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	<title>Portal Cultura PE &#187; ceronha pontes</title>
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		<title>Garanhuns dá as boas vindas a mais um FIG</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 18:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Garanhuns chega ao seu 25° Festival de Inverno celebrando, mais do que nunca, a diversidade cultural do nosso estado. A cidade que acolhe todas as linguagens e tendências artísticas vem dando mostras de que com o passar dos anos a sua vocação para agregar vem se ampliando cada vez mais. Esse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19752319996_27d4b49a64_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27495" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19752319996_27d4b49a64_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Garanhuns chega ao seu 25° Festival de Inverno celebrando, mais do que nunca, a diversidade cultural do nosso estado. A cidade que acolhe todas as linguagens e tendências artísticas vem dando mostras de que com o passar dos anos a sua vocação para agregar vem se ampliando cada vez mais. Esse foi o mote que norteou a abertura oficial do evento, na noite desta quinta (16), no Teatro Luiz Souto Dourado. O governador Paulo Câmara marcou presença na cerimônia e deu as boas vindas ao FIG e a todo o público.</p>
<p>“<em>Garanhuns é uma referência para o Brasil. E o FIG é o grande encontro da cultura e da arte brasileiras. Portanto, um encontro de todo o povo brasileiro</em>”, exaltou o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja. “<em>E esse momento que vivemos aqui nos deixa com ainda mais alegria e animação, por vermos aqui esse respeito à diversidade cultural, capitaneado pelo povo pernambucano, pelo povo de Garanhuns. Vamos ter uma grande festa!</em>”, disse. Já a presidente da Fundarpe, Márcia Souto comemorou as parcerias feitas para a realização do FIG, em especial, a colaboração da Secretaria de Educação, que está presente em várias ações. “<em>Quero destacar essa interação, que tem focado na formação cultural dos jovens das escolas estaduais em Garanhuns. Em especial, o <strong><a href="http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/fig2015oficial" target="_blank">aplicativo do FIG</a></strong>, que foi desenvolvido por alunos da Escola Técnica de Bezerros. Lá vocês podem acessar toda a programação e notícias sobre o festival. E também a presença de alguns artistas nas escolas de Garanhuns, que virão para um bate-papo com os jovens. Uma experiência que aproxima cultura e educação, e que tem muitos frutos pra dar, tornando a escola um espaço muito mais amplo, formando cidadãos que poderão construir sua sociedade de uma forma diferente</em>”.</p>
<p>A homenageada desta 25ª edição do FIG, a escritora Luzilá Gonçalves, também participou da abertura. Radiante e com um semblante de quem parecia ainda não acreditar que recebia este reconhecimento, ela foi só agradecimentos. A emoção tomou conta de Luzilá quando ela relembrou as histórias que ouvia sobre Garanhuns, já que ela, filha da terra, veio morar no Recife ainda pequena. “<em>Garanhuns é um passado que eu não vivi, mas do qual sinto enorme saudade</em>”, disse ela, evocando a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. “<em>É preciso juntar as duas pontas da vida. E esse Festival de Inverno, além de ser uma grande homenagem pra mim, está sendo responsável por juntar essas pontas da minha vida. Sempre que venho aqui, e hoje, principalmente, é como se fosse o reencontro desse passado com o meu presente, as raízes que estão aqui e que todos trazem profundamente no coração. Por isso agradeço a todo esse povo que me homenageia e vocês que estão aqui para viver isso</em>”, declarou.</p>
