostinho), foi a proposta da pesquisa de Tibério Tabosa, incentivada pelo Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A ação foi concluída em dezembro de 2014 e, agora, está disponível para consultas online. A pesquisa de campo na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mapear, recuperar e tornar acessível a história do artesanato em cerâmica do tradicional Espaço Mauriti (Cabo de Santo Agostinho), foi a proposta da pesquisa de Tibério Tabosa, incentivada pelo Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A ação foi concluída em dezembro de 2014 e, agora, está disponível para consultas online.</p>
<div id="attachment_30833" aria-labelledby="figcaption_attachment_30833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/ceramica-mauriti.jpg"><img class="size-medium wp-image-30833" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/ceramica-mauriti-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do projeto na cerimônia de entrega da pesquisa</p></div>
<p>A pesquisa de campo na área de recuperação de patrimônio imaterial, que durou um ano, ficou sob a responsabilidade da equipe de pesquisadores do <em>Laboratório O Imaginário</em>, atividade de pesquisa e extensão vinculado aos departamentos de Design e Cultura da UFPE. No trabalho, eventos históricos emblemáticos do local foram revisitados, assim como a memória de mestres artesãos e o levantamento de suas técnicas de produção.</p>
<p>O resultado é um trabalho coletivo, que envolveu novos e tradicionais artesãos no desenvolvimento e também na validação dos conteúdos finais registrados. Dentre os produtos finais, destaque para o <a href="http://oimaginario.com.br/artigos/projetocultural1564-13.pdf" target="_blank"><strong>Relatório da Pesquisa</strong> </a>e um <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1I9b6WNw3p4&amp;feature=youtu.be" target="_blank">Vídeo</a></strong> de 95 minutos com depoimentos dos mestres artesãos Seu Celé, Seu Deó e Nena.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>No dia 10 de fevereiro de 2015, foi realizada a cerimônia de entrega do relatório da pesquisa pelos ceramistas tradicionais do antigo Espaço Mauriti (Seu Celé e Seu Deó) ao artesão mais jovem do grupo do Centro de Artesanato Arq. Wilson Campo Júnior, o ceramista Geisson Martins, marcando a passagem simbólica dos conhecimentos e dos significados da produção cerâmica local.</p>
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		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu do Homem do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[O som do barro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; por Leonardo Vila Nova Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por Mestre Nado. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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