<p>Estreando no FIG na condição de dirigente maior do estado, o governador Paulo Câmara lembrou do envolvimento do povo garanhuense para o sucesso do festival. “<em>Comemoramos aqui as bodas de prata desse importante festival, que é um merecimento de todos que o fizeram, mas, principalmente, do povo de Garanhuns, do Agreste, todo esse povo pernambucano. Pernambuco é, sem dúvida nenhuma, o estado mais rico em termos de expressões culturais do nosso país. E esse festival contribui pra isso, para mantermos cada vez mais vivas nossas tradições e nossa cultura, e, principalmente, passar esse sentimento, essa emoção para as futuras gerações, que farão com que Pernambuco cresça cada vez mais. Até o dia 25, não tenho dúvidas que Garanhuns vai ser a capital do nosso estado, na cultura, no turismo, na alegria e na paz</em>”, encerrou Paulo Câmara.</p>
<p><strong>Como porcelana delicada de beleza e afeto</strong><br />
Após as falas oficiais, o palco do Teatro Luiz Souto Dourado recebeu o espetáculo <em>Porcelana</em>, que reuniu os cantores Gonzaga Leal e Alaíde Costa, em um passeio por canções que chancelam a grandeza do cancioneiro popular brasileiro. A voz forte e doce de Alaíde ecoou no teatro, ao entoar <em>Bachiana Brasileiras n° 5</em>, de Villa-Lobos, à capela. Também do maestro brasileiro, <em>Canto de Pajé</em> trouxe Gonzaga ao palco para se juntar a Alaíde. Eles, então, mostraram toda um entrosamento em palco, resultado de uma parceria que vem se dando ao longo de uma década.</p>
<div id="attachment_27496" aria-labelledby="figcaption_attachment_27496" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19783104241_f81ca8c64a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27496" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19783104241_f81ca8c64a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Porcelana&#8221; reuniu os cantores Gonzaga Leal e Alaíde Costa</p></div>
<p>Vozes doces, cantos apaixonados e delicados como porcelana criaram a atmosfera do espetáculo. Gonzaga e Alaíde se encontram e se agigantam na música. Em <em>Porcelana</em> eles se tornam bálsamo que perfuma os ouvidos, em interpretações que evocam toda a beleza da nossa MPB. Entre algumas músicas, a intepretação da atriz Ceronha Pontes sobre textos de Mário de Andrade e Luzilá Rodrigues, iam cerzindo o espetáculo. Ela leu trechos do livro <em>Rios turvos</em>, da homenageada do FIG, imprimindo uma carga mais cênica ao espetáculo.</p>
<p>No repertório, a fina flor de autores consagrados, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Monsueto Menezes, Cateano Veloso, Capiba, entre outros. Uma noite em que Garanhuns recebeu o festival através da música, na sua forma mais profunda e tocante.</p>
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		<title>Monólogo inédito revela Marguerite Duras ao público recifense</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 16:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[O espetáculo “Não importa se tu me amas. Eu sou Duras” estreia nesta quinta-feira (6) para o público recifense, inserido na programação do evento &#8220;Descobrindo Marguerite Duras&#8221;, promovido pela Aliança Francesa. No monólogo, a atriz Ceronha Pontes vive &#8220;uma Duras no Recife, amiga de Clarice Lispector, que reflete sobre o sentido do amor e da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo “Não importa se tu me amas. Eu sou Duras” estreia nesta quinta-feira (6) para o público recifense, inserido na programação do evento &#8220;Descobrindo Marguerite Duras&#8221;, promovido pela Aliança Francesa. No monólogo, a atriz Ceronha Pontes vive &#8220;uma Duras no Recife, amiga de Clarice Lispector, que reflete sobre o sentido do amor e da morte”, como define Cláudio Kovacic, diretor e dramaturgo da peça. O espetáculo segue me cartaz até 13 de novembro, sempre às 20h, com ingresso a R$ 15.</p>
<div id="attachment_16519" aria-labelledby="figcaption_attachment_16519" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/ceronha2.jpg"><img class="size-medium wp-image-16519 " title="ceronha pontes" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/ceronha2-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Ceronha Pontes interpreta a escritora francesa em monólogo inédito.</p></div>
<p>O texto do monólogo foca as últimas horas de vida deste ícone da cultura francesa e reflete, dialoga e revive na escritora o sentido próprio do conteúdo de três livros da escritora (“Chuva de verão”, “Olhos azuis, cabelos pretos” e “O arrebato de Lol V. Stein”). “A intenção é remontar uma Duras atual, contemporânea e ainda viva. Temos a sorte de ser testemunhas silenciosos e cúmplices do destino solitário de uma mulher. O paradoxo da peça está compreendido na provocação do encontro – dos últimos minutos de vida da autora – no Nordeste de Brasil, na cidade de Recife; um ‘existir’ num trópico absurdo, global e asfixiante”, descreve Kovacic sobre seu primeiro trabalho solo como diretor e dramaturgo.</p>
<p>Já a aclamada Ceronha Pontes encarna seu segundo grande personagem francês, depois de viver sua Camille Claudel. Como definiu o diretor, é uma atriz com grande capacidade de interpretar roteiros labirínticos e comoventes e promete deixar o público imerso durante cerca de uma hora. Neste novo espetáculo, o espírito feminino de Duras “reencarna” no Recife cheio de memórias e referências. Em formato de anfiteatro, o palco é uma espécie do prenúncio de uma cova, para onde a plateia faz reverência. O drama se completa com arquétipos musicais do cancionato francês.</p>
<p>Além da peça, o primeiro dia do evento Descobrindo Marguerite Duras abre também o paladar no bistrô da Aliança Francesa, o La Comédie, onde passa a ser oferecido o menu temático “Claudius”, com uma cozinha a quatro mãos pelos chefs Cláudio Manoel e Cláudio Kovacic em homenagem a Duras. Durante todos os dias, o menu será oferecido no almoço e no jantar, com entrada, prato principal e sobremesa no valor único de R$ 35. Estão ainda no cardápio quitutes para serem degustados durante todo o dia, a R$ 20 cada.</p>
<p><strong>Sobre o evento</strong><br />
Este é o ano em que o mundo celebra o centenário de um dos ícones do século 20: a escritora francesa Marguerite Duras (1914-1996). Entre os dias 6 e 15 de novembro, é a vez de a Aliança Francesa Recife prestar sua homenagem à artista visionária, de escrita poética e interpretações polêmicas sobre a condição humana, com o evento Descobrindo Marguerite Duras. Parceria da Aliança Francesa com Cláudio Kovacic – um conhecedor apaixonado da obra da escritora –, a programação, que conta ainda com o apoio do Consulado Geral da França no Recife, terá a apresentação de espetáculos, performances e música, além da exibição de filmes, de um menu temático, de debates, de um mercado de pulgas à la Paris e de um mercado gastronômico para celebrar a primavera no encerramento, dia 15. Tudo isso na unidade do Derby da Aliança.</p>
<p><strong>Sobre Marguerite Duras</strong><br />
Nascida em 1914, na província francesa de Gia Dinh, na Indochina (atual Vietnã), Marguerite Duras foi um dos mais significativos nomes femininos das artes do século 20, tendo atuado como romancista, novelista, dramaturga, roteirista e diretora de cinema até falecer no ano de 1996, aos 81 anos. Engajada na Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial, Duras exerceu grande influência nos universos acadêmico e intelectual da Europa, com uma obra de teor confessional que é um verdadeiro relato sobre as paixões e desventuras da vida.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p>Quinta, 6</p>
<p>18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Estreia para o público da peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Sexta, 7<br />
16h45 – Falemos de Duras: envolvendo os alunos da Aliança Francesa na programação<br />
do centenário de Marguerite Duras<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Sábado, 8<br />
15h às 19h – Simplesmente Gênero: Documentários<br />
“The ballad of genesis and lady jayne”, “Mon cerveau a t-il un sexe ?”, “Françoise<br />
Héritier et les lois du genre”, “XXY” e “Pleure ma fille, tu pisseras moins”<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Domingo, 9<br />
10h30 às 18h30 – Marche aux puces<br />
Bazar com brechó (A Vaca Foi para o Brechó, Ateliê de Carol Monteiro e Wundabar), aquarelistas (Dan Cabral e Dani Pessoa), desenhos de Dani Acioli, livros do La Seboza Páginas Ambulantes, origamis de Eva Duarte, instrumentos artesanais do Castanho Instrumentos Percussivos, peças do Artes Artesanatos Reciclados, astrologia, dança, apresentação da banda de percussão Adamante e comidinhas de cozinheiros novos e divertidos da cidade<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Segunda, 10<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Terça, 11<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h15 – Simplesmente bissexualidade: “barbi-papo” entre Tatiana Ranzani Maurano (psicóloga social especialista em assuntos LGBT) e convidados</p>
<p>Quarta, 12<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h15 – Simplesmente no limite: vinho e verbo com Beatriz Ivo (jornalista e consultora sênior especialista em marketing e comunicação) e convidados</p>
<p>Quinta, 13<br />
18h – Exibição do filme “Hiroshima, mon amour”<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h – Solo de dança “OsseVao”, de Silvinha Góes</p>
<p>Sexta, 14<br />
17h – Exibição do filme “O amante” + bate-papo com Catarina Andrade (Cineclube da Aliança Francesa Recife)<br />
19h – Apresentação ao ar livre de violino e violoncelo</p>
<p>Sábado, 15<br />
11h às 17h – Alegoria da primavera: encerramento dos festejos com performance da artista visual Isabela Faria, performance musical de tango de Mayra Clara Vitorino e mercadinho de quitutes, música e dança. Participam do mercadinho: Kovacic A Arte de Cozinhar, Ana Claudia Frazão, Siwichi, Vegetariano, Sociedade Vegana Brasileira, Lucas Piubelli, A Comedie, Nathalia Mesquita Drink’s, Mrs. Peppers – Charcutiere, O Tapete Mágico e outros.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Descobrindo Marguerite Duras<br />
Quando: De 6 a 15 de novembro, com pré-abertura no dia 5 para convidados<br />
Onde: Aliança Francesa do Derby (Rua Amaro Bezerra, 466)<br />
Acesso gratuito, com entrada a R$ 15 para a peça “Não importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Programação no Recife celebra o centenário de Marguerite Duras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-no-recife-celebra-o-centenario-de-marguerite-duras/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2014 21:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceronha pontes]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Kovacic]]></category>
		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[marguerite duras]]></category>

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		<description><![CDATA[Informações da assessoria do evento Este é o ano em que o mundo celebra o centenário de um dos ícones do século 20: a escritora francesa Marguerite Duras (1914-1996). Entre os dias 6 e 15 de novembro, os pernambucanos terão a oportunidade de conhecê-la melhor no evento &#8220;Descobrindo Marguerite Duras&#8221;, uma homenagem da Aliança Francesa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Informações da assessoria do evento</em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marguerite.jpg"><img class="size-medium wp-image-16393 aligncenter" title="marguerite" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marguerite-496x486.jpg" width="496" height="486" /></a><br />
Este é o ano em que o mundo celebra o centenário de um dos ícones do século 20: a escritora francesa Marguerite Duras (1914-1996). Entre os dias 6 e 15 de novembro, os pernambucanos terão a oportunidade de conhecê-la melhor no evento &#8220;Descobrindo Marguerite Duras&#8221;, uma homenagem da Aliança Francesa Recife, em parceria com Cláudio Kovacic, um conhecedor apaixonado da artista visionária, de escrita poética e interpretações polêmicas sobre a condição humana.</p>
<p>A programação, que conta ainda com o apoio do Consulado Geral da França no Recife, terá a apresentação de espetáculos, performances e música, além da exibição de filmes, de um menu temático, de debates, de um mercado de pulgas à la Paris e de um mercado gastronômico para celebrar a primavera no encerramento, dia 15. Tudo isso na unidade do Derby da Aliança.</p>
<p>A proposta é comemorar o centenário promovendo um diálogo com os artistas e agentes culturais da cidade, para que atualizem o pensamento e o legado de Duras, passando não necessariamente por sua obra, mas pelo espírito e por temas que marcaram sua passagem por este mundo. “A Aliança Francesa é uma associação brasileira, pernambucana, recifense que tem por missão promover o diálogo franco-brasileiro. Gostaria que ela desse a todos os artistas talentosos de Recife a oportunidade de se apropriar da língua e da cultura francesa para questioná-las, manipulá-las e reconstruí-las num intercambio fecundo”, ressalta Adrien Lafèvre, diretor executivo da Aliança Francesa Recife.</p>
<p>Entre os destaques da programação, a estreia do novo monólogo da atriz Ceronha Pontes, a peça “Não importa se tu me amas. Eu sou Duras”, escrita e dirigida por Cláudio Kovacic. O espetáculo, que terá nove apresentações em formato de anfiteatro, marca a segunda atuação da atriz para um ícone francês (a primeira foi Camille Claudel), desta vez em contexto pernambucano. “É uma Duras no Recife, amiga de Clarice Lispector, que reflete sobre o sentido do amor e da morte”, define Kovacic sobre o novo papel de Ceronha, também seu primeiro trabalho solo como encenador e dramaturgo.</p>
<p>Ainda na programação cênica, única apresentação do solo “OssoVao”, de Silvinha Góes, no dia 13, às 21h. Nele, a bailarina escritora provoca o público com palavras e poesia. Para esta ocasião, ela usará trechos escritos de Marguerite Duras em sua preparação. Também aproveitará os espaços da Aliança Francesa a artista visual e designer pernambucana Isabela Faria, com uma performance surpresa no encerramento do evento.</p>
<p>No evento, o cinema tem destaque com os filmes da obra de Duras, como “Hiroshima, meu amor” (1959), roteirizado por ela e dirigido pelo célebre diretor francês Alain Resnais, e “O amante” (1992), baseado no livro (1984) mais famoso da autora, vencedor do Goncourt, o mais prestigiado prêmio literário da França. Duras assinou ainda títulos como “O homem sentado no corredor” (1980), “A doença da morte” (1982), “A dor” (1985) e “Olhos azuis, cabelos pretos” (1986). A exibição de “O amante”, na sexta, dia 14, será acompanhada de um bate-papo com a professora e doutoranda em comunicação Catarina Andrade, atualmente à frente das atividades mensais do Cineclube da Aliança Francesa Recife.</p>
<p>Além dos filmes de sua obra, o evento aprofunda outras discussões, com a projeção de documentários ligados a questões de gênero, da coleção do Institut Français, e a exibição diária do acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Debates sobre bissexualidade e vidas “no limite” – mediados por Tatiana Ranzani e Beatriz Ivo, respectivamente – também estão na programação (confira abaixo).</p>
<p>Nesta travessia de descobertas pelo universo de uma das autoras mais lidas e festejadas do século 20, a gastronomia também tem seu lugar. No dia 5, data da pré-abertura do evento, o Bistrot La Comedie, localizado dentro da Aliança Francesa, abre as portas para o público conhecer o menu temático “Claudius”, com cardápio feito a quatro mãos pelos chefs Cláudio Manoel e Cláudio Kovacic. Durante todos os dias, o menu será oferecido no almoço e no jantar, com entrada, prato principal e sobremesa no valor único de R$ 35. Estão ainda no cardápio quitutes para serem degustados durante todo o dia, a R$ 20 cada.</p>
<p><strong>Sobre Marguerite Duras</strong><br />
Nascida em 1914, na província francesa de Gia Dinh, na Indochina (atual Vietnã), Marguerite Duras foi um dos mais significativos nomes das artes do século 20, tendo atuado como romancista, novelista, dramaturga, roteirista e diretora de cinema até falecer no ano de 1996, aos 81 anos. Engajada na Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial, Duras exerceu grande influência nos universos acadêmico e intelectual da Europa, com uma obra de teor confessional que é um verdadeiro relato sobre as paixões e desventuras da vida.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p>Quarta, 5<br />
12h – Estreia do menu temático “Claudius”, no Bistrot La Comedie, com cardápio elaborado a quatro mãos pelos chefs Cláudio Manoel e Cláudio Kovacic*<br />
*Todos os dias do evento, o menu será oferecido no almoço e no jantar, com entrada, prato principal e sobremesa no valor de R$ 35. Também estão no cardápio quitutes para serem degustados durante todo o dia, a R$ 20 cada.</p>
<p>20h – Avant première da peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
Com coquetel para convidados</p>
<p>Quinta, 6<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Estreia para o público da peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Sexta, 7<br />
16h45 – Falemos de Duras: envolvendo os alunos da Aliança Francesa na programação<br />
do centenário de Marguerite Duras<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Sábado, 8<br />
15h às 19h – Simplesmente Gênero: Documentários<br />
“The ballad of genesis and lady jayne”, “Mon cerveau a t-il un sexe ?”, “Françoise<br />
Héritier et les lois du genre”, “XXY” e “Pleure ma fille, tu pisseras moins”<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Domingo, 9<br />
10h30 às 18h30 – Marche aux puces<br />
Bazar com brechó (A Vaca Foi para o Brechó, Ateliê de Carol Monteiro e Wundabar), aquarelistas (Dan Cabral e Dani Pessoa), desenhos de Dani Acioli, livros do La Seboza Páginas Ambulantes, origamis de Eva Duarte, instrumentos artesanais do Castanho Instrumentos Percussivos, peças do Artes Artesanatos Reciclados, astrologia, dança, apresentação da banda de percussão Adamante e comidinhas de cozinheiros novos e divertidos da cidade<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Segunda, 10<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Terça, 11<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h15 – Simplesmente bissexualidade: “barbi-papo” entre Tatiana Ranzani Maurano (psicóloga social especialista em assuntos LGBT) e convidados</p>
<p>Quarta, 12<br />
18h – Mostra de Artes Visuais – Fundaj<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h15 – Simplesmente no limite: vinho e verbo com Beatriz Ivo (jornalista e consultora sênior especialista em marketing e comunicação) e convidados</p>
<p>Quinta, 13<br />
18h – Exibição do filme “Hiroshima, mon amour”<br />
20h – Peça “Pouco me importa se tu me amas. Eu sou Duras”<br />
21h – Solo de dança “OsseVao”, de Silvinha Góes</p>
<p>Sexta, 14<br />
17h – Exibição do filme “O amante” + bate-papo com Catarina Andrade (Cineclube da Aliança Francesa Recife)<br />
19h – Apresentação ao ar livre de violino e violoncelo</p>
<p>Sábado, 15<br />
11h às 17h – Alegoria da primavera: encerramento dos festejos com performance da artista visual Isabela Faria, performance musical de tango de Mayra Clara Vitorino, mercadinho de quitutes, música e dança. Participam do mercadinho: Kovacic A Arte de Cozinhar, Ana Claudia Frazão, Siwichi, Vegetariano, Sociedade Vegana Brasileira, Lucas Piubelli, A Comedie, Nathalia Mesquita Drink’s, Mrs. Peppers – Charcutiere, O Tapete Mágico e outros.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong> Descobrindo Marguerite Duras</strong><br />
Quando: De 6 a 15 de novembro, com pré-abertura no dia 5 para convidados<br />
Onde: Aliança Francesa do Derby (Rua Amaro Bezerra, 466)<br />
Acesso gratuito, com entrada a R$ 15 para a peça “Não importa se tu me amas. Eu sou Duras”</p>
<p>Informações: (81) 3202.6262, pelo site <strong><a href="http://www.af.rec.br" target="_blank">www.af.rec.br</a> </strong>ou pelo hotsite <strong><a href="http://www.af.rec.br/duras" target="_blank">www.af.rec.br/duras</a></strong></p>
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